segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” (daily-build)

Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” (daily-build) instalado e atualizado

Imagens ISO “diárias” (daily-builds) da versão seguinte do *buntu começam a ser feitas poucos dias ou semanas após o lançamento mais recente, — e de início se parecem muito com ele. — Mas logo começam a se distanciar, como se fossem de uma “rolling” distro, evoluindo a olhos vistos, até as vésperas do lançamento final.

Kubuntu 19.04 em sessão Live da “daily-build” de 23 Nov 2018

Na sessão Live, a imagem ISO do dia 23 Novembro se apresentava com KDE 5.13.5, Frameworks 5.50 e Qt 5.11.1.

Estado das distros instaladas e resultados já obtidos em cada uma, em 28 Nov 2018

Apenas 5 dias depois de instalado, já apresentava KDE 5.14.4, Frameworks 5.52 e Qt 5.11.2, — os mesmos do Arch Linux e do PCLinuxOS.

Índice


  • Instalação mínima
  • Configuração
  • De volta ao Kernel 4.4
  • Observações
  • Wallpaper

Instalação mínima


Verificação sha256sum da imagem ISO do Kubuntu 19.04 daily-build

Essas imagens ISO diárias do próximo Kubuntu 19.04 podem ser baixadas do site oficial. — Sua integridade foi testada pelo sha256sum e a seguir foi “queimada” em DVD, para guardar sem ocupar um Pendrive.

Inglês + Teclado ABNT2 para contornar crash do Instalador do Kubuntu 19.04

Nas primeiras tentativas, o Instalador quebrou 2 ou 3 vezes, com as opções de Idioma: Português do Brasil + Teclado: Português do Brasil, — mas funcionou bem com Language: English + Keyboard: Portuguese (Brazil).

O motivo pode ter sido alheio à distro, — mas esse tipo de problema já ocorreu há 2 anos, — e uma das indicações, naquela época, apontava a seleção de outro idioma (non-English) como possível causa.

Contornado esse problema, a fase manual (interativa) da instalação começou às 20:53 e se estendeu até 21: 29, sem muita pressa:

  Time   Diff   Event
  
  20:53         Installer - Lang English
  20:53         Keyboard - pt_BR
  20:53         Software
  21:22    28’  Disk setup
  21:28     5’  Partitioning - Summary
  21:29         TimeZone (creating ext4 root partition)
  21:29         User info (creating ext4 home partition)
  21:30         Slideshow (copying files: 17%)
  21:43    13’  Configuring hardware (dpkg-reconfigure)
  21:45     1’  Slideshow (grub-mount, os-prober)
  22:04    18’  Finished
  
  01:10  1h10m  Total (Diff, Sum)

A demora de 28 minutos entre as opções de Software e a apresentação das opções de Particionamento (Disk setup) deve-se à existência de 41 partições, com 11 distros a serem detectadas (scanning devices), — ou talvez à existência de alguma partição problemática.

É um caso bastante específico de hardware & multiboot. — Demoras semelhantes têm se registrado em outras instalações, como as do Kubuntu 18.04 Bionic Beaver e do Manjaro 17, por exemplo; e falha total de Grub2 ao instalar o PCLinuxOS.

Os 5 minutos das opções manuais de Particionamento devem-se, em grande parte, à necessidade de des-selecionar 11 partições Swap, — para não serem automaticamente utilizadas pelo Kubuntu 19.04.

Instalação mínima do Kubuntu 19.04 (daily build), com atualizações e software de terceiros

Na etapa de “Software”, foi escolhida a Instalação mínima (Minimal installation), — sem KDE PIM, — bem como as opções de baixar atualizações durante a instalação; e de instalar software de terceiros.

Sumário do particionamento manual para instalação do Kubuntu 19.04

Escolhido Particionamento manual, — foram des-selecionadas 11 das 12 partições Swap existentes, — e selecionadas as partições raiz e /home (formatar ambas).

Foi dada especial atenção à escolha do “disco” SSD externo sdd para instalar o carregador de partida (Boot loader), — uma vez que não existe opção de não instalá-lo, — para preservar o Menu de inicialização da máquina, cujo carregador está no sda.

Fica claro que se trata de particionamentos MBR, — e sem partições /boot separadas.

Localização de “Linux11”, de “Home11” e de “Swap11” no particionamento dos discos

As partições escolhidas formam o “Slot 11”, — uma partição-raiz, uma partição /home e uma partição Swap, — para evitar interferências mútuas entre as distros instaladas, ou a serem instaladas no futuro.

Os instaladores de algumas distros alteram o identificador UUID da partição Swap. — Se ela fosse compartilhada, isto com frequência exigiria correção manual do /etc/fstab das distros instaladas antes. — Em várias distros, também seria necessário redefinir resume=UUID no arquivo /etc/default/grub (seguido de update-grub).

Fase final da instalação, com demoras de grub-mount e de os-prober

Devido às outras 11 distros instaladas, era esperada uma demora extra de 15 a 30 minutos na fase final da instalação, — geração do Grub, — por isso, o processo foi deixado a correr sozinho daí por diante.

No entanto, nem foi tão demorado. — Acabou às 22:04, como foi constatado depois.

Arquivos do /var/log/ copiados antes de rodar o Kubuntu 19.04 instalado

O arquivo /var/log/apt/history.log indica o início e o fim da instalação de pacotes em uma faixa de 21 minutos:

  Start-Date: 2018-11-23  21:43:15
  End-Date:   2018-11-23  22:04:05

Observa-se que 22:04 também é a hora final do Log do Instalador.

Atualização do Grub pelo Mageia, para inclusão do Kubuntu 19.04 “Disco Dingo”

No dia seguinte, foi atualizado o Menu de inicialização da máquina, — pelo Grub do Mageia, — para detectar e incluir o Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” (daily build).

Desabilitando os-prober do Kubuntu 19.04

Ainda no Mageia, foi editado o /etc/default/grub do Kubuntu 19.04, para desabilitar os-prober.

Não faz sentido que todas as distros percam tempo detectando as demais, — a cada vez que recebem uma atualização do Grub ou do Tema do Grub. — Basta que cada distro mantenha atualizadas suas próprias entradas de Menu (ao atualizar o Kernel), para serem lidas pelo Grub do Mageia.

Kubuntu 19.04 no Menu de inicialização gerenciado pelo Mageia

Por fim, foi carregado o Kubuntu 19.04 instalado, — para testar se estava tudo bem, e iniciar as configurações.

Configuração


Desativação das “unattended-upgrades” no Kubuntu 19.04 instalado

A primeira providência foi desativar as atualizações silenciosas, invisíveis, de unattended-upgrades, — TAB para passar de Yes para No, — e Enter:

  sudo dpkg-reconfigure unattended-upgrades

Em seguida, atualizar as informações dos repositórios, — e instalar o Synaptic:

  sudo apt-get update
  sudo apt install synaptic

E datar os comandos, — coisa que deveria ser a primeira de todas:

  echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
  source ~/.bash_profile

Informações do Synaptic no início da primeira sessão do Kubuntu instalado

A prática adotada é rodar o comando apt update no início do dia, — mas usar o Synaptic para atualizar, instalar, remover pacotes, — e aproveitar seu Histórico, que pode ser pesquisado, copiado, reaproveitado com muito mais facilidade do que arquivos de Log na partição-raiz.

Logo no primeiro momento, o Synaptic indicava 1.901 pacotes instalados (inclusive ele mesmo + 7 dependências); 118 pacotes Auto-removíveis; 9 pacotes Obsoletos; e 85 pacotes Recomendados: faltando.

Naturalmente, é preciso dar um desconto. — Jogo de Paciência, por exemplo, nem sempre é recomendável, — e é bastante discutível, o apt / Synaptic dizer que faz falta.

No primeiro momento, o Synaptic foi usado apenas para fazer as atualizações já detectadas, — 166 pacotes, além de 10 novos a serem instalados e 1 a remover. — Só uma hora mais tarde começaram a ser manualmente instalados outros pacotes.

Registros principais do Histórico do Synaptic, — desde o primeiro momento:

  Nov 24
 
  07:43:06 - Atualização inicial (166 packages +10 -1)
  08:52:29 - conky-all
  08:57:48 - lm-sensors
  08:59:55 - ttf-mscorefonts-installer
  09:06:45 - chromium-browser
  09:49:57 - gnome-screenshot
  09:59:43 - krename
  10:17:45 - kdegraphics-mobipocket
  10:29:51 - marble
  10:34:50 - calligrawords, calligrasheets
  10:39:28 - gimp (2.10.8-1)
  10:47:43 - xsane
  11:13:30 - kamera
  12:54:45 - libreoffice
  13:04:40 - completely remove: Obsolete (-8)
  13:06:28 - completely remove: Auto Removable (-62)
  13:48:36 - remove: PackageKit, Plasma Discover
  14:12:25 - QApt - missing Lang packs
  16:00:46 - gparted
   
  Nov 25 20:30:28 2018 - Frameworks 5.52 (I)
  Nov 26 12:32:49 2018 - Frameworks 5.52 (II)
  Nov 27 10:22:42 2018 - Frameworks 5.52 (III)
   
  Nov 27 10:26:50 2018 - screenruler

  Nov 28 15:30:12 2018 - KDE 5.14.4 (I)
  Nov 29 10:10:46 2018 - KDE 5.14.4 (II)

  Nov 29 10:51:12 2018 - midnight-commander (mc)
  Nov 29 10:52:08 2018 - htop
  Nov 29 10:52:53 2018 - screenfetch

Fica claro que quase a metade dos pacotes “Auto-removíveis” deixaram de sê-lo, — talvez, porque não devessem fazer parte da “Instalação mínima”, — mas se tornaram úteis após a instalação do Marble, Calligra, Kamera, LibreOffice etc.

Habilitando a montagem automática de partições dos HDDs internos

Porém, antes de começar a instalar e remover pacotes de software, foram feitas várias configurações do KDE, — por questões de hábito e gosto pessoal:

  07:50 - System settings - configure - Icons mode
  07:51 - Workspace behavior - Single click
  07:51 - Active screen Corners & Edges - disable
  07:52 - Screen locking - disable
  07:52 - Keyboard - Turn on NumLock on KDE startup
  07:53 - Keyboard - Third level - Left-Win
  07:53 - Compositor (OpenGL 2.0) > XRender
  07:54 - Removable storage media - Automount (HDDs)
  07:56 - KDE Wallet - disable
  07:57 - Clock appearance - show Date
  07:58 - Numeric, currency and time formats - pt_BR
  07:58 - File search - disable
  07:59 - Restore manually saved session
  08:00 - PrtScn shortcuts (Spectacle)
  08:02 - Color scheme Breeze - DON'T apply to non-Qt applications
  08:05 - Restart - Automount - Ok

Antigamente, o clique-único era configurável na seção do Mouse, — mas em tempos recentes foi levado para a seção de Comportamento da área de trabalho, pois na verdade também diz respeito a Touchpads e Touchscreens.

Mesmo com o Teclado configurado para ABNT2 (pt_BR), ainda é necessário definir manualmente o acesso ao Terceiro nível, — coisas como « m³ km² © € £ ½ ¼ » etc., — e habilitar NumLock.

Todas as distros instaladas com KDE nesse hardware, há vários anos, automaticamente se configuram para usar Compositor OpenGL 2.0, — mas isso deixa a tela meio “nervosa”, — e várias vezes impediu a transparência do Conky.

A montagem automática de partições pelo KDE tem funcionado sem problemas no Kubuntu (e no KDE Neon, no Mint KDE), sem necessidade de mexer com autorizações. — Todas as partições habilitadas ficam automaticamente disponíveis para leitura e gravação, — desde que suas pastas e arquivos “pertençam” ao mesmo usuário / grupo 1000:1000 (e com senha, arquivos de sistema das demais distros).

Configuração de formatos Numéricos, monetários e de data / hora (pt_BR)

Embora possa conviver muito bem com todos os menus e aplicativos em inglês, — o que até ajuda a comunicação em foruns internacionais, — não há como abrir mão dos formatos brasileiros de data, hora, moeda, separadores decimais etc.

Infelizmente, isso parece ter acionado a tradução em português dos menus de vários aplicativos, — além de disparar sucessivas reclamações de que os pacotes de suporte a Idioma estavam incompletos (adiante). — Aparentemente, os principais aplicativos do KDE reagem automaticamente à escolha dos “formatos” regionais.

A chamada Pesquisa de arquivos (Filesearch) já consumiu muita RAM e CPU, durante anos, — até descobrir que não faz nenhuma falta, para Buscas simples (Dolphin) ou avançadas (KFind). — Desde então, sempre desabilito essa indexação.

Por padrão, o KDE do Kubuntu veio configurado para “Restaurar a sessão anterior”, — e se você esquece de fechar o Dolphin minimizado (ou outro aplicativo KDE), ele reaparece ao iniciar a próxima sessão, tal como estava antes, o que é muito prático, para retomar o trabalho do ponto onde parou na véspera. — Ao optar por “Restaurar sessão salva manualmente”, o menu de saída passa a exibir a opção de “Salvar sessão”, e com isso você pode estabelecer uma sessão padrão, invariável (para monitorar o uso inicial de Memória RAM, por exemplo).

Nesse ponto foram apenas invertidas as teclas de atalho — PrtScn para capturar e salvar silenciosamente; Shift-PrtScn para abrir o diálogo do Spectacle, — até instalar o Gnome-screenshot.

Desabilitando aplicação de cores do KDE em aplicativos não-Qt

Desabilitar a aplicação do esquema de cores do KDE em aplicativos não-Qt, — como Gimp, — evita que eles apresentem camadas ilegíveis de dicas etc.

Ao reiniciar o computador, as partições dos HDDs internos já foram automaticamente montadas, — mas não as do SSD externo (USB), — que em outras distros dispensam habilitação específica.

Configuração do Gerenciador de tarefas (Task manager): sem dicas, sem rolagem, ordem manual

  08:16 - Kate - open last used session
  08:27 - Task manager - config
  08:28 - Dolphin - Preferences - startup folder
  08:30 - Dolphin Previews - config
  08:36 - Gwenview - config
  08:39 - Wallpaper
  08:53 - Conky - beginning
  05:55 - Automount external SSD (USB) partitions
  09:10 - KSysguard - Akonadi, Baloo, PIM - none
  09:21 - Chromium - Video - Ok
  09:28 - Maia transparent (Theme)
  09:30 - Transparent-oxygen (Windows decoration)
  09:37 - Menu icon - KDE
  09:39 - Restart - Automount - Ok
  09:43 - Save Session - only Conky

A configuração do Kate para “Carregar a última sessão usada” é muito útil, quando se trabalha com vários textos, por vários dias seguidos (ou sempre, no caso do .conkyrc e do “histórico de pacotes”). — Salve uma “sessão” do Kate, dê a ela um nome relevante, — configure o Kate para abrir a última sessão, — e sempre que o abrir de modo direto, ele exibirá os mesmos textos de antes.

Isso não acontece se você o abrir por clique em um arquivo específico. — Neste caso, basta “Abrir sessão”, Enter, e voltam os textos anteriores. — Então, torne a clicar no arquivo específico, e ele se soma aos demais.

Foram desabilitadas as “dicas” do Gerenciador de tarefas, com seus retângulos enormes, — bem como a rolagem entre os aplicativos. — A ordenação manual permite organizar os aplicativos na Barra de tarefas, conforme preferir.

Estado inicial das pré-visualizações do Dolphin

Com o Dolphin já bastante personalizado, foi feito um registro das pré-visualizações originais, — a serem ampliadas mais tarde (adiante).

A montagem automática das partições dos HDDs internos já permite a configuração da partição /XTudo como “página inicial”. — É ali que estão os arquivos mais usados.

A configuração inicial do Gwenview se resume a fechar o painel lateral (F4); ampliar sua janela para uma boa visualização de imagens, — e definir Esc para Sair (ou Q, se não for possível). — Mais adiante, a Barra de ferramentas também será simplificada, com apenas “Ajustar”, “100%” e as setas de Anterior e Próximo.

Montagem automática de partições do SSD externo (USB), — mesmo se conectado depois

De volta às Configurações do sistema (KDE System settings), foi habilitada a montagem automática também das partições do SSD externo (USB), — tanto no início de cada sessão, quanto no caso dele ser plugado mais tarde.

Isso foi feito ainda na fase inicial de adaptação de um arquivo ~/.conkyrc trazido do LMDE 3 Beta, — que estava instalado, antes, no mesmo “Slot 11”. — Manter o ~/.conkyrc da distro instalada antes no mesmo “slot” facilita aproveitar o bloco inferior, com os caminhos (path) das 41 partições, com poucos ajustes (busca e substituição automática).

Reaplicação do ícone KDE ao Menu após o tema Maia transparent (Manjaro)

Após aplicar o tema Maia transparent (proveniente do Manjaro), — além da decoração de janelas Transparent oxygen, — era necessário restabelecer o ícone do KDE no Menu.

A essa altura, o Conky já tinha sido fechado e reiniciado (pelo Konsole), — após a instalação das fontes Verdana (ttf-mscorefonts-installer), — que mantêm certo espaçamento “semi-mono”, para alinhamento das colunas com números, pontos e letras.

Com as fontes Verdana, também aumenta o espaçamento vertical, — e falta ajustar o tamanho das letras no alto, para ganhar espaço embaixo.

Salvar sessão, — opção criada por “Restaurar sessão salva manualmente”

Pelo KSysguard, foi confirmado que nenhum processo PIM, Baloo, Akonadi está carregado, — uma boa consequência da “Instalação mínima” (bem como, de desabilitar Pesquisa de arquivos).

Desde então, o Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” tem iniciado em cerca de 1’30’’, usando cerca de 422 MiB de Memória RAM.

Enfim, “Salvar sessão”, — com apenas o Conky rodando, — para fixar uma “sessão-padrão”, e monitorar o uso inicial de Memória RAM.

Criação de comandos (gnome-screenshot) para teclas de atalho PrtScn e Shift-PrtScn

Ao iniciar nova sessão, as partições do SSD externo também já são automaticamente montadas, — o que se reflete no Conky.

Com a instalação do gnome-screenshot, foram desativados os atalhos do KDE Spectacle — e criados atalhos personalizados para os comandos:

PrtScn

gnome-screenshot -p -f "/PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Kdb.jpg"

Shift-PrtScn

gnome-screenshot -p -d 7 -f "/PATH/$(date +%F_%H-%M-%S)_Kdb.jpg"

onde -p inclui o ponteiro do Mouse; -d 7 dá um retardo (delay) de 7 segundos para abrir Menus; -f manda salvar automaticamente (sem diálogo) em um arquivo nomeado por data + hora + sufixo indicador da distro (Kdb); e .jpg define o formato.

  09:51 - Gnome screenshot
  10:01 - Dolphin - Previews
  10:32 - Synaptic clean cache
  10:36 - Dolphin - Previews

Pré-visualizações obtidas no Dolphin, — exceto de arquivos ePub

Dos pacotes requeridos para a pré-visualização de arquivos no Dolphin, já vieram com a “instalação mínima” do Kubuntu 19.04:

  kio extras
  libkf5baloowidgets bin
  kimageformat plugins
  kdegraphics thumbnailers
  ffmpegthumbs

O pacote “kdesdk-thumbnailers” não estava instalado, — mas como a pré-visualização de arquivos de vídeo funcionava sem problemas, deixei assim mesmo.

Resultado inferior, apenas, ao Mageia e ao PCLinuxOS, ambos .rpm

Foram instalados, e funcionaram:

  10:17:45 - kdegraphics-mobipocket
  10:29:51 - marble
  10:34:50 - calligrawords, calligrasheets (13 packages)

O Synaptic não encontrou “kde-thumbnailer-epub” nos repositórios, — mas isso era previsível.

O resultado iguala o que foi obtido no KDE Neon (16.04), Debian testing, openSUSE Leap, Slackware (by AlienBOB), Arch, Fedora 28, — ou seja, as distros com KDE 5.12 em diante.

Esvaziar e manter vazio o cache de pacotes instalados pelo Synaptic

Durante o exame dos pacotes de pré-visualização do Dolphin, finalmente lembrei de configurar o Synaptic para apagar os pacotes baixados, após instalar, — e fazer a limpeza imediata do cache de pacotes instalados até aquele momento.

Impossibilidade de copiar fotos do celular, por cabo USB

Falhou a primeira tentativa de copiar as fotos do celular por cabo USB, — problema já conhecido, quando se tenta a opção com maiúsculas em “Gerenciador de Arquivos”.

Fotos copiadas do celular, após instalar o Kamera

Após instalar o Kamera (11:13), surgiu a opção de abrir com “gerenciador de arquivos” (em minúsculas), — que é a que costuma funcionar.

Renomeando as fotos de celular pelo KRename

Com a instalação do KRename, as fotos foram renomeadas no mesmo formato das Capturas de tela e do Histórico de comandos: — YYYY-MM-DD_HH-mm-SS_NL — onde o sufixo indica a câmera (Nokia Lumia).

Instalando pacotes de suporte a Idioma, reiteradamente reclamados por insistentes Notificações

Desde a configuração de formatos Numéricos, monetários, data e hora para pt_BR (7:58), os Menus de vários aplicativos passaram a ser exibidos em Português, — e o sistema começou a reclamar que os pacotes de Idioma estavam incompletos. — Pode ter sido só coincidência, claro.

No início da tarde, finalmente foram atendidos os insistentes reclamos da Área de notificações, — no sentido de instalar os pacotes faltantes do Suporte a idioma.

De volta ao Kernel 4.4


Experiência com Kernel 4.4.139 no Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” (daily-build)

Uma vez que o Chromium parece incapaz de lidar bem com “Páginas” do Facebook (e mais alguns fenômenos) com qualquer Kernel posterior ao 4.4, foi iniciada uma experiência, — já testada no Kubuntu 18.04 (dica Diolinux), — agora com o Kernel 4.4.139.

Opções de Kernel 4.4 do Ubuntu

Na página de Kernels do Ubuntu, encontram-se as versões desde v4.4.1-wily (2016-07-05) até v4.4.165 (2018-11-27), além das versões “rc”, — mas foi escolhida a v4.4.139 (2018-07-03), na suposição de que corresponda ao 4.4.0-139 que chegou ao Kubuntu 16.04 (+ KDE Neon 16.04, Mint 18 KDE) há cerca de 2 semanas.

Será que de fato corresponde? A verificar. — A única certeza, é de que não vão chegar atualizações, “espontaneamente”. — Se for mantido, será preciso repetir o processo, com certa regularidade, — ou descobrir um modo de adicionar esse PPA (e ajustar mais alguns parâmetros), para automatizar as atualizações.

Instalação do primeiro pacote do Kernel 4.4.139, — pela ordem alfa-numérica

Instalação do terceiro pacote do Kernel 4.4.139, — pela ordem alfa-numérica

Dos pacotes oferecidos na pasta específica v4.4.139, foram baixados:

linux-headers-4.4.139-0404139_4.4.139-0404139.201807030736_all.deb
linux-headers-4.4.139-0404139-generic_4.4.139-0404139.201807030736_amd64.deb
linux-image-4.4.139-0404139-generic_4.4.139-0404139.201807030736_amd64.deb

que pela ordem alfa-numérica já se colocam na sequência em que serão instalados.

Verificação dos pacotes não-livres instalados no Kubuntu 19.04

Lembrando que, — antes de fazer a instalação do Kernel, — convém remover quaisquer drivers proprietários, para evitar problemas...

Gerenciador de drivers, — faltou um “não”, ao traduzir para o Português

... mas não existem drivers proprietários, nesse computador.

Onde se lê “precisa”, leia-se: — “Seu computador não precisa de drivers proprietários”.

Atualização do Grub, para detectar o Kernel 4.4.139

Em seguida, o Grub foi atualizado, — para detectar o Kernel 4.4.139. — Coisa rápida, uma vez que os-prober está desabilitado.

Atualização do Menu de inicialização da máquina, pelo Grub do Mageia

Com isso, o Grub do Mageia já encontra elementos para atualizar o Menu de inicialização da máquina.

Seleção do Kernel 4.4.139 nas Opções avançadas do Grub, — e seleção automática no Boot seguinte

O primeiro Boot do Kernel 4.4.139 demorou 1’55’’ e o Conky indicou pequena redução no uso inicial de Memória RAM, — 389 MiB, cerca de 1 minuto após o pico inicial (KDE, Conexão).

Cerca de 4 horas mais tarde, a máquina foi reiniciada, — e o Kubuntu 19.04 / Kernel 4.4.139 carregou em 1’30’’, com uso inicial de 387 MiB.

A opção de carregar automaticamente a última seleção, — no Grub do Mageia, — facilita continuar o teste do Kernel 4.4.139 por tempo indefinido, sem necessidade de remover apressadamente o Kernel padrão.

Navegação relativamente ágil, — apesar do consumo relativamente intenso de CPU

No teste mais simples, — navegar e compartilhar em “Páginas” do Facebook, — essa instalação rápida do Kernel 4.4.139 apresentou resultados um tanto dúbios.

O “consumo” de CPU não foi tão escandaloso, — e de um modo geral, a navegação não ficou devagar-quase-travando, — mas ainda não igualou a “leveza” e agilidade do Kubuntu 16.04 LTS, nem do KDE Neon (16.04), nem do Mint 18 KDE (todos com Kernel 4.4.0-139 dos repositórios oficiais).

Menor “consumo” de CPU e compartilhamento bem mais rápido, em um segundo teste

Em um teste de compartilhamento da postagem de uma “Página”, foram gastos 29’’, entre o clique em “Compartilhar” e a exibição do aviso de sucesso.

Porém, em outro teste, o “consumo” de CPU estava bem menor, — e esse tempo foi de apenas 7’’.

Ver arquivo README e os Patches

Enfim, como a experiência estava só começando, os Patches foram diferidos para melhor ocasião. — Existe, aí, diversão para muitas horas.

Observações


Comparação com as demais distros, em 26 Nov 2018

Uma vez que o veterano Kubuntu 16.04 LTS “Xenial Xerus” é a última versão a funcionar bem nesse hardware antigo, — bem como seus “derivados” Linux Mint 18 e o antigo KDE Neon “Xenial”, — não tenho intenção de substituí-los por versões mais recentes, por enquanto.

Por isso, a instalação do Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” foi feita em outras partições, — só para não perder contato com a evolução do Kubuntu, — e aproveitei para conhecer sua “instalação mínima”, que nunca havia experimentado antes.

Também é uma oportunidade para rever as configurações adotadas nas demais distros, e registrar eventuais diferenças. — Cedo ou tarde, chegará a hora de um hardware mais atual, — em que as distros antigas deixem de ser necessárias.

Até lá, esse esquema de 12 distros em “dualboot” permite usufruir o melhor de 2 mundos, — a confiabilidade das distros mais antigas e os avanços das mais atuais, — além de experimentar distros ainda desconhecidas, durante meses, sem pressa.

A única dificuldade é decidir, pela manhã, qual delas vou usar.

Wallpaper


Seleção retangular na proporção 1280 x 1024, para ampliação gradativa

Foto de Goiás (GO), Brazil, 3 April 2016, by Josue Marinho, originalmente postada no Panoramio e mais tarde preservada na Wikimedia Commons.

Verificação da largura necessária para contraste do Conky

A seleção retangular inicial de 1280 x 1024 pixels foi gradualmente ampliada, — a partir do tema central, ao fundo, — de modo a abranger uma área de sombra, à esquerda, na largura necessária para dar contraste ao Conky.

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.



Kubuntu

domingo, 18 de novembro de 2018

Pequenos problemas do Gimp 2.10

Testando velhos truques no Gimp 2.10 — que chegou ao PCLinuxOS em Maio

Lançado em 27 Abril 2018, o Gimp 2.10 representa um salto enorme, em relação à versão anterior, — o Gimp 2.8, que já ia completar 6 anos, — e lança bases inteiramente novas para a próxima versão 3.0.


Considerando a enormidade do desenvolvimento realizado nesses 6 anos, os problemas observados parecem pífios, — mas o usuário "médio", que mal usava meia-dúzia dos antigos recursos, pode passar alguns sustos, no primeiro momento.

Foi o meu caso, — e o Gimp 2.10 me pegou de mau-jeito, — com pouco tempo para me adaptar a tantas mudanças nos poucos recursos que estava acostumado a usar com 2 ou 3 cliques.

Gimp simplificado


Aprumando uma foto no Gimp 2.8, em 2017

Uso o Gimp para “desentortar” fotos, cortar para um enquadramento mais adequado, filtrar o excesso de infra-vermelho / ultra-violeta, aplicar legendas semi-transparentes com sombra projetada, — outras vezes, para cortar e melhorar alguns mapas, capas de livros, — ou para editar Capturas de tela, colando pedaços copiados de outras.

Adicionando “Camadas” como aba na Caixa de ferramentas

Nada de “profissional”, — muito menos, de “avançado”, — e como isso não exige painel de Boeing, começo por fechar a (Caixa de diálogos?) à direita; esvaziar o excesso de ícones na Caixa de ferramentas (Toolbox); e incorporar a ela o diálogo de Camadas (Layers).

Dois atalhos, — “S” para Salvar como (Save as); e “X” para Cortar para a seleção (Crop to selection) completam a “personalização” do Gimp, para trabalhos rápidos.

Distros mais “conservadoras” permitiram evitar qualquer interrupção do trabalho

Felizmente, tenho várias distros instaladas, — exatamente para evitar interrupções no trabalho (além de me divertir, claro!), — e a distração causada pelas mudanças do Gimp 2.10 afetou apenas 4 delas:

  • PCLinuxOS - 5 Maio
  • Arch Linux - 16 Maio
  • Manjaro - 21 Maio
  • Debian testing - 16 Agosto

Por isso, de Abril até Outubro, me limitei a continuar usando o velho e bom Gimp 2.8 das outras distros, — e só a partir de 29 Outubro separei um tempo para explorar o Gimp 2.10, e me adaptar.

Cadê as configurações?


Antigas configurações em ~/.gimp-2.8/ — e as novas em ~/.config/GIMP/2.10/ (desde 13:30 de 22 Julho)

O primeiro susto foi a desconfiguração geral. — Ao abrir o Gimp 2.10 pela primeira vez, o que se vê é quase que o Gimp "original" de volta, — sem as configurações pessoais, nem os atalhos personalizados.

Na verdade, as antigas configurações continuam no mesmo lugar, — em ~/.gimp-2.8/ — mas agora valem as que são criadas em ~/.config/GIMP/2.10/.

Caixa de ferramentas despersonalizada, — exceto pela aba Camadas, — ao abrir o Gimp 2.10 pela primeira vez

Na verdade, pelo menos parte das configurações foi preservada, — pois ao abrir pela primeira vez o Gimp 2.10, a aba Camadas (Layers tab) continuava incorporada à Caixa de Ferramentas (Toolbox), — e não ressuscitou a (Caixa de diálogos?), à direita.

A nova pasta de configurações é criada ao se abrir o Gimp 2.10 pela primeira vez, — e sua data ajudou a localizar as Capturas de tela daquele espanto inicial, — às 13:30 de 22 Julho:

$ ls -1 | grep "2018-07-22_13-"

2018-07-22_13-31-08_p6-Gwenview-open-with-Gimp-Oops.jpg
2018-07-22_13-31-51_p6-PCLinuxOS-Gimp-2-10-first-session.jpg
2018-07-22_13-32-32_p6-Gimp-2-10-Theme-Gray.jpg
2018-07-22_13-32-39_p6-Gimp-2-10-Theme-Light.jpg
2018-07-22_13-32-47_p6-Gimp-2-10-Theme-System.jpg
2018-07-22_13-33-44_p6-Gimp-2-10-multiple-Toolbox.jpg
2018-07-22_13-33-53_p6-Gimp-2-10-multiple-instances.jpg
2018-07-22_13-36-22_p6-Gimp-2-10-Move-Tool-Ok.jpg
2018-07-22_13-36-47_p6-Gimp-2-10-new-Drop-shadow.jpg
2018-07-22_13-38-05_p6-Gimp-2-10-new-Drop-shadow.jpg
2018-07-22_13-39-29_p6-Gimp-2-10-new-Drop-shadow.jpg
2018-07-22_13-39-55_p6-Gimp-2-10-new-Drop-shadow.jpg
2018-07-22_13-40-06_p6-Gimp-2-10-Unreadable-Tips-text.jpg
2018-07-22_13-46-51_Mt-Gimp-2-8-old-Drop-shadow.jpg
2018-07-22_13-46-57_Mt-Gimp-2-8-old-Drop-shadow-Ok.jpg

Fica claro que, após 15 minutos sem conseguir realizar um trabalho simples, — e documentando o caso em Capturas de tela, — acabou sendo muito mais prático reiniciar o computador, carregar o Linux Mint 19 “Tara”, e terminar o serviço em 1 minuto.

A comprovação cabal de — “para quê, várias distros Linux”. — Você acompanha as novidades nas distros “pioneiras”, sem abrir mão de “ambientes de produção” confiáveis.

Tema asas de corvo


Alternativas ao tema Dark — Gray, Light e System — exploradas em Maio 2018, ao testar o Manjaro

O tema Dark pode ser chocante, para quem usa temas claros (e.g. Breeze), — e de repente vê a tela tomada por janelas da meia-noite, — mas a solução é fácil:

Edit >> Preferences >> Interface >> Theme >> Dark / Gray / Light / System

Sim, o Gimp 2.10 vem com 4 Temas instalados, — e o susto serve para chamar atenção sobre isso. — Até o usuário mais distraído, é obrigado a tomar conhecimento da novidade, nem que seja a fórceps.

Dicas ilegíveis


Dicas ilegíveis no Gimp, — problema comum em aplicativos GTK no KDE com temas claros

O tema "System" parece o mais indicado para, simplesmente, manter coerência com o Tema de sua Área de trabalho, — mas no caso do Breeze isso pode deixar ilegíveis as dicas do GTK.

Desabilite “aplicar cores em aplicativos não-Qt”

Dicas ilegíveis são um caso antigo, — não só no Gimp 2.8, como em outros aplicativos GTK, — e a solução está em:

System settings >> Appearance >> Colors >> [disable] Apply colors to non-Qt apps

Uma vez desabilitado esse item, já se conseguem ler as dicas das aplicações GTK.

Falhas ao selecionar, mover etc.


Falhas ao selecionar, mover etc., devido às opções das ferramentas

Passaram-se meses antes de voltar a usar o Gimp 2.10, — optando por distros que ainda estão com o Gimp 2.8.

Até que, um dia, precisei editar imagens sem sair do PCLinuxOS, — e ocorreram várias falhas ao selecionar e cortar, — bem como ao tentar mover camadas coladas.

Essas falhas talvez não tenham nenhuma relação com o Gimp 2.10. — Acabei percebendo que a ferramenta Seleção retangular (Rectangle select) estava com a opção errada, para a operação pretendida, — e a ferramenta Mover (Move), também.

Foi só fazer a opção correta, e as ferramentas funcionaram conforme esperado.

Em parte, essa distração foi favorecida pela baixa visibilidade dos ícones, — cuja tendência parece ser a de ficarem cada vez mais indistintos, sem cor, quase iguais entre si. — Ótimo, para quem já sabe o que significam, só pela localização.

Temas de ícones


Visibilidade das opções de ferramentas com os temas de ícones Symbolic e Symbolic inverted, no Gimp 2.10

Também nesse caso, o Gimp 2.10 trouxe 4 opções, — Temas de ícones Symbolic, Symbolic inverted, Legacy e Color, — e cada usuário pode escolher conforme seus gostos, preferências, tamanho e resolução de tela, trabalho diurno ou noturno etc.

A mera mudança do Tema Symbolic para Symbolic inverted já aumenta muito a visibilidade dos ícones. — Ficam muito mais nítidas as opções das ferramentas Mover (Move) e Seleção retangular (Rectangle selection), por exemplo.

Legibilidade das opções de ferramentas com Temas de ícones Legacy e Color, no Gimp 2.10

Os Temas de ícones Legacy e Color ampliam ainda mais a percepção dos ícones, — com a aparência a que já estava acostumado. — Talvez esteja fora de moda, usar cores, mas podem ser úteis para identificar as opções com clareza, de imediato.

Estreitamento progressivo da Caixa de ferramentas, enquanto se examinam os Temas de ícones

Curiosamente, a Caixa de ferramentas (Toolbox) vai “emagrecendo” a olhos vistos, à medida que você muda de um Tema de ícones para outro, — até virar uma tripa. — Basta arrastar a borda para restabelecer a largura.

Mudanças de comportamento


Ferramenta Colorizar (Colorize) já não se comporta como antes

No meio de um fluxo de tarefas, pode ser mais importante contar com um comportamento conhecido, — do que com uma pletora de novas e maravilhosas ferramentas, — e desorientação quanto ao uso imediato.

A ferramenta Colorizar (Colorize), por exemplo, já não mistura uma cor, — que servia para destacar toda uma área escolhida. — Agora, ela borra e torna o conteúdo ilegível.

Color >> Colorize

É possível que a solução esteja em uma riqueza de recursos ainda não descobertos, — mas aquela não era a hora ideal para longas leituras e descobertas.

Resultado inicial pífio, com Troca de cores (Color exchange)

Depois de uma exploração rápida, a ferramenta Troca de cores (Color exchange) se mostrou útil para destacar o conteúdo de uma área, — mas, primeiro, foi preciso homogeneizar as cores de fundo (a substituir) — e aumentar o contraste do conteúdo a ser destacado.

Clareando e contrastando o conteúdo a ser destacado

Para eliminar a "sujeira" do fundo (cinza claro), foi excluído o extremo superior dos Níveis de entrada (Input levels), de 255 para 227, — e para elevar o contraste do conteúdo, o extremo inferior foi levado de 0 a 119:

Color >> Levels

Destaque finalmente obtido com Cores >> Mapear >> Troca de cores

Com a área praticamente reduzida a extremos de branco e preto, foi feita a substituição do branco por um tom de amarelo semelhante ao das canetas de destaque de texto:

Colors >> Map >> Color exchange

Não é a solução ideal, pois antes bastava 1 etapa, — e talvez existam soluções melhores, para quem explorar o Gimp 2.10 a fundo, — mas já basta para desenrolar e seguir adiante.

Novas e antigas ferramentas


Diálogo do novo Drop shadow (no alto) e do "legacy" (embaixo, à esquerda)

O "novo" Drop shadow apresenta, não apenas um novo formato de Diálogo, — como novos comportamentos, pouco previsíveis, para quem estava acostumado com o antigo.

Felizmente, o antigo Drop shadow continua disponível, — agora com a ressalva de "Legado" (Legacy), — e funciona conforme o esperado.

Sombra projetada (Drop shadow) fraca, com Camada em modo "Normal"

No entanto, a Sombra projetada (Drop shadow) ainda era mais pálida do que o esperado, — pois foi criada em uma Camada do novo tipo "Normal" do Gimp 2.10.

Sombra projetada com a textura típica do Gimp 2.8, após alterar a Camada para o modo "Legado"

Foi necessário alterar a Camada "Drop shadow", — do novo modo padrão (Default) para o modo "Legado" (Legacy), — para que a Sombra projetada finalmente adquirisse a textura típica do Gimp 2.8.

Incompatibilidade de versões


Incompatibilidade dos novos recursos de Camadas com versões anteriores do Gimp

Além dessa diferença no resultado visual, o novo modo padrão de Camadas também torna os arquivos do Gimp 2.10 incompatíveis com versões anteriores do programa, — que não poderão abri-los.

Esse aviso é dado, — sem um destaque à altura das consequências, — no rodapé do diálogo Salvar.

The image uses features from Gimp 2.10 and won't be readable by older Gimp versions.

Metadata won't be visible in Gimp older than version 2.10.

Layer mode "Normal" was added in Gimp 2.10.

A linguagem também está incorreta, — pois Camada “Normal” sempre existiu. — O que o Gimp 2.10 introduziu, foi um padrão diferente de “Normal”.

Compatibilidade com versões anteriores do Gimp depende de Camadas em modo "legado"

O único modo de salvar arquivos compatíveis com Gimp 2.8 e anteriores, é assegurar que todas as Camadas estejam em modo "Legado" (Legacy), — o que pode ficar chato, em trabalhos com muitas Camadas, pois parece que todas são criadas no novo "modo", — mesmo que todas as Camadas pre-existentes tivessem sido mudadas para o "modo" antigo (embora já tenha visto afirmações em contrário: a conferir).

Arquivos sem pré-visualização


Arquivos sem pré-visualização desde o Gimp 2.9.4-r1, do Sabayon, um ano antes

O aviso de que "Metadata won't be visible" também significa, por exemplo, que as atuais pré-visualizações de arquivos no Dolphin ainda não estão preparadas para lidar com os novos recursos do Gimp 2.10.

Incidentalmente, isso permitiu verificar, “visualmente”, que nenhum arquivo foi editado no Gimp 2.10, — do Manjaro, do PCLinuxOS, do Arch, ou do Debian testing, — até o final de Outubro.

Gimp 2.9.4-r1 no Sabayon, um ano antes do lançamento do Gimp 2.10

Mas a falha das pré-visualizações também permitiu descobrir que essa incompatibilidade já existia em Março 2017, — no Gimp 2.9.4-r1, do Sabayon, — um ano antes do lançamento do Gimp 2.10.

Arquivos XCF v0, v008, v011


Arquivos .xcf salvos em 2008 pelo Gimp 2.2 do Kurumin

Ainda não encontrei no Gimp, nem no Dolphin, qualquer indicação clara de diferentes tipos de arquivos .xcf, — antigos ou novos, — exceto os mais novos não serem pré-visualizados.

Apenas pelo comando file foi possível identificar 4 "versões" diferentes entre os arquivos .xcf encontrados no HDD:

a) Arquivos "v0", do Gimp 2.2 até 2.8, — salvos de Fevereiro 2008 a Outubro 2018, — a cores ou tons de cinza:

  GIMP XCF image data, version 0

b) Nesses quase 12 anos, foi encontrada apenas uma "versão" diferente, — um arquivo "v001", de cores indexadas:

  GIMP XCF image data, version 001, ...., Indexed Color

Poderia encontrar mais, pois há muitos anos a estrutura dos arquivos .xcf prevê:

  byte[9] "gimp xcf "  File type magic
  byte[4] version      XCF version
                         "file" - version 0
                         "v001" - version 1
                         "v002" - version 2

e já encontrei pelo menos um documento (na web) indicando, também, “v003”. — A conferir.

Dados dos arquivos .xcf obtidos pelo comando info

c) Arquivos "v008", do Gimp 2.9, gerados no Sabayon, em 2017:

  GIMP XCF image data, version 008

d) Arquivos "v011", do Gimp 2.10, salvos desde 29 Outubro 2018:

  GIMP XCF image data, version 011

Múltiplas instâncias


Múltiplas instâncias do Gimp 2.10 pelo menu de contexto, — só no PCLinuxOS

Apenas no PCLinuxOS, abrir arquivos pelo menu de contexto (right-click) no Dolphin ou no Gwenvies causou abertura de múltiplas instâncias do Gimp 2.10, — mas tanto a causa quanto a solução foram encontradas na própria distro.

Solução para eliminar a abertura de múltiplas instâncias do Gimp 2.10 no PCLinuxOS

Bastou editar a entrada do Menu, — eliminar “debus-launch” (e o espaço), — e o fenômeno acabou.

Heal selection & Resynthesizer


Experiência com Resynthesizer / Heal selection no Gimp 2.8 (Mageia 6)

Jamais teria imaginado a existência de uma coisa chamada "Resynthesizer", — recurso não encontrado, por padrão, nas distros instaladas aqui.

Foi preciso deparar com dificuldades, — e pesquisar na web, — para tomar conhecimento.

Brincadeira boa, no Gimp 2.8 do Mageia 6

No PCLinuxOS, o Synaptic encontrou, — mas no openSUSE Leap, no Arch Linux e no KDE Neon (Xenial), ainda não consegui.

Fui encontrá-lo, também, nos repositórios do Mageia (Gimp 2.8), — onde exigiu apenas "gimp-python" como dependência.

Resultado da brincadeira com Resynthesizer no Gimp 2.8 do Mageia 6

E agora que fiquei conhecendo esse fabuloso recurso, o mais provável era acabar esquecendo, — a menos que o registre aqui. — Na pior das hipóteses, um dia posso procurar alguma coisa assim, e o Google me lembra.


Memórias do Gimp


Gimp 2.2 revisitado em sessão Live CD do Kurumin 7.0r3, em 2016

Gimp 2.2 - Tentei bravamente usar o Gimp 2.2, do final de 2007 até Abril 2009, no Kurumin 7.0r3, — primeira distro Linux que consegui instalar, — ainda em um antigo computador "ex-486", mantido vivo à custa de sucessivos upgrades.

Desconhecimento, falta das ferramentas a que estava acostumado (Photoshop), — e a pressão do trabalho, — dificultaram sua adoção naquele momento.

Drop shadow improvisado no Gimp 2.2, com uma camada (duplicata) cinza, um pouco deslocada

Só em 2016, — ao revisitar o Kurumin 7.0r3 em sessão Live CD, — vim a improvisar um simulacro de Drop shadow, que consiste em duplicar a Camada, deslocar um pouco a de baixo, e torná-la cinza.

Além de ser trabalhoso, isso impõe limites, — à transparência da camada de cima, e / ou ao tom de cinza da camada inferior, — caso contrário, ocorre um escurecimento indesejado.

Talvez em 2007 já houvesse a possibilidade de adicionar um plugin com Drop shadow, — mas eu ainda estava longe de entender essas coisas. — Para ser franco, até hoje, só adicionei recursos ao Gimp, que já estivessem disponíveis nos repositórios "oficiais" de cada distro.

Convertendo em lote arquivos .PSD para .JPG, antes de remover o Photoshop

Gimp 2.8 - A eliminação definitiva do Windows (e do Photoshop) ocorreu em Maio 2016, — indicador do momento em que já me sentia à vontade com o Gimp 2.8, — e seguro de fazer com ele minhas modestas edições de imagens.

Conversão de arquivos do Photoshop para JPEG

Na ocasião, foram deletados milhares de arquivos .PSD, — tendo o cuidado, apenas, de converter e preservar alguns que eram "originais", — pois em épocas remotas cometi a burrice de usar esse formato de arquivo para salvar scanners de alta resolução (ver "Conversão e eliminação do Photoshop", em Backup total e limpeza das partições de trabalho).

Onze arquivos testemunham o uso do Gimp 2.9 no Sabayon, em 2017

Gimp 2.9 - O primeiro e único contato com o Gimp 2.9.4-r1 se deu no Sabayon, — instalado em 4 Mar 2017 e removido após um crash do Kwin em 29 Mai 2017.

Nada no Gimp 2.9 chamou atenção. — Não há Capturas de tela dele aberto, embora 11 arquivos indiquem que foi usado. — Apenas, 2 Capturas do carregamento do Gimp 2.9 foram renomeadas com “unstable”, e agora não sei se isto era uma informação do instalador, ou se vi alguma “instabilidade” na tela ao abri-lo.

Gimp 2.10 - A nova versão apareceu primeiro no PCLinuxOS, — mas só foi aberto em 22 Julho, — e logo fechado, após algumas Capturas de tela:

  2018 May  5 - gimp 2.10.0
  2018 May 29 - gimp 2.10.2
  2018 Jun  1 - gimp 2.10.2
  2018 Jul  8 - gimp 2.10.4
  2018 Aug 22 - gimp 2.10.6
  2018 Nov  9 - gimp 2.10.8

No Arch Linux, o Gimp 2.10 apareceu em meados de Maio, — mas nunca foi sequer aberto, até Novembro:

  2018-05-16 - gimp-2.10.0-6
  2018-05-26 - gimp-2.10.2-1
  2018-06-28 - gimp-2.10.2-3
  2018-07-08 - gimp-2.10.4-2
  2018-08-28 - gimp-2.10.6-1
  2018-09-19 - gimp-2.10.6-2
  2018-11-09 - gimp-2.10.8-1

O Manjaro permaneceu instalado de 2018 Mai 11 até 2018 Jun 14. — Logo no segundo dia, foi instalado o Gimp 2.8, — e chegou a receber 2 atualizações:

  2018-05-21 - gimp-2.10.0-6
  2018-06-10 - gimp-2.10.2-1

No entanto, foi aberto apenas uma vez, — feitas algumas Capturas de tela, — e fechado de novo, em menos de 15 minutos.

As Capturas de tela registram a exploração dos 4 temas oferecidos, — e da dica para tornar legíveis as dicas de texto, — o que sugere alguma pesquisa na web, naquele momento:

  2018-05-22_20-04-30_Ma-Gimp-2-10-open.jpg
  2018-05-22_20-04-55_Ma-Gimp-2-10-ooops.jpg
  2018-05-22_20-14-13_Ma-Settings-Colors-GTK-Gimp.jpg
  2018-05-22_20-16-46_Ma-Gimp-Theme-Dark.jpg
  2018-05-22_20-16-56_Ma-Gimp-Theme-System.jpg
  2018-05-22_20-17-32_Ma-Gimp-Themes.jpg
  2018-05-22_20-17-36_Ma-Gimp-Themes.jpg

O Debian testing recebeu o Gimp 2.10 em Agosto, — e só foi aberto no final de Outubro, — já com o objetivo de examinar a nova versão:

  2018 Aug 16 - gimp 2.10.2-1
  2018 Aug 29 - gimp 2.10.6-2
  2018 Sep 12 - gimp 2.10.6-3
  2018 Nov 15 - gimp 2.10.8-1

— … ≠ • ≠ … —

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