sábado, 11 de junho de 2016

Particionamento de disco para vários Linux

Deletar partição do Windows levou 1 segundo, após 10 anos de migração

A eliminação do velho Windows XP pack2, — objetivo de muitos anos, — abriu espaço para instalar mais 2 sistemas Linux:


Criação de 2 novas partições de 20 GiB, com o kdepartitionmanager

As alterações no antigo particionamento dos discos rígidos foram bastante simples, e pontuais:

  • Apagar a antiga partição sda1, de 40 GiB, — onde estava o Windows, — e criar 2 partições (sda1, sda3) de 20 GiB, cada.
  • Dividir o antigo Swap Linux, de 8 GiB, em 4 partições Swap de 2 GiB, — uma para cada Linux.
  • Dividir o antigo Swap do Windows, de 8 GiB, em 4 partições Swap de 2 GiB, — uma para cada Linux.

Gráfico - Particionamento dos discos para dualboot (2009), 2 Linux (2011) e 4 Linux (2016)

O Gráfico (acima), — rigorosamente proporcional, — explica melhor do que mil palavras.

Existem agora:

  • 4 partições de 16 ~ 20 GiB, para instalação de 4 sistemas Linux.
  • 2 grandes partições FAT32 de Documentos, — “E” e “F”, — de 70 GiB e 180 GiB, — que é onde todos os sistemas devem gravar, ler, editar, — inclusive o Windows, caso venha a ser reinstalado (se ainda precisar de um antigo AutoCAD).
  • 2 grandes partições “/home”, — de tamanhos equivalentes, — que por acaso “pertencem” aos sistemas Linux 1 e Linux 2, — mas são utilizados basicamente como backups.
  • 8 partições Swap de 2 GiB cada, — um par (4 GiB) para cada sistema Linux. — Teoricamente, cada par de Swap distribuído em 2 discos ganha em velocidade de gravação e leitura.

Tabela - Particionamento dos discos para 4 sistemas Linux

A Tabela (acima) mostra o particionamento do ponto de vista “lógico”.

Também “traduz” algumas “label” esquisitas, utilizadas até agora.

  • Linux3 ← ex-“Tertius
  • Linux4 ← ex-“Quatuor
  • Home2 ← ex-“Debioso” (herdada pelo Linux Mint, de um antigo Debian)
  • Home1 ← ex-“Primoroso

Swap separado para cada Linux


A instalação do Debian testing “Stretch”, — agora, com monitoramento do sistema pelo KSysguard (e Conky e Psensor), — veio, finalmente, fuzilar uma dúvida muito antiga:

  • Seria necessário um Swap separado para cada Linux, — ou bastaria um único Swap para todos os Linux?

Na dúvida, desde 2009, acabei deixando uma enorme partição Swap de 8,3 GiB, — que desde 2011 vinha sendo compartilhada por 2 sistemas Linux, — Kubuntu e Linux Mint, — sem que se percebesse qualquer problema, ou interferência mútua, — uma vez que não era usado o recurso de Sair → Hibernar, nem o de Sair → Suspender.

Agora, porém, bastou instalar o Debian testing “Stretch”, — devidamente monitorado, — para perceber que ele se “apropriou” do Swap único, deixando o Kubuntu, o Linux Mint e o KDE Neon sem acesso a esse recurso.

Em resumo, o Instalador do Debian mudou a identificação UUID da (única) partição Swap, — que, por isso, os demais sistemas não conseguiam mais encontrar e montar.

O Swap sumiu


Kubuntu sem Swap, depois da primeira instalação do Debian

Modo Recovery do Kubuntu: — sem condições de restabelecer o Swap, com a mudança da UUID da partição

No dia seguinte, o Kubuntu, o Linux Mint e o KDE Neon amanheceram sem Swap, — e o dpkg e o fsck, executados pelo Modo Recovery, bem que tentaram, mas não podiam resolver o problema, — já que a partição identificada pelo antigo UUID não existe mais.

O exame dos arquivos /etc/fstab indica que o Debian alterou a UUID da partição Swap compartilhada:

Linux Mint — instalado em 18 Jan. 2016:

# swap was on /dev/sdb6 during installation
UUID=345e7dfc-3ac0-4af3-a08e-45bc426142dc none

Kubuntu — instalado em 24 Abr. 2016:

# swap was on /dev/sdb6 during installation
UUID=345e7dfc-3ac0-4af3-a08e-45bc426142dc none

KDE Neon — instalado em 31 Mai. ~ 1º Jun. 2016:

# swap was on /dev/sdb6 during installation
UUID=345e7dfc-3ac0-4af3-a08e-45bc426142dc none

Debian — instalado em 2 Jun. 2016:

# swap was on /dev/sdb6 during installation
UUID=0227d515-a1d2-42b0-8cfd-37d8bc653b35 none

Além da origem do problema, também fica evidente que o Kubuntu e o KDE Neon, — embora “formatando” a partição sdb6, — não alteram seu identificador UUID., — e era esse comportamento que permitia, até então, o compartilhamento automático de uma única partição Swap entre todos.

Essa constatação lança uma nova luz, também, sobre diferentes comportamentos, quando carregados em sessão Live USB:

  • Em sessão Live a partir do Pendrive, o Kubuntu e o KDE Neon automaticamente identificam, montam e usam partições Swap do(s) sistema(s) instalado(s) no computador.
  • Em sessão Live a partir do Pendrive, o Debian não monta nem usa, espontaneamente, partições Swap de outros sistemas, instalados no computador, — embora você possa mandar que use, pelos comandos “sudo swapon /dev/sdb6” (por exemplo), seguido de “sudo swapon -a”.

A interpretação mais óbvia para essa diferença de comportamentos é que o Debian mantém o rigor de uma “estrutura lógica” voltada para a consistência, solidez e segurança, — ao passo que Ubuntu “relativiza” (relaxa) certos cuidados, para se tornar mais “fácil”, “descomplicado”, atrair usuários, popularizar o Linux etc., — o que se reflete em seus “sabores” (Kubuntu), “derivados” (Mint), e “similares” (Neon).

Solução “definitiva


Para apagar partição Swap em sdb6, é necessário desmontar partições com número lógico superior

Novas partições Swap no disco sdb, e rótulos das partições do Kubuntu e do Linux Mint

A antiga partição Swap de 8,3 GiB em sdb6 foi deletada, usando o kdepartitionmanager, no KDE Neon, e em seu lugar foram criadas 4 partições Swap de 2 GiB.

  • Deletar sdb6 exige que estejam desmontadas todas as partições de número lógico superior, — por isso, a operação não poderia ser feita pelo Linux Mint, instalado em sdb7 e com a “/home” em sdb8. — Isso deve ser levado em conta, para planejar melhor a árvore de partições em futuros HDs.

Reorganização do disco sda após eliminar Windows e criar 4 partições Swap

A antiga partição Swap do Windows (sda5), FAT32 de 8 GiB, também foi apagada, e em seu lugar foram criadas outras 4 partições Swap de 2 GiB.

Observe as consequências em antigas partições, — que permanecem, porém tiveram sua numeração lógica alterada, — motivo pelo qual é sempre mais seguro utilizar o identificador UUID nas configurações de sistema.

Para facilitar a identificação, cada partição Swap recebeu um rótulo (label) com numeração referente a Linux1, Linux2, Linux3, Linux4, — e uma letra “a” ou “b”, referente à sua localização em sda ou sdb.

Usando o comando “lsblk -f” no Terminal, foi obtida a árvore de particionamento dos 2 discos, — com as seguintes informações, naquilo que interessa ao assunto:

├─sda7 swap Swap1a 3dddb61d-b8f4-4864-89f8-53404f7aabef
├─sda8 swap Swap2a eedd63aa-51fd-49a9-8712-01c9730c2dcd
├─sda9 swap Swap3a 0240e7da-27d1-415e-b16b-45793f729cc5
└─sda10 swap Swap4a 462526b1-2df0-4d28-8c91-cfbee1f04b0a

├─sdb8 swap Swap1b 6f053da1-dd55-4c67-a9c7-eb4f0f0b226b
├─sdb9 swap Swap2b b1df482f-d1d4-4f3a-a792-cc82b85eaeba
├─sdb10 swap Swap3b 3440c1df-a3b4-4517-b68a-9d1abe1229cd
└─sdb11 swap Swap4b f746c59c-ae1a-433f-82c3-358949802d51

Edição do arquivo /etc/fstab do Mint: desabilitado antigo Swap e inseridos 2 novos Swap

Por fim, foi desabilitada a linha referente ao antigo Swap comum, no arquivo /etc/fstab de cada um dos 4 sistemas, — e acrescentadas as seguintes linhas, para montar e ativar as novas partições, exclusivas de cada um:

Edição do arquivo /etc/fstab do Kubuntu: desabilitado antigo Swap e inseridos 2 novos Swap

Acréscimo no /etc/fstab do Linux1 - Kubuntu:

# novo swap1a (sda), swap1b (sdb) - Linux1
UUID=3dddb61d-b8f4-4864-89f8-53404f7aabef none swap sw 0 0
UUID=6f053da1-dd55-4c67-a9c7-eb4f0f0b226b none swap sw 0 0

Acréscimo no /etc/fstab do Linux2 - Linux Mint:

# novo Swap2a (sda), Swap2b (sdb) - Linux2
UUID=eedd63aa-51fd-49a9-8712-01c9730c2dcd none swap sw 0 0
UUID=b1df482f-d1d4-4f3a-a792-cc82b85eaeba none swap sw 0 0

Acréscimo no /etc/fstab do Linux3 - Debian:

# novo Swap3a (sda), Swap3b (sdb) - Linux3
UUID=0240e7da-27d1-415e-b16b-45793f729cc5 none swap sw 0 0
UUID=3440c1df-a3b4-4517-b68a-9d1abe1229cd none swap sw 0 0

Acréscimo no /etc/fstab do Linux4 - KDE Neon:

# novo Swap4a (sda), Swap4b (sdb) - Linux4
UUID=462526b1-2df0-4d28-8c91-cfbee1f04b0a none swap sw 0 0
UUID=f746c59c-ae1a-433f-82c3-358949802d51 none swap sw 0 0

É claro que seria muito mais simples criar apenas 4 partições Swap, — de 4 GiB, cada, — porém existem algumas vantagens (pelo menos, na teoria), em distribuir o Swap de cada Linux entre 2 discos, — tais como maior rapidez de gravação e leitura.

Enfim, também vale o velho provérbio sobre não colocar todos os ovos em uma cesta só.

Por isso, as partições de trabalho “F:\” e “E:\” ficam em um disco, — e os backups diários “K” (/home do Kubuntu) e “D” (/home do Mint, antigo Debian) ficam no outro

(Em um mundo ideal, deveriam ficar em computadores diferentes, em prédios separados, em cidades bem afastadas, de preferência em continentes antípodas).

Conky reorganizado, com fácil identificação das partições de dados e dos sistemas

Essa reorganização das partições exigiu alguns ajustes no Conky, — ocasião aproveitada para reorganizar também sua exibição dos espaços ocupados em disco, com melhor separação das partições de dados e de sistemas.

Resolvido o problema, — com a melhor solução, para durar mais alguns anos, — foi feita nova instalação do Debian Testing (Stretch), no dia 11 Jun. 2016, para testar na prática os cuidados a serem tomados em qualquer instalação, daqui por diante.

Nem eu contava com a minha astúcia…


Gostaria de poder dizer que “todos os meus gestos foram sabiamente planejados”, mas… não é verdade!

Planejamento, houve, — porém cercado de dúvidas e lacunas de conhecimento, — que estão longe de acabar.

Particionamento aplicado a uma antiga instalação do Windows, em Fev. 2006

Desde 2001 ou 2003, — ainda muito longe de conseguir rodar um simples “Live CD”, muito menos, instalar Linux, — pude entender alguma coisa básica, como a vantagem de particionar um disco rígido em “Sistema + Swap + Documentos”.

Pelo menos desde 2006, esse tipo de particionamento foi utilizado em uma instalação do Windows 2000, ainda no antigo computador.

Aliás, foi o que evoluiu, mais tarde, para o esquema:

  • C:\   Sistema
  • D:\   Swap
  • E:\   Sites
  • F:\   Arquivos de trabalho

do qual sobrevivem agora as partições E:\ e F:\.

Particionamento para instalação do Kurumin e do Windows no antigo computador, de 2007 a 2009

De 2007 a 2009, — ainda no antigo computador, — esse tipo de particionamento foi ampliado, para a instalação paralela do Windows e do Kurumin (5.1, 7.0r3), em dualboot.

A experiência daqueles anos serviu para uma avaliação concreta do tamanho necessário a cada partição, — em meio a recomendações teóricas desencontradas, — pois isso depende muito do uso que cada usuário pretende fazer do computador.

Porém, mesmo com essa experiência, ao montar o computador atual, — em Abr. 2009, — ainda não tinha a menor firmeza, a respeito de muitas questões.

Deixando de lado o tamanho do Swap, — e até, se precisa ter Swap ou não (como agora se discute), — ficavam dúvidas ainda mais complicadas, sobre a necessidade (ou não) de 1 Swap para cada Linux.

Particionamento adotado no computador atual, de 2009 a 2016, — com uma alteração em 2011

Só 6 meses depois, em Out. 2009, — ainda sem solucionar as dúvidas, mas também sem esperar para resolvê-las (sabe lá quando), — acabei fazendo um planejamento “definitivo”, com algumas partes “em aberto”.

A parte “provisória” era uma partição “/var/www/” de 90 GiB, — onde experimentei o básico de “localhost” e CMS, até Mai. 2011.

Na dúvida, acabei “prevendo” certa reserva de espaço para o futuro, — em especial, nas partições Swap, — coisa que agora mostrou sua utilidade.

Uso do espaço na antiga partição de sistema do Windows, analisado pelo Krusader

Os 40 GiB reservados ao Windows XP, — mesmo com o firme propósito de “congelar” qualquer evolução, — não estavam desperdiçados.

Às vésperas de deletar o Windows, a ocupação era de 27 GiB. — Só a pasta “C:\Documents and settings” estava com 19 GiB, — dos quais, 10,7 GiB dos aplicativos Google, — Google Desktop (4,5 GB), Google Earth (4,3 GB), Google Chrome (1,2 GB), Picasa (1 GiB) etc.

Swap necessário


Momentos de uso intenso de Memória RAM, com grandes arquivos LibreOffice e/ou várias abas do Chromium

Não resta a menor dúvida de que a Memória Swap é necessária, — e muitas vezes é o que permite prosseguir com vários trabalhos ao mesmo tempo, enquanto abro rapidamente um novo grupo de atividades, — sem colapso ou crash.

Mostrar isso, não é tão fácil, — por 2 motivos:

  • Desde o superaquecimento observado em Nov. 2015, os hábitos de trabalho têm sido prudentemente moderados, — ao custo de certa perda de produtividade, — e isso quase zerou as ocorrências de uso significativo da Memória Swap, cujo registro pudesse servir de exemplo.
  • Antes de Nov. 2015, — quando o trabalho seguia em ritmo despreocupado, — não havia acompanhamento pelo Monitor do sistema (KSysguard, gnome-system-monitor).

Mas, agora, que esse monitoramento já proporcionou uma visão detalhada, — e deixa um conjunto de ferramentas permanentes, nos 4 Linux, — não existem mais motivos para manter o trabalho sujeito a “restrições de velocidade”.

Caso específico


Esse particionamento, — incluídos os tamanhos das partições, — não representa nenhuma “verdade universal”, mas unicamente uma conveniência, para um caso muito específico.

Para o trabalho em vista, — reunir, classificar, editar imagens e textos de referência sobre Ferrovias, Brasília, História etc., — 20 GiB continua sendo espaço mais do que suficiente para sistemas Linux como Kubuntu, Linux Mint, Debian e KDE Neon, — incluídas as ferramentas (aplicativos) para todas as atividades relacionadas.

No que se refere a “Máquina virtual”, Wine tem sido mais do que suficiente para rodar 3 ou 4 aplicativos, — antigos, pois a “herança” de trabalhos acumulados no Windows nãoevolui”, por isso não exige programas mais novos. — Junto com o “Windows virtual” (“C:\”), não chegam a ocupar 0,6 GiB da “/home”. Não faz diferença, portanto, a “/home” ser uma simples pasta na partição de sistema (20 GiB) do KDE Neon ou do Debian testing “Stretch”.

Sem ganas de acumular tudo que aparece, ao sabor das ondas, os 180 GiB da antiga partição “F:\” e os 70 GiB da antiga partição “E:\”, — espécies de “big home” comuns a todos os Linux, — continuam suficientes para mais alguns anos de trabalho.

As partições “/home” do Linux1 e do Linux2, — com tamanhos equivalentes, — também são espaço bastante para o backup das antigas partições “F:\” e “E:\”. — A não ser por isso, Kubuntu e Linux Mint nem precisariam de partições “/home” separadas.

Enfim, 8 GiB de Swap eram luxo, — tanto para o Windows XP (que nem podia usar tanto), quanto para o Kubuntu, para o Linux Mint ou para o KDE Neon (enquanto compartilharam esse recurso), — e dividir (8 + 8) / 4 sistemas Linux atende com sobra. Ninguém fica “apertado”.

Alternativas e observação


A rigor, não existe necessidade de mais do que 2 sistemas Linux, — dentro da velha precaução, de dispor de uma “alternativa”, em caso de falha do sistema “principal”, — porém…

Conhecer, aprender, observar coisas novas, — além de dinheiro, prudência, canja de galinha, — não fazem mal a ninguém.

Sem ser fanático por 1 milhão de novidades, nem por isso “precaução” se deve limitar à manutenção do “disponível hoje”, — aplicativos desaparecem, empresas mudam seus rumos, “distribuições” descambam, — e antecipar possíveis tendências não deixa de ser saudável.

Alheio às versões “menores” da família Ubuntu, — versões não-LTS (sem suporte de longo prazo), — deixei passar batida a introdução do KDE 5 no Kubuntu 15.04, seus desdobramentos no 15.10, — e isso acumulou um bom grau de desatualização, estresse e risco, quando chegou a hora da migração do Kubuntu 14.04 para o Kubuntu 16.04, após 1 ano distraído do mundo.

Além disso, deixei passar batidos os primeiros meses da saída do “fundador” do Kubuntu, Jonathan Riddell, da equipe mantenedora ligada à Canonical.

Só então, comecei a prestar mais atenção a certos comportamentos da Canonical, — já meio antigos, porém cumulativos e crescentes, — e ao Mir, Snappy, parceria com Microsoft etc.

Portanto, em boa hora pude abrir espaço para instalar mais 2 sistemas, — e nas últimas semanas já comprovei que o Kubuntu 16.04 continua dando crashes (mesmo que não dramáticos), — enquanto o KDE Neon mostra-se cada vez mais estável (até onde é dado a um leigo perceber).

Independente dessa constatação, também já passava da hora de enfrentar o Debian para valer, — agora, com um pouco mais de habilitação para entender e solucionar “dificuldades”, — porém, ainda sem vontade de abandonar o Linux Mint Cinnamon.

Dispor agora de espaço para instalar 4 sistemas Linux é, — portanto, — mais do que oportuno, para assegurar a mais ampla liberdade de opções, haja o que houver daqui por diante.

Sequência da reorganização



— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.


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