sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Montagem automática de partições no Linux Mint 17.3 Cinnamon

Montagem automática de três partições extras, ao iniciar o Linux Mint 17.3 Cinnamon

Montar automaticamente 3 partições “adicionais”, — logo ao iniciar o Linux Mint 17.3 Cinnamon, — foi um desafio cabuloso, para um usuário leigo.

Por “adicionais”, refiro-me às que não faz parte do sistema, — por exemplo, partições do Windows, ou a partição /home de outro Linux.

Comecei a tentar em 28 Jan. 2016 (segundo o histórico do Chromium); prossegui em 29 Jan., 5 Fev., e obtive êxito no dia 8 Fev.

É claro que fiz muitas outras coisas, nesses dias todos, — além de pesquisar, ler muito e colecionar bookmarks, — mas também passei sufoco com algumas tentativas que deram maus resultados, e desaconselharam continuar tentando às cegas.

  • Ver “Três anos depois” (no final)

Informática = Informação + Automação?


Por padrão, o Mint 17.3 Cinnamon chama o Nemo (“fork” do Nautilus), quando você clica em Menu → Arquivos; ou em Menu → Locais → (Pasta) ou (Volume).

O ícone dele, — uma pasta verde, — é um dos três que já vêm no Painel (barra inferior), ao lado do Firefox e do Terminal, quase grudados no Menu.

Também por padrão, o Nemo já abre com um Painel lateral, oferecendo todos os “Locais”, — Pastas e “Volumes”, — independente de estarem montados ou não.

Os que já estão montados são assinalados por um micro-ícone, alinhado à direita. Nos demais, basta clicar, para montar na hora.

Essa “montagem manual” (sob demanda) acaba ficando muito chata, com o passar do tempo.

Quase todo meu trabalho é feito nas partições “E:\” e “F:\” do Windows, — enquanto as partições “/home” do Kubuntu e do Mint são usadas como backups, uma vez que não são acessíveis ao Windows. — Trabalhar nelas criaria arquivos fora de alcance.

Ocorre, com frequência, começar o trabalho por um arquivo editado na véspera, — com 3 cliques, você vai em Menu → Arquivos recentes → Arquivo X, — mas o LibreOffice não responde.

Outros programas, — que “lembram” a pasta onde salvaram arquivos pela última vez, — já abrem em estado de choque, e lá se vai um tempo a fechar aplicativo, montar partições, reabrir aplicativo etc.

O LuckyBackup, — primeiro aplicativo que disparo logo ao iniciar, — também já tropeçou na falta de montagem prévia das partições.

Alguém comenta que aplicou um wallpaper gravado numa partição “não-Mint” (ou não-Ubuntu), — mas o papel de parede só aparecia depois de clicar na partição para montá-la, — todos os dias.

No tempo em que os bichos falavam


Batendo cabeça, ao iniciar no Linux

Esse tipo de coisa já me deu trabalho, num antigo Kurumin, logo após a instalação, quando o K3b se recusava a gravar um CD, e eu nunca lembrava se aquilo era por falta de “montagem” ou por falta de “permissão” (ou ambos). O caderno mais antigo está povoado de anotações, dicas, linhas de comando esotéricas, — às vezes contraditórias, — que não se recomendam mais, após tantos anos.

Melhorou o mundo, — melhorou o Linux, melhorou meu estado de “ignorância aperfeiçoada”, — fato é que, a cada ano, o caderno recebe menos anotações de coisas tão básicas.

Configurações de montagem automática de discos, partições, dispositivos removíveis etc. no Kubuntu

No Kubuntu, já está resolvido há tanto tempo, que até me esqueci desse velho “problema”. — Fui lá olhar, para lembrar como era a “solução”, — e constatei que é a simplicidade em pessoa.

Você vai em Menu → Configurações do sistema → Dispositivos removíveis, e apenas marca quais partições devem ser montadas automaticamente ao iniciar a sessão. — Depois, clica “Aplicar”, e nunca mais se preocupa com isso.


Depósito de bombas


Menu → Acessórios → Discos → (HD → partição) → Mais opções → Editar opções de montagem

Não encontrei nada disso, nas Configurações de sistema do Linux Mint 17.3 Cinnamon.

Em Menu → Configurações do sistema, simplesmente não existe nada que se assemelhe a “Dispositivos removíveis”, — e muito menos, a “montagem”.

Aliás, pesquise no Menu por “monta”, “mount” ou “mnt”, e não encontre nada, — a menos que tenha algum arquivo nomeado assim.

Pesquisando na internet, acabei voltando ao aplicativo “Discos”, — que já tinha visto, e do qual já tinha fugido, mais rápido do que de uma cascavel, — agora munido de um punhado de dicas básicas, sem as quais jamais imaginaria encontrar ali uma coisa tão inocente quanto “montar partições automaticamente”. Faz todo sentido, não nego, mas…

A oferta, ali, é de excluir partição, formatar, editar sistema de arquivos, aplicar “bela-adormecida” num HD, e daí para pior, — tudo isso, em destaque, logo no topo.

Discreto (bem escondido), só a opção que você procura: — “Editar opções de montagem”, — mas tenha cuidado, pois os resultados poderão fazê-lo voltar ali, vezes sem fim, tentando e tornando a tentar, — e a cada tentativa, aumenta o risco de acabar clicando errado. (Ok, com certeza pede senha, antes de detonar).

Esse verdadeiro “campo minado”, chamado “Discos” (gnome-disk-utility), não está em “Menu → Configurações do sistema”, nem em “Menu → Administração”, como se poderia supor.

Está em Menu → Acessórios, entre Calculadora, Mapa de caracteres, bloco de Notas y otras cositas más, que você usa todos os dias, sem maiores cuidados.

Clique em ON / OFF para habilitar a personalização das opções de montagem de sua partição extra

“Opções automáticas de montagem”


Munido das dicas encontradas na internet, selecione uma partição “adicional”, clique nas engrenagens, — as pequenas, embaixo; não a grande, no alto, — e clique em “Editar opções de montagem”.

Abre-se uma caixa entitulada “Opções automáticas de montagem”, que ostenta um belo “ON”, em verde, — significando não está “ON”, — deve-se clicar ali, para ativar.

(Depois de clicar, o “ON” verde desaparece, e aparece ao lado dele um “OFF” em cinza, — significando que não está “OFF”, — deve clicar ali para desativar. Na verdade, tanto faz clicar de um lado ou do outro. A lógica é de um seletor deslizante, que esconde a opção em vigor e exibe apenas a alternativa).

Portanto, clique em “ON”, para ter acesso à personalização das opções de montagem de sua partição extra.

Opções: (a) Montar ao inicializar; e (b) Exibir na interface do usuário

Clicado o “ON”, ele desaparece, e habilitam-se as várias opções de marcar / desmarcar, bem como vários campos editáveis por preenchimento ou por múltipla escolha.

As opções e preenchimentos que vêm como default são as seguintes:

(X) Montar ao inicializar
(X) Exibir na interface do usuário
(_) Exigir autorização adicional para montar
Nome de exibição: _________
Nome do ícone: __________
Nome do ícone simbólico: __________
__: nosuid,nodev,nofail,x-gvfs-show
Ponto de montagem: /mnt/(UUID)
Identificar como: /dev/disk/by-uuid/(UUID) ↓
Tipo de sistema de arquivos: auto

Você evita mexer no que não entende, — aceita os defaults do sistema, — e, ao reiniciar o computador, recebe uma mensagem em “tela preta” dizendo que não deu certo, não foi possível etc.:

Pressione S para pular a montagem ou M para montagem manual

Pressione S para pular a montagem ou M para montagem manual

Senha ou CTRL-D: montagem falhou

Em seguida, mais uma mensagem para especialistas: — Senha para manutenção, ou CTRL-D para seguir assim mesmo.

Não foi possível montar a partição. “Tente dmesg | tail ou algo assim”

Além de não se realizar a montagem automática da partição, também ficou impossível a montagem manual.

Agora, você clica numa partição mostrada na barra lateral do Nemo, e recebe o aviso de erro, — acompanhada da sugestão:

“Tente dmesg | tail ou algo assim” (“or so”).

Opção x-gvfs-show não-reconhecida, ou falta parâmetro

Ao executar esse comando, fica-se sabendo que a opção x-gvfs-show não é reconhecida, — ou falta algum parâmetro.

x-gvfs-show — à frente do seu tempo, — util-linux ainda não chegou lá

Rápida pesquisa na web indica que x-gvfs-show depende de util-linux 2.21 ou superior, — mas acontece que o disponível nos repositórios ainda é o 2.20.

Trata-se de um bug (#1011257, #1012081), — ou de simples defasagem por excessiva antecipação, — que também afeta muitos usuários do Ubuntu (cujo “gnome-disk-utility” o Mint aproveita).

(A situação deve se normalizar quando sair o Ubuntu 16.04, — e a seguir o Linux Mint 18, — segundo pude entender pesquisando na internet).

Talvez se possa suprir isso, adicionando um repositório “pessoal” (PPA), direto dos desenvolvedores, — mas não procurei saber.

Dicas & tentativas


Encontram-se várias dicas na internet, — para sair do impasse, — incluindo essas duas, mais amplamente difundidas:

A) Preencher o campo “Nome de exibição”, com um nome qualquer, — digamos, “Dados”, — de modo a suprir o parâmetro que falta. O resultado é algo desse tipo:

nosuid,nodev,nofail,x-gvfs-show,x-gvfs-name=Dados

Não resolveu o problema por aqui.

Ou, trocar “x-gvfs-show” por “comment=x-gvfs-show”, — que muitos também dizem que deu certo para eles.

B) Desmarcar a opção “Exibir na interface do usuário”, — de modo a eliminar o bendito “x-gvfs-show”. Aquela linha se reduz a isso:

nosuid,nodev,nofail

Com esta opção, o sistema re-inicializou sem reclamar de nada. Aparentemente a “montagem” das partições realizou-se com perfeição.

Arquivo /etc/fstab alterado pelo “Discos” (gnome-disk-utility), — sem a opção “exibir na interface do usuário

Só, que… ninguém conseguiu encontrá-las, — nem o Nemo, nem o Dolphin, nem qualquer outro aplicativo. — E não foi por falta de procurar em todos os recantos /dev, /media, /mnt da “árvore”.

No final do /etc/fstab, apareciam linhas como essa, por exemplo, adicionada pelo “Discos”:

/dev/disk/by-uuid/985B-1E0D /mnt/985B-1E0D auto nosuid,nodev,nofail 0 0

Para resumir, cito apenas um debate no forum Mint, e um no Ubuntu Handbook.

Essas e outras sugestões sempre resolvem o problema de alguém, — que agradece, feliz da vida, — mas logo surge outro, informando que para ele o problema continua. Infelizmente, era sempre o meu caso.

É claro que se podem tentar inúmeras outras opções, ora mudando uma coisa, ora outra, — por exemplo, montagem em /med/(USER)/(LABEL). Ou, qualquer das 5 opções de “Identificar como”. Ou, substituir o Tipo de sistema de arquivos, de “auto” para “vfat” (se for o caso).

Fiel à minha ignorância, eu jamais tentaria 2 alternativas ao mesmo tempo. Mudaria 1 coisa de cada vez, testaria e, se não desse certo, desfaria, — antes de testar outra. — Só depois, começaria a combinar 2 alternativas, depois 3, e assim por diante, até esgotar todas as possibilidades.

Quem gosta de matemática poderá calcular rapidamente quantas combinações serão possíveis, — considerando o número de variáveis e o número de opções de cada variável, — algum número exponencial, sem sombra de dúvida.

Não me parece razoável, um leigo ter de fazer centenas, ou milhares de testes.

Do dia 28 Jan. ao dia 7 Fev., colecionei uns 20 bookmarks, — apenas as dicas e discussões mais promissoras, — e testei só as que pareciam fazer algum sentido. Infelizmente, nenhuma delas resolveu nada.

Voltei ao “Discos”, desativei as tentativas de montagem automática das partições “extra”, — basta clicar em “ON / OFF”, — para o /etc/fstab voltar ao que era antes. Nada de deixar lixo para trás.

Editando o /etc/fstab


/etc/fstab aberto para edição manual no nano

Naturalmente, empurrei para o final, — como último recurso, — fazer um Mestrado em edição do arquivo /etc/fstab, usando editor de texto em modo “Administrador”, mediante senha.

Você abre um Terminal e digita alguma coisa assim:

gksu gedit /etc/fstab (ou)
kdesu kate /etc/fstab (ou)
sudo nano /etc/fstab

Fornece a senha, escreve lá uma algaravia insana, salva, e é feliz para sempre.

Como obter o identificador UUID das partições (exibidas em azul)

Antes, porém, convém executar um outro comando, — que lhe dará a mais sólida identificação das partições existentes em seu computador, que é a identificação por UUID:

ls -al /dev/disk/by-uuid/

Sim, porque existem vários modos de indicar (no /etc/fstab) quais partições você deseja montar automaticamente ao iniciar a sessão Linux. Pode usar /dev/sda5, por exemplo, — para designar a quinta partição do primeiro HD, — ou citar sua Label (se tiver). Abrindo a lista de múltipla escolha Identificar como, do aplicativo Discos, contei 5 alternativas para uma das partições.

De todas as alternativas, o identificador UUID é universalmente apontado como o mais sólido, — não será afetado por eventuais mudanças no seu sistema.

E assim por diante.

Mas, por favor, estude, antes. Uma dica, para começar, é a página “Fstab” da Community Help Wiki, que no final indica mais alguns tópicos relacionados; ou a página “Fstab” da Wikipedia (en).

A função do aplicativo “Discos” seria justamente essa, — uma interface gráfica para facilitar as configurações, — ao invés de abrir e editar na unha o /etc/fstab.

De fato, o “Discos” vai acrescentando / alterando e/ou retirando algumas linhas no final do arquivo /etc/fstab do Mint, a cada vez que você faz nova tentativa de sair do impasse.

Examinei o /etc/fstab do Kubuntu, — para comparar, — e ele continuava limpinho, enxuto, sem nada disso.

Portanto, o próprio “Discos” me agradava cada vez menos.

A solução adotada: “Comandos” em “Aplicativos de sessão”


Comandos para montagem automática das partições, em “Aplicativos de sessão” (gnome-session-properties)

Felizmente, como antepenúltimo recurso a examinar, ainda restava uma dica de comando a ser rodado no início de cada sessão, — e foi o que resolveu o problema, — sem alterar absolutamente nada no /etc/fstab do Linux Mint.

Alguns “parâmetros” acabaram se firmando, no decorrer das leituras:

a) Não usar ponto de montagem /mnt/UUID, nem /dev/UUID, nem /media/UUID, mas preferir /media/USER/UUID, por exemplo, — por ser o exibido, desde longa data, tanto pelo Dolphin quanto pelo Nemo; e ser, com certeza, o que todos os aplicativos sempre conseguiram encontrar, até hoje, sem problema algum.

b) Evitar qualquer solução de força bruta, que resulte em autorização geral, para um eventual visitante escrever ou apagar coisas onde não deve.

c) Evitar soluções envolvendo o arquivo /etc/fstab, — que o Kubuntu nunca precisou alterar, para montar automaticamente as partições “extra”.

Só não saberia explicar os motivos de tais preferências, até encontrá-los, todos reunidos, na Community Help Wiki, — de modo estruturado, lógico, e sem margem para dúvidas.

Primeiro, estabelece uma distinção bem clara entre montagem “por usuário” (geralmente em /media) versus montagem “sistêmica”, digamos assim (geralmente em /mnt).

Além disso, traz uma rápida abordagem de udisks (que substitui o gnome-mount), com o qual interagem o Nautilus (e o Nemo, Dolphin etc.), quando clicamos para montar uma partição; — em especial o comando udisksctl (ubuntu; história; people), que realiza a montagem de modo consistente com a estrutura de partições em /media/USER/UUID.

Inserindo comando de montagem automática de uma partição “extra” no início de cada sessão

A sugestão é inserir um comando em Menu → Preferências → Aplicativos de sessão (gnome-session-properties) → Adicionar → Comando personalizado que fará a montagem de sua partição “extra” no início de cada sessão:

udisksctl mount --block-device /dev/disk/by-uuid/<uuid>

Substitua “<uuid>” pela identificação UUID obtida lá atrás, cole o Comando no campo apropriado do diálogo menor; dê um Nome autoexplicativo ao “Comando personalizado”; acrescente um Comentário útil para lembrar do que se trata; e clique em “Adicionar”. Por fim, não esqueça de marcar “ON” para que ele seja executado ao iniciar cada sessão no Linux Mint (neste caso, ON é ON, e OFF é OFF, mesmo).

Feito isso, bastou reiniciar o computador para as 3 partições serem automaticamente montadas ao carregar o Linux Mint — sem qualquer alteração no /etc/fstab, que permanece limpo e enxuto, tal como o do Kubuntu.

Arquivos /etc/fstab do Kubuntu e do Linux Mint: sem alterações forçadas

Fonte da solução adotada:


Três anos depois…


Arquivo /etc/fstab — usando Label em vez de UUID, — é mais prático quando há muitas partições

Em 2016, eu ainda não tinha o hábito de aplicar Rótulos (Label) nas partições, — e o painel lateral do Nemo apresentava nomes “técnicos”, — começando por “Volume”, seguido do tamanho em GB.

Isto servia para ir usando, quando eu tinha poucas partições, — com tamanhos bem diferentes, — mas torna-se impraticável, se você tiver 2 (ou várias) partições com o mesmo tamanho.

Aplicação de Rótulos (Label) pelo GParted, em sessão Live

Neste caso, o mais prático é usar Ròtulos (Label), — ao invés do identificador UUID:

udisksctl mount --block-device /dev/disk/by-label/<Label>

Acima: - Aplicação de Rótulos (Label) pelo GParted, na sessão Live, antes de instalar o Linux Mint, ou mesmo mais tarde. — Também é possível aplicar Label por comando:

# e2label /dev/sda1 <LABEL>
OR
# tune2fs –L <LABEL> /dev/sda1

Mas esta solução, — relativamente prática, quando se precisa montar 2 ou 3 partições adicionais, — torna-se extremamente trabalhosa, quando se tem 10, ou mesmo 27 partições para montar.

Por fim, acabei encontrando uma solução mais simples, — que me fez superar a ojeriza pela edição manual do arquivo /etc/fsatab:

Simplificação do /etc/fstab, — substituindo UUID pelos Rótulos (Label)

No exemplo acima, — do Devuan, — foram preservadas as linhas referentes à partição-raiz (Root), Home e Swap, tal como geradas automaticamente durante a instalação.

Para as demais partições, foi montada uma tabela visualmente simples e clara, em arquivo texto.

Na verdade, essa tabela tinha sido montada para o Slackware, — depois foi simplesmente copiada e colada no Debian, — e por fim, no Devuan.

Caso queira aproveitar, basta copiar o bloco e fazer as substituições num editor de texto:

LABEL=Armazem1   /media/Armazem1    ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Sites      /media/Sites       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Works      /media/Works       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=XTudo      /media/XTudo       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux1     /media/Linux1      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux2     /media/Linux2      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux3     /media/Linux3      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux4     /media/Linux4      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux5     /media/Linux5      btrfs       defaults,user    0   0
LABEL=Linux6     /media/Linux6      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux7     /media/Linux7      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux8     /media/Linux8      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux9     /media/Linux9      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home1      /media/Home1       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home2      /media/Home2       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home3      /media/Home3       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home4      /media/Home4       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home5      /media/Home5       xfs         defaults,user    0   0
LABEL=Home6      /media/Home6       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home7      /media/Home7       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home8      /media/Home8       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home9      /media/Home9       ext4        defaults,user    0   0

Ao usar “defaults,user”, — em vez de apenas “defaults”, — elimina-se a exigência de senha, em algumas distros que vêm sem permissão de montagem pelo usuário.


— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


2 comentários:

  1. :)
    Funciona no Mint 19 XFCE também, assim monta via user. Muito melhor.
    Excelente Post
    Muito Obrigado.

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