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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Transformação do Debian 8.6 Jessie em Debian testing (não Stretch)

Debian 8.6 “Jessie” transformado em Debian testing (não Stretch), após editar “/etc/apt/sources.list”

A “transformação” do Debian 8.6 “Jessie” em Debian “testing” (não Stretch) tinha tudo para dar errado, — mas acabou saindo melhor do que a encomenda.

Ao contrário de um sistema “escangalhado”, — como era de recear, — essa “transformação” de agora, muito maior e mais complexa, parece ter resultado em um sistema tão “funcional” quanto (ou mais que) o “Jessie”, ou o “Stretch” original, instalados ultimamente.

É impactante a “atualidade” do ambiente e dos aplicativos, com o KDE Plasma 5.8, e Kernel 4.7.0, — não há como não pensar no KDE Neon. — Em tudo, o contrário do “aspecto antiquado” que em geral se associa ao Debian “stable”.

A diferença é evidente até mesmo em relação à terceira instalação do Debian testing “Stretch” original, que parecia amarrado ao Kernel 4.6.0-1, — como que limitado a correções dentro dele.

Debian 8.6 “Jessie” transformado em Debian testing (não Stretch), após editar “/etc/apt/sources.list”

            Instalado   Migrado
  
Debian      8.6 Jessie  testing
Kernel      3.16.0-4    4.7.0-1
KDE         4.14.2      5.8.0
Frameworks              5.26.0
Qt                      5.6.1

O processo foi tentado sem grandes expectativas, — tratava-se de “fazer, para ver”, — pois realmente não havia como “dominar” o assunto, antes de tentar, — por mais que gastasse outros 2 ou 3 anos, apenas “lendo”.

Por isso, o relato é de uma “experiência”, — cercada de dúvidas, lacunas e burrices, — para começar a aprender, — e não o “tutorial” de um expert.

Índice


São relatados vários aspectos que não fazem parte de uma migração “normal”, — pois, aqui, trata-se de documentar o que realmente foi feito, — inclusive erros, complicadores não-recomendados etc.:

  • Alhos & bugalhos - Resumo (não-ortodoxo) dos repositórios usados “antes & depois”
  • Ponto de partida - Tentativa de identificar alterações nos repositórios, antes dessa migração
  • Ensaios e preparativos - Outra experiência, feita horas antes
  • Salto triplo mortal - Coisas não-recomendadas, mas que não foram evitadas
  • “Ou vai, ou racha” - Iniciando a transformação
  • 1º tempo — Synaptic - Tentativa frustrada
  • 2º tempo — “apt” - Tentativa que de fato funcionou
  • Tempo complementar - Boot, Grub, configurações, erros
  • Ajustes e correções - Solucionando problemas
  • Repositório duplicado - (Setembro 2019)
  • A resolver (To Do) - Problemas a solucionar no futuro

Alhos & bugalhos


A transformação se faz pela simples alteração dos repositórios, — seguida de um upgrade geral.

Existem 2 maneiras de indicar as “fontes de software” a serem utilizadas no Debian, — referidas às 3 versões “em manutenção ativa”*:

  • Versão (Release, Name)*
  •  ∞ - Sid — “cenoura na frente do burro” (nunca será lançada)
  • 9.x - Stretch — a próxima (ainda sem data de lançamento)
  • 8.x - Jessie — a atual (lançada em 25 Abr. 2015)
  • Distribuição, Canal de distribuição (Distribution, State)*
  • Unstable — instável — ou “sid” (jamais será “lançada”)
  • Testing — para teste — é sempre “a próxima versão estável”
  • Stable — estável — é sempre “a última versão já lançada”.

O “desenvolvimento” de software ocorre na distribuição “unstable” (ou “sid”). — Depois de cumprirem certos requisitos, os novos pacotes passam para a distribuição “testing”, — e finalmente chegam à distribuição “stable”.

Essas 3 “distribuições” nunca mudam (são “fixas”, digamos assim), — os pacotes é que vão passando de uma para outra — e, com eles, avançam as “versões” do Debian, uma após outra, como numa “linha de montagem”.

No momento, a versão “Stretch” está em “Testing” — e, depois de lançada, será “Stable”.

Porém, muito antes do lançamento, começa a ser mais ou menos “congelada”, — nenhuma “novidade” é acrescentada, durante um longo período de correções etc. — Daí porque, ao ser lançada, cada nova versão do Debian já chega com um jeitão demodé.

Portanto, faz diferença, optar entre receber pacotes da versão “Stretch”, — condenada ao “congelamento”, mais cedo ou mais tarde, — ou da distribuição “Testing”.

Supondo que o arquivo “/etc/apt/sources.list” original do atual Debian testing “Stretch” contenha isso:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ stretch main
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ stretch main 
deb http://security.debian.org/debian-security/ stretch/updates main
# deb-src http://security.debian.org/debian-security/ stretch/updates main

pode ser modificado para ficar assim:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main
deb http://security.debian.org/debian-security/ testing/updates main
# deb-src http://security.debian.org/debian-security/ testing/updates main

Desse modo, “novidades” continuarão chegando (I presume), — mesmo depois de o Stretch ser “congelado”, para um longo período de correções, antes do lançamento oficial, — e também depois de o Stretch ser lançado e se tornar “stable”.

É importante evitar a mistura de “versão” com “distribuição”, — use “stretch”, ou “testing”, — nunca os dois, entremeados aqui e ali.

Em bom português, — “não misture alhos com bugalhos”.

  • IMPORTANTE: - Essa apresentação “esquemática” é uma “simplificação estúpida”, feita apenas para destacar uma ideia. Tenha sempre em mente que, na real, nenhuma coisa existe “destacada” do resto. || Obs.: As linhas referentes ao “código-fonte” (deb-scr), — sem utilidade para usuários “leigos”, — foram “esmaecidas”, para destacar o que de fato interessa. || ∞ → Isso não existe! “Sid” foi colocado no topo das “versões”, apenas para tornar “simétrica” a exposição do assunto “Versão X Distribuição”. Leve na brincadeira, ok.

Ponto de partida


Backup “/etc/apt/sources.list.save”, localizado após a transformação do Debian “Jessie” em “Testing”

A decisão de instalar o Debian 8.6 “Jessie”, — depois daquela falha ao atualizar o Debian testing “Stretch” original, — visava “aprender fazendo” essa manipulação cabalística das “fontes de software”, no arquivo “/etc/apt/sources.list”.

Para isso, deveria ser preservada uma cópia do arquivo “/etc/apt/sources.list” original, — e documentar todas as alterações realizadas, desde o primeiro momento. — Porém, isso não foi feito de modo sistemático (e já se passaram 18 dias!). Resta examinar os registros disponíveis.

30 Set., 23:55 - A cópia mais “próxima” do original, é o backup “/etc/apt/sources.list.save”, — datado das 23:55, logo após a instalação do Debian 8.6 KDE, concluída às 22:14.

# deb cdrom:[Debian GNU/Linux 8 _Jessie_ - Official Snapshot amd64 LIVE/INSTALL Binary 20160917-15:03]/ jessie main

deb http://security.debian.org/ jessie/updates main contrib non-free
deb http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
# deb-src http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates contrib non-free main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates contrib non-free main
deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates main contrib non-free

É intrigante observar que “us.debian.org” era o único que já estava com “deb-src” (código fonte) previamente desabilitado, e também o único a não receber a dupla “contrib non-free”, — duas coisas que foram / seriam feitas de modo “automático” (indireto), apenas marcando / desmarcando opções no Apper do Debian. Além disso está quase no topo (carrega primeiro). — Trata-se de um “privilegiado”, já se vê. No entanto, nem é citado nas orientações sobre Sources List. Só resta torcer para que não seja arrumação da NSA.

[23:54] - Tinha sido aberto o Apper, — especificamente para acrescentar “contrib non-free”, — e os PrintScreen registram a alteração das seguintes opções, na base do “marcar / desmarcar”:

  • Sim → Aplicativos não compatíveis com a DFSG (non-free)
  • Sim → Verificar por atualizações

Alterações do “/etc/apt/sources.list” por simples marcações no Apper do Debian Jessie 8.6

23:56 - Logo em seguida, foram marcadas mais algumas opções:

  • Sim → Atualizações recomendadas
  • Sim → Atualizações sugeridas
  • Não → Código fonte

Ao aplicar esta segunda leva de opções, o arquivo das 23:55 virou backup, e passou a valer esta nova versão, de 1º até 17 Out.:

flavio@Linux3:~$ cat /etc/apt/sources.list

# deb cdrom:[Debian GNU/Linux 8 _Jessie_ - Official Snapshot amd64 LIVE/INSTALL Binary 20160917-15:03]/ jessie main

deb http://security.debian.org/ jessie/updates non-free contrib main
deb http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
# deb-src http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie non-free contrib main
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie non-free contrib main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main non-free contrib
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main non-free contrib
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-proposed-updates main non-free contrib
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-proposed-updates main non-free contrib
# deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates non-free contrib main

23:59 - Apper instala Synaptic, usado a partir de 0:05 (1º Out.).

Esse exame parece assegurar que:

1) Não foi adicionado “manualmente” nenhum repositório, que já não existisse na “sources.list” original, — ou que o Apper do Debian não estivesse programado para adicionar.

  • Essa dúvida foi despertada pela existência do “us.debian.org”, — simultaneamente com “br.debian.org”, em desacordo com os exemplos “oficiais”. — Isto só foi corrigido quase 3 anos depois (ver “Repositório duplicado”, adiante).

2) A dupla “contrib non-free” não foi adicionada “manualmente”, a esmo, — foi colocada “nos lugares certos”, pelo próprio Apper / Debian, cabendo ao usuário apenas marcar opções predefinidas.

  • Essa dúvida foi despertada pelo fato de a dupla estar ausente das 2 linhas “us.debian.org”, embora presente nas demais.

Acréscimo dos repositórios “Jessie-Backports”, via Synaptic

Fica por explicar o fato de o “backup” datar do dia 30, uma vez que depois disso foram feitas pelo menos 2 alterações, — bem documentadas:

  • 2016-10-17_19-20-28 → Adicionados manualmente repositórios “Jessie-Backports”, via Synaptic.
  • 2016-10-18_00-32-18 → Substituídos manualmente os repositórios “Jessie” por “Testing”, e eliminados os repositórios “Jessie-Backports”, via Synaptic.

Hipótese → O Apper mantém a versão anterior como backup, — mas o Synaptic, não.

Ensaios e preparativos


Exame dos pacotes disponíveis em “jessie-backports”, pelo Synaptic

17 Out., 19:20 - A primeira experiência foi acrescentar “jessie-backports” ao arquivo “/etc/apt/sources.list” e recarregar as informações dos repositórios, — porém os pacotes tornados acessíveis (cerca de +2.000) não eram nenhuma Brastemp.

Não resolveram, por exemplo, o “Retângulo das Bermudas”, — Wine / Dreamweaver invisível, onde até o ponteiro do mouse desaparece, — nem a falta de “Montar e exibir imagem ISO” no menu de contexto do Konqueror.

Àquela altura, havia 1.934 pacotes instalados, — e com mais alguns dos “backports”, o total foi para 1.955 pacotes instalados.

Além disso, foram instalados os seguintes pacotes:

  • debian-keyring
  • debian-archive-keyring
  • apt-show-versions (17:50, dia 17).
  • apt-listbugs
  • apt-listchanges

Os dois primeiros, para usar “backports” no Debian 8.6 “Jessie”. — Os dois últimos, recomendados para instalações Debian “unstable”.

Também foi adicionado o usuário flavio ao “sudo”, — “adduser flavio sudo”, — o que veio alterar todos os hábitos. Até então, quase sempre a senha solicitada (e aceita) era a de Administrador (root). — Mas, daí por diante, a senha solicitada (e aceita), na maioria das vezes, é apenas a de Usuário, — como acontecia na antiga instalação do Debian testing “Stretch”, depois que o sistema ficou sem administrador e a situação foi resolvida pelo comando “usermod -a -G sudo flavio” no modo Recovery.

Salto triplo mortal


Substituição de “jessie” por “testing” em “/etc/apt/sources.list”, via Synaptic

18 Out., 0:30 - Começou então a segunda experiência, — que de fato interessava:

Transformar um Debian “estável”, — aliás, “versão” fixa (Jessie), — em Debian “rolling-release” (“testing”, não “Stretch”).

As orientações encontradas indicam que o Debian “unstable” (ou “sid”) só se pode obter por upgrade a partir do Debian “testing”, — e no caso de se ter um Debian “stable”, é necessário, primeiro, fazer upgrade para “testing”, e só depois, para “unstable”.

Talvez o mais prático fosse reinstalar o Debian testing “Stretch”, e usá-lo como ponto de partida, — mas o “Jessie” já estava instalado, e não valia a pena ter esse trabalho extra, para uma experiência que parecia ter tudo para acabar em desastre.

  • Na verdade, a recomendação vai mais além: — Partir de uma instalação “mínima”, para minimizar o download e os riscos, — pois, quanto mais pacotes instalados, mais complexa é a migração.

Partindo do Debian “Jessie”, — bastante configurado, e com muitos aplicativos instalados, — o desafio ficava até mais interessante.

Omitidos os repositórios de “código-fonte”, — desabilitados, — o arquivo “/etc/apt/sources.list” ficou assim, com a substituição de “jessie” por “testing”:

deb http://security.debian.org/ testing/updates main contrib non-free
deb http://http.us.debian.org/debian/ testing main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing-updates contrib non-free main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing-proposed-updates main non-free contrib

Portanto, se “us.debian.org” tinha apenas “main”, ficou assim mesmo, por falta de qualquer orientação em contrário.

A eliminação da linha “Jessie-Backports” seguiu alguma orientação consultada, — no sentido de que “Testing” não tem “Backports”.

De fato, um visita ao Índice de distribuições Debian sempre ajuda a “ver” as coisas como elas são:

[DIR] Debian7.11/                       2016-06-04 11:51
[DIR] Debian8.6/                        2016-09-17 11:40
[   ] README                            2016-09-17 09:53
[DIR] experimental/                     2016-05-18 09:34
[DIR] jessie-backports/                 2016-10-19 15:29
[DIR] jessie-kfreebsd-proposed-updates/ 2016-10-19 15:28
[DIR] jessie-kfreebsd/                  2016-10-19 15:29
[DIR] jessie-proposed-updates/          2016-10-19 15:28
[DIR] jessie-updates/                   2016-10-19 15:28
[DIR] jessie/                           2016-09-17 11:40
[DIR] oldstable-backports-sloppy/  2016-10-19 15:28
[DIR] oldstable-backports/              2016-10-19 15:29
[DIR] oldstable-proposed-updates/  2016-10-19 15:28
[DIR] oldstable-updates/                2016-10-19 15:28
[DIR] oldstable/                        2016-06-04 11:51
[DIR] proposed-updates/                 2016-10-19 15:28
[DIR] rc-buggy/                         2016-05-18 09:34
[DIR] sid/                              2016-05-18 21:39
[DIR] stable-backports/                 2016-10-19 15:29
[DIR] stable-kfreebsd-proposed-updates/ 2016-10-19 15:28
[DIR] stable-kfreebsd/                  2016-10-19 15:29
[DIR] stable-proposed-updates/          2016-10-19 15:28
[DIR] stable-updates/                   2016-10-19 15:28
[DIR] stable/                           2016-09-17 11:40
[DIR] stretch-proposed-updates/         2016-05-21 15:36
[DIR] stretch-updates/                  2016-10-19 15:28
[DIR] stretch/                          2016-10-19 10:31
[DIR] testing-proposed-updates/         2016-05-21 15:36
[DIR] testing-updates/                  2016-10-19 15:28
[DIR] testing/                          2016-10-19 10:31
[DIR] unstable/                         2016-05-18 21:39
[DIR] wheezy-backports-sloppy/          2016-10-19 15:28
[DIR] wheezy-backports/                 2016-10-19 15:29
[DIR] wheezy-proposed-updates/          2016-10-19 15:28
[DIR] wheezy-updates/                   2016-10-19 15:28
[DIR] wheezy/                           2016-06-04 11:51

  • Isso ajuda a perceber como o resumo “esquemático” não passa de uma “simplificação estúpida”. — Porém, mais vale 1 ideia compreendida, do que 200 confundindo tudo. Tudo tem seu tempo (Turn turn turn). E cada um escolhe a hora em que está pronto para mergulhar mais além.

O arquivo README parece “dissolver” um pouco, a distinção entre “versão” e “distribuição”, — adotada nesse relato*, — mas ajuda a entender as coisas (se não confundir mais):

This directory, dists, is the canonical way to access the distributions.
Each distribution can be accessed by name or state from here.

oldstable, or wheezy          - the released Debian 7.11
stable, or jessie             - the released Debian 8.6
oldoldstable-proposed-updates - possible updates to Debian 6.0
oldstable-proposed-updates    - possible updates to Debian 7
stable-proposed-updates       - possible updates to Debian 8
squeeze-updates               - important updates to Debian 6.0
wheezy-updates                - important updates to Debian 7
jessie-updates                - important updates to Debian 8
testing, or stretch           - the development version of the next release
unstable, or sid              - untested candidate packages for future releases
experimental, or rc-buggy     - experimental packages to be used on top of unstable

Esse tipo de “oscilação”, entre milhares de páginas do Debian, — que se desdobram e dispersam, na busca infinita da mais absoluta “exatidão”, — às vezes balança a convicção de que a distribuição “testing” de fato continuará recebendo novidades, durante os 6 ou 8 meses em que “stretch” já estiver “congelado” para correções, antes do lançamento.

Por outro lado, parece absurdo que assim não seja.

  • (*) A distinção entre “versão” (release, name) e “distribuição” (distribution, state), — adotada aqui, — tenta manter as práticas observadas na página “Versões/Lançamentos Debian” (PT-BR) / “Debian releases” (EN); e dentro do possível, as práticas observadas na página “Index of /debian/dists”. || Algumas estatísticas podem dar uma visão menos “conceitual” e mais real das coisas como elas são (ou têm sido, até agora), tais como o período de “congelamento” de cada nova versão (6 a 8 meses), antes do lançamento.

“Ou vai, ou racha”


Substituição (quase) total: “1.465 pacotes listados” (atualizável), e “1.955 pacotes instalados”

A partir desse momento, foram recarregadas as informações dos repositórios, — e depois, uma mega-atualização, que substituiu praticamente todos os pacotes instalados até então.

O mais simples seria rodar um comando só:

  • apt-get update && apt-get dist-upgrade

mas a inexperiência tem caminhos próprios, para aprender “do seu modo”.

1º tempo — Synaptic


Situação aos 10 minutos da 1º tempo, — Synaptic fazendo download de milhares de pacotes

Foi tentado, primeiro, fazer essa “atualização” pelo Synaptic, — pensando em ficar com um registro completo dos pacotes atualizados, instalados, removidos:

Histórico do Synaptic: — Commit Log for Tue Oct 18 00:39:38 2016

Linha 4 a 91 → 87 pacotes removidos
Linha 94 a 1.557 → 1.463  pacotes atualizados
Linha 1.560 a 2.453 → 893 pacotes instalados (adicionados)

Atualizados + instalados = 2.356.

Mas a tentativa levou a uma situação aparentemente sem saída, — por burrice, falta de conhecimentos, ou real impossibilidade, — e parece que foi trabalho perdido (exceto pela listagem).

0:39 - “Aplicar” as alterações (no Synaptic). — Pensamento da hora: — “Será um milagre, se der certo”.

Nesse momento, o Debian 8.6 “Jessie” ocupava 6,27 GiB em disco, — com o Synaptic configurado (desde 1º Out.) para deletar os pacotes baixados, depois de serem instalados.

Uma vez iniciado o processo, o Synaptic atualizou a previsão — de 1.465 pacotes listados (“atualizável”), passou a 2356 para instalar / atualizar”, e 87 para remover.

1:10 - Cessa o download maciço.

1:11 - Começa o processamento maciço.

Pergunta cruel à 1:14: — “KDM ou SDDM?”

1:14 - Altas horas, aquela pergunta que o professor não avisou que ia cair na prova: — “KDM ou SDDM?”. — Em má hora foi escolhido KDM. ••• Alterado em 20 Out., às 17:07. (ver “Ajustes e correções”, adiante). •••

Conky ainda indica “Debian 8.6 Jessie” (uptime 1h 6min). — A ocupação da partição do sistema já está em 7,95 GiB.

1:16 - Apenas 2 minutos depois, o Conky já indica “Debian testing (Stretch)”, — porém mantido Kernel 3.16.0-4. — Claro. Ainda não houve Restart (uptime 1h 7 min).

1:17 - Xeque-mate: — (a) Atualizar “glibc” agora? [Yes]. — (b) KDM precisa ser parado antes de prosseguir. Se quiser interromper o upgrade agora e continuar mais tarde, responda “No” à próxima pergunta. — (c) Atualizar “glibc” agora? [No]. — (d) “Sub-processo novo script pre-installation retornou estado de saída de erro 1”. (Notificador do Apper indica 1.437 pacotes para atualizar). — (e) “Alterações aplicadas. Nem todas as mudanças e atualizações foram bem sucedidas. [Detalhes]”.

— Ao longo desses 5 PrintScreen (42 segundos, entre 1:17:16s e 1:17:58s), a ocupação da partição do sistema evolui de 7,96 GiB para 8,01 GiB.

Depois de completar (com ressalvas), os números continuavam em stand-by

É aí que a porca torce o rabo. — Criou-se uma situação meio “impossível”, a ser resolvida dentro de limites apertados.

Ao que parece, era necessário parar / reiniciar o “servidor X”, — tipo, “Ctrl-Alt-Backspace”, ou “sudo /etc/init.d/kdm restart”, ou simplesmente Logout / Login, — para reiniciar o KDE.

Teria de ser feito, sem Restart da máquina? — Perguntinha boba, de usuário “leigo”. — Vai saber.

Só que a receita clássica para isso é “Salvar e fechar todas as aplicações abertas”. — Mas, como “salvar” a situação do Synaptic? — O problema estava em fechá-lo, naquele momento.

Na verdade, os 1.465 pacotes “listados” (atualizáveis) continuavam “marcados” para instalação, — e a estimativa de instalar / atualizar 2.356 pacotes + remover outros 87 continuava na linha de status, — após fechar o diálogo de “Alterações aplicadas” (com ressalvas).

Como reiniciar o “servidor X”, — preservando o “estado”, — volátil, digamos assim, — do Synaptic?

1:19 - A ocupação da partição do sistema voltou a cair para 6,28 GiB, — com o Synaptic ainda aberto, — devido à configuração adotada no Synaptic, de sempre deletar os pacotes baixados, após instalados. (É possível que essa configuração tenha causado repetição desnecessária de downloads).

→ Fechado o Synaptic, foi feito o Restart da máquina. — Um exame retrospectivo do “dpkg.log” sugere que pouquíssima coisa de fato se completou, dde todos aqueles milhares de pacotes mostrados no “Histórico” do Synaptic (history.log): — 5 pacotes instalados, 27 atualizados, 0 removidos.

1:21 - “A stop job is running”.

Problema de Grub entre vários Linux: — Kubuntu (ainda) não sabe se Debian tem novo Kernel

1:23 - Outro possível erro: — Consta do “Histórico” do Synaptic que já teria instalado o Kernel 4.7.0-1. — Mas, o Grub do “novo” Debian não chegou a ser instalado e configurado (não assumiu o controle), pois o que apareceu foi o Grub do Kubuntu. — Neste caso, seria necessário carregar o Kubuntu e atualizar seu Grub, para reconhecer o novo Kernel do Debian (se de fato havia), e oferecê-lo no Menu de inicialização. — Isso não foi feito.

Portanto, o novo Debian “testing” foi recarregado com o Kernel antigo, do Debian “Jessie”.

2º tempo — “apt”


Constatada a inabilidade do Synaptic, o resto do processo foi feito usando apenas os comandos básicos, — porém as saídas, na maioria dos casos, ultrapassaram o número de linhas mantidas pelo Terminal (Konsole), — o que impediu de copiar e salvar mais do que a parte final. Por isso, é difícil saber qual comando estava em atividade, a cada PrintScreen e a cada hora.

O comando “history” lista os seguintes comandos rodados como Administrador (Root), a partir de 0:19 do dia 18, — com alguns horários que foi possível identificar, — e sublinhado o último de cada sessão (Restart), para separá-las:

        72  history > /$HOME/history-root.txt → 0:19
        73  apt-get update                    → 0:20 ~ 0:30
        74  apt-get upgrade                   → 1:27
        75  apt-get dist-upgrade              → 1:27 ~ 1:28
        76  apt-get upgrade                   → 1:37 ~ 2:04
        77  apt-get -f install                → 2:07
        78  apt-get -f install
        79  apt-get upgrade                   → 2:08
        80  apt-get -f install
        81  apt-get -f install
        82  clear
        83  apt-get upgrade
        84  apt-get dist-upgrade              → 2:17
        85  reboot                            → 3:12
        86  apt update                        → 3:29
        87  apt list --upgradable             → 3:29
        88  apt upgrade                       → 3:35
        89  apt autoremove                    → 3:38

O uso do “apt-get” veio de orientações encontradas nas páginas “oficiais”, ao passo que o uso do “apt” foi impensado. Porém, não são “iguais”, — existem diferenças relevantes.

Apenas alguns desses comandos produziram efeito digno de constar do /var/log/apt/history.log, no dia 18:

Start-Date: 2016-10-18  01:15:18
Commandline: synaptic
End-Date: 2016-10-18  01:17:35

Start-Date: 2016-10-18  01:29:37
Commandline: apt-get -f install
End-Date: 2016-10-18  01:31:11

Start-Date: 2016-10-18  01:47:00
Commandline: apt-get upgrade
End-Date: 2016-10-18  02:04:44

Start-Date: 2016-10-18  02:37:01
Commandline: apt-get dist-upgrade
End-Date: 2016-10-18  03:07:47

Start-Date: 2016-10-18  03:36:32
Commandline: apt upgrade
End-Date: 2016-10-18  03:37:05

Start-Date: 2016-10-18  03:37:44
Commandline: apt autoremove
End-Date: 2016-10-18  03:41:02

Sinal de que alguns dos comandos listados antes foram abortados, tipo “Yes / no”, ou coisa parecida. — Completar e corrigir a primeira lista.

Debian testing, com Kernel antigo (do Jessie). — Parece cedo demais, para já ter rodado tantos comandos

1:26 - Carregado Debian “testing”, com Kernel anterior (do Jessie). Conky indica uptime 0h 3min, —demora “normal”, desde antes, devido à verificação de partições FAT32 etc.

Foram rodados os seguintes comandos, até novo Restart, à 1:31:

        74  apt-get upgrade                   → 1:27
        75  apt-get dist-upgrade              → 1:27 ~ 1:28

apt-get dist-upgrade → Stop KDM, — YES

1:29 - KDM precisa ser parado. — “YES”.

1:30 - … you will be prompted on each upgrade for the list of services you wish to restart. You can choose this option to avoid being prompted; instead, all necessary restarts will be done for you automatically so you can avoid being asked questions on each library upgrade. → YES.

The system update has completed. A restart is required

1:31 - The system update has completed. A restart is required.

1:32 ~ 1:36 - Nenhuma foto do Restart. Se houvesse passado por um Grub já do Debian, com certeza haveria fotos e/ou anotações. Portanto, mais uma vez, passou pelo Grub do Kubuntu (desatualizado), ou seja, — tornou a carregar o “novo” Debian testing, com o Kernel antigo, do Jessie.

A partir desse ponto, foram rodados os seguintes comandos, até novo Restart às 3:12 (uptime 1h 38 min):

        76  apt-get upgrade                   → 1:37 ~ 2:04
        77  apt-get -f install                → 2:07
        78  apt-get -f install
        79  apt-get upgrade                   → 2:08
        80  apt-get -f install
        81  apt-get -f install
        82  clear
        83  apt-get upgrade
        84  apt-get dist-upgrade              → 2:17
        85  reboot                            → 3:12

apt-get upgrade → vai atualizar 783 pacotes

1:37 - Segue “apt-get upgrade” (anotação após reiniciar). — Serão atualizados 783 pacotes.

Da saída desse comando, puderam ser copiadas e salvadas apenas as últimas 1.046 linhas, às 2:06, — provavelmente menos de 1/3 do total, já que cada pacote implica em pelo menos 4 linhas (obter, preparar, descompactar, configurar).

1:45 - 8 pacotes com 1 bug, cada (inclui grub-pc e grub2-common). Instalar mesmo assim? → YES.

1:48 - Possible missing firmwares.

2:03 - Nova versão do arquivo de configuração “/etc/apt/conf.d/50unattended-upgrades” está disponível, mas a versão atualmente instalada foi modificada localmente. Manter a versão local ou instalar a versão do mantenedor? → Sobrescrever.

2:04 - Concluído.

2:08 - Novo comando “apt upgrade” não encontra mais nada para atualizar, — nem nada para consertar pelo “apt-get -f install”:

root@Linux3:/home/flavio# apt-get upgrade
Lendo listas de pacotes... Pronto
Construindo árvore de dependências    
Lendo informação de estado... Pronto
Calculando atualização... Os seguintes pacotes foram instalados automaticamente e já não são necessários:
  adwaita-icon-theme docutils-common docutils-doc libasprintf0c2 libc6-i686:i386 libegl1-mesa-drivers libenca0
  libopenvg1-mesa liborbit2 libpango1.0-0 libuuid-perl python-dbus-dev python-docutils python-gnome2 python-pygments
  python-pyorbit python-roman
Utilize 'apt-get autoremove' para os remover.
Pronto
Os pacotes a seguir serão mantidos em suas versões atuais:
(…)
0 pacotes atualizados, 0 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 650 não atualizados.
N: A ignorar o ficheiro '50unattended-upgrades.ucf-old' no directório '/etc/apt/apt.conf.d/' porque tem uma extensão inválida no nome do ficheiro

2:17 - Comando “apt-get dist-upgrade”.

flavio@Linux3:~$ su
Senha:
root@Linux3:/home/flavio# apt-get dist-upgrade
Lendo listas de pacotes... Pronto
Construindo árvore de dependências    
Lendo informação de estado... Pronto
Calculando atualização... Os seguintes pacotes foram instalados automaticamente e já não são necessários:
(…)
Utilize 'apt-get autoremove' para os remover.                                                                        
Pronto                                                                                                                
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
(…)
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
(…)
Os pacotes a seguir serão atualizados:
(…)
650 pacotes atualizados, 888 pacotes novos instalados, 87 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 1.315 MB de arquivos.
Depois desta operação, 2.219 MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar? [S/n] S

2:35 - Copiada e salvada a parte final da saída do comando:

Baixados 1.315 MB em 24min 9s (907 kB/s)                                                                            
A obter relatórios de bugs... Feito
A interpretar a informação de Encontrado/Corrigido... Feito
bugs critical do python3-speechd (→ 0.8.5-2) <Por tratar>
 b1 - #838665 - /usr/lib/python3/dist-packages/speechd_config/config.py: runs argparse on Python module import
bugs grave do kscreen (1.0.2.1-1 → 4:5.8.0-2) <Por tratar>
 b2 - #832649 - multi-display is broken (menu and panel appears only on external display)
bugs grave do konqueror (4:4.14.2-1 → 4:16.08.0-1) <Por tratar>
 b3 - #818875 - konqueror: green SSL checkbox despite expired server certificate
bugs grave do kde-plasma-desktop (5:84 → 5:91) <Por tratar>
 b4 - #838303 - kde-plasma-desktop: KDE does not start after log in
bugs grave do dirmngr (→ 2.1.15-4) <Por tratar>
 b5 - #840680 - dirmngr: Dirmngr not always responding
bugs grave do plasma-discover (→ 5.7.4-1) <Por tratar>
 b6 - #838734 - [plasma-discover] plasma-discover uninstalls packages during upgrades without asking for confirmation
bugs serious do python3 (3.4.2-2 → 3.5.1-4) <Por tratar>
 b7 - #840610 - python inconsistently handles the LANGUAGE env var
bugs serious do libxmlbeans-java (→ 2.6.0-4) <Por tratar>
 b8 - #822091 - libxmlbeans-java: Embeds classes without source
bugs serious do bluez-obexd (→ 5.36-1+b3) <Por tratar>
 b9 - #804908 - service is not started under systemd
bugs serious do initramfs-tools-core (→ 0.125) <Por tratar>
 b10 - #825929 - initramfs-tools-core - incorrect busybox relations
bugs grave do akregator (4:4.14.1-1 → 4:16.04.3-1) <Upload Pendente>
 b11 - #836011 - akregator: Akregator keep crashing at exit, sometimes do not save recent feeds
bugs grave do ghostscript (9.06~dfsg-2+deb8u3 → 9.19~dfsg-3) <Resolvidos nalguma versão>
 b12 - #839260 - ghostscript: CVE-2016-7976: various userparams allow %pipe% in paths, allowing remote shell command execution (Corrigido: ghostscript/9.06~dfsg-2+deb8u2)
 b13 - #839841 - ghostscript: CVE-2016-7977: .libfile doesn't check PermitFileReading array, allowing remote file disclosure (Corrigido: ghostscript/9.06~dfsg-2+deb8u2)
bugs grave do network-manager (0.9.10.0-7 → 1.4.2-1+b1) <Resolvidos nalguma versão>
 b14 - #839884 - Update hangs (Corrigido: network-manager/1.4.2-2)
bugs grave do imagemagick-common (8:6.8.9.9-5+deb8u5 → 8:6.8.9.9-7.2) <Resolvidos nalguma versão>
 b15 - #823542 - imagemagick-common: please mitigate CVE-2016-3714, remote arbitrary code execution during handling of delegates (Corrigido: imagemagick/8:6.8.9.9-5+deb8u2)
Sumário:
 ghostscript(2 bugs), kscreen(1 bug), akregator(1 bug), konqueror(1 bug), kde-plasma-desktop(1 bug), python3(1 bug), network-manager(1 bug), imagemagick-common(1 bug), libxmlbeans-java(1 bug), dirmngr(1 bug), bluez-obexd(1 bug), python3-speechd(1 bug), initramfs-tools-core(1 bug), plasma-discover(1 bug)
Tem a certeza que quer instalar/actualizar os pacotes acima? [Y/n/?/...] Y

Às 2:59, o Debian, — ainda com o Kernel do “Jessie”, — passou a se considerar “testing-updates (sid)”

2:59 - Conky passa a indicar “Debian testing-updates (sid)”, — sem ter havido nenhum novo Restart (uptime 1h 26min). — Ocupação de 10,1 GiB na partição do sistema.

3:05 - Terminando a instalação do Grub do Debian (Apper já se apressa em pedir Restart antes da hora, para variar).

3:08 - Concluída a atualização.

Sem diálogo de saída: — su → reboot

3:12 -  Diálogo de saída não responde — foi usado su → reboot. — Talvez bastasse clicar no “Restart” da notificação do Apper.

Tempo complementar


Um problema a menos, no carregamento, depois de se tornar “testing”. — Número de arquivos pulou

Primeiro carregamento a partir do novo Grub (do Debian), — porém não deu tempo de fazer fotos (apenas foi anotado). — O Menu de incialização passou rapidíssimo.

3:14 - “Started file system check” (demora de 3 minutos para carregar). Porém, deixou de acontecer o “erro” de “fsck” que era a primeira coisa, quando carregava o Debian Jessie (foto celular). — O número de arquivos saltou de  180.114 para 269.859 (faltava eliminar pacotes já usados para instalação).

Carregou o ambiente gráfico automaticamente, sem pedir senha. — Depois, o carregamento levará sempre à tela “tty1 Login”.

Início do novo Debian (testing?), com wallpaper padrão de motivos geométricos

3:15 - Nova tela do Debian (wallpaper geométrico). Início da re-configuração (foto celular).

3:17 - Primeiro PrintScreen do “novo” Debian (delay 2 minutos para configurar KDE Spectacle).

Reconfiguração inicial: — KDE Spectacle, Dolphin, Gwenview

O “Histórico” do Synaptic indica “atualização” do ksnapshot (4:4.12.2-2) to 4:16.04.3-1, — lá na primeira etapa (“0:39”), — porém este é apenas um pacote transicional:

transitional package for kde-spectacle

This transitional package allows one to migrate to kde-spectacle.
It can be safely removed after the installation.

Naturalmente, o KDE Spectacle assumiu o controle da tecla de atalho PrintScreen. — As coisas foram deixadas desse jeito, e configurando apenas o nome dos arquivos a serem salvos, — inicialmente na pasta-padrão.

O Dolphin reabriu com a maior parte de suas configurações anteriores, — mas várias outras precisaram ser feitas novamente.

No Gwenview, foi usado apenas “F4” para fechar o painel lateral, — e configurado “Esc” para Sair.

Conky revela que, — às 3:26, — o Debian ainda se considerava “testing-updates (sid)“

3:26 - Último PrintScreen em que o Debian ainda se consderava “testing-updates (sid)”.

Apesar das reclamações contra a sintaxe desatualizada no arquivo ”.conkyrc”, — em especial, contra “border_margin”, — o fato é que finalmente aplicou a fonte de letra correta (Verdana), e ficou tudo alinhado.

Comandos rodados  como Administrador (root), nesta nova sessão, até outro Restart às 4:13:

        86  apt update                        → 3:29
        87  apt list --upgradable             → 3:29
        88  apt upgrade                       → 3:35
        89  apt autoremove                    → 3:38

Bastou rodar o “apt update”, — e às 3:29 o Conky indica que o Debian já tinha mudado de ideia: — Passou a identificar-se como “testing (Stretch)”.

Foram identificados mais 18 pacotes para atualização.

Após o comando seguinte, — “apt autoremove”, — a ocupação da partição do sistema mostrou leve redução, de 10,1 GiB para 9,6 GiB.

3:48 ~ 4:12 - Configurações do sistema (System settings).

4:13 - Desligar sessão → Salvar sessão.

Menu de inicialização (Grub) do Debian testing: — Só o próprio Debian tem “Opções avançadas”

4:15 - Primeiras fotos do novo Grub (Debian). — Apenas o próprio Debian tem “Opções avançadas”:  — Kernel 4.7.0-1 e 3.16.0-4.

Todas as opções dos demais Linux se amontoam na página inicial, — com vários erros.

Alguns desses “erros” têm existência real, — “fora” do Grub do Debian:

  • O Linux Mint 18 foi instalado sem formatar sua partição, daí a “sobrevivência” do Kernel 3.19.0-32, que pertencia ao antigo Linux Mint 17.3, — sim, carrega (apenas, não é útil).
  • Ao ser instalado, o KDE Neon User embaralhou-se com o Kubuntu, — fenômeno ainda sem explicação, — daí, as 4 últimas entradas “GNU/Linux” que não decidem se estão “em /dev/sda1” ou “on /dev/sdb1” (nunca foram testadas).

Os “erros” que parecem responsabilidade exclusiva do novo Grub do Debian são:

  • Kubuntu com Kernel 4.4.0-36 e 4.4.0-38
  • KDE Neon com Kernel 4.4.0-36 e 4.4.0-38 (em “/dev/sda1”)

Desde 14 e 15 Out., eles têm Kernel 4.4.0-43, — em substituição ao 4.4.0-42, — e apenas traços “residuais” do 4.4.0-38. — No caso do Kubuntu, até os traços “residuais” do Kernel 4.4.0-36 tinham sido removidos desde 10 Out.

O resultado é que uma tentativa de carregar o Kubuntu, — para ele mesmo recolocar seu Grub no comando do Boot, — não funcionou. — Porém, isso aconteceu mais tarde.

Recepção, na segunda vez que foi tentado carregar o novo Debian testing: — “tty1 Login”

4:19 - É possível que ao longo das Configurações do sistema (3:48 ~ 4:12) tenha cometido algum erro, — embora não haja qualquer sinal disso. — Fato é que, a partir desse momento, o carregamento do Debian chegaria, sempre, à tela “tty1 Login”.


Help da tela “tty1 Login” do Debian testing

4:23 - Help exibe uma penca de comandos, — exceto “startx”, claro. — Mas também funciona “su → reboot”, para sair da enrascada e descobrir (alhures) que, o que você está procurando, é um comando chamado “startx”.

4:26 - Grub do Debian, de novo, — após tentar carregar o Kubuntu, sem êxito.

Selecionado “Kubuntu” no Grub do Debian, e teclado “e” (Edit) para examinar o comando

4:27 - Usado “e” para editar / ver o comando que não conseguiu carregar o Kubuntu. — Aponta para o Kernel 4.4.0-38, que já foi eliminado há tempos. — Porém, o comando de carregamento do Linux Mint aponta para o Kernel correto (4.4.0-21), talvez graças à sua “política conservadora”.

Atualizando o Grub do Linux Mint e gravando na MBR do primeiro disco rígido

4:41 - Atualizado o Grub do Linux Mint, — e gravado nas trilhas iniciais do primeiro disco rígido, para assumir o controle do Boot. — Exame das opções avançadas de cada sistema, e do comando específico de carregamento do Debian: Kernel 4.7.0-1.

Debian identica-se como “stretch / sid” no Grub gerado pelo Linux Mint 18

4:48 - Grub do Linux Mint 18 KDE identifica o Debian como “stretch / sid”.

4:49 - Carregamento do Debian, com a já tradicional verificação das partições montadas (F:\ e E:\, pelo menos).

5:16 - Último print da madrugada.

Ajustes e correções


Configuração da Tela de autenticação (SDDM), no dia 18, sem efeito até o dia 20

Durante dois dias, o carregamento do Debian testing levou sempre à tela “tty1 Login”, — digitar ID, senha, para depois comandar “startx”, — embora a tela de autenticação (SDDM) tivesse recebido configurações para fazer “Login automático” e “Entrar novamente após sair”.

A causa mais provável, é o fato de ter escolhido “KDM“, — e não “SDDM”, — na fase inicial das atualizações, ainda usando o Synaptic, — e provavelmente isso não foi desfeito depois.

Configurações 

20 Out., às 16:38 - As opções estavam desmarcadas, — e ao tornar a marcá-las, foi pedida senha, — porém isso ainda não foi suficiente para ser feito Login automático, nem para carregar o ambiente gráfico.

Reinstalação dos pacotes “sddm” + “kde-config-sddm”, via Synaptic

16:52 - Reinstalação de “sddm” + “kde-config-sddm”, via Synaptic.

17:07 - Finalmente, o Debian testing fez Login e carregou o ambiente gráfico, automaticamente.

Repositório duplicado


Desabilitando repositório duplicado, quase 3 anos depois

Só depois de quase 3 anos, eliminei o repositório us.debian.org, — que duplicava o br.debian.org e fazia com que a maior parte dos pacotes fossem obtidos em baixa velocidade.

Essa correção só foi feita, após medir os resultados reais da nova conexão de “200 megas”. — O Debian testing ficou de patinho feio no filme.

A resolver (To Do)


  • Facebook - É a único dos 4 sistemas instalados, onde é impraticável visitar “Páginas” do Facebook (ok Feed geral de de páginas, Perfis pessoais e Grupos). — Esse problema foi detectado em algumas sessões Live USB (com maior ou menor intensidade), mas em geral deixa de ocorrer depois de instalado o sistema no computador. — Ainda não se registrou nenhum problema com “eventos” disparados pelo Facebook (camadas).
  • Wine - Segue o “Retângulo das Bermudas”, — Dreamweaver invisível, onde até o ponteiro do mouse desaparece, — porém ainda falta investir tempo na solução desse problema. — Isso ocorria no Debian 8.6, e ocorre até hoje no KDE Neon User Edition.
  • Google Earth - Ainda não foi experimentada a instalação.
  • Konqueror - Ainda não foi obtida a opção “Montar e abrir ISO” (como pasta).

xx

— … ≠ • ≠ … —

Debian


quinta-feira, 31 de março de 2016

Fedora 24 alpha KDE em sessão Live USB

Tela inicial do Fedora 24 alpha KDE, às 14:47

Esta foi minha primeira experiência, na vida, com um Linux alheio à “família” Debian, — onde mal me viro com meia-dúzia de comandos básicos, — por isso, feitas as contas, o que parece um retumbante fracasso foi, na verdade, um aprendizado valioso. E nem um pouco desagradável. Gostei tanto, que entrei pela madrugada. Apenas, não consegui produzir nada, além de screenshots.

E que safra de screenshots!, — nada menos que 77, das 14:52 às 17:19, — quase todos com mensagem semi-transparente de erro.

Verdade, consegui fazer boa parte das configurações habituais, para trabalhar com mais agilidade, — mas o trabalho, mesmo, não andou, por falta de LibreOffice e de Gimp, e por impossibilidade de obtê-los. Boa parte dessas 2h30 minutos se gastou em luta com o Calligra (nunca usado antes) e com o instalador de programas.

Mas, foi instrutivo. O que sabia sobre o Fedora, era praticamente zero. — Ao passo que, agora, tenho meia dúzia de tópicos para pesquisar, caso queira dar mais um passo.

Fedora, download, Live USB


Fedora está em 5º lugar no ranking de “acessos por dia” do Distrowatch nos últimos 12 meses, logo abaixo do Linux Mint, Debian, Ubuntu e openSUSE. Trata-se de um ranking apenas de “interesse” (busca de informações). Nas últimas 4 semanas, havia caído para a 6ª posição, mas na última semana já recuperou e apresenta algum crescimento.

O Fedora 23 foi lançado em 3 Nov. 2015, — há 5 meses, portanto, — e no último dia 29 Mar. (anteontem), já foi liberada a primeira versão “alpha” do próximo Fedora 24 (Distrowatch), previsto para lançamento em Jun. 2016 (Wikipedia EN). O ambiente desktop padrão é o Gnome, mas oferece várias alternativas (Distrowatch). No site oficial, você se depara logo com 3 “Baixar agora”: — “Workstation” (desktop), “Server” e “Cloud”, — cujos links levam às versões Fedora 23, de 64bit (“x86_64_23-10”), pelo menos no meu caso.

Em vez disso, — se você procura um Fedora 23 “não-Gnome”, — veja no rodapé da página, embaixo do título “Download”, a opção (em letras miúdas) “Fedora spins”, que leva a uma página com as versões KDE, Xfce, Mate-Compiz, Cinnamon, Soas; ou a opção “Fedora Labs”, para versões especializadas “Design suite”, “Games”, “Robotics suite”, “Scientific”, “Security Lab”.

Pouco antes do rodapé, você passou pelo destaque “Fedora 24 Alpha released”, — que leva só às opções especializadas “Astronomy”, “Jam”, “Robotics suite” e “Scientific”.

Ou, escolha a última opção do rodapé, — “Torrent Downloads”, — que apresenta todas essas opções numa tabela simples (mas sem esclarecimentos).

Gerando a midia USB (Pendrive) do Fedora 24 alpha KDE por comando “dd”

Esqueça o “USB Creator”, que ignora solenemente as ISOs do Fedora. Em geral basta triscar em qualquer outra ISO, para preencher com ela o campo respectivo. Mão há jeito dele aceitar uma ISO do Fedora. É o mesmo que você não clicar em em nada, — o campo permanece em branco.

Links sobre “como gerar a mídia”, no Guia oficial de instalação, te levam a uma enciclopédia, que dá a volta ao quarteirão. Boa parte das alternativas recomendadas dependem de você já ter um Fedora instalado, ou um Windows moderno, e/ou softwares de que nunca tinha ouvido falar, até ontem.

De todas as alternativas, a única ao meu alcance imediato era mesmo o comando “dd”:

dd if=/path/Fedora-XYZ.iso of=/dev/sdc

Depois de várias cabeçadas, — com o Fedora 24 alpha KDE, com o Fedora 23 KDE e com o Fedora 24 alpha Workstation (padrão: Gnome), — nova pesquisa sobre a geração da mídia apontou variações dentro do próprio site oficial:

bs=8M
bs=1M
bs=1M count=100
bs=8M && sync

Trata-se de diferentes versões do Guia, desde o Fedora 17 até o Fedora 23. É tentador deixar-se hipnotizar por miuçalhas como essa. Pesquisa adicional sobre o comando “dd” não sugere grandes probabilidades de resultado prático, caso faça mil testes em torno dessa hipótese. Fica o registro.

Num dos outros testes, mais tarde, utilizei “bs=1M”, mas não ouvi soarem trombetas.

Tela de opções para o carregamento do Fedora 24 alpha KDE em Live USB

Boot


Ao inicializar o computador a partir do Pendrive, são oferecidas 2 opções principais, e 2 alternativas:

  1. Iniciar
  2. Testar midia e iniciar
  • Solução de problemas
  • TAB para configuração das opções

Escolhido “Testar a midia e inciar”, surgiu uma mensagem de “Supported ISO: no”, porém passou desapercebido, uma vez que o processo transcorreu rapidamente, e com toda aparência de sucesso.

Teste da midia USB (Pendrive) antes de carregar o Fedora 24 alpha KDE

Pesquisando mais tarde, na web, foram encontrados alguns registros de bug com essa frase, aqui e ali, porém nenhuma com prosseguimento aparentemente exitoso. São casos em que o bicho empacou.

Para um absoluto ignorante em Fedora, a tentação de se hipnotizar por essa frase também é grande. Fica o registro.

1ª sessão Live USB


A tecla PrtScn aciona o Spectacle, — com suas boas opções de “Salvar e sair”, e de Configurar o nome (automático) e a pasta onde os prints serão salvos, — mas a brincadeira foi muito mais divertida.

Relatório do crash do Spectacle, printado por ele mesmo, no Fedora 24 alpha KDE em Live USB

Feita a configuração do nome automático (data_hora) e da pasta (F:\…\Fedora…etc), — imediatamente deu crash no Spectacle. — Mas, um crash curioso, pois ele continuou funcionando, e salvando com os nomes corretos, na pasta correta, por mais 2h30m.

Só de brincadeira, aproveitei para fazer um print do crash dele próprio.

Dolphin ajustado para agilizar o trabalho no Fedora 24 alpha KDE em Live USB

Das 14:56 às 15:35 foram configurados o Fuso horário, o Dolphin, e o Gwenview, sem incidentes.

Depois das 15:37, a brincadeira começou a perder um pouco da graça.

Primeiro, porque a midia não inclui LibreOffice, — lidar com o Calligra, de improviso, pela primeira vez na vida, não foi muito produtivo, — e tampouco inclui o Gimp.

Algum tempo perdido no Apper, sem nenhum sucesso em instalar Gimp ou LibreOffice.

Forte sensação de que isso talvez não seja possível no Fedora em sessão Live USB, — mas nenhuma confirmação explícita encontrada, até agora, no site oficial ou na web.

às 16:26, Firefox sincronizado (Complementos e Favoritos), — System Monitor (KSystemguard) indica uso de 1,2 de 3,9 GiB da memória (e zero de 8,3 GiB swap).

“Erros inesperados” no Apper e no Spectacle, em sessão Live USB Fedora 24 alpha KDE

Às 16:42, — após sucessivas tentativas falhadas de instalação de software, — crash do Apper (“Out of memory”), e novo crash do Spectacle (///config/spectacler “not writable”). Mas, o Spectacle continua printando. Apenas, incluindo suas próprias mensagens de erro. — Uso de memória: 1,3 de 3,9 GiB.

Às 16:44, “erro inesperado” no Dolphin (continua funcionando) e no Spectacle (segue printando). — Daqui por diante, todos os prints de “erro” incluem também “erro” do Spectacle (às vezes superpostos).

Às 16:50, “erro” ao tentar fazer anotações no Calligra. Erro ao verificar o layout Teclado. Erro ao tentar uma visualização no Gwenview (///config/gwenviewrc “not writable”).

Às 17:16, Firefox desaparecido. Não pode ser aberto, porque já está aberto. Três tentativas de “encerrar” o Firefox pelo System Monitor (KSysguard), até 17:19.

Hora de encerrar a experiência, — já que não é possível receber as fotos enviadas do celular por email, nem editar imagens, nem vale a pena tentar trabalhar com um editor de textos (Calligra) nunca utilizado antes, sem Teclado PT-BR e sem acesso ao 3º nível.

2ª sessão Live USB


Confiado em experiências recentes, — com pausa, aviso para remover o Pendrive e clicar Enter, — acabei voltando ao Fedora 24 alpha KDE.

17:24 – Tela inicial do Fedora

17:26 – Dolphin aberto para buscar o primeiro PrtScn, gravado (por padrão) na pasta /home/Pictures

17:27 – Dolphin → partição F:\ — para montar, antes de configurar o Spectacle para gravar nela os prints… Epa. Mensagem de erro.

17:43 – System monitor, com Dolphin, Firefox, Gwenview e Calligra abertos

17:44 – System monitor, após novo crash do Firefox… com mensagem de erro também do Spectacle.

Tira-teima


Não fiquei nem um pouco satisfeito com esse desfecho. Mas, tampouco via motivo para prosseguir. Por todos os lados que considerasse a experiência, não era possível ver utilidade em tentar “trabalhar em sessão Live USB” com uma ISO sem Gimp, sem LibreOffice, e aparentemente sem possibilidade de instalar, sequer, uma fonte de letra.

Para tirar uma prova, baixei e rodei mais 2 ISO Fedora:

  • 31 Mar., 0:06 → Fedora 23 KDE
  • 31 Mar., 18:00 → Fedora 24 alpha Workstation (Gnome)

No primeiro caso, para ver o KDE em um Fedora já lançado. — No segundo, para ver o Fedora 24 alpha sem o KDE.

Live USB Fedora 23-10 KDE


Por quase 3 horas, de 0:06 às 2:58, foi possível trabalhar razoavelmente, — em especial, colocar em dia a comunicação (Firefox com complementos), por quase uma hora, sem problema, — e depois, levantar o relato cronológico da experiência, a partir dos prints, usando Gwenview e Dolphin. Dessa vez, o Teclado ABNT2 funcionou sem problemas no Calligra.

Feito tudo que havia para ser feito, era hora de cutucar a onça.

“Read-only file system” no Apper em Live USB Fedora 23 KDE

Às 3:06, aberto o Apper. Dá impressão de que precisa de um longo tempo, antes de começar a funcionar. No começo, não encontra nada, embora pareça normal. Às 3:13 → “Aconteceu algum errro que não era esperado”. Às 3:19, finalmente começa a encontrar as coisas digitadas no campo de busca. Às 3:26, instalar Gimp e Vermana2000. Às 3:27, “problema” no Apper.

  • Às 3:32, Firefox avisa: “Sync encountered an error while syncing: Unknown error”.
  • PrtScn não funciona mais.
  • Apper fecha inesperadamente, ao dar Esc para fechar uma subjanela.
  • Terminal não abre.
  • Firefox, fechado há pouco, também não abre mais.
  • Menu → Shutdown → Não acontece nada.

Sessão encerrada pelo botão de energia.

Fedora 24 alpha Workstation (Gnome)


17:53 – Concluída gravação da ISO no Pendrive.

18h00 – Acumulado ateh aqui: (1) Crash logo na tela de pre-entrada, ~Try or install~, mandei Reload (ver foto NL), e apagou o aviso. (2) PrtScn nao reage, e nao ha nada em /home/Pictures, (3) Gerenciador de arquivos muito simples, sem nome, sem ~About~, a muito custo descobri o caminho para umas pobres configuracoes, no entanto bastou ajustar as propriedades de visualizacao de 1 pasta, e fez efeito geral, (4) Tem LibreOffice, (5) Tem um Screenshot, que oferece nomeacao automatica de arquivos no formato ~Screenshot from 2016-03-31 17-20-19~ e daih por diante lembra a pasta escolhida antes. Mas nao responde ao PrtScn, eh preciso procurar no menuzao.

18h27 – Keyboard. Clicado em Add para adicionar PrtScn, e a janelica de configuracao desapareceu. Alt-Tab nao acusa sua existencia, soh LibreOffice e Gerenciador de arquivos. Reaberto pelo caminho burocratico (Atividades, Quadro de bolotas, exibir um punhado de icones enormes ocupando toda a tela). Parece configurada PrtScn, sim, soh que nao funciona.

Layout de Teclado aparece em Region & language, Input sources. “+” para adicionar, Portugues (Brasil), ok, e já começou a valer no LibreOffice, sem nem precisar fechar e abrir de novo.

18:37 – Firefox conectado, já fez Sign in e já está sincronizando. Navegação normal, até parece mais ágil do que no Kubuntu instalado. Mais leve no FB. – Flash unavailable.

19:18 – Nada mais a fazer por aqui. Pouquíssimos softwares (cabem quase todos numa tela, mesmo abusando da enormidade dos ícones), e a maioria não interessa neste momento (som, fotos, vídeo, Evolution para emails).

19:28 – Restaurado o Gerenciador de arquivos, e apareceu tudo no formato de ícones enormes, inclusive a pasta que estava aberta com exibição em lista. Tudo bem, bastou ajustar numa aba, e voltou a valer para as outras abas.

20:10 – Disparado o comando:

  • su
  • dnf install gimp

A princípio, pareceu funcionar, depois começaram a surgir erros, — deixo de transcrever as 395 linhas do Terminal, — mas, pelo menos, não deteriorou o sistema inteiro.

A penúltima das 395 linhas diz o seguinte:

Message: "[Errno 30] Read-only file system: &apos;/var/cache/dnf/expired_repos.json&apos;"

21:50 – Nada mais a fazer, sem Gimp, sem PrtScn ágil, sem quase nada configurável.

Aprendizado


Por incrível que pareça, foi muito instrutivo esse contato inicial com o Fedora, — aprender não é só obter domínio imediato, mas também identificar dúvidas e pontos a pesquisar.

A aparente impossibilidade de instalar, sequer, uma fonte de letra em sessão Live USB, — embora não encontre afirmação explícita neste sentido, — sugere que a resposta não seja tão simples.

Também ficou evidente, — ainda que de modo indireto e meio distante, — que a “zona de conforto” do Kubuntu 14.04 LTS (com KDE 4) pode ter levado a descuidar do que se passa no KDE 5.0 (Jul. 2014!), … 5.5, 5.6.

Régua de tela (Kruler) descoberta no Fedora 23 KDE

Este relato foi publicado inicialmente às 9:59 de 31 Mar. 2016, com 1 imagem, e as informações de download e gravação da midia. — Tudo mais foi acrescentado das 17:40 de 2 Abr. às 2:30 de 3 Abr., — sempre em Kubuntu 14.04 (HD).

Também em Kubuntu 14.04 (HD) foram renomeadas em massa as fotos de celular, com pyRenamer, para se enfileirarem cronologicamente com os prints do Spectacle feitos no Fedora 24 alpha KDE.

Apenas o levantamento cronológico, com base nos prints e fotos assim alinhados, foi feito em sessão Live USB Fedora 23-10 KDE, usando Calligra, Dolphin e Gwenview.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians



Testes de trabalho em “Live USB”