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domingo, 5 de março de 2017

Sabayon (Gentoo) - Instalação e configuração

Sabayon (Gentoo) após “atualização 2 disponíveis”, — que levou 2h 30min, talvez por inexperiência

As principais observações sobre o Sabayon 16.11 KDE (amd64), — no que difere dos demais sistemas Linux já instalados, — referem-se ao gerenciamento de pacotes e atualizações.

Vale notar que esta é uma experiência sem estudo prévio sobre Gentoo ou Sabayon, — trata-se de “aprender fazendo”, — onde mais vale o gosto de “ver” e “brincar”, do que qualquer (suposta) “obrigação”.

  • Essa “brincadeira” (absoluta “falta de pressa”) é possível porque o Kubuntu 16.04 LTS e o Linux Mint 18.1 KDE garantem o “ambiente de produção” para todas as tarefas necessárias. Além deles, o KDE Neon User Edition e o openSuSE também atendem às tarefas mais frequentes no dia-a-dia. — Portanto, basta reiniciar o computador, escolher o sistema da hora, — e mais tarde, voltar ao Sabayon para seguir brincando.

Ainda falta a montagem automática das partições “adicionais”, — e depois, adaptar o “~/.conkyrc” para exibi-las, — uma vez que, no Sabayon, não basta marcá-las em “K Menu → Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível → Dispositivos removíveis”.

É provável que essa montagem automática se resolva pelo arquivo “/etc/fstab” (como no Debian e no openSuSE), e / ou pela configuração de alguma “política” (“polkit”, como no Fedora)
.

••• Ver “Montagem automática de partições adicionais” - (adiante).

É claro que houve alguma pesquisa e leitura, — em especial nesses 3 pontos fundamentais:

  • Sua escolha, — porque Sabayon pareceu a melhor opção para a experiência inicial de um leigo, na área do Gentoo.
  • Alguma leitura básica sobre sistema Portage de gerenciamento e instalação de pacotes (Gentoo), e mais especificamente Entropy, equo etc. [Viva o Linux, Sabayon]
  • Confirmar que, — nessa primeira aproximação, — poderia deixar de lado coisas como LVM, BtrFS, XFS etc., além de dispensar qualquer (suposta) necessidade de partição “/boot” separada. — A instalação foi feita unicamente com partições “/” (raiz) e “/home”, — ambas “tradicionais”, em sistema de arquivos ext4, — além de 1 partição Swap.

ISO e Live DVD (I e II)


Mensagem de erro quilométrica, perto do final da 1ª tentativa de instalação do Sabayon

A imagem ISO do Sabayon 16.11 KDE (amd64) foi baixada e verificada por md5sum em 3 Mar. 2017.

Por distração, um primeiro DVD acabou sendo gravado pelo K3b na velocidade 16x (4 Mar. 2017).

Por isso, no Menu de Boot, foi usada a opção “Check disk for defects”, que terminou com uma mensagem positiva, — “All fine, baby, the Live System is healthy”, — apesar de outras mensagens de “No iSCSI initiator found” e de “Sorry, but keyboard mapping br is invalid”.

Depois da verificação, ele reiniciou e foi carregada a sessão Live DVD, — que tratei de configurar ao máximo, além de abrir o navegar no Chrome para tirar algumas dúvidas, antes de iniciar a instalação, — mas nessa 1ª tentativa o processo não se completou.

A fase de instalação, propriamente dita (slide-show), começou às 17:07, e às 17:31 já estava nas “tarefas de configuração de pós-instalação”, — mas às 17:33 apresentou mensagem de erro, com 3 opções (Report bug, Debug, Quit), e foi encerrado.

Durante todo esse tempo, o KSysguard não registrou atividade de rede, — download, — embora o Chrome estivesse conectado e navegando normalmente, — antes, durante e depois da tentativa de instalação.

Para minimizar os riscos de novo erro, foi gravado um segundo DVD em velocidade 4x. — A nova sessão Live DVD foi carregada sem as opções de Idioma e Teclado PT-BR, — e configurada só no mínimo indispensável para as capturas de tela (Atalho “PrtScn”).

Nesta 2ª tentativa, o Instalador foi deixado em full-screen, — evitando abrir o Chrome ou alternar com o Dolphin, — que foi aberto apenas para montar o Pendrive e confirmar a gravação da primeira captura de tela.

A fase de instalação, propriamente (slide-show), começou às 23:00 e foi deixada sozinha, — sem supervisão, sem prints, sem qualquer outra atividade humana. — De acordo com o arquivo “/var/log/anaconda/anaconda.log”, terminou às 23:29, com mensagem de sucesso.

Instalação (II)


Início da 2ª tentativa de instalação do Sabayon, — com o Relógio do Painel “estacionado”, havia 3 minutos

A 2ª tentativa de instalação do Sabayou começou por volta das 22:46, — embora o Relógio do Painel tivesse parado em “22:43” (que continuou exibindo até o final). — No entanto, as capturas de tela (bem como os logs) registram as horas corretas, compatíveis com as das fotos de celular.

O instalador Anaconda, — já conhecido da instalação do Fedora, — é menos “sequencial” do que os instaladores do Debian, do Ubuntu (Ubiquity) ou do Manjaro (Calamares).

Os primeiros passos foram escolher o Idioma e o layout do Teclado (PT-BR), assim como o Fuso horário (Américas / São Paulo).

Opções iniciais da instalação do Sabayon

A conexão (Rede) já tinha sido detectada e ativada automaticamente, desde o carregamento da sessão Live DVD, — mas poderia alterar o nome do Host para “Linux11”, por exemplo.

Neste ponto, restava definir o destino da instalação, — discos, partições etc., — para habilitar o botão “Iniciar a instalação”.

Escolha do dispositivo, — e da opção “Eu irei configurar o particionamento”

Tendo previamente confirmado que poderia usar um esquema de particionamento simples e trivial, foi escolhido o dispositivo SSD externo, — e marcada a opção “Eu irei configurar o particionamento”.

Seleção manual de partições pre-existentes, para a instalação do Sabayon

Na 1ª tentativa, me guiei pelas partições do Antergos (Unknown Linux), — somando +1 na numeração de cada partição, — de sdd1 para sdd2 (“/”), de sdd5 para sdd6 (“/home”), de sdd9 para sdd10 (Swap).

Mas poderia ter feito de cabeça, uma vez que as primeiras 3 partições são para sistemas, a 4ª é a partição estendida, as 3 seguintes são para Home, em seguida uma partição de dados (Armazem), e as 3 últimas para Swap, — tudo na devida ordem numérica.

Porém, na 2ª tentativa bastava selecionar as 3 partições da tentativa anterior, — e preencher com os mesmos pontos de montagem. — Cada uma das partições configuradas vai sendo transferida de “Sabayon” (embaixo, à esquerda) para “Novo Sabayon” (no alto).

Resumo do particionamento, — ao clicar em “Finalizado”

Ao clicar em “Finalizado” (no alto, à esquerda), se apresenta o resumo das ações de particionamento que foram definidas pelo usuário. — Se estiver tudo certo, clique em “Aceitar mudanças”.

Voltamos então à tela “Resumo da instalação”, — agora, com o “Destino” definido, — e com o botão “Iniciar a instalação” habilitado, para prosseguir.

Opções avançadas, — em Criar usuário

Então, requisita-se a definição da Senha Root, — e se oferece a oportunidade de Criar usuário, — com as opções de torná-lo Administrador, requerer (ou não) senha para usar a conta de usuário, e mais algumas Opções avançadas.

Início da instalação do Sabayon no computador, — com slide-show

Por fim, a mesma tela, — que requisitou definir Senha Root e ofereceu a oportunidade de Criar usuário, — é aproveitada para o slide-show durante a instalação do Sabayon no computador.

Ao contrário de outros instaladores e “distros”, — por exemplo, Debian, — aqui não será necessária mais nenhuma ação do usuário.

Você pode até ir dormir, — mas a demora não chegou a 30 minutos.

Configurações do sistema (KDE)


Montagem automática de partições (KDE), — sem efeito, até o momento (••• ver adiante)

A primeira sessão do Sabayon instalado começou à 0:05 de 5 Mar. 2017, — seguindo o roteiro comum de configurações personalizadas:

  • Configurar Dolphin. — Montar partição “XTudo”
  • Papel de parede
  • Configurar Spectacle. — Inverter atalhos PrintScreen / Shift-Print
  • Na inicialização, restaurar sessão salva manualmente. — Salvar sessão
  • Ativar NumLock ao iniciar o KDE Plasma. — Tecla de acesso ao terceiro nível
  • Montagem automática de partições adicionais
  • Desativar a Carteira do KDE (KWallet)
  • Login automático. — Entrar novamente após sair (“Encerrar sessão”)
  • Temas da área de trabalho → obter → Maia transparent
  • Decorações da janela → obter → Transparent oxygen
  • Bloqueio de tela — Não bloquear após X minutos. — Não bloquear ao reativar
  • Efeitos da área de trabalho → Cubo
  • Pesquisa de arquivos — desativar
  • Compositor — (Automaticamente escolhido: OpenGL 2.0; Método de escala: Preciso)
  • Efeitos da área de trabalho — Desativadas animações ao Minimizar / Maximizar etc.

A montagem da partição “XTudo”, — onde costumam ficar fotos, capturas de tela, modelos do Conky e todo material mais usado nessas experiências, — pediu senha Root, por isso, foi deixada para depois.

Não havia pressa. Todo esse material tem cópia no 2º backup, — na partição “Armazem2”, do SSD externo, — que não precisa de senha para montar. Por algum motivo, basta clicar nela, pelo Dolphin.

O capítulo de montagem automática de partições “adicionais”, nas Configurações do sistema (KDE), não faz efeito algum, — tal como não faz efeito no Debian e mais algumas “distros”. — Provavelmente, será necessário incluí-las no arquivo “/etc/fstab”, e / ou alterar alguma “política” (tipo “polkit”). Nada muito urgente.

••• Ver “Montagem automática de partições adicionais” (adiante).

As Configurações do sistema (KDE), parece que simplesmente não incluem o Kwallet, — um popup torra a paciência, 2 vezes, a cada vez que se abre o Chrome / Chromium. — Também não é tão urgente.

Também não adiante desmarcar o pedido de senha para logar automaticamente na conta do Usuário, — isso terá de ser resolvido em outro lugar. — Sem urgência.

Enfim, a brincadeira do Cubo foi descartada, — devido a algumas “tremidas nervosas” da tela, nas primeiras horas. — Em vez de sobrecarregar, a opção foi desativar mais alguns “Efeitos” bobos, como as animações de Maximizar e Minimizar janelas. Esse tem sido um cuidado corriqueiro, uma vez que não existe placa aceleradora de vídeo (3D), mas apenas o recurso onboard de 2008, para o qual estão alocados 256 MB da Memória RAM. Após quase 24 horas de uso constante, as coisas parecem bastante tranquilas.

Pacotes e atualizações


Sistema “atualizado”, desde o primeiro momento, — e sem novidades após 1 hora, 2 horas

Chamou atenção o fato de, ao carregar pela primeira vez, logo após a instalação, o Magneto Entropy se apressou em notificar que, — “Seu Sabayon está atualizado. Tudo parece estar Ok. Não há atualizações a fazer. Legal!”.

A versão instalada era “16.11” (29 Out. 2016), — que até hoje (6 Mar. 2017) é a opção-padrão na página de download para desktop, — embora já existam imagens ISO mensais “17.03” (28 Fev.), e imagens diárias com a data de hoje (6 Mar.).

As indicações do Centro de Informações do KDE (KInfocenter) também pareciam defasadas, em comparação com o pouco que havia lido, e com o que diz sua página oficial: — “Sabayon is a beginner-friendly Gentoo-based open-source Linux distribution. We aim to deliver the best "out of the box" user experience by providing the latest open source technologies in an elegant format. In Sabayon everything should just work. We offer a bleeding edge operating system that is both stable and reliable”.

Porém, o mais urgente era instalar o Gimp (que não veio junto), — e substituir o Google Chrome (que veio) pelo legítimo Chromium, para ver se eliminava alguns defeitos iniciais.

No entanto, a (pouquíssima) leitura não deu nem para o começo. Digitando “pacote” ou “Software” no Menu, não se acha nada. Digitando “Package”, aparece apenas um link “Sabayon packages”, — que leva à página “Sabayon Entropy Store”. — Não era bem isso que o iniciante procurava.

Sem saber o “nome de batismo” do gerenciador “Rigo”, — ou as palavras-chave “Application Browser”, — poderia passar por ele vezes seguidas, sem “ver” que ele existia.

Comando “equo update” finalmente encontrou novidades, — e revelou a existência do Rigo

De volta a uma das (pouquíssimas) leituras anteriores, tratei de ouvir um palpite “da boca do cavalo”, como se diz, — e ele mandou apostar em “su” + “equo update”.

Desse modo, — após 2 horas, — finalmente, apareceram “2 atualizações disponíveis”, — e fiquei sabendo da existência do Rigo, com um botão de brinde para abri-lo sem necessidade de voltar ao Menu K.

Por “2 atualizações disponíveis”, — coisa de aparência boba, — leia-se, “1 upgrade completo”.

O processo se estendeu por 2h 25min, — até 4:31, — com dúzias de informações e perguntas muito boas, porém absolutamente incompreensíveis para um iniciante que faltou a 99,7% das aulas.

Ou talvez seja mais exato dizer que o upgrade geral terminou às 4:12, — e daí por diante devia ter ignorado o resto?

Rigo “trabalhando muito”, após quase 2 horas, — “Instalando versão 17.03”

Depois de quase 2 horas vendo o desfile no “Mostre para mim” do Rigo, — cuja barra de título exibia “Estou trabalhando muito”, — às 3:59 ficou claro que o Sabayon 16.11 estava se transformando em 17.03.

Na verdade, não é possível dizer se fiquei mesmo assistindo esse desfile. Há uma lacuna de 1h25min nas capturas de tela, entre 2:29 e 3:56. Poderia ter havido alguma falha do KDE Spectacle ou da tecla PrtScn, porém é muito provável que tenha ido tirar um cochilo. Afinal, não sabia o que estava fazendo na frente do computador, — e desconfiava que ele saberia cumprir o seu dever, sem ninguém para atrapalhar. Terá feito perguntas? Respondeu sozinho?

Logo adiante, às 4:08, — instalando o Kernel “Linux Sabayon 4.8.17-0”, — reclamou que não conseguiu montar uma penca de partições, mas só pediu a senha depois. Após fornecer a senha, tornou a reclamar que não conseguiu montar a mesma penca de partições, às 4:09.

Atualização completa, — e inúmeros itens para “revisão manual”

A partir das 4:12, a atualização se declarou concluída.

Porém, começaram as perguntas realmente embaraçosas, — bem como vários cliques em “Atualizar” aqui e ali, — e que voltavam a ser exibidos para clicar de novo, várias vezes.

Havia até um trecho, — totalmente em branco (cinza), sem nenhuma pergunta ou informação, — e as opções de “Ok, obrigado!” e “Mostre para mim”. Talvez fosse uma mensagem secreta, com tinta invisível.

Tudo, ao mesmo tempo, — e muitas vezes, sem possibilidade de efeito imediato, — apenas entrar na fila (qeue).

Complicado, por exemplo, dizer que “há 53 bibliotecas preservadas”, — com a opção “Atualizar”, que não faz sentido em nenhuma língua do mundo. — Se foram “preservadas”, é porque não fazem mal. E afinal, tudo já foi “atualizado”. Significaria “remover”?

Enfim, uma gorda fila de aplicativos que “não serão mais atualizados” foi apresentada para “revisão manual”. — Até olhei os primeiros, sem entender nada daquela algaravia. — A decisão acabou sendo a de remover tudo aquilo, — lamentando ficar sem Konqueror e Okular (difícil crer que tenham encerrado suas carreiras). Mas foi uma alegria, quando chegou a hora de eliminar Akonadi, KDE-PIM e várias outras coisas.

Final da “revisão manual”, após a atualização (ou upgrade) do Sabayon

Às 4:31 (relógio exibindo “4:21”), restava apenas o Akonadi para “revisar manualmente”, — declarando no texto (no alto) que você pode “mantê-los ou desinstalá-los”, mas oferecendo (embaixo) “Reinstalar” ou “Remover”, — e as últimas 5 bibliotecas “preservadas”, com aquela opção esquisita de “atualizar”.

A ambiguidade, — afinal, é “manter” ou “reinstalar”?, — aliada à persistência de “avisos” cobrando providência, — pelo menos foi eliminada.

A expectativa é que, — feita a limpeza até o último grão de poeira, — seja possível instalar (sem ambiguidade) o Konqueror e o Okular, — um de cada vez, — e ver se explode, pega fogo, ou assobia.

Mas o mais urgente, ali mesmo, era instalar Gimp, Conky, Xsane, — além de remover o Google Chrome, e instalar o Chromium, — coisas realizadas com sucesso até 4:48 (com o relógio ainda exibindo “4:21”).

Epílogos


Instalação do Konqueror no Sabayon, pelo Rigo Application Browser

6 Mar. 2017 - Concluído o relato (acima), foram reinstalados o Konqueror e o Okular, sem maiores protestos por parte do Sabayon.

Apresentação de dependências adicionais, durante a instalação do Konqueror pelo Rigo, no Sabayon

Ao longo do processo, o Rigo apresenta eventuais dependências, — que podem ser aceitas em bloco, ou examinadas individualmente.

Alteração do hostname, — de “sabayon.local” para “Linux11”

O “nome da máquina” foi corrigido, — de “sabayon.local” para “Linux11”, — pela simples edição do arquivo “/etc/hostname”.

Em outros sistemas, foi necessário editar também “/etc/hosts”, para incluir o novo hostname, — porém no Sabayon o arquivo estava vazio, — e assim foi deixado.

Ao carregar novamente, a mudança fez efeito, e não houve reclamações.

Como não existe rede por aqui, — é um computador isolado, e sem acesso externo, — a utilidade dessa modificação é apenas cosmética, — exibir “Linux11” no Conky e no Konsole.

••• Montagem automática de partições adicionais


Copiando “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Antergos para o Sabayon, no Krusader (modo Root)

17 Mar. 2017 - Ao resumir a montagem automática de partições “adicionais” nos diferentes Linux instalados, foi retomada esta configuração específica do Sabayon, — aproveitando para testar uma ideia: — Simplesmente copiar e colar o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” de outro sistema para o Sabayon.

Isso foi feito “de fora”, — no Kubuntu, usando o Krusader em modo Root, para agilizar. — E o Sabayon finalmente carregou com 4 partições “adicionais” montadas automaticamente.

São as partições “Armazem1”, “XTudo”, “Works” e “Sites”, que tinham sido habilitadas nas Configurações do sistema (System settings) desde o dia da instalação do Sabayon, — sem resultado.

Confirmado que agora a configuração funciona, foi habilitada a montagem automática das demais partições.

Crash do Kwin


Crash do Kwin

O Sabayon foi removido após um crash do Kwin em 29 Mai 2017.

A experiência ficou adiada, — até nova instalação do Sabayon no final de 2018, — agora, sem usar o Rigo. — Só comandos Entropy, para começar.
_________
Relato produzido e publicado de 5 a 6 Mar. 2017, e complementado de 6 a 8 Mar. 2017, no Sabayon.
••• “Montagem automática de partições adicionais” acrescentado em 17 Mar. 2017.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


terça-feira, 13 de maio de 2014

Instalação do Linux Mint 16 Cinnamon em 27 minutos

Menu do Linux Mint após a instalação no HD

Registrado passo-a-passo no Facebook – navegando na web durante a instalação:

Rodei o Linux Mint 16 “Cinnamon” a partir do “Live DVD”, – sem instalar no HD, – no dia 8 de Abril, por volta das 22h45, e a primeira coisa que me surpreendeu foi a “leveza”, ou “agilidade”, ou “velocidade” com que naveguei no Facebook, usando o Mozilla Firefox, tal e qual já vem no “Live CD”, pronto para usar.

Tudo muito “macio”.

A rolagem vertical, por exemplo, funcionou muito melhor e muito mais “suave” do que no Chrome do Ubuntu, do Debian ou do Windows – todos instalados no HD, e todos devidamente supridos de plugins, complementos e demais “melhoradores”.

O Firefox do “Live DVD” já veio pronto para tudo – inclusive assistir vídeo, coisa que em geral os navegadores dos “Live CDs / DVDs” não permitem, a menos que você adicione alguns plugins etc.

Às 23h10, iniciei a instalação do Linux Mint no HD – sem ter que sair do Firefox – e fui registrando no Facebook cada passo da instalação, minuto a minuto.

Às 23h37, recebi a mensagem de “instalação concluída”.

Instalação

22h46 – Rodando o Linux Mint a partir do DVD, só para testar. A primeira coisa que vejo, do lado esquerdo da tela, é um ícone enorme, dizendo “Install”.

Isto significa que – provavelmente – poderia continuar usando o sistema, durante a instalação. E de fato, foi o que aconteceu.

23h10 – Início da instalação.

23h14 – Depois de detectar os HDs, as partições existentes e os sistemas já instalados no computador, faz a primeira pergunta: – Instalar o Linux Mint: (a) “Ao lado” dos sistemas já instalados; (b) “Apagar disco” [sic]; ou (c) Opção avançada. – Escolhi esta última, que permite escolher as partições a serem utilizadas, além de alterá-las “manualmente”, se for o caso.

23h17 – Selecionei a partição “sdb7” (onde estava o Debian), cliquei em “change” (mudá-la), escolhi o formato “ext4”, marquei a opção “formatar”, e selecionei “usar como /” – será a partição “root” (raiz), local onde ficam o “sistema” e demais “pacotes” de software.

A partição “sdb7” já tinha o formato “ext4” (e já estava no “tamanho” certo), mas isso não é mostrado, e para usá-la é preciso, primeiro, atribuir um formato. Só depois disso, abrem-se as demais opções para aquela partição.

A rigor, nem precisava mandar “formatar”, pois a partição que receberá o “sistema” e demais pacotes de software do Linux sempre é inteiramente apagada.

Particionamento do segundo HD, feito há vários anos. Note que a partição “sdb5” já é “/home” do Ubuntu

23h18 – Selecionei a partição “sdb8”, cliquei “change” (para “modificá-la”), escolhi o formato “ext4”, marquei a opção “NÃO formatar”, e selecionei usar como “/home” – partição para “documentos”.

A partição de “documentos” não recebe nenhuma alteração, quando se instala uma nova versão ou “distribuição” do Linux.

É nela que estão, – além dos seus documentos, – todas as configurações que você se acostumou a usar, tanto no Linux, quanto nos “aplicativos”. Por exemplo, seu histórico de navegação, teclas de atalho que você criou dentro do LibreOffice ou dentro do Gimp.

Tendo uma partição “/home”, – e tendo os cuidados básicos, – não há necessidade de fazer backup antes de reinstalar um sistema Linux.

Atenção: – Não basta marcar a opção de “NÃO formatar” sua partição de “documentos”. Se ela usava um formato, digamos “ext3”, e você escolher outro formato mais avançado, como “ext4”… Bom, aí, nem Cristo salva. Neste caso, devia, sim, ter feito um backup completo, antes.

23h20 – Selecionei a partição “sdb6”, cliquei “change”, e escolhi o formato “swap”. Ele já adivinhou o resto, não há mais o que ensinar a ele.

Em geral, nem perco tempo com isso. O simples fato de existir uma partição em formato “Swap” faz com que os instaladores do Linux a detectem e adotem, automaticamente, para esta finalidade.
Há tempos adotei essa divisão em três partições do HD – Programas, Swap, Documentos – também para o Windows. Reduz drasticamente a “fragmentação” de arquivos, e elimina aquele problema de “fazer backup” a cada vez que dá tilt e preciso reinstalar o Windows. Basta formatar o C:\, depois de instalado passar o Swap para o D:\, e meus documentos continuam no E:\, F:\ etc., sem serem afetados pela “reinstalação”.
23h21 – Pede a localização. Não encontro “Brasília”. Vou digitando “Brasilia” sem acento, até aparecer “Brasilia (Federal, Brazil)”. Só pode ser. Ok, prosseguir.

No mesmo instante, a hora é atualizada no canto inferior direito – lembrar que, durante a instalação, continuo “usando” o sistema Linux Mint (carregado a partir do “Live DVD”), e registrando passo a passo, no Facebook, através do Firefox.

23h22 – Escolher teclado. Vou de “Portuguese (Brazil)”. Se não me engano, já apareceu pré-selecionado. Ignorei as demais alternativas. No Debian e no Ubuntu, se não estou enganado, esta opção costuma ser o “ABNT”.

Depois, constatei que não era, exatamente, o “ABNT” a que estou acostumado. Nada de conseguir numeral ordinal (ª, º), entre outras coisas. Ficou para resolver depois.

23h25 – Criar senha.

Começa a instalação no HD, copiando arquivos do DVD e/ou dos “repositórios” na internet. As configurações específicas de cada língua, por exemplo, são baixadas neste momento – o DVD só traz as do Inglês.

23h37 – Mensagem final: – “A instalação terminou. Você pode continuar testando o Linux Mint agora, mas até reiniciar o computador, quaisquer alterações que você fizer ou documentos que você salvar não serão preservados”.

O DVD é ejetado. É hora de retirá-lo da bandeja e clicar em algum lugar para reiniciar o computador.

O processo durou, portanto, exatamente 27 minutos – com alguma perda de tempo da minha parte, para ir digitando no Facebook o que acontecia, passo a passo.

23h49 – Já estava de novo no Facebook, após entrar no Linux Mint (instalado), abrir o Firefox, entrar no Facebook, preencher ID e senha.

Não acredito que demorou tanto para reiniciar o computador após a instalação. Devo ter me extasiado, de entrar no Mint (instalado), e esqueci de registrar imediatamente.

Instalar mais aplicativos

O primeiro passo, ao abrir o Synaptic, é “Recarregar”, para atualizar as informações sobre os softwares disponíveis nos “Repositórios”.

Google Earth – Devia ser o último a instalar, já que uso pouco. Me deixei levar pela propaganda absorvida durante a instalação, e comecei por ele. Está nos “repositórios” pré-definidos. Basta abrir o Synaptic (ou o outro gerenciador de pacotes), digitar sua senha, – sempre exigida, para qualquer ação que afete o sistema, – e escrever lá “Google Earth”, que ele aparece. Clique com o botão direito, selecione “marcar para instalação”, depois clique em “Aplicar”. Segue-se um tempão, baixando 353 arquivos. No final, tentei abrir – e recebi a mensagem de que só funciona com placa aceleradora de vídeo. Nunca tive esse problema no Kubuntu, nem no Windows, nem (se não me engano) no Debian. Portanto, de nada me serviu, encontrar esse “pacote” nos “repositórios” de software usados pelo Mint.

Chromium, K3b, Scribus, Kstars, Filezilla, Epiphany – Encontrados nos “repositórios” de softwares e instalados mais ou menos rapidamente, conforme o tamanho de cada um.

Rodando o Chromium do Linux Mint, tentei – sem muita esperança – sincronizar com o serviço do Google. Funcionou, de primeira, sem a menor dificuldade – ao contrário do Debian, cujo Chromium nunca conseguia sincronizar. Em poucos minutos, o Chromium do Mint estava configurado exatamente como o Chrome do Ubuntu e o do Windows, com os mesmos plugins, todos os Favoritos, preenchimentos automáticos e tudo mais.

Wallpaper – Ao contrário do Ubuntu, o Linux Mint não oferece muitas opções – nem link para coleções na internet.

Gastei mais tempo do que gostaria, no site de wallpapers do Ubuntu. Acessando-o pelo instalador de Wallpapers do próprio Ubuntu, é fácil encontrar lá os que gosto mais .

Voltando ao mesmo site de wallpapers do Ubuntu, – agora, pelo browser do Linux Mint, – acabei me perdendo por lá, durante horas, sem encontrar um único dos que tinha acabado de rever.

Grub-customizer – Foi o que deu mais trabalho. Só depois de bater cabeça um tempão, procurando por ele, – ou por qualquer alternativa, a ser usada no Linux Mint, – encontrei um tópico, num fórum da vida, que me lembrou onde estava a solução: – Aqui mesmo, em meu próprio blog, onde ensinei o caminho há um ano e meio. Realmente, estava mais do que na hora de ir dormir.

Na instalação do Debian 7, mais cedo, naquele mesmo dia, confirmei a possibilidade de evitar que o instalador do Debian substituísse o MBR gravado pelo Ubuntu nas trilhas iniciais do HD do Windows (“sda”). Bastou, depois, rodar o Ubuntu e chamar o Grub-customizer instalado por lá, para ele detectar a substituição do Debian 6 pelo Debian 7, e atualizar a tabela de inicialização.

Porém, ao instalar o Linux Mint, não encontrei (ou não vi) o caminho para evitar que seu instalador fizesse nova gravação nas trilhas iniciais do HD “sda”. A partir daí, o Grub-customizar do Ubuntu perdeu o controle da situação. Daí, a necessidade de instalar o Grub-customizar no Linux Mint, que passou a ser o “dono” do acesso ao MBR do “HD principal”.

Observações

Teclado – Por falta de tempo para verificar outras opções de teclado em Português, até hoje não consigo teclar numeral masculino, nem feminino (“o” e “a” sobrescritos), nem outros caracteres necessários, como o “2” sobrescrito, Libra etc.

PrintScreen – Até hoje, não consigo capturar telas com a tecla PrintScreen. Para (finalmente!) publicar essa postagem, usando o Linux Mint, precisei instalar o Shutter, que é cheio de opções, mas não é tão prático no dia-a-dia.

  • 13 Out. 2016 - Trata-se do  Gnome-screenshot, que salva as Capturas de tela silenciosamente.

Alt-Tab – Até hoje, também não consegui alternar entre janelas. E se tento usar Alt-Tab no LibreOffice Writer, isso causa uma formatação indesejada.

Entrar e sair – Até hoje, – após entrar várias vezes no Linux Mint, – ainda me parece um pouco “demorado” para carregar. Pode ser subjetivo, porque ele mantém seu emblema parado sobre um fundo escuro, nas etapas finais – momento em que outras “distribuições” já costumam mostrar alguma coisa em movimento. Cronometrei algumas vezes, e o tempo de carregamento tem sido igual aos do Ubuntu e do Windows. Às vezes, algum deles demora mais.

Em compensação, sair e desligar o computador é vapt-vupt, – em comparação com Ubuntu. O Windows costuma demorar mais ainda.

Synaptic – Tenho a impressão de que já veio junto com o Mint – se eu tivesse instalado depois, normalmente teria anotado em vermelho no caderno onde registro as instalações. Ao abrir o Synaptic, o primeiro passo é clicar em “Recarregar”, para atualizar as informações sobre os 30.000 softwares existentes nos “repositórios” adotados pelo Mint.

É uma das primeiras coisas que costumo fazer, após instalar uma nova “distribuição” Linux.

Selecionando a aba “Instalados – Atualizáveis”, deparei com uma lista descomunal, de “pacotes” (softwares, bibliotecas etc.) que já têm atualizações para baixar e instalar.

Para minha surpresa, a opção “marcar todas as atualizações” simplesmente não é “selecionável” – apresenta-se “desabilitada” (letras esmaecidas), não sei por qual motivo, nem qual o caminho para contornar essa lacuna. O que tenho feito, desde então, é selecionar a aba “Instalados – Atualizáveis”, clicar em algum ponto da lista, depois usar CTRL-A para selecionar todos, para Marcar, e depois Aplicar.

Relógio – Me incomoda olhar a hora, em plena escuridão noturna, e ler “9:39” – mesmo que acompanhado de “PM” (veio sem “PM”). Gastei uns bons minutos, procurando onde configurar isso. Ok, normal, para uma “distribuição” que acabei de instalar pela primeira vez.

Afinal, encontrei o caminho, mas ele leva a um painel de configuração… em código. – É “só” você codificar o formato de hora que deseja ver, e está resolvido.

Depois de bater cabeça alguns minutos, encontrei um link no painel que prometia ensinar o caminho das pedras. De fato, ele chama um site (creio), pelo Firefox, onde você pode: (a) Escolher entre vários formatos predefinidos, cada um dos quais resulta num código para copiar e colar; ou (b) “Montar” seu próprio formato de hora, arrastando e enfileirando peças, uma por uma, o que também gera um código para copiar e colar; ou (c) Selecionar a terceira aba, e ver uma longa lista de códigos.

Mesmo na longa lista, não encontrei o mínimo que queria – horário em formato “23:59” (em vez de “11:59”, com ou sem “PM”). Mas acabei encontrando, um link que prometia uma lista ainda maior, de códigos. Foi lá que, finalmente, encontrei um pequeno código, bem simples, capaz de proporcionar o formato “23:59”.

Dois dias depois, meu relógio já estava em formato “Thu, 10 Apr 2014, 23:59”. Já não lembro quando, finalmente, consegui chegar ao formato atual: “Ter, 13 Mai 2014, 13:18”.

Essa codificação, provavelmente, deve ser a mesma que já tive de consultar, para configurar vários blogs no Google Blogger / Blogspot, no Drupal, no Wordpress, planilhas LibreOffice (antigo OpenOffice) etc. O melhor que faço é criar uma pasta ou subpasta nos Favoritos, e começar a juntar lá todas essas referências sobre codificação de formatos de data.

Isso, – juntamente com vários outros detalhes, – me deixou a impressão de que o Linux Mint ainda está pouco adaptado a outros países, línguas e culturas, exceto Inglês (EUA e Inglaterra).

Conclusão: – Embora muito agradável, apresenta-se menos amigável do que o Ubuntu.

Escolhas rápidas: sai Debian, entra o Mint

Cheguei ao Linux Mint, – do qual, até agora, ainda não “sei” absolutamente nada (*), – por pura dificuldade com o Debian (**).
(*) Instalei o Linux Mint, uma única vez, há uns 3 anos, logo após montar o atual computador, e testava várias “distribuições” Linux para escolher as 2 a serem adotadas. O Linux Mint que instalei naquela época era “Xfce”, e acabou cedendo lugar para testar outras distribuições, sem que tivesse chegado a explorá-lo mais a fundo.
Chegou a hora em que, – por dificuldades com o Google Chrome e com o Chromium, – senti necessidade de migrar do Debian 6 para o Debian 7.

A primeira instalação do Debian 7 funcionou bem – exceto por 1 pequeno erro meu: esqueci de configurar a partição “/home” (Documentos). Fiz uma segunda instalação, parecia ok, mas rejeitou minha senha na hora de entrar, após o reboot. Fiz a terceira instalação – com a máxima atenção na hora de definir a senha – e o Debian, mais uma vez, me negou entrada depois de instalado.

Nesse meio tempo, – 1 dia de “diversão”… enquanto o trabalho se acumulava, – um colega falou do Fedora

Fui no DistroWatch (Observatório das “Distribuições” Linux), vi que o Fedora está num pobre 5º lugar em “popularidade”, – enquanto o Ubuntu está em 2º, o Debian em 3º, e… um tal de “Linux Mint” em primeiríssimo lugar, há mais de 12 meses, sem nenhuma queda até a última semana.

Note que o ranking é do interesse pelas páginas sobre cada distribuição – e não, necessariamente, de downloads ou de uso efetivo.

Posição relativa das distribuições Linux, por popularidade, no dia da instalação

O resumo do Linux Mint no “DistroWatch” me interessou muito mais do que sua “popularidade”:
Linux Mint is an Ubuntu-based distribution whose goal is to provide a more complete out-of-the-box experience by including browser plugins, media codecs, support for DVD playback, Java and other components. It also adds a custom desktop and menus, several unique configuration tools, and a web-based package installation interface. Linux Mint is compatible with Ubuntu software repositories.
Automatizar o “melhoramento” do navegador – agora que os repositórios de “Media” (Medibuntu) parecem desaparecer – vem em boa hora.

Menu dinâmico do Linux Mint: sem navegação em zig-zag para encontrar o que procura

Mas o print da tela inicial do Linux Mint, – com o menu aberto, – é que talvez tenha sido decisivo.

Já enjoei de andar em zig-zag por menus “organizados” onde você clica em “Administração” para examinar o que existe por lá… Não encontra, volta ao “Menu principal”… Clica em “Preferências”, para ver se é lá que está o que procura… Velhíssimos Linux já apresentaram soluções de menu bem melhores do que isso.

No menu do Linux Mint, basta passar o mouse sobre uma das pastas à esquerda, – Acessórios, Gráficos, Internet, Som & Vídeo, Preferências, Administração, Arquivos recentes etc., – para ver do lado direito os softwares classificados naquela pasta. Ou passar o mouse pela pasta superior, All Applications, para ver todos os aplicativos instalados.

Na dúvida, basta digitar o que procura, no campo de busca, para encontrar imediatamente.

Isso, – e mais 1 dia “investido” em tentativas perdidas, – me fez questionar a escolha do Debian para fazer dupla com o Ubuntu, – que se mantém plenamente operacional, talvez por ser uma versão LTS – “Long Term Service”, – com direito a 3 anos de atualizações diárias.

Se o Debian – a opção mais “espartana” – não tem atendido às necessidades, por que não substituir por uma alternativa na direção oposta – mais “amigável”?

Dois sistemas – por “segurança”

Devido a velhas e repetidas dificuldades de relacionamento Google Chrome versus Debian, acabei por me ver na situação de questionar a escolha do Debian como sistema alternativo ao Ubuntu – uma opção de segurança.

Refiro-me à segurança de continuar trabalhando, no caso de um sistema falhar.

A pior coisa é seu Windows (ou Linux) deixar de funcionar, em geral no momento em que você mais precisa.

Se um sistema falhar, – e se você tem 2 sistemas instalados, – você, simplesmente, reinicia o computador e entra no outro sistema.

Simples assim.

Você continua redigindo seus documentos, editando suas imagens, calculando suas planilhas, recebendo e respondendo e-mails, recebendo informações pelas redes sociais, atualizando seus blogs, – e, principalmente, percorre todos os fóruns onde possa encontrar uma solução para o problema do outro sistema operacional.

Por isso, além do provedor “fixo”, achei conveniente dispor de uma alternativa 3G, que não introduza novos custos, para permanecer sem uso, – porém, de prontidão, – ao longo do ano inteiro.

O Windows não conta, quando se pensa nesse tipo de “segurança”. Ele simplesmente não “vê” os outros sistemas, nem as outras as partições, – além de ser o mais sujeito a ataques, e o único sujeito a vírus etc.

Daí, porque não basta ter 1 sistema além do Windows – são necessários 2 sistemas Linux, para você garantir que, a qualquer momento, terá acesso a todas as partições.

E os 2 sistemas Linux devem ter tudo o que você precisa usar no dia-a-dia.

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Linux Mint



Kubuntu & KDE


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Bookmark para encontrar um post Favorito no Facebook

Para usar o Facebook como arquivo ou banco de dados sobre alguns assuntos, — centralizando várias informações correlatas, na forma de comentários a uma postagem principal, — é necessário, antes de tudo, ter certeza de conseguir encontrá-lo de novo, quando necessário.

Como não existe nenhum sistema de busca de post no FB, — seja por título, data ou palavra-chave, — uma alternativa é marcá-lo como Favorito (Bookmark) em seu navegador (browser).

Para isso, é necessário encontrar o link da postagem principal, onde irá reunir as informações relacionadas, na forma de comentários.


Basta clicar na hora / data da postagem escolhida, — antes que ela se perca como agulha num palheiro, — e ela será exibida como página avulsa.


Guarde-a em seus Favoritos (bookmarks), e será fácil chegar a ela sempre que precisar.

Um sistema de Favoritos organizado por pastas e subpastas ajuda muito.

No Chrome, — ou no Chromium original da comunidade de código aberto, — isso é muito simples e fácil.

Escolhendo poucas pastas principais, — no máximo 12, com nomes não muito longos, — poderá exibi-las no alto do Chrome, logo abaixo da linha de endereços.


Dentro de cada pasta de Favoritos, cabem facilmente umas 40 subpastas, antes que se torne necessário rolar para cima e para baixo. É um bom limite — lembrando que ainda poderá criar dezenas de sub-subpastas. Até aí, já dá para classificar quase 20.000 tópicos (pastas), cada um com dezenas de Favoritos (URLs), propriamente ditos.

Vale, claro, também para informações postadas em blogs — e aos poucos você forma um banco de dados com informações que precisa localizar rapidamente, a qualquer momento.

Lembre que:

1) Os Favoritos — e suas pastas, subpastas etc. — podem ser editados a qualquer momento, sempre que perceber uma possibilidade de organizá-los melhor; e

2) O Chrome oferece backup automático de seus Favoritos (bookmarks).

Como uso 3 sistemas operacionais, ao abrir o Chrome / Chromium em qualquer um deles, dentro de alguns segundos ele já sincronizou com o backup do Google, incorporando as alterações feitas em algum dos outros sistemas operacionais.

Substitua por 3 computadores, — casa, trabalho, dispositivo móvel, — e você também terá 3 backups em seu poder (além do backup do Google, que opera a sincronização).

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Ferramentas &tc.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Instalação do Google Chrome no Debian

Para obter o Chrome -- no Gmail , escolha "Mais", e "Ainda mais", para chegar às opções de uso menos frequente
Uma vez que o Chromium instalado no Debian não conseguia acesso ao servidor para sincronizar, após alguns dias resolvi instalar sua versão personalizada, o Google Chrome, que já vinha funcionando bem no (K)Ubuntu e no Windows.

Google Chrome não faz parte dos repositórios padrão do Linux (só o Chromium, a versão original em da comunidade de código aberto). Por isso, não bastava abrir o Gerenciador de pacotes (softwares), que não iria encontrá-lo e oferecê-lo para instalação rápida.

Para não perder tempo aprendendo como adicionar ao Debian o repositório específico do Google, segui o caminho mais simples -- na barra superior do Gmail, escolhi "Mais", e "Ainda mais". Isso leva às opções que não são de uso diário. É lá que estão os softwares oferecidos pelo Google.

Página de "Mais produtos Google"

Escolhida a opção Google Chrome, chega-se a uma página com meia dúzia de frases, e um enorme botão de Downloado do Google Chrome. Abrem-se então duas opções para "Debian/Ubuntu" e duas para "Fedora/openSUSE", conforme você tenha instalado sistema operacional de 32 ou 64 bits..


Baixei o pacote ".deb" para "Debian/Ubuntu", do mesmo jeito que já havia feito para o (K)Ubuntu.
Só mudou o número, pois no Debian uso 64 bits, e no (K)Ubuntu uso 32 bits. Nunca percebi qualquer diferença. Em 64 bits você consegue usar acima de 3,5 GB de memória. Mas o de 32 bits nunca reclamou que 3,5 GB fosse pouco.
Note a "Observação" de que a instalação "adicionará o repositório do Google" ao sistema. Por mim, bastava isso. Tivesse o repositório antes, e o Gerenciador de Pacotes Synaptic automaticamente ofereceria Google Chrome, baixaria, instalaria, da mesma forma como a partir de agora vai detectar qualquer eventual atualização.

Duplo clique no arquivo ".deb" não chamou o instalador de pacotes do Debian. Apenas abriu o arquivo com um descompactador. Clicando no arquivo com o botão direito, aí sim, encontrei a opção de "Abrir com o GDeb Package Installer".

O instalador acusou a "dependência" de 2 pacotes, ainda não instalados no computador. Mas como não apresentou nenhum link ou botão para buscá-los antes de começar, parti do princípio de que o próprio instalador se encarregaria de obtê-los durante o processo.

A instalação foi rápida. Nenhuma mensagem de erro. No final, mensagem de instalação concluída.

Apenas... o Google Chrome não apareceu no menu.

Desinstalei o Chromium, e tornei a instalar o Google Chrome, pelo GDeb Package Installer. Reiniciei o computador umas duas vezes. E nada dele aparecer no menu.

Então, desisti do pacote ".deb", e do GDeb Package Installer.

Abri o Gerenciador de Pacotes Synaptic, e conferi que de fato ele já incluía o Google Chrome em sua lista de repositórios para busca de software.

No Synaptic, em Configuração >> (Repositórios) >> Aplicativos de terceiros, o repositório do Google Chrome

Mandei atualizar a lista de softwares ("Recarregar"), em seguida mandei "Marcar todas as atualizações", e em seguida "Aplicar".

Com isso, o Synaptic descobriu, baixou e instalou duas coisinhas, incluindo uma "keyring", que me parece ser algo como "tabela de chaves de segurança".

Veja abaixo (lado esquerdo) que, numa classificação por "Estado" (situação), existem apenas softwares "Instalados" e "Não instalados" -- nada de "Quebrado".

No Synaptic >> Recarregar >> Marcar todas as atualizações, e por fim Aplicar

O que fiz, então, digitar "Chrome" no campo de busca, para reduzir a lista a poucos itens.

Cliquei com o botão direito em "google-chrome-stable" (que dava como já instalado), e escolhi a opção "Marcar para reinstalação". Em seguida, novamente "Aplicar".

Desta vez, sim, o processo foi até o final, e o Google Chrome apareceu no menu. Nem foi preciso reiniciar o computador.

Daí, porque prefiro usar o Synaptic, ao invés de baixar um pacote ".deb" -- de 30 Megabytes! -- que, ao fim das contas, só serviu mesmo para adicionar uma "frase", com o endereço do Repositório do Google.

Com esse endereço devidamente adicionado, o Synaptic foi lá e baixou -- de novo -- o pacote completo, só que, dessa vez, sem deixar furo.

Sincronização do Google Chrome


Logo ao abrir o Google Chrome pela primeira vez, ele já pergunta se você deseja que seja o Navegador padrão (sim), oferece uma tela de Login, e vai para a Sincronização. -- é só mandar.

Mal deu tempo de suspirar de alívio, e já apareceram as abas dos "Favoritos" (Bookmarks), cada uma com as respectivas subpastas, reproduzindo o ambiente de navegação dos últimos anos.

Neste momento, são três cópias em diferentes partições do computador (Debian,, Kubuntu, Windows) e uma quarta cópia no Google. O que você acrescenta, altera ou deleta em um dos sistemas, é automaticamente replicado ao abrir o Google Chrome no outro sistema.

Os Plugins ("Complementos", "Extensões") do Chrome, já não aparecem tão rápido assim. Impaciente, procurei o primeiro Plugin, instalei, configurei etc. Quando estava instalando e configurando o segundo Plugin, os outros 10 ou 15 apareceram de uma vez só.

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Debian