segunda-feira, 4 de julho de 2016

Linux Mint 17.3 KDE em Live USB

Linux Mint 17.3 KDE na 2ª sessão do atual teste de trabalho Live USB (Pendrive)

Este teste de trabalho em Live USB visava confirmar, — ou alterar, — a decisão de substituir o Cinnamon pelo KDE, ao migrar do Linux Mint 17.3 para o Linux Mint 18.

Na qualidade de leigo em “tecnologia”, tinha algum receio de que o Linux Mint, — cujo “ambiente” típico é o Cinnamon, como que “feitos um para o outro”, — não se adaptasse bem ao KDE, e vice-versa.

Dúvida superada.

Até onde foi possível avaliar, — apenas em Live USB, e com as limitações de mero usuário mortal, — a integração Mint / KDE não parece deixar nada a desejar.

Pelo contrário, — traz algumas boas surpresas, que não conhecia no antigo Kubuntu 14.04.

Enquanto o Mint 18 KDE não vem


Se a cronologia passada servir de parâmetro, falta um mês para o lançamento do Linux Mint 18 KDE.

  • Da liberação do Linux Mint 17.3 Cinnamon e MATE Beta (23 Nov. 2015) até a do Xfce e KDE Beta (26 Dez. 2015) passaram-se 33 dias.

  • Do lançamento do Linux Mint 17.3 Cinnamon e MATE (4 Dez. 2015) até o lançamento do Xfce e KDE (9 Jan. 2016) passaram-se 36 dias.

Extrapolando esses 33~36 dias a partir do recente lançamento do Linux Mint 18 Cinnamon (30 Jun. 2016), pode-se imaginar que o Linux Mint 18 KDE seja lançado nos primeiros dias de Agosto.

Porém, extrapolando 33~36 dias desde a versão Beta Cinnamon e Mate (9 Jun. 2016), pode-se ter esperança de que a Beta do Xfce e do KDE saia daqui a uma semana, ou pouco mais.

Decidido a substituir também o Cinnamon pelo KDE, — a partir do Linux Mint 18, — este prazo precisava ser usado para conhecer o KDE no Mint, de modo a confirmar (ou mudar) essa decisão.

Com isso, finalmente pude começar a distinguir o que é específico do Linux Mint, — do que é específico do Cinnamon.

Sessões Live USB


O teste de trabalho foi realizado em 3 sessões:

A 1ª sessão foi carregada no Sáb., 2 Jul. 2016, às 18:13, e se prolongou até 0:28 da Seg., 4 Jul. 2016, no total de 30h15min (pelo menos). — Deveria se prolongar, porém houve falta de energia durante a madrugada, e o computador amanheceu desligado. Foi necessário carregar nova sessão Live USB.

A 2ª sessão foi carregada na Seg., 4 Jul. 2016, às 9:45, e se prolongou até à 0:24 da Ter., 5 Jul. 2016, no total de 14h40min.

A 3ª sessão foi carregada na Qui., 7 Jul. 2016, às 14:02, e se prolongou até 1:32 da Sex., 8 Jul. 2016, no total de 11h30min.

Drive SSD, Nokia Lumia e Sony DSC-H2


Recorde de uso de Swap e CPU, ao abrir um diretório com milhares de subdiretórios no Dolphin

Foram conectados por cabo USB o celular e a câmera digital, para baixar fotos, — devidamente renomeadas pelo pyRenamer, — e excepcionalmente um SSD externo de 1 Terabyte.

Navegar pelo Dolphin entre os 230.000 arquivos do SSD externo, — sem lembrar de fechar o Chromium, Gimp, LibreOffice, — fez com que o uso de Memória Swap chegasse a 2,7 GiB.

Esse “recorde” foi atingido às 14:11, na Segunda-feira, ao tentar abrir um diretório com mais de 5 mil subdiretórios, — ignoro quantos no primeiro “nível”. — O sistema pareceu “travado”, mas foi só impressão. Depois de alguns minutos, as coisas voltaram a andar, ainda que um tanto lentas a princípio.

Nessa hora, a possibilidade de “ver” no KSysguard o que estava acontecendo, — uso de praticamente 100% da CPU, — foi muito útil para evitar o pânico. Mesmo no momento em que tudo parecia “travado”, a verdade é que muitas coisas estavam acontecendo. Inclusive, provavelmente, gravação de dados da Memória RAM no Swap.

O exame do SSD externo foi deixado para outra ocasião, — embora ainda conectado e aberto no Dolphin, — e a 2ª sessão Live USB prosseguiu normalmente, por mais 10 horas, com pequenas “instabilidades” no Chromium / Facebook, — e nenhum crash.

Às 15:19, o uso do Swap já havia caído para 2,0 GiB, — ainda com o SSD externo aberto no Dolphin; — às 16:08 caiu para 1,4 GiB, com o fechamento do LibreOffice; mas à 0:24 caiu apenas até 1,3 GiB, com o fechamento do Chromium.

Limpeza da listagem “Terabyte-Arquivos.txt”, no Mint Cinnamon (instalado)

Nos dias subsequentes, o SSD externo foi examinado a partir dos sistemas Linux instalados, — Mint 17.3 Cinnamon e Kubuntu 16.04, — usando comandos para documentar em TXT todos os arquivos existentes:

flavio@linux2:/media/flavio/Terabyte$ ls -l -R > Terabyte-Arquivos.txt

e a árvore completa, por meio desse comando verdadeiramente troglodita, encontrado pronto:

ls -R | grep ":$" | sed -e 's/:$//' -e 's/[^-][^\/]*\//--/g' -e 's/^/   /' -e 's/-/|/' > Terabyte-Arvore.txt

O Linux Mint 17.3 Cinnamon (instalado) não chegou a ser submetido a nenhum grande “esforço”, — exceto esses comandos, e a posterior eliminação (substituição) em massa de umas 350.000 ocorrências de strings, tipo “-rw------- 2 flavio flavio”, referentes às permissões, proprietário, grupo etc. dos arquivos, — inclusive no $RECYCLE.BIN, — listados em Terabyte-Arquivos.txt, que assim pôde ser reduzido de 23,5 MiB para 13,7 MiB, no gedit.

É sempre mais prático procurar nomes e siglas por CTRL-F em um arquivo TXT, — com direito às informações de tamanho e localização, — do que em um SSD inteiro.

Árvore de diretórios gerado para o arquivo “Terabyte-Arvore.txt” no Mint Cinnamon (instalado)

Nada disso exige tanto do sistema, como exigiria a exibição “gráfica” para navegar no Dolphin, — na base do “olhômetro”, muito ineficiente, — e mal chegou a elevar a temperatura da CPU a uns 58ºC, durante alguns minutos.

Cálculo do espaço e conteúdo de uma grande pasta pelo Dolphin

O esforço maior acabou ficando para o Kubuntu 16.04 (instalado), onde o Dolphin confirmou-se um tanto inadequado para lidar com grande número de diretórios e arquivos.

Deletando milhares de arquivos do diretório $RECYCLE.BIN, no Krusader

Por fim, foi usado o Krusader para deletar, — sem passar pela “lixeira”, — dois diretórios com um número descomunal de antigos softwares para MS-DOS e Windows; e mais de 6 mil arquivos “apagados”, que continuavam intactos no diretório $RECYCLE-BIN. Uma “limpeza” de cerca de 140 GiB em uns 20 minutos (18:56~19:17).

Tarefas que, feitas as contas, não eram mesmo para uma sessão Live USB, — embora pudesse ser feito, se instalasse o Krusader e adotasse de imediato todas essas “estratégias”.

Dados Exif instantâneos


“Preview” da foto do início da 1ª sessão Live USB do Linux Mint 17.3 KDE, com todos os dados Exif

Ao comentar em uma comunidade Mint a minha surpresa com vários recursos do Linux Mint 17.3 KDE, que nunca tinha visto no Kubuntu, no Debian KDE, nem no KDE Neon, — todos em versões mais recentes do que ele, — um amigo respondeu, com o entusiasmo que caracteriza os adeptos dessa “distribuição”: — «en cualquier versión de mint encontraras esos detalles y herramientas que no estan presentes en los escritorios originales eso es lo que diferencia a Linux Mint del resto».

É o caso, p.ex., do Dolphin 4.14.2, quando se passa o ponteiro do mouse sobre uma imagem original, — intocada por editor de imagens ou pelo “tratamento” automático recebido ao fazer upload em portais como Facebook, — e pula diante dos olhos um “preview” com todos os dados Exif da fotografia.

Parando todos os “processos” Akonadi pelo KSysguard

Detalhe importante: — Uma das primeiras providências, ao iniciar a sessão Live USB do Linux Mint 17.3 KDE, foi conferir que “Pesquisa de arquivos” (Desktop search) estava desabilitado, e encerrar (pelo KSysguard) todos os “processos” Akonadi, — recursos que já vi serem recomendados para 1.001 utilidades, inclusive lidar com dados Exif, mas que na prática até hoje ainda não mostraram serviço.

Como encontrar quem informe, em um órgão público, a data de uma foto específica?

Quando se tenta obter informações sobre alguns milhares de fotos originais, das mais diversas procedências, — e sabem os colaboradores o quanto pode ser chato um “editor” que vive fazendo perguntas, — esse tipo de recurso vale mais do que mil efeitos gráficos no “desktop”.

Isso, quando o colaborador é seu chapa, amigão. — Mas, e na “máquina governamental”, — federal, estadual ou municipal, p.ex.?

Não duvido que se possa obter esse recurso no Kubuntu, no Debian ou no KDE Neon, — talvez até com a maior facilidade do mundo, — mas o fato é que nunca encontrei qualquer dica sobre isso, após meses procurando, pesquisando, e instalando dúzias de plugins.

Nos dias 5 e 6, o Kubuntu, o Debian KDE e o KDE Neon voltaram a ser examinados, na vã esperança de que algo semelhante pudesse ser obtido, ali, no Dolphin.

Fotos copiadas (drag-and-drop) no Dolphin, com as datas e horas originais do celular

Também não é comum, ao baixar fotos da câmera digital ou do celular, por simples arrastar-e-soltar (cópia) pelo Dolphin, — não pelo DigiKam, Gwenview, gThumb etc., — os arquivos trazerem suas datas e horas originais.

No dia 1º Jul. 2016, p.ex., foram baixadas 828 fotos do celular pelo Nemo, no Mint Cinnamon, — e todos os 828 arquivos estão “datados” desse dia, às 13:44~13:45 (sim, o processo durou 1 minuto).

Download e gravação ISO → Pendrive


Gravação da ISO do Linux Mint KDE no Pendrive, por comando “cp”

Sáb., 2 Jul. 2016 - A imagem ISO “linuxmint-17.3-kde-64bit.iso” foi baixada por Torrent às 13:38~13:54; e gravada no Pendrive por comando “cp” às 18:03~18:08.

A sessão Live USB foi carregada por volta das 18:13 (Foto de celular).

A primeira providência foi configurar o Fuso horário (18:15), para dispor de Capturas de tela corretamente datados desde o início, já que o aplicativo KSnapshot só parece oferecer numeração sequencial dos prints, para automação dos nomes de arquivo, portanto sem registro “visível” da hora (Foto de celular).

18:17 – Fuso horário e KSnapshot.

Configuração básica do Dolphin (18:18~18:21).

18:19 – O Dolphin “agrupa” os arquivos, separando-os por números e letras 0-9, A, B, C etc. (Foto de celular).

A constatação foi feita logo após a montagem da partição “F”, — necessária para que o KSnapshot possa salvar as Capturas de tela no HD, — lembrando que, numa sessão “Live USB” a pasta “home” é volátil, meramente “virtual” (Memória RAM), e tudo que for gravado ali poderá desaparecer num piscar de olhos, caso ocorra um “pico” momentâneo da rede elétrica.

Instalados pelo Synaptic:

Sat Jul  2 18:47:35 2016

Upgraded:

libcurl3 (7.35.0-1ubuntu2.5) to 7.35.0-1ubuntu2.6

Installed:

chromium-browser (51.0.2704.79-0ubuntu0.14.04.1.1121)
chromium-browser-l10n (51.0.2704.79-0ubuntu0.14.04.1.1121)
chromium-codecs-ffmpeg-extra (51.0.2704.79-0ubuntu0.14.04.1.1121)
conky-all (1.9.0-4)
curl (7.35.0-1ubuntu2.6)
fancontrol (1:3.3.4-2ubuntu1)
hddtemp (0.3-beta15-52)
libaudclient2 (3.4.3-1)
libdee-1.0-4 (1.2.7+14.04.20140324-0ubuntu1)
libid3tag0 (0.15.1b-10ubuntu1)
libimlib2 (1.4.6-2)
liblua5.1-0 (5.1.5-5ubuntu0.1)
libunity-protocol-private0 (7.1.4+14.04.20140210-0ubuntu1)
libunity-scopes-json-def-desktop (7.1.4+14.04.20140210-0ubuntu1)
libunity9 (7.1.4+14.04.20140210-0ubuntu1)
libxmmsclient6 (0.8+dfsg-9)
psensor (0.8.0.3-1ubuntu3)
psensor-common (0.8.0.3-1ubuntu3)
pyrenamer (0.6.0-1.1)
python-gconf (2.28.1+dfsg-1ubuntu2)
python-hachoir-core (1.3.3-3)
python-hachoir-metadata (1.3.3-1)
python-hachoir-parser (1.3.4-1)
python-support (1.0.15)
ttf-mscorefonts-installer (3.4+nmu1ubuntu1)
update-notifier-common (0.154.1ubuntu1)

Obs.: Nenhum pacote instalado por comando “apt”:

mint@mint:~ > history
    1  sudo sensors-detect
    2  clear
    3  sudo watch sensors
    4  exit
    5  cat /proc/swaps
    6  lsblk -f
    7  history

18:41 – KSysguard indica Swap de 16,2 GiB.

Desativando o uso das partições de Swap pertencentes ao Debian testing “Stretch” (Linux3)

18:43 – Utilizado o KDE Partition Manager para desativar o uso de 2 das 8 partições Swap: “Swap3a” e “Swap3b”, pertencentes ao Debian testing “Stretch” (Foto de celular). O alerta veio da observação do KSysguard, indicando “16,2 GiB de Swap”. Ao que parece, nada havia sido gravado nessas partições, ainda. — P.S.: Infelizmente, na Seg., 4 Jul. 2016, ao ter de iniciar nova sessão (ver abaixo), esqueci esse detalhe. Ao longo do dia houve verdadeiro “abuso” do Live Mint KDE, com uso de mais de 2 GiB de Swap. Torcendo, agora, para que o Debian não apresente sequelas.

18:44 – KSysguard indica Swap de 12,2 GiB, porém de modo contraditório, — em outra parte, ele mesmo continua indicando 16,2 GiB (isso passou desapercebido até o dia seguinte).

Edição do arquivo “.conkyrc”, copiado do Debian

Copiado e editado o arquivo “.conkyrc” do Debian para colar na “home” do Live USB Linux Mint 17.3 KDE (18:53~18:57). — A padronização dos Rótulos (Label) das partições fez com que essa edição seja bastante simples e rápida.

19:15 – Aplicado Wallpaper.

19:17 – Um erro de edição do arquivo “.conkyrc” foi corrigido às 19:17.

19:20 – Conky, Psensor e KSysguard funcionando.

Ajuste das “propriedades da janela específica” do Psensor, no KWin: lembrar posição e tamanho

19:23 – Ajuste das “propriedades da janela específica” do Psensor, pelo KWin, para que, — ao reabrir (automaticamente, no início de cada sessão), — “lembre” a posição e o tamanho exato.

Isso é particularmente útil para lidar com o Psensor, rebelde até à sua própria configuração interna de “restaurar tamanho e posição”.

Menu de opções para o controle de janelas do KWin

Este conjunto de configurações do KWin, bastante amplo, é uma das inúmeras características do KDE que fazem muita falta no Cinnamon, p.ex., onde a janela do Psensor precisa ser ajustada manualmente, a cada início de sessão.

Intervalos do Psensor precisam ser ajustados de 2 para 1 segundo

19:30 – Comando “sudo watch sensors” para conferir (após o “sudo sensors-detect”). Terminal (Konsole) já parcialmente configurado. — Conky ok.

Há 2 pontos em que o intervalo do Psensor precisa ser ajustado, de 2 para 1 segundo, em Preferências → Grafo, e em Preferência → Sensores.

KSysguard segue dando informações contraditórias sobre o Swap disponível. — Só corrigiu após ser fechado e reaberto.

Menu em “cascata”: muito mais prático do que o Menu K original

19:43 – Menu K substituído pelo Menu “cascade”. — Embora no Mint 17.3 KDE não haja uma identificação, tudo indica tratar-se do “Homerun Kicker”.

20:03 – Conexão por cabo USB da câmera Sony DSC-H2 para baixar um vídeo e algumas fotos recentes (até 20:08).

20:08 – Aplicada configuração de “clique único” (single-click) no Dolphin, com reflexo nos demais diálogos KDE.

Desconectar com segurança o cabo USB da câmera digital Sony DSC

20:10 – Desconectar com segurança a câmera Sony DSC-H2.

20:14 – Vídeo no Dragon Player.

21:03 – Configuração do layout de Teclado (PT-BR) e acesso ao 3º nível.

Opções da conexão USB Nokia Lumia (WP8)

21:44 – Conexão por cabo USB do celular Nokia Lumia (WP8). Das 4 opções de “ação”, existem 2 opções “Open with file manager”. A primeira delas dá erro; a segunda funciona com perfeição.

21:48 – Baixadas as 19 fotos mais recentes.

21:49 – Não existe opção de “desmontar”, “ejetar” ou “desconectar com segurança” o Nokia Lumia, no menu de contexto do Dolphin. Restou puxar o cabo assim mesmo. Nenhum dano observado até o dia seguinte pela manhã.

Renomeando 856 fotos de celular com pyRenamer: intensa atividade de CPU

22:01 – Aberto pyRenamer para renomear 856 fotos para o padrão “YYYY-MM-DD_HH-MM-SS_NL.jpg”. — O mais demorado é o processamento ao clicar em “Preview” (22:04~22:06), com intensa atividade de CPU.

22:07 – Ao clicar em “Rename”, os 856 arquivos são renomeados num piscar de olhos.

Obs.: Ao passar o apontador do mouse sobre um arquivo ainda no celular, o Dolphin exibe uma prévia da foto, e nada mais. — Porém, depois de copiados os arquivos para o HD, ao passar o ponteiro do mouse sobre um arquivo, a prévia da imagem vem acompanhada dos dados Exif da foto.

23:00 – KSysguard ainda contraditório, com 2 valores diferentes de Swap.

Domingo, 3 Jul. 2016


8:40 – Percebido que KSysguard aponta 16,2 GiB de Swap, no local mais visível (e 12,2 GiB em local mais discreto). KDE Partition Manager confirma que as partições Swap3a e Swap3b. — do Debian, — não estão sendo usadas.

8:50 – Comandos “cat /proc/swaps” e “lsblk -f” confirmam que as partições Swap do Debian não estão sendo usadas.

8:56 – KSysguard é fechado e novamente aberto, — e finalmente passa a exibir o valor correto do Swap, nas 2 indicações.

9:19 – Aberto o Gimp (configuração original: janelas de ferramentas incorporadas na janela principal).

9:22 – Opções de salvar configurações personalizadas de ferramentas do Gimp.

9:23 – Personalizadas e salvadas as opções de ferramentas do Gimp.

9:53 – Mais um ajuste no Conky, para exibir “K/ home1” e “M/ home2”.

9:54 – Salvar “.conkyrc” não basta para fazer efeito. É necessário encerrar o Conky e chamar novamente.

9:56 – Encerrados vários “processos” Akonadi, pelo KSysguard. Nenhum efeito perceptível no uso da Memória RAM. Não encontrado qualquer processo claramente associado ao PIM — Personal Information Manager do KDE.

12:10 – Desabilitado KDEwallet. Confirmado que Akonadi não está rodando.

Seg., 4 Jul. 2016


Estado do sistema após 30 horas, fechando tudo exceto Conky, Psensor, KSysguard e Dolphin

O computador ficou ligado, mas pela manhã estava parado, embora com a energia ligada (LEDs da Mobo e do Monitor). Mais tarde, foi confirmado que faltou energia em algum momento da madrugada.

Prints desse dia começam no nº 100 (o último da véspera foi nº 89).

Refazendo os passos da véspera, na Segunda-feira

Anotações, com a cópia dos pacotes instalados na véspera pelo Synaptic, foram uma mão-na-roda para refazer essa parte rapidamente.

Prudência e canja de galinha


O KDE, — “ambiente gráfico” que prefiro cada vez mais, — era o único que ainda não conhecia no Linux Mint.

Já instalei o Linux Mint Xfce, em 2011; e o Linux Mint Cinnamon, em 2014 e 2016. Também já testei o Linux Mint MATE, há vários anos, ainda em “Live CD”; e este ano o Linux Mint Debian Edition (LMDE-2) MATE, em Live USB. Apenas o Linux Mint KDE, nunca havia testado nem instalado.

Talvez porque quisesse aproveitar cada iniciativa para conhecer 2 coelhos de uma tacada só, — Mint + Cinnamon, Mint + Xfce, Mint + MATE, — pois o KDE já conhecia no Kurumin, no Kubuntu e no Debian, as “distros” com as quais sempre consegui trabalhar melhor.

A recente instalação do Debian testing “Stretch” com todos os “ambientes gráficos”, — Xfce, Gnome, KDE, Cinnamon, MATE, LXDE, — me “curou” dessa curiosidade.

Em poucas horas, pude percorrer todos esses “ambientes gráficos”, dentro de uma mesma “distro”, — mais: dentro de uma mesma instalação, — e em poucos dias pude examiná-los e compará-los de modo sistemático, quanto ao que cada um permite ou não permite (excluídas as configurações só possíveis por comandos “trogloditas”).

E a conclusão é que, — embora cada um desses “ambientes gráficos” ofereça muitas qualidades e características, que ainda estou longe de conhecer, — é com o KDE que vou continuar trabalhando.

___________
Relato produzido e publicado durante o teste de trabalho em Live USB com Linux Mint 17.3 KDE, — cuja 1ª sessão começou no Sáb., 2 Jul. 2016; retomado em 2ª sessão na Seg., 4 Jul. 2016; e novamente retomado em 3ª sessão na Qui., 7 Jul. 2016.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


Nenhum comentário:

Postar um comentário