Linux distros tree

Distribuições Linux instaladas em 7 Abr. 2018

Este é apenas um Índice para acesso aos registros de cerca de 20 distribuições Linux instaladas até o momento — e os registros visam, principalmente, lembrar dificuldades e soluções encontradas — sem nenhuma pretensão de ensinar ou avaliar tecnicamente.

  • Ubuntu*
  • Elementary OS*
  • Red Hat Enterprise Linux
  • CentOS
  • Oracle Linux
  • Mandrake / Mandriva
  • SUSE Linux Enterprise
  • Gentoo
  • Chrome OS
  • Chromium OS

Adaptado de Linux distribution (Wikipedia).
* Ubuntu foi instalado 2 ou 3 vezes e usado por pouco tempo, em 2009 e 2015.
* Elementary OS foi testado apenas em Live USB, em Mar. 2016.
* Antergos foi instalado, mas não chegou a ser feito um relato da experiência.

A seguir, algumas estratégias utilizadas para reduzir o número de distros Linux a serem experimentadas — mediante instalação e uso regular, por tempo indefinido.

Sondagem seletiva


Ideia de como era “simples” escolher uma distro Linux, — e a gente achava complicado

Eu não sou distro hopping. — Minha primeira distro (Kurumin) estava ótima, — mas foi descontinuada, e tive que procurar outra.

Visão rápida de como novas distros Linux foram desdobrando dos “troncos” iniciais

Como iniciante, fiquei mais perdido do que cego em tiroteio, perante centenas de distribuições Linux, — com uma variedade de ambientes gráficos (DEs), para complicar ainda mais, — e tudo quanto pude fazer, na falta de conhecimentos, foi me concentrar em distros do tronco Debian.

Como o Kurumin se baseava no Debian e no Knoppix, tentei essas duas, — mas acabei por me fixar no Kubuntu como distro principal, — e no Mint como 2ª opção.

Tempos depois, — ao excluir o Windows, — seu espaço em disco foi usado para testar também o KDE Neon, que se tornou minha 3ª opção de uso diário.

Ter 2+ distros instaladas começou como uma abertura para testar outras distros, — mas também como medida de precaução. — Se uma das distros instaladas falha, basta reiniciar e escolher outra, no Grub, para seguir com as atividades. Desse modo, o problema pode ser corrigido mais tarde, sem apavoramento.

Ascensão do Ubuntu — e queda do Kubumin e do Knoppix

Olhando em retrospecto, hoje (e com o que aprendi desde então), Kubuntu era mesmo a alternativa natural ao Kurumin, — e muita gente “cantou a pedra”, na época.

Ubuntu surgiu para atender exatamente aqueles requisitos que faziam do Kurumin uma distro extremamente “amigável” para o iniciante, — sem obrigar um mero “usuário” a se aprofundar nas entranhas do Linux, se esta não fosse sua praia: — Já carregava “pronto para usar”, era simples e fácil, não complicava a vida com a exigência de mil aprendizados.

Com isso, Ubuntu rapidamente conquistou milhões de usuários, — muitos dos quais, sem ele, talvez não adotassem o Linux naquele momento, — seus Fóruns se multiplicaram, logo se tornou ainda mais fácil obter dicas e apoio para as mais variadas situações.

Não por acaso, a ascensão fulminante do Ubuntu representou, também, o declínio do Kurumin, — que não contava com recursos para atrair tantos contribuidores, desenvolvedores etc., — e quando Ubuntu unificou “testar” (Live) e “instalar” (Install) num único CD, decretou também o declínio do Knoppix.

Bom… o Mint KDE e o KDE Neon são variações da mesma coisa: — o Kubuntu. — Eu me sinto bem usando qualquer uma dessas 3 distribuições, e é instrutivo observar suas diferenças.

Mas depender de 1 única empresa me faz sentir inseguro, — já vi várias serem detonadas por guerras comerciais (às vezes, sujíssimas), irem à falência, serem vendidas,  absorvidas, e ótimos softwares serem “descontinuados”, ou sofrerem guinadas execráveis. — De repente, era mais ou menos urgente procurar outro software, aprender, migrar, readaptar etc.

Por que não ensaiar tudo isso desde já, — por diversão, — com todo o tempo do mundo pela frente?

Manjaro, — mina primeira distro “não-debian”, instalada em 1º Jan. 2017

No ano passado, finalmente comecei a experimentar distribuições não-debian (sempre com KDE, tanto quanto possível), — em grande parte por “precaução para o futuro”, dado o comportamento da Canonical, que é a base dessas 3 distribuições, — e considerando que nunca consegui tornar o Debian 100% utilizável para tudo que preciso.

Era, também, um modo de aprender mais sobre o Linux, — por contraste com os hábitos e vícios a que já me tinha acomodado.

Uma ideia da confusão

Diante das centenas de opções, procurei simplificar a tarefa, pegando 1 ou 2 distros mais acessíveis, de cada um dos “troncos” principais do Linux (Debian, Slackware, Red Hat / SuSE / Mandrake, Arch, Gentoo). — Desse modo, explorei apenas cerca de 20 distros, até o momento.

Ok, SuSE “veio” do Slackware, — mas já evoluiu tanto que, para encurtar a estória, resolvi considerar como “derivado” do Red Hat. — Você que nos assiste em casa, não tente cometer esse erro sem a supervisão de um adulto irresponsável.

Do antigo tronco & ramificações Ret Hat / SuSE / Mandrake, instalei o openSUSE (Leap, Tumbleweed), o Fedora, o Mageia, o PCLinuxOS e o ROSA. — Dentre esses, o PCLinuxOS tem um sabor dos velhos bons tempos, e funciona muito bem. — É a minha 4ª opção para uso diário, agora.

Instalei Antergos e Manjaro, mas acabei escolhendo Arch.

Instalei Sabayon, mas removi. Ainda não instalei o Gentoo. — Sem pressa. — Isso é uma diversão.

Também experimentei o Slackware, e ele funciona bem, mas ainda precisa de bastante aprendizado.

Experimentei várias versões do Debian stable; — atualmente o Debian testing; — e agora também o Devuan 2 Beta.

Com esses critérios, o teste de apenas 20 distros ofereceu alguma convivência diária com:

• os principais “troncos” e ramificações do Linux
• .deb, .rpm e mais alguns sistemas de pacotes
• diferentes graduações de “ritmo de atualização”, — desde as “versões fixas” mais conservadoras (LTS) até distros totalmente rolling-release
• systemd e SysV
• ext4 e BtrFS com instantâneos
• existência ou não de Mirror próximo (velocidade de download)
• maior ou menor disponibilidade de Fóruns em linguagem acessível (pt, en, es)

Também “vi” alguns DEs diferentes, como Budgie (Solus), Pantheon (ElementaryOS), Deepin, — além do Cinnamon, Xfce, MATE, LXDE, Lumina, Openbox, LXQt-Openbox, Gnome, Unity, — mas o KDE ainda é minha escolha do dia-a-dia, desde 2007.

Slots


Particionamento dos discos para instalação de até 12 distros Linux lado a lado

Esse tipo de experimentação, — todas as distros em iguais condições, instaladas em HDD ou SSD, para uso regular por tempo indeterminado (até enjoar), — baseia-se num particionamento em “módulos” ou “slots”, cada um composto de Root + Home + Swap.

Desse modo, qualquer distro pode ser substituída a qualquer momento, — sem afetar as demais.

Limitações do hardware (BIOS, MBR) tornaram desnecessário quebrar a cabeça com outros tipos de partições, — por exemplo, /boot… quantas?… com quais tamanhos?

Infelizmente, esse particionamento “modular” foi definido antes de apreender a possível vantagem de algumas variações. — Mas haverá tempo para isso, no futuro, — provavelmente com outro hardware.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


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