sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Política Kernel Linux Mint

Atualização de Kernel, segundo o “mintUpdate”. — Embaixo: — “Seu sistema está atualizado”

Quando um notificador de atualizações exibe o alerta no Painel, geralmente dou uma olhada rápida, — depois abro o Synaptic, para conferir os detalhes, marcar para instalar, e aplicar.

Muitas vezes, o notificador mostra 1 item, — e no Synaptic você descobre que, na verdade, trata-se de vários pacotes, — você já viu o “nome” do conjunto; agora você vê os componentes e suas descrições.

O que nunca tinha visto, é o contrário, — um Gerenciador de atualizações (mintUpdate) indicar 1 “atualização”, — e o Synaptic (ou o “apt”), nenhuma.

Nenhuma atualização, segundo o “apt”

No caso, o mintUpdate indicava a disponibilidade de um novo Kernel, — porém, o comando “sudo apt update”, — disparado em seguida (antes de abrir o Synaptic), — não encontrou nenhuma “atualização”.

No Synaptic, também nenhuma “atualização”. — Só foi possível encontrar esse Kernel 4.4.0-34.53 pelo campo de busca (“linux-headers”, “linux-image”), — entre milhares de softwares, apenas, “não-instalados”, só isso.

Faz todo sentido, — embora nunca tivesse encarado sob esse ângulo.

Uma nova versão do Kernel, — o “cerne” do GNU/Linux, — não é uma “atualização”.

Ela não vem “substituir” a versão anterior. — Apenas, instala-se mais um Kernel, — e acrescenta-se mais uma opção de carregamento, no Menu de inicialização.

A lógica por trás disso é que, — se seu sistema apresentar problemas com o novo Kernel, — bastará carregar o Kernel anterior (no próximo Boot).

Uma vez “dentro” do Kernel antigo, você pode desinstalar o Kernel mais novo, — com toda segurança, — da mesma forma como pode desinstalar outros Kernel mais antigos.

Nenhuma atualização de Kernel no Linux Mint 17.3, de Janeiro até Agosto

Ainda sem ver as coisas por esse ângulo, apenas evitei o heroísmo de selecionar no olhômetro os 4 pacotes que compõem o novo Kernel, — seria fácil localizar linux-headers-NNN, linux-headers-NNN-generic, linux-image-NNN-generic, linux-image-extra-NNN-generic, — por ser bem mais seguro voltar ao mintUpdate e deixá-lo cuidar da instalação, sem falhas humanas.

Depois, — aproveitando que o Synaptic manteve todo o Histórico desde 19 Jan. 2016 (ver “Heranças do Mint 17.3”, na instalação do Linux Mint 18 KDE Beta), — fiz uma busca, e constatei que, durante 7 meses, não foi oferecido (nem instalado) nenhum novo Kernel.

Uau.

A diferença em relação a hoje é que, — de 19 Jan. até 18 Ago., — o mintUpdate do Mint 17.3 sequer alertava para a disponibilidade de qualquer novo Kernel.

O que acontece agora, portanto, é um movimento do Linux Mint 18 “Sarah” KDE no sentido de não mais ocultar a disponibilidade de um novo Kernel, — a nova política é falar do assunto de modo mais claro, — embora cercado das mais tenebrosas advertências.

Não, que migrar para novos Kernel seja todo esse bicho-papão, para a imensa maioria dos computadores comuns, — ou a progressão constante de Kernel não seria tão banal nos sabores oficiais do Ubuntu (de longe a distribuição mais popular, e voltada para leigos).

Atualizações do Kernel no Kubuntu 16.04 desde 24 Abr. 2016, — quatro meses:

  •  6 May 2016 → (4.4.0.21.22) to 4.4.0.22.23
  • 10 Jun 2016 → (4.4.0.22.23) to 4.4.0.24.25
  • 27 Jun 2016 → (4.4.0.24.25) to 4.4.0.28.30
  • 14 Jul 2016  → (4.4.0.28.30) to 4.4.0.31.33
  •  8 Aug 2016 → (4.4.0.31.33) to 4.4.0.34.36

Atualizações do Kernel no KDE Neon desde 31 Mai. 2016, — três meses:

  • 10 Jun 2016 → (4.4.0.22.23) to 4.4.0.24.25
  • 28 Jun 2016 → (4.4.0.24.25) to 4.4.0.28.30
  • 14 Jul 2016  → (4.4.0.28.30) to 4.4.0.31.33
  •  8 Aug 2016 → (4.4.0.31.33) to 4.4.0.34.36

Atualizações do Kernel no Debian testing “Stretch” desde 19 Jun. 2016, — dois meses:

  • 19 Jun 2016 → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.1-1)
  • 28 Jun 2016 → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.1-1) to 4.6.2-2
  •  12 Jul 2016 → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.2-2) to 4.6.3-1
  •  24 Jul 2016 → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.3-1) to 4.6.4-1

De qualquer modo, a ideia (por enquanto) é ir com calma, — conferir o que o Linux Mint de fato recomenda, quanto ao novo Kernel 4.4.0-34, — e se for o caso, voltar ao 4.4.0-21.

Se o Mint 17.3 era tão estável e confiável, — e o Mint 18 “Sarah” também promete, desde as primeiras horas, — talvez valha a pena seguir seu “default” neste assunto.


E observar o comportamento das diferentes distribuições instaladas, — com suas respectivas “políticas”, — em vez de descaracterizá-las:

  • Kubuntu, — com avanços frequentes de Kernel, — e KDE “conservador”
  • KDE Neon, — mesmo avanço de Kernel, — e KDE disparado na frente
  • Debian testing “Stretch”, — Kernel disparado na frente, — e KDE meio à frente
  • Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — Kernel “conservador” (ou estabilizado), — e KDE meio à frente

Vale notar que tudo isso é muito relativo. — O Kernel 3.19.0-32 do Linux Mint 17.3 (ISO de 5 Jan.), estava bem à frente do Kubuntu 14.04 LTS, que só por volta de 9 Abr. incorporou o Kernel 3.13.0-85 em seus repositórios.

Imagino (a conferir) que a evolução do Kernel, no Kubuntu, se desse nas versões intermediárias (14.10, 15.04, 15.10), deixando o LTS para trás, — enquanto no Mint, a evolução do Kernel nas versões 17.1, 17.2 e 17.3, permanecendo ancorado no Ubuntu 14.04 LTS, ia se distanciando dele.

Ou seja, a manutenção de um Kernel fixo por longo tempo, no Linux Mint, não significa, necessariamente, estar sempre atrás do Kubuntu LTS, — desde que o usuário faça a migração periódica para as evoluções de “ponto” (18.1, 18.2 etc.).

De volta ao Kernel padrão


Removendo o Kernel 4.4.0-34 (mais recente), instalado às 17:11 do Sábado (20)

Sexta (26), 20:07 - Removido o Kernel 4.4.0-34 (mais recente), que havia instalado às 17:11 do Sábado (20).

Para isso, o computador foi reiniciado e, — no Menu de inicialização (Grub), — foi selecionado “Opções avançadas” → “Linux Mint 18 KDE 64-bit, with Linux 4.4.0-21-generic” — o Kernel original da instalação.

________
Publicado inicialmente em 26 Ago. 2016, às 13:05, para desenvolvimento nos dias seguintes.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


sábado, 20 de agosto de 2016

Instalação do Linux Mint 18 KDE (Beta) em 25 minutos

Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) instalado no computador

Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) foi instalado em 25 minutos, a partir de Pendrive, — em sessão Live USB de “teste de trabalho” , — usando conexão “10 Megas” (1,3 MB/s).


A instalação começou às 9:46 do Sábado (20), — e terminou às 10:11.

Experimental aprovado


Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) instalado e monitorado

Essa instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) está 100% produtiva, — mais, até, do que o antigo Mint 17.3 Cinnamon, com meses de configurações e “ajuste fino”.

Ao final de poucas horas, já deixou para trás o KDE Neon User, o Debian testing “Stretch”, — e o próprio Kubuntu 16.04.

Isso, apesar de uma norma básica ter sido deliberadamente desobedecida, — a partição do sistema não foi formatada, — e cometidos alguns erros, durante e após a instalação.

A intenção, agora, é examinar os efeitos da “experimentação” e dos erros, — já que o sistema está 100% produtivo, — e corrigir eventuais problemas, sem apelar para a reinstalação pura e simples.

Não siga o exemplo


Substituir um “ambiente de produção” por uma distribuição Linux “Beta”, — poucas horas depois de liberada, — não é coisa que se recomende.

Também não se recomenda, — em hipótese alguma, — deixar de formatar a partição de sistema.

Este é um relato de caso, — bastante específico, — e totalmente “fora da norma”.

Uma diversão pessoal, — abusando da confiança em lidar com eventuais problemas, — para aprender mais sobre o Linux, o Mint e o KDE.

Os erros não serão omitidos, — ainda que deixem o relato um tanto “complicado”, — pois interessa registrar todos os eventos, para análise de causas e efeitos, em qualquer momento do futuro.

Por isso, também, vários “problemas” deixaram de ser “corrigidos” de imediato, — ou foram corrigidos de modo apenas “provisório”, — para continuarem sob exame, até formar um quadro completo das causas de cada um, e de qual solução interessa escolher.

A sequência cronológica visa facilitar essa análise.

Roteiro


O Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) foi aberto às 9:46, — uptime 1d 17h 51m da sessão Live USB, — em paralelo com Chromium, Dolphin, Conky, Monitor do sistema (KSysguard), Psensor.

Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE

1) Language - Substituir “English” por ”Português brasileiro”, para carregar a tradução do Instalador.

Se ainda não leu, aproveite para ler as “Notas de versão” (Release notes).

Opção de instalar softwares de terceiros

2) Preparar - Escolha se deseja instalar softwares de terceiros, — como Flash e drivers, p.ex.

Sem desmontar um HDD, não será possível criar, apagar ou redimensionar partições nele

9:47 - A essa altura, o Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE já detectou que existem partições montadas, — de 2 HDD, — e lembra que, sem desmontá-las, não será possível criar, apagar ou redimensionar partições nesses discos.

Oferece tentar desmontá-las, — opção ideal para quem tem Windows, e deseja instalar o Linux Mint 18 “Sarah” KDEao lado” dele (dual boot).

Neste caso, porém, a oferta foi dispensada, — pois serão usadas apenas partições já existentes, — sem criar, apagar ou redimensionar nenhuma delas.

Proposta de redimensionar as partições existentes, para “abrir espaço” para o Linux Mint “Sarah”

3) Configuração de disco - Nessa etapa, o Instalador mostra as partições existentes nos dois HDD, e apresenta algumas alternativas:

A instalação “Guiada”: — “dar uma ajeitada”, para abrir espaço, — é muito útil para usuários que têm Windows, e desejam instalar o Linux Mint 18 “Sarah” KDE “ao lado” dele (dual boot).

Aqui, isso já é impossível, — pois os dois discos não foram “desmontados”. — Seria necessário “Voltar” à etapa anterior, e mudar aquela opção.

Oferece, também, três alternativas “Assistidas”, — “usar o disco inteiro” (com ou sem LVM e criptografia). — Isso é muito útil, quando o usuário tem um disco vazio, ou está disposto a apagar tudo que existe nele.

9:51 - A opção adotada foi a última, — “Manual”, — para ter controle pessoal do uso das partições já existentes.

O Instalador apresenta todas as Partições encontradas, para seleção manual

9:53 - Neste caso específico, a seleção manual das partições não apresentava qualquer dificuldade, uma vez que o particionamento geral dos dois discos rígidos já é velho conhecido, — é basicamente o mesmo, desde 2009, com poucas alterações, todas muito bem documentadas no “Caderno de anotações”, — e agora, também aqui no Byteria.

Consultando o particionamento dos discos rígidos pelas anotações no Byteria

9:53 - Tratava-se de usar as mesmas partições que eram do Linux Mint 17.3 Cinnamon, o “Linux2”:

  • sdb6 → partição do sistema → “/” → Label “Linux2”
  • sdb7 → partição de documentos → “/home” → Label “Home2”
  • sda8 → Swap → Label “Swap2a”
  • sdb9 → Swap → Label “Swap2b”

Selecionar cada partição → Alterar → Usar como → (Formatar?) → Ponto de montagem

9:54 - Bastava selecionar essas partições, — uma de cada vez, — clicar no botão “Alterar”, e marcar as opções planejadas (e anotadas) há muitos anos:

  • Usar como: — “Ext4”, nas duas primeiras; — “Swap”, nas outras duas
  • Ponto de montagem: — “/” e “/home”, nas duas primeiras; — (automático para Swap)

No caso da partição de sistema “/”, é costume marcar para Formatar, — e, se você esquecer, o Instalador vai lembrá-lo, logo adiante, oferecendo fazer isso, por padrão. — Não marquei, e depois rejeitei a oferta, pois era intenção verificar as consequências desse “desvio da norma”.

Já no caso da partição de documentos “/home”, a tradição é exatamente de não formatar*, — pois ali estão seus textos, planilhas, fotos, vídeos, configurações pessoais etc. — Pelo contrário, recomendam-se cuidados, como o de não alterar o “modo de uso”: — Se estiver em uso com sistema de arquivos (File system) “Ext3” e você escolher “Ext4”, p.ex., a formatação acontecerá, mesmo sem “pedir”, e tudo que você tinha lá, vai para o espaço.

Há casos em que o usuário prefere formatar a partição “/home”, para “limpar” as configurações de um Linux anterior (ou de vários). — Neste caso, presume-se que tenha feito backup de tudo que queira preservar.

Não se iluda, por não ver marcado “Formatar” nem “Ponto de montagem”, — falta “Usar como: Não usar

Quanto às partições Swap, são escolhidas automaticamente, — cabe a você dizer “não”.

Já vem escolhido “Usar como Swap”, — e todas elas serão formatadas, automaticamente, — a menos que você selecione cada uma delas, clique no botão “Alterar”, e mude para ”Não usar”.

Isso é importante, caso você utilize o recurso de “Sair → Hibernar”, ou de “Sair → Suspender”, p.ex., em algum dos outros Linux.

9:56 - Por burrice (e preguiça de examinar vários relatos no Byteria), isso deixou de ser feito, — o Instalador formatou todas as partições Swap, — mas felizmente não houve danos, pois as partições Swap são usadas apenas como “Memória de reserva”, na eventualidade de faltar Memória RAM, ao abrir aplicativos demais, ao mesmo tempo.

Desabilitando partições Swap com “#” no início das linhas no arquivo “/etc/fstab”, — cuidado com a “/home”

[Mais tarde] - Bastou editar o arquivo “/etc/fstab”, mais tarde, — desabilitar o uso das partições Swap que pertencem aos outros Linux, pela colocação de “#” no início das linhas referentes a elas, — e em poucos minutos tudo ficou como deveria.

Mas tenha cuidado para não colocar “#” no início das linhas referentes à partição do sistema (“/”) ou à partição de documentos (“/home”), para não escangalhar o seu Linux.

Esse “pequeno errinho” mostrado no Print acima (13:34) fez com que, após Reboot, o Linux Mint fosse carregado sem partição “/home”, sem wallpaper, sem Captura de tela etc. (13:36).

Não foi documentado o conserto do “desastre”, — basta um “sudo kate /etc/fstab” no Terminal*, para reabrir o arquivo e corrigir o problema. — Consta, apenas, que foi resolvido às 13:46 (última edição do arquivo “/etc/fstab”); e após outro Reboot, o Linux Mint foi carregado com tudo normal (13:48).

Seria mais complicado se houvesse deletado a linha, — ao invés de apenas inserir um “#” no início.

* Pode-se trocar o “kate” por qualquer outro editor de texto puro (sem formatação), — kedit, gedit, xedit, kwrite, nano, vi, vim etc., — que exista em seu Linux.

Dispositivo onde será instalado o Carregador de inicialização, — deve ser o HDD de “Boot”

9:57 - Aproveite para se certificar de que o “Carregador de inicialização” será gravado no dispositivo correto, — as trilhas iniciais do “HDD de Boot”.

No caso, trata-se do “sda”, — onde a BIOS do computador está configurada para procurar o Boot, ao ser ligado.

O Instalador insiste em formatar a partição do sistema, — mas aceita a recusa

9:57 - Ao finalizar a etapa (3) da instalação, — Configuração de disco, — o Instalador lembra que a partição do sistema (“/”) não foi marcada para formatar, e pergunta se deseja Voltar atrás e alterar essa opção, — mas aceita seguir em frente sem isso.

Lista das partições que serão formatadas, — última chance de corrigir algum erro, — antes de aplicar no HDD

9:57 - Antes de seguir em frente, oferece um quadro completo das partições que serão formatadas, — última chance de perceber algum erro, Voltar atrás e corrigir. — Se clicar “Instalar agora”, as alterações começam a ser aplicadas no(s) disco(s) rígido(s), e depois disso, babau.

Embora tivesse plena consciência de que não interessava formatar (e usar) todas as partições Swap, o “branco na cabeça” ainda não havia passado, — simplesmente não conseguia lembrar do “Usar como → Não usar”, para alterar isso, — e a decisão foi seguir adiante, para corrigir depois.

Escolha do País (configurações locais) e Fuso horário

4) País e Fuso horário - A escolha do País é fundamental para instalar e carregar as configurações locais de moeda (R$), uso de vírgula para frações, ponto como separador de milhar etc.

9:58 - Nunca tinha visto um Instalador oferecer, espontaneamente, o Fuso horário do Acre.

Para todo o Sudeste, Sul, Goiás e Distrito Federal, a única opção é São Paulo.

Para outros locais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, pode ser útil conferir a Hora Legal Brasileira, do Observatório Nacional, — pois 2 lugares com o mesmo Fuso horário podem apresentar diferenças quanto ao Horário de verão.

Escolha do layout do Teclado (PT-BR)

5) Layout de Teclado - Português do Brasil (PT-BR), — variante “Português do Brasil”.

Informações do usuário

6) Informações do usuário - Nome, Usuário (ID), Senha, Nome do computador, Login, Criptografia etc. — Foi desmarcado “Solicitar senha para entrar”, e marcado “Iniciar sessão automaticamente”.

Início do “slideshow”, com a instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) no disco rígido

7) Instalação - A última etapa, — a instalação, propriamente dita, no disco rígido do computador, — durou 11 minutos, das 10:00 até 10:11, com apresentação de uns 10 “slides” bastante simples (só texto).

Final da instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta)

Após 10:05, o Spectacle deixou de responder à tecla de atalho PrintScreen, — mas não há registro, se o motivo chegou a ser investigado*. — A documentação prosseguiu em fotos do celular, para registrar o tempo e o conteúdo dos “slides” até o final, às 10:11.


Ao Reiniciar, o Instalador alerta para retirar o dispositivo (Pendrive, DVD, CD) e teclar Enter, para que o Boot carregue o sistema instalado, — ou abra o Menu de inicialização (Grub), caso haja mais de um sistema instalado, a escolher.

* O Spectacle pode deixar de responder às teclas de atalho “Shift-Print”, p.ex., se for desmontada a partição onde ele estava configurado para gravar automaticamente. — Neste caso, o atalho “Print” continuaria chamando o Spectacle em modo de diálogo, e bastaria reconfigurá-lo para salvar as Capturas de tela na “/home” (virtual); e mais tarde transferi-las para o HDD).

Primeiro boot


Novo Menu de inicialização gerado automaticamente na instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE

10:17 - O novo Menu de inicialização, gerado pelo Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta), abriu exibindo a imagem de fundo colocada em /boot/grub/, vários dias antes, ainda no Mint 17.3, — consequência de não ter formatado a partição do sistema. — Ver “Heranças do Mint 17.3”, adiante.

Tela de Boas-vindas: recursos úteis ao novo usuário do Linux Mint 18 “Sarah” KDE

10:21 - Uma tela de Boas-vindas oferece alguns recursos que podem ser muito úteis ao novo usuário do Linux Mint 18 “Sarah” KDE: — Novos recursos (New features), Documentação (Guia do usuário em PDF), “Loja” de Aplicativos (mintInstall), Gerenciador de Drivers, Fóruns e Chat de ajuda.

Firefox com Bookmarks e Complementos anteriores, — e ciente de não ser o “navegador padrão”

10:24 - Clicar em New features fez abrir o Firefox, — apesar de ele mesmo não se considerar o “navegador padrão” do sistema. — Mas o sistema considerava!

O Firefox já abriu inteiramente configurado, — tal como estava no Mint 17.3, com a Barra de Favoritos completa, complementos etc. — sem necessidade de sincronizar. — Ainda não foi examinado o quê, disso tudo, deve-se à manutenção da antiga “/home”, ou à sobrevivência (parcial) da antiga partição do sistema. — Ver “O mistério do Chromium”, adiante.

Nova tela de orientação sobre a política de atualizações, ao abrir o “mintUpdate

10:27 - Ao abrir o “Gerenciador de atualizações” (mintUpdate), — alertado pela notificação no Painel, — depara-se uma tela feita para tornar mais clara a política do Linux Mint a respeito de Kernel (entre outras coisas). — ••• Ver “A política de Kernel do Linux Mint”. •••

Substituição do Menu padrão do KDE pelo Menu Kicker, em “cascata”

10:29 - Logo após as primeiras configurações, — Relógio, nome-de-arquivo dos PrintScreen, — foi substituído o Menu K tradicional pela alternativa Menu Kicker, em “cascata”.

A montagem de 3 Capturas de tela (acima) resume o processo:

  1. Clique com o botão direito no ícone do Menu K → Alternativas
  2. Escolher a opção “Menu de aplicativos” (em cascata) → Mudar
  3. O novo widget em funcionamento

Baloo & PIM


Terminar o processo “baloo_file_extractor” pelo KSysguard (Monitor do sistema)

10:34 - Percebida certa “lentidão” no computador, foi aberto o Monitor do sistema (KSysguard), e não deu outra: — O processo “baloo_file_extractor” estava “consumindo” CPU alucinadamente, — indexando cerca de 100.000 arquivos existentes na “/home” do Linux Mint (Home2).

Foram selecionados “baloo_file_extractor” e “baloo_file”, — clicado “Finalizar processo”, — e confirmado.

Drástica redução do “consumo” de CPU, após terminar os 2 processos do Baloo

10:34 - Com isso, o “consumo” de CPU despencou para níveis civilizados.

“Matar” esses processos não foi uma decisão chutada, de improviso, — foi testado, após alguma pesquisa, logo depois de instalar o Kubuntu 16.04, em Abril. — Eventuais consequências vêm sendo monitoradas desde então (nenhuma!), — e, mais tarde, tornou-se parte de um “procedimento padrão” para deixar o KDE bem mais “light”, também no Debian KDE.

Desativar a Pesquisa de Arquivos: — em 4 meses, ainda não afetou as buscas no Dolphin, Krusader ou Konqueror

De qualquer modo, “terminar” esses 2 “processos” pelo KSysguard não tira pedaço, — nem garante o futuro: — Eles serão reiniciados automaticamente, na próxima sessão do Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — a menos que você desative o serviço:

  • Configurações do sistema → (Espaço de trabalho) → Pesquisa → Pesquisa de arquivos → [desmarcar] Ativar a Pesquisa de arquivos

Obs.: No Print (acima), — adiantado alguns minutos em relação à cronologia deste relato, — observar que, às 10:41, o sistema já considerava (apenas) os pontos de montagem denominados “E1”, “F1”, “Home11”, “Linux11”, “Linux31”, “Linux41”, — e não “E”, “F”, “Home1”, “Linux1”, “Linux3”, “Linux4”. — ••• Ver “Correção dos Pontos de montagem”, adiante. •••

Verificação de que nenhum processo do PIM está sendo carregado automaticamente

[Mais tarde], - foi verificado, pelo Monitor do sistema (KSysguard), que nenhum processo do PIM está sendo carregado automaticamente: — Akonadi, Baloo, Kmail, Kaddressbook, Kontact, Korganizer, Knotes, Kalarm etc., — de modo que ainda não foi tomada qualquer providência para desinstalar esses pacotes.

Montagem automática de partições adicionais


Montagem automática de partições, como “mídias removíveis”, nas Configurações de sistema do KDE

10:39 – Ativada montagem automática das partições adicionais “E”, “F” (Fat32), “Home1” (Kubuntu), e partições de sistema dos demais Linux (1, 3, 4).

Este é um recurso típico do KDE:

  • Configurações do sistema → Hardware → Dispositivos removíveis → Habilitar montagem automática → [_] Montar automaticamente no início da sessão

Vem sendo usado há muitos anos, no Kubuntu, — e mais recentemente, também no KDE Neon User Edition, — porém (ainda) não funcionou no Debian testing “Stretch” KDE.

Obs.: Esta configuração deveria realizar tais montagens automáticas no início da próxima sessão, — o que ainda não havia ocorrido, ao ser feito o print das 10:41 (antecipado mais acima).

Comandos para montagem de partições adicionais — herdados dos “Aplicativos de sessão” do Cinnamon

No Linux Mint 17.3 Cinnamon, não existia esse recurso, — e a solução mais simples foi a montagem “automática” de partições adicionais por meio de comandos em “Aplicativos de sessão”, — sem necessidade de incluí-las no arquivo “/etc/fstab”.

10:42 – Percorrendo mais algumas Configurações do sistema, aparece aquela “herança” do Linux Mint 17.3 Cinnamon:

  • Configurações do sistema → Espaço de trabalho → Iniciação e desligamento → Aplicativos iniciados automaticamente

com os comandos para montagem dessas 6 partições adicionais, — além da abertura do Dolphin, — e um “Support for NVIDIA Prime”, de origem ainda por investigar.

Obs.: Esses comandos, — presentes desde antes da instalação, — com certeza foram executados já no boot inicial, às 10:20.

É possível que a melhor decisão fosse deletar imediatamente esses 6 comandos de montagem de partições, — ou voltar atrás, e desfazer a configuração equivalente no KDE, — mas não foi feita uma coisa, nem outra, de imediato.

Configurações do sistema → Espaço de trabalho → Iniciação e desligamento → Sessão do desktop

Em cima desse estado de coisas, foram realizadas outras ações:

  • 10:43 - Configurado “Restaurar sessão salva manualmente”
  • 12:38 - Sair → Salvar sessão
  • 12:40 - Sair → Reiniciar

Sair → Salvar sessão, para fixar o que se deseja Restaurar, ao carregar a próxima sessão do Linux Mint KDE

Numa primeira avaliação, essas 3 ações pareciam ser causas da duplicação dos 6 “pontos de montagem”:

  • E e E1
  • F e F1
  • Home1 e Home11
  • etc.

Obs.: No entanto, desde 10:41 já existiam os pontos de montagem “E1”, “F1” etc.

[Mais tarde,] - constatada a duplicação, os 6 comandos “herdados” foram deletados dos “Aplicativos iniciados automaticamente” (16:45), — permanecendo 6 pontos de montagem válidos, — e 6 pontos de montagem “fantasmas” (jamais encontrados pelo sistema).

Por não se tratar de nenhum “problema” grave, nem urgente, ficou para ser resolvido mais tarde, com calma, após estudar o assunto.  — ••• Ver “Correção dos Pontos de montagem”, adiante. •••

Aplicação do tema Oxygen, após alguns testes

10:45 - Aplicado o tema Oxygen, após alguns experimentos.

Eliminação de um item do Menu, no Editor de Menu do KDE

10:52 - O Menu do Linux Mint 18 “Sarah” KDE foi aberto e examinado no Editor de Menu do KDE, aproveitando para eliminar a entrada do “Adobe Photoshop CS”, — que nunca chegou a funcionar no Wine, — tal como havia sido eliminado também no antigo Mint 17.3.

O mistério do Chromium


Chromium já abre com todas as configurações, — sem ter sido instalado

10:54 - O Chromium estava lá, — sem ter sido instalado, — e já abriu com todos os Bookmarks, Complementos etc.

Ele não faz parte da distribuição, — não está no “/casper/filesystem.manifest” (2.738 pacotes) da ISO, datado de 16 Ago. 2016; — nem na “Full package list” (2.382) do Distrowatch.

O “dpkg.log” pula o período da sessão Live USB, — único momento em que o Chromium foi instalado

Também não estava no “/var/log/dpkg.log” do Linux Mint 18 KDE instalado, — que lista 3.144 pacotes “status installed” até 16 Ago. 2016 (data da ISO), — e outros 234 a partir do dia 20 (instalação no computador), — porém nenhum nos dias 18 e 19 (sessão Live USB).

E acontece que a única vez que o Chromium foi instalado, foi às 16:22 do dia 18, — durante a sessão Live do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta).

A menos, que se tratasse de uma “herança” do antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, assombrando os corredores da partição não-formatada, — mas a versão era outra, de acordo com o Histórico do Synaptic.

Portanto, — além de “heranças” normais na “/home” , e excepcionais na “/” não formatada, — considera-se a possibilidade de “contrabando” de aplicativos instalados durante a sessão Live USB, — fato já constatado na instalação do KDE Neon Developer Edition.

Detalhe: — Após 8 dias, o Chromium continua apresentando a proposta de se tornar o “navegador padrão”, — ou “Não perguntar mais”, — a cada vez que é aberto.

Clicar inúmeras vezes nessa opção de sua configuração interna, — ou na seção de “Associações de arquivos” do KDE, — até o momento não produziu efeito.

[Mais tarde], - foi reinstalado o Chromium, pelo Synaptic, — não havia opção de “atualizar”, portanto, tratava-se da versão em vigor, — mas continuou impossível torná-lo “navegador padrão”.

[Mais tarde], - foi feita a “remoção completa”, — e nova instalação, — mas continua impossível torná-lo “navegador padrão”.

Feitas as contas, também não é um “problema” grave, — basta 1 clique de confirmação, ao abrir o Chromium, no início do dia.

Atualizações


Atualizando informações de softwares disponíveis nos repositórios, com “sudo apt update”

11:18 - Após mais algumas configurações, — wallpaper, Konsole, ajustes do Dolphin (já veio 90% personalizado), — foi disparado o comando “sudo apt update”, para atualizar as informações dos pacotes de software disponíveis nos repositórios.

Embora o Synaptic faça isso muito bem, não oferece a mesma visibilidade, — nesta fase de “Recarregar” (Reload), a janela é miúda, fecha sem perguntar se você já leu tudo, — e não tem como reabri-la depois.

No caso de começar a haver falhas nos repositórios, — às vezes acontece, — é bom que isso fique bem evidente.

De quebra, o comando já informa o total de atualizações disponíveis, — o que é ótimo para conferir, já que os “Gerenciadores de atualizações” (mintUpdate, Muon updater etc.), não oferecem a mesma transparência, — e nem sempre incluem tudo, por default.

Synaptic


Synaptic sem opção de “Marcar todas as atualizações”: — Exige duplo-clique, de um por um

11:27 - O Synaptic do Linux Mint 18 KDE (Beta) mantém a restrição, — já conhecida de versões anteriores, — de não oferecer a opção “Marcar todas as atualizações”.

Em um dia que traga 40 ou 80 atualizações, p.ex., você tem de sair aplicando duplo-clique em cada pacote, de um por um, — salvo quando algum deles dependa de outros. — Neste caso, abre-se um diálogo, você concorda, e são marcados mais 2 ou 3 pacotes, de uma vez.

Por distração, o último pacote já ia ficando esquecido, — até clicar em “Aplicar”, perceber que estavam marcados apenas 23, — e voltar para catar o desgarrado.

Esse é o tipo de falha que nunca ocorreu no Kubuntu, no KDE Neon, nem em qualquer Debian KDE, — graças à opção de “Marcar todas as atualizações” (que o Mint elimina). — Lembrando que “informática” = automação.

Ao que tudo indica, essa restrição no Synaptic deve-se à peculiar política de atualizações do Linux Mint. — ••• Ver “A política de Kernel do Linux Mint”. •••

Ferramentas de trabalho


Instalação de aplicativos adicionais: — lista permanente (anotações de outros Linux anteriores)

11:55 - Foram logo selecionados para instalação todos os aplicativos de uso regular nas rotinas de trabalho, — conforme as anotações que vão se repetindo, a cada instalação Linux:

  • conky-all (1.10.1-3), fancontrol (1:3.4.0-2), psensor (1.1.3-2ubuntu3)
  • konqueror (4:15.12.3-0ubuntu1), krusader (1:2.4.0~beta3-2ubuntu1)
  • kstars (4:15.12.3-0ubuntu2), stellarium (0.14.3-1)
  • ocrfeeder (0.8.1-2), aspell-pt-br (20131030-9), tesseract-ocr-por (3.04.00-1)
  • ttf-mscorefonts-installer (3.4+nmu1ubuntu2)
  • wine (1:1.6.2-0ubuntu14), wine-gecko2.21 (2.21-0ubuntu1), wine1.6 (1:1.6.2-0ubuntu14), winetricks (0.0+20141009+svn1208-2ubuntu1)
  • inkscape (0.91-7ubuntu2)
  • kruler (4:15.12.3-0ubuntu1)
  • pyrenamer (0.6.0-1.2)
  • diffuse (0.4.8-2)
  • filezilla (3.15.0.2-1ubuntu1)
  • unetbootin (608-1)

além de inúmeras dependências, no total de 87 pacotes.

Infelizmente, não foi encontrado ScreenRuler, — bem superior ao KRuler, — e, por isso, só instalado depois de alguns dias.

Freio de arrumação


Opção “Reparar pacotes quebrados” (dpkg) no Modo de recuperação do Linux Mint

12:42 - Depois de iniciar o Conky, — ainda sem adaptar o arquivo (oculto) “.conkyrc”, preservado na “/home”do antigo Mint 17.3, — foi feito um Restart, para entrar no “Modo de recuperação” do Linux Mint 18 “Sarah” KDE e rodar a opção de “Reparar pacotes quebrados”:

  • Sair → Reiniciar → Menu de inicialização → Opções avançadas do Linux Mint → Recovery mode → Reparar pacotes quebrados (dpkg)

Aspecto do Conky e do Painel Oxygen, — antes e depois de “Reparar pacotes quebrados”

Esse recurso tem sido muito útil, — embora não exista nenhum pacote quebrado, — para fazer com que o Conky e alguns temas da área de trabalho se tornem transparente / semi-transparentes.

Associações de arquivos &tc.


12:05 - Clicar em um arquivo de imagem PNG (wallpaper) fez abrir o Gimp, inadvertidamente.

14:03 - pyRenamer associado à abertura de pastas.

14:25 - Alterada associação de arquivos: Gwenview acima do Gimp, para arquivos PNG.

14:56 - Alterada associação de arquivos: Dolphin acima do pyRenamer, para abertura de pastas.

Domingo (21)

5:17 - Alterado ícone para aquivos do Gimp, misturados entre inúmeros PNG (via Dolphin).

9:32 - Desmarcado [_] Bloquear a tela automaticamente após _ minutos.

Terça (23)

18:14 - Alterada associação de arquivos: Okular para abrir PDF (estava Gimp).

Heranças do Mint 17.3


Sistema - Foram constatadas algumas “heranças” nunca observadas antes, — provavelmente devidas ao fato de não haver formatado a partição do sistema.

O Instalador avisa que, nesse caso, algumas “pastas do sistema” serão apagadas, — mas, pelo visto, nem todas:

Histórico de atualizações e instalação de pacotes desde Janeiro, no antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon

1) Foi mantido todo o Histórico de atualizações, instalação e remoção de pacotes via Synaptic, desde o antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, instalado em 19 Jan. 2016, — fato jamais observado em outras instalações Linux.

* Isto não se reflete no Gerenciador de atualizações (mintUpdate), cujo Histórico começa na data de construção da imagem ISO (16 Ago. 2016), e daí pula para as atualizações feitas a partir da instalação no computador, do dia 20 em diante, — inclusive pelo Synaptic. — Em compensação, o Histórico do mintUpdate não inclui a instalação de um Kernel, feita por ele mesmo. — ••• Ver “A política de Kernel do Linux Mint”. •••

Imagem “/boot/grub/linuxmint.tga” mantida através da instalação do Mint 18 “Sarah” KDE

2) O Menu de inicialização do Grub manteve a mesma imagem “/boot/grub/linuxmint.tga” recolocada em alta resolução, dias atrás (16), ainda no Linux Mint 17.3 Cinnamon.

Histórico de comandos desde 2011

Home - Outras “heranças”, — abrigadas na partição “/home”, preservada há vários anos, — já eram esperadas, mas vale registrar:

1) Foram mantidos todos os softwares instalados no Wine, desde meados de 2015, — CorelDraw, Dreamweaver, MS Word, Notepad etc., — faltando apenas reinstalar o Wine, Winetricks, Gecko etc., para trazê-los de volta à atividade, tal como estavam até anteontem.

2) Foram mantidos todos os atalhos personalizados criados no Gimp e no LibreOffice, ao longo dos anos, — que representam certo “investimento” acumulado, para agilizar o trabalho de todos os dias.

3) Foi mantido todo o histórico de comandos executados no Terminal, desde Maio de 2011, — fenômeno já observado desde o antigo Mint 17.3. — O fato de não ser observado no Kubuntu talvez se deva a ter apagado, em algum momento, este ano.

Wine


O Wine começou a ser experimentado em meados de 2015, no sistema “alternativo” (Linux2), — que na época era um segundo Kubuntu, de 32bit, — e só mais tarde instalado também no sistema “principal” (Kubuntu 64bit).

Por isso, a “Home2”, — que em Janeiro passou a ser do Linux Mint 17.3, e agora do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta), — contém mais “resquícios” de experiências falhadas.

O objetivo era liquidar as últimas dependências do Windows para as atividades regulares, — sem a perda do acervo de trabalho acumulado em arquivos digitais desde 1990, — e para isso bastam versões antigas de alguns aplicativos para Windows, — uma vez que o acervo nesse formato não cresce, nem evoluirá.

CorelDraw


Matriz de plantas e mapas do CorelDraw no Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta)

12:09 - Uma vez instalado o Wine, bastou chamar o CorelDraw, — preservado no “disco C:\ virtual” da partição “/home” do antigo Mint 17.3, — para ter acesso às matrizes de mapas.

Controle de visibilidade das camadas, cobrindo diferentes temas e áreas

Essas plantas e mapas representam um acervo de trabalho, — investimento de tempo, — acumulado desde a década de 1990, que não faz sentido fazer novamente, do zero.

Ampliação da área dos mapas, pela exibição de camadas mais amplas

As camadas superpostas permitem selecionar diferentes tipos de informações, de acordo com o tema a ser ilustrado.

Exportação de uma área específica do mapa, com as camadas de legendas

A ideia dessas “matrizes” é a possibilidade de atualizar as informações dos mapas, e tornar a exportar em GIF, JPG ou PNG, com um dispêndio mínimo de trabalho e de tempo.

Os primeiros testes já comprovaram as funcionalidades de edição e exportação dos mapas, — restando uma dificuldade de salvar as matrizes (ou cópias), — obstáculo inicial que também chegou a ser enfrentado (e solucionado) no Kubuntu e no antigo Mint 17.3.

MS Word


Macros para conversão de textos do antigo Ventura Publisher no MS Word

Com o Wine instalado, MS Word, — existente no “disco C:\ virtual” dentro da “/home”, — também voltou a funcionar normalmente, permitindo utilizar as antigas macros criadas para converter a marcação de textos do Xerox Ventura Publisher, com dispêndio mínimo de tempo e trabalho.

Dreamweaver


Reindexação de um site com 5 mil páginas no Dreamweaver

Enfim, com a instalação do Wine, também voltou à vida o antigo Dreamweaver, — ferramenta preciosa para lidar com acervos de trabalho acumulado em HTML e mais alguns códigos.

Verificação de links entre 12 mil arquivos de um site

De todos, é o que menos dá trabalho, — funciona melhor no Wine / Linux do que no antigo Windows.

Google Earth


Google Earth em funcionamento no Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta), sem placa de vídeo

Em 22 Ago. 2016, foi instalado o Google Earth, — sem placa 3D aceleradora, — seguindo os mesmos passos já testados no Kubuntu 16.04 e no KDE Neon User Edition:


A instalação começou pouco antes das 13:48, e terminou por volta de 14:28, — com algum retardo devido a um download que não interessava interromper.

Só o final da instalação, — e com o Google Earth já testado e funcionando, foram atualizados os 3 pacotes “lsb” baixados e instalados “na unha”, — lsb-core, lsb-invalid-mta, lsb-secutiry, com instalação de outras 3 dependências, — lsb, libjpeg62, lsbprinting. — Portanto, o Google Earth “construído” e instalado não aproveitou dessa atualização.

Outra irregularidade, foi um teste realizado pouco antes, — carregar o Mint 18 com o Kernel 3.19 “herdado” do antigo Mint 17.3, — o que pode ter sido a causa de algumas interferências no ambiente:

  • O acesso ao terceiro nível do Teclado parou de funcionar, — embora continuasse configurado. — Bastou desmarcar, tornar a marcar, e “Aplicar”, para voltar ao normal.
  • No final, o Gimp abriu com uma pequena alteração nas Ferramentas, — as letras estavam em preto. — Também bastou tornar a escolher o verde.

Detalhes nestas páginas:



Correção dos Pontos de montagem


xx

Wallpaper


Parati (RJ) vista da água, em 4 Jan. 2006, por Lampiao3

Foto de Lampiao3 em Parati (RJ), Brasil, 4 Jan. 2006, com um único “tratamento”, no Gimp 2.8.16:

  • Cores → Automático → Equilíbrio de branco

________
Publicado inicialmente em 20 Ago. 2016, às 18:11, e desenvolvida até 26 Ago. 2016.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE