segunda-feira, 4 de junho de 2018

Slackware 14.2 KDE Plasma 5 - instalação

Slackware 14.2 Live Plasma 5 KDE, instalado e configurado

O Slackware Live Plasma 5 KDE (by Alien Bob) já tinha sido instalado em 2017-08, — e funcionou sem problema algum durante 9 meses, — mas foi escangalhado por falha humana durante uma atualização, na última semana.

  • Antes dele, também havia instalado o Slackware 14.2 “padrão” (KDE4).

Essa terceira instalação é uma oportunidade para registrar todo o processo com mais detalhe e exatidão, — incorporando alguma coisa aprendida no último ano.

Ao longo deste registro, também serão comparadas algumas diferenças entre a instalação pela ISO Live Plasma (by Alien Bob), — usada agora, — e a Install ISO, documentada em 2018-07 mas ainda não relatada.

Índice


  • ISO, Download, K3b
  • Boot & Kernel
  • Preparação das partições
  • Instalador
  • Keymap
  • Add Swap
  • Um pequeno descuido
  • Target
  • Install
  • Configure
  • Ainda na sessão Live
  • Depois da instalação
  • Boot, grub-install & adduser / useradd
  • Configurações do KDE
  • Menu de inicialização
  • Montagem de partições adicionais
  • PIM, Baloo, Akonadi
  • Conky
  • Wallpapers e Busca no Dolphin

Referências



ISO, Download, K3b


Foi utilizada a imagem slackware64-live-plasma5-current.iso de 2018-04-23 (4.2 GiB) baixada de Alien Base em 2018-06-01, — aprovada na verificação md5sum e gravada em DVD pelo K3b, — que notificou erro aos 98% (para variar).

Boot & Kernel


Tecle TAB para outras Opções, — antes de selecionar Teclado e Idioma

Na tela inicial, o Menu de Boot oferece:

  • Start PLASMA Live — TAB to edit Options!
  • Non-US Keyboard selection
  • Non-US Language selection
  • Memory test
  • Boot from local drive

Convém começar pelo TAB, — antes de selecionar Teclado e Idioma.

Na Install ISO, aviso explícito de 2 minutos para verificar opções de Kernel teclando F2

  • Na Install ISO, isso fica mais evidente, — pelas explicações dadas antes de completar o Boot, — com menção à tecla F2 para ver quais são as Opções.

Menu de sessões na tela de Login do Slackware Live Plasma5

Após escolher “Brasil” para Teclado e Idioma, o restante do Boot leva à tela de Login, — senha: “live”, — onde se pode escolher entre sessões Lumina, LXQt, Plasma, Xfce ou Plasma (Failsafe).

O Teclado ABNT2 funcionou com perfeição, — principalmente depois de configurar a tecla de acesso ao 3º Nível, — mas dessa vez o Fuso horário (TZ) se manteve sempre no padrão UTC.

  • A autenticação foi rejeitada várias vezes, mas faltou registrar se de fato foi tentada, — em System settings > Date & Time, — a mesma senha “live”, que o comando “su” orienta a usar no Konsole.

Preparação das partições


Preparação das partições para instalar o Slackware Live Plasma 5 KDE

As partições de destino foram formatadas e rotuladas pelo GParted, na própria sessão Live Plasma 5 KDE, — antes de iniciar o setup2hd:

   sdc2  → ext4 → Linux8 → /
   sdc6  → ext4 → Home8  → /home
   sdc10 → swap → Swap8  → Swap

Preparação das partições pelo cfdisk (2017)

  • No caso da Install ISO, isso pode ser feito pelo cfdisk ou pelo fdisk, — antes de iniciar o setup.

Partições que formam o “Slot 8”, no 3º HDD

Estas partições, — Linux8, Home8, Swap8, — são as mesmas onde o Slackware já tinha sido instalado duas vezes, ao longo de 2017.

Não existe mistério cabalístico, nem ”numerologia”, nessas escolhas, — são apenas parte de um esquema de “slots” planejado no final de 2016 para instalar até 12 distros em dualboot (ou multiboot), — onde qualquer uma possa ser reinstalada ou substituída, sem afetar as demais.

O “desenho” simétrico visa facilitar essa tarefa, — embora não garanta contra burradas.

Instalador


Mesmo instalador nas versões “Install” (2016) e “Live Plasma5” (2018) do Slackware

No Konsole, o script de instalação “setup2hd” foi executado como super-usuário pelo comando:

# /usr/local/sbin/setup2hd

Embora apresente 5 itens em forma de “Menu” (além do Help e Exit), a experiência já mostrou que o caminho é começar pelo começo, — “Remap your Keyboard”, — pois os demais passos são automaticamente enfileirados, até completar a instalação.

  • Na segunda instalação do Slackware (2017-08), comecei pelo meio, — Target (só “para ver”), — e nunca mais consegui voltar ao “Menu”, para cumprir as etapas anteriores.

No caso da Install ISO, você já está logado como Root desde o início, — e basta o comando:

# setup.

Keymap


Seleção e teste do layout de Teclado ABNT2 (pt_BR)

A seleção do layout de Teclado não apresenta dificuldade alguma, — no caso do Brasil, o “ABNT2” é único e inconfundível, — e o acesso ao 3º Nível passou no teste.

Add Swap


Percorrer (↓↑) e desmarcar (Space) as partições Swap que não devem ser usadas

Tanto o setup2hd (Live) quanto o setup (Install ISO) pré-selecionam todas as partições Swap encontradas, mas ao contrário de outros instaladores, — que não dão aviso disso, e exigem muito trabalho para des-selecionar (sendo que alguns nem dão essa opção), — aqui é fácil e rápido percorrer (↓↑) e desmarcar (Space) as partições que já pertencem a outras distros.

Isso merece muita atenção, — para quem está acostumado com instaladores onde basta “destacar” (highlight) e clicar Ok, — pois uma distração pode escangalhar suas outras distros, e dar trabalho para consertar depois.

  • Na primeira instalação (2017-07), fiz isso corretamente.
  • Na segunda instalação (2017-08), essa etapa foi pulada por desleixo; mas é fácil configurar uma partição Swap mais tarde, no /etc/fstab.
  • Agora, na terceira instalação, bastou um descuido, e isso custou horas de trabalho, para consertar, depois.

Um pequeno descuido


Se tiver outra distro, não clique em lugar algum antes de desmarcar sua partição Swap

Atordoado ao perceber o descuido, tentei selecionar o texto para copiar, — não me pergunte para quê, — e isso valeu como um Ok.

  • De qualquer jeito, não havia opção de “Voltar”, — só restava matar o processo (ou Power Off, em último caso), — mas fica o lembrete sobre diferenças entre os instaladores gráficos, a que estamos acostumados ultimamente, e instaladores (entre outros scripts) que usam bibliotecas ncurses.

Em um piscar de olhos, o instalador do Slackware altera os identificadores UUID e apaga os rótulos (Label) de todas as partições Swap que não tenham sido expressamente desmarcadas, — e faz isso de imediato, — agora mesmo.

Não espera pelas etapas seguintes (Target partitions: Root, Home), para apresentar um resumo explícito, — com uma cambulhada de partições, — pedir confirmação, tornar a avisar etc.

  • Neste ponto, o processo foi interrompido (mas o estrago já estava feito!), — e iniciada outra sessão Live, para recomeçar a instalação. — Por isso, as Capturas de tela com horários bem diferenciados.

Target


Escolha da partição-raiz (Root), previamente formatada e rotulada

Como a partição “Linux8” (sdc2) já estava formatada, bastou escolher e seguir adiante.

Escolha e atribuição do ponto de montagem à partição /home

O mesmo quanto à partição /home, — bastava escolher e atribuir o ponto de montagem.

Resumo das partições de destino, — Raiz (Root) e /home

Ao concluir a escolha das partições de destino (Target), é apresentado o sumário para aprovação.

Swap simplesmente não aparece, — isso já ficou para trás.

Install


Fase de instalação, — “processing 25 Slackware Live modules”

Devido à baixa taxa de transferência do DVD, a fase de instalação (Install) levou 1h 41min, — das 15:44 às 17:25 (UTC), — sem nenhuma atividade de Rede.

Embora fale em “25 Slackware Live modules”, de fato foram instalados 22 dos 25 disponíveis.

Configure


Configurações oferecidas ao final da instalação do Slackware

Das 4 configurações oferecidas imediatamente após a parte automática da instalação, 2 foram descartadas com toda segurança, — criação de um Pendrive de Boot e instalação do Lilo, — pois a experiência já mostrou que o Lilo não ajuda o Grub do Mageia a obter dados corretos do Slackware.

Quanto ao Pendrive, pode ser substituído pelo DVD, — meio físico usado justamente para guardar por muitos anos. — O CD do Kurumin 7, por exemplo (gravado em 2008), foi usado novamente em 2016.

  • Add further Live modules - Não
  • Criar Pendrive de Boot - Não
  • Instalar Lilo - Não
  • Carregar GPM no Boot - Sim

A primeira oferta ainda é uma sopa de letras meio incompreensível e, mais uma vez, também foi descartada, por enquanto.

Seleção e cópia de textos / comandos com o Mouse, em tty2

A quarta permite copiar comandos e respostas fora do ambiente gráfico, usando o mouse.

Para configurar a Rede, dessa vez foi escolhido Network Manager

Nas duas instalações anteriores, a Rede foi configurada com DHCP, — e na segunda não há lembrança de problemas. — Desta vez, foi selecionado Network Manager, e funciona bem há uma semana.

Sem alterações nos “Startup services”

Não há registro de que tenha alterado alguma coisa nos “Startup services” propostos, — a menos que CUPS estivesse inicialmente marcado. — Passou batido que NTPD estava desmarcado.

Dessa vez, foram descartadas as “custom screen fonts”.

Hora UTC no sistema e Fuso horário do Sudeste do Brasil

Hora UTC no sistema, — Fuso horário do Sudeste do Brasil.

Escolha do gerenciador de janelas

Window manager, — xinitrc-plasma.

Última configuração, — senha de Root

Senha de Administrador (Super User).

— “System configuration and installation is complete” —

Ainda na sessão Live


Ao sair do instalador, a data do sistema avançou um dia

14:40 - (17:40 UTC) - O Reboot do Instalador foi descartado, — e o Relógio do sistema avançou um dia.

Desativação do os_prober no arquivo /etc/default/grub, pelo editor do Midnight-Commander (mcedit)

15:34 - (18:34 UTC) - Ainda na sessão Live, foi editado o arquivo /etc/default/grub pelo editor interno do Midnight-Commander (mcedit) em modo Root, para desabilitar os_prober, — de modo que, quando o Grub for instalado, cuide apenas das entradas referentes ao próprio Slackware, — necessárias para o Grub do Mageia obter os parâmetros a serem usados no Menu de inicialização* da máquina:

GRUB_DISABLE_OS_PROBER=true

  • Notar que a partição “Linux8” estava montada como /setup2hd/, — e a edição ficou datada do dia “3”.

16:33 - Depois que foi dispensado o Reboot do instalador, a única opção de saída era Logout. — Na tela de Login, também estavam desabilitadas as opções de Reiniciar ou Desligar. — Foi usado o comando Reboot pelo tty2.

Depois da instalação


Rotulando (Label) as partições Swap, de novo, no openSUSE (sem Swap)

16:39 ~ 16:45 - O Menu de inicialização* não conseguiu carregar o Mageia, — embora nenhum dos dois tivesse mudado. — Por sorte, o openSUSE Leap acabou por carregar (sem Swap).

Atribuição do novo UUID de “resume device” em /etc/default/grub

16:55 ~ 19:01 - Pelo openSUSE, foi possível examinar e corrigir a situação, — causada pela mudança de UUID das partições Swap das 12 distros, — graças ao “File manager - Root mode”:

  • Rotular de novo todas as partições Swap (Swap1 ~ Swap12). — Esses rótulos (Label) não têm função, no caso do Swap, — mas ajudam muito no dia-a-dia.
  • Editar os arquivos /etc/fstab das outras 11 distros, com o novo UUID dos respectivos Swap.
  • Editar os arquivos /etc/default/grub das 4 distros que incluem “resume device” por padrão, — openSUSE, Mageia, PCLinuxOS, Manjaro, — com o novo UUID dos respectivos Swap.

Busca por “resume” em um /boot/grub/grub.cfg com todas as distros instaladas na máquina

Para conferir quais distros incluíam “resume device”, fiz uma busca por “resume” no /boot/grub/grub.cfg do Mageia.

19:09 ~ 19:47 - Carregadas 3 distros para conferir o conserto geral, — e atualizar o Grub de cada uma, de modo a incorporar o novo UUID de “resume device”, — para que no final o Grub do Mageia pudesse extrair os dados corretos de cada uma.

Carregado também o Slacware, para instalar e configurar o Grub, — de modo que o Mageia pudesse extrair seus dados e incluí-lo no Menu de inicialização*:

  1. Leap
  2. PCLinuxOS - 19:13
  3. Manjaro - 19:47
  4. Slackware - 19:55 — criar Usuário e instalar Grub
  5. Mageia - 21:38

Em outras distros, — que não especificam “resume device” em /etc/default/grub, — ainda foi necessário aguardar revisões de Kernel (ou reinstalar o último) para eliminar mensagens e demoras no Boot.

Ao que parece, incorporam na “imagem” inicial a identificação UUID da partição Swap montada pelo /etc/fstab.

__________
(*) - Menu de inicialização se refere sempre ao Grub controlado pelo Mageia, para carregamento de todas as distros. — Por esse motivo, o Mageia costuma ser carregado por último, para que seu Grub incorpore todas as eventuais atualizações das demais distros. — Por segurança, o Grub do openSUSE também gera um segundo Menu de inicialização, mas não foi necessário usá-lo (bastaria selecionar o 2º HDD como “Dispositivo de Boot”, no BIOS Setup).

Boot, grub-install & adduser / useradd


Boot e Login como Root no tty2

19:52 - O Menu de inicialização* ainda apontava a antiga partição (UUID) e o antigo Kernel 4.9.37 do Slackware. — Teclado “e” para editar. — Alterado para Kernel 4.14.35. — “Ctrl+X” para executar.

Contra toda expectativa, carregou, — mesmo com UUID errado.

19:54 - Tela de Login gráfico (SDDM) do Slackware, — mas ainda não existia conta de Usuário.

19:55 - Acessado tty2 (Ctrl+Alt+F2), — e feito Login como Root.

Instalação do Grub e criação da conta de Usuário

20:01 - Instalação do Grub, — necessário para que o Grub do Mageia extraia os dados corretos.

20:16 - Criação da conta de Usuário pelo comando useradd. — Melhor seria adduser, — interativo, e bem mais amigável.

20:17 - Login gráfico (SDDM).

Slackware, enfim, logado como Usuário, em sessão Plasma 5 KDE

20:18 - Sessão Plasma 5 KDE carregada, — indicando 23:18 (UTC).

20:19 - Alteração do Fuso horário.

20:21 - Configuração do Spectacle.

20:22 - Sincronização NTP (pool.ntp.org).

Configurações do KDE


KDE Spectacle: salvar (com a hora correta) no Pendrive, provisoriamente

Seguem-se configurações corriqueiras:

20:24 - Dolphin: view properties
20:26 - Wallpaper
20:28 - Konsole: yellow transparency
20:29 - Chromium - oops KWallet
20:35 - Taskmanager
20:35 - Bash: date History
20:38 - Spectacle: Pendrive
20:38 - clean Desktop: Home, Trash
20:39 - Gwenview: Q to Quit
20:41 - Dolphin Toolbar
20:42 - Dolphin KWin: Size, Position
20:42 - System settings original
20:42 - System settings Icon view
20:45 - Keyboard ABNT2 (pt_BR): 3rdLevel
20:45 - Compositor - XRender
20:47 - Removable devices: Automount external SSD partitions
20:48 - disable KWallet

Desabilitada “Pesquisa de arquivos”

20:48 - disable File search

Desabilitando buscas indesejadas

Desabilitando busca de Contatos do PIM

21:02 - SDDM: Auto Login

Desabilitando carregamento automático de alguns serviços em segundo plano

21:03 - Background services
21:05 - Shortcuts PrintScreen
21:06 - Desktop effects
21:07 - Screen Corners Edges
21:07 - disable Screen Locker
21:08 - Power Management
21:08 - Screen Energy Saving: 5 min
21:09 - Theme: Maia transparent
21:10 - Window decorations: Transparent Oxygen
21:11 - KInfocenter: KWin settings

Substituição do ícone do Manjaro, — trazido pelo tema Maia transparent

21:12 - Menu icon: Slackware
21:14 - KSysguard: no Akonadi process found
21:16 - KSysguard transparency
21:29 - Reboot: Fade

Menu de inicialização


Atualização do Menu de inicialização (Grub), pelo Mageia

Por fim, foi atualizado o Menu de inicialização* da máquina, — pelo Grub do Mageia, — e conferido pelo editor interno do Midnight Commander (mcedit).

Desmontando o Pendrive para desplugar, — e acabar com as mensagens de alerta a cada Boot

21:43 ~ 23:46 - Teste de Boot do Devuan, Manjaro, antiX, Arch, Slackware, PCLinuxOS, Debian, KDE Neon.

Só então lembrei de desplugar o Pendrive (com os arquivos trazidos da sessão Live), — que causava advertências meio assustadoras (e talvez demoras) durante o Boot, — o que, a princípio, confundiu o diagnóstico do verdadeiro problema:

No Caching mode page found
Assuming drive cache: write through

Montagem de partições adicionais


Montagem automática pelo System settings só funcionou para o SSD externo (USB)

Tal como no Debian e no Devuan, a montagem automática pelo “System settings > Removable devices” só funcionou para as partições do SSD externo (USB), — e assumiu este padrão de caminhos (path):

/run/media/$USER/[Label]

Construção manual de blocos em /etc/fstab para montagem automática das partições adicionais

A montagem das partições dos HDDs internos teve de ser construída, manualmente, no arquivo /etc/fstab, — com o parâmetro “user”, para dispensar autenticação, — e caminhos simplificados, no padrão:

/media/[Label]

Isso foi muito simplificado pelo padrão regular dos rótulos (Label), — e pelo modo de Edição > Seleção de blocos, do Kate, — chamado pelo Dolphin em modo Root (Menu > System > File manager - Super User Mode).

Criação dos pontos de montagem para as partições adicionais

Para funcionar, ainda era necessário criar manualmente os pontos de montagem, — o que também foi facilitado pelo padrão regular nos rótulos (Label).

PIM, Baloo, Akonadi


Finalizar 16 processos Akonadi, — antes de iniciar a instalação

Entre as configurações feitas na sessão Live, — durante a etapa automática da instalação, — registra-se a finalização de 16 processos Akonadi.

Nenhum processo PIM, Baloo ou Akonadi, — embora não tenham sido removidos da instalação

Não há qualquer indício de que qualquer configuração da sessão Live se tenha transferido para o Slackware instalado no HDD, — mas tampouco nenhum desses processos jamais foi visto em atividade, depois da instalação.

Tal como em várias outras distros, — das quais não foi necessário remover pacotes do PIM, Baloo, Akonadi, — parece que bastaram as Configurações do KDE (System settings) para mantê-las inativas.

Consumo inicial de Memória RAM, — sem HP, — e sem interferência do KDE Spectacle

O consumo inicial de Memória RAM fica em torno de 401 ~ 406 MiB, com o notificador HP no Painel, — e 369 ~ 371 MiB após fechar o notificador HP.

O recurso do KDE Spectacle em retardo (delay) para flagrar uma camada ou menu de contexto eleva o uso inicial de Memória RAM a 455 MiB, — o que o torna inútil para flagrar números reais, — mas infelizmente o gnome-screenshot não foi encontrado no Slackbuilds.

Com poucas dependências (ou talvez nenhuma), gnome-screenshot é um forte candidato a se procurar código-fonte e treinar compilação & chmod +x.

Conky


Caminhos para obter Conky no Slackbuilds, — anotados há meses, — e sempre adiados

Já ia fazer um ano que a instalação do Conky estava na lista de coisas a fazer, — “bastava” baixar do Slackbuilds o Conky, bem como o imlib2 e o tolua++, e depois fazer algumas coisas, — que ainda não sabia bem quais eram, mas tinha esperança de entender.

A terminologia é meio assustadora, — “compilar os builds”… “dar permissão de execução para os scripts”… chmod +x… — tudo isso, três vezes.

E sempre fica alguma dúvida, — sobre algum detalhe “óbvio” (para quem explica).

\\\\

Em boa hora, resolvi pesquisar mais um pouco, e encontrei esses 3 pacotes (+Lua) já devidamente “construídos” e prontos para instalar.

Bastou descomprimir, — entrar no diretório onde foram parar os arquivos e pastas descomprimidos, — e rodar 1 comando:

2018-06-03_22-48-46 # installpkg *.tgz

O simples fato de “ver” a disposição dos arquivos e pastas eliminou várias dúvidas sobre essa parte do processo.

Agora, basta exercitar o chmod +x, e outras etapas anteriores, — por exemplo: quando você não encontra o que deseja, — e precisa começar pelo código-fonte.

Adaptação do ~/.conkyrc original

Ao configurar o antiX, pela primeira vez utilizei a parte de configurações do arquivo (oculto) ~/.conkyrc “original”, — ao invés de “trazer” de uma das outras distros um ~/.conkyrc já personalizado, — mas dessa vez, o “original” deu trabalho para aproveitar.

Já fazia tanto tempo que me limitava a reaproveitar cópias pré-configuradas, que nem lembrava mais qual parâmetro soluciona cada detalhe.

Comparação do ~/.conkyrc original com a versão editada, pelo KDiff3 do KDE Neon

Uma comparação feita mais tarde pelo KDiff3 (no KDE Neon) identificou exatamente o quê foi preciso adaptar.

Fontes Verdana instaladas a partir do Wine de outras distros, pelo KDE System settings


Após instalar fontes Verdana:

xftfont Sans:size=10
>>
xftfont Verdana:size=8

Adaptação às cores e formas do Wallpaper, — maior ou menor destaque contra o fundo:

xftalpha 0.2
>>
xftalpha 0.8

Para obter transparência, desencavalar (sobreposições) e dar fluidez no tempo:

# own_window_argb_visual yes
>>
own_window_argb_visual yes

Para reposicionar:

alignment top_right
# alignment bottom_left
>>
# alignment top_right
alignment bottom_left

Para exibir corretamente caracteres UTF8:

override_utf8_locale no
>>
override_utf8_locale yes

Para que as janelas não grudem, ─ já que “yes” não foi aceito:

use_spacer yes
>>
use_spacer right

A seção “TEXT” foi trazida de outros ~/.conkyrc (backups).

Obs.:

Na maioria dos demais Conkyrc venho usando:

xftfont verdana:pixelsize=10

No antiX, inovei:

xftfont Verdana:pixelsize=11

E no Slackware também fiz outra inovação:

xftfont Verdana:size=8

A ver (calcular): — A proporção exata (matemática) entre “size” e “pixelsize”.

Quadro comparativo


Comparativo das distros instaladas em 10 Jun. 2018

O comparativo ressalva que o Slackware ainda não está sendo atualizado regularmente, — pois isso não é tarefa banal, como nas outras distros instaladas. — Carece estudar mais.

Wallpapers e Busca no Dolphin


Detalhe (crop) de uma foto do céu de Brasília

Foram testadas várias fotos (próprias) do céu de Brasília, — com diferentes formações de nuvens, desde 2003, — em especial, as que flagram rastros de condensação em elevada altitude, nas asas de jatos que fazem rotas sem escala, aproveitando a infraestrutura de suporte à navegação.

Localização rápida de fotos digitais feitas desde 2003, pelo Dolphin

Localizar tais imagens no meio de 25.000 fotos digitais tiradas desde 2003 é mais fácil do que parece, — desde que em cada grupo de fotos exista pelo menos uma renomeada com o acréscimo de palavras como “nuvens”, ou “aviao”; — e muito rápido pela Busca (CTRL+F) do Dolphin, mesmo desabilitando o “File search” (System settings) desde o primeiro dia, em todas as distros.


Uma busca por “Bird” na partição “Armazem1”, — pelo Dolphin, — examina os nomes de 485.000 arquivos (de todos os tipos) em pouco menos de 1’20’’.

\\\\

É claro que isso pode ser feito em apenas 2 segundos, por comando, — mas sem a mesma rapidez posterior, de visualização das imagens, exame dos dados Exif, — e imediata abertura pelo Gwenview ou pelo Gimp:

# cd /media/Armazem1/
# date && ls -R | grep Esplanada && date
qua jun 6 13:46:45 -03 2018
Catedral-Brasilia-Esplanada-cotidiano.shtml
Esplanada-Ministerios
Esplanada-Ministerios-1959-estruturas-metalicas.shtml
...
ligacao-Esplanada-Ponte-JK.shtml
x-vert-Esplanada-Ferroviaria.htm
PPCUB-Esplanada-Ferroviaria-Brasilia.jpg
aeroporto-Vera-Cruz-aerea-Esplanada-Ferroviaria-Brasilia.jpg
patio-ferroviario-Brasilia-Esplanada-Ferroviaria.jpg
patio-ferroviario-Brasilia-SIA-SIN-Esplanada.jpg
qua jun 6 13:46:47 -03 2018

\\\\

Na prática, basta procurar em duas pastas, — /media/Xtudo/Fotos-digitais (2016-2018) e /media/Armazem1/Fotos-digitais (2003-2015), — que somam menos de 25.000 arquivos.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


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