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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Artix Linux com KDE Plasma, OpenRC e XLibre

KInfoCentre do Artix Linux com KDE Plasma, OpenRC e XLibre
Artix Linux com KDE Plasma, OpenRC e XLibre •

Há muito tempo, eu queria experimentar o Artix Linux — sem SystemD (SystemD-Free) — para conferir a viabilidade de substituir o Arch Linux como minha “distro principal”, que uso em 99% do tempo.

Fastfetch com as principais características do Artix Linux KDE Plasma, XLibre, OpenRC init
Artix Linux com XLibre — fork do X11

Como brinde, agora o Artix vem com XLibre — um fork do X11 com a perspectiva de correções e atualizações de segurança — embora o usuário possa escolher sessão Plasma Wayland, na tela de Login.

Monitoramento e previsão do clima com o Weather widget plus
Weather widget plus no Artix Linux

Instalei o Artix em outra partição (dualboot), para experimentar pelo tempo que for necessário, antes de deletar (ou não) meu Arch. — Gostei do Artix, desde o primeiro dia, e quase não quero sair dele — mas ainda pretendo testar e aprender muito mais.

Algumas distros “systemd-free

Índice

  • Download, sha256sum, K3b
  • Instalação
  • Grub, X11 / XLibre, ajustes
  • pacman vs. Pac-Men
  • Repositórios do Arch Linux
  • Capturas de tela
  • Flatpaks-fantasma
  • Ajustes no Conky

Não confundir “Artix” (Arch systemd-free) — com “antiX” (anti-fascist, systemd-free, elogind-free, suitable for old and new computers), baseada no Debian, e parceira do “MX Linux” (sigla de “Mepis + antiX”).

Download, sha256sum, K3b

Download e verificação da imagem ISO do Artix Linux

Minha intenção era fazer a instalação por comandos, como no Arch (2019, 2020), mas pensei: — Preciso? — Mais tarde, talvez.

A Wiki do Artix desestimula esse esforço: — “A menos que você (...) esteja realizando uma instalação em servidor sem interface gráfica, há poucos motivos para usar as imagens base”. — Então, examinei as imagens ISO com KDE Plasma, e optei pelas “semanais” (não-testadas), lançadas naquele mesmo dia.

Escolhi OpenRC init, por ser mais “conhecido” e me parecer que tem uma base maior de desenvolvedores e usuários (Gentoo). — Atualmente, já tenho o Runit no Void — e vejo falar menos do “dinit” e do “s6”.

Baixei a imagem “artix-plasma-openrc-20260407-x86_64.iso” da página de downloads do Artix; — fiz a verificação pelo “sha256sum”; — e “queimei” pelo K3b em DVD, para guardar.

O download direto prometia demorar horas, pois não há espelhos no Brasil. — Baixei por Torrent, em cerca de 1 minuto.

Configuração do Fuso Horário, Teclado, Localização da sessão Live

No menu de boot, alterei o Fuso Horário para BRT, o Teclado para ABNT2, o Idioma / Localização para Reino Unido (en_UK) — e a sessão Live já começou com o horário correto: 12:05.

$ whoami
artix

$ echo $XDG_SESSION_TYPE
x11

$ history
    5  2026-04-07_12-12-52 sudo pacman -Sy
    7  2026-04-07_12-18-10 sudo pacman -S gnome-screenshot
    9  2026-04-07_12-37-16 echo $XDG_SESSION_TYPE
   11  2026-04-07_12-38-50 sudo pacman -S conky
   13  2026-04-07_12-53-48 echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
   14  2026-04-07_12-54-03 source ~/.bashrc
   15  2026-04-07_12-54-08 history

A sessão Live já começou em XLibre (identificado como X11) — o que foi ótimo, para poder usar o “gnome-screenshot” e o Conky.

Não encontrei a senha do Live User (artix) — mas o “sudo” não pediu.

Instalei o “gnome-screenshot”, o Conky; — configurei os atalhos para salvar as capturas em um Pendrive de 2 GB; — e pude documentar tudo desde o início da sessão Live:

Configuração do gnome-screenshot para documentar a sessão Live

Usei uma configuração do Conky que tenho no Pendrive; — movi para o Pendrive os arquivos do ~/Desktop (manuais em PDF); — e instalei fontes Verdana, mais legíveis e econômicas de espaço na vertical.

Instalação

Iniciando a instalação do Artix pelo Calamares

Ao ser aberto, o instalador Calamares avisou que a opção “online” é experimental — e recomendou usar a opção “offline”.

Ainda no “Welcome”, eu já tinha alterado o Idioma para Inglês britânico (en_UK). — Ao escolher o Fuso Horário BRT, no instalador Calamares, não percebi que isto iria colocar Números e Datas em Português do Brasil. — Se percebesse, teria alterado, ali mesmo.

  • Ao pedir ou oferecer ajuda em qualquer fórum internacional, imagens em Português são uma barreira. — O Inglês é universal. — Na variante do Reino Unido (UK), as datas seguem um padrão familiar para nós, no Brasil. Melhor ainda, seria a variante da Irlanda (en_IE).

Escolha manual de partições que já existiam

Selecionei layout de Teclado “Português (Brasil)”, “Default” (ABNT2); — e escolhi particionamento manual — pois eu já tinha as partições prontas. Só faltava escolher e configurar cada uma.

Resumo das configurações de instalação do Artix Linux

Marquei para formatar só a partição-raiz (Linux11), pois eu queria preservar a pasta pessoal existente partição Home11, com inúmeras configurações que vim fazendo ao longo dos anos; e também os bootloaders existentes na partição ESP (EFI2). — Essas opções só serão mostradas no “Resumo” (Summary) — e convém verificar com cuidado, para evitar algum desastre.

Se eu tivesse prestado atenção, veria que estava configurado “números e datas em Português do Brasil” — e poderia voltar atrás, para corrigir. — Mas isso não chega a ser um desastre.

Eu não configurei a partição Swap, porque não entendi como fazer isso, nesta versão do instalador Calamares. — Mas é muito simples e fácil configurar isso depois de instalar a distro.

A instalação no “disco” — etapa automática, com slide-show — foi feita em 7 minutos (DVD para SSD Sata3), das 14:22 às 14:29.

Grub, X11 / XLibre, ajustes

O Grub do Artix não detectou o openSUSE

Não cheguei a testar o Grub do Artix para cada uma das distros que eu tinha em dualboot / multiboot. — Apenas constatei que ele não detectou o openSUSE, instalado em partição BtrFS — e que deveria aparecer logo acima do Arch Linux.

Essa falha é (ou, era) comum, no Grub de várias distros. — Por isso, o Grub do openSUSE é meu “Menu de inicialização”.

Novo Login, agora em sessão Plasma X11 (XLibre)

A sessão Live tinha entrado automaticamente em Plasma X11 — mas eu demorei uns 20 minutos para perceber que, depois de instalado, entrou em Plasma Wayland. — Apenas, nada acontecia como eu esperava, a começar pelo gnome-screenshot, que só funciona em X11 / XLibre.

Sem capturas, prefiro não seguir adiante, para não fazer configurações sem documentar. — Mesmo assim, fiquei sem registro da instalação das fontes Verdana — pouco antes do “killall conky” (15:38).

O que me resta daqueles 20 minutos iniciais são apenas os logs, algumas anotações em TXT, e uma ou outra foto — porque frustração não se fotografa. — O mais comum, é um iniciante xingar a distro, e procurar outra, que funcione como esperado, desde o primeiro minuto:

# history | grep '2026-04-07'
    1  2026-04-07_15-21-30 history
    2  2026-04-07_15-26-29 pacman -Syu
    3  2026-04-07_15-27-32 pacman -S gnome-screenshot
    4  2026-04-07_15-32-31 pacman -S conky

$ history | grep '2026-04-07'
  219  2026-04-07_15-33-51 gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_Ax.jpg
  220  2026-04-07_15-33-59 gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_Ax.jpg
  221  2026-04-07_15-38-02 killall conky
  222  2026-04-07_15-38-44 gnome-screenshot
  223  2026-04-07_15-42-32 echo $XDG_SESSION_TYPE

$ echo $XDG_SESSION_TYPE
wayland

2026-04-07 15:44:55 -- Logout, Login X11...

$ echo $XDG_SESSION_TYPE
x11

Na sessão Plasma X11, finalmente, as coisas funcionaram — quase como a distro anterior, ou qualquer outra dos últimos anos — Reaproveitar a plasta de usuário é uma grande economia de trabalho.

Naturalmente, faltava corrigir várias coisas — trocar o ícone do Menu; ajustar o Conky; ajustar scripts; — e instalar dezenas de pacotes, como LibreOffice, Gimp, KDE Connect (liberar portas), yay etc.

Listas comparadas dos pacotes instalados no Arch e no Artix

Para facilitar, gerei listas dos pacotes instalados no Arch e no Artix, e usei o comando “diff -y” para apontar as diferenças — mas há coisas que instalei no Arch, que perderam sentido, e não pretendo instalar no Artix.

pacman -Q  > Arch-all.txt
pacman -Qe > Arch-explicit.txt
pacman -Qm > Arch-foreign.txt

pacman -Q  > Artix-all.txt
pacman -Qe > Artix-explicit.txt
pacman -Qm > Artix-foreign.txt

diff -y Arch-all.txt      Artix-all.txt
diff -y Arch-explicit.txt Artix-explicit.txt
diff -y Arch-foreign.txt  Artix-foreign.txt

Atualização do Grub e correção da prioridade de boot

Depois, atualizei o Grub do openSUSE — meu “Menu de inicialização” — e recoloquei seu bootloader na prioridade, pelo “efibootmgr”.

Desabilitando a detecção de outras distros e atualizando o Grub

Dias depois, desabilitei a detecção de outras distros (os-prober) — e o tempo de atualização do Grub caiu de mais de 40 segundos para menos de 3 segundos. — Curiosamente, nesse dia detectou o openSUSE, mas não verifiquei se funcionaria corretamente.

Deletando pastas de usuários experimentais

Deletei as pastas pessoais de 2 usuários — criados numa distro anterior, apenas para teste — e que não existem nessa instalação do Artix.

pacman vs. Pac-Men

Pacman fazendo a festa

Instalei o Artix no dia 7 Abril (Terça-feira), com uma imagem ISO de horas antes. — No dia seguinte (Quarta-feira, 8), o pacman encontrou 87 atualizações — principalmente, pacotes do Plasma 6.6.4.

O download foi uma festa para os olhos! — Um batalhão de Pac-Men engolindo dezenas de bolinhas, na velocidade da luz — e uma impressão (visual) de tirar o fôlego.

Alguns pacotes teriam sido baixados, supostamente, a 84,9 MiB/s — coisa que meu provedor de internet não permite.

Segundo o Conky, o download atingiu um pico de 63,7 MiB/s — o que é sensacional, mesmo assim, já que o Artix não tem espelhos (mirrors) no Brasil — e é muito raro eu conseguir downloads acima de 20 MiB/s a partir dos EUA ou da Europa.

Existe 1 espelho no Chile, mas a URL tem “cl” no meio (não no final); — e o ping nega sua existência. — Um colega no Rio Grande do Sul costumava obter ótimas velocidades de download desde o Chile; mas nunca consegui isso em Brasília.

Naquele dia, não seria possível fazer uma comparação com meu Arch Linux, que já tinha 3 dias sem atualização. — Então, atualizei o Arch, para colocá-lo em pé-de-igualdade com o Artix — preparando um teste em paridade de condições, para 5 dias mais tarde.

Também precisava atualizar as configurações do pacman no Arch — que ainda estava limitado a 2 downloads em paralelo.

No Arch, mantive só 1 espelho — que me atende muito bem, há anos; — enquanto no Artix todos os espelhos estão habilitados, com destaque para 4 que desconheço (entre eles, 1 da República Tcheca):

------------------------------------------------------------------------     --------------------------------------------------------------------
Arch                                                                         Artix
------------------------------------------------------------------------     --------------------------------------------------------------------
/etc/pacman.d/mirrorlist                                                     /etc/pacman.d/mirrorlist

## Arch Linux repository mirrorlist                                          ## Artix Linux repository mirrorlist
## Generated on 2026-04-06                                                   ## Generated on 2026-03-24 by artix-mlg
...                                                                          ...
## Belgium                                                                   # Default mirrors
#Server = https://mirror.1ago.be/archlinux/$repo/os/$arch                    Server = https://mirrors.rit.edu/artixlinux/$repo/os/$arch
#Server = https://archlinux.mirror-services.net/archlinux/$repo/os/$arch     Server = https://ftp.crifo.org/artix/repos/$repo/os/$arch
                                                                             Server = https://ftp.sh.cvut.cz/artix-linux/$repo/os/$arch
## Brazil                                                                    Server = https://mirrors.dotsrc.org/artix-linux/repos/$repo/os/$arch
Server = https://archlinux.c3sl.ufpr.br/$repo/os/$arch
#Server = https://br.mirrors.cicku.me/archlinux/$repo/os/$arch               ## Europe
#Server = https://mirror.ufscar.br/archlinux/$repo/os/$arch                  # Bulgaria
#Server = https://mirrors.ic.unicamp.br/archlinux/$repo/os/$arch             Server = https://artix.arkhost.com/repos/$repo/os/$arch
                                                                             # Czech Republic
## Bulgaria                                                                  Server = https://ftp.sh.cvut.cz/artix-linux/$repo/os/$arch
#Server = https://mirror.telepoint.bg/archlinux/$repo/os/$arch               # Denmark
...                                                                          ...
------------------------------------------------------------------------     --------------------------------------------------------------------

No novo “/etc/pacman.conf” do Arch Linux, agora estão habilitados 5 downloads paralelos — contra 7 no Artix.

Mantive no Arch os repositórios Core, Extra — e desabilitei o Multilib (100 pacotes removidos); — enquanto no Artix estão habilitados System, World e Galaxy, cujos significados eu ainda não sabia.

Velocidade real de download de pacotes pelo pacman no Arch e no Artix

O Arch tem agora 1.293 pacotes instalados — enquanto o Artix ainda está com apenas 1.087 — mas a atualização geral no Domingo (12 Abril) foi bastante equilibrada, permitindo uma comparação razoável:

-----------------------------------------------       -----------------------------------------------
Arch                                                  Artix
-----------------------------------------------       -----------------------------------------------
# date; time pacman -Syu; date                        # date; time pacman -Syu; date
Sun 12 Apr 05:06:13 -03 2026                          Sun Apr 12 04:08:53 -03 2026
:: Synchronising package databases...                 :: Synchronizing package databases...

 core          ...                                     system        ...
 extra         ...                                     world         ...
                                                       galaxy        ...

Packages (136) ...                                    Packages (117) ...

Total Download Size:       318.15 MiB                 Total Download Size:       320.17 MiB
Total Installed Size:     1252.59 MiB                 Total Installed Size:     1287.86 MiB
...                                                   ...
Total (136/136)   318.1 MiB  40.0 MiB/s   00:08       Total (117/117)   320.2 MiB  24.7 MiB/s  00:13
...                                                   ...
real    0m 53.972s                                    real    1m 22.696s
user    0m 9.766s                                     user    0m 7.772s
sys     0m 8.634s                                     sys     0m 8.339s
Sun 12 Apr 05:07:07 -03 2026                          Sun Apr 12 04:10:16 -03 2026
-----------------------------------------------       -----------------------------------------------

Em resumo, o Artix alcançou um pico de velocidade um pouco maior (65,1 contra 64,6 MiB/s) — mas sua velocidade média foi de 24,7 MiB/s, baixando até 7 pacotes ao mesmo tempo, de servidores sabe-se lá onde — enquanto o Arch Linux apresentou velocidade média de 40,0 MiB/s, baixando até 5 pacotes simultâneos, de apenas 1 servidor.

Essa média de 24,7 MiB/s é uma boa marca, mesmo assim. — O Mirror Manager do Fedora (similar ao Mirror Brain do openSUSE) tem obtido pouco mais (29,0 MiB/s) — mesmo dispondo de um ótimo espelho no Brasil (o mesmo que eu uso no Arch).

Repositórios do Arch Linux

Repositórios do Arch Linux — no final do “pacman.conf”

Após quase 2 semanas usando o Artix 99% do tempo, a única barreira que encontrei para adotá-lo como minha “distro principal” era a falta do Foliate — pois há muito tempo optei por livros em formato ePub — e do Sigil, para fazer algumas correções e ajustes nesses arquivos.

Por alguma razão, Foliate e Sigil não estão nos repositórios do Artix.

Instalei a infraestrutura do Flatpak, e tentei essa versão (do próprio desenvolvedor), mas me deparei com um problema — já encontrado, também, no PCLinuxOS. — Tenho a certeza de que “basta” descobrir alguma solução, mas desinstalei.

Tentei a versão do AUR (de 2023!). — Baixou toneladas de pacotes, ficou vários minutos compilando, a 100ºC, e por fim disse que não foi possível. — Gastei um tempo bem maior, para remover 135 pacotes órfãos, que foram o saldo dessa tentativa.

Felizmente, comentei no Fórum do Diolinux, e 2 colegas que usam Artix deram a solução: — Habilitar o repositório “Extra” do Arch Linux (jamais o “Core”!) — e mais algumas dicas preciosas (além da tranquilidade transmitida, que não tem preço).

Essas dicas estão muito bem explicadas na Wiki do Artix.

# history
  ...
  173  2026-04-19_03-06-52  pacman -Syu
  174  2026-04-19_03-09-19  pacman -S artix-archlinux-support
  175  2026-04-19_03-14-52  pacman-key --populate archlinux
  178  2026-04-19_03-35-07  pacman -Syu
  179  2026-04-19_03-35-43  pacman -S wget
  182  2026-04-19_03-38-50  wget https://archlinux.org/mirrorlist/all/ -O /etc/pacman.d/mirrorlist-arch
  183  2026-04-19_03-50-15  pacman -Syu
  184  2026-04-19_03-51-07  pacman -S foliate
  218  2026-04-21_19-40-43  pacman -S sigil
  ...

Os passos são simples:

Instalar o pacote “artix-archlinux-support”, do próprio Artix. — Ao final, ele mesmo já ensina os passos seguintes:

----------------------------------------
==> Add the arch repos in pacman.conf:

#[extra-testing]
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch

[extra]
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch

#[multilib-testing]
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch

#[multilib]
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch
----------------------------------------

==> run: 'pacman-key --populate archlinux'

Observe que esses repositórios devem ser adicionados no final do “pacman.conf” do Artix — abaixo dos seus repositórios — para ficarem com prioridade secundária em relação a eles.

Executar o comando “pacman-key”, para obter as chaves de segurança.

Lista de espelhos (mirrorlist) do Arch Linux, no Artix

Pelo comando wget, obtive a lista atualizada dos espelhos do Arch Linux.

Foliate instalado no Artix Linux

A instalação do Foliate exigiu apenas 10 dependências — todas dos repositórios do próprio Artix. — A instalação do Sigil exigiu apenas 4 dependências, também todas dos repositórios oficiais.

Naturalmente, não se recomenda abusar desse recurso — assim como não se recomenda abusar de AUR, Flatpaks etc.

Capturas de tela

Falha do gnome-screenshot com o parâmetro “-w” e formato JPG

Desde Outubro 2025, o parâmetro “-w” do gnome-screenshot — capturar só a janela ativa — começou a salvar arquivos JPG “vazios” (com 0 byte), no meu Arch Linux.

Captura de janela ativa em formato PNG, pelo gnome-screenshot

Depois de várias experiências, optei por salvar essas capturas de janela em formato PNG — e agora tive de fazer o mesmo no Artix.

Action                      Command
------                      -------
Fullscreen                  gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.jpg
Fullscreen    - delay 7’’   gnome-screenshot -p -d 7 -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.jpg
Active Window               gnome-screenshot -w -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.png
Active Window - delay 7’’   gnome-screenshot -w -p -d 7 -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.png

O parâmetro “-f” salva automaticamente (sem mais interação), na pasta indicada e com nome-de-arquivo no padrão indicado. — O parâmetro “-p” inclui o ponteiro do mouse; e o “-d” retarda pelo número indicado de segundos.

Flatpaks-fantasma

Remoção de Flatpaks herdados na partição /home

Eu tinha 9 flatpaks do sistema e 8 flatpaks do usuário, na distro que antecedeu o Artix nas partições Linux11 e Home11. — Ao reaproveitar a pasta pessoal na Home11 (não formatada), meu 2º Conky indicou a sobrevivência de 8 flatpaks de usuário — informação do Fastfetch.

Removing flatpaks:

$ flatpak list
Name                                       Application ID                             Version                      Branch          Installation
Easyflatpak                                org.dupot.easyflatpak                      4.0.29                       stable          user
Freedesktop Platform                       org.freedesktop.Platform                   freedesktop-sdk-25.08.8      25.08           user
Mesa                                       org.freedesktop.Platform.GL.default        25.3.5                       25.08           user
Mesa (Extra)                               org.freedesktop.Platform.GL.default        25.3.5                       25.08-extra     user
Intel VAAPI driver                         org.freedesktop.Platform.VAAPI.Intel                                    25.08           user
Codecs Extra Extension                     org.freedesktop.Platform.codecs-extra                                   25.08-extra     user
GNOME Application Platform version 49      org.gnome.Platform                                                      49              user
Adwaita dark GTK theme                     org.gtk.Gtk3theme.Adwaita-dark                                          3.22            user

  2026-04-10 - 14:20   # pacman -S flatpak
  2026-04-10 - 14:23   $ flatpak list
  2026-04-10 - 14:28   $ flatpak uninstall org.dupot.easyflatpak org.freedesktop.Platform org.freedesktop.Platform.GL.default org.freedesktop.Platform.GL.default org.freedesktop.Platform.VAAPI.Intel org.freedesktop.Platform.codecs-extra org.gnome.Platform org.gtk.Gtk3theme.Adwaita-dark

Para eliminá-los, instalei o Flatpak — listei seus pacotes pelo comando “flatpak list” — e eliminei todos pelo comando “flatpak uninstall”.

Ajustes no Conky

Contagem dos pacotes Artix, AUR, Arch, Flatpak no Conky (Junho)

Eu já monitorava, pelo Conky, o número de pacotes instalados em cada distro — antigamente, extraindo essa informação do Neofetch — e mais recentemente, do Fastfetch:

Distro      Fastfetch count - 2026-03-29

openSUSE    Packages: 4392 (rpm)
Arch        Packages: 1390 (pacman)
Debian      Packages: 3464 (dpkg)
Fedora      Packages: 3111 (rpm)
PCLinuxOS   Packages: 2381 (rpm), 13 (flatpak-system), 1 (flatp
PCLinuxOS   Packages: 2545 (rpm), 11 (flatpak-system), 8 (flatp
Mageia      Packages: 3493 (rpm)
Kubuntu (*) Packages: 2089 (dpkg)
Void        Packages: 1201 (xbps)
Mint    (*) Packages: 2495 (dpkg)
PCLinuxOS   Packages: 2365 (rpm), 9 (flatpak-system), 8 (flatpa
Mx25        Packages: 2803 (dpkg)

Artix  (**) Packages: 1076 (pacman), 8 (flatpak-user)

(*) Neofetch; (**) 2026-04-08.

Gostei de ver o Fastfetch discriminar os pacotes do Flatpak — e ainda por cima, discriminando os do sistema e os do usuário. — Mas agora achei mais importante discriminar os pacotes do Artix, do Arch e do AUR.

$ pacman -Q | wc --lines                                           -- installed packages data base
   1149
$ pacman -Qm | wc --lines                                          -- foreign packages
      3
$ pacman -Qn | wc --lines                                          -- native packages
   1146
$ pacman -Qi | grep '@archlinux' | wc --lines                      -- pacages from Arch
      2
$ pacman -Qin | grep Packager | grep -v '@archlinux.org' | wc -l   -- native packages, except from Arch
   1144
$ flatpak list | wc --lines                                        -- Flatpak packages
      0

O comando “pacman -Qm” discrimina os pacotes “estrangeiros” (foreign) — que não se encontram nos repositórios sincronizados. — No meu caso, até hoje, só pacotes do AUR.

O comando “pacman -Qn” discrimina os pacotes “nativos” — que se encontram nos repositórios sincronizados — mas isso inclui também os do Arch Linux.

Conky com o número dos pacotes instalados no Artix Linux

Usei o comando “pacman -Qi | grep '@archlinux'” para identificar aqueles cujos empacotadores assinam com o email institucional do Arch. — Isso não é garantido — mas entre os 1288 pacotes instalados no meu Arch, apenas 1 empacotador assinou com email externo. Portanto, as chances são grandes. 😇

Para os pacotes nativos do Artix, fiz o inverso: — “pacman -Qin | grep Packager | grep -v '@archlinux.org'” — pois nem todos os empacotadores do Artix assinam com o email institucional “@artixlinux”.

Conky (2) - before:

# ${execi 600 neofetch  --de_version on --stdout | grep "Packages:"}
(or)
# ${execi 600 fastfetch | grep -o -P '.{0,0}Packages.{0,43}'}

Conky (2) - now:

Packages: \
${execi 3600 pacman -Qin | grep Packager | grep -v '@archlinux.org' | wc --lines} (Artix), \
${execi 3600 pacman -Qm | wc --lines} (AUR),
                ${execi 3600 pacman -Qi | grep '@archlinux' | wc --lines} (Arch), \
${execi 3600 flatpak list | wc --lines} (flatpak)

Enfim, a contagem de “zero flatpaks” exigia que eu mantivesse instalada a infraestrutura do Flatpak — o que era um contra-senso. — Um dia, acabei eliminando isso.

Partição Swap

Adicionando e habilitando a partição Swap no Artix Linux

Depois de quase 2 meses, lembrei de habilitar a partição Swap. — Como ela é comum a todas as distros, apenas copiei a linha correspondente do arquivo /etc/fstab do Arch Linux — e colei no do Artix.

Em seguida executei, como super-usuário (root), o comando “swapon --all --verbose” — que monta todas as partições indicadas no fstab — e exibe os detalhes.

KDE Connect

Emparelhamento do celular e download de fotos pelo KDE Connect

Liberei as portas usadas pelo KDE Connect — e fiz o emparelhamento:

   88  2026-04-09_14-35-31 iptables -I INPUT -p tcp --dport 1714:1764 -j ACCEPT
   89  2026-04-09_14-35-40 iptables -I INPUT -p udp --dport 1714:1764 -j ACCEPT

$ iptables -V
iptables v1.8.13 (nf_tables)

$ pacman -Q | grep tables
iptables 1:1.8.13-1
nftables 1:1.1.6-3

Embora eu tenha usado comandos “iptables”, é o “nftables” que está atuando. — Ainda preciso estudar melhor as configurações do Firewall.

lm_sensors

“sensors” e “hwmon”, antes de configurar

Não encontro registro de que eu tenha configurado o “lm_sensors” (pelo script Perl “sensors-detect”), até 25 Maio. — Eu também ainda não o tinha configurado para ser iniciado pelo OpenRC. — No entanto, ele funcionava normalmente, embora com poucas informações.

A pasta“/sys/class/hwmon” tinha apenas 3 sub-pastas — com 6 itens, 5 itens, e 40 itens, respectivamente.

Pletora de informações do sensors no Arch Linux

Mas eu sentia falta de mais informações — como no Arch (e também no openSUSE Tumbleweed e no Debian Testing) — onde a pasta “hwmon” contém mais uma sub-pasta, com 310 itens adicionais.

Então, descobri que precisava instalar um pacote adicional, para colocar o “lm_sensors” na inicialização pelo OpenRC:

# pacman -Qi lm_sensors-openrc
Name            : lm_sensors-openrc
Version         : 20210505-2
Description     : OpenRC lm_sensors init script

# pacman -Qi | grep '^\(Name\|Install Date\)\s*:' | grep -A2 'lm_sensors'
Name            : lm_sensors
Install Date    : Tue 07 Apr 2026 06:50:35
Name            : lm_sensors-openrc
Install Date    : Mon 25 May 2026 08:28:43

  334  2026-05-25_08-28-38 pacman -S lm_sensors-openrc
  335  2026-05-25_08-32-00 sensors-detect
  341  2026-05-25_08-46-02 rc-service lm_sensors start
  357  2026-05-25_09-42-13 rc-update add lm_sensors

Demorei um pouco para conseguir que os comandos “start” + “add” produzissem o efeito esperado — agora, ele é iniciado pelo OpenRC — mas não sei por que demorei a conseguir isso, nem por que (nem como) acabei conseguindo.

O comando deveria ser “rc-update add lm_sensors default” (Gentoo Wiki). — O fato de que “acabei por conseguir” pode até ser um consolo — mas deixa uma lacuna no entendimento.

Resultado após configurar o lm_sensors e reiniciar o Artix

E o fato é que tudo isso não fez diferença alguma: — Nada mudou.

Locales

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• Publicado em 9 Abril 2026; e desenvolvido até...

— … ≠ “•” ≠ … —

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