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quarta-feira, 23 de abril de 2025

Fedora 42 KDE - instalação e configuração

Fedora 42 com algumas configurações “herdadas” do Plasma 5 (de outra distro)

• Eu já tinha o Fedora. — Instalei a versão 31, no início de 2020, e vim atualizando para 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41 — mas esses upgrades nem sempre incorporam certas novidades, que só são vistas em uma instalação nova.

Esta semana, um colega novato em “Linux” instalou o Fedora 42, pediu ajuda em um Fórum, e ao longo da conversa percebi o quanto eu estava alheio às novidades dessa distro. — A revisão do Jesse Smith no Distrowatch atiçou ainda mais a minha curiosidade — e decidi fazer uma instalação nova, para ver como andam as coisas atualmente.

Porém, sem deletar a instalação antiga. O Fedora 41 está configurado do meu jeito, com os aplicativos de que preciso — e pretendo fazer upgrade dentro de 2 ou 3 semanas. — Nenhum motivo para jogar fora.

Optei por fazer a instalação nova em outra partição — afinal, tenho 12 partições para isso, rotuladas de “Linux1” a “Linux12” — e 4 delas estavam vagas. — Escolhi a partição “Linux8”.

Fedora 42 na partição “Linux8” — e o 41 em “Linux4”

A instalação nova ocupou 7,4 GiB em disco — e depois de instalar alguns softwares (total: 2.327 pacotes), chegou a 8,84 GiB — enquanto a instalação de 2020 já ocupa 19,3 GiB (total: 3.081 pacotes).

Reutilizei a partição “Home8” (de uma distro que usava Plasma 5), e o Fedora 42 “herdou” suas configurações — inclusive o applet Quick Launcher (junto ao Menu), que não consigo configurar no Plasma 6. — Até hoje, consegui apenas mantê-lo, nas distros que tinham o Plasma 5 e migraram para o Plasma 6.

Índice

  • Download
  • Hardware
  • Sessão Live
  • Instalação
  • Partições EFI e bootloaders
    • Um bug amplamente benigno
    • Testando os “bootloaders”
  • Configuração
  • Remoção da distro instalada

Download

Verificação da imagem ISO do Fedora 42 KDE pela soma sha256sum

Baixei a imagem Fedora-KDE-Desktop-Live-42-1.1.x86_64.iso (2,6 GiB), datada de 2025-04-09 12:34, além do arquivo de verificação. — Conferi pelo sha256 — e “queimei” no Pendrive pelo comando dd:

$ lsblk
NAME    MAJ:MIN RM   SIZE RO TYPE MOUNTPOINTS
sda       8:0    0 447.1G  0 disk
├─sda1    8:1    0     2G  0 part /boot/efi
.........
sdc       8:32   1   7.5G  0 disk
└─sdc1    8:33   1   7.5G  0 part /run/media/flavio/PENDRIVE2

$ sudo dd bs=4M if=/PATH/Fedora-KDE-Desktop-Live-42-1.1.x86_64.iso of=/dev/sdc conv=fsync oflag=direct status=progress

2839543808 bytes (2.8 GB, 2.6 GiB) copied, 297 s, 9.6 MB/s2844538880 bytes (2.8 GB, 2.6 GiB) copied, 297.61 s, 9.6 MB/s

678+1 records in
678+1 records out
2844538880 bytes (2.8 GB, 2.6 GiB) copied, 297.697 s, 9.6 MB/s

Reiniciei o computador, entrei no UEFI Bios Utility, selecionei boot pelo Pendrive, e apareceu o Grub da ISO. — Carreguei a sessão Live Fedora 42 KDE sem perder tempo verificando (de novo) sua integridade.

Hardware

  MoBo: TUF B360M-PLUS GAMING/BR - ASUSTeK
   CPU: 6 × Intel® Core™ i5-9400 CPU @ 2.90GHz (800 ~ 4100 MHz)
  iGPU: Intel UHD Graphics 630 (Desktop)
   RAM: 15.5 GiB of RAM
   SSD: Kingston   SA400S37480G      480 GB
   SSD: WD         WD Green 2.5      480 GB

Sessão Live

Uso de Memória RAM na sessão Live Fedora 42 KDE

A sessão Live do Fedora 42 KDE começou usando 1,86 ~ 1,88 GiB de Memória RAM (1.909 ~ 1.921 MiB), segundo o top, executado em console virtual (tty4) para não abrir o Konsole (GUI) — pois isso aumentaria o uso de RAM. — Abrir o Plasma System Monitor (GUI) elevou o uso de RAM para 2,0 GiB.

Uso de Memória RAM durante a sessão Live Fedora 42 KDE

Com Dolphin, KWrite, Gwenview, Konsole, System Settings, Welcome Center, Firefox, System Monitor abertos ao mesmo tempo, este último indicou uso de 4,0 a 4,3 GiB de Memória RAM, em diferentes momentos da sessão Live — e depois de abrir também o instalador Anaconda (versão tradicional), o uso de RAM subiu para 5,0 GiB. — Ao fechar o Anaconda, no final, o uso de RAM voltou a 4,3 GiB.

  • Vale lembrar que o Pendrive contém um sistema operacional compactado — e a sessão Live precisa descompactá-lo para a Memória. — Por isso, é normal uma sessão Live usar mais RAM do que o mesmo sistema instalado em disco.

Não percebi qualquer lentidão, em nenhum momento — e não vejo como poderia ocorrer qualquer troca de dados entre RAM e Swap, pois o Fedora Live não montou minha partição Swap — e não utilizou o Swap de 8 GiB que criou em zRAM.

Seção ilegível do Instalador, com tema Dark

Talvez eu tenha cometido algum erro, ao aplicar o tema global Breeze Dark, pois mais tarde me deparei com telas ilegíveis (letras pretas sobre fundo escuro) na seção de particionamento personalizado do instalador. — Reverti para um tema claro, mas só fez efeito depois de fechar o instalador, reabrir, e começar tudo de novo.

Instalação

O instalador do Fedora 42 KDE Live ainda era o Anaconda “tradicional”

A ISO do Fedora 42 KDE Live veio com o instalador Anaconda “tradicional” — ao contrário da ISO “Workstation” (Gnome), que agora vem com um “Anaconda Web UI” — uma nova interface (1, 2, 3).

Menu e seções do instalador Anaconda “tradicional”

O Anaconda “tradicional” segue o modelo “hub and spoke” (concentrador e raios), para acesso a várias seções — Teclado, Data & Hora, Rede & Nome de Host, conta Root, Criação de Usuário, e Destino da Instalação. — Você pode percorrer esses “raios” em qualquer ordem, quantas vezes quiser, mudando e tornando a mudar as configurações em cada uma das seções que irradiam do “centro” — mas só pode prosseguir quando todas as 6 seções estiverem adequadamente configuradas (desaparecem o triângulo e os alertas em vermelho, de todas elas).

  • Percebi poucas diferenças em relação ao que registrei em meados de 2019, ao instalar o Fedora 30 no meu antigo computador (Bios / MBR) — ou em 2020, ao instalar o Fedora 31 no meu PC atual (UEFI / GPT). — Agora, propõe esquema de pontos de montagem BtrFS em vez de LVM (optei por particionamento padrão).

Desta vez, a escolha do layout de Teclado não foi tão óbvia, para mim. — Minha primeira opção mostrou-se totalmente errada, quando fui preencher algum outro campo, e apareceu uma sopa de letrinhas absurdas. — Voltei à seleção do Teclado, e dessa vez tratei de testar (do lado direito da tela), para ter certeza de que escolhi o layout certo.

Mudando do particionamento Automático para o Personalizado

Na seção de particionamento, selecionei meu 2º SSD (WD Green) — que tinha apenas 3 distros instaladas.

Eu sempre opto pelo particionamento “Personalizado” — pois preparo minhas partições com antecedência, e quero apenas escolher quais pretendo usar para /, /home, EFI, Swap.

Troquei BtrFS pelo particionamento padrão (tradicional)

A criação de pontos de montagem do Fedora 42 veio configurada para usar esquema BtrFS — mas já tenho isso no openSUSE (desde 2017, sem qualquer problema) — e prefiro manter todas as outras distros com o esquema padrão de particionamento.

  • Eu uso qualquer distro para olhar ou editar alguma coisa nos arquivos de sistema das outras — o que é mais cômodo do que usar uma sessão Live, para isso — mas é difícil (e perigoso) lidar com a árvore de arquivos do BtrFS “desmontada”.

O instalador “agrupa” as partições que pertencem a alguma distro já instalada. — Notei que detectou o Mageia e o MX Linux (identificado como Debian) — mas não o Void Linux, que também estava neste SSD.

Concluídas as opções do particionamento, um alerta do que será formatado

Após selecionar as partições /, /home e EFI a serem usadas na instalação do Fedora 42, o instalador Anaconda ainda não permitia seguir adiante. — É preciso marcar a partição de sistema "/" para ser formatada, mesmo que já esteja pronta e vazia.

As partições /home e Swap são opcionais — e acabei esquecendo de configurar a partição Swap.

Para /home, selecionei minha partição “Home8”, de uma distro já deletada, que usava Plasma 5. — Optei por não formatar, para reaproveitar as configurações de usuário existentes nela.

Escolhi minha 2ª partição EFI, localizada no 2º SSD

Selecionei minha 2ª partição EFI (sdb16). — Ela tem rótulo (label) “EFI2" — mas isso é irrelevante, e nem aparece. — A depender da ferramenta utilizada, ela pode ser identificada como “WD Green”, ou como “HD(16,GPT,bae...” etc.

  • Cuidado para não formatar a partição EFI, que contém os bootloaders de outras distros instaladas antes. — De qualquer modo, ao tentar prosseguir, o instalador Anaconda “tradicional” ainda mostra um resumo das partições que serão formatadas. — É possível voltar atrás, para corrigir. — O instalador “novo” não dá essa chance. Dizem que é um destruidor instantâneo.

A etapa seguinte, de cópia de arquivos (Pendrive para SSD) e instalação efetiva, se completou em 8 minutos.

Partições EFI e bootloaders

Bootloaders vistos pelo efibootmgr ao terminar a instalação do Fedora 42 KDE

Ao terminar a instalação do Fedora 42 KDE, o comando efibootmgr da sessão Live indicava que o boot tinha sido feito pelo “bootloader” do Pendrive, identificado naquele momento pelo nº hexadecimal 11 — e que, agora, a prioridade de boot era do “bootloader” nº 02 “Fedora”, instalado na 2ª partição EFI — “HD(16,GPT,bae...” etc. (sdb16, ou “WD Green”).

Nenhum sinal do “bootloader” do Fedora 41 — que antes era o nº 02.

Lista (virtual) dos bootloaders, antes e depois de instalar o Fedora 42 KDE

Ao reiniciar o computador (sem o Pendrive) e acessar o UEFI Bios Utility, o firmware já tinha feito nova leitura das partições EFI e apresentou um inventário aumentado de 9 para 10 “bootloaders” — com o Fedora 41 no final (abaixo do Fedora 42) — e os demais deslocado para cima.

Isso não tem nada a ver com a época em que foram criados, nem com a ordem de prioridade de boot. — Esse “inventário” exibido pelo UEFI Bios Utility da minha placa-mãe serve apenas para escolher qualquer “bootloader” e teclar Enter para usá-lo (só por esta vez). — Costuma apresentar no final os que foram “modificados” por último.

Resposta do efibootmgr após reiniciar o computador

Carreguei uma das distros instaladas, tornei a executar o efibootmgr e ele confirmou que o “bootloader” do Fedora 42 passou a ser o nº 02 — enquanto o do Fedora 41 tornou-se o nº 11. — Faltam vários números (03, 05, 07, 08, 0A, 0B, 0E, 0F), de alguns “bootloaders”, obsoletos, que eu tinha eliminado dias antes — e dos “bootloaders” permanentes (DVD, Pendrive, Rede), que não foram listados (não me pergunte porquê).

Esses números hexa não parecem estar “dentro” desses “bootladers”, pois a pasta do Fedora 41 não foi modificada nesse dia (21 Abril 2025). — Imagino que sejam atribuídos pelo firmware, e não sei onde são guardados. Na ROM? PROM? EPROM? EAROM? EEPROM? — Ou é apenas a “lógica” do firmware que atribui sempre os mesmos números, fazendo-os parecer “fixados”?

Localização “física” dos “bootloaders” nas 2 partições EFI; e datas de modificação

Também não têm nada a ver com a ordem em que os “bootloaders” foram modificados — nem com a ordem de localização “física” em disco, que corresponde à sequência original em que instalei as distros, em 2020: — PCLinuxOS, depois openSUSE, Fedora, KDE Neon (removido), Debian, e por fim a criação manual do atual “bootloader” do Arch Linux em 2023 (havia outros, que deletei em várias épocas).

  • Sem o parâmetro “-U”, o comando tree mostraria por ordem alfabética.

Na EFI2, a ordem “física” em disco corresponde à sequência em que gerei manualmente os “bootloaders” do MX Linux, Mageia, Void Linux, há poucos dias — e agora, a instalação nova do Fedora 42.

  • Ignore o bootloader “MX”, que criei só para testar o novo aplicativo UEFI Manager (GUI) do MX Linux. — Não me interessou, e já deletei.

Só houve alterações na partição EFI2

Portanto, as únicas alterações feitas pela instalação do Fedora 42, no dia 21 Abril 2025, ocorreram na partição “EFI2” — criação das pastas “BOOT”, “Fedora”, “System/Library” e arquivo “mach_kernel”. — Nada disso existia antes.

  • Ver “Criando uma 2ª partição EFI”, aqui.

Um bug amplamente benigno

Excesso de “bootloaders” em nova sessão Live — sem efeito real, ao reinicializar

Houve um princípio de alarmismo com um bug em algumas imagens ISO — que andaria gerando um “bootloader” do Fedora 42, mesmo que a distro acabe não sendo instalada — e o alerta de bug parece contribuir, mais para assustar, do que para esclarecer:

«As imagens afetadas adicionarão uma entrada inesperada à lista do gerenciador de inicialização UEFI assim que a mídia for inicializada, mesmo que você não instale o Fedora. A nova entrada é adicionada ao topo da lista (portanto, é a primeira prioridade na inicialização). A entrada é intitulada "Fedora" e tenta inicializar a mídia live do Fedora».

Na verdade, essa “lista do gerenciador de inicialização UEFI” é volátil — reunida num determinado momento (a partir da leitura dos dispositivos detectados), para ser exibida e usada naquele instante — e evapora quando o computador é desligado.

O que permanece são os “bootloaders” gravados em uma ou várias partições EFI — inclusive a do Pendrive (enquanto estiver plugado).

Executei uma nova sessão Live (depois de instalar o Fedora 42), e o efibootmgr apresentou mais 2 “bootloaders” — “Fedora” (nº 3) e “VendorCoProductCode” (nº 13) — além dos “Fedora” que já estavam instalados (nº 2, nº 11).

Mas ao encerrar a nova sessão Live e reiniciar o computador (sem o Pendrive), permaneceram apenas os “bootloaders” correspondentes às duas instalações em disco. — Tudo indica ser este o comportamento amplamente benigno (na maioria dos casos).

O alerta de bug diz que em alguns (poucos) casos, o “bootloader” do Live Pendrive “fica” no computador — mas se o Pendrive não estiver mais plugado, não afetará o sistema. — Não tive essa experiência.

Testando os “bootloaders”

A Swap zRAM se alastrou para minha instalação antiga do Fedora, em dualboot

Minha primeira preocupação, após a instalação nova do Fedora 42 (nas partições Linux8 e EFI2) foi testar o “bootloader” da minha instalação antiga do Fedora 41 (partições Linux4 e EFI).

Reiniciei o PC, escolhi o “bootloader” nº 11 — ele chamou o Grub do Fedora 41 — e carregou o Fedora 41.

A surpresa ficou por conta do Swap, que era de 11 GiB (em sda13) — e agora pulou para 19 GiB — com o acréscimo dos 8 GiB zRAM, configurados pelo instalador do Fedora 42.

Não perdi tempo tentando entender como a instalação nova conseguiu afetar a instalação antiga (em um SSD que não foi modificado). — Removi o pacote zram-generator, conforme sugerido pelo Jesse Smith — e o Fedora 41 voltou a usar só os 11 GiB da partição Swap.

Quanto ao Conky sem gráficos, é um problema que só tenho naquela instalação antiga do Fedora — a única em que uso sessão Wayland (para ver como se comporta). — Fiz recentemente um teste de uso de 7 dias, e nesse período o Conky deixou de exibir os gráficos (e voltou a exibi-los após algumas horas), pelo menos 5 vezes.

Testei mais alguns “bootloaders”, e todos funcionaram como esperado. — As outras distros continuaram montando apenas a Swap de 11 GiB (sda13) — que só vi ser usada 1 vez, em mais de 5 anos.

Atualização do Grub para incluir a instalação nova do Fedora 42

Enfim, atualizei o Grub do openSUSE — meu “Menu de inicialização” — para detectar e incluir a instalação nova do Fedora 42 na partição “Linux8”.

Configuração

Ajustes necessários para reaproveitar configurações “herdadas” na /home

Ao iniciar uma distro recém-instalada — com as configurações de uma partição /home “herdada” de outra distro (sempre com KDE) — aproveito o papel de parede, Painel, widgets, montagem automática de partições etc.

Mas sempre faltam alguns ajustes, a serem feitos com urgência — para poder começar a documentar as demais configurações, o mais cedo possível. — Não vejo muito interesse em detalhá-las:

  • Autorizar a montagem automática de partições “adicionais”, sem exigir senha. — Sem isso, a montagem automática não pode funcionar. — Não é um “bug” do KDE System Settings. É um requisito lógico
  • Corrigir alguns “lançadores rápidos” (Quick Launch) — chamar “systemsettings” em vez de “systemsettings5”, por exemplo
  • Eliminar widgets que só funcionavam no Plasma 5 — Weather, Moon Phase, no meu caso — ou trocá-los por outros, que funcionem no Plasma 6
  • Configurar o KDE Spectacle para pular o diálogo — salvar logo as capturas de tela, com nomes no padrão “<yyyy>-<MM>-<dd>_<HH>-<mm>-<ss>_F42.jpg” (por exemplo) — e trocar sua notificação visual por um aviso sonoro
  • Instalar o Chrome — cujo “lançador rápido” aparecia em branco no Painel
  • Instalar o Conky — que já está no Autostart — e ajustar seus arquivos de configuração
  • etc.

Habilitar repositórios de terceiros, no Welcome Center

Alertado por uma conversa em um fórum, testei o botão “Habilitar repositórios de terceiros”, no Welcome Center — e confirmei que ele habilita um conjunto de repositórios tão arbitrários como os do Google, só para o Chrome; do RPM Fusion, apenas “Nonfree”, só para NVIDIA e Steam; e Copr, especificamente para PyCharm. — Não me interessou esse conjunto, cuja “lógica” me pareceu irracional; e tornei a desabilitá-lo, logo após essa verificação.

Em vez disso, baixei o pacote RPM do Chrome, diretamente do site do Google — instalei pelo comando dnf — e foi automaticamente adicionado () o repositório do Google Chrome:

$  sudo dnf install google-chrome-stable_current_x86_64.rpm

Antes de instalar mais e mais aplicativos, aproveitei para salvar em arquivos TXT a lista dos pacotes instalados até aquele momento — por ordem cronológica (inversa) e por ordem alfabética:

$  rpm -qa --last > rpm-qa-last.txt

$  rpm -qa | sort > rpm-qa-sort.txt

Autorização para montar partições adicionais sem exigir senha

Pelo nano, criei um arquivo de sistema autorizando a montagem de partições adicionais pelo usuário comum (sem exigir senha) — e colei nele este conteúdo:

Create file:

$  sudo nano /etc/polkit-1/rules.d/90-udisks2.rules

Pasted:

// Allow udisks2 to mount devices without authentication
polkit.addRule(function(action, subject) {
if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });

A partir desse momento, basta o usuário clicar no ícone de uma partição extra, no Dolphin, para ela ser montada, sem exigência de privilégios.

Configuração da montagem automática de partições no KDE System Settings

Isso é necessário para que o KDE faça a montagem automática de partições extras no início de cada sessão — utilizando o udisks2.

Eu chamo essas partições de “adicionais”, ou “extras”. — O KDE chama essas partições de “dispositivos removíveis” — porque não fazem parte do sistema, e por isso podem ser desmontados.

# dnf remove korganizer kmail akregator kaddressbook akonadi-server mariadb-common
     Transaction Summary:
      Removing:          79 packages
# dnf4 autoremove
# dnf clean all
     Removed 24 files, 19 directories. 0 errors occurred.
# dnf4 upgrade --refresh
# dnf4 install kate
# dnf4 install conky
# dnf4 install lm_sensors
# sensors-detect
# dnf4 install mc
# dnf4 install plasma-workspace-x11

Removi os principais pacotes do “Personal Information Management” (PIM), removi pacotes órfãos, limpei o cache de pacotes — atualizei o sistema (445 + 14 pacotes) — e instalei alguns pacotes mais urgentes (para mim), como Kate, Conky, lm_sensors, Midnight Commander (mc), Plasma Workspace X11.

Remoção do PIM: Personal Information Management

O PIM é um poderoso conjunto (suite) de ferramentas — especialmente útil em escritórios corporativos — mas não uso, e desde 2016 adotei a prática de removê-lo das distros que o instalam por padrão.

Adicionando fontes a partir de arquivos ttf

Pelo KDE System Settings, adicionei algumas fontes, a partir de arquivos ttf guardados em outra partição.

Configuração do Auto Login do KDE Plasma em sessão X11

Instalado o Conky, um Logout / Login do KDE acionou o Autostart de suas 2 instâncias, “herdado” com a partição /home — e fiz alguns ajustes em seus arquivos de configuração. — O visual não ficou bom, devido a incompatibilidades com o Wayland, ainda não superadas.

Configurei o SDDM para fazer Login Automático em sessão X11 — e ao reiniciar, o Conky finalmente exibiu o aspecto esperado.

  • Por enquanto, eu monitoro o comportamento do Wayland na instalação antiga do Fedora — onde é comum o Conky deixar de exibir os gráficos, e voltar a exibi-los após algumas horas. — Já registrei 5+ ocorrências em apenas 7 dias.

Instalei os repositórios RPM Fusion (Free e Nonfree), em seguida o VLC — e mais alguns pacotes que fui lembrando — inclusive o gnome-screenshot, que ainda não consegui usar com muito sucesso:

dnf4 install gnome-screenshot
dnf install https://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E
dnf install https://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E
dnf4 install vlc
dnf4 install kstars
dnf4 install yt-dlp
dnf4 install krename
dnf4 install fastfetch
dnf4 install inxi
dnf4 install htop
dnf4 install aha
dnf4 install html2text
dnf4 install gimp

Configurando o crontab para executar scripts após cada boot

Configurei o crontab para acionar scripts que registram informações 5 minutos após o início de cada sessão: — Data e hora do boot, uso inicial de Memória RAM, e as versões de vários softwares: — Kernel, init, Plasma, Qt, Frameworks etc.

Instalei Fastfetch, inxi, htop, aha, html2text, utilizados por esses scripts e pelo Conky — reiniciei o computador — e após 5 minutos (idle) da nova sessão, o script registrou uso de cerca de 1.700 MiB de RAM.

Redução gradual do uso de RAM do Fedora 42 KDE

Reiniciei mais 4 vezes o computador, e o uso inicial de Memória RAM foi diminuindo mais um pouco, até cerca de 1.400 MiB.

Desabilitei vários serviços em “Plasma Search” — Activities, Bookmarks, Browser History, Browser Tabs, Dictionary, File Search, Software Centre, Spell Checker. — No Discover, desabilitei Flatpaks e a notificação de atualizações.

Após remover o zram-generator e o PackageKit, o uso inicial de Memória RAM caiu até cerca de 1.300 MiB — nível que vem se mantendo até 5 Maio:

 Boot      Boot + 5min   (2025-04-22)

15:37        1.736 MiB
15:59        1.512 MiB
16:23        1.473 MiB
16:37        1.429 MiB
16:53        1.434 MiB
18:06        ----------- removed zram-generator
18:08        1.413 MiB
20:47        ----------- disabled some Plasma Search services
21:03        ----------- disabled Flatpaks & Discover notifications
21:05        1.400 MiB
21:21        ----------- removed PackageKit
21:25        1.306 MiB

Configuração e atualização do Grub do Fedora 42

O Fedora não atualiza seu Grub, ao instalar nova versão / revisão do Kernel. — No detalhe do alto, à direita, o arquivo grub.cfg ainda exibia a data e hora da instalação no computador. — As alterações só tinham sido feitas na pasta /boot/loader/entries — uma “novidade” do Fedora, que o Grub de outras distros ignora.

Em /etc/default/grub, desabilitei “Boot Loader Specification” (BLS) — e atualizei o arquivo grub.cfg, para que o novo Kernel seja “visto” pelo Grub do openSUSE — o “Menu de inicialização” do meu computador.

  • Também desativo os_prober em (quase) todas as distros, para não perderem tempo detectando as outras. — Basta que o Grub de cada uma gere entradas para seus próprios Kernels — para serem lidas pelo Grub do openSUSE (e pelo do Mageia, que é meu Grub de reserva).

Remoção da distro instalada

Upgrade da “instalação antiga” do Fedora 41 para 42

Ainda no final de Abril, fiz o upgrade da minha “instalação antiga” do Fedora 41 para 42 — mas mantive a “instalação nova” — para o caso de ainda querer verificar mais alguma coisa.

Formatando a partição “Linux8” com a “instalação nova” do Fedora

Por fim, em 1° Junho, deletei a “instalação nova”: — Para isso, formatei a partição “Linux8”, onde ela estava — mas não a partição “Home8”, que poderá ser aproveitada por outra distro, no futuro.

Deletando o “bootloader” na partição EFI2, pelo efibootmgr

Deletei seu “bootloader” na partição EFI2, usando o efibootmgr.

Grub atualizado, para eliminar a distro deletada

Enfim, atualizei o Grub do openSUSE, para retirá-la do Menu de inicialização.

___________________
• Publicado em 23 Abril 2025 e desenvolvido até 4 Junho 2025.

— … ≠ “•” ≠ … —

Fedora

PC desktop UEFI / GPT

Ferramentas &tc.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Multi-boot de 12 distros Linux

Quadro: - Situação das 12 distros instaladas até 11 Junho 2023

• Isto não é uma “comparação técnica” entre distribuições Linux — até porque nenhuma delas é uma “instalação padrão” (out of the box). — Isso é apenas um “quadro da situação” das minhas distros neste momento, às vésperas das novas versões do Mageia e do MX Linux.

Todas instaladas em dualboot (multiboot), por segurança. — Se uma distro quebrar, basta reiniciar, escolher outra, e continuar minhas atividades em 2 minutos; e conserto quando tiver tempo. — (O último desastre fatal foi em 2017, quando eu tinha 4 distros, 2 quebraram, e pude resolver com calma, semanas depois).

Me acostumei a mudar de “distro preferida”, a qualquer momento em que me sinta mais confortável com outra — um “distro-hopping em baixa velocidade”. — Se não consigo dominar uma distro logo no começo, continuo tentando nas horas vagas, durante meses, ou anos.

Tenho escolhido distros que cubram os “ramos” principais da “árvore de distros Linux” — diferentes filosofias, diferentes sistemas init, diferentes modos de instalação, de empacotamento e gerenciamento de pacotes etc. — para não ficar dependente de nenhuma empresa ou comunidade, em caso de falência, compra, venda, incorporação, mudanças drásticas, ou outra inconveniência.

Para lidar com essa “creche”, preciso lembrar as características das várias distros que tenho, anotar o que já consegui em cada uma, e o que ainda falta aprender. — O Quadro (acima) me ajuda a ter uma visão geral.

Os itens avaliados mudam com o tempo. — Hoje, quase não preciso do Wine; o corona-cli já não é necessário; e o speedtest-cli deixou de ser útil; mas ainda registro, até que outras tarefas tomem seus lugares. — Em 2017, minhas preocupações eram bem outras (Fevereiro, Junho).

  • 2024 Agosto (+) - Adicionei algumas observações sobre o que aconteceu desde a publicação original dessas notas — mas sem entrar em detalhes, pois isto exigiria reescrever quase tudo.

2024: eliminei 4 distros, para simplificar minha vida

  • 2024 Dezembro - Eliminei 4 distros, nas quais perdi interesse: — KDE Neon, Slackware, Manjaro e Redcore. — Bastou carregar outra distro, desmontar suas partições-raiz e formatá-las (preservando as partições /home). — Por fim, atualizei o Grub para refletir a nova situação; e editei o arquivo de configuração do Conky. — Estou pensando em experimentar o Artix Linux.

Índice

  • Visão geral
    • Label
    • Partições-raiz
    • Tipo de lançamento
    • Kernel
    • KDE Plasma
    • Software init
    • Servidor gráfico
    • DE Console
    • Sistema de arquivos
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      • Pré-visualização de arquivos no Dolphin
      • Kim4
  • Mudanças nos aplicativos do KDE
  • Atalhos personalizados no Wayland
  • Gerenciadores de pacotes
  • Distros “preferidas”
  • Um passo de cada vez
  • Hardware

Visão geral

Mensagens de erro de Rede na inicialização de várias distros Linux

Label - Tanto as partições-raiz quanto os hostname's são numerados (Linux1 a Linux12), para facilitar minha vida no dia-a-dia. — Recebo mensagens de erro durante o boot de algumas distros, talvez por não aceitarem maiúsculas e números (ou talvez, por conflito entre systemd e /etc/hostname) — mas não há problemas de conexão.

Redistribuição das distros entre 2 SSDs Sata III

Partições-raiz - Em Maio 2023, instalei um segundo SSD Sata III e “movi” para ele metade das distros. — Com isso, deixei de usar HDD (Swap, partições /home, partições de documentos) — o que reduziu bastante o tempo de boot de todas as distros.

Distribuir 12 distros em 2 SSDs era minha intenção desde 2020, por uma questão de segurança — e só adiei devido à pandemia.

Tipo de lançamento - O Slackware permanece um desafio, para mim, e desisti de torná-lo “rolling-release” (current), por enquanto. Limito-me a atualizar um ou outro pacote, quando necessário. — O Redcore sofreu algum desastre, e agora também atualizo só um ou outro pacote; por isso, não classifico mais como “rolling-release”, até consertar. Reinstalar não me ensinaria nada, por isso prefiro continuar tentando. — Ambos funcionam bem, exceto por alguns pacotes que ainda faltam.

Kernel - Uso o Kernel que cada distro “traz naturalmente”, e desde 2007 isto só me incomodou 1 vez: — Instalei o Kernel corrente no Arch, e só quando se desentendeu com o Grub é que instalei o LTS, em Março 2023. — No Manjaro, optei pelo Kernel LTS desde a instalação (mas não é o mesmo Kernel LTS do Arch).

KDE Plasma - Todas as distros estão com o KDE — e procuro configurá-las tão “igual” quanto possível, de modo que mal percebo a diferença, ao passar de uma distro para outra. — No Mageia 8, no Slackware 15 e no MX Linux 21, ainda tenho alguns recursos que desapareceram em versões recentes dos aplicativos KDE. Nada que me incomode muito. (Ver “Mudanças nos Aplicativos do KDE”, adiante).

systemd-analize vs. disponibilidade efetiva do Plasma KDE

Software init - Apenas no Void, precisei lidar com o Runit, pois fiz a instalação básica e depois adicionei o Plasma KDE. Nenhuma dificuldade. Só não encontrei um comando para exibir sua versão. — Eu raramente uso comandos do SystemD — e nas outras distros, ainda não precisei lidar com o SysV nem com o OpenRC.

O único efeito prático, é que não disponho de uma ferramenta unificada (como o systemd-analyze) para medir com precisão o tempo de boot de todas as distros — mas isso talvez seja bom, pois de nada me serve receber números como 15’’, se o Painel do KDE só se torna disponível, de fato, aos 24’’ uptime:

«Note that these measurements simply measure the time passed up to the point where all system services have been spawned, but not necessarily until they fully finished initialization or the disk is idle»

Servidor gráfico - Só no Fedora, mudei do X11 para o Wayland, para ficar de olho no que promete se tornar o próximo padrão. — Por enquanto, precisei apenas substituir o gnome-screenshot pelo KDE Spectacle — ambos com salvamento automático (commandline in background), sem abrir janela de diálogo GUI. (Ver “Atalhos personalizados no Wayland”, adiante).

  • 2026 Abril - O Artix Linux veio com o XLibre — um fork do X11 com perspectivas de correções e atualizações de segurança.

DE Console - Localização do ambiente Plasma KDE nos Consoles tty1, tty7 e até mesmo no tty8. — Informação inútil, já que é muito mais rápido tentar logo as 3 alternativas do que procurar “onde foi que anotei” — ao voltar do tty2, que é onde costumo executar comandos fora do ambiente gráfico do KDE.

  • 2024 - Em várias distros, agora o KDE usa o tty2

Partição BtrFS quase “vazia”, vista a partir de outras distros

Sistema de arquivos - Somente no openSUSE, optei por partição-raiz em BtrFS (com snapshots). Nenhum problema com BtrFS, desde 2017 — mas isso dificulta localizar seus arquivos do sistema, a partir de uma sessão Live USB (ou a partir das outras distros). Para limitar essa dificuldade, mantive as outras distros em partições ext4. — Nenhum problema com a partição /home do openSUSE em XFS, desde 2017.

  • 2025 - Adotei XFS também nas partições Home2 e Home5.

Empacotamento e gerenciadores de pacotes - O Arch, o Slackware e o Redcore têm modos próprios de empacotamento, que assinalei com asteriscos (*), na falta de outras siglas tão conhecidas quanto “deb” e “rpm” (aceito sugestões). — No openSUSE uso o zypper; no Fedora uso o dnf; no Mageia uso urpmi / urpme etc.; no Void uso xbps; no Redcore procuro usar o sysiphus (embora às vezes tenha de usar o emerge, para algumas tarefas). — No Debian, no KDE Neon e no MX Linux, uso o apt para verificar as atualizações; e o Synaptic para aplicá-las, ou para pesquisar e instalar novos pacotes. — No PCLinuxOS, uso só o Synaptic, para não me confundir com seu apt (apt-rpm). — No Arch, uso o pacman para atualizar o sistema; e só depois uso o yay para atualizar os poucos pacotes do AUR que utilizo. — No Manjaro, uso o pacman e, em seguida, o pamac-cli.

    • 2025 - O PCLinuxOS adotou o dnf. — 2026 - O PCLinuxOS encerrou o Synaptic.

Minha primeira providência, ao instalar uma distro, é remover o PackageKit, responsável pela verificação automática de atualizações. — Deixei apenas no Mageia, que me ofereceu um modo rápido de “nunca verificar”; e no KDE Neon (também desativado), porque os desenvolvedores insistem que devemos usar o comando pkcon (uso pkcon nos upgrades de versão; e às vezes para verificar se o apt / Synaptic está fazendo tudo certo). — Ao remover o PackageKit, a “lojinha” Plasma-Discover também é removida, assim como o Apper do Debian.

Nas distros “deb”, também removo unattended-upgrades, que faz atualizações “de segurança” sem perguntar nem avisar — além de aumentar a fragmentação dos registros (log separado). — Prefiro fazer tudo pelo Synaptic, de modo a ter um Histórico centralizado (e fácil de pesquisar).

Portanto, nada se instala nem se atualiza, exceto quando eu comando manualmente, em geral aos Domingos — e não fico recebendo avisos impertinentes a toda hora.

Ainda não utilizo Flatpaks, Snaps, AppImages. — Utilizo o mínimo de repositórios não-oficiais de cada distro (Packman-Essentials no openSUSE, AUR no Arch, RPM Fusion no Fedora). — Em geral, habilito os repositórios do Google para o Chrome e o GoogleEarth, a serem usados pelo apt / Synaptic / dnf / urpmi / sysiphus etc., mas no Void e no Slackware a atualização precisa ser feita na unha. — No PCLinuxOS, o LibreOffice vem direto da fonte, por um aplicativo específico (não pelo Synaptic). — No KDE Neon, recorri apenas ao PPA do Foliate; mas um dos upgrades instalou automaticamente o PPA do Mozilla Firefox (que nem uso).

    • 2026 - Passei a usar alguns pacotes Flatpak no PCLinuxOS: — Foliate, Google Earth.

Enfim, em todas as distros, instalei o corona-cli pelo comando npm — vem do github, se não me engano.

User ID - Na minha primeira instalação do PCLinuxOS, o UID padrão era 500, e isso bloqueou o uso mútuo de arquivos com as demais distros, cujos usuários têm UID=1000. — Por isso, agora especifico UID=1000 ao reinstalar o PCLinuxOS. — Nunca tive problemas com GID=100, ou 1001, 1002 etc.

Data da instalação - No meu antigo PC, várias dessas distros foram instaladas a partir de Outubro 2016 (Debian testing) e de 2017 em diante, e continuaram funcionando sem grandes problemas até Janeiro 2020 — quando montei meu PC atual e optei por nova instalação das distros (agora, em UEFI-GPT). — As datas do PCLinuxOS e do MX Linux estão erradas, pois foram reinstalados em Agosto e Outubro 2021, respectivamente.

Em breve, será hora de decidir se vou reinstalar ou apenas fazer upgrade do Mageia e do MX Linux. — Nenhum problema com sucessivos upgrades do KDE Neon e do Fedora (ou do Leap, no antigo PC).

  • 2026 Maio - Data de instalação das distros que mantenho neste momento:
01   openSUSE          2020-01-11 16:55
02   Arch              2020-04-15 11:56
03   Debian Testing    2020-03-24 10:51
04   Fedora            2020-01-12 17:40
06   PCLinuxOS         2021-08-09 19:37
07   Mageia Cauldron   2020-07-02 19:49
09   Void              2020-07-13 10:45
11   Artix             2026-04-07 14:22
12   MX Linux          2026-01-18 17:36

Espaço liberado após limpar o cache de pacotes baixados

Espaço ocupado na partição-raiz - Para o openSUSE Tumbleweed, destinei uma partição de 50 GiB, pois os “instantâneos” (snapshots) acumulam-se muito rápido. Também limitei bastante o número de snapshots a serem mantidos (e mesmo assim, enche muito rápido). — Para as outras distros, destinei partições de 30 GiB — mas no caso do Redcore tive de ampliar a partição Linux11 para 60 GiB, devido ao espaço exigido durante as compilações.

  • 2025 Outubro - Reduzi a partição Linux11, de 60 para 30 GiB.

Nas distros em que uso o apt / Synaptic, configurei para sempre esvaziar o cache de pacotes baixados, após completar sua instalação. — No Arch, no Void e no Manjaro, faço uma limpeza do cache de pacotes baixados quando o espaço ocupado começa a aumentar muito. (Não costumo fazer downgrade de pacotes). — Enfim, o espaço ocupado também depende do número de pacotes instalados, quando a distro já vem com muita coisa, ou quando já adicionei muitos pacotes.

Average Boot Time (sec)

             Oct 2021   Jun 2023    Diff   Delta      Jan 2020

openSUSE         42’’       33’’     - 9    -22%          15’’
Arch             32’’       19’’     -13    -41%
Debian           23’’       17’’     - 6    -27%
Fedora           40’’       36’’     - 4    -10%          15’’
Neon             27’’       23’’     - 4    -15%          10’’
PCLinuxOS        25’’       18’’     - 7    -27%          16’’
Mageia           37’’       18’’     -19    -51%
Slackware        31’’       15’’     -16    -52%
Void             34’’       19’’     -15    -43%
Manjaro          31’’       19’’     -12    -40%
Redcore                     14’’
MX Linux         35’’       22’’     -13    -38%

Tempo de boot - Passo até 1 semana sem reiniciar o computador, por isso, ganhar alguns segundos no boot não é relevante — mas noto que o openSUSE (BtrFS + Snapshots) e o Fedora costumam demorar mais — enquanto o Debian testing e o KDE Neon demoram menos, por exemplo.

Após mover a partição Swap, as partições /home e as partições de documentos do HDD para SSDs Sata III, em Maio 2023, o tempo de boot diminuiu drasticamente (não tenho plano de investir em NMVe, no momento).

Os tempos acima são a média de várias observações (Conky), no momento em que finalmente é exibido o Painel do KDE Plasma. — Apenas no Debian, a montagem automática de 25 partições extras é feita pelo /etc/fstab — enquanto nas outras é feita pelo UDisks2, via KDE System Settings >> Removable devices.

Esses tempos eram ainda menores em Janeiro 2020, quando eu ainda não usava partições Swap e /home; e a montagem automática envolvia apenas 3 ou 5 partições extras (todas em SSD Sata III).

RAM usage 10 min uptime (iddle) - just 1 sample

Void             878 MiB
PCLinuxOS        921 MiB
Slackware        940 MiB
MX Linux         940 MiB    --- average 967 MiB, for previous 6 samples
Redcore        1,001 MiB
Manjaro        1,031 MiB
Neon           1,049 MiB
Arch           1,059 MiB
Mageia         1,068 MiB
Fedora         1,139 MiB
openSUSE       1,210 MiB
Debian         1,211 MiB

Uso de Memória RAM - Com 16 GB de Memória RAM, não faz diferença se uma distro Linux usa 900 MiB ou 1.200 MiB ao terminar o boot e carregar a sessão Plasma KDE — mas talvez essas anotações possam ser úteis para quem tem um PC mais antigo / mais fraco:

  • Os números acima são de 1 única observação — exatamente aos 10 minutos uptime (iddle) — e vale lembrar que oscilam a cada segundo (e de um boot para outro)
  • Nenhuma dessas distros é uma “instalação padrão” (out of the box)
  • Todas, sem o KDE-PIM — KMail, KAddressBook, KOrganizer etc. — e portanto, sem 17+ processos do Akonadi em execução
  • Todas, sem File Search (indexação pelo baloo_file) — que nunca me fez falta para buscas simples no Dolphin (CTRL+F), ou avançadas (KFind). — Não uso Tags, Rating, Comment, Today, Yesterday etc. no Dolphin; e desativo os serviços correspondentes
  • Vários outros serviços de busca do KDE desabilitados: — Activities, Bookmarks, Browser History, Browser Tabs, Desktop Search, Dictionary, Locations, Places, Software Centre, Spell Checker, Web Search Keyords, por exemplo
  • Vários Background Services desabilitados em “Startup and Shutdown” — Bluetooth, KSysguard, Plasma Vault module, Remote URL Change Notifier, Search Folder Updater, SMB Watcher (em várias distros, também removi o Samba, pois não tenho rede local).
  • Vários Desktop Effects desabilitados em Workspace Behavior
  • Todas as distros, sem verificação automática de atualizações e sem unattended-upgrades (atualizações silenciosas de segurança) — coisas que também aumentariam o uso inicial de RAM em várias distros
    • Apenas no openSUSE, serviços de manutenção BtrFS + Snapper
    • Apenas no Mageia, serviço MSEC (segurança) — mas sem verificação periódica de zilhões de arquivos em todas as partições
    • Apenas no Fedora, SELinux ativado. — Também veio no openSUSE, mas desabilitado
  • Afora os processos normais de cada distro, estão em execução apenas 2 instâncias do Conky — a segunda, executando comandos free, top, neoFetch, htop, inxi, Screenfetch, aha, html2text (em background) a cada 10 segundos — e os widgets Weather e Moon Phase, que aumentam em cerca de 45 MiB o uso de RAM
    • 2026 - No Plasma 6, tive de trocar o Moon Phase (by Gealach) pelo Luna3; e o Weather2 pelo Weather Widget Plus
  • Nenhum emulador de Terminal aberto — pois Konsole, XTerm, Xfce-Terminal etc. aumentam o uso de Memória, em quantidades diferentes, o que invalidaria a comparação entre distros com diferentes emuladores
  • A única ação executada durante os primeiros 10 minutos uptime é a captura de tela ao exibir o Painel do KDE — pelo Spectacle (no Fedora e no Slackware); ou pelo gnome-screenshot, — ambos por comandos (background: command), sem abrir diálogo em GUI
  • Aos 10 minutos uptime, um script agendado pelo crontab lê os dados em /proc/meminfo e registra o uso de Memória RAM em um arquivo TXT — usando um cálculo absolutamente igual, em todas as distros — ao contrário de ferramentas como free / top, htop, Neofetch, Screenfetch etc., que podem ter versões diferentes, com cálculos diferentes, de uma distro para outra.
    • 2026 - Atualmente, agendado para 5 minutos uptime.

MEM_TOTAL=$(awk '/MemTotal/ { printf $2 }' /proc/meminfo); \
MEM_AVAIL=$(awk '/MemAvailable/ { printf $2 }' /proc/meminfo); \
MEM_USED_KILO="$(($MEM_TOTAL-$MEM_AVAIL))"; \
echo "$(($MEM_USED_KILO/1024))" MiB > MemInfo.txt

O cálculo executado por esse script (acima) é o que foi proposto por Linus Torvalds desde 2014: — Mem_Used = [Mem_Total - Mem_Available] — e que ainda não foi adotado por todas as ferramentas mais comuns.

  • Naturalmente, com Xfce, LXQt, Lumina, ou um simples gerenciador de janelas — em vez do Plasma KDE — todas essas distros usariam muito menos Memória RAM

GoogleEarth - Não é fornecido diretamente por nenhuma dessas distros — mas pode ser instalado e atualizado pelos gerenciadores de pacotes de várias delas, a partir do repositório do Google (ou do AUR, no Arch). — No Mageia, abre e navega normalmente, mas a Busca (cidades, ruas) não está funcionando. — No PCLinuxOS, vários usuários conseguem instalar, mas nenhuma dessas dicas resolveu para mim. — No Slackware, no Void e no Redcore, o caminho é um pouco mais complicado, e ainda não consegui, ou ainda não tentei.

Sincronização do Google - Desde quando o Google bloqueou a sincronização do Chromium (exceto no Debian), optei pelo Chrome, instalado e atualizado do mesmo modo que o GoogleEarth — porém, no Slackware, no Void e no Redcore é mais trabalhoso — e basta não estar 100% atualizado, para não sincronizar.

Foliate - Virei fã do ePub — e como não faz sentido salvar duplicatas de tudo em PDF, me tornei dependente do Foliate, rapidamente adotado pela maioria das distros. — Só no PCLinuxOS e no Slackware, ainda não instalei.

corona-cli - Instalei pelo comando npm — mas já faz algum tempo que não uso, e fui parando de atualizar (ele notifica novas versões, mas só quando é executado). — Ainda não instalei no Slackware e no Redcore.

yt-dlp - É o sucessor do Youtube-DL, que ficou abandonado. — Fundamental para baixar vídeos, também, do Twitter, do Facebook e outros mil lugares. — É um problema no KDE Neon, cuja base Buntu-LTS fica estagnada (e eu não uso PPA, Flatpak, Snapd etc.).

speedtest-cli - Já foi uma ferramenta fantástica... até a Ookla lançar seu próprio aplicativo — e impor limitações crescentes. — Os resultados deixaram de ser confiáveis (o que me obriga a usar o site da Ookla).

Wine - Já faz alguns anos que converti a maior parte dos meus DOCs dos anos 1990, usando velhas macros que criei no MS Word — e a maior parte dos Views DXF do AutoCAD, usando o CorelDraw. — Desde o início dos anos 2000, não criei para mim nenhuma nova “dependência” desses velhos softwares, e nas distros mais recentes nem cheguei a instalar o Wine. — Pelo que verifiquei esta semana, alguma coisa daquilo tudo ainda funciona no KDE Neon e no Fedora; ao passo que no openSUSE sumiu do Menu e talvez eu precise configurar de novo.

Outros itens

Entradas para Arch e Manjaro no Grub do openSUSE e do Mageia

Retirei do “Quadro” alguns itens que perderam importância — ou com os quais posso lidar sem necessidade de um lembrete permanente:

Grub - O Arch e o Manjaro exigem parâmetros, que só o Grub do openSUSE é capaz de detectar e incorporar, por padrão. — Para usar meu “Grub de reserva” (do Mageia), preciso fazer uma correção manual — caso a caso, conforme os Kernels do Arch e do Manjaro:

Find:           initrd /boot/intel-ucode.img
Replace with /  initrd /boot/intel-ucode.img /boot/initramfs-linux.img
    (or)     |  initrd /boot/intel-ucode.img /boot/initramfs-linux-lts.img
    (or)     \  initrd /boot/intel-ucode.img /boot/initramfs-5.10-x86_64.img

(Se eu remover o Manjaro e 1 dos 2 Kernels do Arch, bastaria uma busca-e-troca global automática no /boot/grub2/grub.cfg do Mageia — coisa que o editor do meu Midnight-Commander (mcedit) no Mageia já está treinado para fazer).

Por outro lado, o Grub do Mageia é o único capaz de detectar e carregar o openSUSE — instalado em partição BtrFS e sem /boot em partição separada. — Por isso, é o meu “Grub de reserva”.

Nas outras 10 distros, desabilito os-prober, para que o Grub deles não perca tempo detectando outras distros. — Basta que cada um detecte e gere entradas para sua própria distro — para serem lidas e incorporadas pelo Grub do openSUSE.

(Quanto mais distros os-prober tiver de verificar, maior a demora nas atualizações de algumas distros, ao instalarem novas versões / revisões de Kernel, pois executam os-prober 2 ou 3 vezes — em especial, quando também se remove a versão mais antiga).

Por isso, faço as atualizações em ordem inversa, do último (Linux12) para o primeiro (Linux1) — para que o Grub do openSUSE detecte e incorpore as atualizações de Kernel das outras 11 distros. — Considere isso um “algoritmo” a ser seguido, ao fazer dualboot / multiboot de distros Linux.

Enfim, no Fedora precisei desativar o Boot Loader Specification (BootLoaderSpec ou BLS), que impede a geração de “entradas” no seu próprio Grub, substituídas por “entradas” em /boot/loader/entries (que o Grub de outras distros não entende). — Por isso, o dnf não atualiza o Grub do Fedora, ao instalar e remover Kernels, e preciso atualizá-lo manualmente — caso contrário, o Grub do openSUSE (ou do Mageia) não verá novas “entradas” do Fedora para atualizar.

Montagem de partições extras pelo uDisks2, via KDE System Settings

uDisks2 - Apenas no Debian (Linux3), ainda uso o arquivo /etc/fstab para montagem automática das partições “extras” — ou seja, as que não são da própria distro, tais como “Warehouse”, “Sites”, “Works” e as partições das outras distros:

LABEL=Warehouse  /media/Warehouse   ext4        defaults,user    0   2
LABEL=Sites      /media/Sites       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Works      /media/Works       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux1     /media/Linux1      btrfs       defaults,user    0   0
LABEL=Linux2     /media/Linux2      ext4        defaults,user    0   0
# LABEL=Linux3     /media/Linux3      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux4     /media/Linux4      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux5     /media/Linux5      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux6     /media/Linux6      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux7     /media/Linux7      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux8     /media/Linux8      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux9     /media/Linux9      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux10    /media/Linux10     ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux11    /media/Linux11     ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux12    /media/Linux12     ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home1      /media/Home1       xfs         defaults,user    0   0
LABEL=Home2      /media/Home2       ext4        defaults,user    0   0
# LABEL=Home3      /media/Home3       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home4      /media/Home4       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home5      /media/Home5       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home6      /media/Home6       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home7      /media/Home7       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home8      /media/Home8       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home9      /media/Home9       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home10     /media/Home10      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home11     /media/Home11      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home12     /media/Home12      ext4        defaults,user    0   0

Nas demais distros, uso o uDisks2 (via KDE System Settings); mas ainda enfrento falhas renitentes no Void e no Redcore, depois de reorganizar os discos (por exemplo, agora que “movi” partições dos HDDs para o novo SSD). — Isso exige montar manualmente (pelo Dolphin) as partições que faltam; e marcá-las outra vez para montagem automática.

Weather2 (widget), após o KDE 5.26

Weather - Uso esse widget desde 2016 (inicialmente, no KDE Neon), mas com a chegada do KDE 5.26, no último trimestre de 2022, começou a ficar truncado — exceto no MX Linux, Mageia e Slackware (ainda com KDE mais antigo). — A solução foi desinstalar o Weather (sem manutenção há 6 anos) e instalar o Weather2 (já na versão 2.33, de Outubro 2022).

Weather3 no Mageia Cauldron

  • 2025 Março - Ainda não foi portado para o Plasma 6, no KDE Store — porém, no Mageia Cauldron, apareceu um Weather3 — já instalado, porque em 2020 eu tinha instalado um pacote “plasma-applet-weather-widget”. (Também tinha instalado esse pacote no Fedora, mas não foi atualizado para “Weather3”, até agora). — Investiguei, e encontrei no AUR um pacote “plasma6-applets-weather-widget-3-git”. — Não encontrei equivalente nas outras distros.

Dados Exif das fotos no Mageia Cauldron

Exif - No Redcore, ainda não consegui que o Dolphin mostre os dados Exif das fotos no Painel Informações (F11), do lado direito — embora o Gwenview tenha essa capacidade (ao custo de vários cliques).

Exibição de vídeos no Painel Informações (F11) do Dolphin

Pré-visualizações no Dolphin - De um modo geral, consegui (há alguns anos) que o Dolphin mostre pré-visualizações de arquivos de imagem, de vídeo, GIFs animados, TXT, ODT, ODS, PDF, ePub, Mobi, SVG, KML KMZ, XCF, e às vezes até DOC, DOCX, CBR (com direito a assistir os vídeos no Painel) — mas sempre há exceções de alguns tipos de arquivos, em alguma distro. — Não vale a pena registrar em detalhes, até porque isso varia ao longo do tempo.

Menu de contexto do Kim4 para o Dolphin, no MX Linux

Kim4 - Era um ótimo “menu de contexto”, desde os tempos do KDE4, para os recursos do ImageMagick no Dolphin — e ainda se encontra no AUR do Arch; e até recentemente, no repositório do MX Linux 21; enquanto o PCLinuxOS oferece um “Kim5”. — Isso deixou de ser relevante, desde que existem vários widgets com a mesma função, que podem ser baixados a partir das configurações do Dolphin.

  • 2024 Dezembro - Isto se tornou um problema no Plasma 6, que ainda não resolvi.

Mudanças nos aplicativos do KDE

Antigos atalhos F10 e F11 no Kate / KWrite

Em algum momento, Kate / KWrite perderam as antigas teclas de atalho F10, para alternar “Dynamic Word Wrap” (on / off); e F11 para “Show Line Numbers” (on / off). — O F10 pode ser restabelecido manualmente, mas F11 agora conflita com o atalho global para “Full Screen”, e preferi não mexer nisso. — A solução foi tornar padrão “Show Line Numbers” (on) nas configurações, tanto do Kate quanto do KWrite, separadamente.

(No Dolphin, F11 ainda alterna on / off o “Painel Informações”, à direita).

O Gwenview agora “não pára“ no final de uma pasta. Avança... para o começo. Se eu optar por ser avisado, preciso de pelo menos 2 cliques para voltar. — Se eu ampliar e renomear (F2) um arquivo de imagem, não volta mais ao tamanho normal (Fit); e não atualiza o nome na barra de título da janela (o que impossibilita arrastar e soltar para upload). — Para atualizar o nome e voltar ao tamanho normal (Fit), torno a usar F2 + Esc em sequência.

Essas mudanças me incomodaram, porque uso esses recursos o tempo todo, tentando não perder tempo. — Para amenizar, alterei minha personalização do Gwenview (Barra de Ferramentas). — Ainda tenho os antigos comportamentos no Slackware 15, no Mageia 8 e no MX Linux 21, mas isso está perto de acabar.

Ok, há muitos anos a evolução permanente do Plasma KDE costuma aprontar incômodos como esses (e até piores) — mas no final das contas, vale a pena, diante do acréscimo de ótimas funcionalidades. — Lembro que muitos recursos foram perdidos na passagem do KDE4 para o KDE5, e depois voltaram aos poucos.

Lidar com essas perdas faz parte da minha opção inicial pelo KDE Neon, com Plasma sempre novo; e mais tarde, por distros rolling-release — ao invés de ficar 2 anos num Kubuntu LTS estagnado, e depois receber uma cambulhada de novidades — o que anula a “produtividade”, até que eu me acostume outra vez.

O Fedora KDE Wayland alterou várias coisas. — Agora, renomear um arquivo no Gwenview (F2) abre uma sub-janela no alto, à esquerda, em vez da janelinha centralizada de todas as outras distros com a mesma versão de KWin ou dos Aplicativos KDE em sessão X11.

  • Em suma, o Wayland eliminou a configuração autônoma da sub-janela pelo KWin.

Atalhos personalizados no Wayland

Criação de atalhos personalizados para o gnome-screenshot em Plasma X11

Há muitos anos, adotei o gnome-screenshot em “modo automático” (sem perguntas) para capturar telas ou janelas e salvar automaticamente em arquivos JPG com um padrão de nome “data + hora + sufixo da distro”:

PrtScn ----- Capture and save full screen
gnome-screenshot -p -f /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

Shift+PrtScn ----- Capture and save full screen after 7 seconds
gnome-screenshot -p -d 7 -f /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

CTRL+Shift+PrtScn ----- Capture and save active window
gnome-screenshot -w -p -f /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

CTRL+PrtScn ----- Capture and save active window after 7 seconds
gnome-screenshot -w -p -d 7 -f /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

Criação de atalhos personalizados para o KDE Spectacle em Plasma X11

Apenas no Slackware, eu ainda usava o KDE Spectacle, enquanto não encontro o gnome-screenshot para instalar — mas o diálogo GUI é muito incômodo, para fazer várias capturas com retardo. — Isso foi resolvido graças à dica de um colega sobre os comandos CLI, em Maio 2022:

PrtScn ----- Capture and save full screen
spectacle -p -b -o /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

Shift+PrtScn ----- Capture and save full screen after 7 seconds
spectacle -p -d 7000 -b -o /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

CTRL+Shift+PrtScn ----- Capture and save active window
spectacle -p -a -e -b -o /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

CTRL+PrtScn ----- Capture and save active window after 7 seconds
spectacle -p -d 7000 -a -e -b -o /PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Xxx.jpg

Teste do KDE Spectacle por comandos no Fedora

A discussão, naquele momento, era devido ao gnome-screenshot não funcionar em sessão Plasma Wayland — e minha primeira providência foi adotar o KDE Spectacle para poder testar o Wayland no Fedora, de modo permanente.

Logo em seguida, o KDE System Settings eliminou a seção “Atalhos Personalizados”.

  • 2024 - Isto ficou ainda mais complicado, quando chegou o Plasma 6 — mas surgiu (ou demorei a descobrir?) outro caminho para criar Atalhos Personalizados, no KDE System Settings. — Ao longo do 1º semestre de 2024, também houve pelo menos 2 mudanças nos códigos do KDE Spectacle para salvar os arquivos das capturas em formato “YYYY-MM-DD_HH-mm-SS”, e quando falha o código antigo, não recebo aviso. Apenas não salva; ou salva com nome errado, e portanto fora da sequência cronológica esperada.

Gerenciadores de pacotes

Downloads do pacman em ordem decrescente de tamanho dos pacotes

Usar vários gerenciadores de pacotes, lado a lado, todas as semanas, é uma das alegrias dessa vida — e não me canso de acompanhar os indicadores de velocidade de download, atividade de CPU, Disk I/O etc., pelo Conky.

O pacman é, sem dúvida, o mais interessante — por baixar os pacotes em ordem decrescente de tamanho, o que ajuda a manter uma velocidade ótima, já que cada requisição implica no início de uma nova remessa. — Para coroar, indica a velocidade de download de cada pacote; e a média do conjunto, no final.

O dnf, que uso só no Fedora, também tem o ótimo hábito de apresentar esses números (embora em MB, não em MiB) — mas a ordem dos pacotes é outra, o que implica em oscilações bruscas de velocidade. — E uma vez que se disponha de boa conexão, já não faz sentido o tempo gasto para calcular o “delta RPM” de cada pacote e do total de “economia de banda”.

  • 2024 Outubro - O dnf abandonou essa perda de tempo com “delta RPM” . — Com o Fedora 41, o dnf5 introduziu mais algumas melhorias — mas quem preferir, ainda pode comandar “dnf4”.

Graças a essas estatísticas do pacman e do dnf, é fácil comparar a demora relativa dos downloads do zypper — sempre nos mesmos dias, com o mesmo hardware, e a mesma conexão.

A velocidade de download do zypper sempre foi apenas uma fração do que minha conexão permitia — quando eu tinha 10 “megas”, depois 200 “megas”, e agora 480 “megas”. — Contratar uma conexão mais rápida melhora, mas sempre obtenho só uma fração do obtido em outras distros, nos mesmos dias e horários.

Tanto no openSUSE quanto no Fedora, aceitei a configuração-padrão, que redireciona para espelhos mais “próximos” ou mais velozes (sem que eu saiba quais são) — mas no openSUSE o resultado é sempre muito menor. — Para comparar, no Arch eu uso um espelho fixo, ótimo no eixo Paraná-Brasília:

           openSUSE     Arch            Fedora

 4 Jun     6,6 MiB/s    33.7 MiB/s      22   MB/s
28 May     6.8 MiB/s    33,7 MiB/s      23   MB/s
21 May    10.3 MiB/s                    26   MB/s
 7 May   ~ 5   MiB/s                    19   MB/s

After "download.max_concurrent_connections = 10" in /etc/zypp/zypp.conf

18 Jun     3,3 MiB/s    29.1 MiB/s      18   MB/s
25 Jun     7.1 MiB/s    30.6 MiB/s      14   MB/s

O zypper também é menos cômodo para copiar e manter um registro em arquivo TXT (legível a partir de outras distros) — e o mesmo posso dizer do urpmi (no Mageia) e do xbps (no Void). — O urpmi não indica velocidades de download; e as velocidades que o xbps indica não conferem com o mostrado pelo “downspeed” do Conky.

Tamanho pré-definido do nala oculta listas mais extensas

Nas distros .deb, uso o apt apenas para “ver” se todos os repositórios respondem bem — e quantos (e quais) pacotes serão atualizados. — Experimentei o nala, mas o tamanho pré-definido de seu quadro restringe a visualização de listas mais extensas (talvez possa alterar isso, mas não descobri como). — Isso é chato, no caso do Debian testing, por exemplo, que chega a consultar mais de 100 arquivos nos repositórios, para definir quantas centenas de pacotes precisa baixar.

Resumo dos pacotes e total do download, no Synaptic

Após verificar, pelo apt, se todos os repositórios respondem, abro o Synaptic, clico em “Mark all upgrades” — e invisto um tempo a examinar as seções “Auto-removable”, “Local or obsolete”, “Residual config”, “Missing Recommended packages” etc. — Quando há nova versão ou revisão de Kernel, aproveito para procurar e marcar o mais antigo para remoção completa. — Ao clicar em “Apply”, registro o resumo dos pacotes a serem atualizados, instalados, e o tamanho do download.

Como não indica a velocidade de download, preciso medir a duração pelas capturas de tela do Conky + KRuler (1 pixel = 1 segundo) — e faço a conta. — Mas isso é trabalhoso, por isso, em geral, limito as comparações ao Pacman e ao dnf.

Pesquisa por “packagekit” no Histórico do Synaptic

O Synaptic é uma ferramenta excepcional, com todas as funções oferecidas pelo apt (e mais nada) para examinar a consistência do sistema, os pacotes de cada repositório, e assim por diante. — Nunca encontrei nada tão completo, nem no YaST2 (openSUSE), nem no Mageia, ou em qualquer outra distro. — O histórico do Synaptic permite localizar todas as atualizações, instalações, remoções de qualquer pacote (e alguma dependência que ficou).

Synaptic do PCLinuxOS, que usa o apt-rpm

No PCLinuxOS, não uso seus comandos apt (apt-rpm), para não me confundir com pequenas diferenças em relação ao apt das distros de base Debian — e seu Synaptic também apresenta algumas diferenças: — Se fizer 2 “Reloads” seguidos, esvazia-se a seção “New in repository”, o que é chato.

Distros “preferidas”

Já faz mais de 1 ano que uso o Arch Linux quase o tempo todo — embora eu tenha todos os recursos de que preciso, também, no openSUSE, no Debian, no Manjaro e no MX Linux. — Então, por que uso quase que só o Arch, em 99% do tempo, a semana inteira?

Talvez seja a distro que menos me dá trabalho — quase nenhum problema, nos últimos 6 anos — mas não tenho estatísticas objetivas.

Dizer que “fica fora do meu caminho”, talvez seja pouco. É muito mais do que apenas isso! — “Não tem sabor, não tem cheiro, não tem cor”, talvez seja a melhor definição. — A distro ideal é aquela que eu “não percebo qual estou usando”.

O Arch é uma das mais “enxutas”, por eu mesmo ter “construído” passo-a-passo: Só tem o que eu quis instalar. — Isso o torna “mais ágil”? Talvez seja apenas outra impressão subjetiva. Sem dúvida, a ausência de pacotes inúteis ajuda a atualizar mais rápido, mas o empacotamento, o pacman, o espelho (no Brasil) e a boa conexão até minha cidade também ajudam muito.

Tudo isso também vale para o Manjaro, exceto que nele tenho 1.429 pacotes instalados, mesmo sem Wine e outras coisas (contra 1.126 no Arch, com Wine + outras coisas), por ser uma instalação padronizada, não-pessoal; mas a diferença mal se percebe, no dia-a-dia. Apenas, o Manjaro não me atrai. — Instalei para testar e aprender mais algumas coisas (antes de aplicá-las no Arch); e mantive como uma “reserva de segurança”. Só que não sinto medo de perder o Arch, e eu não hesitaria em remover o Manjaro, se eu quisesse experimentar mais alguma distro.

Arch                             Manjaro

# pacman -Q --foreign            $ pamac list -m
google-chrome 114.0.5735.90-2    gnome-icon-theme          3.12.0-7          AUR  10.3 MB
google-earth-pro 7.3.6.9345-1    gnome-icon-theme-symbolic 3.12.0-6          AUR  2.0 MB
kim4 0.9.8-2                     google-chrome             114.0.5735.133-1  AUR  321.6 MB
pcurses 5-5                      google-earth-pro          7.3.6.9345-1      AUR  256.0 MB
ps_mem 3.14-2                    manjaro-documentation-en  20181009-1             10.0 MB
yay-git 12.0.5.r9.g1335e9b-1     manjaro-firmware          20160419-1             2.6 MB
                                 pcurses                   5-5               AUR  617.3 kB
                                 systemd-fsck-silent       239-1                  34.8 kB
                                 (+ kim4)                                    AUR

Acima: - Além dos pacotes oficiais, tenho apenas estes, no Arch e no Manjaro.

  • 2024 Agosto - Mais tarde, esse tipo de estatística se embaralhou — porque instalei uma penca de “alternativas ao Neofetch” (além de Nerd Fonts), no Arch, mas não no Manjaro. — E exagerei no Void, com centenas de Nerd Fonts, ao ponto de torná-lo uma distro entulhada, ou bloated.

O Debian testing e o MX Linux também me atendem perfeitamente — com a diferença de que o Debian traz uma quantidade enorme de pacotes que não uso (por exemplo, o LibreOffice trouxe todos os idiomas do Universo); e isso contribui para tornar mais demoradas as suas atualizações (além do seu empacotamento fragmentado). — O MX Linux desempenha as mesmas tarefas, com muito menos pacotes (2.513, contra 3.638 do Debian); e por ser “stable”, costuma ter pouquíssimas atualizações; porém, traz uma ótima coleção de aplicativos muito úteis (e em versões bem recentes), que o Debian “stable” não ofereceria.

É possível fazer uma instalação enxuta do Debian, mas não vejo motivo para tentar isso, por enquanto. — Ele me atende bem, tal como está.

Importante: - O número de pacotes do Debian / MX Linux não pode ser comparado com o do Arch / Manjaro, por se tratar de sistemas de empacotamento muito diferentes.

Outra distro que me atende perfeitamente é o openSUSE Tumbleweed — apesar de também ter um excesso de pacotes, de que não preciso, só porque aceitei os “patterns”. — Também é possível fazer uma instalação bem mais “enxuta”, mas isso é outra coisa que não me disponho a tentar, no momento: Seria muito trabalho, para pouco benefício.

Com todo possível “inchaço”, o openSUSE tem funcionado com precisão, nos últimos 6 anos e meio — através de vários upgrades de versão do Leap; e em seguida para Tumbleweed (no meu antigo PC). — Continua sólido no meu PC atual, com poucos pacotes do repositório packman-essentials (e do Google).

Tenho encontrado a mesma solidez no Fedora e no KDE Neon, através de sucessivos upgrades de versão — mas não me atendem tão completamente.

  • 2024 Agosto - Tudo isso se alterou bastante, com a chegada do Plasma 6. — Hoje, é comum eu clicar para abrir algum aplicativo no openSUSE Tumbleweed, demorar a abrir, e acabar não abrindo. — E no KDE Neon com Plasma 6 (instalação nova), ainda não consegui muitas coisas que tenho na instalação antiga, com Plasma 5.

Independente de tudo isso, gosto de usar o Void, o Redcore e o Slackware. — Funcionam maravilhosamente (exceto pelo que me falta aprender e obter). — Verdadeiros docinhos-de-côco.

Um passo de cada vez

Uma “regra” fundamental que tento seguir (já que tenho 12 distros em dualboot para escolher), é “não forçar a mão”, nem recorrer a soluções “fáceis” porém duvidosas, por “necessidade de urgência”. — Já que o Arch me atende do modo tão completo, posso deixar “de molho” por semanas, meses!, qualquer problema que surja nas outras distros. — Sinto-me à vontade para gastar tempo em busca de soluções “limpas”, em vez de ceder a qualquer tipo de gambiarra improvisada.

Não é, só, que eu seja um “cara enjoado” (de fato, sou). — Mas tentar fazer as coisas com calma, um passo de cada vez, ajuda muito a ter mais certeza das coisas, em vez de apenas “achar que entendi”. — Posso experimentar várias hipóteses (sem embaralhar!), uma por uma, de modo a ter razoável certeza de qual suposta solução estava errada, e de qual realmente foi a resposta certa.

O que mais evito, é tentar meia-dúzia de coisas, uma após outra (sem desfazer uma, antes de tentar outra!) — porque desse jeito, no final é impossível afirmar qual tentativa ajudou (ou impediu) que a outra desse resultado. — É fundamental testar 1 variável de cada vez, pois quando se mexe em 3 ou 10 variáveis, ninguém pode concluir nada, sobre qual delas fez diferença, por si só, ou em conjunto com (quais?) outras.

  • Quando se embaralham variáveis, qualquer “conclusão” não passa de exercício do “é isso, porque minha intuição garante” — ou, pior, “é isso, porque eu sei, com base na minha sapiência”. — É melhor duvidar (sempre!) de nós mesmos, seguir um roteiro “impresso e auditável”, e apresentar todos os dados para que qualquer pessoa (contra ou a favor) tenha condições de repetir o experimento e informar à comunidade se deu certo ou não, em seu hardware, SO etc., bem especificado.

Em resumo: — Minhas conclusões podem estar erradas. — Por isso, procuro mostrar os elementos que recolhi, para qualquer colega poder verificar.

Hardware

Meu hardware ainda é o que montei em Janeiro 2020 — com alteração apenas dos dispositivos de armazenamento.

Em Maio 2023, instalei um 2º SSD de 480 GB (447 GiB) — e mais tarde desconectei os 2 HDDs de 1 TB (931 GiB) — que agora ficam em “gavetas” externas USB 3.0, para uso ocasional:

      Mobo: TUF B360M-PLUS GAMING/BR, BIOS 2401 03/22/2019 - ASUSTeK
      iGPU: Intel Corporation UHD Graphics 630 (Desktop)
Processors: 6 × Intel® Core™ i5-9400 CPU @ 2.90GHz (min / max: 800 ~ 4100 MHz)
    Memory: 15.5 GiB of RAM

Local Storage:             total: 894 GiB                 used: 251 GiB   (28.1%)

Sata #1   /dev/sda   SSD   Sata III   Kingston   SA400S37480G   447 GiB   probably 2019
Sata #2   /dev/sdb   SSD   Sata III   WD         WD Green 2.5   447 GiB   2022

External Storage:

USB 3.0 / 5 Gb/s     HDD   Sata III   Seagate    ST1000DM010    931 GiB   probably 2021
USB 3.0 / 6 Gb/s     HDD   Sata III   Seagate    ST1000DM003    931 GiB   2016

USB 2.0              SSD   USB 2.0    Samsung    S2 Portable    931 GiB   2011

Quando digo “mover” partições é, na verdade, copiar & colar (pelo GParted ou pelo KDE Partition Manager) — testar as cópias — e deletar os originais.

Fiz isso de 1º a 3 Maio 2023:

  • Copiei as partições Linux7 ~ Linux12 do 1º SSD (sda) para o 2º (sdb).
  • Copiei as partições Home7 ~ Home12, de um HDD para sdb.
  • Mudei os rótulos das partições originais para Linux7old ~ Home12old e alterei seus identificadores UUID — para testar o funcionamento das cópias em sdb, com os rótulos e UUIDs originais.
  • Após testar estas 6 distros em sua nova localização, deletei as partições originais Linux7old ~ Home12old.
  • Copiei as partições Home1 ~ Home6 do HDD para sda — alterei os rótulos e identificadores UUID das partições originais — e testei estas 6 distros com as cópias de suas partições /home, antes de deletar os originais.
  • Copiei a partição Swap do HDD para sda. — O GParted manteve o UUID na cópia, o que dispensou alterar 12 arquivos /etc/fstab.

Renomeei as antigas partições de documentos com “_X” para preservar seus arquivos

Três semanas depois, desconectei os 2 HDDs de 1 TB — um com 3 partições de documentos (Warehouse, Works, Sites) — e o outro, com a partição “Depot1”, onde faço os backups e guardo arquivos pouco acessados.

  • Em sdb, criei uma nova partição “Warehouse”, para os documentos de uso corrente a partir de agora — e copiei só o essencial da partição antiga.
  • Em sda, criei pequenas partições “Sites” e “Works” (2 GiB, cada), apenas para manter as configurações do Conky, do uDisks2, dos arquivos fstab, do rsync etc. — Ficam 140 GiB não-usados em sda.

Pastas renomeadas, para não serem esvaziadas pelos próximos backups

Renomeei os rótulos das partições antigas para “Warehouse_X”, “Works_X”, “Sites_X” — e também seus backups em “Depot1” e “Depot2” — para não serem esvaziados, ao fazer o backup semanal das novas partições.

Observações:

  • Para desmontar e lidar com as partições nº 1 ~ 6, usei uma distro do “2º grupo” (nº 7 ~ 12) — e vice-versa.
  • Para copiar a partição /home do openSUSE, em sistema de arquivos XFS, usei o KDE Partition Manager do MX Linux (pois o GParted não faz isso). — A cópia já veio com um novo UUID, e tive de editar o /etc/fstab do openSUSE. — Testei 2 vezes o funcionamento do openSUSE com a sua /home em novo local, com novo UUID.
  • No Slackware, uso o caminho (PATH) das partições de sistema no /etc/fstab — por isso, tive de alterar a raiz “/” para sdb2, a /home para sdb8 e o Swap para sda13. — Não é uma boa prática, pois às vezes sda e sdb podem se inverter; mas felizmente isso nunca me aconteceu com o Slackware (o mais comum é acontecer com o Redcore).

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— … ≠ “•” ≠ … —

PC desktop UEFI / GPT

Ferramentas &tc.