domingo, 3 de julho de 2016

Conky - configuração em andamento

Conky no Kubuntu 17.04 Zesty Zapus daily-build (“development branch”).

31 Out. 2016 - O particionamento de um “novo disco” SSD externo, — e a instalação do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus (daily-build 2016-10-27), — motivaram mais uma reorganização das configurações usada no Conky, agora em 5 sistemas Linux:


••• Atualizações → ver no final:


  • Conexão de rede (29 Jul. 2016)

  • Reorganização II (30 Jul. 2016)

  • Reorganização III (31 Out. 2016)

Configuração simples para um Conky funcional

3 Jul. 2016 - Esta é uma configuração “em trânsito”, — originária do Kubuntu 14.04 (Conky 1.9), e adaptada ao Kubuntu 16.04 Xenial, ao Debian testing “Stretch”, ao KDE Neon (Conky 1.10), — porém merece uma “migração” mais completa, depois que também o Linux Mint 17.3 for substituído pelo Linux Mint 18.

Começou com um arquivo de configuração encontrado na web, e modificado como forma de aprendizagem, — até conseguir que o Conky exibisse (quase) todas as informações desejadas, em um formato leve e discreto, para se manter visível na tela quando o Psensor e o KSysguard são ocultados por outros aplicativos, ou minimizados.

Ainda não foi convertida para a nova sintaxe recomendada pelo Conky 1.10 (ver “Parâmetros e sintaxe”, abaixo), nem para o “Lua”, — exceto em alguns pontos específicos, onde alguma conversão precisou ser feita em caráter emergencial.

Alguns trechos, — p.ex.: “Connections”, “Network”, temperadura de HDD, — até agora não funcionam, por isso estão desabilitados (“#”), e permanecem como lembretes. No fundo, não eram prioridade. Se fizessem muita falta, talvez já estivessem resolvidos.

Enfim, não tenho certeza absoluta de que todos os números exibidos pelo Conky estejam corretos, — o que é um motivo para continuar de olho no Psensor e no KSysguard, onde as informações são escandalosamente evidentes, — embora frequentemente ocultados por outros aplicativos, e minimizados a maior parte do tempo.

Alterações do Conky no Debian, em 21 Jun., quando as partições receberam Rótulos (Label) mais racionais

Essa configuração vem sendo modificada com frequência, — ora no Kubuntu, ora no Mint Cinnamon, no KDE Neon, ou no Debian testing “Stretch”, — e, depois de “aprovadas”, as alterações são aplicadas nos demais, para manter uma padronização.

Uma estrutura sistematizada facilita a edição rápida do arquivo “.conkyrc

Ontem (Sáb., 2 Jul. 2016), o arquivo “.conkyrc”¹ foi copiado da “home” do Debian testing “Stretch”, e colado na “home” (virtual) do Live USB Linux Mint 17.3 KDE, — onde já passou por meia-dúzia de ajustes e correções, à medida em que algumas falhas foram percebidas.

(¹) Lembrando que arquivos começando por ponto (“.”) são invisíveis, por default. Para localizá-lo, é necessário acionar a opção “exibir arquivos ocultos”.

Aqui, o “${alignc}”, colocado antes de abrir a formatação das fontes usadas na Hora e na Data, não deu certo. — Movi o alinhamento para dentro das tags de fontes de Hora e Data (como já havia feito no Kubuntu 16.04), e resolveu, — mas ainda foi necessário eliminar um espaço vazio que havia no final de ambas as linhas, perturbando a centralização.

Hoje (Dom., 3 Jul. 2016), foi introduzida mais uma inovação, — “K /home” virou “K /home1”; e “M /home” virou “M /home2”, para maior clareza, — e mais tarde isto será propagado para os 4 Linux instalados.

Live USB Linux Mint 17.3 KDE

Arquivo “.conkyrc” no Dom. 3 Jul. 2016, às 13:13


O arquivo “.conkyrc” compõe-se de 2 partes, — uma seção de parâmetros para controle geral da aparência e funcionamento, — e uma seção (“TEXT”) com os itens a serem exibidos, incluídas configurações específicas de alinhamento, cor, tamanhos e fontes de letra.

Repetindo: — Este arquivo ainda não foi convertido para a sintaxe atual, exceto em alguns pontos.

Xft → permite substituir a fonte padrão (monoespaced) por qualquer fonte de letra disponível no sistema.

Window e Double buffering → esses controles ajudam a contornar alguns problemas na exibição, como tremedeira etc. — Caso ocorram, pesquise no Google por estas 3 palavras + Conky.

Foi escolhido posicionamento inferior esquerdo (bottom_left), sem cercadura (border), porém com margens laterais e verticais (gap_x, gap_y).

Na segunda parte (“TEXT”), observe que ainda há várias linhas desabilitadas, — começando por “#”, — como lembrete de itens que ainda não funcionaram, a serem pesquisados.

# Use Xft?
use_xft yes
xftfont verdana:pixelsize=10
xftalpha 0.8
text_buffer_size 2048

# Update interval in seconds
update_interval 1

# This is the number of times Conky will update before quitting.
# Set to zero to run forever.
total_run_times 0

# Create own window instead of using desktop (required in nautilus)
own_window yes
own_window_transparent yes
own_window_type normal
own_window_hints undecorated,below,sticky,skip_taskbar,skip_pager

# Use double buffering (reduces flicker, may not work for everyone)
double_buffer yes

# Minimum size of text area
minimum_size 250 250
maximum_width 250

# Draw shades?
draw_shades no

# Draw outlines?
draw_outline no

# Draw borders around text
draw_borders no

# Draw borders around graphs
draw_graph_borders yes

# Stippled borders?
stippled_borders 0

# border margins
border_margin 1

# border width
border_width 0

# Default colors and also border colors
default_color white
#default_shade_color black
#default_outline_color black
own_window_colour 000000

# Text alignment, other possible values are commented
#alignment top_left
#alignment top_right
alignment bottom_left
#alignment bottom_right

# Gap between borders of screen and text
# same thing as passing -x at command line
gap_x 10
gap_y 40

# Subtract file system buffers from used memory?
no_buffers yes

# set to yes if you want all text to be in uppercase
uppercase no

# number of cpu samples to average
# set to 1 to disable averaging
cpu_avg_samples 2

# number of net samples to average
# set to 1 to disable averaging
net_avg_samples 2

# Force UTF8? note that UTF8 support required XFT
override_utf8_locale yes

# Add spaces to keep things from moving about? This only affects certain objects.
use_spacer none

own_window_argb_value 0
own_window_argb_visual yes

TEXT
${font verdana:pixelsize=32}Mint KDE${font}
${font verdana:pixelsize=10}${hr 2}${font}
${font verdana:size=32}${alignc}${time %H:%M}${font}
${font verdana:pixelsize=18}${alignc}${time %a, %d %b. %Y}${font}
${font verdana:pixelsize=10}
${alignr}Duração
${color}${alignr}${uptime}
${color Yellow}Sistema ${hr 2}${color}
${alignr}${nodename}
${execi 60 lsb_release -d} (${execi 60 lsb_release -c -s})
Kernel ${sysname} ${kernel}

${color Yellow}Recursos ${hr 2}${color}

${cpugraph cpu1 30,110} ${alignr}${cpugraph cpu2 30,110}
CPU1: ${cpu cpu1}% ${alignr}CPU2: ${cpu cpu2}%${alignr}

Mem ${mem}/${memmax}${alignr}${membar 10,60}
Swap ${swap}/${swapmax}${alignr}${swapbar 10,60}
#Receiving ${downspeedf wlan0} KB/s ${alignr}${downspeedgraph wlan0 10,60}
#Total Received${alignr}${totaldown wlan0}
#Sending ${upspeedf wlan0} KB/s ${alignr}${upspeedgraph wlan0 10,60}
#Total Sent${alignr}${totalup wlan0}

CPU Temp ${alignr}${hwmon 0 temp 1}Cº
MB Temp ${alignr}${hwmon 0 temp 2}Cº
Core0 Temp ${alignr}${hwmon 1 temp 2}Cº
Core1 Temp ${alignr}${hwmon 1 temp 3}Cº
Fan ${alignr}${hwmon 0 fan 1} rpm
#HDD ${alignr}${hddtemp /dev/sda}°C
#HDD ${alignr}${hddtemp /dev/sdb}°C

Buffers ${alignr}$buffers
Cache ${alignr}$cached
Memória livre ${alignr}${memfree}
Memória disp. ${alignr}${memeasyfree}
#
#Connections: ${tcp_portmon 1 65535 count}
#Active Interface ${alignr}$gw_iface
#
#Networking:
# Down: ${downspeed eth0} k/s ${offset 70}Up: ${upspeed eth0} k/s
#${downspeedgraph eth0 32,150} $alignr${upspeedgraph eth0 32,150}
#
$hr
Frequency (in MHz): ${alignr} $freq
Frequency (in GHz): ${alignr} $freq_g
CPU Usage:$color $cpu% ${cpubar 4}
$hr
Uso ${alignr}PID CPU Mem
${alignr}% %
${top name 1} ${alignr}${top pid 1} ${top cpu 1} ${top mem 1}
${top name 2} ${alignr}${top pid 2} ${top cpu 2} ${top mem 2}
${top name 3} ${alignr}${top pid 3} ${top cpu 3} ${top mem 3}
${top name 4} ${alignr}${top pid 4} ${top cpu 4} ${top mem 4}
${top name 5} ${alignr}${top pid 5} ${top cpu 5} ${top mem 5}
${top name 6} ${alignr}${top pid 6} ${top cpu 6} ${top mem 6}
${top name 7} ${alignr}${top pid 7} ${top cpu 7} ${top mem 7}
${top name 8} ${alignr}${top pid 8} ${top cpu 8} ${top mem 8}

${color Yellow}File Systems ${hr 2}${color}

E:\ ${alignr}${fs_used /media/mint/E} / ${fs_size /media/mint/E} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/E}
F:\ ${alignr}${fs_used /media/mint/F} / ${fs_size /media/mint/F} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/F}
K /home1 ${alignr}${fs_used /media/mint/Home1} / ${fs_size /media/mint/Home1} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/Home1}
M /home2 ${alignr}${fs_used /media/mint/Home2} / ${fs_size /media/mint/Home2} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/Home2}
$hr
Linux1 Kubuntu ${alignr}${fs_used /media/mint/Linux1/} / ${fs_size /media/mint/Linux1/} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/Linux1/}
Linux2 Mint ${alignr}${fs_used /media/mint/Linux2/} / ${fs_size /media/mint/Linux2/} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/Linux2/}
Linux3 Debian ${alignr}${fs_used /media/mint/Linux3/} / ${fs_size /media/mint/Linux3/} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/Linux3/}
Linux4 Neon ${alignr}${fs_used /media/mint/Linux4/} / ${fs_size /media/mint/Linux4/} ${alignr}${fs_bar 10,60 /media/mint/Linux4/}


Origem


Configuração postada por Panicuzz no KDE-Look em fins de 2014

Ao instalar o Conky, ele não traz um arquivo de configuração “.conkyrc”¹, — e se você mandar executar “conky”, não vai aparecer nada na tela. — Portanto, você deve criar seu próprio arquivo de configuração, ou adaptar algum arquivo encontrado pronto, e salvá-lo na “home”.

(¹) Lembrando que arquivos começando por ponto (“.”) são invisíveis, por default. Para localizá-lo, é necessário acionar a opção “exibir arquivos ocultos”.

Ainda sem fazer a menor ideia de como escrever um arquivo “.conkyrc”, no final de Abril, foi utilizada uma configuração publicada por Panicuzz no KDE-Look, em fins de 2014, e que hoje não está mais no site.

Fontes (.ttf), configuração, logo KDE e “preview” postados por Panicuzz

O arquivo comprimido trazia, — além da configuração, — uma fonte ou conjunto de fontes de letra “Acens” (.ttf), uma logomarca Kubuntu e uma imagem “preview” do resultado.

Foi utilizada apenas a configuração, — renomeada de “KDE Conky 2xcore” para “.conkyrc” e colada na “home” do Kubuntu 16.04, — e a partir daí começaram as edições, tateando por tentativa-e-erro, para ver os resultados.

Em geral, basta “salvar” o arquivo “.conkyrc”, — após cada alteração, — para o Conky piscar e reaparecer atualizado.

Outras vezes, — como agora em Live USB Linux Mint 17.3 KDE, — é preciso “parar” ou “matar o processo” Conky, e chamá-lo de novo em seguida.

Isso pode ser feito rapidamente por esse comando:

killall conky && conky

Resultado:

mint@mint:~ > killall conky && conky
Conky: /home/mint/.conkyrc: 44: no such configuration: 'border_margin'
Conky: desktop window (1e002af) is subwindow of root window (7d)
Conky: window type - normal
Conky: drawing to created window (0x1200002)
Conky: drawing to double buffer

Infelizmente, nesta sessão Live USB Linux Mint 17.3 KDE, o Conky torna a desaparecer, ao fechar o Terminal, depois disso. — Mas não, se o comando for dividido em 2 partes: — “killall conky”, e depois “conky”, — o que não deixa de ser útil, nas circunstâncias.

O primeiro trabalho sistemático, a partir do final de Abril, foi eliminar o excesso de cores, — até ficarem apenas 3 linhas amarelas, com “régua horizontal” reforçada (“${hr 2}”). — Em seguida, as fontes de letra foram substituídas por Verdana, usando busca-e-troca global no Kate.

Mais tarde, isso foi simplificado, com uma “declaração global” de fonte, — “${font verdana:pixelsize=10}” (que ainda aparece repetida, e talvez possa ser simplificada mais um pouco). — Apenas no cabeçalho existem 3 linhas com tamanhos diferentes de fonte, a exigir “declarações localizadas”, abertas e fechadas ali mesmo.

Uma das últimas alterações “globais” foi eliminar o negrito (bold) geral, — e constatar que as letras Verdana normais são suficientemente legíveis, sem necessidade de sobrecarregar a aparência do conjunto.

Reorganização inicial (I)


Conky, Psensor e KSysguard ao final do Domingo, 3 Jul. 2016, no Live Linux Mint 17.3 KDE

Os gráficos de CPU1 e CPU2 foram reorganizados lado a lado, ampliando sua altura, com economia de espaço vertical.

Os parâmetros “30,110” oferecem uma altura bastante razoável (30 pixels), e comprimento confortável dentro da largura total de 250 pixels (menos 10 pixels da margem da tela “gap_x).

A linha de “CPU Usage”, mais embaixo, posteriormente foi deslocada para junto desses gráficos, e centralizada. — ver Reorganização II, no final.

As linhas de Buffer, Cache, Memória Livre e Memória disponível também acabaram por ser eliminadas, — desinteresse pessoal nesses detalhes, por enquanto. — ver Reorganização II, no final.

As tabelas de uso de CPU e Memória, pelos programas, também foram reunidas em uma só, — “código” já encontrado pronto na web, — o que permite mostrar até 8 “processos”, também com economia de espaço vertical.

Não existe vantagem em exibir a Frequência 2 vezes, — em MHz e em GHz. — Para ser franco, é algo que nunca me interessou, e poderia tranquilamente desabilitar ambas, se vier a precisar de espaço vertical para outras coisas.

Visão compacta das partições, no “Monitor do sistema” (gnome-system-monitor) do Linux Mint 17.3 Cinnamon

De um ponto de vista estritamente pessoal, a seção mais necessária é a de uso de espaço nas partições, — “E”, “F”, e seus backups “home1” (Kubuntu), e “home2” (Mint Cinnamon), — Não é nada que ameace “explodir” de uma hora para outra, mas é sempre chato esquecer esse detalhe, por 6 meses, ou 1 ano, — e, de repente, ter de tomar providências urgentes. Convenhamos que o espaço total não é nenhum latifúndio inesgotável.

Também é verificado com frequência o espaço ocupado nas partições de sistema dos 4 Linux, — para fins de acompanhamento e análise.

Por isso, essa tem sido a seção mais editada até o momento, — oferece informações de interesse permanente, que só encontro reunidas no “Monitor do sistema” do Cinnamon (gnome-system-monitor), e não no “Monitor do sistema” KDE (KSysguard), — porém sem a facilidade do Conky para ajustar à vontade, separando as partições de Sistema e de Documentos, e colocando-as na ordem “lógica” mais adequada. — Obs.: Mais tarde, foi constatado que o KSysguard permite, sim, criar novas abas, inclusive esta, com possibilidade de escolher as partições a serem exibidas, e os detalhes: espaço total, espaço ocupado, espaço livre, percentual de ocupação etc.

Conky com gráficos elípticos, por kralis-dm

Enfim, muitas outras coisas são possíveis, com grande facilidade, — p.ex., gráficos (dinâmicos) circulares ou elípticos, ao invés de barras retangulares.

Pessoalmente, minha opção é pela otimização do espaço na tela, à moda de “A invenção da laranja” (após tentar fazê-las quadradas), de Fernando Sabino.

Conky ainda em “Verdana bold”, no início; e plasmoide “Weather”, mais útil do que qualquer arranjo no Conky

Clima (“Weather”) também não me atrai, — no Kubuntu, uso um “applet” ou “plasmoid”, mil vezes mais completo e útil do que qualquer arranjo complexo do Conky (e sem nenhum trabalho). — Infelizmente, no KDE Neon e no Debian KDE, este “widget” encontra-se bastante empobrecido.

Os objetivos são muito mais de monitoramento, do que de ornamentação.

Embora os dados do Conky fiquem menos evidentes do que no Psensor e no KSysguard, tendem a permanecer mais visíveis, — mesmo em Capturas de tela que, a princípio, não visavam registrar tais informações, especificamente, — e muitas vezes já foram úteis mais tarde, no exame retrospectivo de algum evento.

Parâmetros e sintaxe


Novo modelo de configuração, incluído na ampla documentação do Conky 1.10 instalado no Xenial

Quanto ao “funcionamento” dos parâmetros usados em “modelos” baixados da web, a experiência logo deixou claro que nem sempre é garantido. — E existem pelo menos 2 motivos, que têm exigido pesquisa e alteração:

  • Sintaxe ultrapassada, usada em inúmeros “modelos”, — nem tão antigos assim, mas que deixou de funcionar, e precisou ser atualizada, a partir do Conky 1.10, que é o encontrado nos repositórios do Kubuntu 16.04 Xenial. — Um passo fundamental, daqui para frente, deve ser a reformulação completa, para o “modelo” de sintaxe mais “estruturada”, documentado na própria instalação no computador.

  • Parâmetros específicos de hardware, que precisam ser adaptados. — Afinal, existem tantas variedades e combinações de hardware, que se torna improvável encontrar “modelos” ajustados a qualquer computador específico. — Foi particularmente útil o “tutorial” Conky and system temperatures, de Pouletic, no BunsenLabs.

(in)Felizmente, os resultados obtidos, tateando desse modo empírico, foram tão satisfatórios, que não houve urgência de “estudar” mais a fundo, — por isso, não há como “ensinar”, até porque a variedade de hardwares comporta uma enciclopédia, — e um relato detalhado desse “bate-cabeça” seria mais tedioso do que útil. — Basta ver quão capenga a configuração continua, depois de 2 meses.

Em suma, vários problemas, dificuldades ou simples melhorias foram solucionados por dicas encontradas prontas, pesquisando na web. — Existem dúzias de sites com milhares de “modelos” prontos, além de milhões de fóruns e tutoriais onde você pode encontrar trechos de “código” para todo tipo de adaptação de detalhes. — A questão é atentar para a data em que essas dicas foram postadas, e sempre conferir a sintaxe atual. — E testar. Muitas vezes, dá certo logo de cara.

Exemplos da documentação instalada com o “conky-all” (1.10)

Porém, vários problemas e dificuldades acabaram sendo solucionados pela leitura da documentação instalada com o próprio Conky, na pasta “/usr/share/doc/conky-all/”.

Essa documentação também pode ser consultada e/ou baixada da internet, — mas este não parece um bom caminho pois, além de trabalhoso encontrar, sempre fica a dúvida sobre sua atualidade / compatibilidade:

Conky documentation (1.8.1…!)


Requisitos e montagem


Conjunto de pacotes úteis, mesmo em sessões Live USB

A primeira instalação experimentada, em fins de Abr. 2016, foi a do “conky-std” (padrão), — mas no mesmo dia acabou removida e substituída pela do “conky-all”, — mais completo (por via das dúvidas):

conky-std

This package should be a good compromise for most users that do not need special features. It includes the following support:

X11, XDamage, XDBE, Xft, MPD, MOC, math, hddtemp, portmon, wireless, ncurses, ALSA mixer, apcupsd, I/O stats, argb and Lua.

conky-all

This is a full conky with most compile options enabled:

X11, XDamage, XDBE, Xft, MPD, MOC, math, hddtemp, portmon, RSS, Weather, wireless, IBM, nvidia, eve-online, Imlib2, ALSA mixer, apcupsd, I/O stats, argb, Lua and the cairo and imlib2 lua bindings, Audacious, and XMMS2.

Final do relatório e opções do comando “sudo sensors-detect”

Entre Psensor e Conky, ignoro exatamente o quê é requisito para o quê. — Na dúvida, adotei um conjunto-padrão de pacotes e procedimentos, para não perder tempo:

  • Synaptic → psensor, lm-sensors, hddtemp, fancontrol
  • Synaptic → conky-all, curl
  • No terminal → sudo sensors-detect

Várias vezes já tive a impressão (ou confirmação?) de que nem tudo isso faz falta, na realidade. — Mas, até agora, nada disso parece ter prejudicado, — e não sei se compensa priorizar um estudo aprofundado, neste momento, apenas para eliminar algum pacote da lista.

Ao rodar “sudo sensors-detect”, obtêm-se algumas informações, ao final da verificação, que podem ser muito úteis.

Enfim, alguns parâmetros que não vinham corretamente configurados, — em nenhuma dica ou “modelo” encontrado na web, — acabaram sendo encontrados, por tentativa-e-erro, testando as variáveis do sistema.

Essas variáveis foram encontradas na pasta /sys/class/hwmon/ (monitoramento de hardware), — testadas sucessivamente no “.conkyrc” (seguindo alguma lógica, claro), — e os resultados comparados com os exibidos pelo KSysguard ou pelo Psensor, para conferir:

flavio@linux2:/home > cd /sys/class/hwmon/
flavio@linux2:/sys/class/hwmon > ls -1
hwmon0
hwmon1

flavio@linux2:/sys/class/hwmon/hwmon0 > ls -1
device
fan1_input
fan1_label
fan1_max
fan1_min
fan2_input
fan2_label
fan2_max
fan2_min
fan3_input
fan3_label
fan3_max
fan3_min
in0_input
in0_label
in0_max
in0_min
in1_input
in1_label
in1_max
in1_min
in2_input
in2_label
in2_max
in2_min
in3_input
in3_label
in3_max
in3_min
name
power
subsystem
temp1_crit
temp1_input
temp1_label
temp1_max
temp2_crit
temp2_input
temp2_label
temp2_max
uevent

flavio@linux2:/sys/class/hwmon/hwmon1 > ls -1
device
name
power
subsystem
temp2_crit
temp2_crit_alarm
temp2_input
temp2_label
temp2_max
temp3_crit
temp3_crit_alarm
temp3_input
temp3_label
temp3_max
uevent

Não gosto de “vôo cego”, — tentar “navegar por comandos”, sem ver nada em volta de onde “estou”, e sem ver o conjunto, — por isso, é claro que a primeira providência foi examinar essas pastas no Dolphin.

Só depois, utilizei esses comandos, — seguidos de “> lista.txt”, — para obter tudo isso em arquivo de texto, — pois não teria cabimento, ficar espremendo os olhos para “ler” no Dolphin, e digitar, um por um.

flavio@linux2:/sys/class/hwmon/hwmon1 > ls -1 > lista.txt

Nem é preciso dizer que, depois disso tudo, continuei tão ignorante como antes, a respeito de todo esse maravilhoso universo das entranhas do hardware. — Porém, consegui que mais 2 ou 3 coisas passassem a funcionar no Conky.

••• Conexão de rede


Descoberta do parâmetro para Conexão de rede

29 Jul. 2016 - Uma postagem de Luis Medina, ontem, — “Más de 450 Comandos Linux que deberías conocer”, — chamou atenção para este comando:

cat /proc/net/dev - mostrar adaptadores de red y estadísticas

Testando no Kubuntu, deu este resultado:

flavio@linux1:~$ cat /proc/net/dev
Inter-|   Receive                                                |  Transmit
 face |bytes    packets errs drop fifo frame compressed multicast|bytes    packets errs drop fifo colls carrier compressed
    lo:  802669    4519    0    0    0     0          0         0   802669    4519    0    0    0     0       0          0
enp1s0: 156196454  149403    0    0    0     0          0       166 17515351  121804    0    0    0     0       0          0


Foi feita, então, a experiência de substituir “wlan0” por “enp1s0”, nestas linhas logo no início do “.conkyrc”, — que estavam desabilitadas (“#”) por falta de funcionamento:

Mem  ${mem}/${memmax}${alignr}${membar 10,60}
Swap ${swap}/${swapmax}${alignr}${swapbar 10,60}
#Receiving ${downspeedf wlan0} KB/s ${alignr}${downspeedgraph wlan0 10,60}
#Total Received${alignr}${totaldown wlan0}
#Sending   ${upspeedf wlan0} KB/s ${alignr}${upspeedgraph wlan0 10,60}
#Total Sent${alignr}${totalup wlan0}


As linhas ficaram, então, com esta forma:

Mem  ${mem}/${memmax}${alignr}${membar 10,60}
Swap ${swap}/${swapmax}${alignr}${swapbar 10,60}
Receiving ${downspeedf enp1s0} KB/s ${alignr}${downspeedgraph enp1s0 10,60}
Total Received${alignr}${totaldown enp1s0}
Sending   ${upspeedf enp1s0} KB/s ${alignr}${upspeedgraph enp1s0 10,60}
Total Sent${alignr}${totalup enp1s0}


Efeito imediato ao salvar o arquivo “.conkyrc” alterado

O resultado foi imediato, — finalmente, o Conky do Kubuntu passou a exibir algumas estatísticas do uso da rede.

Resta investigar o outro parâmetro, — “lo” (sic), com apenas 2 letras!, — coisa complicada de se pesquisar no Google.

Resta, também, começar a aprender alguma coisa sobre WiFi, pois, — antes de querer algum indicador, — convém saber qual indicador interessa (se é que interessa).

Enfim, faltava reavaliar a “programação visual”, para que o título “Kubuntu 16.04” voltasse a ficar visível, contra a imagem de fundo (wallpaper).

••• Reorganização II


Reorganização (II) do Conky, no Debian testing “Stretch”

30 Jul. 2016 - Embora feliz por finalmente obter informações do uso da Rede, a forma como se apresentaram ainda não era satisfatória, — nem racional, diga-se de passagem. — Para um gráfico de oscilações deslizando no tempo, aquela altura de apenas 8 pixels estava muito acanhada.

Por outro lado, 2 gráficos altos, — empilhados, um em cima do outro, — consomem muito espaço na vertical. — E os dados numéricos, ensanduichados entre eles, também davam muito trabalho para encontrar e focalizar com a vista.

Foi experimentado, então, outro trecho de código que estava guardado como lembrete, — apenas desabilitado por “#” no início das linhas, — cuja principal virtude era colocar os 2 gráficos de barra com altura adequada, para melhor visibilidade; e dispostos lado a lado, para melhor aproveitamento do espaço:

# Down: ${downspeed eth0} k/s ${offset 70}Up: ${upspeed eth0} k/s
#${downspeedgraph eth0 32,150} $alignr${upspeedgraph eth0 32,150}


O primeiro passo foi substituir “eth0” por “enp1s0”. — Em seguida, ajustar os 2 gráficos de barra para o mesmo padrão “30,110”, já utilizado para CPU1 e CPU2, — 30 pixels de altura, e larguras compatíveis com a “janela” de 250 pixels (menos 10 pixels da margem da tela “gap_x).

Enfim, substituir o “${offset 70}”, — espaçamento na base do “casuísmo” (serviço porco), — por um alinhamento simples e “correto”, à direita:

Down: ${downspeed enp1s0} k/s ${alignr}Up: ${upspeed enp1s0} k/s
${downspeedgraph enp1s0 30,110} $alignr${upspeedgraph enp1s0 30,110}
Total ${totaldown enp1s0} ${alignr}Total ${totalup enp1s0}


Ainda não é o ideal, — agora, entra “em observação”, por uns tempos, — mas já melhorou 99%.

Para “enxugar o gasto” de espaço vertical, a antiga linha de “uso de CPU”, — que estava deslocado lá embaixo, com as 2 leituras da Frequência (em MHz e GHz), — foi levada para junto de CPU1 e CPU2.

Para compor o conjunto, — sem confundir a vista, — essa linha foi centralizada; — a palavra “Usage” foi eliminada; — e o percentual numérico foi passado para a direita do gráfico.

De “CPU Usage:$color $cpu% ${cpubar 4}”, o código passou a ser “${alignc}CPU   ${cpubar 8,120}   $cpu%”, — com separação por 3 espaços em branco, em cada lado do gráfico.

Opções em estudo para destacar CPU de CPU1 / CPU2

Pode-se reduzir o comprimento do gráfico para 90 pixels, de modo a destacar melhor essas legendas laterais, em relação à linha de cima. — Ou manter / ampliar o comprimento do gráfico, porém com uma linha em branco para melhor destacar dos gráficos CPU1 e CPU2, logo acima. — Esta última, parece a melhor opção.

Mais ajustes


De pouca evidência, — mas excelente resultado, no conjunto, — foi a redução de inúmeras barras “10,60” para “8,60” (busca-e-troca automática), para “desgrudá-las” umas das outras, e “desentijolar” o conjunto. Os olhos agradecem.

  • 31 Out. 2016 - Atualmente, reduzido para “6,60”, para deixar tudo “legível”, com a máxima facilidade, num relance de vista.

Realce de espaços em branco no final das linhas, no Kate (e no KWrite)

Havia um espaço em branco após a hora e a data, — herdado sabe-se lá desde quando, — e que só tinha sido descoberto e eliminado, nos casos em que provocou distorção evidente, como no Live USB Linux Mint 17.3 KDE.

Para agilizar e “institucionalizar” o cuidado com esse tipo de detalhes, o Kate (Debian, Kubuntu) e o KWrite (KDE Neon) foram configurados para acusar espaços em branco no final das linhas.

Os “modos” do Kate / KWrite podem ajudar no trabalho de longa duração com todo tipo de codificações

Outras providências que podem ajudar, — em especial, para longas permanências no Kate / KWrite, fazendo experiências sem fim, — é substituir o fundo branco por outra cor menos ofensiva à vista (configurações); — e adotar o “modo” de trabalho “Script” (Ferramentas → Modo → Script → Lua).

Não havia necessidade da declaração “${font verdana:pixelsize=10}” na linha abaixo da hora, — que já fechou sua formatação específica com a declaração “${font}”, — bastava a linha em branco, para manter a separação.

Havia uma linha, — com a legenda “Duração”, — acima do tempo “uptime” da sessão, e que podia ser substituída, — com vantagem, — por um simples “up” antes dos valores numéricos.

Experimentando parâmetros do comando “lsb_release” no Kubuntu

Os comandos e parâmetros “${execi 60 lsb_release -d} (${execi 60 lsb_release -c -s})” causavam a desnecessária exibição da palavra “Description” antes do nome de cada Linux, — bem como a repetição de “(stretch)” no caso do Debian, — o que só não era mais evidente porque “estourava” a largura de 250 pixels (menos 10 pixels da margem da tela “gap_x), sumindo à direita.

No caso do Debian, bastava “${execi 60 lsb_release -ds}”, para exibir a descrição completa, — com direito ao “Stretch”, entre parêntesis!

No caso do Kubuntu e do KDE Neon, o comando original foi mantido completo, — apenas acrescentando “s” de “short” ao “-d” de “description”:

${execi 60 lsb_release -ds} (${execi 60 lsb_release -c -s})

Desentulhar de inutilidades (resumir ao essencial), — e nunca utilizar “TUDO EM MAIÚSCULAS”, que tendem a ser menos legíveis, em bloco de texto, — facilita muito a leitura imediata, com o mínimo de esforço ou perda de tempo.

Um exemplo, foi a eliminação do bloco de Buffers, Cache, Memória livre e Memória disponível, — informações um tanto “abstratas” que, pessoalmente, pouco consultava. — Para não jogar fora trabalho já feito (e depois ter de repetir), as 4 linhas foram apenas desabilitadas, com “#” no início:

#Buffers ${alignr}$buffers
#Cache ${alignr}$cached
#Memória livre ${alignr}${memfree}
#Memória disp. ${alignr}${memeasyfree}

As “réguas horizontais” que ainda tinham dupla espessura, — “${hr 2}”, — foram reduzidas ao padrão, por não haver necessidade de sobrecarregar o visual.

O resultado dessas alterações é o que se segue:

TEXT
${font verdana:pixelsize=32}Debian Stretch${font}
${font verdana:pixelsize=10}${hr}${font}
${alignc}${font verdana:size=32}${time %H:%M}${font}
${alignc}${font verdana:pixelsize=18}${time %a, %d %b. %Y}${font}

${alignr}up ${uptime}
${color Yellow}Sistema ${hr}${color}
${alignr}${nodename}
${execi 60 lsb_release -ds}
Kernel ${sysname} ${kernel}

${color Yellow}Recursos ${hr}${color}

${cpugraph cpu1 30,110} ${alignr}${cpugraph cpu2 30,110}
CPU1: ${cpu cpu1}% ${alignr}CPU2: ${cpu cpu2}%

${alignc}CPU   ${cpubar 8,120}   $cpu%

Mem  ${alignr}${mem} / ${memmax}  ${alignr}${membar 8,90}
Swap ${alignr}${swap} / ${swapmax}  ${alignr}${swapbar 8,90}
#
#Buffers ${alignr}$buffers
#Cache ${alignr}$cached
#Memória livre ${alignr}${memfree}
#Memória disp. ${alignr}${memeasyfree}

CPU Temp ${alignr}${hwmon 0 temp 1}ºC
MB Temp ${alignr}${hwmon 0 temp 2}ºC
Core0 Temp ${alignr}${hwmon 1 temp 2}ºC
Core1 Temp ${alignr}${hwmon 1 temp 3}ºC
Fan ${alignr}${hwmon 0 fan 1} rpm
#HDD ${alignr}${hddtemp /dev/sda}°C
#HDD ${alignr}${hddtemp /dev/sdb}°C

#Connections: ${tcp_portmon 1 65535 count}
#Active Interface ${alignr}$gw_iface
#
Down: ${downspeed enp1s0} k/s ${alignr}Up: ${upspeed enp1s0} k/s
${downspeedgraph enp1s0 30,110} $alignr${upspeedgraph enp1s0 30,110}
Total ${totaldown enp1s0} ${alignr}Total ${totalup enp1s0}


Reorganização III


Conky alterado no Kubuntu 16.04 LTS

31 Out. 2016 - O particionamento do “novo disco” SSD externo segue mais ou menos o mesmo padrão adotado há vários anos: — partições primárias para instalação de sistemas Linux, e uma grande partição estendida para documentos.

De início, foi criada apenas uma partição primária, — para testar a instalação e uso diário de um primeiro sistema em “disco” portátil, — por isso, interessava acrescentar apenas 2 novas partições ao Conky de todos os sistemas instalados:

  • sdc1 → “Linux5”, — partição de sistema do Kubuntu 17.04
  • sdc5 → “Terabyte”, — nome da nova partição de dados, — que não “pertence” a nenhum Linux, em particular

Para o próprio Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, foram acrescentadas estas 2 linhas ao arquivo “home/.conkyrc” padrão:

  • Terabyte ${alignr}${fs_used /media/flavio/Terabyte} / ${fs_size /media/flavio/Terabyte}  ${alignr}${fs_bar 6,60 /media/flavio/Terabyte}
  • Linux5 Zesty ${alignr}${fs_used /} / ${fs_size /}  ${alignr}${fs_bar 6,60 /}

Nos demais sistemas, a segunda linha precisava ser mais explícita:

  • Linux5 Zesty ${alignr}${fs_used /media/flavio/Linux5/} / ${fs_size /media/flavio/Linux5/}  ${alignr}${fs_bar 6,60 /media/flavio/Linux5/}

Utilização de “shades” para destaque das letras brancas onde a imagem de fundo é mais clara

Uma folhagem muito clara pela incidência do sol, na imagem de fundo (wallpaper), dificultava a leitura do texto do Conky, em letras brancas.

A solução foi ativar “shades”, — mais discreto do que “outlines”, — o que também deixou mais legíveis os textos menores.

O truque está no contraste, — se cor da letra é clara, destaca-se onde o fundo é mais escuro, — e o delineamento parcial em cor escura destaca-se onde o fundo é mais claro:

draw_shades yes

Utilização do “curl” para obter a previsão do clima

A volta a um velho “Bookmark” sobre o Conky acabou trazendo um “ganho extra”, — ainda não incorporado ao Conky (talvez nunca seja), mas esclarecedor dos usos e potencialidades do “curl”.

É pouco provável, encontrar espaço no Conky, — já, quase, chegando ao “teto” da tela, — mas informação útil nunca é demais.

De quebra, um espanto: — Até então, não havia lembrado de instalar o “curl”, — o que teve de ser feito depois, só para conferir essa dica.

Sinal de que ele não era realmente necessário para mais nada, — entre os usos atuais do Conky, — que já estava funcionando, normalmente, desde 2 dias antes.

Lição de casa: — Descobrir o que mais falta instalar, para o “curl” exibir a previsão do tempo

Ao tentar repetir a façanha no Terminal do Debian “testing”, outra descoberta: — Acontece, de o “curl” ser instalado, sem trazer automaticamente todo o necessário para exibir essa previsão do tempo. — Mas sabendo tudo isso, já fica fácil descobrir o resto.

_________
Relato publicado em Live USB Linux Mint 17.3 KDE, em 3 Jul. 2016.
••• Ampliado posteriormente no Kubuntu 16.04 LTS, no Linux Mint 17.3 Cinnamon, no KDE Neon, no Debian (stretch, jessie, testing), no Linux Mint 18 KDE e no Kubuntu 17.04 Zesty Zapus daily-build (“development branch”).

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.


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