sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Rosa Desktop Fresh R10 - live DVD, install, config

Linux Rosa Desktop Fresh R10 2016.1 instalado
Linux Rosa Desktop Fresh R10 2016.1 instalado

A instalação do Linux Rosa Desktop Fresh R10 2016.1 é um “investimento” a mais, — para reduzir a dependência da Canonical, — uma vez que o Mageia 6 ainda apresenta algumas lacunas por resolver.

Linux Rosa é um dos poucos “derivados” do antigo Mandrake / Mandriva encontrados pelo Distrowatch:

1. PCLinuxOS (15º)
2. Mageia (22º)
3. ROSA (53º)
4. ALT Linux (133º)

Curiosamente, Distrowatch não “encontra” OpenMandriva (69º) nessa pesquisa dos “derivados” do Mandriva. — Não existe opção de procurar “derivados” do Rosa; — do Mageia, sim (mas não encontra nenhum).

Mandrake teve origem na França (1998), inicialmente baseado no Red Hat, e em 2002 já era considerado uma das distros mais amigáveis e fáceis para usuários iniciantes em Linux.

Mandrake is particularly appealing because a person who is unfamiliar with Linux software can learn a little at a time with this distribution (…). Mandrake offers a complete graphical interface through which the user will learn to manipulate and use the system while learning more and more, much like Windows would be to someone newly initiated to the PC”.

Conectiva Linux teve origem no Brasil (1998), também a partir do Red Hat.

Em 2005, Mandrake adquiriu Conectiva e mudou seu nome para Mandriva, — cuja última versão foi lançada em 2011. — Desde então, seu legado continuou no Mageia (2011), Rosa Desktop Fresh (2012) e OpenMandriva (2013).

Em tempo: — Red Hat foi lançado em 1994 e descontinuado em 2003, em favor do RHEL (para empresas) e do Fedora (comunitário).

O relato de Jesse Smith sobre a experiência de uma semana com o Linux Rosa Desktop Fresh R9 despertou interesse em testar o R10 no trabalho diário, por prazo indefinido, — em especial devido ao Chromium (+Firefox) com suporte multimídia (Flash), já que no Mageia 6 foi necessário cuidar disso pessoalmente, depois da instalação, e o resultado, até hoje, não é satisfatório.

Índice


  • Download, md5sum, K3b
  • Sessão Live DVD
  • Particionamento
  • Instalação
  • Boot, Conky e configurações
  • Fontes Verdana
  • Diferenciado
  • Problemas no SSD externo
  • Wallpaper

Download, md5sum, K3b


Caminho seguido para o download da imagem ISO do Linux Rosa R10

Um dia após o anúncio, as notas de lançamento em inglês estavam fora do ar, e a página de downloads do site oficial incluía só as versões até R9. — O jeito foi seguir o link geral de downloads (yandex.ru) indicado no Distrowatch para baixar o torrent e o md5sum da imagem ROSA.FRESH.PLASMA.R10.x86_64.iso.

Verificação da imagem ISO do Linux Rosa R10 por md5sum

A imagem ISO foi verificada pelo md5sum e queimada em DVD pelo K3b.

Sessão Live DVD


Menu de Boot do Live Linux Rosa R10

O Menu de Boot do Linux Rosa Desktop Fresh R10 2016.1 dá poucos segundos para intervenção, — seta para baixo, por exemplo, — caso contrário, carrega automaticamente a partir do disco rígido:

  • Boot from local drive
  • Start ROSA Desktop Fresh R10
  • Install ROSA Desktop Fresh R10
  • Install ROSA Desktop Fresh R10 in basic graphics mode
  • Troubleshooting
  • Run a memory test
  • Run super grub2 disk
  • Return do main Menu

A opção Troubleshooting >> Run super grub2 disk pode ser muito útil, em caso de desastre com o sistema instalado, — a depender, talvez, de alguma pesquisa prévia sobre o que fazer, e como.

Relógio do sistema (Hardware clock) >> UTC. —//— Advanced >> NTP

Uma vez selecionada a sessão Live DVD, os passos seguintes são escolhas relacionadas à Localização (Locale). — A Licença vai enxerida no meio, tão logo o usuário confirma seu Idioma:

  • Idioma (Language) - Português do Brasil (adivinhou)
  • Licença (Agreement) - Ok
  • Layout do Teclado (Keyboard) - Brasileiro ABNT2
  • Fuso horário (Time Zone) - Sao_Paulo
  • Hora local ou UTC no Relógio do sistema (Hardware clock)
  • Avançado >> Sincronizar NTP >> Todos os servidores NTP

Merece atenção a escolha entre Horário local ou UTC no Relógio do sistema (Hardware clock), — apresentada de modo um tanto ambíguo ou equívoco: — “Qual a hora certa?”.

A rigor, não existe “certo” ou “errado”, em tal assunto. — Sistemas Unix “preferem” usar hora UTC no sistema (Hardware clock) e convertê-la em hora local para “consumo humano”, — ao passo que Windows costumava usar a hora local no próprio sistema (não sei se ainda é assim).

No entanto, é simples e fácil dizer ao Linux que trabalhe com hora local, — o que é cômodo, para usuários iniciantes, caso tenham Windows em dualboot. — Ou pode-se configurar o Windows para trabalhar com hora UTC (coisa que achei meio complicada, poucos anos atrás).

Esta é que deveria ser a pergunta: — “Usar hora local ou UTC no sistema (Hardware clock)”, — e não perguntar “Qual a hora certa”. Só acho.

Em boa hora deletei o Windows, há mais de um ano, e nunca mais tive dúvidas: — Desde então, sempre escolho usar hora UTC no sistema.

No entanto, ao testar o Rosa R9 LXQt, DarkDuck escolheu “hora local”, — tendo, já, informado que seu Fuso horário não era Londres, — e não funcionou.

Sincronização com os servidores NTP

Também merece atenção uma opção discretamente “escondida” dentro da simples palavra “Avançado”, — a saber, se a hora deve ser sincronizada (ou não) com os servidores NTP. — Ao abrir esse diálogo, constatei que essa opção vinha desabilitada. Ou seja, se o Relógio do sistema adiantasse ou atrasasse, não seria corrigido, e o erro se iria acumulando, dia após dia.

Enfim, escolher todos os servidores NTP parece uma opção de prudência elementar. Qual a vantagem em depender de apenas um, entre milhares?

23:49 - Language
23:50 - Licence agreement (AMEM)
23:50 - Keyboard layout
23:50 - Time Zone
23:51 - Local time / Hardware clock
23:52 - NTP servers

Convém notar que essas opções não voltaram a ser oferecidas, mais tarde, durante a instalação. — O instalador perguntou sobre as partições, e já começou a instalar. — Só no final solicitou senha de Root, Usuário, Hostname, serviços (CUPS, Samba, OpenSSH), e concluiu.

Para encontrar o Conky é preciso substituir o filtro de aplicações GUI por “Todos

As demais configurações feitas na sessão Live DVD foram, resumidamente:

  • Configurar KDE Spectacle, Dolphin, Gwenview
  • Instalar Conky; copiar e editar um arquivo (oculto) ~/.conkyrc
  • Mudar o Compositor de OpenGL2.0 para XRender
  • Escolher uma imagem (Wallpaper) para dar identidade à instalação do Rosa R10
  • Sincronizar o Chromium; abrir o relato da instalação do Mageia 6
  • Formatar a partição onde o Rosa seria instalado (KDE Partition Manager)
  • Abrir o Instalador

Troca do Compositor OpenGL2.0 pelo XRender, — e o Conky fica transparente

A experiência já mostrou que, — neste hardware (sem placa 3D aceleradora), — só o XRender permite o funcionamento dos efeitos de transparência, além de evitar excesso de atividade e aquecimento da CPU.

Particionamento


Quadro das partições para instalação de até 12 distros Linux

Só interessava formatar a partição-raiz, — sdd1 (Linux10), — usada por outra distro Linux KDE.

Mas queria aproveitar a partição sdd5 (Home10), — com as configurações completas que adoto no KDE Plasma (para não ter de repetir todo esse trabalho). — Portanto, não deveria ser formatada.

A partição sdd9 (Swap10) não inspirava cuidados, — o Instalador poderia formatar ou não.

Na prática, os caminhos (path) foram outros. — O Pendrive assumiu a designação “sdd”, — e a unidade SSD externa acabou identificada como “sde”.

Bootloader (Grub) ..... sdd  ....... sde
Linux10 ............... sdd1 ....... sde1
Home10 ................ sdd5 ....... sde5
Swap10 ................ sdd9 ....... sde9

KDE Partition Manager >> Propriedades >> Recriar o sistema de arquivos existente

Para formatar só 1 partição, eu preferia usar o GParted, — ao invés de um Instalador com o qual ainda não estava familiarizado.

Embora seja usuário fanático do KDE (há 10 anos), nunca me acostumei com o Gerenciador de partições do KDE (KDE Partition Manager). Toda vez que preciso usar, perco tempo tentando entender como se faz cada coisa.

O menu de contexto (Right-click) em uma partição não oferece “Formatar”. — Para fazer isso (sem Apagar, Destruir, Redimensionar), é preciso escolher “Propriedades”, e marcar a opção “Recriar o sistema de arquivos existente”.

Mesmo que você preencha o campo chamado “Legenda”, a formatação sempre deixa a partição sem Label. — É preciso voltar, depois, só para fazer isso outra vez, — e após cada tarefa (Aplicar) o particionador gasta um tempo razoável, a examinar de novo os 3 HDDs, 1 SSD, 1 Pendrive. Era mais prático fazer tudo de uma vez só, como no GParted.

01:30 - Dropdown - Properties
01:31 - Format
01:31 - Apply
01:31 - Warning
01:32 - Report                         
01:34 - Label
01:35 - Apply
01:35 - Warning
01:35 - Report

Instalação


Superposição de diálogos no passo nº 7 (ver Roteiro, abaixo)

O primeiro passo foi reler o relato da instalação do Mageia 6, e mantê-lo aberto para referência, — pois as informações faziam prever o mesmo Instalador (ou quase), — mas o processo foi tão simplificado pela prévia formatação, que não precisei consultar (exceto para lembrar sdd1, sdd5, sdd9).

No entanto, falhas na “comunicação visual” e comportamentos inesperados abortaram as primeiras 2 tentativas:

02:05 - Installer - 1st Try
02:12 - Installer - 2nd Try

02:19 - Installer - 3rd Try
02:22 - Format - No
02:29 - Slideshow (21 min)
02:50 - Bootloader - options
02:51 - Install Bootloader - sde
02:55 - Root password
02:56 - User name, password
02:56 - Hostname
02:57 - Initial setup services (Samba, CUPS, )
02:57 - Installer-Success-Restart

A cada passo, se abre um segundo diálogo (e às vezes até um terceiro), — exatamente em cima do diálogo principal, — e quando o secundário é menor, você pode se confundir e clicar em alguma coisa do que está por trás. O estilo “flat” (sem distinção dos contornos) ajuda a confundir. Suponho que foi assim que o Instalador sumiu, de repente, no meio da primeira tentativa.

Na segunda tentativa, aprendi que nunca se deve clicar no “x” (vermelhão chamativo) do diálogo secundário, — mesmo que você não tenha alterado nenhuma das opções, ali, — pois isso fecha também o diálogo principal.

Por precaução, na terceira tentativa tive o cuidado de sempre arrastar os diálogos secundários para longe do principal.

(1) Instalador do Linux Rosa R10; (2) Particionamento manual; (3-4) Escolha das partições (ver Roteiro)

Roteiro - A descrição exata das opções adotadas, — para registrar pequenos detalhes pouco familiares, — inclui mais passos do que o número de PrintScreen de qualquer uma das 3 tentativas.

Selecionar uma partição e clicar em “Ponto de montagem”

A numeração desses passos é apenas uma referência dos caminhos seguidos, — e que poderão ser diferentes, se você fizer outras escolhas:

  • 1- Abertura do Installer - “Próximo” - 2 minutos examinando discos e partições
  • 2 - Marquei “Personalizar particionamento” - Aviso - “Sugerimos que faça um backup dos dados”
  • 3 - Escolher um HDD ou SSD - Nesse ponto, já cliquei na opção “Mudar para modo expert”
  • 4 - Clique numa partição
  • Clique em “Ponto de montagem” - Diálogo secundário para preencher ou selecionar
  • /
  • Se quiser, em seguida clique “Formatar” (não testei). — Também há opções de “Nome”, “Tipo”, “Redimensionar” etc. Talvez seja mais prático do que o “KParted”, mas preferi não arriscar, com uma ferramenta desconhecida.
  • Não clique em “Pronto”, enquanto não editar todas as partições.
  • 5 - Clique numa partição
  • Clique em “Ponto de montagem” - Diálogo secundário para preencher ou selecionar
  • /home
  • Se quiser, em seguida clique “Formatar” (não testei).
  • Não clique em “Pronto”, enquanto não editar todas as partições.
  • 6 - Clique numa partição
  • Swap - Detecta o formato específico e oferece outras opções - clicar em “Enable Swap” (botão se transforma em “Disable Swap”, caso se arrependa)
  • (se clicar “Pronto” sem habilitar uma partição Swap, ele oferecerá usar arquivo Swap, — de 6 GB, no meu caso, que tenho só 4 GB RAM, e uma partição de sistema de apenas 25 GiB).
  • Ok, clique em “Pronto”, se já escolheu todas as partições.
  • 7 - Na etapa seguinte, mostra um resumo - Propõe formatar a partição de sistema (desmarquei), mas a Home vem desmarcada por padrão.
  • Avançado - abre sub-sub-diálogo com a opção de verificar Badblocks (/ e /home vêm desmarcados)
  • 8 - Clicar em “Próximo” - começa a instalação sem mais perguntas - Slideshow (21 min)
  • 9 - Bootloader - Dispositivo de Boot (sde) - Tempo de espera antes de carregar o Linux padrão
  • Avançado - Remember last booted entry (etc.)
  • 10 - Senha de Root
  • 11 - Usuário, senha
  • Avançado
  • 12 - Hostname
  • 13 - Services at startup (CUPS, Samba, SSH) - desmarquei todos
  • 14 - Concluído - Restart - retire o DVD

(6) O Instalador do Rosa detecta a escolha de partição Swap e ajusta as opções em conformidade

O Instalador detecta o formato específico da partição selecionada e oferece outras opções, — clicar em “Enable Swap”. — O botão se transforma em “Disable Swap”, caso se arrependa.

(6) Tamanho do arquivo Swap sugerido, — para 4 GB RAM e apenas 25 GiB na partição-raiz

Se clicar “Pronto” sem habilitar uma partição Swap, o Instalador oferece usar arquivo Swap, — de 6 GB, no meu caso, que tenho só 4 GB RAM, e uma partição de sistema de apenas 25 GiB.

(9) Opções do Bootloader — dispositivo de Boot, Tempo de espera, Lembrar a última escolha

Nas opções de Bootloader, o tempo foi aumentado de 5’’ para 10’’, e o dispositivo de Boot foi alterado, — inicialmente, de sda para sdd. — Depois, lembrei que o SSD externo estava designado como sde, naquele momento.

The highlighted entry will be executed automatically in 5s

Em “Avançado”, já veio habilitado “Lembrar o último sistema escolhido”, — muito prático, para trabalhar vários dias seguidos em uma mesma distro. — Você liga ou reinicia o computador, e não precisa ficar de plantão para escolhê-la (se não for a primeira no topo).

O Mageia também veio assim, por padrão. — Nenhuma outra distro veio assim, que me lembre (embora você possa configurar).

Boot, Conky e configurações


Início do Rosa Desktop Fresh R10 instalado, — com as configurações herdadas na /home

Ao contrário do observado no Mageia, não restavam configurações a fazer durante o primeiro Boot após a instalação. — Bastou fazer Login, e terminou de carregar (431 MiB RAM usados).

O Rosa Desktop Fresh R10 instalado já se apresentou com as configurações herdadas na /home, — Conky (transparente) iniciado com a sessão, partições adicionais montadas automaticamente, tema Maia transparent (com ícone do Manjaro no Menu K), decoração de janelas Transparent oxygen, ícones Breeze (acho), Dolphin personalizado etc. — Era de se esperar, mas é sempre impactante.

O ~/.conkyrc estava ajustado ao Mint 17.3 KDE (instalado por último), — mas os ícones Breeze vêm da configuração padrão de outra distro mais moderna (instalada antes). — Configurações de versões diferentes podem coexistir nos arquivos ocultos da /home, mas cada distro ou aplicativo só reconhece os que são compatíveis com sua versão.

Naturalmente, faltavam vários detalhes. — Por exemplo, desabilitar o acionamento do Gnome-screenshot (ainda por instalar), pelo PrtScn, e reabilitar o acionamento do KDE Spectacle, — além de configurar o Spectacle para salvar numa pasta específica do Rosa R10, com nome automático personalizado.

Aviso de 35 atualizações, 8 minutos após carregar o Rosa Desktop Fresh R10 instalado

Antes de se completarem 10 minutos, surgiu a notificação de 35 pacotes a serem atualizados, — “instalados”, na linguagem dele e do Mageia, — e logo que começou o download ficou claro que o Conky não estava detectando o tráfego da rede.

Ajustes no ~/.conkyrc para exibir Temperaturas, Rotações do cooler e o tráfego da Rede

Para isso, bastava editar o arquivo (oculto) ~/.conkyrc, — substituir eth0 por enp1s0. — Também foram invertidos hwmon0 e hwmon1, — prática comum, de uma distro para outra, nesse hardware.

Substituição da Logo do Manjaro pela do Rosa, no Menu K (Painel)

Outra providência, — adotada em todas as distros com KDE, — foi substituir a Logo do Manjaro (padrão do tema Maia transparent) pelo ícone correto, no Menu K (Painel).

Right-click no ícone do Menu K >> Configurações do Menu de aplicativos >> Usar imagem personalizada >> /usr/share/icons/rosa/128x128/apps/rosalauncher.svg

Fontes Verdana


Conky e Chromium, — antes e depois de instalar fontes Verdana

Para não perder tempo procurando um equivalente do ttf-mscorefonts, — disponível nos repositórios das distros derivadas do Debian, — foi usado, por enquanto, um “atalho” já comprovado no Mageia.

É uma questão de “economia & legibilidade”, — que não vale a pena adiar por dias, semanas ou meses, até encontrar o pacote equivalente no Mageia e no Rosa, — nem abandonar todas as prioridades para pesquisar isso com urgência.

A longo prazo, a melhor solução talvez seja estudar dezenas ou centenas de fontes livres, — já vi algumas, aparentemente, até melhores, — e abandonar de vez o uso de uma fonte que, embora gratuita, não é livre.

Instalando fontes a partir de pacotes do Windows presentes na pasta (oculta) ~/.wine

De imediato, basta usar as Configurações do sistema (KDE System settings) para aproveitar pacotes TTF do Windows, já existentes nas pastas ~/.wine/drive_c/windows/Fonts/ de outras distros já instaladas:

Menu K → System settings → Appearance → Font → Font management

Embora seja possível selecionar os 4 pacotes, — regular, negrito, itálico e itálico negrito, — isso não funcionou. O jeito foi instalar um de cada vez, mesmo com o incômodo de clicar inúmeras vezes para encontrar o caminho (que não é lembrado no minuto seguinte). Ou copiar o caminho (path) logo na primeira vez, e apenas colar nas vezes subsequentes, para agilizar.

Para que as fontes fiquem disponíveis para todos os usuários, escolha “Sistema”, — e não “Pessoais”.

É necessário fechar e tornar a abrir os aplicativos, — Conky, Chromium, LibreOffice, Gimp etc., — para que as “novas” fontes apareçam neles.

Diferenciado


Centro de controle embutido nas Configurações do sistema, no Linux Rosa R10

Chama atenção uma série de características “diferenciadas” do Linux Rosa Desktop Fresh R10 2016.1 em relação a todas as distros com KDE instaladas e utilizadas até hoje:

1) Não existe o tradicional Centro de Controle (como no Mageia). — Suas funções foram incluídas nas Configurações de sistema (KDE System settings). — Claramente uma personalização do KDE Plasma.

Menu K em Cascata — alternativa presente em todas as distros com KDE

2) O Menu K já vem na alternativa em Cascata (Cascade). Não chega a ser uma personalização, — mera opção (4 cliques), em qualquer outra distro com KDE. — Não lembro se já vi outra distro vir assim “de fábrica”, mas é possível.

Opções em falta nas Propriedades de exibição do Dolphin em Live DVD Rosa R10

3) Na sessão Live DVD, o Dolphin não tem a opção:

Exibir >> Ajustar propriedades de exibição >> Aplicar essas propriedades de exibição a >> Todas as pastas / Usar essas propriedades de exibição como padrão

Opções completas das Propriedades de exibição do Dolphin no Rosa R10 instalado

No entanto, depois de instalado, se comporta como nas demais distros. — Talvez, por ter “herdado” configurações, na /home, de distros anteriores?

4) Você entra na pasta Imagens, — e ela se chama “Fotos”. — Você duvida, pensa que se enganou, sai dela, torna a olhar de fora. É “Imagens”! Volta a entrar, e é “Fotos”. Vai entender.


Outras características, — sem relação direta com o KDE, — também diferenciam o Linux Rosa de todas as (poucas) distros instaladas até hoje, com Cinnamon, Xfce, MATE etc.:

a) Antes mesmo de carregar a sessão Live DVD, Linux Rosa R10 pré-seleciona Português do Brasil. — Tovaritch já descobriu onde estou!

Nada de excepcional, na realidade, dado que a conexão foi feita antes, na fase “verbose” anterior ao Menu de Boot. Posso até já ter visto algo assim, em outra distro Live, — e apenas não prestei atenção. — Agora mesmo, só notei 2 dias depois, ao rodar outra sessão Live para tirar dúvidas.

Grub2 do Linux Rosa R10 com barra de rolagem, — sinalizando itens ocultos

b) Grub2 (gráfico) com barra de rolagem (e fundo diferenciado no retângulo central). — Pode-se reproduzir a façanha no Grub2 de qualquer outra distro — embora a receita seja trabalho de paciência, e pareça excluir o uso de uma grande imagem de fundo (substituída por um punhado de pequenos PNG).

Como meu mouse não funciona nessa etapa, a barra de rolagem, — com fundo diferenciado no retângulo central, — tem valor apenas indicativo, mas que não se deve menosprezar. Nas primeiras vezes que vi um Menu de inicialização gráfico, imaginei que o Grub não tivesse detectado as demais distros (escondidas fora do quadro). Nem sabia que havia um “quadro” ali.

Um aspecto comum a todas essas características “diferenciadas” é que nenhuma delas diz respeito à “estrutura” do sistema, — ou, mesmo, à “estrutura” do KDE Plasma. — São, apenas, “personalizações” nas camadas mais próximas à superfície (interface). Se há outras, mais profundas, o leigo aqui ainda não foi capaz de perceber.

Problemas no SSD externo


Possível falha da unidade SSD externa aos 30 minutos da primeira sessão do Rosa R10 instalado

Falhas e mensagens de “Configuration file … not writable” se têm registrado, — em geral, após algumas horas, — desde a primeira sessão do Linux Rosa instalado.

Em geral, dizem respeito à /home/flavio, — “herdada” de distros anteriores, — e é inevitável questionar se foi sensata a decisão de não formatá-la.

~/.config/gwenviewrc…
~/.config/spectaclerc…

Essa mensagem de erro às vezes aparece também em outras distros, — no KDE Neon, por exemplo, algumas vezes em que abri e fechei as Configurações do sistema (System settings) sem ter feito nada. — Mas é raro. Não costuma se repetir, nem se generaliza.

Porém, no Rosa Desktop Fresh R10 instalado, depois que aparece pela primeira vez, afeta logo todos os demais aplicativos, — e não deixa logs desse momento. — Em geral, os logs datam de horas antes (do início da sessão, ou caso tenha fechado algum programa antes do problema se manifestar).

Em geral, basta reiniciar o sistema, — e tudo volta a funcionar com perfeição, — por mais algumas horas.

Mas é preciso reabrir cada aplicativo, — e várias configurações foram perdidas; precisam ser refeitas. No Gimp, sempre faltava a última configuração da Caixa de ferramentas. O Chromium reclama que não foi fechado corretamente, e oferece para restaurar as páginas, — mas nunca são exatamente as mesmas páginas de cinco minutos antes; restaura um estado mais antigo.

Para “reduzir danos”, a estratégia provisória é abrir os programas, fazer as configurações que faltam, e tornar a fechá-los, — enquanto tudo vai bem. — Quanto acontece de novo, só afeta daí em diante.

Depois de algumas ocorrências “brandas”, acabou por acontecer também com a partição-raiz, — que foi formatada minutos antes da instalação. — Durante o Boot, começaram a desfilar dezenas de mensagens de “not writable”. Depois de algum tempo, interrompi pelo botão de Reset, pois não sabia quantas horas aquilo ainda poderia durar.

Rodei então o comando fsck para as partições Raiz e Home do Linux Rosa (a partir de outra distro). — O sistema voltou a carregar sem problema algum, e nunca mais houve problemas durante o Boot.

flavio.@localhost:~> sudo fsck /dev/sdd5
fsck de util-linux 2.30.1
e2fsck 1.43.7 (16-Oct-2017)
Home10: recovering journal
Home10 contains a file system with errors, check forced.
Pass 1: Checking inodes, blocks, and sizes
Deleted inode 262245 has zero dtime. Fix<y>? yes
Inode 264598 extent tree (at level 1) could be shorter. Fix<y>? yes
Inodes that were part of a corrupted orphan linked list found. Fix<y>? yes
Inode 268058 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Inode 268653 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Inode 395036 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Inode 395037 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Deleted inode 395067 has zero dtime. Fix<y>? yes
Inode 395454 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Inode 395470 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Inode 395471 was part of the orphaned inode list. FIXED.
Pass 1E: Optimizing extent trees
Pass 2: Checking directory structure
Pass 3: Checking directory connectivity
Pass 4: Checking reference counts
Pass 5: Checking group summary information
Block bitmap differences: -(53760--54051) -(55808--56099) -(135232--135253) -1299152 -(1299202--1299204) -(1299306--1299314) -1307665 -1308030 -(1312096--1312114)
Fix<y>? yes
Free blocks count wrong for group #1 (5728, counted=6312).
Fix<y>? yes
Free blocks count wrong for group #4 (28472, counted=28494).
Fix<y>? yes
Free blocks count wrong for group #39 (10820, counted=10835).
Fix<y>? yes
Free blocks count wrong for group #40 (16711, counted=16730).
Fix<y>? yes
Free blocks count wrong (6115670, counted=6113854).
Fix<y>? yes
Inode bitmap differences: -262245 -268058 -268653 -(395036--395037) -395067 -395454 -(395470--395471)
Fix<y>? yes
Free inodes count wrong for group #32 (226, counted=229).
Fix<y>? yes
Free inodes count wrong for group #48 (3905, counted=3911).
Fix<y>? yes
Free inodes count wrong (1620921, counted=1619538).
Fix<y>? yes

Home10: ***** FILE SYSTEM WAS MODIFIED *****
Home10: 18862/1638400 files (6.0% non-contiguous), 439746/65536

Com exceção desse caso extremo, reiniciar o sistema basta para resolver, — por algum tempo, maior ou menor. — Mas passei a rodar o fsck (a partir de outra distro), nem que seja só para descobrir que, dessa vez, não ficaram erros nas partições. Outras vezes, ficaram algumas inconsistências, devido aos arquivos não fechados corretamente, ao se tornarem “not writable”. Fato é que tais inconsistências não voltaram a se acumular, e (ainda) não se repetiu a falha durante o Boot.

Em 11 Dez. (após um recorde de 8h 14 min de funcionamento normal), o problema se manifestou exatamente após desistir de navegar em uma “Página” do Facebook (não Feed, Perfil, Grupos), — mas em outros dias o problema já se deflagrou ao fechar as Configurações do sistema (KDE System settings); e também ao fechar o “Instalar e remover software”. — Outras vezes, por um simples acionamento do KDE Spectacle via PrtScn (após horas de capturas bem sucedidas).

Até agora, os resultados do Google se referem a CMS em ambiente de hospedagem (Wordpress, Drupal), ou situações “permanentes”, — arquivos de configuração na pasta ~/.kde cuja propriedade deixou de ser do Usuário, por exemplo, — mas neste caso não bastaria reiniciar, para voltar a funcionar normalmente durante horas.

Problemas semelhantes já ocorreram com outras distros instaladas nessa unidade SSD externa, nos últimos 12 meses, — Sabayon, Antergos, openSUSE Tumbleweed (ext4), — no quesito de “falha de Boot”. Mas são raridade (e geralmente sem consequências) com as distros instaladas nos 3 HDDs internos, nos últimos 8 anos.

Por isso, é inevitável especular se a causa não estaria na unidade SSD externa, — mas vários testes, até agora, não indicaram nada de anormal:

flavio@Linux1:~$ sudo badblocks -v /dev/sdd1 > badblocks-sdd1.txt
Checking blocks 0 to 26214399
Checking for bad blocks (read-only test):
done
Pass completed, 0 bad blocks found. (0/0/0 errors)

flavio@Linux1:~$ sudo badblocks -v /dev/sdd5 > badblocks-sdd5.txt
Checking blocks 0 to 26214399
Checking for bad blocks (read-only test):
done
Pass completed, 0 bad blocks found. (0/0/0 errors)

Para avaliar melhor, precisaria levantar quais distros usaram essa partição, desde a última formatação, — e se (ou quais) tiveram problemas.

Afinal, também houve sistemas instalados no SSD externo que nunca deram problema, — o Kubuntu 17.04, por exemplo, por vários meses. — E as 2 instalações do Devuan, usando as outras 2 ~/home do SSD externo, até hoje também não piaram.

Afora isso, o mais sério candidato a “causador do problema” são eventuais arquivos da ~/home herdados de outras distros instaladas antes, — e que o instalador deixou de gravar (com as configurações adequadas) por já existirem.

Wallpaper


Parati (RJ), Brasil, by Mike Peel, 2017, — sem deformação e sem ajuste automático (white balance)

A bela foto de Parati (RJ), Brasil, 12 Ago. 2017, by Mike Peel, foi selecionada na Categoria Paraty da Wikimedia, — durante a sessão Live DVD, — tendo em vista a sequência de critérios: (a) Pelo contraste do lado esquerdo, para deixar legíveis as letras brancas do Conky; (b) Por focar o tema do canal, diferente das imagens das ruas, usadas até agora; e, por fim, (c) Pelas cores, à altura do Linux “Rosa”.

Como não foi visto o Gimp no Menu K da sessão Live DVD (estava lá!), inicialmente foi aplicada a opção “Escalonado e recortado”, — já que o formato da tela é mais estreito e alto, que o da imagem, — porém isso ainda prejudicava a leitura em algumas áreas do Conky.

Deformação da imagem para evitar fundo branco na área do Conky

Isto se resolveu aplicando “Escalonado”, que comprime a dimensão horizontal, além de evitar “perda” de paisagem, — ao custo de uma pequena deformação. — Assim, eliminou-se a sobreposição do Conky sobre pequenas áreas de cor branca.

Ajuste automático no Gimp ameniza o aspecto nublado / acinzentado

Após a instalação do Linux Rosa, foi experimentada apenas uma correção “automática”, no Gimp, — Color >> Auto >> White balance, — que amenizou o aspecto levemente “sombrio” (nublado).

O arquivo oculto ~/.conkyrc foi herdado com a /home de um Linux Mint 17.3, — instalado para teste, nas últimas semanas, — assim como inúmeras outras configurações, comuns a todas as distros Plasma 5 KDE experimentadas nos últimos 12 ou 15 meses.

Por isso, o Linux Rosa Desktop Fresh R10 instalado apresentou, desde o primeiro momento, um aspecto visual inteiramente diverso da sessão Live DVD, — sem o trabalho de instalar tema, decoração de janelas, configurar, exceto por uns poucos detalhes (clique único etc.).

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Devuan Xfce e MATE - instalação e configuração

Devuan MATE — com o Desktop “minimizado” para ocultar ícones

• Instalar o Devuan foi uma opção para acompanhar o trabalho da comunidade no sentido de não depender do systemd.

  • Inicialmente, foi instalado Devuan Xfce.

  • Meses depois, foi instalado também o Devuan MATE.

Foi constatado que as ISO Desktop Live, — com Refracta installer, — só permitem instalar o Devuan com ambiente Xfce.

Isso, porque as ISO Desktop Live só trazem esse “ambiente padrão”, — e o Refracta installer grava no HDD uma cópia exata da sessão Live, — com as configurações (ou falta de configurações) em vigor naquele momento.

Para instalar Devuan MATE, foi necessário usar uma das Installer ISO, — que trazem o Debian installer, com sua etapa de “Software selection”.

Partições usadas para instalar várias distros Linux em dualboot (multiboot)

Foram usadas partições específicas para experimentar novas distros, — sem eliminar uma ao instalar outra, — e sem afetar outras distros já em uso.

Desse modo, sempre existem distros “produtivas”, para uso diário, e novos desafios podem ser enfrentados sem precipitação.

  • Outra opção sem systemd foi instalar o Slackware 14.2 KDE e, logo depois, o Slackware Plasma 5 KDE,  — mas neste caso, só um foi mantido, para não dispersar esforços (ver “Em busca de alternativas”, no final). — A médio prazo, também deverá ficar só 1 Devuan.

Índice


  • Download, sha256sum & K3b
  • Devuan Xfce
  • Other language (TAB to edit)
  • Keyboard pt_BR.UTF-8
  • Out beyond the mayonnaise
  • Refracta installer
  • Devuan MATE
  • Net-Install (Debian installer)
  • Configurações
  • Auto Login
  • Ocultar ícones
  • Em busca de alternativas
  • Making of

Download, sha256sum & K3b


Seleção das imagens ISO e demais arquivos no KTorrent

O Torrent do Devuan permite baixar uma ou várias versões disponíveis, — entre Installer-ISO, Desktop Live, Minimal Live, Embedded, Virtual, — bastando desmarcar as opções que não deseja.

Imagens ISO do Devuan baixadas pelo KTorrent

Em 13 Jul. 2017, foram baixadas 3 imagens ISO, — entre elas, as 2 citadas nesse relato, — com os respectivos arquivos complementares, além do README.txt geral.

Em 8 Nov. 2017, o KTorrent foi reaberto para baixar mais uma opção, — Minimal Live, — que acabou não sendo usada.

Verificação das imagens ISO por sha256sum

As imagens ISO foram verificadas por sha256sum e queimadas (pelo K3b) em CD ou DVD, para guardar.

O Live DVD chegou a ser usado 5 vezes, nesses 4 meses, — sem necessidade de manter um Pendrive ocupado esse tempo todo.

Devuan Xfce


Devuan Xfce (4ª instalação), — firme e forte, após 100 dias

O Devuan Xfce foi instalado em sessões Live DVD com a imagem:

devuan_jessie_1.0.0_amd64_desktop-live.iso (828 MiB)

Na verdade, foram 3 instalações seguidas, só no primeiro dia (13 Jul. 2017), devido a erros bobos, — e mais uma 4ª instalação, duas semanas depois (25 Jul. 2017), — todas, sem qualquer opção de escolher outro ambiente gráfico.

O README.txt geral acabou sugerindo (sem ser explícito) uma explicação para essa falta de opções, ao dizer que a versão “desktop-live” é uma “isohybrid image featuring the standard desktop”, — enquanto a “installer-iso” é recomendada “for experienced users who want to have more control over what is installed in their system”.

De fato, o README.txt específico das versões “desktop-live” confirma que “contains the same package selection as the default desktop in the regular installer isos”.

Other language (TAB to edit)


Após selecionar “Other language”, não aperte Enter,— apenas TAB

Além disso, a “desktop-live” vem configurada para Italiano (it_IT.UTF-8), — e a linguagem adotada na sessão Live será o padrão do Devuan instalado. — Ou você muda isso antes de iniciar a sessão, ou poderá ter dificuldades adiante:

When you install the system, your chosen language will be the default in the installed system.

Para evitar isso, é necessário cumprir um ritual bizarro, — antes de iniciar a sessão Live.

No Menu de Boot, tecle seta para baixo até a opção “Other language (TAB to edit)”, — e use TAB, — jamais Enter!

Na primeira tentativa, teclei Enter por descuido, — e nunca mais tive chance de corrigir o erro.

Use Backspace para apagar, — e depois digite o código do idioma desejado

Para editar a linha de comando, use Backspace para apagar o “it_IT.UTF-8” no final, — e não se assuste com a proliferação de linhas repetidas, como coelhos pulando da cartola, cada vez que você aciona uma tecla.


“Ignore the repeating lines. Bug or misconfigured?”, — diz o README.txt.

Uma vez apagado o parâmetro original, esteja pronto para lembrar exatamente o quê vai digitar, — digamos, “pt_BR.UTF-8”. — Caso tenha dúvida sobre onde usar ponto, ou sublinhado, ou traço (ou será espaço??), não terá mais a expressão original para usar como referência.

Para evitar isso, na primeira vez tentei usar seta, e trocar apenas “i” por “p”, e apenas “IT” por “BR”, mas nem isso foi possível. — Anote num papel, antes de apagar. — É minha melhor recomendação.

Pergunta inicial do Refracta installer. — Diz que tanto faz

Enfim, o instalador da sessão Live é o Refracta, — que nunca tinha visto, — e devo ter cometido vários erros de interpretação das instruções.

Para começar, pergunta qual “método de se tornar Administrador” você deseja usar, — Su ou Sudo?, — ao mesmo tempo em que diz que isso não importa, e você poderá alterar mais tarde.

Daí, as 3 instalações seguidas no 1º dia, — e a 4ª instalação 12 dias mais tarde, após desistir de tentar corrigir várias coisas.

Devuan Xfce (4ª instalação), — firme e forte, após 100 dias

Essa 4ª instalação, finalmente, foi feita sem (tantos) erros bobos, e segue firme após 108 dias.

Clonando as partições do Devuan para SSD externo (sde, na sessão Live USB Knoppix)

Depois dos primeiros 38 dias, sua partição foi movida (clonada pelo GParted) do 2º HDD para o SSD externo (sdd3), — onde continua funcionando por mais 70 dias, sem qualquer problema:

  • 13 Jul. 2017 - Instalado Devuan Xfce em sdb3 (3 vezes)
  • 25 Jul. 2017 - Instalado Devuan Xfce em sdb3 (4ª vez)
  • 1º Set. 2017 - Movido Devuan Xfce para sdd3 via GParted

Keyboard pt_BR.UTF-8


Solução para o Teclado ABNT2, — abaixo da interface Xfce

Mesmo instalando e tornando a instalar, — até assegurar a completa eliminação de quaisquer erros ou falhas das tentativas anteriores, — a 4ª instalação do Devuan Xfce permaneceu sem acentuação no Teclado por exatos 100 dias, até 2 Nov. 2017.

Nesse meio tempo, foram tentados (várias vezes) todos os recursos das configurações do Xfce, — que não são tantos assim, — em busca de algum pequeno detalhe que pudesse ter passado desapercebido.

Em seguida, começaram a ser pesquisados e testados vários comandos no Terminal, — sem sucesso, a princípio.

O que resolveu, afinal, foram 2 comandos encontrados encontrados em uma postagem de apenas 3 linhas:

$ sudo dpkg-reconfigure keyboard-configuration
$ sudo service keyboard-setup restart

Esta já é a segunda vez que o dpkg-reconfigure me tira de uma enrascada, — situações onde não encontro ferramentas de configuração em modo gráfico, — mesmo no KDE, tão rico em opções (ver “Escolhendo Grub entre vários Linus”).

Ficam 2 pontos a pedir mais pesquisa:

1) Saber o nome exato dos pacotes a serem configurados. — Neste artigo sobre o dpkg-reconfigure, por exemplo, é sugerido “dpkg-reconfigure keyboard-reconfigure”, — ao passo que a solução sugerida acima (e que funcionou) é “dpkg-reconfigure keyboard-configuration”.
2) Descobrir seu equivalente em outras distros, “não-debian”.

Out beyond the mayonnaise


Depois de 100 dias sem resultado no HDD, — moleza numa sessão Live

Resta uma hipótese, — sugerida por uma experiência abortada, — que não vale a pena voltar atrás para verificar, neste momento.

Em 8 Nov. 2017, — tentando instalar Devuan MATE pela ISO Desktop Live, — fiz a seguinte anotação (TXT), na sessão Live DVD:

Live Devuan - 8 Nov. 2017
$ sudo dpkg-reconfigure keyboard-configuration
$ sudo service keyboard-setup restart
aten;'ao --- n'ao, n'ao pegou.

Logout / Login

aten;'ao --- n'ao, ainda n'ao pegou.

---> Após configurar Teclado pelo Xfce:

atenção - ok, agora pegou.

O que isto sugere é a hipótese de que, — além de escolher o idioma correto antes de iniciar a sessão Live, — também seja conveniente configurar o Teclado (pelo Xfce) durante a sessão Live (e antes de começar a instalar).

Se o que o Refracta installer irá colocar no HDD é uma cópia fiel da sessão Live, — e não aquilo que você pensa estar configurando durante o processo de instalação, — essa hipótese talvez faça sentido.

E se apenas configurar o Teclado (pelo Xfce) não for o bastante, — então, rodar o dpkg-reconfigure, — e tornar a configurar o Teclado (pelo Xfce) em seguida.

Infelizmente, naquele dia o objetivo era instalar Devuan MATE. — E como a opção do MATE não foi oferecida (nem interessava um 2º Devuan Xfce), — a instalação foi sumariamente deletada, sem verificar se o Teclado tinha ficado Ok.

Agora, não faz sentido repetir tudo, só para ver esse detalhe.

Refracta installer


Opções de instalação ao iniciar o Refracta installer, em Live Devuan

Apesar da falta de polimento (do Refracta installer ou de seu ajuste ao Devuan?), o levantamento fotográfico da 4ª instalação (25 Jul. 2017), — com direito a um erro que “may not be fatal”, — mostra uma lógica bem clara e simples, do começo ao fim:

19:42 - Devuan Live Boot Menu
19:46 - Devuan Live Lang
19:49 - Devuan Live Install
19:50 - Su or Sudo - tanto faz (ahtah)
19:59 - Refracta installer - por sua conta e risco (no warranty)
20:02 - installation options
20:04 - installation options - Customized
20:05 - installation options - run GParted
20:12 - GParted
20:15 - GParted
20:17 - select root partition
20:18 - select home partition
20:19 - select swap partition
20:19 - summary install - Please CLOSE any running applications NOW
20:21 - Configure Locales
20:22 - Keyboard model
20:23 - Keyboard configuration
20:25 - Keyboard AltGr function
20:27 - copying system to partition
20:35 - Hostname & Username
20:37 - Refracta installation Error - may not be fatal
20:39 - Refracta installer - Error log details
20:39 - Root password
20:40 - User password
20:40 - Devuan installation complete

Resumo de como será a instalação. Feche todos os aplicativos

O aviso “Please CLOSE any running applications NOW” — semelhante ao aviso de “não mudar nada”, na fase de remasterização da instalação do Knoppix 8.1.0, — é para ser levado a sério.

Isso inclui fechar o arquivo de texto, — aberto automaticamente para ajudar na escolha das partições (e que depois não se fecha sozinho). — Mas lembre que o Terminal não pode ser fechado, durante a instalação, embora toda interação se dê por caixas de diálogo fora dele.

O que o Refracta vai instalar, não é um sistema pré-definido, — mas o sistema Live, tal como se encontra naquele momento, — com as alterações, configurações, adições e remoções de pacotes, feitas até ali:

This Devuan live-iso comes with Refracta Installer, which will copy the running system to hard drive and install the GRUB bootloader. Any changes you make to the running system will be copied to the installation. This includes desktop configuration, software added or removed, language/locale settings and other changes in system configuration.

Essa característica do Refracta installer pode ser muito interessante, — desde que você não esqueça de configurar o idioma certo, antes de iniciar a sessão Live, — e novamente durante a sessão Live, antes de iniciar a instação.

Algumas leituras interessantes:


No segundo link, em especial, estas indicações:

  • live: live base desktop + refracta installer (recommended for reviews!)
  • uefi-live: live + uefi bootloader, refracta installer
  • netinst: classic network installer, downloads packages from the network
  • cd: classic CD installer with base packages (not recommended for desktop)
  • dvd: classic DVD installer with many packages (not recommended for desktop)
  • virtual: Qemu based virtual machine (QCOW2) convertible to other formats
  • vagrant: ready to use Vagrant box based on VirtualBox

Devuan MATE


Marcar MATE e desmarcar “Devuan desktop environment” no Debian installer — Software selection

Por todos esses motivos, o Devuan MATE só pôde instalado por outra ISO:

devuan_jessie_1.0.0_amd64_NETINST.iso (227 MiB)

Nesta ISO, é usado o tradicional Debian-installer, — com direito a escolher interface gráfica, — e tudo funcionou de primeira.

  • 8 Nov. 2017 - Instalado Devuan MATE em sdd2

Na “Seleção de software”, foi desmarcado “Devuan desktop environment”, — que na prática significaria instalar o Xfce, — e marcado MATE como ambiente gráfico.

De quebra, desmarquei “Print server”.

Resta a dúvida sobre a última escolha, — “Utilitários do sistema padrão”, — que ficou marcada. Mas não parece ter causado problemas.

Net-Install (Debian installer)


15:45 - Boot Menu
15:46 - Advanced options
15:52 - Graphical install
15:53 - Language
15:53 - (incomplete translate)
15:53 - Brasil
15:54 - Keyboard pt_BR
15:54 - (loading components)
15:58 - Hostname
15:59 - Domain
15:59 - Root password
16:00 - User
16:00 - Username
16:00 - User password
16:01 - Local: DF
16:02 - manual partitioning
16:05 - partition: Root
16:06 - partition: Swap
16:08 - partition: Home
16:10 - disable extra Swap
16:11 - partitions
16:12 - partitions summary
16:12 - installing system
16:16 - mirror - Brasil
16:17 - mirrors - Brasil
16:18 - proxy - blank
16:18 - config apt
16:20 - select install software
16:22 - popularity contest
16:22 - desktop environment choice
16:23 - select install software
16:48 - Grub install MBR
17:00 - adjust clock
17:04 - UTC system time
17:04 - (unmount cdrom)
17:05 - Net Install Finished - Restart

Configurações


Software compositing window manager

Pelo Terminal, foram instalados:

# apt install chromium chromium-l10n chromium-inspector
# apt install synaptic
# apt install pyrenamer
# apt install conky-all lm-sensors gnome-screenshot
# apt install htop

Para detectar e salvar os parâmetros necessários ao Conky:

# sensors-detect

Do you want to add these lines automatically to /etc/modules? (yes/NO) yes

O arquivo (oculto) ~/.conkyrc foi copiado do Devuan Xfce e adaptado.

Por enquanto, ficam desabilitadas as linhas com as taxas de ocupação das partições Root e Home dos demais Linux, para não sobrecarregar o /etc/fstab com inúmeros pontos de montagem.

Para obter o efeito de transparência do Conky foi necessário ativar o Compositor (renderização). — (no KDE, trocaria OpenGL 2.0 por XRender).

Criando atalhos (shortcut) para Captura de tela pelo gnome-screenshot

Para agilizar as Capturas de tela foram criados os atalhos:

gnome-screenshot -p         - PrtScn
gnome-screenshot -p -d 7  - Shift-PrtScn

O primeiro captura e salva a tela inteira sem perguntar nada.

O segundo captura e salva com um delay de 7 segundos, — para abrir algum menu.

Renomeando capturas de tela com o pyRenamer

Infelizmente, nessa versão antiga, o gnome-screenshot não permite salvar em outra pasta diferente de ~/Imagens (ou ~/Pictures), — nem definir um padrão de nome como “$(date +%F_%H-%M-%S)_DM.jpg”.

Por enquanto, o jeito é, periodicamente, abrir a pasta-padrão com o pyRenamer, — substituir a string “Captura de tela de” por [nada], — trocar o espaço entre data e hora por [_(sublinhado)], — e levar as imagens para uma pasta onde se reúnem também as fotos, TXTs etc. sobre o Devuan MATE.

Auto Login


Localizando o Display manager do Devuan MATE e seus arquivos 

A experiência com o segundo Devuan vem abalando a impressão de que o MATE seria um pouco mais (facilmente) configurável do que o Xfce.

Porém, — enquanto o Devuan Xfce há muito tempo se loga automaticamente, — o Devuan MATE insistia em cobrar pedágio na tela de Login.

Depois de percorrer, — sem sucesso, — todas as (poucas) opções no Menu, o jeito foi procurar o arquivo de configuração do Display manager.

Primeiro, descobrir qual seria, — trata-se do Slim, — e onde estavam seus arquivos.

Edição do /etc/slim.conf para obter Login automático no Devuan MATE

Enfim, como Administrador (Root), chamar o Midnight-Commander (mc / mcedit), editar o /etc/slim.conf, — alterar e habilitar 2 linhas:

# auto_login      no
auto_login         yes
# default_user          simone
default_user             flavio

Foram de grande ajuda estas 2 páginas, — a primeira, para identificar o Display manager, — a segunda, para as modificações necessárias:


Ocultar ícones


Tentando desabilitar ícones da tela do Devuan MATE pelo dconf-editor

Permanece a dificuldade de ocultar ou remover da tela os ícones Computador, Home, Lixeira, — bem como os ícones das partições eventualmente montadas.

Imagino como ficaria a tela, com as 20 partições Root e Home das outras 10 distros instaladas, — caso não adiasse a inclusão disso tudo no /etc/fstab.

Desabilitar essa poluição inútil, — 25 ícones absolutamente iguais, — é fácil no Cinnamon.

Uma pesquisa por “mate desktop icons hide” apresenta milhares de perguntas e respostas, — em geral dadas como solucionadas, — pelo uso de mate-tweak, dconf-editor etc.

Até o momento, o dconf-editor não conseguiu, — parece abrir tipo “read-only”.

Uma solução provisória, — hilária, — foi aproveitar um bug que “minimiza” o desktop do MATE.

Trata-se de Alt+Space, seguido de N. — Em tese, minimiza a janela ativa, — mas se o foco estiver na Área de trabalho, ela é “minimizada”.

O Wallpaper e o Conky não são afetados. — Apenas, desaparecem os ícones indesejáveis, — mas o Menu de contexto (right-click) da Área de trabalho fica desabilitado.

Em busca de alternativas


Distribuições Linux instaladas até 2016

Na falta de habilitação técnica para “julgar” o systemd ou outros caminhos controversos adotados por uma ou várias distros — e, menos ainda, para enfrentar eventuais consequências, — a ideia é ter um pé nas alternativas, ver e aprender alguma coisa.

Outras opções sem systemd são (com o ranking no Distrowatch):

1. Linux Mint (1) - na realidade, apenas LMDE2 e 17.x
2. TrueOS (10)
3. PCLinuxOS (15)
4. antiX (17)
5. ReactOS (18)
6. MX Linux (20)
7. Puppy Linux (23)
8. FreeBSD (24)
9. SmartOS (31)
10. Slackware Linux (32)
11. Devuan GNU+Linux (35)
12. Android-x86 (36)
13. ArchBang Linux (40)
14. Gentoo Linux (41)
15. Tiny Core Linux (48)
16. 4MLinux (50)
17. GhostBSD (52)
18. DragonFly BSD (59)
19. Alpine Linux (61)
20. Redcore Linux (68)
21. NuTyX (77)
22. Elive (78)
23. OpenBSD (80)
24. Parabola GNU/Linux-libre (83)
25. AUSTRUMI (84)
26. VectorLinux (86)
27. Zenwalk Linux (89)
28. Calculate Linux (90)
29. Absolute Linux (95)
30. Porteus (98)
31. RancherOS (99)
32. Salix (100)
33. Void (106)
34. pfSense (108)
35. FreeNAS (109)
36. NAS4Free (113)
37. Parted Magic (114)
38. OpenIndiana (115)
39. SystemRescueCd (116)
40. Quirky (121)
41. IPFire (125)
42. OPNsense (126)
43. Fatdog64 Linux (128)
44. SliTaz GNU/Linux (130)
45. Artix Linux (143)
46. KolibriOS (149)
47. Wifislax (151)
48. Legacy OS (155)
49. OpenELEC (156)
50. Funtoo Linux (159)
51. Linux From Scratch (160)
52. Endian Firewall (163)
53. Star (164)
54. Haiku (169)
55. MINIX (171)
56. LinuxConsole (173)
57. OviOS Linux (175)
58. Porteus Kiosk (178)
59. NetBSD (180)
60. CRUX (184)
61. blackPanther OS (186)
62. Thinstation (195)
63. ConnochaetOS (196)
64. Cucumber Linux (197)
65. Frugalware Linux (198)
66. Lunar Linux (199)
67. Refracta (200)
68. Super Grub2 Disk (201)
69. XStreamOS (202)
70. GoboLinux (203)
71. Devil-Linux (206)
72. MirOS BSD (208)
73. Slackel (209)
74. Trusted End Node Security (210)
75. Bicom Systems PBXware (211)
76. GNUstep Live CD (213)
77. MidnightBSD (216)
78. Nanolinux (217)
79. Toutou Linux (219)
80. Pentoo (226)
81. Exherbo (231)
82. Guix System Distribution (232)
83. Sophos UTM (233)
84. Asianux (235)
85. Minimal Linux Live (236)
86. Vine Linux (237)
87. BSD Router Project (243)
88. BlueOnyx (244)
89. RISC OS Open (245)
90. Source Mage GNU/Linux (246)
91. Zeroshell (247)
92. ClonOS (250)
93. FuguIta (252)
94. Pisi Linux (255)
95. Plop Linux (256)
96. T2 SDE (258)
97. CloudReady (261)
98. RaspBSD (262)
99. Smoothwall Express (263)
100. paldo GNU/Linux (265)
101. Securepoint Security Suite (267)
102. HardenedBSD (272)
103. UHU-Linux (274)
104. PLD Linux Distribution (277)
105. Plamo Linux (279)
106. RasPlex (280)
107. Superb Mini Server (282)
108. ToOpPy Linux (284)
109. Openwall GNU/*/Linux (288)
110. Kwort Linux (292)
111. heads (304)
112. Daphile (305)

Do mesmo modo, tentar ser menos “Canonical-dependent”, — após 8 anos usando quase que só Kubuntu e seus “derivados”, — Linux Mint, KDE Neon.

O Linux Mint KDE se mostrou uma ótima distro, dentro das minhas limitações, mas no upgrade para 18.1 começou a se mostrar problemático para meu hardware e meus conhecimentos. O Mint 18.2 KDE também não funcionou bem. E agora, anuncia que 18.3 será sua última versão com KDE.

Usuário ferrenho do KDE há 10 anos, — desde os tempos do Kurumin, que foi minha porta de entrada no Linux, — essa decisão do Mint vem reforçar a necessidade de buscar alternativas, e ter sempre 2 ou 3 opções instaladas, configuradas e comprovadas no uso diário.

Curiosamente, o anúncio do Linux Mint mostra que tampouco ele se sente confortável em depender da Canonical:

It is important for Linux Mint to continue to support LMDE as a fallback option in case Ubuntu ever disappeared and as a development target for the many projects and technologies we work on to guarantee compatibility outside of Linux Mint.

Comparativo dos sistemas Linux instalados

O KDE Neon, surgido em 2016, parecia ser a terceira melhor opção, — dentro das minhas limitações e do meu hardware, — mas também está sujeito às súbitas decisões da Canonical (embora com alguma força própria para fazer alterações e até, quem sabe, substituir sua “base” Ubuntu LTS por outra, em caso de necessidade). No entanto, em 2017 também começou a apresentar problemas, no meu caso.

De repente, — após sonhar com alternativas de segurança, — me vi outra vez limitado ao Kubuntu LTS, como o único onde conseguia realizar todas as tarefas cotidianas.

E não consigo mais reproduzir este cenário, mesmo nas versões mais recentes do próprio Kubuntu, — cujo 17.04 Zesty Zapus tentei configurar e usar por vários meses.

Restava o Debian, — última alternativa relevante, dentro de sua própria “família”, não-dependente das decisões proprietárias (e bruscas) da Canonical. — Mas no Debian, propriamente dito, nunca consegui obter o quadro completo de funcionalidades necessárias. Ok, continuo investindo nele (agora, também com o estímulo do Devuan).

Em boa hora, desde o início de 2017 já vinha experimentando pelo menos uma distro de cada um dos outros “troncos” Linux principais, — romper, enfim, o antigo “confinamento”, — e várias se mostram boas alternativas. Há esperança de que algumas se tornem 100% produtivas, nos limites do meu hardware e dos meus conhecimentos (que, desse modo, tento ampliar).

  • Ubuntu*
  • Elementary OS*
  • Red Hat Enterprise Linux
  • CentOS
  • Oracle Linux
  • Mandrake / Mandriva
  • PCLinuxOS
  • SUSE Linux Enterprise
  • Gentoo
  • Chrome OS
  • Chromium OS

Adaptado de Linux distribution (Wikipedia).
* Ubuntu foi instalado 2 ou 3 vezes e usado por pouco tempo, em 2009 e 2015.
* Elementary OS foi testado apenas em Live USB, em Mar. 2016.
* Antergos foi instalado, mas não foi feito o relato da experiência.

A falta de KDE no Devuan, — bem como o final anunciado do Linux Mint KDE, — incentivam explorar um pouco mais as alternativas de ambiente gráfico (DE, desktop environment). Não tanto para substituir o KDE mas, pelo menos, para poder usar outras distros que o não ofereçam.

Várias vezes, nos últimos anos, já tive Linux Mint Cinnamon como “segundo sistema”. — Na primeira metade de 2016 investi detalhadamente, — tentando reproduzir nele cada uma das funcionalidades já obtidas no KDE (foi também o período em que mais aprendi sobre o KDE, por comparação).

Na mesma época, experimentei instalar o Debian com todos os ambientes gráficos oferecidos. — Nâo foi uma boa ideia, pois eles se “misturam” e acabam interferindo mutuamente, — mas permitiu uma boa comparação de várias funcionalidades. Dessa experiência, Xfce e MATE se mostraram boas alternativas.

Ao instalar o Devuan pela primeira vez, — sem encontrar outra opção, — tive de adotar o Xfce, e com ele venho trabalhando (pouco, por desconforto) há 4 meses.

Agora, ao instalar um segundo Devuan (em outra partição), é a primeira vez que invisto no MATE, de verdade. — Após menos de 2 dias, ainda é desconfortável trabalhar com ele, — mas ainda há muitas coisas que espero conseguir configurar.

Making of


Wallpaper aplicado no Devuan MATE: - Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte Goiás (GO), Brasil, por Eliane de Castro.

Wallpaper aplicado no Devuan Xfce: -

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