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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Instalação do Manjaro KDE 16.10.3 stable

Manjaro KDE 16.10.3 stable, instalado e atualizado
Manjaro KDE 16.10.3 stable, instalado e atualizado -

Este relato abrange desde a escolha do Manjaro, até a primeira semana de uso quase contínuo, após a instalação e configuração, — dividido nos seguintes tópicos, pela ordem:

  • Por que Manjaro
  • Download e sessão Live USB
  • Instalação (I), — sem Grub
  • Instalação (II), — com Grub
  • Boot e configuração
  • Limitando o Swap
  • Konqueror
  • Wine, — CorelDraw, Dreamweaver, MS Word
  • Idiossincrasias do Grub
  • Diversos (I)
  • Background do Grub
  • Verdana descomplicado
  • Diversos (II)
  • Primeiras observações
  • Wallpaper

Até onde pude constatar, o único problema da primeira instalação, foi ter optado por não instalar o Grub. — Instalar novamente foi o caminho mais simples e rápido, para quem ainda não tinha certeza da causa, nem conhecia nada de Manjaro ou de Arch Linux.

Desde a publicação inicial deste relato (2 Jan. 2017), foram registradas mais 3 observações, em relatos separados:


Por que Manjaro


Presença do Arch Linux no aprendizado, — mesmo sem nunca ter usado, até hoje

Na busca da menor dependência de “corporações”, este foi meu primeiro passo fora do universo Debian.

O caminho percorrido nos últimos 10 anos, — Kurumin, Kubuntu, Linux Mint, KDE Neon, Knoppix, — permitiu eliminar o Windows, porém as melhores soluções encontradas criaram nova “dependência corporativa”, agora em relação à Canonical, — já que ainda não consigo realizar todas as tarefas no próprio Debian.

O fato de o Manjaro estar em 5º no ranking de “visualizações” no Distrowatch, — indicador, portanto, apenas de “interesse em saber mais”, — teve seu papel na escolha. Mas, não só.

Há cerca de 1 ano, vinha examinando a “árvore” de distribuições Linux, — a partir dos “troncos principais” (sem descartar os “ramos”), — em busca de uma distro “não-debian” para romper a limitação seguida há uns 10 anos.

Depois de 2 tentativas toscas, com Fedora e Mageia, — péssimos “testes de trabalho em Live USB”, que só mostraram as deficiências de conhecimento, — ainda faltava tentar openSUSE, Arch Linux, Gentoo, Slackware, e/ou seus “derivados” mais usados e com maior suporte na web.

Arch Linux (11º no Distrowatch) é bastante recomendada por linuxeiros, em vários fóruns.

Da leitura, chamaram atenção alguns pontos:

  • Sem nunca ter usado Arch Linux, dezenas de páginas da Arch Wiki têm me ajudado a resolver problemas e aprender bastante, e povoam meus Bookmarks nos mais variados tópicos, — em linguagem simples e clara, focada, objetiva, bem estruturada, — o que acabou por dizer muito sobre essa distro, seus desenvolvedores e seu suporte comunitário.
  • Portanto, — mesmo sem entender “tecnicamente” do assunto, — não havia por que duvidar das afirmações (próprias e de terceiros) sobre seu foco na simplicidade e elegância de código (“correto”, “limpo”), transparência, minimalismo, leveza etc.
  • É “rolling-release”.
  • É desenvolvido pela comunidade, — não por (nem dependente de) uma empresa.

Sem condições de começar pelo aprendizado para construir um sistema Arch do zero (por comandos em tela preta), a escolha do Manjaro, — praticamente um dos poucos “derivados” em evidência (depois instalei também o Antergos, e por fim o próprio Arch), — baseou-se nas frequentes recomendações nos fóruns e em seu 5º lugar no ranking de interesse despertado, além das características levantadas pela leitura:

  • Alia características do Arch Linux, — consistência, leveza, velocidade, pacotes sempre atualizados, — com a simplicidade de instalação e alternativa de ambiente KDE por padrão.
  • É “rolling-release”, — nunca será preciso reinstalar, — estará sempre na “última” versão.
  • Suporte automático para instalação e uso de múltiplos Kernel.
  • É desenvolvido pela comunidade, — não por (nem dependente de) uma empresa.

Mas permanece o propósito de instalar e experimentar openSUSE, Fedora, Mageia, Gentoo, Slackware, e/ou algum de seus “ascendentes” e “descendentes”, — no devido tempo.

Download e sessão Live USB


Início do Torrent da imagem ISO do Manjaro KDE 16.10.3

31 Dez. 2016 - A imagem ISO foi obtida através do site oficial, e o download feito por Torrent.

Download, sha1sum e Torrent do Manjaro KDE 16.10.3

Não foi encontrado arquivo “sha256sum”, — embora recomendado, a oferta visível é apenas do “sha1sum”. Fazer o quê. — Deve haver algo que ainda não me contaram.

sha1sum copiado e colado no CTRL-F do Kate, para conferir

1º Jan. 2017 - Para não perder tempo nem correr riscos, o “sha1sum” foi copiado e colado no campo de busca do Kate, que compara com exatidão, sem necessidade de espremer os olhos.

Verificação se a imagem ISO do Manjaro KDE era isohybrid

Antes de seguir as indicações para gerar a mídia USB (Pendrive), foi verificado se a imagem ISO era mesmo isohybrid.

Gravação da mídia (Pendrive) pelo comando “dd”, com exibição do status de andamento

Por fim, usei o mais belo comando “dd” que já encontrei até hoje:

dd bs=4M if=/path/manjaro.iso of=/dev/sdX status=progress

Isso dispensou muita navegação e muito roer de unhas, na dúvida sobre o melhor parâmetro “bs”, — além de proporcionar informação permanente sobre o andamento da tarefa, — coisa que eu ainda não tinha encontrado, em dúzias de páginas pesquisadas ao longo de 2016.

Menu do boot com Live Manjaro KDE 16.10.3

Sem nenhum hardware especial, nem muito recente, dispensei a opção “Start (non-free drivers)” do Menu de Boot pelo Live Manjaro, bem como as demais, — explicadas sumariamente pelo Help (F1).

A resolução de tela (F3 Video Mode) já estava correta, e não havia motivo para experimentar outras opções de Kernel (F4), — “Opções seguras”, “Sem ACPI” ou “Sem APIC local”.

Seleção do Idioma (F2) no Menu de Boot do Live Manjaro, — e Teclado, no final da lista

De imediato, me interessava apenas escolher o Idioma (F2), — e dentro dele, o layout de Teclado, — antes de disparar o primeiro item do Menu de boot, — “Start Manjaro Linux”.

Tela inicial e Boas-Vindas, com informações do Manjaro importantes para o iniciante

3:02 (5:02 UTC) - A tela inicial exibe um quadro de Boas-Vindas ao iniciante, com informações importantes sobre o Manjaro, — em especial, o nome e a senha do usuário na sessão Live, — “manjaro”.

A senha foi exigida nada menos que 2 vezes, só no ajuste do fuso horário + habilitar sincronização de data e tempo, — necessários para salvar automaticamente as capturas de tela com nomes em formato “%Y-%M-%D_%H-%m-%S_Ma”, — de modo a se colocarem em sequência com as fotos de celular e capturas do Linux Mint, nomeados no mesmo formato.

Estado do Live Manjaro, minutos antes de iniciar a instalação no computador

Dada a confiança inspirada pelo Manjaro, — e a pouca utilidade dos “testes de trabalho em Live USB” de distros que desconheço por completo, como Fedora e Mageia, — fiz poucas configurações na sessão Live, e passei direto à instalação no computador, e documentá-la da melhor maneira possível:

  • Ajuste do Fuso horário + sincronização
  • Formatação do Relógio no Painel, para registro visual de data e hora
  • Montagem da partição “F:\” para salvar as capturas de tela diretamente em HDD
  • Inversão dos atalhos para captura de tela (PrintScreen) e delay (Shift-Print)
  • Tamanho e formato do Monitor do sistema (KSysguard), para documentar a instalação
  • Papel de parede, para dar identidade visual às capturas de tela do Manjaro KDE 16.10.3

3:26 - A penúltima captura antes da instalação registra que o Live Manjaro não montou nem utilizou nenhuma das partições Swap existentes no computador, — embora depois de instalado passe a montar e utilizar todas (inclusive as do Debian, cioso de seu Swap).

Instalação (I)


Instalador do Manjaro: — (1) Escolha do Idioma

A primeira instalação, — mesmo que sem falha, — não pôde ser carregada, — provavelmente porque não aproveitei para instalar o Grub do próprio Manjaro.

E como não sabia o suficiente para instalar o Grub do Manjaro, sem carregá-lo, — nem podia ter certeza de que esta fosse a causa do problema, — a solução mais prática foi reinstalar o sistema, de modo a cobrir também outras hipóteses.

Apesar da pouca familiaridade com algumas opções, — exigindo consultar alguns arquivos, e até pesquisar na web, — a primeira instalação foi bastante rápida, e se concluiu em 21 minutos.

Para isso, pode ter contribuído o fato de ter usado 2 partições vazias, — com a opção de não formatá-las.

Mais tarde, a segunda instalação, — com 7 formatações, — se concluiu em 24 minutos.

3:35 - Instalador do Manjaro — Escolha do Idioma

Instalador do Manjaro: — (2) Fuso horário / Localização

3:35 - Escolha do Fuso horário e da Localização, — formatos regionais de data, números etc.

Instalador do Manjaro: — (3) Escolha do layout do Teclado

3:36 - Escolha do layout de Teclado (PT-BR). — Nesse ponto, não foi encontrada opção de configurar o acesso ao terceiro nível

Opções do Instalador do Manjaro na área de particionamento. — Escolhido “Manual”

3:36 - Verificando as partições existentes no computador

3:37 - Opções de instalação: — “Lado a lado”, — “Substituir uma partição”, — “Apagar unidade”, — “Particionamento manual”.

3:37 - Escolhida a opção de “Particionamento manual”. — Não foram notados (nem explorados) os pequenos ícones (botões?) de “BIOS” e “MBR”, no alto, — aos lados da barra de seleção do HDD.

Escolha da partição de sistema (raiz, root) para a instalação do Manjaro Linux

3:38 - Partição raiz. — Escolhida a partição sdc2 (“Linux12”), de 25 GiB.

3:39 - Partição /home. — Escolhida a partição sdc6, também de 25 GiB, — cuja label “Linux15” será mudada para “Home12”).

Criar a segunda partição é uma experiência, — pois até agora, somente o Kubuntu LTS e o Linux Mint KDE tinham partições “/home” separadas, — e com tamanhos desnecessários (178,9 GiB e 74,8 GiB), uma vez que todos os arquivos de trabalho ficam nas partições Fat32 “E:\” (70 GiB) e “F:\” (180,1 GiB).

Nesse contexto, interessa verificar se 25 GiB é um tamanho pequeno, grande ou adequado a uma partição “/home” quase sem uso pessoal, — basicamente, para Wine, com CorelDraw, Dreamweaver e MS Word antigos (instalações mínimas), além das configurações que ficam em pastas e arquivos ocultos, — inclusive GoogleEarth, se for possível instalar no Manjaro (sem placa aceleradora 3D).

A opção de não formatar a partição de sistema, — nem a partição “/home”, — deveu-se ao fato de nunca terem sido usadas, desde quando foram criadas.

3:40 - Não foi encontrado meio de selecionar, — ou des-selecionar, — partições Swap.

As orientações oficiais são bastante simples, — deixando ao usuário a responsabilidade de decidir, conforme suas necessidades:

  • A partição Swap é considerada inteiramente opcional
  • A partição Swap é fortemente recomendada, — em especial quando se desejam usar as funções de “suspender” ou de “hibernar”
  • A menos que o usuário saiba o que está fazendo, recomenda-se que a partição Swap tenha o mesmo tamanho da Memória RAM
  • Dois sistemas operacionais instalado no computador podem compartilhar a partição Swap, — não são necessárias partições separadas

O que há de contraditório nessas 4 afirmações, é também o que há de liberdade de escolhas, — bem como de responsabilidade de cada um, pelo que escolher.

Enfim, — embora na sessão Live USB o Manjaro não monte nem use as partições Swap encontradas, — depois de instalado, passou a montar e utilizar todas, sem a menor cerimônia.

Usuário, ID, senha(s), nome do computador, Login automático, ao instalar o Manjaro

3:41 - Usuário, ID, nome do computador, senha (ou 2 senhas), login automático ou manual.

A opção de usar a mesma senha do Usuário para a conta de Administrador já vem habilitada. — Difere do Debian, onde parece mandatário ter 2 senhas diferentes, — e do Ubuntu (e “derivados”), onde parece nem haver opção de 2 senhas diferentes.

A opção de Login automático vem desmarcada, — e pode ser habilitada ou desabilitada mais tarde, nas Configurações do sistema (KDE). — É necessário desabilitar, quando se cria uma segunda conta, por exemplo, para familiares ou visitantes. Ou, quando há risco de estranhos ligarem o computador na sua ausência.

Opções de instalação do Grub em diferentes HDDs, na partição do sistema, ou não instalar

3:43 - Foi adotada a opção de não instalar gerenciador de boot, — pois já faz algum tempo que o controle do Grub é mantido com o Linux Mint. — Mas depois foi constatado que o Grub do Mint não consegue gerar uma entrada correta para o carregamento do Manjaro.

  • Ver “Idiossincrasias do Grub”, adiante.

3:44 - Resumo das opções sobre partições

3:44 - Instalando. — Início do slide-show.

3:56 - Instalação concluída. — Reiniciar agora, ou apenas Sair do Instalador. — Apenas Sair.

3:57 - Restart

4:04 - No Linux Mint: — “sudo update-grub”, — para detectar e incluir o Manjaro

4:06 - Fotos da entrada do Manjaro no Menu de inicialização gerado pelo Grub do Linux Mint

Menu de inicialização gerado pelo Grub do Mint não consegue carregar o Manjaro

4:07 - Tela preta. — Manjaro não pôde ser carregado a partir do Menu de inicialização gerado pelo Grub do Linux Mint.

Instalação (II)


“No need to manually assign a boot flag to any partitions”

Ainda sem saber exatamente qual o problema, — nem quanto tempo levaria para descobrir, ou aprender uma solução, — pareceu mais simples e rápido, simplesmente reinstalar o Manjaro, com 2 ou 3 pequenas variações, de modo a “cercar” algumas hipóteses.

Desconfiava de algum desentendimento entre o Grub do Mint (Debian / Ubuntu) e a estrutura própria do Manjaro (Arch Linux), — afinal, isso já ocorreu com o Knoppix (Debian), instalado no SSD externo.

Mas a causa também podia ser por não ter formatado a partição do sistema, — ou por não ter atribuído alguma flag, — ou outro detalhe não-identificado.

Uma vez que a primeira instalação tinha levado apenas 21 minutos (incluídos os 12 minutos de slide-show), — este era o caminho mais rápido para testar as 3 hipóteses.

10:04 - Instalador - Idioma

10:04 - Fuso horário / Localização

10:04 - Teclado

10:05 - Verificando as partições existentes no computador

10:05 - Opções de instalação / particionamento

10:06 - Partições do terceiro HDD, — inclusive o Manjaro em sdc2.

10:07 - Instalar em sdc2 - Formatar - Flags: Arranque?

10:10 - Pausa para pesquisa. — “Graphical installation guide” do Manjaro diz que não há necessidade de atribuir Flag de Boot. — O Instalador automaticamente atribuirá essa Flag às partições de Boot e de Raiz do sistema. — Portanto, essa hipótese foi eliminada de saída, sem necessidade de testar.

Nota: - O hardware (antigo) ainda usa apenas BIOS e MBR.

Instalação do Manjaro com gerenciador de boot (MBR) em /dev/sdc

10:12 - Partição /home em sdc6 - Formatar

Ao revisar essas opções, não foi vista qualquer confirmação de que as partições Raiz e Home seriam formatadas, por isso tornaram a ser marcadas. — Nova revisão, e nada, — marcadas de novo.

10:14 - Ainda nenhum meio de selecionar (ou des-selecionar) Swap. — Formatar a partição sdc10 como Swap, para ver o resultado. — Inócuo. — (Depois de instalado, o Manjaro montou e usou todas as partições Swap existentes).

10:14 - Instalar o gerenciador de inicialização (MBR - Master Boot Record) no terceiro HDD (/dev/sdc), — e mais tarde, configurar a Bios para procurar nele as instruções de Boot.

No mínimo, isso permitiria confirmar ou eliminar a hipótese de a falha estar na entrada gerada pelo Grub do Mint.

Resumo das opções e operações, antes de disparar o Instalador do Manjaro

10:15 - Usuário, ID, senha etc.

10:15 - Resumo das operações. — Duas partições serão formatadas 3 vezes, cada!

Sem encontrar marcado “Formatar”, — a cada vez que tornava a examinar as opções escolhidas para cada partição, — como voltar lá e desmarcar?

Enfim, como diz o ditado, “O que abunda não prejudica”. — Se havia dúvida sobre possível erro por não ter formatado, — agora essa hipótese seria fuzilada.

10:16 - Instalando (slide-show).

10:30 - Instalação concluída.

Portanto, a segunda instalação durou 24 minutos, — diferença de 3 minutos para mais, — em parte (1 minuto) por algumas pausas para pesquisa, — em parte (2 minutos) por serem feitas 7 formatações, contra nenhuma formatação na instalação anterior.

No próprio aviso de Instalação concluída, foi marcado “Reiniciar agora”, — e o Manjaro carregou sem qualquer problema, a partir de seu próprio Grub, em partições triplamente formatadas, — sem atribuir manualmente o flag de Arranque.

  • Ver “Idiossincrasias do Grub”, adiante.

Boot e configuração


Colocando o terceiro HDD no topo da lista, para ser procurado o Boot

10:34 - Ao reinicializar o computador, “Del” para entrar na Configuração da BIOS e colocar o terceiro HDD no topo da lista, — de modo que o Boot passe a ser procurado nele (caso não haja CD / DVD na bandeja).

10:35 - Menu de inicialização (Grub) com fundo preto, e a logomarca do Manjaro no canto.

10:36 - Tela de Login do Manjaro.

Aviso de 354 atualizações disponíveis, ao carregar o Manjaro pela primeira vez

10:37 - Primeiro Print do Manjaro instalado. — “Existem 354 atualizações disponíveis”.

Configurações iniciais:

  • Sincronizar data e hora automaticamente
  • Configurar Dolphin. — Montar partição “F:\”
  • Papel de parede
  • Configurar Spectacle. — Inverter atalhos PrintScreen / Shift-Print
  • Na inicialização, restaurar sessão salva manualmente. — Salvar sessão
  • Ativar NumLock ao iniciar o KDE Plasma. — Tecla de acesso ao terceiro nível
  • Montagem automática de partições adicionais
  • Desativar a Carteira do KDE (KWallet)
  • Login automático. — Entrar novamente após sair (“Encerrar sessão”)

Atualização completa do Manjaro, logo após a instalação no computador

11:02 ~ 11:28 - Sincronizar a base de pacotes do Octopi. — Atualização completa do sistema.

11:36 - Exame dos Repositórios, no Octopi: — Core, Extra, Community, Multilib (total: 10.216 pacotes), — e localização de “/etc/pacman.conf”.

11:37 - Limpeza de cache (pacotes instalados) no Octopi.

Crash das Configurações do sistema ao aplicar Tema e Decorações de janela, — mas aplicou

Mais algumas configurações:

  • Temas da área de trabalho → obter → Maia transparent
  • Decorações da janela → obter → Transparent oxygen
  • Bloqueio de tela — Não bloquear após X minutos. — Não bloquear ao reativar
  • Efeitos da área de trabalho → Cubo
  • Pesquisa de arquivos — desativar
  • Compositor — (Automaticamente escolhido: OpenGL 2.0; Método de escala: Preciso)
  • Efeitos da área de trabalho — Desativadas animações ao Minimizar / Maximizar

13:41 - Instalados, pelo Octopi:

  • Chromium
  • Conky, hddtemp, Xsensors, Sensors-applet
  • Fuseiso
  • Gimp
  • Gnome-screenshot
  • Krename
  • Konqueror

Limitando o Swap


Partições de sistema (Raiz), Home e Swap do Manjaro

Uma vez que o Instalador do Manjaro não ofereceu meios de selecionar quais partições de Swap seriam utilizadas, — e depois de instalado ele passou a usar todas, — restava editar seu arquivo “/etc/fstab” para restabelecer a ordem na bagunça.

Comentando (#) todas as linhas de Swap, — exceto uma, — no arquivo “/etc/fstab” do Manjaro

22:52 - A edição foi feita pelo Kate, no Kubuntu, consultando a planilha do particionamento e os comandos “sudo blkid” e “lsblk” no Konsole.

Localizado o identificador UUID da segunda partição Swap em sdc, — que estava sem a label “Swap12”, por ter sido formatada pelo Instalador, — bastou copiar, e colar no CTRL-F do Kate.

Todas as outras linhas referentes a partições Swap foram comentadas com um “#”, para serem ignoradas ao carregar o Manjaro, — com o cuidado de não fazer isso nas linhas das partições de sistema (“/”) e da Home (“/home”).

Konqueror


Às vezes o Manjaro carrega com o Yakuake aberto. — Tecle F12 para chamar / fechar

2 Jan. 2017 - Por algum motivo (ainda não descoberto, após 5 dias), o Konqueror continua abrindo com a sessão do Manjaro. — E tampouco foi descoberto meio de fazê-lo abrir em uma pasta ou partição escolhida.

O Konqueror havia sido examinado na véspera. — Tinha Busca avançada (CTRL-F), Modo de exibição de tamanho de arquivos, — mas faltavam Conversão rápida de imagens (PNG → JPEG etc.), e Montagem de imagem ISO

14:15 ~ 14:25 - Encontrados e instalados, via Octopi:

  • kde-servicemenus-rootactions
  • open-fuse-iso
  • krusader + arj, cpio, kdiff3, kompare, lhasa, unace, libkomparediff2

O Octopi, — aliás, a estrutura de oferta de pacotes, na qual o Octopi é uma interface gráfica, — exibe uma “ficha técnica” bastante precisa, sobre cada pacote.

No entanto, as descrições são frases curtas, — ou nem existem, — o que limita muito a busca pelo Octopi.

• Os repositórios do Kubuntu costumam ter descrições bem maiores e mais detalhadas que os do KDE Neon, — com impacto visível sobre a eficiência da busca do Synaptic, em um e no outro.

Além disso, os pacotes não são os mesmos do mundo Debian / Ubuntu, — e se você não sabe o nome do similar ou equivalente no mundo Arch / Manjaro, fica mais difícil encontrar.

Em compensação, o Octopi abre um diálogo oferecendo dependências, — mesmo quando opcionais. — No caso do Krusader isto poupou tempo (e neurônios, caso lembrassem).

• No Kubuntu & derivados, dependências opcionais são oferecidas pelo Synaptic, — mas apenas se você clicar no pacote com o botão direito do mouse, e procurar 2 submenus lá embaixo, — “recomendados” e “sugeridos”, seja lá qual for a diferença.

Ao “Comitar” (Aplicar) a instalação / atualização dos pacotes marcados, o Octopi oferece opção de “Executar em um terminal”, — onde exibe um resumo das alterações, tamanho etc., aguarda confirmação ou cancelamento, — e depois mostra o andamento das tarefas, tal como ocorreria usando comandos em um terminal (suponho).

14:28 - Limpeza do cache (pacotes instalados), no Octopi.

14:35 - O pacote “kde-servicemenus-rootactions” acrescentou ao Menu de contexto (right-click) do Konqueror (e do Dolphin) os submenus “Ações” e “Ações administrativas”, — incluindo opções como “Posse para” (Root, Usuário ativo, outros usuários) e “Alterar permissões”.

Montagem de imagem ISO pelo Konqueror (ou Dolphin) no Manjaro

15:29 - O pacote “open-fuse-iso” adicionou ao Menu de contexto do Konqueror (e do Dolphin) a opção “Mount / Unmount image”, — e ela aparece como uma nova pasta, ao lado da imagem ISO.

Modo de exibição de tamanho de pastas e arquivos em formato radial, no Konqueror do Manjaro

15:42 - Além do “Modo de exibição de tamanho de arquivos” em formato de blocos, parece ter sido acrescentada a opção em formato radial, — não percebida na véspera.

P.S.: - Trata-se do Filelight, — que pode ser aberto como aplicativo autônomo. — Mais tarde, passei a instalá-lo também em outras distros, onde ele não vinha por padrão.

Wine


Execução da instalação do Wine (via Octopi) em um terminal, no Manjaro

16:01 ~ 16:09 - Instalados Wine, Winetricks e Wine_gecko. — Mas, dessa vez, ficou para trás uma dependência opcional não oferecida no diálogo anterior, — e só percebida 4 dias depois, ao examinar as imagens para levantamento deste relato.

Mapa exportado pelo Corel em formato JPEG

16:11 ~ 16:57 - Instalados CorelDraw, Dreamweaver e MS Word, via Wine, — com pausa para instalar “Wine-mono”, via Octopi. — É possível que tivesse sido melhor aceitar a oferta do Wine para fazer isso, logo no início da instalação do CorelDraw. A opção adotada foi interromper, instalar “Wine-mono”, e recomeçar a instalação do CorelDraw.

16:42 - Apenas o CorelDraw abriu e funcionou, no primeiro momento. — Os demais ficam no aguardo de pesquisa e solução.

  • Dreamweaver abre, — porém invisível. — Um “Retângulo das Bermudas”, onde o ponteiro do mouse desaparece. — Isso também ocorre no KDE Neon User Edition, no Debian testing e no Kubuntu 17.04, — o ponteiro do mouse some, embora no Debian apareça o escudo inicial do Dreamweaver. — Right-click na Barra de tarefas não oferece “Fechar”. A solução tem sido terminar o processo, pelo KSysguard (Tabela de processos).
P.S.: - Tempos depois, descobri que bastava esperar — 1 hora, 10 horas, — até completar a primeira abertura do Dreamweaver. Depois disso, abre sempre em poucos segundos.
  • O MS Word começa a abrir, e aborta.

Interface “Pacman Log Viewer”, no Manjaro

19:22~19:25 - Instalação do Pacman Log Viewer, pelo Octopi. — Não parece oferecer as mesmas funcionalidades do Histórico do Synaptic, — hora e minuto em que os pacotes foram instalados, atualizados ou removidos, por exemplo.

Além disso, exibe separadamente os pacotes instalados, atualizados ou removidos, — o que dificulta saber a qual instalação ou atualização se deveu determinada remoção.

A solução para registrar o histórico segue pendente de examinar os logs na partição do sistema, — e eventualmente usar comandos para extrair o que interessa, introduzir quebras de linha nos pontos adequados etc. — Ou, descobrir / adotar outras rotinas e caminhos.

Idiossincrasias do Grub


Parâmetros “initrd” incompletos na entrada do Grub do Mint não permitem carregar o Manjaro

~23:00 - Após algumas pesquisas e comparações, ficou claro que o Grub do Linux Mint (Ubuntu) gera uma entrada incompleta, na última linha, — incapaz de carregar o Manjaro.

No Grub do Mint, — /boot/grub/grub.cfg:

initrd /boot/intel-ucode.img

Diferente do Grub do Manjaro, cuja última linha contém parâmetros mais completos:

initrd /boot/intel-ucode.img /boot/initramfs-4.4-x86_64.img

Sugestão de copiar e colar parâmetro do Grub do Manjaro para o Grub de outra distribuição Linux

Uma solução “imediatista” seria copiar e colar o que falta no Grub do Mint. — Porém, “grub.cfg” é apenas um arquivo gerado dinamicamente, e teria de fazer isso, de novo, a cada atualização, — o que é muito frequente, considerando todas as novas versões de Kernel nesse conjunto de Kubuntu LTS, KDE Neon, Debian testing, Kubuntu 17.04, Manjaro, — sem falar das atualizações eventuais do próprio Grub, no Linux Mint.

O mais prático é deixar o controle do Grub com o Manjaro, — e o Boot no MBR do terceiro HDD (sdc), — pelo menos por enquanto.

Foram consultadas as páginas:


Diversos


Montagem de partições “adicionais”, pelas Configurações do sistema (System settings) do KDE

3 Jan. 2017, 1:59 - Registro de lentidão “devagar-quase-travando” ao visitar uma “Página” do Facebook (não “Perfil”, “Grupo” ou “Feed de notícias”). — Surto de ocupação de CPU, e de Memória RAM.

19:19 - Configuração de montagem automática de mais algumas partições, para serem monitoradas no Conky desde o início de cada sessão.

4 Jan. 2017, 3:21 ~ 4:45 - Carregados todos os sistemas, sucessivamente, para testar o Menu de inicialização gerado pelo Grub do Manjaro. — Como não houve nenhuma atualização de Kernel, foi removida uma versão “obsoleta” do Kernel do KDE Neon, para teste posterior [No Kubuntu e no KDE Neon, a antepenúltima versão de Kernel é considerada “obsoleta”, e como tal passa a ser classificada pelo Synaptic].

5:09 - Desabilitando opção “Always try to have one preloaded instance” do Konqueror, na tentativa de eliminar sua abertura automática no início de cada sessão.

5:15 - Krusader

5:49 - Copiadas as fotos do celular para o HDD, via Kamera / Dolphin.

6:05 - Renomeadas as fotos de celular para o padrão “%Y-%M-%D_%H-%m-%S_NL”, no KRename.

Background do Grub


Exportando Golfinhos em formato PNG com o nome do Background do Grub do Manjaro

4 Jan. 2017 - Uma vez que o Manjaro vai ficar no comando do Menu de inicialização (Grub) por algum tempo, convinha substituir seu “background.png” por uma imagem mais feliz.

O primeiro passo foi copiar a imagem original, com outro nome, para ficar preservada.

A imagem dos golfinhos (JPEG) foi aberta no Gimp e “exportada” em formato PNG, — com o nome “background.png”, para fazer efeito sem necessidade de alterar nada nas configurações do Grub do Manjaro.

Transferindo a propriedade da imagem de fundo do Grub para o Usuário, no Dolphin

Para que o Gimp pudesse sobrescrever o antigo “background.png”, este arquivo teve sua “propriedade” transferida do Administrador (root) para o Usuário.

Isto serviu de teste para “Menu de contexto → Ações administrativas → Posse para o usuário ativo”, — recurso introduzido no Dolphin pelo pacote “kde-servicemenus-rootactions”, instalado via gerenciador gráfico de pacotes Octopi.

Grub do Manjaro: — Mantém a última escolha

Substituído o arquivo “background.png”, o efeito é imediato, — basta reiniciar o computador para ele ser exibido no Menu de inicialização.

O efeito não foi dos melhores, — as letras deveriam ser 100% brancas, — e amarelas na opção escolhida, com destaque em fundo cinza. — São as cores que têm dado melhor resultado, com essa imagem, no Grub de outros sistemas.

Ao contrário do padrão observado nos demais sistemas, o Grub do Manjaro vem configurado para selecionar, — e carregar automaticamente, após a contagem regressiva, — a mesma escolha feita na inicialização anterior.

Atualizando o Grub do Manjaro com “sudo update-grub”

15:20 - Para verificar o funcionamento das coisas, foi disparado um “sudo update-grub”, — após remover uma versão antiga de Kernel do KDE Neon.

Verdana descomplicado


Adicionando fontes Verdana (do Wine), em Configurações do sistema → Fonte → Gerenciamento de fontes

4 Jan. 2017 - Habituado a instalar o pacote “ttf-mscorefonts-installer” (via Synaptic ou “apt-get install”), já estava em crise de abstinência, por não encontrá-lo no instalador (gráfico) de pacotes Octopi, que veio no Manjaro, por default.

Após 4 dias, uma busca por “manjaro ttf-mscorefonts” levou a uma solução ridiculamente simples: Em “Configurações do sistema → Aparência → Fonte → Gerenciamento de fontes”, clicar em “Adicionar”, e escolher os 4 arquivos que já existam em uma partição montada, — a pasta oculta “/home/flavio/.wine/drive_c/windows/Fonts/”.

É pedida senha, há uma mensagem de erro, porém pede-se de novo a senha, — e surge um aviso de que é necessário reiniciar o(s) aplicativo(s) onde se desejam usar as novas fontes.

Legibilidade no Conky e no Chromium, antes e depois de instalar fontes Verdana

Não é uma questão de estética, — mas de legibilidade, com a tela a 70 cm dos olhos, — sem que precise fazer, no Manjaro, inúmeras configurações diferentes dos demais sistemas usados para o trabalho.

A ver, se esta solução tão simples também não se aplica em sistemas de origem Debian / Ubuntu, — e se nunca antes vi qualquer dica semelhante, apenas por estar perdida como agulha em um palheiro. — Incluir “manjaro” em uma busca por dicas técnicas, às vezes faz maravilhas.

Mirrorlist


Para registro, 2 momentos em que o espelho (repositório) falhou, causando dificuldades à instalação de pacotes ou à atualização do sistema, — sendo que, da segunda vez, já havia esquecido a solução encontrada antes:


Diversos (II)


4 Jan. 2017, 19:42 - Registro de lentidão “devagar-quase-travando” ao visitar uma “Página” do Facebook (não “Perfil”, “Grupo” ou “Feed de notícias”). — Surto de ocupação de CPU, e de Memória RAM.

5 Jan. 2017, 16:56 - Configuração das “Associações de arquivos”, — Chromium para Web, Gimp (e não Krita) para arquivos Gimp, KRename como segunda opção para Pastas, Gimp como segunda opção para vários tipos de imagens.

22:07 - Desabilitando “Apresentar janelas”, em “Cantos e bordas da tela ativa”.

Primeiras observações


Mais recursos e efeitos, — com mais estabilidade, — e com frequência, maior uso de Memória RAM

Após 1 semana de uso quase contínuo, o Manjaro KDE continua dando a mesma sensação de “estabilidade”, — a primeira palavra que ocorre é “serenidade”, — experimentada desde a sessão inicial em Live USB.

Efeito “Despedaçar”, — nem abala CPU ou a Memória RAM

Fechamentos inesperados de aplicativos ocorrem, — porém com menor frequência (e muito menos consequências) do que no Kubuntu 16.04 LTS ou no Linux Mint 18 KDE, por exemplo. — E neles ainda não cometi metade dos abusos (nem encontrei tantos recursos).

Os efeitos do Compiz — estilhaçamento ao fechar uma janela, deformação fluida ao arrastar, cubo ao mudar para outra Área de Trabalho — às vezes causavam uma leve “instabilidade” na renderização da tela, mas infelizmente não testei nem anotei se isto se devia ao compositor-padrão OpenGL2.0, nem se parou de ocorrer com a mudança para XRender, que era sempre preferível, neste hardware (sem placa de vídeo dedicada), e que acabei por selecionar.

As dificuldades ainda não superadas no Wine também ocorrem em outros sistemas com versões mais recentes do KDE, — ainda falta investir nessa área (que não uso tanto). — O mesmo pode ser dito do Konqueror (com ImageMagick, não se fica sem conversão de imagens).

A falha mais incômoda foi a impraticabilidade de navegar em “Páginas” (não “Perfil”, “Grupo”, ou “Feed de notícias”) do Facebook. Isso implica em receber apenas informações aleatórias, — ao gosto de terceiros, e filtrado por algoritmos de burrice artificial, — sem liberdade de buscá-las onde se encontram, e contribuir para fazê-las chegar a quem gostaria de vê-las. Só mais tarde “descobri” que isto podia ser contornado desabilitando “Hardware Acceleration” no Chromium.

Descobrindo desperdícios no modo de exibição “Mapa Radial” do Konqueror

O modo de exibição “Mapa radial”, do Konqueror, — ainda não encontrado nos outros sistemas, — em poucos dias já se mostrou muito mais útil do que o modo “Tamanho de arquivos” (em blocos).

P.S.: - Trata-se do Filelight, — que pode ser aberto como aplicativo autônomo. — Mais tarde, passei a instalá-lo também em outras distros, onde ele não vinha por padrão.

E isso, em uma questão do maior interesse no momento, — redimensionar as partições “Home1” (Kubuntu) e “Home2” (Mint) para tamanhos mais razoáveis, — abrindo espaço para partições “/home” de outros Linux.

Até o momento, a partição “Home12” (Manjaro) tem ocupação de 1,2 GiB, — menos de 5% de seus 24,5 GiB. — Tamanho mais do que suficiente, ao que tudo indica.

A ocupação de 14 ~ 15 GiB em “Home1” e ”Home2” decorre, em grande parte, das imagens ISO guardadas ali, — Kurumin, Knoppix, Manjaro, — e que poderiam estar em uma partição ext4 de uso comum (ou ser deletadas, com poucas exceções). Feito isso, resta uma massa descomunal de thumbnails, até agora desapercebida, que vem se acumulando desde 2014, pelo menos.

Comparativo dos sistemas Linux, — dentro das limitações pessoais

O Quadro comparativo (acima) é absolutamente pessoal, — tanto nas tarefas requeridas, quanto nas limitações para conseguir executá-las, — e reflete, em grande parte, o fato de já ter investido muito mais tempo no Kubuntu (do qual deriva o Linux Mint KDE), do que em qualquer uma das demais distribuições Linux já instaladas e experimentadas.

Também deve refletir, em boa proporção, o fato de o Kubuntu LTS e o Linux Mint 18 KDE serem distribuições “estáveis”, — enquanto as demais primam por ser pioneiras, ou rolling-release, ou experimentais, ou ainda em desenvolvimento. — (Deixemos de lado o Knoppix “Live CD / DVD”, que não é comparável).

O Konqueror, por exemplo, mostrava-se 100% íntegro e habilitado, no KDE Neon User Edition, — até 14 Dez. (Frameworks 5.29), — e parece significativo que o Manjaro seja, no momento, o único outro sistema, no Quadro comparativo, também com Frameworks 5.29.

Talvez seja um “exemplo prático” daquilo que tantas vezes lemos, — em termos conceituais, — sobre vantagens e desvantagens de se querer andar na frente.

Wallpaper


Pirenópolis (GO), em Março de 2015, by Tiago Caramuru

Foto de Pirenópolis (GO), por Tiago Caramuru, em Mar. 2015, — sem qualquer edição de imagem.

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Relato produzido no Manjaro KDE 16.10.3 stable, de 2 a 6 Jan. 2017.

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Não-debians


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Migrando sistemas Linux para um novo disco rígido

Clonagem do Kubuntu 17.04 Zesty em nova partição, via “copy / paste” do GParted em Live Knoppix
Clonagem do Kubuntu 17.04 Zesty em nova partição, via “copy / paste” do GParted em Live Knoppix ✅ 

A migração dos sistemas Linux para HDD de 1 Terabyte deverá ser feita, — como das outras vezes, — de modo gradual, balanceado e sem apavoramento, ao longo dos meses.

Não existe motivo para fugir correndo dos antigos HDDs de 320 GB, muito menos jogá-los no lixo. — Pelo contrário, é preferível que os sistemas mais “usáveis” e “confiáveis” — Kubuntu LTS e Linux Mint, — fiquem em HDDs diferentes, por segurança contra falhas.

Urgente, era transferir o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — do SSD* externo para o novo HDD, — uma vez que a unidade “portátil” não fica o tempo todo plugada (ocupando uma saída USB). Mas a existência de um sistema instalado nele exigia plugar com frequência, para atualizar o Grub, após cada upgrade ou correção de Kernel em qualquer outro Linux.

O novo “backup total”, — em substituição aos antigos backups, de apenas algumas pastas, — também ficará melhor no HDD de 1 Terabyte (com cópia periódica para o SSD* externo de 1 Terabyte).

Sequência da reorganização



HDD e Fonte ATX


As especificações do HDD de 1 Terabyte Seagate indicam a necessidade de quase 13W

20 Dez. 2016 - Segundo todos os cálculos e parâmetros encontrados nos melhores sites e blogs, a fonte de energia ATX “provisória”, de 220W, não era digna de confiança, para as exigências do hardware existente, — pior ainda, com o acréscimo do novo HDD de 1 Terabyte. — E como ainda não foi encontrada manutenção ou substituição para a ventoinha da antiga fonte ATX de 800W, ela foi deixada de lado, por enquanto. Em seu lugar, foi instalada uma fonte ATX de 500W.

16:06 - No entanto, foi feito um teste de 2 horas, — após instalar o HDD de 1 Terabyte, — antes de instalar a fonte ATX de 500W.

Nessas 2 horas, não chegou a ser praticado nenhum exagero, — nenhuma tarefa de elevado consumo de energia, — apenas o particionamento do HDD de 1 Terabyte, e o feijão-com-arroz de cada dia.

Porém, de acordo com o Xsensor, não houve alteração alguma nos níveis de energia, — a saída Vcore continuou oscilando entre 1,19V ~ 1,28; a saída +3,3V continuou oscilando em torno de 3,31V; a saída +5V continuou oscilando em torno de 4,97V ~ 4,99V; e a saída de +12V continuou oscilando em torno de 12,25V.

Especificações da fonte ATX de “500W”

18:09 - Instalada a fonte ATX de 500W, a saída Vcore mantém a mesma faixa de oscilação; a saída +3,3V passou oscilar entre 3,31 ~ 3,33V; a saída +5V passou a oscilar em torno de 5,02V ~ 5.04V; e a saída de +12V passou a oscilar entre 12,25V ~ 12,30V.

Esses novos números, — como, aliás, também os anteriores, — estão longe dos limites indicados:

flavio@Linux2:~$ sensors
atk0110-acpi-0
Adapter: ACPI interface
Vcore Voltage:      +1.19 V  (min =  +0.85 V, max =  +1.60 V)
 +3.3 Voltage:      +3.33 V  (min =  +2.97 V, max =  +3.63 V)
 +5   Voltage:      +5.02 V  (min =  +4.50 V, max =  +5.50 V)
 +12  Voltage:     +12.30 V  (min = +10.20 V, max = +13.80 V)

Particionamento


Primeiro passo: — Criar tabela de particionamento do HDD, no GParted. — Ignore o aviso, neste caso

O particionamento do HDD de 1 Terabyte foi feito pelo GParted, — em Live Knoppix em Pendrive, com “persistência”, — por 2 motivos principais:

(a) O Live Knoppix não monta automaticamente as demais partições e dispositivos conectados, — até para reconhecer um CD colocado na bandeja, exige empenho pessoal; e

(b) Já carrega normalmente como “Administrador” (Root). — É muito prático, para manutenção do computador e/ou dos sistemas instalados.

Podem-se usar outras ferramentas “Live CD”, — GParted Live, por exemplo, — mas o Live Knoppix em Pendrive, com “persistência”, oferece muito mais comodidade (Dolphin, Chromium, Kate etc.), para conferir detalhes do hardware e tirar dúvidas, além de uma tonelada de outras ferramentas, em caso de necessidade.

Localização física das portas SATA na Placa Mãe, — fora da sequência numérica

Observe, no canto superior direito do GParted, a seleção de “/dev/sdc”, — localização do terceiro HDD, — provavelmente, porque foi conectado na terceira porta SATA da Placa Mãe, que já estava reservada para ele.

  • O Drive CDROM está conectado na porta 4, porém jamais se identificou como “sdd”, — e agora, isso parece caber ao SSD externo, sempre que plugado, independente de em qual slot USB. — Parece que o Pendrive sempre se identifica como “sde”, — ou “sdd”, (só) quando o SSD não está plugado. Ainda não foi verificado com +1 Pendrive, uma vez que os outros 2 slots estão ocupados pelo Teclado e pelo Mouse.

Menu → Device → Create partition table, no GParted

O primeiro passo é criar uma “tabela de particionamento”, — sem a qual, não se pode nem começar, — e ignorar o aviso de que isso vai “apagar todos os dados”.

Essa advertência é importante, quando o disco rígido já tem partições, dados, sistemas etc., — mas neste caso, ainda não há nada no HDD.

Na Barra de Menu → Device → Create partition table.

Partições primárias e estendida do novo disco rígido

A partir dos erros e acertos observados nos particionamentos anteriores (HDDs e SSD), foram criadas 3 partições primárias de 25 GB (cada), para futura instalação de sistemas Linux, — e o espaço restante foi destinado a uma partição estendida, — devido ao limite de 4 partições (primárias ou estendidas).

Essas operações não são demoradas, — o que parece demorar mais, é o exame dos dispositivos, que volta a ser feito pelo GParted, depois de “aplicar” qualquer modificação. — Por isso, vale a pena agrupar várias operações, e “aplicar” todas de uma vez.

Partições lógicas do novo disco rígido

Dentro da partição estendida, foram criadas mais 3 partições de 25 GB para instalação de sistemas Linux, — e uma partição de 751,5 GB para “Backup1”, — após reservar 30 GiB no final, para 6 partições Swap.

Com isso, todos os 4 sistemas atualmente instalados nos 2 HDDs de 320 GB já poderiam ser transferidos, em tese, para o HDD de 1 Terabyte, — porém não existe necessidade de fazer isso, nem pressa desesperada.

A “numeração” desses futuros sistemas Linux (e respectivos Swap) foi feita de 11 a 16, — e não na sequência “natural”, de 5 a 10, — por não ter certeza de como seriam classificados e exibidos em diferentes softwares. Há situações em que “Linux10” é exibido antes de “Linux2”, por exemplo.

Limpeza de Kernel


Dolphin aberto como Root para deletar Kernel do antigo Linux Mint 17.3

Como parte da reorganização geral, foi deletado o Kernel 3.19.0 do antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, — que sobreviveu, graças à instalação “heterodoxa” do Linux Mint 18 KDE (Beta).

Opções avançadas do Linux Mint, no Grub, — finalmente sem Kernel 3.19

Carregava, — por incrível que pareça, — mas não tinha a menor utilidade, exceto “sujar” as Opções avançadas do Linux Mint no Menu de inicialização. E não podia ser removido pelos meios normais, pois não aparecia no mintUpdate.

Por via das dúvidas, foi apenas mandado para a Lixeira do Administrador (Root), — de modo que possa ser restaurado, se necessário. — Mas, após 3 dias, o Linux Mint 18 KDE continua muito bem, sem ele.

Depois disso, bastou rodar “sudo update-grub”, para detectar os sistemas instalados, — com suas opções de Kernel, — e atualizar o Menu de inicialização.

MemTest86 do Linux Mint 17.3

O MemTest86, — também sobrevivente do Linux Mint 17.3 Cinnamon, a julgar pela data, — continua funcionando bem, a partir do Menu de inicialização.

Não haveria motivo para não funcionar, — ele é independente, roda antes de ser carregado qualquer Linux. — Em todo caso, basta usar o Live CD MemTest86 v. 7.1.

Limpeza do SSD* externo


Reaplicando rótulos após formatar as partições Linux6 e Linux7, no SSD externo

Duas partições do “disco” SSD* externo, — Linux6 e Linux7, — tinham sofrido tentativas de instalação do Knoppix, que nunca chegaram a ser muito “usáveis”, e já estava na hora de eliminar.

Isso foi feito pela simples formatação dessas partições, — e reaplicação dos mesmos rótulos.

Assim, “Linux6” deixou de ser detectado e automaticamente incluído no Menu de inicialização, a cada “sudo update-grub”.

Limpeza do arquivo de configuração “/etc/grub.d/40_custom”, via Dolphin / Kate em modo Root

No caso da partição “Linux7”, o método tentado para instalar o Knoppix envolveu edição do arquivo de configuração “/etc/grub.d/40_custom” do Linux Mint, — por isso, foi necessária uma limpeza nele, para deixar de inserir aquelas entradas no Menu de inicialização, automaticamente, a cada “sudo update-grub”.

Clonando sistema Kubuntu


Redimensionando a partição do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus de 40 GiB para 25 GiB

Faltava transferir o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus (development branch), — instalado na partição “Linux5”, de 40 GB, do SSD externo, — que não fazia sentido deletar, e depois instalar outra vez no novo HDD.

Um método “troglodita” de clonar essa partição de sistema, — que não tem “/home” separada, — era usar o comando “dd”.

Só que, para isso, a partição de destino precisava ser igual ou maior do que a partição de origem, — mas acontecia exatamente o contrário. — A partição de destino tinha apenas 25 GB, contra 40 GiB da partição a ser clonada (só 8,34 GiB usados).

Relatório das operações abrangidas pelo redimensionamento da partição de sistema de 40 GiB para 25 GiB

Poderia tentar o Partclone, — que oferece “backup used blocks”, mas “it seems like you've found another tool that requires the same device size”, — ou redimensionar a partição de origem para 25 GiB, com algum risco de perda de dados no próprio “original”.

Um backup em arquivo “.img” manteria o tamanho original, — permitiria recuperar eventuais perdas, mas levando de volta ao mesmo beco-sem-saída, — ao custo de mais algum tempo.

No entanto, o Zesty Zapus não é o sistema “principal”, nem o “alternativo”, — sua perda seria um incômodo, mas não um desastre, — e se esse caminho desse certo, pouparia várias horas de pesquisa e aprendizado.

Assim, redimensionar a partição de origem foi o caminho escolhido, — e o GParted se encarregou das operações envolvidas, — como realocar blocos, atualizar referências etc., — para que continuasse operacional.

Copiando e colando uma partição na outra, pelo GParted, em Live Knoppix

Felizmente, antes de completar a montagem do comando “dd”, — ainda faltava um longo e demorado estudo dos parâmetros mais adequados (morrendo de medo de errar), — foi descoberto o “copy & paste” do GParted, que poupou muito tempo e pesquisa.

Relatório final da clonagem da partição de sistema do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — em 4’32‘‘

O clone da partição de sistema do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus foi concluído em 4 minutos e 32 segundos, — e o relatório do GParted dá uma boa ideia das operações envolvidas, — inclusive os comandos usados por trás da interface gráfica.

Alterando o rótulo da nova partição Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, para evitar duplicidade

Para testar na prática o clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, ainda faltavam algumas providências, — por exemplo, rotular sua partição como “Linux16”, — pois não era conveniente ter 2 partições com o mesmo rótulo “Linux5”.

Atribuindo nova partição de Swap ao clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

Outra providência, era localizar o identificador UUID da partição Swap16, e atribuí-lo ao clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, editando seu arquivo de configuração “/etc/fstab”.

Edição do “/etc/fstab” no Kate, chamado via Dolphin aberto como “root”, no Linux Mint 18 KDE

Essa operação foi feita no Linux Mint 18 KDE, — a ser usado em seguida, para atualizar o Grub. — A partição “Linux16” foi aberta no Dolphin como “root”, para agilizar a edição pelo Kate.

Detectando o clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus e atualizando o menu do Grub

Depois disso, o comando “sudo update-grub” detectou os sistemas instalados, — inclusive o clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — e atualizou o Menu de inicialização.

Partição do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus com identificador UUID duplicado do original

A própria partição “Linux16”, — clonada de “Linux5”, — também apresentava identificador UUID duplicado.

Grub com o novo e o antigo Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

Mas, ao invés de perder tempo com isso, apenas foi desplugado o drive SSD externo, — e seu UUID seria automaticamente alterado ao formatar a partição “Linux5”, mais tarde, — se o clone em “Linux16” carregasse com sucesso.

Clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus carregado, — e já recebendo atualizações

O clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus carregou com sucesso, — e desde esse momento, passou a ser utilizado e atualizado como se fosse o mesmo, — aliás, o único, dali por diante.

Conferindo as funcionalidades do clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

Foram conferidas as principais funcionalidades, — de um ponto de vista particular, específico, — e até o momento, não apresentou qualquer diferença, em relação ao original.

Redimensionando a partição original (reformatada), reaplicando a Label, — e atribuindo novo UUID

De volta ao Live Knoppix, foi usado o GParted para formatar a partição original do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus.

Em seguida, a partição (Linux5) foi redimensionada, — de 25 GiB para 40 GiB, outra vez, já que não adiantava deixar 15 GB sem uso, — com reaplicação do rótulo “Linux5”, e atribuição de outro identificador UUID, para ver como é isso. — De fato, não precisava pois, ao formatar, já tinha alterado o UUID.

GParted do Knoppix, incapaz de lidar com partições exFAT

Algumas operações tiveram de ser feitas no Linux Mint 18 KDE (onde optei por instalar o KDE Partition Manager, para comparação), — devido à inconveniência de instalar pacotes adicionais (exfat-fuse) no Knoppix, — concebido como “Live CD / DVD”, não como “distro” para instalar e atualizar com facilidade.

Alterando a Label de uma partição exFAT no KDE Partition Manager

Foi o caso, por exemplo, da partição exFAT do drive SSD externo, — cuja Label merecia ser alterada para “Backup2”, — pois será uma cópia de reserva do ”Backup1”, criado no novo HDD de 1 Terabyte.

Montagem automática de partições


KDE → Configurações do sistema → Montagem de partições adicionais

A clonagem do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus e a reorganização dos Backups em novas partições exigem reconfigurar as partições adicionais que gostaria de ver montadas automaticamente, no início de cada sessão, — inclusive, para monitorar sua ocupação, pelo Conky:

  • Linux1 a Linux4, e Linux16, — arquivos dos diferentes sistemas

  • Home1 e Home2 — documentos e configurações

  • “E:\” e “F:\” do antigo Windows (Fat32) — documentos de trabalho


Partição “da /home” não é a mesma coisa que “a /home”

Lembrando, — por “adicionais”, — que, em cada Linux, convém omitir as partições que fazem parte dele, — pois já estão no respectivo “/etc/fstab”, e são montadas “naturalmente”, — para evitar acesso por caminhos (path) diferentes.

No Kubuntu, por exemplo, é desnecessário comandar a montagem de Linux1 e Home1, — acabaria acessando, ora como “/home”, ora como “/media/flavio/Home1”, — 2 coisas bem distintas, pois a segunda pode incluir as pastas de vários usuários.

No caso do Linux Mint, a montagem de Linux2 e Home2 já ocorre “naturalmente”. — E assim por diante.

As demais partições, precisavam ter a montagem automática habilitada em cada Linux:

  • Menu → Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível

Partições dos HDDs internos, — sempre plugadas, — a serem montadas automaticamente no início de cada sessão

Já estava marcada a opção “Habilitar a montagem automática de mídia removível”, — denominação um tanto equívoca, pois abrange os “discos fixos”.

Estando marcada essa primeira opção, — no alto, — as 3 sub-opções tornam-se “marcáveis / desmarcáveis”.

Também já tinha sido desmarcada a 2ª sub-opção, — “Montar todas as mídias removíveis no início da sessão”, — pois várias dessas partições não serão acessadas com frequência.

Partições de dispositivos externos, — podem ser montados automaticamente ao conectar

Entre os dispositivos “desconectados”, interessava montar automaticamente a partição ”Backup2”, — a qualquer momento em que o “disco” SSD externo seja plugado.

Marcando a opção da segunda coluna, basta plugar para ser montada, — sem precisar clicar nela, como aconteceria se marcasse (só) na primeira coluna.

Conky


Ajustando as configurações “/home/.conkyrc” à reorganização das partições

Com essas alterações, era preciso ajustar as configurações do Conky, no arquivo (oculto) “/home/conkyrc”, para exibir a ocupação das partições que importa monitorar:

  • Acrescentar a nova partição Backup1
  • Substituir a antiga label “Terabyte” por Backup2
  • Acrescentar a partição Linux16
  • Eliminar as partições Linux5, Linux6 e Linux7, que agora ficam sem uso

Dolphin


Ocultar partições específicas no Dolphin, — ou “Mostrar todas”, para encontrar partições ocultadas

Essas mudanças e novidades nas partições fizeram com que o Dolphin e o Konqueror acabassem perdendo a noção dos “Locais” que devem ser exibidos ou ocultados.

Para ocultar uma “Entrada” em “Locais”, basta clicar com o botão direito e marcar a opção “Ocultar”.

Para encontrar partições ocultadas, basta clicar com o botão direito em qualquer lugar do painel “Locais”  (F9) e selecionar “Mostrar todas”, — as ocultadas aparecerão esmaecidas (cinza).

Dolphin com apenas 8 partições no painel lateral “Locais”, — além da Home, Raiz e Lixeira

Com essas e outras configurações, o Dolphin tem-se mostrado uma boa ferramenta de trabalho, — sem excesso de coisas não-utilizadas, — porém fáceis de encontrar, caso necessárias.

“Menu → Desligar / Sessão → Salvar sessão”, no KDE

Infelizmente, esqueci de “Salvar sessão”, — recurso habilitado pela opção “Restaurar sessão salva manualmente”, em “Configurações do sistema (KDE) → Iniciação e desligamento → Sessão do desktop”, — e no outro dia foi necessário fazer tudo isso, outra vez.

Normalmente, faço isso depois de fechar todos os aplicativos, — exceto KSysguard, Psensor, Xsensors, — e minimizar o Dolphin, com as abas nas pastas escolhidas para o trabalho dos próximos dias.

Resumo do particionamento


Partições dos sistemas, de dados, de backup e de swap

Em forma de Tabela, o particionamento é muito mais simples do que a descrição, passo-a-passo, das modificações requeridas pela inclusão do terceiro HDD.

No entanto, convém registrar as “receitas”, — pois o ciclo de 2 anos, às vezes faz com que esqueça como havia configurado um antigo Kubuntu LTS, na hora de configurar o LTS seguinte, — sem falar das novidades estranhas que surgem, e algumas coisas boas que desaparecem.

Lembrando que a reserva de espaços para instalar 6 Linux no novo HDD não significa que todos os 4 Linux já existentes tenham de ser, necessariamente, transferidos para ele.

Comparativo das funcionalidades já obtidas dos vários Linux instalados e testados em trabalho diário

Na verdade, faz muito mais sentido separar, — em 2 HDDs diferentes, — o Kubuntu 16.04 LTS e o Linux Mint 18 KDE (com as respectivas “/home”).

São os 2 sistemas “principais”, — desempenham tarefas que ainda não consigo realizar nos outros 3 sistemas, — e em caso de falha em um HDD, pelo menos 1 sistema “principal” continuaria pronto para uso imediato, em outro HDD.

Se encontrar um terceiro sistema Linux capaz de desempenhar todas essas tarefas, seria interessante instalá-lo em um outro dos 3 HDDs.

O fato de agora dispor de espaços para 4 + 6 + 3 Linux (contando com o SSD externo) também não significa que valha a pena instalar uma dúzia de sistemas. — Instalar só faz sentido (dentro da minha concepção particular), na medida em que possa configurar por completo, manter sempre atualizado, usar, observar e documentar, — coisas razoáveis até 2 ou 3 sistemas, no máximo, sob pena de acabar tomando várias horas por dia.

Melhor do que ter vários Linux, é ter espaço para instalar, — “se” (e quando) deparar algo que valha a pena conhecer. — E só é possível saber isso, com algum espaço livre para instalar e testar no uso do dia-a-dia.

É claro que interessa acompanhar o KDE “rolling release” do KDE Neon, bem como as novidades em construção no Debian testing, e a evolução do Kubuntu entre o atual LTS e o próximo, — e agora não será necessário removê-los, para testar algum outro.

Enfim, os espaços reservados devem facilitar o remanejamento dos sistemas, de uma partição para outra, entre os HDDs.

(*) Convenções


HDD → “Hard disk drive” → “disco rígido” (mecânico)
SSD → “Solid state drive” → “disco” de Memória em “estado sólido” (não-mecânico)

Sequência da reorganização



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Relato desenvolvido de 21 a 23 Dez. 2016, principalmente no Linux Mint 18 KDE e no Kubuntu 16.04 LTS.

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