segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Konqueror como gerenciador arquivos

Modo de exibição “Tamanho de arquivo”, no Konqueror

Embora se aloje em “Menu → Internet”, — pois também é um navegador web, ainda que meio abandonado, — o Konqueror apresenta recursos que, até hoje, deixam para trás gerenciadores de arquivos como Dolphin ou Nemo, em várias tarefas:

  • Pesquisa avançada
  • Conversão rápida de imagens
  • Montagem de imagens ISO
  • Modo de exibição “Tamanho de arquivo”
  • etc.

Depois de conhecer esses ótimos recursos, eles acabaram se perdendo nas brumas do tempo, deixando apenas a lembrança de que “isso já foi possível”.

Estava na hora de recuperá-los, — e deixar bem anotado onde se encontram, como obtê-los de novo, e colocá-los em funcionamento.

Pesquisa de arquivos


Pesquisa avançada do Konqueror, — por nome / extensão, conteúdo, período de tempo etc.

Uma das coisas mais frustrantes, — para quem fazia uso intensivo da Busca do “Explorer”, em antigas versões do Windows, — é a pobreza do Dolphin, do Nemo e vários outros, nessa área.

Talvez por isso, — na esperança de acabar descobrindo ouro, — “indexadores” como Nepomuk, Akonadi, Baloo etc. foram deixados tantos anos a “consumir” CPU e Memória RAM.

Quem sabe, não estava “tudo ali”, e bastasse aprender?

Busca avançada por “spectacle” em arquivos TXT, em um período de tempo especificado

Porém, o “caminho das pedras” nunca apareceu, — e eliminar esses “indexadores” não afetou em nada as buscas, — seja no Dolphin, no Krusader, ou no Konqueror.

O Dolphin continuou prático, para Busca simples, — entre muitas outras tarefas diárias, — enquanto o Konqueror (e o Krusader) continuam ótimos para Busca avançada.

E nenhum dos dois perdeu nada, com a eliminação do Akonadi, Baloo etc.

No exemplo acima, uma Busca avançada por “spectacle” dentro de arquivos TXT, salvados entre 26 Jul. e 26 Set. 2016, — atividade banal, no antigo Windows XP, — com direito a definir a faixa de tamanho dos arquivos, o grupo ou o usuário a que pertencem etc.

Conversão de imagens


Conversão rápida de arquivos de imagem, pelo menu de contexto, no Konqueror

O comando “mogrify” do ImageMagick faz um belo trabalho de conversão de arquivos de imagem, — em especial, quantidades massivas, reunidas em poucas pastas, — mas para pequenos grupos de imagens espalhados por toda parte, o “menu de contexto” é muito mais ágil e prático.

Arquivos originais (PNG) e convertidos (JPG), — sem perda da seleção

A seleção se mantém, — os arquivos ficam entremeados, facilitando verificar se não faltou nenhum, — e com um simples DEL você manda os originais para a Lixeira.

Konqueror parece limitado à conversão de 200 arquivos de imagem de cada vez

Atenção: — A experiência demonstrou a eficácia desse recurso até o número exato de 200 arquivos de cada vez. — Do 201º em diante, nada acontece.

Daí, a importância de rolar a tela do Konqueror, e conferir se, de fato, não faltou converter algum arquivo, — antes de deletar todos os originais previamente selecionados.

Montagem de imagem ISO


Montar imagem ISO e abir no Konqueror ou no Dolphin

A montagem rápida de uma imagem ISO, — a ser aberta no Konqueror ou no Dolphin, — é um recurso muito prático, no dia-a-dia.

Examinando a imagem ISO do Live Kurumin 7.0r3 no Konqueror

Esse recurso tem feito muita falta, — para examinar distribuições “Live CD / DVD”, antes de gravá-las, ou depois que já foram substituídas no Pendrive.

O Painel Informações (F7), no Dolphin, agiliza o exame dos arquivos

Montar no Konqueror e abrir a imagem ISO no Dolphin pode oferecer algumas vantagens, — como a visualização rápida de imagens e conteúdos, no Painel Informações (F7), à direita, — para agilizar o exame.

Adicionar e priorizar os aplicativos a serem usados para abrir diferentes tipos de arquivo, pasta etc.

A escolha pode ser feita nas “Associações de arquivos” do Konqueror, — colocando no topo o aplicativo de sua preferência, para abertura de “Pasta”, “Ponto de montagem” etc.

Tamanho de arquivo


Escolha da “profundidade” — pastas e subpastas — para detalhar ou simplificar o exame do espaço que ocupam

Esse recurso agiliza a administração do uso de espaço em disco, uma vez que a análise avança “em profundidade”, — pastas, subpastas, sub-subpastas etc., e arquivos dentro delas, — e oferece o quadro completo, que pode ser examinado em um golpe de vista.

No Krusader, a avaliação de uso do disco precisa ser feita por etapas, a cada nível de subdiretórios

Isso é muito diferente de clicar com o botão direito em inúmeras pastas, uma de cada vez, para ver seu tamanho em “Propriedades”, — em seguida, avançar dentro das pastas maiores, para identificar quais subpastas respondem por quantos gigabytes etc. — Depois de 5 minutos, você já não lembra o que viu antes (a menos que tenha anotado à mão, num papel), e acaba tendo de voltar várias vezes.

“Ver” o quadro completo, — de uma vez, — fez uma falta enorme, ao examinar a partição “C:\” do antigo Windows, para decidir se seria mantido, — com um “enxugamento” radical, deixando apenas o AutoCAD, — ou eliminado de vez.

Exame do espaço ocupado em disco, no Konqueror, — com “profundidade” reduzida para simplificar

E o pior é que, — tal como os demais recursos (acima), — sua existência estava muito bem gravada na memória.

Faltava apenas deixar de lado a esperança de conseguir tudo isso no Dolphin, — e achar tempo para reencontrar o caminho das pedras.

Debian


Abertura-padrão do Konqueror, ainda sem configurações personalizadas, no Debian testing “Stretch”

No Debian testing “Stretch”, — “/home” zerada, sem “herança” alguma, — o Konqueror abriu “default”, — exceto pela intrigante falha dos ícones de Pasta pessoal, Rede, Lixeira etc., na tela inicial de apresentação.

Konqueror com todos os recursos esperados, no Debian

Em compensação, já apresentou os recursos de Conversão de imagens, e Modo de exibição “Tamanho de arquivo”.

O Histórico do Synaptic indica que os seguintes pacotes já vieram com a instalação do Debian testing “Stretch”, e receberam 4 atualizações, em 23 Jun., 6 Jul., 15 Ago., e 3 Set.:

  • konq-plugins
  • konqueror
  • konqueror-nsplugins

Ainda não foi obtido o recurso de Montagem de imagens ISO, — talvez por falta do pacote “kde-service-menu-fuseiso”, que não foi encontrado nos repositórios do Debian “Stretch”. — Até o momento, de nada adiantou instalar os pacotes “fuseiso”, “fuseiso9660” e “fuse-zip” (este último, para outros fins).

Kubuntu 16.04 LTS


O utilitário “k4dirstat” fornece ferramentas para o Modo de exibição de “Tamanho de arquivo”

No Kubuntu e no KDE Neon, o Konqueror abriu com a configuração “padrão”, porém não apresentou nenhum desses três recursos.

Ciente da existência de inúmeros plugins, bibliotecas etc., — bastante procurados nos últimos anos, na tentativa de incrementar o Dolphin e o Nemo, — foram instalados alguns dos inúmeros pacotes que respondem à pesquisa por “Konqueror” no Synaptic do Kubuntu:

Mon Sep 26 21:30:26 2016


Instalados:

fuseiso (20070708-3.2)
gnash-common (0.8.11~git20160109-1build1)
k4dirstat (3.1.2-1)
kde-service-menu-fuseiso (0.2-0ubuntu2)
kdiff3 (0.9.98-2)
kdiff3-doc (0.9.98-2)
klash (0.8.11~git20160109-1build1)
konq-plugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror-plugin-gnash (0.8.11~git20160109-1build1)
libjemalloc1 (3.6.0-9ubuntu1)
libjpeg-progs (1:9b-1ubuntu1)
libjpeg9 (1:9b-1ubuntu1)
libtidy-0.99-0 (20091223cvs-1.5)

Konq-plugins — coleção de ferramentas KDE para navegador web / gerenciador de arquivos (Konqueror, e outros)

O “fuseiso” e o “konq-plugins” já eram conhecidos de outras tentativas, — enquanto a descoberta do “k4dirstat” deveu-se às descrições detalhadas no Synaptic do Kubuntu, — uma vez que sua Busca também depende desses textos para ser mais efetiva.

Com isso, o Konqueror passou a oferecer os 3 recursos procurados: — Conversão de imagens, Montagem de imagens ISO, e Exibição de “Tamanho de arquivo”, no Kubuntu.

Mais tarde, foram instalados no Kubuntu mais alguns pacotes, — inicialmente “descobertos” no Synaptic do KDE Neon, — e que, portanto, não eram necessários para os objetivos iniciais:

Tue Sep 27 07:22:15 2016


Instalados:

fuse-zip (0.4.0-2build1)
fuseiso9660 (0.3-1.1)
gnash (0.8.11~git20160109-1build1)
komparator (4:1.0-2)
kompare (4:15.12.3-0ubuntu1)
kpart5-kompare (4:15.12.3-0ubuntu1)
libkomparediff2-5 (4:15.12.3-0ubuntu1)
libkompareinterface5 (4:15.12.3-0ubuntu1

Instalação do Konqueror no Kubuntu 16.04, em Abril 2016

Um exame dos registros mostra que o Konqueror nãoveio incompleto” ao instalar o Kubuntu, — foi instalado depois, manualmente, por comando “apt-get install”, — ao constatar que o Discover não encontrava o Synaptic, nem o Psensor, nem o Gimp, nem coisa alguma.

Para não perder tempo, foram instalados pelo Terminal o Luckybackup, o Screenruler, Chromium-browser (que já tinha vindo de contrabando, da sessão Live USB), ttf-mscorefonts-installer, Psensor, Synaptic, Gimp, pyRenamer, Xsane, Konqueror, Krusader e Nemo.

A instalação do Konqueror trouxe junto mais 6 arquivos, — dolphin4, kfind, konqueror-nsplugins, kpart-webkit, libkonq5abi1, libkonqsidebarplugin4a, — mas apenas sugeriu “konq-plugins” (o que acabou passando desapercebido).

Sugestões do “apt” ao instalar o Krusader, em Abril 2016

Revendo algumas das “sugestões” oferecidas pelo “apt-get install” para o Konqueror e o Krusader, foram instalados agora, por fim:

Tue Sep 27 14:07:53 2016


Instalados:

arj (3.10.22-14)
gnustep-base-common (1.24.7-1build2)
gnustep-base-runtime (1.24.7-1build2)
gnustep-common (2.6.6-3)
kde-thumbnailer-openoffice (1.0.0-0ubuntu5)
krename (4.0.9-3build3)
libgnustep-base1.24 (1.24.7-1build2)
libobjc4 (5.4.0-6ubuntu1~16.04.2)
libpodofo0.9.3 (0.9.3-4)
rar (2:5.3.b2-1)
unar (1.9.1-1)
unrar (1:5.3.2-1)
unrar-free (1:0.0.1+cvs20140707-1)
xxdiff (1:4.0+hg453+dfsg-2)

KDE Neon


Instalação do “konq-plugins” no KDE Neon, pelo Synaptic

A mesma facilidade de pesquisa não foi encontrada no Synaptic do KDE Neon, — cujas descrições dos pacotes primam pela concisão, — muitas vezes, apenas uma frase (e abreviada).

Quanto menor a “descrição”, menor a efetividade da Busca do Synaptic.

Por isso, a primeira Busca por “Konqueror” apresentou apenas um punhado de pacotes, — e mais tarde, foi necessário usar a primeira lista do Kubuntu (acima) como “guia”, para localizar mais alguns pacotes:

Mon Sep 26 17:02:41 2016


Instalados:

gnash-common (0.8.11~git20160109-1build1)
klash (0.8.11~git20160109-1build1)
konq-plugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror-plugin-gnash (0.8.11~git20160109-1build1)
libboost-program-options1.58.0 (1.58.0+dfsg-5ubuntu3.1)
libjemalloc1 (3.6.0-9ubuntu1)
libjpeg-progs (1:9b-1ubuntu1)
libjpeg9 (1:9b-1ubuntu1)
libtidy-0.99-0 (20091223cvs-1.5)

Essa primeira leva de pacotes (acima) já foi suficiente para dotar o Konqueror, no KDE Neon, com o recurso de Converter arquivos de imagem, — “Convert To (service menu): convert and [sic] image to another format”, — como indicado na descrição do “konq-plugins”.

Mais recursos para o Konqueror, que o Synaptic do KDE Neon não havia encontrado

Depois de conseguir obter todos os recursos do Konqueror no Kubuntu, foram instalados mais os seguintes pacotes no KDE Neon, — e seu Konqueror também passou a exibir “Tamanho de arquivo”, e a realizar a Montagem de imagens ISO:

Mon Sep 26 22:18:35 2016


Instalados:

fuse-zip (0.4.0-2build1)
fuseiso (20070708-3.2)
fuseiso9660 (0.3-1.1)
gnash (0.8.11~git20160109-1build1)
k4dirstat (3.1.2-1)
kde-service-menu-fuseiso (0.2-0ubuntu2)
kdiff3 (0.9.98-2)
kdiff3-doc (0.9.98-2)
komparator (4:1.0-2)
kompare (4:16.08.1-0neon+16.04+build7)
kpart5-kompare (4:16.08.1-0neon+16.04+build7)
libkomparediff2-5 (4:16.08.1-0neon+16.04+build9)
libkompareinterface5 (4:16.08.1-0neon+16.04+build7)

O Konqueror também nãoveio incompleto” ao instalar o KDE Neon, — ele foi instalado “manualmente”, mais tarde, através do Synaptic, — e após a instalação do Krusader, que já havia trazido o “libkonq-common”:

Wed Jun 1 09:59:40 2016


Instalados:

gparted (0.25.0-1)
konsole4-kpart (4:4.14.3-0ubuntu3)
krusader (1:2.4.0~beta3-2ubuntu1)
libatkmm-1.6-1v5 (2.24.2-1)
libcairomm-1.0-1v5 (1.12.0-1)
libglibmm-2.4-1v5 (2.46.3-1)
libgtkmm-2.4-1v5 (1:2.24.4-2)
libkonq-common (4:15.12.3-0ubuntu1)
libkonq5-templates (4:15.12.3-0ubuntu1)
libkonq5abi1 (4:15.12.3-0ubuntu1)
libpangomm-1.4-1v5 (2.38.1-1)
libparted-fs-resize0 (3.2-15)
libsigc++-2.0-0v5 (2.6.2-1)

Thu Jun 9 18:01:01 2016


Instalados:

dolphin4 (4:15.12.3-0ubuntu1)
kde-baseapps-bin (4:15.12.3-0ubuntu1)
kde-baseapps-data (4:15.12.3-0ubuntu1)
kfind (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror-nsplugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
kpart-webkit (1.3.4-2)
libkonqsidebarplugin4a (4:15.12.3-0ubuntu1)

Linux Mint 18 KDE


Konqueror sem outro “modo de exibição” de arquivos, — exceto “Tamanho de arquivo”

Bastou abrir o Konqueror no Linux Mint 18 KDE, para ele já abrir no “Modo de exibição → Tamanho de arquivo”, — claramente uma “herança” de outras épocas, a decifrar.

Infelizmente, alguma coisa dessa “herança” não combinou bem com a nova instalação do Konqueror, — que simplesmente não oferecia nenhum outro “Modo de exibição”, — mesmo após desinstalar e reinstalar.

Após várias tentativas infrutíferas, o assunto foi diferido, para verificar e ajustar o Konqueror nos outros 3 Linux, no dia 26 Set.

Feito isso, — e publicado o relato referente aos outros 3 Linux, — o Konqueror do Linux Mint 18 KDE voltou à “mesa de operações” no dia 28 Set.

A primeira tentativa de “consertar” foi o velho botão “Padrões”, — que restaura as configurações originais, — em “Configurações → Configurar o Konqueror”, — porém não trouxe qualquer resultado prático.

Konqueror → Configurações → Carregar perfil de visão → Desenvolvimento do KDE

A segunda tentativa foi em “Configurações → Carregar perfil de visão → Desenvolvimento do KDE”, — que substituiu aquela opção única de “Modo de exibição” por um Browser, já com várias abas abertas, em várias páginas web e/ou locais.

Foi uma ótima notícia, saber que mais alguma coisa funcionava no Konqueror do Mint, — com algumas falhas, na área de navegação web, — mas não era bem isso que procurava.

Embora fale em “perfil de visão”, isso nada tem a ver com “Modo de exibição” de arquivos, — trata-se de um recurso que simplesmente fecha tudo que esteja aberto, — inclusive abas do “Gerenciador de arquivos”, — para carregar um outro conjunto de coisas, — provavelmente “salvado” em algum momento, no passado, — ou talvez, “fornecido” com o próprio Konqueror, para edificação do usuário.

Ao “Carregar perfil de visão → Gerenciador de arquivos”, ele avisa que tudo isso será fechado, — e volta ao Modo de exibição “Tamanho de arquivo”, — única opção que havia, como “Gerenciador de arquivos”.

Synaptic exige “consertar pacotes quebrados” antes de remover Synaptic etc.

Já tinha tentado desinstalar / reinstalar o Konqueror, depois desinstalar / reinstalar um ou outro pacote relacionado a ele.

Por fim, foi tentado “remover completamente” todo o conjunto, de uma vez só, — e o Synaptic surpreendeu com a exigência de, primeiramente, “consertar pacotes quebrados”.

Pacotes recomendados / sugeridos pelo Synaptic, para o Konqueror

Não havia um único pacote nas seções “Quebrado” e “Recomendações faltando” do Synaptic, — mas, ao clicar com o botão direito do mouse em “Konqueror”, surgiram algumas “recomendações” e “sugestões” de pacotes a serem instalados, — e este foi o caminho para o “conserto”.

Konqueror com os “Modos de exibição” restabelecidos

Instalados os pacotes “dolphin4” e “kpart-webkit”, — em especial o primeiro, já que o segundo parece ligado à navegação web, — o Konqueror finalmente apresentou os outros 3 “Modos de exibição” de arquivos, — Ícones, Detalhes, Compacto.

Conversão de arquivos de imagem em funcionamento no Konqueror do Linux Mint

Também funcionava a conversão de arquivos de imagem, — talvez desde antes, quando o Modo de exibição “Tamanho de arquivo” dificultava testar?

Ctrl-F “local” para localizar bloco de texto no editor online do Blogspot

A partir das 9:40, o Konqueror do Linux Mint 18 KDE começou a ser testado na dupla função de “navegador web” e de “gerenciador de arquivos”, — em várias abas.

A ideia era complementar este relato, com o “conserto” do Konqueror no Linux Mint 18 KDE.

O primeiro passo foi marcar com “@@@” o início e o fim do pequeno bloco de texto que já havia, sobre o Konqueror no Linux Mint, e levá-lo para o final da postagem, onde não interferiria com o já exposto antes sobre o Debian, Kubuntu e KDE Neon.

Em seguida, foi utilizado o modo “HTML” do editor do Blogspot, pois a experiência mostra que, no modo “Escrever”, — quando existe imagem dentro do bloco de texto, — esse deslocamento introduz erro na formatação na legenda.

Filtro de arquivos com a string “Konq” no nome, dentro da pasta PrintScreen

Ficou constatado que, — na função de navegador web, — o CTRL-F assume a função “tradicional” de busca na página, — embora na função de “Gerenciador de arquivos” sirva para abrir o diálogo da Busca avançada.

Para uma seleção simples, — arquivos com a string “Konq” no nome, p.ex., — basta utilizar o “Filtro” [recurso também disponível no Dolphin → “CTRL-I”].

Às 11:26, foi fechado o Dolphin, — o Chromium ainda nem tinha sido aberto, — e a conclusão deste relato prosseguiu, usando apenas o Konqueror, para as duas funções.

Instalação do “kde-service-menu-fuseiso” no Linux Mint 18 KDE

Faltava, ainda, o recurso de “Montar imagem ISO”, — ou, pelo menos, oferecê-lo no Menu de contexto, caso já existisse, escondido.

Vale notar que, — até aquele momento, — ainda não estava instalado o pacote “kde-service-menu-fuseiso”, — adicionado apenas no início da tarde, às 13:10.

Desmontando imagem ISO após conferir a cópia do “filesystem-manifest” do Linux Mint 18 KDE

Feito isso, a Montagem de imagens ISO finalmente passou a funcionar também no Linux Mint 18 KDE.

Registro: - Histórico do Synaptic no Mint 17.3 + Mint 18


Buscas por “konq” e “fuse” no Histórico do Synaptic do Linux Mint 18 KDE, que por motivos diversos mantém o registos desde a instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon:

Tue Jan 19 02:05:13 2016 - Após a instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon


Instalados:

chromium-browser (47.0.2526.106-0ubuntu0.14.04.1.1107)
chromium-codecs-ffmpeg-extra (47.0.2526.106-0ubuntu0.14.04.1.1107)
docbook-xsl (1.78.1+dfsg-1)
filezilla (3.7.3-1ubuntu1)
filezilla-common (3.7.3-1ubuntu1)
imagemagick-common (8:6.7.7.10-6ubuntu3)
inkscape (0.91.0+47~ubuntu14.04.1)
kate-data (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
katepart (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kde-baseapps-bin (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kde-baseapps-data (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kde-runtime (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kde-runtime-data (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kdelibs-bin (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kdelibs5-data (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kdelibs5-plugins (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
kdoctools (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
konqueror (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
krusader (1:2.4.0~beta3-2)
kstars (4:4.13.97-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa2)
kstars-data (4:4.13.97-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa2)
language-selector-common (0.129.3)
libattica0.4 (0.4.2-1)
libcdr-0.0-0 (0.0.15-1ubuntu1)
libcfitsio3 (3.340-2ubuntu2)
libdlrestrictions1 (0.15.12ubuntu1)
libgcrypt20 (1.6.1-2ubuntu1.14.04.1)
libgsl0ldbl (1.16+dfsg-1ubuntu1)
libkactivities6 (4:4.13.3-0ubuntu2~ubuntu14.04~ppa1)
libkatepartinterfaces4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkcmutils4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkde3support4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkdeclarative5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkdecore5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkdesu5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkdeui5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkdewebkit5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkdnssd4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkemoticons4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkfile4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkhtml5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkio5 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkjsapi4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkjsembed4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkmediaplayer4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libknewstuff3-4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libknotifyconfig4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkntlm4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkonq-common (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkonq5-templates (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkonq5abi1 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkonqsidebarplugin4a (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkparts4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkpty4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkrosscore4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libktexteditor4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libkubuntu0 (14.04ubuntu4)
libkxmlrpcclient4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
liblcms1 (1.19.dfsg-1.2ubuntu5)
liblqr-1-0 (0.4.1-2ubuntu1)
libmagick++5 (8:6.7.7.10-6ubuntu3)
libmagickcore5 (8:6.7.7.10-6ubuntu3)
libmagickwand5 (8:6.7.7.10-6ubuntu3)
libmuparser2 (2.2.3-3)
libntrack-qt4-1 (016-1.2ubuntu2)
libntrack0 (016-1.2ubuntu2)
libphonon4 (4:4.7.80-0ubuntu1~ubuntu14.04)
libplasma3 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libpodofo0.9.0 (0.9.0-1.2)
libpolkit-qt-1-1 (0.103.0-1ubuntu1)
libqapt2 (2.1.70-0ubuntu4.2)
libqapt2-runtime (2.1.70-0ubuntu4.2)
libqca2 (2.0.3-5)
libqt4-qt3support (4:4.8.5+git192-g085f851+dfsg-2ubuntu4.1)
librecad (2.0.2+nolibs-1)
librecad-data (2.0.2+nolibs-1)
libsolid4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libssh-4 (0.6.1-0ubuntu3.1)
libstreamanalyzer0 (0.7.8-1ubuntu2)
libstreams0 (0.7.8-1ubuntu2)
libthreadweaver4 (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
libtinyxml2.6.2 (2.6.2-2)
libutempter0 (1.1.5-4build1)
libvisio-0.0-0 (0.0.31-1ubuntu2)
libwcs4 (4.20-2)
libwpd-0.9-9 (0.9.9-1)
libwpg-0.2-2 (0.2.2-1ubuntu1)
libwxbase2.8-0 (2.8.12.1+dfsg-2ubuntu2)
libwxgtk2.8-0 (2.8.12.1+dfsg-2ubuntu2)
libxml2-utils (2.9.1+dfsg1-3ubuntu4.6)
luckybackup (0.4.7-3)
luckybackup-data (0.4.7-3)
menu (2.1.46ubuntu1)
ntrack-module-libnl-0 (016-1.2ubuntu2)
oxygen-icon-theme (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
phonon (4:4.7.80-0ubuntu1~ubuntu14.04)
phonon-backend-gstreamer (4:4.7.80-0ubuntu2~ubuntu14.04)
phonon-backend-gstreamer-common (4:4.7.80-0ubuntu2~ubuntu14.04)
phonon-backend-gstreamer1.0 (4:4.7.80-0ubuntu2~ubuntu14.04)
plasma-scriptengine-javascript (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)
python-tk (2.7.5-1ubuntu1)
sane (1.0.14-9)
scribus (1.4.2.dfsg+r18267-1ubuntu2)
scribus-template (1.2.4.1-2)
stellarium (0.12.4-1)
stellarium-data (0.12.4-1)
xsane (0.998-5ubuntu1)
xsane-common (0.998-5ubuntu1)

Wed Jul 6 18:06:28 2016


Instalados:

konq-plugins (4:4.14.2-0ubuntu1~ubuntu14.04~ppa1)

Sat Aug 20 11:55:09 2016 - Após a instalação do Linux Mint 18 KDE (Beta)


Instalados:

aspell-pt-br (20131030-9)
conky-all (1.10.1-3)
diffuse (0.4.8-2)
fancontrol (1:3.4.0-2)
filezilla (3.15.0.2-1ubuntu1)
filezilla-common (3.15.0.2-1ubuntu1)
gir1.2-goocanvas-2.0 (2.0.2-2)
gir1.2-gtkspell3-3.0 (3.0.7-2)
inkscape (0.91-7ubuntu2)
konq-plugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror (4:15.12.3-0ubuntu1)
kruler (4:15.12.3-0ubuntu1)
krusader (1:2.4.0~beta3-2ubuntu1)
kstars (4:15.12.3-0ubuntu2)
kstars-data (4:15.12.3-0ubuntu2)
libasn1-8-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libaudclient2 (3.5~rc2-1)
libcfitsio2 (3.370-5)
libdb5.3:i386 (5.3.28-11)
libfilezilla0 (0.4.0.1-1)
libgoocanvas-2.0-9 (2.0.2-2)
libgoocanvas-2.0-common (2.0.2-2)
libgsl2 (2.1+dfsg-2)
libgssapi3-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libgtkspell0 (2.0.16-1.1ubuntu1)
libgtkspell3-3-0 (3.0.7-2)
libhcrypto4-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libheimbase1-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libheimntlm0-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libhx509-5-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libid3tag0 (0.15.1b-11)
libimlib2 (1.4.7-1build1)
libindi-data (1.1.0-1ubuntu1)
libindi1 (1.1.0-1ubuntu1)
libjpeg-progs (1:9b-1ubuntu1)
libjpeg9 (1:9b-1ubuntu1)
libkf5plotting5 (5.23.0-0ubuntu1~ubuntu16.04~ppa1)
libkrb5-26-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libldap-2.4-2:i386 (2.4.42+dfsg-2ubuntu3.1)
liblept5 (1.73-1)
liblua5.1-0 (5.1.5-8ubuntu1)
libmagick++-6.q16-5v5 (8:6.8.9.9-7ubuntu5.1)
libnova-0.14-0 (0.14.0-2.1)
libpugixml1v5 (1.7-2)
libqt5serialport5 (5.5.1-2build1)
libroken18-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libsasl2-2:i386 (2.1.26.dfsg1-14build1)
libsasl2-modules-db:i386 (2.1.26.dfsg1-14build1)
libtesseract3 (3.04.01-4)
libunity-protocol-private0 (7.1.4+16.04.20160701-0ubuntu1)
libunity-scopes-json-def-desktop (7.1.4+16.04.20160701-0ubuntu1)
libunity9 (7.1.4+16.04.20160701-0ubuntu1)
libwcs5 (5.15-1)
libwind0-heimdal:i386 (1.7~git20150920+dfsg-4ubuntu1)
libwxbase3.0-0v5 (3.0.2+dfsg-1.3)
libwxgtk3.0-0v5 (3.0.2+dfsg-1.3)
libxmmsclient6 (0.8+dfsg-14build3)
libxnvctrl0 (361.42-0ubuntu1)
ocl-icd-libopencl1 (2.2.8-1)
ocl-icd-libopencl1:i386 (2.2.8-1)
ocrfeeder (0.8.1-2)
p7zip-full (9.20.1~dfsg.1-4.2)
psensor (1.1.3-2ubuntu3)
psensor-common (1.1.3-2ubuntu3)
pyrenamer (0.6.0-1.2)
python-enchant (1.6.6-2)
python-hachoir-core (1.3.3-4)
python-hachoir-metadata (1.3.3-2)
python-hachoir-parser (1.3.4-2)
python-numpy (1:1.11.0-1ubuntu1)
python-sane (2.8.2-1build1)
stellarium (0.14.3-1)
stellarium-data (0.14.3-1)
tesseract-ocr (3.04.01-4)
tesseract-ocr-eng (3.04.00-1)
tesseract-ocr-equ (3.04.00-1)
tesseract-ocr-osd (3.04.00-1)
tesseract-ocr-por (3.04.00-1)
ttf-mscorefonts-installer (3.4+nmu1ubuntu2)
unetbootin (608-1)
update-notifier-common (3.168.1)
wine (1:1.6.2-0ubuntu14)
wine-gecko2.21 (2.21-0ubuntu1)
wine1.6 (1:1.6.2-0ubuntu14)
wine1.6-amd64 (1:1.6.2-0ubuntu14)
wine1.6-i386:i386 (1:1.6.2-0ubuntu14)
winetricks (0.0+20141009+svn1208-2ubuntu1)

Sat Aug 20 20:07:08 2016


Instalados:

fuseiso (20070708-3.2)

Mon Sep 26 16:27:19 2016 - primeiras tentativas (26 Set.)


Reinstalados:

konqueror (4:15.12.3-0ubuntu1)

Mon Sep 26 16:29:11 2016


Removidos completamente:

konqueror

Removidos:

konq-plugins

Mon Sep 26 16:30:43 2016


Removidos completamente:

konq-plugins

Mon Sep 26 16:32:43 2016


Instalados:

gnash-common (0.8.11~git20160109-1build1)
klash (0.8.11~git20160109-1build1)
konq-plugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror-nsplugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
konqueror-plugin-gnash (0.8.11~git20160109-1build1)
libboost-program-options1.58.0 (1.58.0+dfsg-5ubuntu3.1)
libjemalloc1 (3.6.0-9ubuntu1)

Wed Sep 28 09:16:03 2016 - novas tentativas (28 Set.)


Removidos completamente:

konq-plugins

Wed Sep 28 09:21:33 2016


Instalados:

dolphin4 (4:15.12.3-0ubuntu1)
konq-plugins (4:15.12.3-0ubuntu1)
kpart-webkit (1.3.4-2)

Wed Sep 28 13:10:43 2016


Removidos completamente:

exfat-fuse
gvfs-fuse
ifuse

Instalados:

fuse-zip (0.4.0-2build1)
kde-service-menu-fuseiso (0.2-0ubuntu2)

Registros anteriores


O hábito de usar o Konqueror como gerenciador de arquivos, — e esperar os mesmos recursos, — data, provavelmente do antigo Kurumin Linux.

O arquivo “pacotes.txt” do Kurumin 5.1 Beta registra a existência das seguintes ocorrências de “file manage”, de “konq” e de “nautilus”, — e nenhuma ocorrência de “dolphin”:

  • fileutils              5.2.1-2      The GNU file management utilities
  • konq-plugins     3.4.2-2.1   plugins for Konqueror, the KDE file/web/doc
  • konqueror          3.4.2-4      KDE's advanced file manager, web browser and
  • konqueror-nspl  3.4.2-4      Netscape plugin support for Konqueror
  • libkonq4            3.4.2-4      core libraries for Konqueror
  • kdemultimedia- 3.4.2-2      enables the browsing of audio CDs under Konq
  • libnautilus-ex    2.10.1-2    libraries for nautilus components - runtime

O arquivo “pacotes.txt” do Kurumin 7.0r3 registra a existência das seguintes ocorrências de “file manage” e de “konq”, — e nenhuma ocorrência de “dolphin” ou “nautilus”:

  • fileutils                     5.97-5.3         The GNU file management utilities
  • konqueror                 3.5.5a.dfsg.1-6 KDE's advanced file manager, web browser and
  • konq-plugins             3.5.5-1           plugins for Konqueror, the KDE file/web/doc browser
  • konqueror-nsplugins   3.5.5a.dfsg.1-6 Netscape plugin support for Konqueror
  • libkonq4                    3.5.5a.dfsg.1-6 core libraries for Konqueror
  • kdemultimedia-kio-plugins  3.5.5-2     enables the browsing of audio CDs under Konqueror
  • libnautilus-extension1  2.14.3-11+b1 libraries for nautilus components - runtime version
  • mc                            4.6.1-6           midnight commander - a powerful file manager

O KDE 3.5 parece ter sido o último a trazer o Konqueror como gerenciador de arquivos, — substituído pelo Dolphin a partir do KDE 4.

Os motivos, por volta de 2007, parecem ter sido de maior simplicidade, facilidade e leveza, — tendo em vista o usuário iniciante, — com um aplicativo dedicado ao “gerenciamento de arquivos”, sem a parafernália destinada à “navegação web”.

A decisão desagradou inúmeros usuários do KDE, — ainda se encontram velhos tópicos em abundância, no Google, — e essa polêmica permite “navegar” pelas características do Konqueror e do Dolphin, até por volta de 2010.

A substituição do Konqueror pelo Dolphin se refletiu no Kubuntu 8.04, — com a opção de instalar KDE 3.5 ou 4 (ou ambos), — e com mais força a partir do 8.10.

Ao procurar um “substituto” para o Kurumin, em Abril 2009, veio a “surpresa”, ao tomar contato, — meio tardio, — com o Ubuntu / Kubuntu 8.04, 8.10 e 9.04.

Data daí o hábito de instalar o Konqueror (e o Krusader), — a cada novo Kubuntu. — Porém, aos poucos foram sendo menos usados, e de certo modo caíram no esquecimento.

A verdade é que ainda existia no computador o Windows XP, — cujo velho “Explorer” supria as necessidades de busca avançada, — e isso foi um dos fatores que retardaram a migração completa para o Linux, até meados de 2016.

Linux Mint 17.3


No antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, a simples instalação do Konqueror não habilitou seu mecanismo de busca. — Isto só ocorreu após instalar o “kfind” (6 Mar. 2016), e nem foi preciso fechar / reabrir, para entrar em funcionamento.

__________
Publicado inicialmente às 23:23 de 26. Set. 2016.
Desenvolvido no Chromium (Debian, Kubuntu, KDE Neon) ao longo do dia 27 Set. 2016.
Concluído no Konqueror (Linux Mint), em 28 Set. 2016.

— … ≠ • ≠ … —

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Substituição da fonte de energia do computador

Cálculo da fonte de energia do computador e monitoramento das tensões (“voltagens”) após a substituição

«Variações de até 5%, para mais ou para menos, são perfeitamente normais, mas variações acima disso (sobretudo variações para mais) podem danificar componentes sensíveis» [Morimoto: Guia do Hardware (2007). Grifo do site: ref.: saídas].

«Vale o que está escrito» [Regra do jogo do bicho].

Ao montar o computador, em 2009, a escolha da fonte de energia foi orientada por amigos da área, por telefone, — e é possível que tenha exagerado um pouco em seu dimensionamento, — afinal, técnicos sempre preveem acréscimo de componentes, expansões e upgrades.

Além disso, — por não entender nada do assunto, — a opção foi pelo mais garantido.

“Real” versus “Nominal”


No jargão dos experts, é muito comum ouvir falar de potência “nominal” (teoria, ficção), em contraposição à potência “real”, — a energia que a fonte efetivamente consegue fornecer, nas condições reais de uso do computador.

Acontece que nenhum fabricante entrega o ouro desse jeito, — com essas palavras, — e há orientações contraditórias sobre como descobrir a potência “real”, naquela barafunda de letras e números da etiqueta adesiva em sua lateral.

Quanto aos balconistas, é comum citarem um único valor de potência. — Só quando você questiona se aquilo é “nominal” ou “real”, passam a citar dois valores diferentes, — que nem sempre coincidem com valores escrito nas etiquetas adesivas, ou com o total que você calcula na hora, multiplicando VA → W das 3 saídas principais e somando os resultados.

Daí, a opção pelo “mais garantido”, em 2009, — com superdimensionamento da fonte, em relação à carga de fato necessária, — e torcendo para que o custo 2 ou 3 vezes maior também implicasse em um pouco mais de “qualidade”.

Porque, — além das possíveis enganações, — experts também advertem sobre a deterioração de componentes, com o passar do tempo, — afora a má qualidade de fontes “baratas”, verdadeiras ameaças, com possíveis componentes prestes a fugir das especificações desejáveis.

E no quesito “qualidade” reside sua tranquilidade (ou não) de que as “saídas” (output) não variem mais de 5%, — em especial, “para mais”, — como alertava Morimoto.

A vida de leigo, — mexendo com o que não entende, — é dura.

Fonte original posta de lado


Fonte original do gabinete de computador, com indicação de “Total Máxima: 180W”

Por tudo isso (e mais um pouco), a fonte original “Wise” que veio no gabinete do computador, — com indicação de “Total máxima: 180W” no adesivo, — foi deixada de lado.

Infelizmente, não há qualquer outra indicação de supostos valores de potência “nominal” ou “real”, — tal linguagem não existe nos adesivos, muito menos na maioria das embalagens, — a menos que aquele “500” no código “WSNG-500-P4” pretenda insinuar alguma coisa.

Observe que a “Máxima” das saídas “+3,3V” e “+5V”, — em conjunto, — é menor do que a soma de seus valores individuais, — multiplicação VA → W.

A soma de (3,3V x 10A = 33W) + (5V x 14A = 70W) deveria dar 103W, — mas, em conjunto, alcançam apenas 83W, — uma “quebra” de 19,4% na colheita, digamos assim.

Somando esses 83W aos (+12V x 7A = 84W) da terceira saída, chega-se apenas a 167W.

Para se chegar perto dos alardeados “180W”, seria necessário somar também as saídas “-12V”, “-5V” e “-5Vsb”, — com, respectivamente, 6W, 2,5W, e 4W, — e arredondar para cima o ½W que ainda fica faltando.

Afora os próprios fabricantes, não foram encontrados exemplos dessa prática de somar todas as 6 saídas, para calcular a potência “real” de uma fonte.

A prática observada (e recomendada) é somar apenas as 3 saídas “principais”, — as 3 primeiras, de maior corrente (e sinal positivo), — sempre considerando a limitação especificada para o conjunto das 2 primeiras.

Quanto ao “consumo” exigido pelo computador, Morimoto, no “Guia do Hardware” (2007), recomendava considerar “até” 90W para “um processador dual-core”; uns “15W a 20W” para cada HD de 7.200 RPM; mais 25W para cada gravador de CD / DVD; e “até” 10W para cada exaustor (inclusive o cooler do processador).

Com isso, a montagem planejada em 2009, — salvo improváveis alterações radicais da tecnologia nos 12 meses desde a publicação do livro (2007) até a data dos componentes adotados (2008), — exigiria um mínimo de 165W, já com folga.

Uma fonte de “180W”, — na verdade, 167W, — não era recomendável, em termos de segurança e tranquilidade.

A fonte utilizada


Fonte (supostamente) de 800W utilizada desde a montagem do computador, em 2009

Por isso, aquela fonte original do gabinete foi substituída por outra, com a única indicação de “800W” na parte de cima do adesivo, — e outra indicação, lá embaixo, de “3,3V & 5V Max.: 410W”.

É o mesmo fenômeno observado na fonte original, — as 2 primeiras saídas, em conjunto, dão menos do que a soma de suas capacidades separadas; — apenas, o formato da tabela é diferente.

Numa soma exata das multiplicações, as duas entradas dariam 418,2W, — mas fica advertido que, em conjunto, não passam de 410W. — Uma “quebra” de 1,91% na colheita.

Portanto, nesta fonte de maior potência, essa diferença é bem menor, quase negligenciável. — Com essa “compensação”, os 800W do título caem para 794W, — desde que somando apenas as 3 saídas principais.

Não parece fazer sentido algum, somar as outras 3 saídas, — chegando a um total de 812,5W, — a menos que se queiram inflar os números. — Mas, neste caso, por que o fabricante indicaria “800W”?

Quanto à saída “-5V”, nem é especificada, em vários modelos, — sequer, para fazer quorum.

E a saída “-5Vsb” apenas mantém (“stand by”) a tensão suficiente para dar partida no computador, quando desligado. — Por mais “real” que seja a existência desses 4W ou 10W, eles não têm significado prático, para atender ao consumo exigido pelo computador nos momentos de trabalho mais intenso.

Fim da vida útil?


Encerramento da sessão Live Linux Mint 18 “Sarah” KDE, devido à parada da ventoinha da fonte

Essa fonte sem marca, “Made in China”, atravessou bravamente 7 estações de seca e poeira, no planalto central, — em funcionamento de 23 Mar. 2009 até 9 Set. 2016. — Dentro de mais 2 semanas, completaria a travessia de 8 invernos.

Na madrugada de Sexta para Sábado (10), porém, sua ventoinha entrou em greve, — o que, felizmente, foi percebido dentro de 50 minutos (se tanto), e o computador pôde ser desligado, sem danos perceptíveis até agora.

A própria fonte não chegou a apresentar aquecimento anormal, nesse breve intervalo, com a máquina em descanso.

Apenas, teve de ser interrompido, — mais uma vez, — o teste Live USB do Linux Mint 18 “Sarah” KDE.

Estado da fonte, com etiqueta de Set. 2007, após 7½ anos de uso, sem limpeza

Retirada a fonte, — e rompida a etiqueta de “garantia”, datada de Set. 2007, — seu interior mostrou a sujeira que era de se esperar.

Ou menos. — Na ausência de cortinas e carpetes, há muito pouca fibra, — o principal é poeira seca, típica da periferia, menos guarnecida de gramados e asfalto do que o Plano Piloto.

Mas, nenhum dano visível, — aliás, o computador seguia normal (em repouso), até ser desligado (por precaução óbvia). — Apenas, a ventoinha da fonte havia parado.

Uma substituição provisória permitiu, então, pesquisar com calma sobre o assunto, — abertura, limpeza, possível desengripamento ou lubrificação dos rolamentos (se isso bastar), teste com multímetro etc., — e ainda não foi descartada a possibilidade de recuperação.

Aplicar um “desengripante” (tipo WD40), — ou pingar 1 gota de óleo, — nos rolamentos de uma ventoinha, não tem mistério: — É prática conhecida, dos tempos do antigo computador.

Substituição da fonte


A substituição da fonte, — em pleno final de semana, sem computador para pesquisar, e distante das melhores lojas do DF, — acabou condicionada pela urgência e pelas limitações da pacata região serrana.

Por isso, é uma solução provisória, — preço e qualidade demandam tempo e pesquisa.

Calma e vagar, — em bom português.

Entre as lojas das redondezas, as disponibilidades mais razoáveis orçavam-se em R$ 55, R$ 65, R$ 155, e R$ 175, — a conversar.

Ao preço de R$ 55,00, estava o “basicão”, — na linguagem do motoqueiro que apareceu em busca de um exemplar, tipo “jogo rápido”, para acerto posterior.

Esse “basicão”, atualmente, oferece mais ou menos o mesmo que a antiga fonte original, recebida com o gabinete, — ainda sem uso, — e não daria tranquilidade alguma.

As duas fontes de R$ 155 ~ 175 ofereciam um pouco menos do que a fonte retirada para exame, — apesar de suas embalagens gourmet acenarem com sonhos maviosos.

Fonte Wise pouco acima do “basicão”, — indicando “Total máxima: 220W" (ou pouco mais, na soma)

A escolha recaiu numa Wise de R$ 65, — de insinuados “500”, a crer no código “500 P42S C+E”, sob possível álibi de “nominal”, — e cujo adesivo indica “Total máxima: 220W”, possível sugestão de “real”.

As fraquezas desses supostos “220W” ficam embaralhadas no meio de vários detalhes.

Os únicos números mais vistosos, — “17A” e “18A”, — encontram-se no subconjunto de saídas menos exigidas, atualmente, — “+3,3V & +5V”.

A soma desses fatores daria 146W, — mas especifica-se o limite de 100W para o subconjunto, — uma “quebra” de 31,5%.

Já a saída mais exigida, — de “+12V”, com supostos (apenas) 12A, — ainda sofre “compensação” adicional, que o modelo antigo não tinha: — Em vez dos 144W esperados na multiplicação, o subtotal especificado é de 104W, — “quebra” de 27,7%, restando o equivalente a 8,7A.

Isso pouco difere dos 7A da antiga fonte, recebida com o gabinete.

Restam, então, apenas 204W nas 3 saídas que usualmente se somam, para avaliar a capacidade da fonte, — apenas um pouco menos apertado do que os 167W da fonte original, considerando o cálculo de uma exigência mínima de 165W.

Em suma, os tais “220W”, — supostamente “reais”, indicados pelo fabricante, — só se encontram pela soma de mais 2 saídas, — inclusive os “10W” da saída “-5Vsb” (stand-by) para dar partida no computador (quando desligado).

Acompanhamento das tensões fornecidas pela fonte no uso diário, via Xsensors: nem a Tiazinha assustou

Apesar disso tudo, os resultados práticos parecem razoáveis, por enquanto.

Foi instalado o “Xsensors”, — no Kubuntu, no Linux Mint 18 KDE, no KDE Neon e no Debian KDE, — para acompanhamento constante das tensões fornecidas pela fonte, sem ocupar um Terminal com um “sudo watch sensors” permanente.

O foco da prevenção começa pelo Facebook e pelo Youtube, claro, — mas convém monitorar tudo, dia após dia, — não vá alguma coisa inesperada botar as unhas de fora, enquanto olhamos para outro lado.

Naturalmente, ter consciência da precariedade momentânea, — e não empenhar o computador em disparadas malucas, — pode amenizar eventuais riscos.

Cálculo super-simplificado


Um artigo no TechTudo, — projetando aquela confiança, que inspiram portais & especialistas, — afirma que a potência “real” de uma fonte pode ser calculada, muito simplesmente, multiplicando a tensão da saída “+12V” pela sua corrente, — e nada mais.

Por esta simples conta, conclui que “a Fonte Corsair CX430 (…) comprada como se fosse de 430W, na verdade é de apenas 336W na corrente 12V, que é a que mais consome energia”, — embora admita que… “existem (…) outras contas mais complexas para saber o resultado final, porém, esse é o método mais simples de se chegar ao número” [1º Dez. 2014].

Não deixa de fazer algum sentido. Em 2007, Morimoto já apontava a perda de importância das saídas “+3,3V & +5V”, — com os processadores passando a consumir corrente da saída de “+12V” (reduzida pelas placas-mãe), “assim como (…) exaustores e drives ópticos”.

No entanto, no panorama de 2007, — muito próximo dos componentes de 2008 usados no computador, — “componentes da placa-mãe, pentes de memória”… utilizam a saída de +3,3V. Os HDDs usam, simultaneamente, as saídas de +5V para a placa lógica, e +12V para o motor dos discos. “A própria placa-mãe utiliza a saída de +5V para alimentar diversos componentes”.

Considerando que os componentes usados ainda são de 2008, — exceto a unidade CD / DVD, substituída há poucos dias (por uma usada, com data de 2014), — convém lembrar que recomendações mais recentes (adequadas às tecnologias atuais), não “têm de” ser aceitas e seguidas cegamente, sem um mínimo de avaliação crítica.

Nesta conta simplificada, a fonte “original” (do gabinete) teria nada mais que 84W “reais”.

A fonte utilizada durante 7½ anos teria nada mais que 384W, — valor mais do que suficiente, mesmo assim.

E a fonte adquirida agora, como solução provisória, teria nada mais que 104W “reais”, — número para se entrar em pânico imediato.

Saídas de energia utilizadas pelos HDDs Samsung e Maxtor

Resta saber se tal simplificação na avaliação da fonte não nos acabaria levando a complicar o cálculo das exigências do hardware, — para investigar o que é, de fato, alimentado pela saída +12V, — sob pena de aplicar margem de segurança em cima de margem de segurança, numa insana progressão geométrica.

O consumo considerado até agora, de 20W por HDD, já é um extremo, — de fato, Morimoto falava “15 a 20W”, — em uso intenso.

Da mesma forma, “25W” para CD / DVD em gravação, — acontecimento cada vez mais raro, — também era um limite que, hoje, pouquíssimos usuários fariam coincidir com o uso de 2 HDDs na intensidade máxima, — dada a desproporção das taxas de transferência, tipo 2 aviões vs. 1 tartaruga.

Seria preciso disparar um backup massivo, entre os 2 HDDs, — e, ao mesmo tempo, tentar gravar um DVD na velocidade máxima, digamos.

Aí, sim, poderíamos ter o consumo simultâneo de 65W, — só nesses 3 dispositivos, — porém, já com generosa margem de segurança.

De fato, essa margem de folga está exacerbada, — além de não se referir apenas à saída “+12V”.

Tanto o HDD Samsung quanto o Maxtor especificam 0,5A ~ 0,52A da saída “+12V”, — o que dá apenas 6W ~ 6,24W, para cada um. — Total: menos de 13W (não 40W), para 2 HDDs.

Os demais 3,5W são puxados da saída +5V, — portanto, fora desse cálculo simplificado para avaliação da fonte, que leva em conta unicamente a saída de +12V.

A unidade de CD / DVD (datada de 2014) também indica 2 fontes, — “+5V” e “+12V”, — embora sem detalhar as respectivas correntes, — o que dificulta um cálculo inteligente.

Desse modo, o risco mais concreto dessa fonte provisória, — a recomendar monitoramente constante, — está na qualidade de seus componentes, devido ao seu baixo custo.

A pergunta, não é se essa joça atende, — isso, está comprovado, — mas, se dá para deixar o computador ligado e dormir o sono tranquilo dos justos.

Há controvérsia.

Calculadora ASUS


ASUS Recommended power supply wattage calculator

A “calculadora online”, — oferecida pela ASUS para ajudar a dimensionar a fonte necessária, ao projetar um computador, upgrade ou expansão, — é um recurso muito interessante.

Você vai preenchendo todos os dados solicitados, — placa-mãe, processador, pentes de memória, HDDs, gravadoras de CD / DVD, portas USB, exaustores etc., — e a capacidade exigida da fonte de energia vai sendo recalculada, passo a passo.

Infelizmente, não foi possível encontrar uma página no site da ASUS especificando o modo de avaliar as fontes, — em correspondência com o método aplicado neste cálculo da capacidade recomendada, — afinal, são os 2 lados da mesma moeda.

A única recomendação, é que o usuário se assegure de usar uma fonte de capacidade superior à indicada pela “calculadora online”:

The recommended power wattage figure is calculated based on the peak or maximum utilization power consumption of installed devices or components. Please ensure to use power supply unit capable of outputting over the calculated recommended wattage to prevent system instability, random reset, unexpected shutdown, or similar problems caused due to insufficient power.

Na falta desse esclarecimento mínimo indispensável, — e da espantosa ausência do tradicional “não nos responsabilizamos etc.”, — só é possível imaginar que as margens de segurança estejam amplamente exacerbadas.

Trata-se de orientar, — sem qualquer filtro, — pessoas de absolutamente qualquer tipo, idade, nível educacional, conhecimento (ou desconhecimento) técnico etc.

É muito difícil imaginar que tais cálculos se refiram a uma avaliação rigorosa da capacidade da fonte, — coisa que a maioria talvez não faça, — menos ainda, a uma avaliação “restritiva”, que considere unicamente a saída “+12V”.

Outro motivo para pensar assim, é que todos os resultados só avançam de 50W em 50W, — há momentos em que você acrescenta  / retira 2 ou 3 itens, e nada se altera, — o que sugere alto grau de tolerâncias embutidas no cálculo.

Partindo do zero, as únicas opções possíveis de placa-mãe (motherboard) são “Desktop” ou “Servidor”, — e no primeiro caso, já salta para 50W.

Jamais pensei nisso!, — meu guru não falou nada a respeito, — mas a ASUS deve saber o que diz, já que sua MB é a base deste computador.

A escolha do processador Intel Core 2 Duo etc. acrescenta mais 100W, — bem de acordo com os 90W considerados em 2009.

Acrescentar 2 pentes de Memória DDR2 aumenta a exigência em mais 50W, — mas 1 único pente sai “de graça”. — Portanto, seu verdadeiro consumo “máximo” já está amplamente suprido (e com folga) pela margem de tolerância embutida no cálculo da placa-mãe + processador.

Das duas, uma: — Ou a placa-mãe está muito longe de consumir 50W, — ou cada pente de Memória DDR2 não chega nem perto disso.

Total até aqui: — 150W com 1 pente de Memória DDR2, — ou 200W com 2 pentes.

Com os 2 pentes DDR2, não faz diferença alguma, acrescentar ou deixar de acrescentar 4 dispositivos USB + 2 exaustores, — continua em 200W, — mas, neste caso, retirar 1 pente DDR2 não abaixa de volta para 150W.

Nesse ponto, — 200W, sem retirar nada, — acrescentar um “DVD/CD-RW Combo” exige mais 50W (evidente exagero).

Mas se, — em vez do Combo, — você acrescenta 2 HDDs, são “exigidos” mais 100W (verdadeiro escândalo), — pulando de 200W para 300W.

Neste caso, acrescentar o Combo sai “de graça”, — o total continua estacionado em 300W.

Se, em vez disso, deixa 1 HDD + 1 Combo, também nada muda, — segue “exigindo” 300W.

Este seria o “consumo” previsto para o computador, — com recomendação de usar uma fonte de capacidade superior a isto, — mas sem a mínima orientação de como avaliar a capacidade da fonte.

Pelo que dizem as embalagens, — só pode, — sem nenhum senso crítico mais apurado.

«Vale o que está escrito», — como no “bicho”.

A conferir


Apesar da noção difundida de que a capacidade “nominal” não passe de ficção, há pelo menos um aspecto que merece análise: — O consumo de energia de sua residência, escritório etc., bem como o dimensionamento da rede elétrica, fiação, disjuntores etc.

Existe alguma possibilidade de que essas fontes de 500W “nominais” consumam tal valor, — apesar de suas saídas oferecerem alguma coisa entre 167W ~ 204W?

Um teste básico seria apagar todas as luzes e desplugar todas as tomadas de sua casa ou escritório, — geladeira, freezer, microondas etc., — e verificar se o “relógio” parou por completo.

Uma vez obtida a parada completa do medidor de energia, ligar apenas o computador, e verificar o consumo efetivo, digamos, após 1 hora.

Infelizmente, esse número acabará incluindo o Monitor, o Modem, as Caixas de som, e outros periféricos, que, — embora não se “alimentem” da fonte do computador, — serão indispensáveis para um “teste de trabalho intenso”.

E talvez seja um tanto complicado, conseguir disparar um backup intensivo entre os 2 HDDs, ao mesmo tempo em que usa o Scanner USB, tenta gravar um DVD na velocidade máxima, faz um download pesado etc., — tudo ao mesmo tempo.

Fica para outra ocasião.

— … ≠ • ≠ … —

sábado, 10 de setembro de 2016

Facebook sobrecarrega visitar e compartilhar "Páginas"

Quase um minuto de tortura, para compartilhar publicação de “Página” do Facebook

Não faz diferença, se a “Página” no Facebook é sua, de uma multinacional, ou de uma instituição de caridade. — Também parece não fazer diferença, se a “Página” é de direita ou de esquerda.

Tanto faz, a “Página” ser contra, a favor, — ou muito pelo contrário

Visitar qualquer “Página” no Facebook sobrecarrega a CPU do seu computador, — e re-compartilhar uma postagem de “Página” pode ocupar, literalmente, toda a capacidade da CPU.

Os re-compartilhamentos tornam-se uma tortura, — lentos, demorados, devagar-quase-travando, — a menos que o computador seja parrudo o suficiente(*), para enfrentar os obstáculos.

(*) O teste foi feito com 4 GiB de Memória RAM, — porém menos de 2 GiB RAM livres. ••• (ver “Parâmetros do teste”, adiante). •••

Detalhes do início e fim de um compartilhamento de “Página” no Facebook: 51 segundos

O quadro acima detalha o momento em que já foi clicada a opção “Compartilhar”, às 22:22:20; — e o momento em que finalmente o Facebook começa a exibir o aviso de que o compartilhamento foi concluído, às 22:23:11.

Dois instantes separados por nada menos que 51 segundos, — e que não abrangem o tempo total do processo.

Na barra do Conky (à esquerda da tela), estão apontados os gráficos indicativos do “consumo” de CPU, — praticamente 100% da CPU1 e da CPU2 (Core0 e Core1), nas fases mais “travadas” do re-compartilhamento.

As barras mais finas, logo a seguir, indicam o uso total de CPU (centralizada), a ocupação de Memória RAM e o uso de Memória Swap (alinhadas à direita).

A temperatura do primeiro “núcleo” da CPU (Core0) eleva-se a 58ºC, e a do Core1 chega a 56ºC, — contra 44ºC, na maioria das outras atividades, neste computador. ••• (ver “Parâmetros do teste”, adiante). •••

Nos gráficos “Down” e “Up” (mais abaixo), fica evidenciado que não ocorre nenhum tráfego intenso de dados pela rede, — muito pouco utilizada.

De fato, não há quase nada a enviar ou receber pela internet, — exceto “instruções” muito simples, de poucos bytes. — O que está “lá”, continua lá; — e o que já está “aqui”, continua aqui.

Em resumo, o processamento exigido das máquinas, — rapidíssimas, — do Facebook envolve apenas coisas como acrescentar uma linha de informações em um banco de dados, apontando para o seu “Perfil” (exibir), data e hora (para compor o link) etc., — e mais um link para a postagem original de quem havia compartilhado antes (no caso, uma “Página”).

Na medida em que se usa o máximo de recursos do computador do usuário, — com quê?, — ganha-se um tempo descomunal, — do ponto de vista das máquinas (rapidíssimas) do FB, que desse modo não precisam crescer tanto (menos investimento) para cumprir essas tarefas simples, na mesma velocidade de alguns anos atrás, — quando começou a ser intensificado o processo de “monetização” do Face.

Apenas 11 segundos para compartilhar uma postagem encontrada no “Feed de notícias”

Em comparação, percorrer um “Perfil” (pessoal), — ou o “Feed de notícias” (geral), — ou as postagens em um “Grupo”, — é leve como uma pluma. — A rolagem é rápida e suave, com um “consumo” bem menor de CPU, — e um re-compartilhamento se completa cerca de 5 vezes mais rápido.

Só que, se ficar na dependência do “Feed de notícias”, você não tem o menor controle do que lhe será exibido. — Depende de uma infinidade de “interações”, segundo “algoritmos” que não se sabe muito bem como funcionam.

O mundo pode acabar, — e você só ver a notícia 3 dias depois, ou na semana seguinte. — Ou nunca.

Também poderá ver diversos convites para eventos encerrados na véspera, — se alguém ainda clicar “Like”, comentar etc., — movido por outro amigo que também clicou “Like” com atraso, — e assim por diante.

Teoricamente, os “algoritmos” teriam “detectado” que os cliques daquelas pessoas são “importantes” para você. É assim que “funciona” (em tese, pelo menos). Bem-vindo à era da “inteligência artificial”, — mas pode chamar de “inteligência rara”.

Se quiser ter alguma certeza de se manter informado, deve anotar ½ dúzia de “Páginas” que considera fundamentais, — e preparar-se para enfrentar o elevado “consumo” de CPU, ao visitá-las, uma ou várias vezes ao dia. — Repita mentalmente: “Sim! Eu consigo!

Claro, existem algumas “ferramentas”. — Ao “curtir” uma página, que considera fundamental para se manter informado, você também pode:

  • [a] Pedir para “Receber notificações”
  • [b] Pedir para “Ver primeiro” (em seu “Feed de notícias”)
  • [c] Curtir, comentar e compartilhar bastante, para o FB “entender” que você tem interesse
  • [z] Todas as opções acima.

Infelizmente, a experiência tem mostrado que a soma de tudo isso ainda é insuficiente, — um belo dia, você descobre que tal “Página” publicou uma notícia fundamental (uma semana antes!)… e só agora, aquilo lhe foi mostrado (por puro acaso, provavelmente).

O mais comum, — ao entrar no Facebook, — é que lhe sejam mostradas ½ dúzia de postagens com 16 a 24 horas de atraso (ou mais).

Uma espécie de “mexido de sobras da véspera”, que já estava na memória “cache” do FB, para ser “servido rápido”, — mesmo que você opte por “Ver as histórias mais recentes”. — Pouca coisa realmente nova aparece, de fato, hora após hora.

Depois de compartilhar 20 postagens, uma ida ao “Feed de notícias” lhe mostrará essas mesmas 20 postagens (feitas por você e por amigos seus), — entremeadas com ½ dúzia de outras coisas, em geral de pouco interesse, — apesar do aceno de que os “algoritmos” saberiam selecionar o que lhe interessa.

Essa estagnação do “Feed de notícias” vem se intensificando, já há alguns anos, — em especial, desde quando o Facebook decidiu incrementar seu retorno financeiro, — e veio acompanhado de uma “economia de recursos”.

Assim, o Face reduz seu próprio consumo de “banda”, realiza (proporcionalmente) cada vez menos acessos aos seus próprios “bancos de dados” (economiza “máquina”), — em relação ao que seria necessário para, de fato, lhe mostrar o que acontece, em tempo real, — enquanto o número de usuários inscritos aumenta cada vez mais, e explode o volume de postagens.

Em troca, — “consome” cada vez mais “recursos” do computador do usuário, — dando cada vez mais fôlego para os computadores do FB realizarem o mesmo que, alguns anos atrás, faziam numa fração desse tempo.

Uns 5 ou 6 anos atrás, os experts estimavam que apenas 16% de suas postagens, — de “Perfil” (pessoal), — eram de fato exibidas aos seus amigos, — e vice-versa.

Mas isso já vinha se reduzindo rapidamente (desde um pouco antes, pelo menos), — e no caso das “Páginas”, provavelmente o alcance “normal”, hoje, seja inúmeras vezes menor.

Crie uma “Página” no Facebook, e seja assediado para que ela não seja escondida, até, de quem a segue

Quanto ao “consumo” proibitivo de CPU, a conclusão poderia ser que “Página” do Facebook não é para amadores, — a justificar pela oferta de uma soma excepcional de “recursos” adicionais etc.

Mas também pode ser, muito simplesmente, a de que “Páginas” têm de pagar ao Facebook, para obter “alcance”, — e dificilmente pagariam (no volume desejado), se o “alcance” ocorresse “naturalmente”, bastando muitas pessoas curtirem as “Páginas” (para seguir), re-compartilharem, comentarem etc., — e isso, automaticamente, transbordasse para os amigos dessas pessoas, numa progressão geométrica.

Para “estimular” a compra de “alcance”, é necessário que, — no caso das “Páginas”, — o alcance não decorra “naturalmente”, das interações espontâneas, — como prometiam os “algoritmos”.

E a sobrecarga, com lentidão seletiva, — quando se visitam “Páginas”, — leva seus “seguidores” a enjoarem da experiência, afastando-se delas, inconscientemente.

Afinal, é muito mais “gratificante” ficar no “Feed de notícias”, — ou nos “Grupos”, — ou nos “Perfis” (pessoais) dos amigos, — onde tudo flui bem melhor.

É só publicar numa “Página”, e… pipocam assédios

Fato é que o feliz proprietário de uma “Página” no Facebook recebe um bombardeio de ofertas para “promover” suas postagens, para aumentar seu “alcance”, e assim por diante.

Não faz diferença, se a “Página” visa lucros, — ou apenas suspirar por bichinhos fofinhos. — Se é “Página”… passe no Caixa.

••• Parâmetros do teste


Hardware e variáveis iniciais da sessão Live USB (Pendrive)

O computador utilizado nessa “investigação”, — processador Intel Core2 Duo 2,66 MHz, 4 GiB RAM (256 MB para vídeo “onboard”), — costuma enfrentar galhardamente essa sobrecarga imposta pelo Facebook, desde 2010, pelo menos, usando Windows XP, Kubuntu e Linux Mint Cinnamon, instalados até o início de 2016.

É verdade que algum grau de lentidão, “meia-trava” e outros problemas com Facebook, — tanto no Chrome (Windows), quanto no Chromium (Linux) e no Firefox, — vêm sendo observados de longa data, com tendência crescente, no período.

Ao longo desse tempo, houve diversos momentos em que o re-compartilhamento de postagens de “Páginas” chegou a ser bem mais demorado do que é hoje, — ao sabor das “novidades” que são testadas, quase que diariamente, pelo Facebook, e depois “corrigidas” ou abandonadas. — Em geral, tais dificuldades não ocorrem com frequência, e duram poucas horas, no máximo alguns dias.

Essa constante experimentação de “novidades”, pelo Facebook, foi um dos motivos que aceleraram a eliminação do Windows XP, — já sem suporte, para lidar com a evolução dos códigos usados pelo FB para disparar “eventos” no computador do usuário.

Nesse aspecto, a atualização diária dos sistemas Linux instalados, — Kubuntu, Linux Mint, KDE Neon, Debian, — faz com que continuem lidando bem com o FB.

O monitoramento do hardware e do sistema, — pelo ConkyPsensor, KSysguard, — é bem mais recente.

Começou em fins de Novembro 2015, quando o hardware apresentou aquecimento incomum, — em especial, no Facebook e no Youtube, — o que foi solucionado pela limpeza do cooler.

Esse monitoramento veio-se ampliando ao longo de 2016, quando passaram a ser feitos “testes de trabalho em Live USB”, — alguns, com duração de vários dias seguidos, sem desligamento da máquina.

Já os “testes de trabalho em Live USB”, — sistemas Linux carregados a partir do Pendrive (sem instalar), para verificar sua produtividade no trabalho regular, — nem sempre lidam tão bem com o Facebook.

Um dos motivos é que o sistema operacional, — por não estar instalado no HDD, — precisa ocupar uma parte considerável da Memória RAM.

Porém, nunca antes a situação chegou a um ponto tão crítico, — até o teste do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (released), — o que motivou uma “investigação” mais detalhada do fenômeno.

E foi só então, — apesar de todas as observações anteriores, — que ficou evidenciada a concentração do problema nas “Páginas”, — entre todas as facetas com que se apresenta o Face.

Dados do computador e da sessão Live USB, carregada e configurada na parte da tarde

Estes dados, portanto, são excepcionais, — ampliados e evidenciados pelo fato de estar “rodando” um sistema operacional a partir do Pendrive (sessão “Live USB”), — o que reduz a Memória RAM livre, já que o “sistema” não está instalado no HDD.

Enfim, as observações foram feitas no Chromium, — um navegador relativamente “pesado”, — “instalado” na Memória RAM, uma vez que não faz parte do “Live DVD” do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (released).

No entanto, o Firefox, — aliás, “Iceweasel”, que já vem “instalado” na maioria das imagens ISO do Linux, — não costuma oferecer melhor desempenho em sessão “Live USB”, quando se trata do Facebook.

Iceweasel vitimado pelo Facebook no teste Live USB do Debian 8.4

No teste Live USB do Debian 8.3, por exemplo, após algum tempo de navegação no Facebook, as “camadas” (layers) de notificações, compartilhamento etc. começaram a aparecer “pretas”, inviabilizando qualquer ação, — e a partir de certo momento, todas as demais janelas (minimizadas), ao serem restauradas, também passaram a vir “pretas”. Por fim, o Menu abriu transparente, — sem nada.

O problema com o Iceweasel / Firefox se repetiu, — e foi um pouco mais bem documentado, — meses depois, ao testar em Live USB o Debian 8.4.

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Postagem publicada inicialmente às 20:41 do Sáb., 10 Set. 2016, no Linux Mint 18 “Sarah” KDE (released), rodando em sessão Live USB (a partir do Pendrive); — e detalhada e ampliada até 16 Set. 2016.


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