sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Boot com “Live USB” (pendrive) Linux Mint 17.3 Cinnamon

Fazendo o Pen Drive “voltar ao normal”, após usá-lo como “Live USB” (bootável) do Linux Mint

Baixei a imagem ISO do “Live DVD” Linux Mint 17.3 Cinnamon (1,5 GB) e, — pela Lei de Murphy, — descobri que não tinha DVD virgem em casa (sobram CDs!).

Olhando a chuva, lembrei de um Pendrive 2 GB. — Boa oportunidade para aprender como se cria um “Live USB”, testar o Linux Mint sem me molhar, e ainda reaprender como se faz um Pendrive “voltar ao normal” (não lembrava mais).

Foi uma ótima experiência. — O “Live USB” roda veloz e macio, em comparação com a lata-velha que é rodar um sistema a partir de CD ou DVD.

Ao invés de experimentar o sistema durante 2 ~ 8 horas, — como já fiz dezenas de vezes, — acabei usando o “Live USB” do Linux Mint para trabalhar 4 dias seguidos.

Nesses 4 dias de trabalho em Live USB, aproveitei para fazer um levantamento das anotações de todos os sistemas instalados nos últimos 8 anos, — configurações, dificuldades, burradas, soluções, — antes de decidir se iria instalar (ou não) o Linux Mint, como sistema “alternativo”.

Meu sistema “principal” é Kubuntu 14.04 amd64, — pelo menos até o lançamento do 16.04 LTS*, em Abril, que terá suporte até 2021 2019.

O LTS* correspondente, — Linux Mint 18, codinome “Sarah”, baseado no Ubuntu 16.04, — está previsto para Maio ou Junho, também com suporte até 2021 2019.

  • LTS = “Long Term Service” — Suporte de longo prazo (3 ou 5 anos), — em contraste com as distribuições “intermediárias” (semestrais) da família Ubuntu, que têm suporte por 18 meses. — Você obtém uma boa visão do significado prático e das implicações, neste artigo de Novembro 2015: — “Quem deveria migrar para Ubuntu 16.04 LTS?”.

Baixando a ISO


Opções do Linux Mint 17.3 para download

O Linux Mint 17.3 (“Rosa”), — Cinnamon, Mate, KDE, Xfce, — foi lançado de 4 Dez. 2015 a 9 Jan. 2016, e só por coincidência baixei a ISO já no último dia 15.

Não é que viva esperando novidades.

Pelo contrário, buscava “velhidades”, — a melhor opção entre os 2 sistemas que já venho testando há alguns anos, como “sistema alternativo”, — Debian e Linux Mint, em rodízio, — ao lado do Kubuntu (sistemaprincipal”).

Opções de download específicas do Cinnamon 64-bit com “codecs”

Usei o Debian 5.01 KDE como sistema “alternativo” por 2 anos (2009-2011); e o Debian 6.0.4 por 1 ano inteiro (2012-2014), — até concluir que não era uma alternativa cômoda, nem segura (no meu caso particular), na eventualidade de falha do sistema “principal” (Kubuntu).

Também usei o Linux Mint 2011.04 Xfce como sistema “alternativo” por 11 meses (2011-2012); depois o Mint 16 Cinnamon por 5 meses (2014); e o Mint 17.2 Cinnamon por 6 meses (2014-2015).

O Cinnamon foi o que deixou boa lembrança, — e só foi substituído, por precisar daquele espaço para instalar um segundo Kubuntu, — i386, para comparação com o Kubuntu amd64, — nos últimos 10 meses.

Terminada a comparação, não vi motivo para manter 2 sistemas Kubuntu, — nem para voltar ao Debian.

Então, vi que já existia Linux Mint 17.3.

Salvando o “gatilho” do Torrent

Escolhidas as opções, — Cinnamon com suporte multimídia (“codecs”), 64-bit, — cheguei à página de download mais específica, cliquei em “Torrent” e salvei o arquivo-gatilho “linuxmint-17.3-cinnamon-64bit.iso.torrent” na pasta onde guardo as imagens ISO.

Depois, foi só clicar no arquivo-gatilho, e iniciar o download.

Clicando no “gatilho”, abre-se o programa de Torrent, e basta iniciar o download

Com a antiga conexão de “1 Megas” (128 KBps), levaria algumas horas, deixando a navegação lenta. — O ideal era fazer algum trabalho off-line, ou ir dormir.

Agora, com conexão de “10 Mega” (1 MBps), continuei navegando normalmente e, quando dei fé, já tinha terminado. — Levou 23 minutos.

Gravando o Pendrive de boot “Live USB”


Utilizando o “usb-creator” para gerar o “Live USB” (Pen Drive “bootável”) do Linux Mint

Uma busca rápida por “Linux Boot Pendrive” indicou que a maneira mais simples de gerar a mídia (Pendrive) para o boot é usar o usb-creator, — e descobri que ele já estava instalado no Kubuntu (tudo indica que veio na instalação do sistema).

No Linux Mint, você abre o Menu do Cinnamon, digita “USB”, e ele oferece, — entre outras coisas, — o “Criador de discos de inicialização

No Kubuntu, o usb-creator pede a senha de Administrador (Super-Usuário) logo ao abrir.

No Linux Mint, o “Criador de discos de incialização” pede a senha mais adiante.

“Criador de discos de inicialização” do Linux Mint 17.3 Cinnamon

No campo superior, basta clicar em “Outro”, para escolher a imagem ISO a ser gravada no Pendrive.

Com o Pendrive no slot USB, para ser detectado, basta selecioná-lo, respirar fundo e clicar em “Apagar disco”.

Por fim, clique em “Criar disco de inicialização”.

Durante a gravação do Pendrive, há uma barra indicativa do avanço do processo.

A primeira tentativa deu algum erro, que não sei qual foi.

Mandei fazer de novo, e fui premiado com alguma mensagem, tipo, “Foi gravado com sucesso”.

••• Alternativas → Gerar o Pendrive de boot por “dd” ou “cp”


Usando comando “dd” para gravar a ISO de uma “distro” Linux → USB (Pendrive) “bootável”

Ao gravar ISO de outras “distros” em Pendrive, — em especial, o Debian 8.3 e 8.4, —  acabei me deparando com vários casos em que o USB Creator não resolve.

Nestes casos, a melhor solução tem sido o comando “dd”:

dd if=/path/file of=/dev/sd? bs=8M

Cole o comando “dd if=/path/file of=/dev/sd? bs=8M” num bloco de texto e substitua o que for necessário

A melhor maneira de descobrir e copiar o “path”, sem erro, é abrir a pasta onde está a imagem ISO, — no Nemo, Dolphin etc., — e usar “Ctrl-L”.

Depois, basta selecionar o próprio arquivo ISO → teclar “F2” (Renomear) → “Crtl-A” (selecionar o nome inteiro) → “Ctrl-C” (Copiar).

Num editor de texto simples, você cola esse caminho em lugar da palavra “path”, — e em seguida o nome do arquivo em lugar da palavra “file”.

O destino “sd?” deve ser completado conforme o seu caso. — No meu caso, o Pendrive é identificado como “sdc”.

Quanto ao parâmetro final “bs=8M”, sei apenas que funciona, — mas também funciona “4M”, ou “1M” (já testei). — É um tema que comporta longos estudos, mas tenho dúvidas se vale a pena fazer pós-graduação nesse detalhe.

Cole o comando “dd” no Terminal, precedido de “Sudo”, — ou entre antes em “Su”, — e dê a senha

Acrescente antes o “sudo”, copie o comando e cole no Terminal. — Tecle “Enter”, forneça a senha de Administrador (super-usuário).

Durante a gravação do Pendrive pelo comando “dd”, não é dado nenhuma indicação do andamento do processo! — No meu caso, apenas o LED do Pendrive piscava, a mostrar que algo estava acontecendo. — Ao final, os resultados são exibidos de uma só vez, no Terminal.

Gerando Pendrive de boot e instalação do Debian com o comando “cp”

Enfim, também já houve casos em que nem o comando “dd” foi capaz de gravar uma imagem ISO em um Pendrive para boot.

Foi o caso do Debian Stretch (testing), — só consegui gravar pelo comando “cp”, — que até então nem conhecia.


Configurando o Boot na BIOS


Configurando a BIOS do computador para que procure o Boot, primeiro, no Pen Drive

Ainda na fase exploratória, — antes de arriscar o Pendrive na aventura maluca, — procurei me certificar de que saberia como dar Boot através dele.

Meu computador é “meio” antigo, — em Maio completará 7 anos, — e os passos indicados abaixo podem não ser aplicáveis a computadores mais novos.

Iniciar (ou reiniciar) o computador, apertando DEL para entrar na Configuração da BIOS (Bios Setup).

Uma vez dentro do BIOS Setup, seta direita, → até a aba da seção “Boot”.

Entre em “Boot Device Priority”, para estabelecer a sequência correta dos dispositivos onde o computador irá procurar o Boot.

Geralmente, a Unidade CD-ROM deve estar em 1º lugar, e o HD principal em seguida. — Desse modo, sempre que houver um CD ou DVD “bootável” na bandeja, o Boot será feito por ele; — caso contrário, será feito normalmente pelo HD.

Eu precisaria colocar o Pen Drive (USB), também, acima do primeiro HD, para carregar o sistema pelo “Live USB”.

Opções de dispositivos para Boot, encontradas na BIOS da placa P5KPL-AM

Acontece que meu “Boot Device Priority” oferece apenas 3 opções para procurar o Boot:


  • Unidade CD-ROM
  • HD “zero” (Samsung, em SATA 1)
  • Floppy” (quem lembra?)
  • ou, “Desabilitado”

Não apareceu, sequer, o segundo HD (Maxtor, em SATA 2).

O manual da placa P5KPL-AM diz que todos os dispositivos seriam oferecidos como opções de Boot

O manual da P5KPL-AM (item 2.6, pág. 2-30) não foi de grande ajuda.

Esse manual se refere a uma especificação, onde “Boot Device Priority” deveria abrir uma lista com todos os dispositivos existentes no computador, — tantos quantos fossem encontrados, — e não uma lista com um número fixo, de 3 opções genéricas, padronizadas.

Em “Hard Disk Drives” (inexistente no manual!), encontrei mais opções

Depois de arrancar os últimos fios de cabelo, acabei esbarrando, — na tela, — com um item “Hard Disk Drives”, que não consta do manual.

Dei ENTER nele, e lá encontrei os 2 HDs existentes (Samsung e Maxtor).

Encontrado na BIOS, afinal, o segundo HD do computador

Bastou um teste rápido, — passar Maxtor para o topo, e voltar à tela anterior (ESC), — para confirmar que, desse modo, Maxtor passaria a ser a opção (única) de HD, oferecida entre as prioridades de Boot.

  • Desfazer rápido!, — ou, apertar ESC, ESC, até “Sair sem gravar”, — para não ficar sem Boot pelo HD correto.

O Pen Drive precisa ser colocado no slot, antes de entrar na Configuração da Bios (BIOS Setup)

Uma vez gerada a mídia com o Linux Mint 17.3 Cinnamon, voltei ao BIOS Setup para fazer a configuração efetiva do Boot.

Inseri o Pendrive no slot USB, reiniciei o computador, — apertando DEL, para voltar ao Setup, — e ele apareceu, embaixo dos HDs.

Bastou passar o Pendrive para o topo dos HDs, e ele ficou sendo “a opção de HD” (única) oferecida entre as prioridades de Boot (em lugar do Samsung no SATA 1).

Passando o Pen Drive para o topo dos HDs, torna-se “a opção” (única) de “HD de Boot

Após vários testes, — com várias “distros”, — acabei adotando essa configuração de “Hard Disk Drives”, em caráter permanente:

  • 1st Drive: USB (Pendrive)
  • 2nd Drive: Samsung (HD principal)
  • 3rd Drive: Maxtor (HD secundário)

Desse modo, sempre que houver um Pendrive no slot, ele assume a posição de “HD de Boot”.

Quando não há Pendrive, o Samsung reassume a posição de “HD de Boot”.

No outro quesito, — Boot Device Priority, — a sequência ficou assim:

  • 1st Boot Device: Unidade CD-ROM
  • 2nd Boot Device: USB (Pendrive) ou HD principal (Samsung, em SATA 1)
  • 3rd Boot Device: [Desabilitado]

Desde então, não foi mais necessário mexer no BIOS Setup para ficar alterando / desfazendo opções a cada nova experiência de Boot a partir do Pendrive.

Trabalhando com Linux Mint em “Live USB”


Essa configuração especial de “Boot pelo USB” foi mantida durante 4 dias, — enquanto trabalhei usando unicamente o sistema “Live USB” Linux Mint, — e revertida depois dele já estar instalado no HD como sistema “alternativo” (em relação ao Kubuntu: sistema “principal”).

A única coisa chata, é que os outros 3 slots USB estavam ocupados pelo scanner, teclado e mouse, — por isso, não tinha a comodidade de ir salvando 1.001 coisas, rapidamente, em outro Pendrive.

••• Sim, utilizei o scanner, durante esses 4 dias. — Mais tarde, em outros testes de trabalho em Live USB, confirmei que podia tranquilamente desconectar (e reconectar) o scanner, e assim liberar um slot USB para usar um segundo Pendrive, — porém, prefiro sempre gravar / transferir / trabalhar diretamente nas partições do HD: — “F:\” (do Windows), “Primoroso” (/home do sistema “principal”) e “Debioso” (/home do sistema “alternativo”).

Lembre que, quando se roda um sistema “Live” (CD, DVD, USB), tudo que você salva ou configura é, — literalmente, — volátil. Desligou, vai tudo para o espaço.

Fiz dúzias e dúzias de “prints” da tela, — usando o “PrintScreen”, que salva as imagens capturadas, diretamente em arquivos PNG, com nome automático: “data-hora-minuto-segundo.png”, na pasta (virtual!) “/home/Imagens”.

••• Algumas “distros” Linux salvam as capturas de tela automaticamente na pasta (virtual!) “/home”.

Com o gerenciador de arquivos Nemo, ia transferindo esses arquivos para uma pasta na partição de documentos do HD, de modo que não se perdessem ao desligar o computador.

••• O aplicativo padrão do Linux Mint 17.3 Cinnamon (gnome-screenshot) usa dois-pontos (“:”) nos nomes automáticos dos arquivos das capturas de tela, como separador de “hora-minuto-segundo”, e apenas o Nemo faz a substituição automática de “:” por outro caractere (“_”) — aceitável para Windows,  ao copiar / mover esses arquivos para uma partição Fat32. — Se você tentar fazer isso pelo Dolphin, recebe apenas uma mensagem de erro.

Afora isso, editei normalmente arquivos de texto, planilhas, imagens etc. diretamente na partição de documentos Fat32 do HD.

As configurações de Linguagem, Fuso horário, Teclado etc. foram anotadas em um caderno reservado para isso,— e em arquivo de texto, passo-a-passo, — de modo que no segundo dia bastaram poucos minutos para deixar tudo pronto para prosseguir, de onde havia parado na véspera.

••• Mais tarde, — com um monitoramento adequado de Temperatura adotei a prática de deixar a “sessão Live USB” aberta de um dia para outro, durante 2 ou 3 dias, de modo que não precisei mais refazer as configurações a cada novo dia / nova sessão Live USB.

Para que tanto trabalho?

Porque 4 dias de trabalho regular no Linux Mint em Live USB, — com direito a esses pequenos incômodos, — foram um ótimo teste para decidir se queria, realmente, ter o Linux Mint 17.3 Cinnamon como “sistema alternativo”.

Ao contrário de um estepe, — careca, esquecido na mala do carro, — eu tenho o hábito de usar o “sistema alternativo” para o trabalho regular, dia-sim-dia-não.

Se não fizer assim, você nunca irá configurá-lo completamente, com todos os aplicativos de uso frequente, — e quando precisar dele, descobrirá que não está pronto para substituir o “sistema principal”, numa emergência.

Fazendo o Pendrive “voltar ao normal”


Usando o “Formatador de dispositivo de memória USB” (do Mint) para fazer o Pen Drive “voltar ao normal”

Essa, foi a parte mais fácil e rápida, da brincadeira toda.

Já tinha recuperado esse mesmo Pendrive de 2 GB, anos atrás, quando apresentou um problema qualquer.

Na época, isso parecia um bicho de 7 cabeças. Percorri dúzias de páginas, blogs e fóruns, lendo coisas, as mais variadas, que não tinha certeza se estava entendendo direito, — além das famigeradas “linhas de comandos”, cada uma mais esquisita que a outra. Acabei pescando o suficiente para arriscar uma formatação, que resolveu o problema.

Agora, já nem lembrava mais qual ferramenta utilizei, na época, — nem qual o formato, nem nada.

Melhorou o mundo, melhorou o Linux, melhorou meu estado de “ignorância aperfeiçoada”.

Agora, bastou abrir o Menu do Linux Mint (depois de instalado no HD), digitar 3 letras, — “Pen”, — e, pimba!

Pula, bem na minha frente, um “Formatador de dispositivo de memória USB”.

Coloque o Pen Drive no slot USB e clique em “Formato”, que ele aparece como única opção: é só confirmar

O primeiro campo, “Formato”, — tradução errada: o correto é “Formatar”, — não pode ser preenchido por você.

Coloquei o Pendrive no slot, para ser detectado.

Depois disso, cliquei no campo, e ele ofereceu 1 única opção: — “Kingston DataTraveler 2.0 (/dev/sdc) – 2 GB”. Foi só clicar nessa opção, para confirmar.

O segundo campo, — “como”, — já sugere “FAT32” desde o momento em que o programa foi aberto.

A mensagem é: — “Formatar Kingston… como FAT32”.

Precisava ser muito burro, para não entender, e ainda conseguir errar alguma coisa.

Indicações claras de que o formato “Fat32” é o “normal” para recuperar o Pendrive

Você leva o ponteiro do mouse até o “FAT32”, (só para ver as opções…), e — antes que consiga clicar, — já explode na sua cara um baita esclarecimento:

FAT32 é mais compatível em qualquer lugar”. — Quer mais o quê? — Ponto negativo: “Não aceita arquivos de mais de 4 GB”.

Depois:

“NTFS é compatível com Windows. Não é compatível com Windows, MAC e a maioria dos dispositivos”. — Frase maluca. Mas se fizesse sentido, talvez ninguém entendesse. Do jeito como está, é bem claro: — “Melhor, não entrar nessa!”.

Por fim… Ext4 é “da casa”, ninguém vai falar mal dele:

“Mais moderno, estável, rápido, protegido por journaling”. — Belo! Porém…  — “Não é compatível com Windows, MAC e a maioria dos dispositivos”. — Deu o recado, sem ofender ninguém. Quem tem juízo, entende.

Do meu ponto de vista pessoal, — vivendo em um mundo onde Lan Houses, Cartórios, Lojas de conveniência (imprimir documentos na rua!) usam Windows, — não faz sentido transportar documentos, contas etc. em um Pendrive, que não possa ser lido em qualquer lugar.

Diante disso, quem precisa pesquisar no Google?

Forneça a senha de Administrador (Super Usuário), para formatar o Pen Drive

O último botão, “Formato”, também é tradução maluca de algum robô sem noção. — “Você quis dizer… Formatar” (Google da Depressão). — Clica lá, e ele pede a senha de Administrador. Destruir dados exige privilégios.

Digite a senha, clique em “Autenticar”, e… vai ser rápido, não foi?

Gravei um arquivo qualquer no Pendrive, depois entrei no Windows, e fiz o teste.

O Windows leu, copiou, gravou e abriu. De boas.

_______
Publicado originalmente em 22 Jan. 2016.
••• Atualizado em 17~22 Mai. 2016, com novas “descobertas”.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


5 comentários:

  1. Artigo bem agradável de se ler e muito esclarecedor.
    Parabéns

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  2. Artigo bem agradável de se ler e muito esclarecedor.
    Parabéns

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  3. Preciso com urgência quebrar a senha de inicialização do Linux Mint 17.2. Sou leiga em Linux. Por favor me ajude.

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    1. Veja como fazer - http://byteria.blogspot.com.br/2016/06/linux-ficou-sem-administrador-que-fazer.html

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