segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados

Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, no final da tarde de 13 Mar. 2017

Com a instalação do Antergos e do Sabayon, carregar e atualizar, sucessivamente, os 11 sistemas deixou de ser tarefa para 40 ou 50 minutos.

No dia 13 Mar. 2017, por exemplo, alguns fatores contribuíram para que essa tarefa se prolongasse por mais de 4 horas, — das 13:50 até cerca das 18:00.

Em tão longo período, é muito possível que o primeiro sistema a ser atualizado já tivesse novas atualizações disponíveis.

O Antergos só foi atualizado às 16:45, — o que pode ter contribuído para ser o único a apresentar Frameworks 5.32 nesse dia.

Após 20:10, voltei a carregar o KDE Neon, para concluir outras tarefas, e não apresentou novidades. — No dia seguinte, logo cedo, acusou 167 pacotes atualizáveis, e também avançou para Frameworks 5.32.

Naturalmente, não dá para repetir a brincadeira todos os dias, — senão, é o feijão quem vai ficar desatualizado.


Resumo dos “não-debian”



24 Fev. 2017


Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, com algumas diferenças de funcionalidade
Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, com algumas diferenças de funcionalidade

Com a instalação do Manjaro, openSUSE, Fedora e Mageia, — estranhos ao universo Debian / Ubuntu, já familiar, — acabou-se a moleza.

Ainda há espaços (no SSD externo) para instalar mais 3 sistemas, — e foram feitos preparativos para começar pelo TrueOS (antigo PC-BSD), — mas a brincadeira dá sinais de saturação.

Mageia, — instalação ainda não relatada

Os relatos da instalação e configuração do Manjaro e do openSUSE estão bastante incompletos, — qualquer avanço exige tempo para organizar centenas de prints, anotações, além de bastante leitura e aprendizado, para ser útil, — enquanto o do Fedora ainda se resume a 3 ou 4 tópicos isolados, e o do Mageia nem começou.

Além disso, as rotinas adotadas para usar, atualizar e registrar regularmente a experiência com os vários sistemas agora consomem tempo excessivo, — sem falar no “processamento” posterior das observações, para consolidar o conhecimento adquirido.

“Derivados” do Debian


Enquanto isso, os “derivados” do Debian acumulam algumas questões a serem resolvidas.

Desde 5 Fev. 2017, o desenvolvimento do Debian 9 Stretch foi “congelado”, a caminho de se tornar o novo Debian “stable”, daqui a algumas semanas. No entanto, a atual instalação foi orientada para repositórios “testing”, — não “Stretch”, — na expectativa de que continue a evoluir. Mas o que significa isso, na prática, é o que cabe agora observar, para aprender. E cedo ou tarde, algumas opções terão de ser feitas. Ficar no “stable” ou seguir em frente? Talvez já tenha avançado demais, e a essa altura voltar a “stable” implique em algum downgrade. Qual a vantagem disso?

O KDE Neon User Edition, — instalado quase que no nascedouro, quando nada era claro para um leigo, — lançou sua versão LTS, em 9 Dez. 2016, fixado no KDE 5.8. Talvez coubesse uma escolha, naquele dia, — entre ficar no LTS, ou seguir em frente, — mas, agora, a instalação já está no KDE 5.9.2. Seria necessário reinstalar, pois não parece fácil fazer o downgrade (se é que é possível). No entanto, para todos os efeitos práticos, o KDE “rolling-release” tem se mostrado sólido o bastante, para liquidar qualquer “medo de mudanças”. De fato, até hoje se mantém muito mais “produtivo” do que o Zesty Zapus, por exemplo. Nenhum motivo real para reinstalar / retroceder à versão LTS.

O Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — instalado lá no início de seu desenvolvimento, — já lançou versões Alpha 1 e 2 (Janeiro), e Beta 1 (Fevereiro). E agora? Manter e aproveitar a onda de debates nos fóruns, ou pular para o início do 17.10? A ideia inicial era acompanhar a evolução do Kubuntu, para não topar despreparado eventuais surpresas do futuro 18.04 LTS. No entanto, o mais lógico talvez seja eliminá-lo, — e usar seu espaço para o TrueOS (ex-PC-BSD), — afinal, o Debian testing e o KDE Neon (entre outros) são mais do que suficientes para acompanhar a maior parte das surpresas que possam vir nos próximos Kubuntu.

Por fim, o Linux Mint, — único (exceto Kubuntu LTS), em que consigo realizar todas as tarefas necessárias, — sofreu sequelas no upgrade do 18 “Sarah” para 18.1 “Serena”. Continua fazendo tudo, porém com uso excessivo de CPU (e consequente aquecimento). É preciso descobrir a causa e a solução ou, em último caso, reinstalar. Mas reinstalar, com ou sem formatação da partição-raiz? Reinstalar versão 18 “Sarah” ou 18.1 “Serena”? Nessa hora, até o Linux Mint 17.3 KDE, — testado de passagem, em sessão Live USB, — faz um aceno saudosista, só para complicar.

  • 1º Mar. 2017 - Foi reinstalado o Linux Mint 18.1 KDE, sem formatar a partição-raiz, e o problema continuou.
  • 8 Mar. 2017 - O problema se resolveu sozinho, após uma atualização “com erro”.

O Knoppix é um caso a parte, — curiosidade que vem desde os tempos do Kurumin, e que até meados de 2016 nunca tinha conseguido carregar. — Não é uma “distro”, no sentido comum da palavra. Não se destina a ser “instalado”, muito menos receber atualizações. É concebido para rodar como “Live CD / DVD”, ou “Live USB”, — e neste caso, a “instalação” no Pendrive permite configurar um arquivo ou partição de “persistência”, para não perder arquivos e configurações, de uma sessão para outra. — Uma vez compreendido isso (“na pele”), tornou-se minha ferramenta preferida para manutenção, particionamentos etc. (embora também tenha alguns Live CDs do GParted Live, Boot Repair Disk, Memtest86).

Sistemas e tarefas


Sistemas instalados em paralelo, desde 2007

A escolha desses sistemas vem do histórico pessoal, — começando pelo Kurumin, em fins de 2007, e Kubuntu a partir de 2009, — assim como as tarefas exigidas (tabuladas só as que apresentam alguma dificuldade em um ou outro sistema).

O “paralelismo”, — sistemas lado-a-lado, em dual-boot ou multi-boot, ao invés de máquinas virtuais, — também vem do histórico pessoal, pois no início era relativamente frequente “escangalhar” um sistema, por falta de conhecimentos. Ter um “estepe” era prudente, em casos de emergência.

Esse espaço reservado para um “segundo Linux” foi aproveitado para experimentar alternativas, — em especial, Debian (quase sempre KDE) e Linux Mint (Xfce, Cinnamon), — embora também tenha experimentado Ubuntu, Xubuntu, Big Linux e outros, que não duraram nem deixaram lembrança. [Obs.: o quadro acima foi simplificado. Na verdade, chegou a haver 3 sistemas instalados lado-a-lado, no início de 2009].

Por falta de conhecimentos e consequente dificuldade com as “diferenças”, só houve comparação mais sistemática a partir de 2015, quando no “segundo” espaço foi instalado o mesmo Kubuntu “principal”, — com a diferença de um ser 32bit, e o outro 64bit, — o que permitiu configurá-lo “exatamente igual”, até o último detalhe. Pela primeira vez, as configurações deixaram de ser um tanto vagas, coisas feitas 1 vez a cada 2 anos e logo esquecidas (apesar das anotações dispersas no “caderno de informática), para se tornarem alguma coisa efetivamente “mapeada”.

Depois disso, foi possível sistematizar também as diferenças entre o Kubuntu 14.04 e o Linux Mint Cinnamon 17.3, na primeira metade de 2016, — e abandonar definitivamente qualquer veleidade de usar outro ambiente, que não KDE.

A adoção do KDE também vem do histórico pessoal, — uma preferência, desde a década de 1990, por abundância de Memória RAM, que torna o computador mais “duradouro”, sem o custo de uma CPU de última geração e/ou upgrades frequentes. — O atual foi montado com 4 GB RAM, já vai para 8 anos (2009), e até hoje é mais do que satisfatório. Nenhum problema com KDE, nem qualquer necessidade de usar ambientes mais “leves”.

É possível que, se continuasse acompanhando a evolução do Windows, esta máquina já estivesse pondo a língua de fora, — e o uso exclusivo de Linux esteja prolongando seu valor de uso, — mas realmente não posso afirmar.

Em todo caso, fica evidente meu total desconhecimento, até o final de 2016, de qualquer sistema que não fosse “derivado” do Debian.

Escolha dos “não-debian”


Sistemas Linux escolhidos entre os mais procurados no Distrowatch
Sistemas Linux escolhidos entre os mais procurados no Distrowatch

A ideia era selecionar sistemas de diferentes “troncos principais”, — mesmo que “derivados”, — de modo a experimentar estruturas, o mais diferentes possível, umas das outras. O importante é que fossem razoavelmente afeitos ao usuário “comum”, — e de preferência, com bom número de usuários.

Mas logo ficou claro que esse conceito de “tronco” não faz muito sentido, — a menos que se estude o assunto com profundidade, abrangência, detalhamento e “tecnicalidade”, — coisas que fogem ao propósito de uma simples “aproximação inicial”, para começar a “ver como é”.

Slackware (30º no Distrowatch) pareceu pouco propício à brincadeira, — e nenhum “derivado” se mostrou atraente, — por isso ficou para o futuro.

OpenSUSE () faz parte de outro “tronco”, — apesar de certa relação, muito longínqua, com Slackware, lá nas origens de seu ancestral SuSE, há uns 20 anos.

Red Hat (47º) acabou “representado” em excesso, — pelo Fedora () e pelo Mageia (17º). — Talvez substitua um (ou ambos). Sem maiores conhecimentos, uma possibilidade parece ser o CentOS (11º). Ou, o próximo Mageia 6.

Antergos instalado. Não enfrenta bem o recurso “Páginas” do Facebook

Arch Linux (12º) pareceu pouco afeito a um usuário “comum”, — Manjaro () foi a escolha para começar. — Outra possibilidade é o Antergos (10º), cujo Live DVD infelizmente não carregou na primeira tentativa.

  • 3 Mar. 2017 - Live DVD Antergos carregou normalmente na 2ª e na 3ª vez, — com algumas diferenças, como se não apenas o Wallpaper fosse randômico. — A instalação de pacotes oferece “excesso de opções” (AUR), e foi adiada após as primeiras experiências, até aprender quais opções (dos mesmos pacotes) são mais recomendáveis.

Sabayon instalado. Vem com Google Chrome (horrível). Não consegue enfrentar “Páginas” do Facebook

Gentoo (44º) também não pareceu muito adequado, por enquanto. — Talvez, o Sabayon (55º).

  • 4 Mar. 2017 - Instalado o Sabayon.

Para lá das fronteiras do BSD, até o momento, o TrueOS (29º) parece o mais razoável para uma primeira aproximação.

Para quem não entende nada de nada, isso tudo já parece programa suficiente para mais 1 ano.

Muita coisa, entre os primeiros 50 colocados no Distrowatch, — lembrando que é um ranking de “visitas”, mero interesse em saber mais, — ainda não foi examinada, ou foi olhada apenas por alto.

Zorin e Deepin foram descartados por serem “derivados” do Debian e/ou do Ubuntu.

Elementary OS e Solus Budgie chegaram a ser examinados em sessões Live CD / DVD, — em parte, por seus ambientes, — e descartados, por falta de interesse pessoal.

Histórico


Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, em 6 Fev. 2017

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Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, em 26 Jan. 2017

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Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, em 6 Jan. 2017

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Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, em 21 Dez. 2016

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Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, em 26 Ago. 2016

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— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


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