Testes de trabalho Live USB (Pen Drive)

Kubuntu 16.04 Xenial beta2 (“daily build” 03-Apr-2016 05:52) em Live USB

Sessão “Live” significa iniciar o computador (boot) a partir de uma mídia removível, — CD, DVD, Pendrive (USB), — e carregar o sistema na memória, sem instalar no HD, — portanto, sem afetar o sistema que você já tinha no computador.

Ao final da sessão, você encerra o sistema “Live”, — retira o CD / DVD / USB, reincia o computador normalmente e volta a carregar o sistema que já tinha antes, — ele permanece o mesmo de sempre, sem qualquer alteração.

Importante:As “pastas” exibidas durante uma sessão “Live”, — Imagens, Documentos, Downloads etc., — são apenas virtuais (memória RAM), e desaparecem ao encerrar a sessão. É preferível utilizar as pastas de seu HD, para qualquer trabalho que queira guardar.

O boot a partir de CD ou DVD é um tanto incômodo para trabalhar, devido às longas demoras de leitura, durante a sessão. — A mídia USB (Pendrive) é bem mais confortável, — pela rapidez de leitura, — o que permite trabalhos mais complexos, com vários programas e janelas abertos ao mesmo tempo, por um dia inteiro.

Se você tiver confiança na rede elétrica, no computador etc., pode até deixá-lo ligado por vários dias, — para não ter de refazer as configurações, a cada nova sessão.

Parâmetros


Trabalhar em sessão “Live USB” de alguma “distribuição” Linux é um modo prático de verificar se você consegue fazer nela seu trabalho do dia-a-dia, — de imediato, sem longo aprendizado, obstáculos ou sofrimento.

O roteiro adotado começa pelas configurações básicas para adaptação aos hábitos de trabalho:

  • Ativar NumLock
  • Configurar o Fuso horário
  • Configurar o Relógio (aparência)
  • Aplicar Papel de parede (wallpaper)
  • Configurar o Teclado (ABNT2 e acesso ao 3º nível → ½, m², m³)
  • Configurar a Captura de tela (salvar no HD)
  • Configurar o Dolphin (ou equivalente)
  • Configurar o Gwenview (ou equivalente)
  • Instalar programas que faltarem: Synaptic, Chromium, Gimp etc.
  • Sincronizar o Firefox e/ou Chromium (Favoritos e Complementos) para facilitar a rotina de trabalho

Esses e outros passos são anotados num caderno e/ou no LibreOffice, e documentados por Capturas de tela e fotos (câmera digital, celular), — desde o download da ISO, geração da mídia, boot etc., — para posterior levantamento cronológico dos procedimentos, e eventuais problemas.

Sempre que possível (e interessante), as imagens são editadas no Gimp, e publicadas, — com o relato da experiência, — ainda durante a sessão “Live USB”, — o que é um teste a mais da “usabilidade” e da comodidade de uso daquela distribuição Linux.

Tudo isso, sem prejudicar as demais atividades pessoais e de trabalho, incluída a comunicação em rede, email etc.

Eis a lista dos testes já realizados até 26 Ago. 2016:


Todas distribuições são 64-bit (“amd64”, “86_64”).

(*) O teste com Lubuntu Xenial Alpha2 foi realizado em 3 sessões consecutivas, em 5 Fev. 2016, com um intervalo no Kubuntu (HD) para regravar a mídia e conferir um procedimento do Gimp. Foram scanneadas 3 fotos de 23 x 16 cm recebidas durante a experiência. Foi instalado o Gimp (que não veio na ISO), em 2 sessões, e editada uma das imagens scanneadas em alta resolução (2800 pixels), com rotacionamento, — além do trabalho normal do dia-a-dia, e atividades pessoais. Foi o único teste em que chegou a ser instalado o Psensor, para monitorar a temperatura da CPU (nada de especial a assinalar). Não apresentou grande interesse (ponto de vista pessoal), e as capturas de tela, — numa quantidade incomum, — já foram deletadas.

Contra a acomodação


Estou satisfeito com o Kubuntu 14.04 LTS KDE (sistema “principal”) e, agora, com o Linux Mint 17.3 Cinnamon (sistema “alternativo”).

Porém, já uso o Kubuntu há muito tempo, e isso tende a estagnar os conhecimentos.

Nos últimos meses, ao adotar o Linux Mint Cinnamon como sistema “alternativo”, investindo diariamente em sua configuração e personalização para uso diário, — na verdade, trabalhando nele dia-sim-dia-não, — tenho aprendido sobre o ambiente gnome (que pouco tinha usado até então), ao tentar moldá-lo aos meus hábitos de trabalho no KDE. As comparações também se tornaram inevitáveis, bem como o interesse em adotar no KDE algumas vantagens observadas no Mint Cinnamon, — e o resultado foi um novo surto de aprendizado no próprio KDE / Kubuntu.

Em resumo, esses “testes de trabalho” em “Live USB” abrem novos horizontes, — um pouco como sair do ambiente onde nos acomodamos, e viajar.

A ideia inicial era permanecer na família Debian, — seu “derivado” Ubuntu, e subderivado Linux Mint, — mas logo se tornou claro que os ambientes Lxde, Xfce, MATE, Gnome etc. não apresentam maior interesse (ponto de vista pessoal), e com isso, restaria muito pouco a explorar.

Daí, o início de testes com outras distribuições, não-Debian, — começando com Fedora, Mageia.

O que o teste não é


Esses testes não têm qualquer utilidade, do ponto de vista de “analisar uma distro”, até porque não tenho a menor competência para isso.

Como leigo, — interessado apenas em dispor de 2 bons sistemas (por garantia), para trabalhar sem percalços, — ao testar o alpha-2 do Lubuntu Xenial (futuro LTS 16.04) mal percebi, por exemplo, qual a novidade em relação aos LTS 14.04 que venho usando há 2 anos (Kubuntu, e agora Mint). Isso está fora da minha capacidade de percepção.

Decidi aproveitar o teste para comparar o Lxde com o KDE, — e no final, foi só isso mesmo que consegui perceber.

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Esta página, — não-datada pelo Blogger, — foi reformulada (e ilustrada) em 4 Abr. 2016, utilizando Kubuntu 16.04 Xenial (beta final, daily build 03-Apr-2016 05:52) em Live USB, com a instalação adicional de Synaptic, fonts-arkpandora, Gimp, Psensor, lm-sensors, hddtemp, fancontrol.

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Testes de trabalho em “Live USB”

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