segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Live LMDE-2 - Linux Mint Debian Edition MATE

Live LMDE-2 — Linux Mint Debian Edition (MATE)

O “teste de trabalho em Live USB” com o LMDE-2, — Linux Mint Debian Edition 201503 MATE, — começou às 9:48 do Domingo, 24 Jan. 2016, e terminou à noite, depois das 20:45.

Trabalho diário e atividades pessoais desempenhados normalmente no Firefox (sincronizado), no LibreOffice, e no Gimp (com ttf-mscorefonts instaladas pelo Synaptic).

Nemo + Nemo-media-columns (instalados pelo Synaptic) para exibição de dados Exif das fotos

Para conferir uma dica recebida no grupo LinuxBR, foi instalado Nemo + Nemo-media-columns (pelo Synaptic), de modo a exibir em colunas adicionais as dimensões das imagens e os dados Exif de fotografias (data e hora do disparo).

Verificado em retrospecto: — Abrir o Synaptic, encontrar Nemo e seu complemento, marcar, aplicar, download, instalação, configuração posterior, — demoraram exatamente 11 minutos, entre os Screenshots nº 52 (14:22) e 62 (14:33).

Se apenas abrisse um Terminal e colasse o comando sugerido (+ Nemo), — “sudo apt-get install nemo nemo-media-columns”, — teria sido bem mais rápido.

Lembrar de fazer o print nº 63 junto com a dica (acima) foi o mais demorado: 5 minutos.

Histórico


A preparação da sessão começou de véspera, — download da ISO por Torrent, gravação do Pendrive pelo USB Creator, — com um teste curto, de 30 minutos.

Houve, ainda, uma terceira sessão Live, também curta (60 minutos), nas primeiras horas do dia 28 Jan. 2016, — sem configurar nada, — apenas para mais algumas capturas de tela.

Falha no carregamento do Live USB Mint LDE-2 (Debian Edition) MATE

Boot → “vesamenu.c32”


Ao iniciar o computador com boot pelo Pendrive, o LMDE MATE não carregou a interface gráfica, — nem ontem, nem hoje. E nem amanhã.

Surge apenas uma mensagem, seguida do que parece ser um prompt:

vesamenu.c32: not a COM32R image
boot:

Depois de algum tempo, torna a repetir, — e disso não sai, até o fim dos tempos.

Cheguei a suspeitar que o computador tivesse adquirido alergia a Debian “puro” (ou “quase puro”), — erros no USB Creator, falhas de CDs / DVDs gravados pelo K3b, mensagens de “vesamenu.c32” etc., — mas, para cada dificuldade encontra-se uma solução simples.

Uma rápida pesquisa por “vesamenu.c32: not a COM32R image” encontra inúmeros tópicos acusando essa mesma mensagem, desde 2010 (fóruns do Fedora, Ubuntu etc.). Tinha sido aberta uma notificação de bug para o usb-creator, em Set. 2010, com longa troca de mensagens até Jul. 2015 — e que fica para ler com calma, em outra oportunidade.

Solução imediata para carregar o Live USB Mint LMDE-2 (Debian Edition) MATE

Em algum tópico,  alguém resumiu a saída prática: — Teclar “Tab” (ao prompt de “Boot”), para exibir as “Opções”.

Naquele tópico, a primeira opção citada era “linux0” (ou algo assim), e tinha dado certo naquele caso.

Aqui, as opções exibidas foram: “live xforcevesa check local” — sem vírgula a separá-las. — Se não soubesse que essas 4 palavras eram “Opções”, jamais adivinharia.

Teclei “live”, e tudo se resolveu, — não me pergunte como, nem por quê. — Os bits & bytes se entenderam lá entre eles, digamos assim.

“Termina bem, o que bem termina”, — já diziam os gregos, na antiguidade.

Sempre se aprende alguma coisa nova: arrastar o print para uma pasta

Configurações


Ativar NumLock, — para não ficar zanzando End / Home / PageUp / PageDown, enquanto olha para outro lado e pensa estar digitando alguma coisa.

A tecla PrtScn chama o KSnapshot, — menus desaparecem antes, — você clica “Salvar”, abre-se o diálogo, você escolher a Pasta e o Nome do arquivo.

Para não perder tempo, você pode aceitar o nome sugerido e deixá-lo numerar automaticamente. — tipo “Screenshot-001”, “Screenshot-002”, “Screenshot-003” etc.. — Basta clicar “Ok”. Não houve qualquer dificuldade em gravar os prints diretamente na partição FAT, uma vez que os nomes não incluem “:” (dois-pontos).


Configurações do LMDE-2 MATE: Menu → System → Control Center

O Centro de Controle (“Control Center”) reúne e organiza de modo bastante claro um grande número de utilidades que, em outros ambientes gráficos se dispersam entre várias seções, — como “Configurações do sistema”, “Administração do sistema”, — ou se espalham por diversos aplicativos.

Seleção do Fuso horário por mouse, no mapa mundi

A escolha do Fuso horário é bastante facilitada pelo uso do mouse num mapa mundi, embora sempre se possa optar por aquela lista interminável de cidades.

Se você mora no Sul ou no Sudeste, não perca tempo procurando sua cidade, — clique direto em São Paulo.

Localização exata da cidade, nas Preferências do Relógio

Nas Preferências do Relógio (Clock preferences), sim, você pode procurar sua cidade, com êxito, — aparecem até as coordenadas geográficas, — e isso resulta em alguns serviços a mais.

Preferências do Relógio incluem Clima, Temperatura e outras informações

Com a informação exata de sua cidade, o Relógio poderá exibir a Temperatura e outras informações do Clima.

Keyboard preferences → Add (by Country, by Language) → PT-BR → Options → Move up → Tecla de acesso ao 3º nível

Edição do Menu, no Centro de Controle do LMDE-2 - Linus Mint Debian Edition MATE

Edição do Menu do LMDE-2 - Linus Mint Debian Edition MATE.

Preferências de gerenciamento de arquivos no Centro de Controle do LMDE - Linux Mint Devian Edition

Control center → Personal → File management → Display → Date format

Aprendizado por contraste


Várias circunstâncias contribuíram para o LMDE MATE não despertar entusiasmo: — Não é Debian, — nem chega a ser, propriamente, o Mint.

Ao contrário do Linux Mint, — Cinnamon, MATE, KDE, Xfce, — o LMDE-2 “Betsy” LTS não se baseia no Ubuntu, mas (como diz o nome) diretamente no Debian 8 “Jessie”.

O principal interesse era “ver” o quanto poderia trazer de novidade em relação ao Debian, e aproveitar para “ver” um pouco mais do MATE, — que havia testado apenas uma vez, há muito tempo.

A experiência mostrou pouco interesse, — de um ponto de vista pessoal, — apesar de várias “novidades” (ou “diferenças”) interessantes do MATE, para quem anda há muito tempo mergulhado só no KDE (com algumas incursões no Cinnamon).

De certo modo, esses “testes de trabalho em Live USB” tendem a ser uma “revisão” das dúvidas e dilemas enfrentados vários anos atrás, — para escolher 1 ou 2 alternativas após a descontinuação do Kurumin, — agora de modo mais sistemático, mais bem documentado, e com um pouco mais de conhecimento de causa.

Portanto, não é de estranhar que acabem por confirmar aquela antiga opção pessoal pelo KDE, — e pelo Kubuntu, em especial, — bem como a antiga simpatia pelo Linux Mint Cinnamon.

Porém, o contato renovado com as diferentes opções, — e sua evolução desde aquela época, — tem servido para aprender muito sobre o KDE e o Kubuntu.

Provavelmente, nunca aprendi tanto sobre o KDE / Kubuntu, em tão pouco tempo, quanto nesses últimos 4 meses, — fazendo “testes de trabalho em Live USB” com outras “distros” e outros “ambientes gráficos”.

E também sobre a importância de toda essa multiplicidade.

Afinal, o perfil de “ignorante aperfeiçoado”, — com interesse “individualista” e “imediatista” em “produtividade, configurabilidade e possibilidades”, — é apenas 1 entre milhares de perfis, os mais variados, com diferenças gritantes de um para outro.

É preciso não esquecer que esta “melhor solução”, — de um ponto de vista estritamente “pessoal”, perdido numa multidão de gostos e necessidades, — provém exatamente da liberdade de desenvolvimento na mais ampla diversidade de rumos.

O que é bom para um, pode não ser bom para outros, — mas essa imensidade de opções é ótima para todos.

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Este relato foi iniciado em 8 Fev. 2016 (guardado em rascunho); retomado em 20 Abr. 2016 e publicado às 20:53 do dia 21.
• Foram usados prints e fotos das 3 sessões, indiscriminadamente.

— … ≠ • ≠ … —

Debian



Linux Mint Cinnamon



Testes de trabalho em “Live USB”


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