segunda-feira, 15 de maio de 2017

Mageia 6 sta2 KDE - Instalação e configuração

Mageia 6 sta2 atualizado até 14 Mai. 2017
Mageia 6 Cauldron sta2 KDE, atualizado até 14 Mai. 2017

Este é o relato da 3ª instalação do Mageia 6 Cauldron sta2 KDE, — mas as outras (na véspera) serão citadas apenas quando necessário, para não criar uma novela intrincada e interminável.

••• Detalhes dessa confusão em “Cronologia” (no final) •••

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Índice


  • Download ISO, sha512sum & K3b
  • Live DVD
  • Instalação - 1ª parte
  • Instalação - 2ª parte
  • Configuração no 1º Boot
  • Repositórios
  • Swap
  • Conky
  • Montagem automática de partições adicionais
  • Área de trabalho
  • Login automático
  • Fontes Verdana
  • Relato atrasado (15 Mai. 2017)
  • Critérios pessoais
  • Particionamento geral (Menu)
  • Cronologia
  • Não-debians (Menu)

Download ISO, sha512sum & K3b


Download da imagem ISO do Mageia 6 sta2 KDE por BitTorrent

A imagem ISO do Mageia 6 Cauldron sta2 KDE foi obtida por Torrent, a partir do site oficial.

Verificação sha512sum da imagem ISO do Mageia 6 sta2 KDE

A verificação da imagem ISO foi feita pelo sha512sum.

Verificação MD5 pelo K3b, para “queimar” o Live DVD do Mageia 6 sta2 KDE

A imagem ISO foi “queimada” em DVD, — embora Live DVD seja uma alternativa mais “pobre” do que Live USB (Pendrive), — porque desejava preservar esta versão sta2, depois que for substituída pelo lançamento oficial, no site do Mageia.

Depois de 1 mês com o Mageia 5 instalado no HDD, não sentia mais nenhuma necessidade de fazer “teste Live USB” do Mageia 6. — A sessão seria usada apenas para documentar o processo de instalação, em Capturas de tela. E para isso, Live DVD é suficiente.

Live DVD


Opções iniciais do Live DVD Mageia, — Boot ou Install

Ao inicializar o computador pelo Live DVD do Mageia 6 Cauldron sta2, são apresentadas as opções de carregar uma sessão Live (Boot), para experimentar, — ou carregar logo o Instalador (Install).

Também é possível abrir um resumo da Ajuda (F1), escolher o Idioma (F2), Resolução (F3), Repositório (F4), Drivers (F5), Kernel (F6). — Essas outras opções não foram alteradas.

Seleção do Idioma, para traduzir a tela inicial Live DVD do Mageia 6 Cauldron

Foi selecionado “Português (Brasil)”, para carregar uma sessão Live e documentar a instalação. — Mas a escolha do Idioma, nesse ponto, serve apenas para traduzir essa própria tela inicial.

Ao optar pela sessão Live, a escolha do Idioma será oferecida de novo, — bem como as do Teclado, Fuso horário, hora UTC vs. hora local no Relógio do sistema.

Enfim, você deve aceitar os Termos da Licença, — não usar o Mageia para ajudar algum país do “eixo do mal”, quem sabe. — Não li.

Menu de Boas-vindas à sessão Live do Mageia 6 Cauldron KDE

O diálogo de Boas-vindas reúne os principais recursos de ajuda e orientação ao novo usuário do Mageia 6 Cauldron, — e pode ser encontrado de novo, a qualquer momento, em “Menu K → Ferramentas → Boas-vindas”.

Criando pasta virtual “/home/live/PrintScreen”, para salvar as Capturas de tela fora do HDD

A primeira providência foi criar uma pasta “PrintScreen”, — na “/home/live” (virtual!) da sessão Live, — para gravar as Capturas de tela.

A intenção era evitar a montagem da partição “XTudo” (sdb8), — onde costumo centralizar as Capturas de tela, mesmo em sessões Live DVD / USB, — pois, no caso do Mageia, a experiência da 1ª e da 2ª instalação já tinha mostrado que isso não ia dar muito certo.

Esta solução é um tanto arriscada, caso você esqueça de mover todas as Capturas para um Pendrive ou HDD, antes de encerrar a sessão Live, — pois a pasta “/home” da sessão Live é volátil; — existe apenas na Memória RAM, e vai para o espaço ao reiniciar o computador.

Provavelmente, a melhor solução seria gravar as Capturas de tela em Pendrive. — Mas o importante, era não montar nenhuma partição, — mesmo que de outro HDD (sdb), diferente do HDD de destino da instalação (sda).

Uso do nome-de-arquivo para documentação cronológica em fotos de celular e Capturas de tela

Os passos seguintes, no KDE Spectacle, foram:

  • Em “Localização”, usar “/home/live/PrintScreen” como destino; e
  • Em “Nome de arquivo”, eliminar a string “Screenshot_” e alterar o restante para o formato “%Y-%M-%D_%H-%m-%_XXX”, — o mesmo adotado ao baixar as fotos de celular. — Desse modo, fotos e Capturas de tela se alinham cronologicamente, facilitando o levantamento de tudo que foi documentado em imagens.

O “_XXX” no final do nome deve permitir a identificação do que é foto de celular (NL = Nokia Lumia), ou Captura de tela do Knoppix, Live Mageia, Mageia do HDD (1ª, 2ª, 3ª instalação) etc.

Dolphin, Wallpaper e teste de Captura de tela

Em seguida:

  • Personalizar o Dolphin
  • Aplicar um Papel de parede
  • Configurar Clique-único no Mouse
  • Registrar qual Compositor a sessão Live escolheu (OpenGL 2.0)
  • Inverter os atalhos Print (capturar e salvar) e Shift-Print (abrir o Spectacle, delay 7’’)
  • Registrar as versões do KDE, Frameworks, Qt e Kernel, pelo KInfocenter

Instalação - 1ª parte


Opção de controlar manualmente a escolha das partições para instalação do Mageia

A 3ª instalação foi feita em 20 minutos, — das 18:29 às 18:49, — com várias pausas e zigue-zagues, para documentar também algumas opções não-utilizadas.

No entanto, as Capturas de tela disponíveis cobrem apenas os primeiros 6 minutos, — das 18:29 às 18:35, — por motivos que serão abordados adiante.

18:29 - Instalador
18:30 - Instalador exibe as partições encontradas nos HDDs
18:31 - Opção “Personalizar particionamento”

Seleção do ponto de montagem de sda2 (partição-raiz)

18:31 - Atribuir o ponto de montagem Raiz do sistema (“/”) à partição sda2.

Opção de formatar a partição-raiz (sda2)

18:32 - Formatar a partição onde o sistema será instalado (sda2)

Escolha da partição “/home” (sda6)

18:32 - Atribuir o ponto de montagem “/home” à partição sda6

Resumo das partições Raiz e Home

18:33 - Resumo da partição Raiz (Formatar)
18:33 - Resumo da partição /home

Resumo das partições que serão formatadas (ou não); e opção de verificar blocos defeituosos

18:33 - Resumo das partições a serem formatadas ou não
18:33 - Avançado - Verificar blocos defeituosos (disponível só para as que serão formatadas)

Opção de remover pacotes desnecessários, — e a lista para exame, em Avançado

18:34 - Verificando pacotes desnecessários
18:34 - Opção de remover pacotes desnecessários
18:34 - Lista dos pacotes desnecessários
18:35 - Instalador removendo pacotes desnecessários (última Captura disponível)

A instalação prosseguiu por mais 14 minutos, até 18:49, — porém não existem capturas daí em diante. — Ou falhou KDE Spectacle (desmonte inesperado de /home/live/PrintScreen), ou falhei em movê-las para o HDD, no final.

18:49 - Anotação no “Caderno de informática”: — « Ao finalizar a instalação, fica “sem memória virtual” [sic]. No painel esquerdo do Dolphin, desapareceram todas as partições ».

Infelizmente, esta última situação não foi fotografada, — provavelmente, confiei no KDE Spectacle, sem perceber que devia estar fora de combate.

Não existe anotação de que tenha movido as últimas Capturas para o HDD, — cujas partições já podem ser montadas sem problema, após finalizar a instalação. — Fazer isso e anotar tem sido uma rotina, mas posso ter esquecido desta vez.

É possível que o choque, — de ver todas as partições desaparecerem do painel lateral do Dolphin, — tenha acabado por fritar os últimos neurônios.

Instalação - 2ª parte


Seleção do Gerenciador de inicialização a ser instalado com o Mageia 6

Havia feito outras 2 instalações do Mageia 6, na véspera (19 Mar.), — a 1ª, na partição errada; — a 2ª, escangalhada por burrice, ao realizar (ou abortar?) uma atualização incoerente, devido a falhas de repositório (mirror).

••• Detalhes dessa confusão em “Cronologia” (no final) •••

Mas, nas 2 instalações anteriores, a Captura de tela funcionou até o final, — ou foi logo restabelecida, recomeçando a instalação desde o princípio, — e isso permite documentar o restante do processo.

Essas 2 instalações anteriores foram um pouco mais demoradas, — o tempo veio diminuindo, à medida em que me familiarizava com o processo, — porém todas levaram quase o mesmo tempo na 2ª parte, que exige pouca intervenção humana:

  • 1ª instalação - 27 minutos — 2ª parte - 15 minutos
  • 2ª instalação - 22 minutos — 2ª parte - 15 minutos
  • 3ª instalação - 20 minutos — 2ª parte - 14 minutos

Sistemas listados por ordem alfabética, para escolher qual será carregado por padrão, no Grub do Mageia

Portanto, as Capturas anteriores têm outra data e outros horários, — mas ilustram bem o restante da instalação, — basicamente, opções de inicialização:

  • Slide-show modesto (menos de 8 minutos)
  • Escolha do Gerenciador de inicialização
  • Escolha do sistema-padrão, a ser carregado automaticamente
  • Escolha do tempo de espera, antes de carregar automaticamento sistema-padrão
  • Modo de vídeo do Menu de inicialização
  • Opções APIC, SMP, ACPI etc.
  • Reiniciar o computador

Essas tempos de instalação, naturalmente, são relativos à situação específica:

  • Instalação gráfica a partir de Live DVD
  • HDD antigo (320 GB), com taxa de transferência inferior à dos mais novos
  • Conexão “10 Megas” (máx. 1,3 MiB/s)
  • 22 partições (exceto Swap), com outros 10 sistemas a examinar

Configurações o 1º Boot


Menu de inicialização gerado pelo Mageia 6 instalado em sda2, — incluindo a instalação anterior em sda1

Após o aviso de Reinicializar o computador, a configuração inicial do Mageia ainda depende de mais alguns passos, solicitados quando for carregado pela primeira vez, — antes de chegar ao Login:

  • Download de vários índices “synthesis-hdlist.cz”, com datas do dia (20170320), e também antigas (20150703)
  • Configuração de Rede e Internet, — requisito para o download
  • Criar senha de Administrador
  • Adicionar usuário, — com opções de Grupos, Permissões etc.

Configuração manual de Rede e Internet, pedida apenas no 1º Boot da 2ª instalação

Observando que:

  • No 1º Boot da 1ª instalação, o download foi imediato, — sem necessidade de configuração manual de Rede e Internet
  • No 1º Boot da 2ª instalação, foi solicitada configuração de Rede e Interned, — requisito para poder iniciar o download
  • No 1º Boot da 3ª instalação, o download foi imediato, — sem necessidade de configuração manual de Rede e Internet

Portanto, só no caso da 2ª instalação foi necessária configuração manual de Rede e Internet; — nas outras 2 isto se resolveu automaticamente.

Criar senha de Administrador (Root), adicionar Usuário, e opções avançadas para Usuário

Optei por criar Usuário (2ª senha), sem alterar mais nada, até me familiarizar com o funcionamento do Mageia. — Por enquanto, lembra o do Debian, onde também criei Usuário (2ª senha).

Repositórios


Erro após download de “synthesis”: — Não é possível adicionar mídia

No caso da 3ª instalação, o download inicial terminou com uma mensagem de erro, — “a busca falhou: aria2 falhou: código de erro 3”, — mas tratava-se de “alvos” não-encontrados, e não de falha local de conexão.

De fato, aria2 é um utilitário de download; e o “código de erro 3” indica “recurso não encontrado”.

As falhas se referiam a:

  • Core Release
  • Core Release Debug
  • Core 32bit Release

Nesta sessão inicial, falharam tentativas de encontrar Conky, Chromium, LibreOffice para instalar.

Tentando forçar a substituição do repositório (qual?) defeituoso

Por volta das 19:45 estava empenhado numa batalha para corrigir o problema, — basicamente, pelo método de remover todos os Repositórios, — em seguida Adicionar.

  • Centro de Controle → Configurar Mídias → [CTRL-A] → Remover → Adicionar

Então, o Centro de Controle contacta o site Mageia para obter a lista de servidores, — “synthesis-hdlist.cz” (de 20150605 e daquele dia, 20170320), — mas, novamente, não conseguiu obter Core Release + Debug + 32bit. — Apenas, desta vez também especificou “distrib1”, “distrib2” e “distrib31”, respectivamente.

Essa numeração também é indicada na configuração dos Repositórios.

Adicionando “espelho específico”, — e testando

Para sair deste círculo vicioso o caminho foi:

  • Centro de Controle → Configurar Mídias → Arquivo → Adicionar espelho específico

Naquela hora (20 Março, 20:05), a UnB e a UFPR ofereciam apenas http, — o que talvez fosse indício de algo errado, pois hoje (16 Maio) ambas oferecem ftp e http.

Sem conhecer qualquer método mais racional, fui por tentativa-e-erro:

  • 20:05 - UnB - http - Erro 22 - cabeçalho de http errado ou inesperado
  • 20:13 - RpmFind, FR - ftp - Ok (instalei Conky), mas velocidade ruim (6 min. synthesis)
  • 20:21 - UFPR - ftp - Erro 19 - resolução de nomes falhou
  • 20:26 - UFPR - http - Erro 22
  • 20:32 - UnB - http - Erro 22
  • 20:47 - Tuxinator, DE - ftp - Ok (200+ pacotes), mas velocidade ruim (14 min. synthesis)
  • KRename, Gnome-screenshot, Chromium, Konqueror, Kim4, Tesseract, OCRFeeder, Kompare, Aspell, Filezilla, Dolphin-plugins, Kfind, Diffuse, Kdiff3, Fuseiso, Krusader, Inkscape, Kstars, Stellarium, Kate, Wine, Wine-gecko, Playonlinux
  • 22:08 - Princeton - Velocidade bem melhor (759 updates em 4 minutos)

18 Mai. 2017 - Examinando agora o Mageia mirrors database, o Mirrors map e o Mirrors status, verifico que a UFPR e Princeton estão entre os 10 espelhos mais rápidos (10Gbits), enquanto a UnB, aqui ao lado, é de apenas 100Mbits.

Swap


Desabilitando o excesso de Swap no arquivo /etc/fstab

Como durante a instalação não foi encontrado (nem procurado) um modo de escolher (ou desabilitar) partições Swap, o Mageia 6 Cauldron sta2 acabou montando todas, no total 36,7 GiB.

Para corrigir, bastou abrir o arquivo /etc/fstab e desabilitar todas as linhas referentes a Swap, — com exceção de Swap2 (sda11).

Desabilitando o excesso de Swap e reabilitando apenas o Swap correto

Mais tarde, foram desabilitadas todas as partições Swap, pelo comando “swapoff -a”, — que desabilita todas as Swap de /proc/swaps.

Em seguida, foi disparado o comando “swapon -a”, — que ativa todas as partições Swap habilitadas no arquivo /etc/fstab.

O efeito foi percebido de imediato pelo Conky, — e alguns segundos depois, pelo KSysguard.

Conky


Correção dos caminhos (path) no ~/.conkyrc para o padrão de pontos de montagem do Mageia 6 Cauldron

Até aí, estavam montadas pelo /etc/fstab apenas as partições do próprio Mageia, — e o Conky exibia apenas a taxa de ocupação das partições Raiz e Home.

O arquivo de configuração ~/.conkyrc já estava na Home2, — herdada do Mageia 5, — mas ainda precisava receber algumas adaptações.

No Mageia 5, eu havia imposto um padrão diferente de pontos de montagem, — mas no Mageia 6 pretendia seguir o padrão do sistema.

22:58 - Editado o arquivo (oculto) /home/flavio/.conkyrc, — para adequar os caminhos (path) ao padrão de pontos de montagem do Mageia.

Com isso, o Conky passou a exibir a taxa de ocupação das partições XTudo e Armazem1, — que tinham sido montadas manualmente, clicando no Dolphin (mediante senha), para uso corrente.

Montagem automática de partições adicionais


Cópia do arquivo /etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules do Sabayon para o Mageia, no Krusader as root

Já havia constatado, no Mageia 5, que as Configurações do sistema (KDE) não eram suficientes para realizar a montagem automática de partições adicionais.

Por isso, ao configurar o Mageia 6, a primeira providência foi trazer do Sabayon uma cópia do arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules”, que autoriza a montagem automática pelo udisks2.

Montagem automática de partições adicionais pelo KDE → System settings → Removable devices

Só então, foram marcadas as partições que deveriam ser montadas automaticamente no início de cada sessão do Mageia 6 Cauldron sta2, pelas Configurações do sistema:

Menu K → System settings → Hardware → Removable devices

Mageia 6 sta2 carregado com todas as partições adicionais montadas

Depois disso, bastou reiniciar o computador, para o Mageia 6 sta2 KDE carregar com todas as partições automaticamente montadas no início da sessão.

Talvez bastasse Encerrar (Logout / Login), — mas a emoção não seria a mesma, — nem o Conky registraria um uptime novinho em folha.

Área de trabalho


Área de trabalho ao completar o Boot / Login inaugural na 1ª instalação do Mageia 6, em sda1 (Linux1)

Uma vez que a partição /home (Home2) permaneceu sempre a mesma, — desde o Mageia 5, — várias configurações foram mantidas, dependendo apenas de instalar os respectivos programas (Conky, por exemplo) e fazer alguns ajustes.

19 Março, 12:38 - Uma vez completada a configuração inicial, — conexão de rede, criar senha de Administrador, criar Usuário (Boot inaugural), — foi feito o Login na 1ª instalação (sda1) do Mageia 6.

  • Testada a Captura de tela (gravando em /home/flavio/PrintScreen)
  • Aplicado Papel de parede herdado do Mageia 5

Área de trabalho ao completar o Boot / Login inaugural na 2ª instalação do Mageia 6, em sda2 (Linux2)

19 Março, 15:21 - Uma vez completada a configuração inicial, — conexão de rede, criar senha de Administrador, criar Usuário (Boot inaugural), — foi feito o Login na 2ª instalação (sda2) do Mageia 6.

  • Já carregou com o Papel de parede aplicado na 1ª instalação do Mageia 6
  • Já carregou com o Relógio do Painel configurado na 1ª instalação (data longa)
  • Deletados os 3 ícones-atalhos da Área de trabalho

Aplicação de Maia transparent e Transparent-oxygen, logado na 2ª instalação (sda2) do Mageia

Ainda logado na 2ª instalação, foram feitas mais algumas configurações na Área de trabalho, como a aplicação do tema Maia transparent e decoração de janelas Transparent-oxygen.

Com toda certeza, foi aplicada a configuração “Restaurar sessão salva manualmente”, — caso já não estivesse aplicada desde a 1ª instalação, — e em seguida acionado o comando “Salvar sessão”, com o KSysguard e o Dolphin abertos (e a partição XTudo montada).

Área de trabalho ao completar o Boot / Login inaugural na 3ª instalação do Mageia 6, em sda2 (Linux2)

20 Março, 19:05 - Uma vez completada a configuração inicial, — conexão de rede, criar senha de Administrador, criar Usuário (Boot inaugural), — foi feito o Login na 3ª instalação (sda2) do Mageia 6.

  • Já carregou com o Papel de parede aplicado na 1ª instalação do Mageia 6
  • Já carregou com o Relógio do Painel configurado na 1ª instalação (data longa)
  • Já carregou com tema Maia transparent e decoração de janelas Transparent-oxygen
  • Já carregou com KSysguard e Dolphin abertos
  • Já carregou tentando montar partições montadas antes, manualmente, pelo Dolphin

Portanto, várias configurações feitas na 1ª instalação do Mageia 6 passaram automaticamente para a 2ª instalação, — e as configurações acumuladas da 2ª passaram para a 3ª instalação, — uma vez que todas usaram a mesma partição “Home2” (sda6), e houve o cuidado de não formatá-la.

É provável que algumas configurações menos óbvias tenham vindo desde o Mageia 5, — que também usava a mesma partição “Home2”, — mas é difícil ter certeza, pois algumas poderiam, igualmente, ter vindo da última sessão Live de instalação (20 Março), cuja “/home/live” está presente no computador, ao lado da “/home/flavio” em vigor.

Login automático


Configurações do sistema → SDDM → Login automático, sem efeito no Mageia 6

Por quase 2 meses, o Mageia 6 Cauldron sta2 KDE resistiu a fazer o Login automático, — apesar da tentativa feita nas Configurações do sistema:

  • Menu K → Tools → System settings → Start & shutdown → SDDM

Configurando Login automático no Centro de Controle do Mageia 6

O que realmente acabou funcionando, foi configurar a mesma coisa no Centro de Controle do Mageia → Inicialização → Habilitar login automático.

Fontes Verdana


Legibilidade com fontes Verdana (esq.), e sem fontes Verdana (dir.)

Após 20 anos de Internet, ainda não encontrei outra Fonte de letra que se compare a Verdana, em “economia” e legibilidade na tela, — tal como, ao longo do século XX, nenhuma outra Fonte conseguiu bater a Times New Roman em economia e legibilidade, no jornal impresso.

Mas bastaram 3 dias (15~17 Maio) de trabalho intensivo no Mageia 6 Cauldron sta2 KDE, para comprovar que a filosofia de “aprender e configurar com calma” tem seus limites.

Se no universo Mageia não existe (ou ainda não encontrei) um pacote ttf-mscorefonts-installer, — caminho usual, — existem atalhos.

Instalação de fontes de letra no Mageia a partir do Wine em outro sistema Linux

Todos os sistemas Linux que conheço, — do “ponto de vista KDE”, — oferecem um caminho simples e fácil para incorporar Fontes de letra existentes nos HDDs:

K → System settings → Fonts → Add fonts

Embora já tenha instalado o Wine no Mageia 6 Cauldron sta2 KDE (Home2), ainda não me aprofundei na configuração. — Sua pasta “/home/flavio/.wine/drive_c/windows/Fonts/” ainda está vazia.

Mas o Wine também está no Debian (Home3), no Kubuntu LTS (Home4), no openSUSE (Home5), no Fedora (Home6), no Linux Mint (Home7), no Manjaro (Home8) e no Zesty Zapus (Home9), — bastava escolher.

Relato atrasado (15 Mai. 2017)


Recuperando informações de fotos e Capturas de tela da instalação do Mageia 6, desde Março 2017

O Mageia 6 sta2 KDE vem se mostrando 1 das 2 distribuições “não-debian” mais “usáveis”, de um ponto de vista bastante pessoal, — usuário médio, leigo em Linux, com um conjunto específico de usos. — A outra é o openSUSE KDE.

No entanto, já se vão completar 2 meses, desde a instalação do Mageia 6 sta2, — acumulando mais de 970 fotos e Capturas de tela, bem como inúmeras anotações espalhadas pelo caderno, — e a demora em iniciar este relato ameaça tornar difícil levantar os dados dessa experiência, à medida em que detalhes vão caindo no esquecimento.

Critérios pessoais


Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados, até 01:00 de 14 Mai. 2017 (UTC-03:00)

A “usabilidade” resumida no Quadro comparativo, — desse ponto de vista estritamente pessoal, — liga-se ao conjunto de tarefas do dia-a-dia, cada uma com “peso” e “frequência” bastante diferenciados.

GoogleEarth e Wine, por exemplo, são absolutamente indispensáveis, — desde quando o Wintows foi deletado em definitivo, há cerca de 1 ano, — porém não são usados todos os dias. Quando necessário, justifica-se reiniciar o computador e carregar o Kubuntu LTS, o Linux Mint 18 KDE, ou mesmo o KDE Neon User Edition.

O mesmo já não acontece com as Páginas (não só Feed, Perfis, Grupos) do Facebook, — acessadas inúmeras vezes, quase todos os dias, ao lado de outras redes sociais, WhatsChrome etc., — o que torna impraticável tentar usar Sabayon, Antergos, Zesty Zapus, Manjaro, Fedora ou Debian, onde essa navegação dispara um surto permanente de sobrecarga da CPU, deixando o sistema devagar-quase-travando.

Tanto o Mageia KDE quanto o openSUSE KDE apresentam o incômodo de não reproduzirem bem a maioria dos vídeos na web (*), — é chato, mas raramente indispensável (isso até ajuda a focar no essencial), — e até fico imaginando se essa falha é o que salva a navegação em Páginas (não só Feed, Perfis, Grupos) do Facebook. Superstição de leigo, decerto. Solucionar isso não é prioridade.

(*) Vídeos locais 3gp, flv, avi, mp4 são reproduzidos sem qualquer problema.

Particionamento geral


Particionamento geral dos HDDs / SSD no início de Março 2017

A estrutura do Mageia em Linux2 / Home2 / Swap2 segue o particionamento geral reorganizado na virada do ano, — segundo um arranjo modular, para que até 12 sistemas possam ser instalados, lado a lado (em dualboot ou multi-boot), e qualquer um possa ser substituído a qualquer momento, — sem interferência mútua ou dependência entre eles (como seria o caso em VM).

Daí, porque o erro de instalar o Mageia 6 em Linux1 — usando Home2 e Swap2, — merecia correção imediata.

Depois de tanto trabalho, não faria sentido “deixar ficar” aquele “pequeno erro”, — e reinstalar o KDE Neon em Linux2 / Home1 / Swap1.

Histórico do particionamento



Cronologia


Mageia 5, com KDE 4

Inicialmente, foi instalado o Mageia 5 KDE, — e funcionou muito bem, — mas, para quem se acostuma com o KDE 5, é um desgosto voltar ao KDE 4, ao velho KSnapshot que exige vários cliques para cada Captura de tela, ou àquele KInfocenter malero, bochudo, cabeça-de-papagaio, zambeta, feeei pa peste.

  • Para registro: — A 1ª instalação do Mageia 5 (14 Fev.) apresentou algum erro, e foi necessário reinstalar no dia seguinte (15 Fev.). — Fica para exame no final.

Inconformado, acabei descobrindo a versão sta2 do futuro Mageia 6, e resolvi substituir.

Caminho inusitado para selecionar partições, — e cuidados para evitar erro

1ª instalação Mageia 6 - Uma tentativa inicial resultou em mensagem de erro e foi abortada. Mas, ao reiniciar o Instalador, foi usado um caminho diferente para seleção das partições, — um diálogo onde se apresentam todas de uma vez (o que parece facilitar), — porém não sei como cheguei lá (não há registro do caminho seguido), — e tampouco voltei a encontrá-lo na 2ª ou na 3ª instalação (também não procurei).

Foi aí que tropecei numa burrice monumental, — mandei instalar em sda1 (KDE Neon), em vez de em sda2.

Para mostrar que “prudência não faz mal a ninguém”, — ainda conferi a Tabela de Particionamento, — e anotei no caderno, “para não ter erro”. Faltou anotar no local certo.

RIP a antiga instalação do saudoso KDE Neon (sda1), que funcionava maravilhosamente bem, desde 1º Jun. 2016.

Esperando acabar de carregar o Mageia 6 KDE, instalado na partição certa (sda2)

2ª instalação Mageia 6 - No mesmo dia (19 Mar.), foi feita nova instalação, dessa vez na partição correta (sda2), — porém acabei cometendo alguma burrice, ao enfrentar uma atualização incoerente, por falha de repositório (mirror).

Daí por diante, a 2ª instalação nunca mais completou o carregamento do KDE, em outros Boot.

Epa, pera, que negócio é esse

Tentava, tornava a tentar, ia capinar o quintal, passear com o cachorro, tomar banho, — muita hora nessa paciência, — e nada de acabar de carregar o Mageia 6 KDE.

Ao tentar todos os recursos imagináveis, — Recovery mode, mandinga, Alt-F2, reza-braba, — o Left-Win acabou por abrir um Menu drop-down no canto superior esquerdo.

Sim!, — havia um “Painel” escuro, ali no alto, — sem nenhum ícone.

Faltava a opção de sessão Plasma, — só havia IceWM

De fato, na tela de Login existia apenas a opção “IceWM Session”, — e é claro que desse modo ia demorar muito para carregar o KDE. — Simplesmente não havia opção de sessão Plasma.

Partição sda1 não pôde ser copiada e colada em sda2, que parece ser menor

3ª instalação Mageia 6 - No dia seguinte (20 Mar.), foi tentado copiar a partição sda1, — cujo Mageia 6 Cauldron funcionava sem problemas, — para sda2, usando o GParted em Live Knoppix.

No entanto, o GParted habilitou apenas copiar sda1, — mas não, colar em sda2.

O exame posterior das Capturas de tela mostra que sda1 tem 1.000 setores a mais, — o que explica essa impossibilidade. Mas deixa outro mistério, — afinal, ambas têm exatos 25,0 GiB (ou deviam ter).

A solução foi fazer a 3ª instalação do Mageia 6 Cauldron (sda2), — cujo Login voltou a oferecer “Plasma” (além de IceWM), — e que funciona muito bem, até hoje.

14 Fev. 2017 - Mageia 5 - 1ª instalação

15 Fev. 2017 - Mageia 5 - 2ª instalação

19 Mar. 2017 - Mageia 6 sta2 - 1ª instalação (27 minutos) - deletou KDE Neon (sda1)

19 Mar. 2017 - Mageia 6 sta2 - 2ª instalação (22 minutos) - Escangalhada (sda2)

20 Mar. 2017 - Mageia 6 sta2 - 3ª instalação (20 minutos) - Atual (sda2)

Com isso, o KDE Neon pôde ser reinstalado em sda1, — mantendo a organização Linux1 / Home1 / Swap1, dentro da ordem planejada.

Reinstalar o KDE Neon apresentou problemas para várias semanas, — e tinha prioridade muito maior, — o que levou a dar pouca atenção ao Mageia 6, nos primeiros tempos.

Mesmo sem o desastre do KDE Neon, o momento já não era muito propício, — o Linux Mint andou capenga durante várias semanas, desde o upgrade de 18 para 18.1, e corrigi-lo também tinha muito mais prioridade, — afinal, Mint e Kubuntu são os 2 sistemas indispensáveis para todas as tarefas.

Obs.: - Por questão de prioridades, este levantamento começou pelas “descobertas” mais importantes de preservar, — em geral, naquilo onde o Mageia se diferencia do Debian / Kubuntu / Mint / Neon, — e mais tarde poderão ser interpoladas outras observações, a longo da ordem cronológica.

••• “Mageia B” - Dois meses mais tarde (20 Maio), — após completar o relato acima, — foi feita outra experiência, usando outra partição (Linux12, em sdd3).

20 Mai. 2017 - Mageia 6 sta2 - Instalador Clássico (sdd3)

O objetivo era verificar eventuais diferenças, usando outra imagem ISO, — a “Instalação Clássica” (sem sessão Live), onde são oferecidas opções como:

  • Adicionar “mídia” Nonfree
  • Escolher KDE, ou Gnome, — ou “Personalizar”

Essa experiência não atendeu às vagas expectativas que alimentava, — enfrentar melhor as “Páginas” do Facebook, — embora tenha resultado em um Mageia diferente do outro, em alguns detalhes.

Por enquanto, esse “Mageia B” permanece lá, na partição “Linux12” da unidade SSD externa, — que não fica plugada a maior parte do tempo, — e poderá ser melhor explorado no futuro, ou substituído por outra distro Linux.

O principal “fruto” dessa nova experiência foi me interessar pelo Grub controlado pelo Mageia.

Fiz algumas experiências com o Grub do “Mageia B”, — e depois, alterei o Grub do “Mageia A”, que passou a ser usado, como alternativa ao Grub controlado pelo openSUSE:

  • MBR de sda - Grub controlado pelo Mageia
  • MBR de sdb - Grub controlado pelo … (?)
  • MBR de sdc - Grub controlado pelo openSUSE
  • MBR de sdd - Grub controlado pelo “Mageia B” (para experiências)

Nenhum dos 2 consegue gerar uma entrada correta para carregar o Manjaro, — é sempre necessário fazer uma correção manual no arquivo /boot/grub2/grub.cfg.

Por motivos alheios (e ainda não decifrados), as entradas para carregar o KDE Neon também precisam ser manualmente corrigidas, para usar “nomodeset”.

A boa notícia é que o Grub gerado pelo Mageia consegue carregar o openSUSE, — coisa que, até onde me lembre, o Grub gerado pelo KDE Neon ou pelo Linux Mint não consegue (a conferir).

Desde então, uso normalmente o Grub gerado pelo Mageia, — com a última seleção mantida por padrão, para carregar automaticamente em 10 segundos, salvo gesto em contrário, — pois é comum passar vários dias usando apenas Linux Mint, ou apenas Kubuntu 16.04 LTS, ou apenas openSUSE etc.

Esta opção de carregar por padrão a última distro Linux, selecionada anteriormente, está inabilitada no Grub do openSUSE, uma vez que seu /boot/grub2/grub.cfg fica numa partição BtrFS, — formato em que o Grub2 não consegue gravar (antes de o sistema ser carregado).

_________
Relato inicialmente publicado às 10:06 de 15 Mai. 2017, e desenvolvido até 19 Mai., no Mageia 6 sta2 KDE.
••• Adendo sobre o “Instalador Clássico” em 24 Mai. 2017.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Unity e dependência de “decisões proprietárias”

Ciclos de interesse pelo Knoppix, Kurumin, Ubuntu e Linux Mint, até o final de 2016

Usuário renitente do KDE, — desde os primeiros passos no Linux, à época do digno encerramento do Kurumin, — o anúncio oficial de que a Canonical vai abortar seu investimento no Unity8 parece não me fazer mossa.

Mas é um alerta para intensificar as experiências fora do universo “Ubuntu & derivados”.

Fugir da dependência de “decisões proprietárias” é uma das lições mais antigas que a evolução da informática tem oferecido, reiteradas vezes, — empresas fecham, são vendidas, projetos são desfigurados ou descontinuados.

Na memória estritamente pessoal, — cada um tem a sua, — poderia elencar a extinção do DR-DOS (Digital Research), do Ventura Publisher (Xerox), dificuldades opostas à migração DOS / Windows de antigos aplicativos (como o dBase, entre outros). Nem precisaria citar a guerra desproporcional contra o Netscape (entre outros). No mundo empresarial, nem sempre “vence o melhor”. Sói vencer o mais rapaz.

Já perdi e/ou tive de refazer muitas horas de trabalho, mesmo fazendo mais do que meros backups em “formato proprietário”, — fazendo backups em DIF (Data Interchange Format), por exemplo, de preferência em ASCII (hoje diria .CSV, plain-text, UTF8, Unicode).

Os efeitos da “dependência”, portanto, vão muito além da mera “submissão financeira”, — taxas de servidão anual (até por “migração” forçada, sem que você precise de “nova versão”), — na medida em que afetem seu “estoque” de trabalho acumulado em arquivos digitais sob “formato proprietário”, bem como seu “estoque” de capacitações (aprendizado, treinamento).

Se, para uma empresa de grande porte, uma súbita “decisão proprietária” (externa a ela) já pode significar custos consideráveis, para um usuário doméstico pode ser quase um desastre, — em especial, se “informática” não for sua praia, mas apenas ferramenta, e se lhe coloque o dilema de parar todo o seu trabalho, para procurar alternativas (encontrará?), aprender, refazer rotinas de trabalho, — ou contratar uma consultoria, que não estava prevista no orçamento.

Falo como “usuário leigo”, claro, — talvez não seja tão traumático para um profissional de TI, até porque em geral acompanha os acontecimentos, percebe com antecedência e se prepara de véspera.

Por isso, a dependência da Canonical já vinha incomodando, — em especial, à vista de reiteradas dissensões com as “comunidades”, divergências de rumos etc.

Um breve resumo foi dado por Swapnil Bhartiya, em “6 things Mark Shuttleworth should do as CEO of Canonical”:

Canonical e Shuttleworth têm uma longa história de membros perturbadores da comunidade de código aberto:
  • o Unity foi criado porque a Canonical não podia trabalhar com o Gnome;
  • Banshee foi expulso do Ubuntu porque a Canonical queria fazer um corte de vendas;
  • Houve uma disputa entre Canonical e Linux Mint sobre taxas de licença;
  • O fundador do Kubuntu foi expulso de seu próprio projeto;
  • Houve uma batalha desagradável dentro da comunidade Debian sobre o uso de systemd vs Upstart;
  • Mir foi anunciado com críticas pesadas das comunidades Wayland e Xorg.
Você pode ver que há uma lista muito longa de confrontos entre a Canonical e outras comunidades de código aberto.

No original:

Give respect to earn it: You can’t expect a community to include features that you need if you are not seen as a good citizen. Canonical and Shuttleworth have a long history of upsetting members of the open source community: Unity was created because Canonical couldn’t work with Gnome; Banshee was kicked out of Ubuntu because Canonical wanted to take a cut of sales; there was a dispute between Canonical and Linux Mint over licence fees; the founder of Kubuntu was kicked out of his own project; there was a nasty battle within the Debian community over the use of systemd vs Upstart; Mir was announced with heavy criticism from the Wayland and Xorg communities. You can see there is a very long list of confrontations between Canonical and other open source communities.

Naturalmente, são receios de usuário apenas familiarizado com o básico, — que não afetam experts capazes de montar e desmontar seu próprio Linux em maior ou menor grau.

Histórico


Funcionalidades já obtidas (pessoalmente), com diferentes sistemas Linux instalados

Durante vários anos, congelei o velho Windows XP e investi no Linux, até conseguir realizar todo o trabalho no Kubuntu e no Linux Mint (não no Debian, infelizmente), e essas 2 ferramentas implicavam em certo grau de dependência de “decisões proprietárias” da Canonical.

Como essas, anunciadas agora, — ou as anteriores, agora abandonadas de súbito.

O surgimento do KDE Neon, — fora do controle direto da Canonical, — acena com alguma perspectiva de independência, como se viu na adoção do Calamares, em Janeiro de 2017. Permite sonhar que nem todas as “decisões proprietárias”, que a Canonical possa adotar, venham a ser passivamente repassadas ao usuário do KDE Neon.

Mas, para quem, após 10 anos, ainda não conseguiu domar o Debian, é auspicioso conseguir bons resultados com o Mageia 6 sta2 e com o openSUSE, — praticamente “de fábrica”, dado meu despreparo para alterar muita coisa, — sem interromper o trabalho (nem a diversão) para mergulhar em estudos aprofundados da estrutura do Linux.

WTF Canonical?


(anúncio de Ubuntu... e agora, de iTunes, SUSE, Fedora no Windows Store)

Não sei se alguém "fez campanha" contra a Canonical por causa disso. Uma afirmação genérica, desse tipo, respinga sobre inúmeras pessoas que apenas recearam possíveis consequências. Acho que tinham bons motivos. Primeiro, pelo histórico de outras parcerias, onde a M$ mostrou o quanto podia ser perigosa. Mas também, pelo histórico de "individualismo", guinadas, decisões polêmicas da Canonical. E de lá para cá, a Canonical só acrescentou motivos, para qualquer comunidade ficar com um pé atrás em relação a ela. No caso do MAC, SUSE e Fedora, nem sei se há algum histórico a recomendar certo distanciamento por parte da comunidade. E não sei se existe tal histórico, porque o futuro desses 3 não me afeta tão diretamente. Mas dependo do Ubuntu, por isso o histórico da Canonical já me preocupava um pouco. Agora, me convenci ainda mais, da necessidade de experimentar distros "não-ubuntu". De preferência, mais "comunitárias" e menos sujeitas a "decisões proprietárias" de alguma corporação. Pior, de alguma corporação que se mete com outra, de histórico pior ainda.

(rascunho anterior)

Durante muitos anos, li dizer que a Canonical teria impulsionado a expansão, difusão e aceitação do Linux dappertutto, — nem vou negar, credo quia absurdum, — e, até mesmo, que o Debian (esse “ingrato”) lhe deveria algo por isso.

Olhando apenas o “interesse” (consultas), ao longo dos anos, — e lembrando que, “lá no início” (do Distrowatch, 2002) mantinham-se no topo Mandrake (1º), Red Hat (2º), Gentoo (3º), Debian (4º), SuSE (6º), Slackware (7º), — o Debian (agora em 2º) tinha pouco a ganhar. Mas, por mérito de quem?

Com certeza, não dá para atribuir à Canonical as atuais posições do openSUSE (4º), Fedora (6º) + CentOS (9º), Mageia (12º), — muito menos as do Arch (10º) + Manjaro (5º) + Antergos (16º). — A própria “queda” do Slackware (17º), seria bem menor, caso todos os “derivados” Ubuntu fossem agrupados no 1º lugar, liberando posições no ranking.

Na verdade, deveríamos atribuir ao Ubuntu (3º) a posição do Mint (1º), — e eliminar do ranking dúzias de “sabores” e “derivados” do Ubuntu (Zorin 7º, Deepin 11º, Elementary 8º, Ubuntu MATE 14º, LXLE 18º, Lite 19º, Lubuntu 20º etc.).

É verdade que isso jogaria o Ubuntu, — somados “sabores” e “derivados”, — disparado, no topo do mundo, bem acima do Mint (1º). Aliás, o Mint desapareceria, somado ao Ubuntu.

Mas, feito esse expurgo, — e somados, igualmente, Manjaro + Arch + Antergos, por exemplo, — ficaria muito complicado pretender que o Debian devesse tanto ao Ubuntu.

Ali estariam, de um modo geral, os velhos “troncos”, — além do Arch, mais “novo” (e do Slackware, que subiria bastante), — e dificilmente se poderia pretender que apenas o Debian devesse ao paternalismo da Canonical sua persistência no topo, com os demais “troncos”.

— … • … —

Não-debians