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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Movendo Kubuntu do SSD para o HDD

Clonagem de partições Linux por cópia & cola no GParted, em sessão Live

Resolvi trocar o Kubuntu LTS pelo Kubuntu “rolling release”, — instalado como Kubuntu 19.04 “Disco Dingo” (development branch) no início de seu desenvolvimento (Novembro 2018); e agora transformado em Kubuntu 19.10 “Eoan Ermine” (development branch). — Se tudo der certo, em Novembro próximo será transformado em Kubuntu 20.04 (development branch).

Portanto, não se trata de pular de um “lançamento” para outro, — mas migrar para cada novo “desenvolvimento”, ao se encerrar o anterior. — Desse modo, não existem saltos semestrais entre versões “fixas”, mas uma sucessão contínua de versões fluidas.

Para fazer essa troca, “bastava” deslocar o Kubuntu 19.10, — do SSD externo para um dos HDDs internos, — em substituição ao antigo Kubuntu 16.04 LTS “Xenial Xerus”, que já estava cada vez menos interessante.

Com isso, abriria uma “vaga” no SSD externo, para novas experiências, no futuro.

Partições do Kubuntu 19.10 (em verde) a serem movidas para o lugar do Kubuntu 16.04 (vermelho)

Esse deslocamento foi facilitado pela estrutura modular do particionamento adotado nos 3 HDDs internos + 1 SSD externo, — agrupado em 12 “módulos” (slots), — cada um com partições Raiz (Root), Home e Swap, numeradas de 1 a 12.

Note que se trata de hardware com Bios, e particionamento MBR, — sem partições de Boot separadas. — Com UEFI e GPT, seria mais complicado.

Tratava-se, portanto, de copiar as partições de um módulo (Slot 11) para as partições de outro módulo (Slot 4):

   Linux11  ->  Linux4
   Home11   ->  Home4
   Swap11   ->  Swap4

Para isso, foi usado o GParted, — em sessão Live, para trabalhar com todas as partições desmontadas:

  • Clique com o botão direito na partição de origem e selecione “Copiar
  • Clique com o botão direito na partição de destino e selecione “Colar

Neste caso específico, usei o DVD do Mageia 7 (Beta2) KDE, de Março deste ano, por ser o mais recente que havia na gaveta.

Redução da partição Swap11, para poder colar na partição Swap4, que era menor

Naturalmente, a partição de origem não pode ser maior do que a partição de destino. — Por isso, a partição “Swap11” (4,25 GiB) teve de ser reduzida, para colar na partição “Swap4” (4 GiB).

Para não perder tempo com um cálculo exato (sujeito a erro e a ter de recomeçar por causa de 1 bit a mais), reduzi logo para 3,7 GiB. — Ao ser “colada”, ela se expandirá para ocupar todo o espaço da partição de destino.

GParted reproduz Label, UUID e amplia Swap para preencher todo o espaço

Pode parecer bobagem, clonar a partição Swap, — principalmente se não contém nada de útil, pois nunca usei Hibernar ou Suspender sessão, — e de fato, o GParted não “copiou” a Swap, mas criou uma nova partição Swap no destino, com o UUID da Swap de origem.

No entanto, é um modo simples e rápido de manter o identificador UUID, — e com isso, a consistência do sistema.

Caso contrário, teria de localizar e editar todos os arquivos de sistema que façam referência ao UUID da “Swap11”, — para substituir pelo UUID da “Swap4”. — Um trabalho sem sentido, e ainda por cima, sujeito a variações de uma distro para outra (ou conforme as configurações):

  • /etc/fstab
  • /etc/default/grub - no caso do openSUSE, Mageia, PCLinuxOS, Manjaro
  • /etc/initramfs-tools/conf.d/resume - no caso do Devuan

Aplicação dos Rótulos (Label) corretos às partições do “Slot 4”

O passo seguinte foi alterar os Rótulos (Label) das partições, em conformidade com sua nova localização no “Slot 4”.

Esses Rótulos são fundamentais para me orientar nesse labirinto de 12 distros e 41 partições, — e também para os aplicativos de todas as distros encontrarem o caminho (path) das demais partições (adiante).

Ajustes no Conky para omitir a antiga localização do Kubuntu 19.10

Após encerrar a sessão Live, foi carregado o Mageia 7 (instalado), — que controla o Menu de inicialização da máquina, — para atualizar o Grub e reconhecer a substituição do Kubuntu 16.04 pelo Kubuntu 19.10 no “Slot 4”.

Para isso, o SSD externo foi desplugado, — pois neste momento ainda existem nele 3 partições com UUIDs duplicados. — Só serão formatadas após confirmar que o “clone” está funcionando.

Acima - O arquivo de configuração do Conky é um exemplo do uso dos Rótulos (Label) como parte do caminho (path) para as partições. — Nesse momento, foi retirada a legenda “Kubuntu d” da linha referente ao “Slot 11”.

Atualização do Grub sem o SSD: — apenas 9 distros (Mageia + 8)

Sem o SSD externo, o Grub do Mageia reconheceu as 8 distros restantes, — entre elas, o Kubuntu 19.10 em sua nova localização.

Menu de inicialização com o Kubuntu 19.10 em seu novo local

Com o Grub atualizado, já foi possível testar o Kubuntu 19.10 “Eoan Ermine” (development branch) em sua nova localização.

Clone do Kubuntu 19;10 testado e aprovado

Bastou 1 hora de uso mais ou menos intenso, — fazendo atualizações, instalando pacotes, trocando tema e cores escuras por outros mais leves, — para constatar que o Kubuntu “transplantado” estava funcionando conforme o esperado.

Hora de arrumar a bagunça deixada para trás.

Reataurando o tamanho da partição Swap11 original

A partição Swap11 original já havia sido restaurada em seu antigo tamanho (4,25 GiB), ainda na primeira sessão Live.

Formatação das partições originais, para limpeza e mudança de UUID

Em nova sessão Live, o GParted foi usado para formatar as partições originais (Slot 11), — não só para esvaziá-las, como para alterar seus identificadores UUID, — e reaplicar os Rótulos (Label).

Certa vez, há 2 ou 3 anos, cheguei a carregar uma distro com partições duplicadas (mesmos UUIDs), e o resultado foi muito estranho. — Infelizmente, não lembro se as alterações do sistema eram aplicadas em ambas as partições, ou em apenas uma, ao acaso.

Atualização do Grub com o SSD externo plugado

Com isso, o Grub do Mageia já podia ser atualizado, mais uma vez, — agora, com o SSD externo plugado, — para detectar as outras 10 distros remanescentes.

Menu de inicialização com as 11 distros restantes

O Menu de inicialização ainda ficou um pouco vazio, — afinal, resta 1 vaga, — mas voltou a ser possível carregar o Sabayon e o Devuan.

Cópia

Pelo comando sudo blkid foi feita nova documentação dos identificadores UUID em arquivo texto (datado), — para fácil localização por CTRL-F.

Essa documentação, em arquivos TXT sucessivos (datados), após cada formatação, preserva todo histórico de UUIDs já extintos, — o que, em várias ocasiões, ajudou a entender por que alguma distro às vezes era flagrada fazendo referência a algum UUID inexistente.

Correção das partições a serem montadas em System settings >> Removable devices

Faltava desativar a montagem automática das partições Linux4 e Home4 pelo Udisks2 (*), que já não é necessária, — em System settings >> Removable devices; — e habilitar a montagem automática de Linux11 e Home11, cujos novos identificadores UUID já não fazem parte do /etc/fstab.

Hostname “Linux4”

Por último, foram editados os arquivos /etc/hosts e /etc/hostname para substituir “Linux11” por “Linux4”, — o que foi mais do que suficiente, no Kubuntu. — Em outras distros, às vezes a coisa não é tão simples.

Devuan, antes e depois de simplificar o arquivo /etc/fstab

Para minha surpresa, descobri que ainda não tinha simplificado o arquivo /etc/fstab do Devuan, — que continuava usando os identificadores UUID para montar as partições dos HDDs internos, — e usando os Rótulos (Label) apenas para definir os pontos de montagem.

Naturalmente, já não existem os UUIDs do antigo Kubuntu 16.04 LTS “Xenial Xerus”, — por isso, as partições “Linux4” e “Home4” não foram montadas, — e na falta de informações, o Conky repetiu as da partição-raiz do próprio Devuan.

Uma vez que, no Devuan, (apenas) as partições do SSD externo (USB) são montadas automaticamente pelo Udisks2 (*), seus UUIDs não precisavam estar no /etc/fstab. — Caso contrário, a linha 11 mostraria informações do novo “Slot 4”, e não partições vazias.
_______
(*) No Debian e no Devuan, as partições do SSD externo são automaticamente montadas, sem necessidade de incluí-las no Udisks2 pelo KDE System settings, — nem no /etc/fstab, — ao passo que no Kubuntu, Mint KDE e KDE Neon, é necessário habilitar sua montagem no KDE System settings. — Ver casos de outras distros e no Cinnamon.

Simplificação do arquivo /etc/fstab do Devuan

Para resolver de vez o assunto, bastou aplicar o modelo simplificado, — que adotei há tempos no /etc/fstab do Slackware, e depois, também no Debian.

Em resumo, ele usa os Rótulos (Label), tanto para identificar as partições, quanto para definir os pontos de montagem.

Uma vantagem dessa abordagem é que o Boot do Debian não trava nem entra em pânico, a cada vez que uma partição é formatada e desaparece seu antigo UUID. — Nesses casos, era preciso logar no tty e editar o arquivo /etc/fstab pelo vi ou pelo nano, para prosseguir. — Não lembro se já houve caso de o Debian não carregar porque esqueci de aplicar Rótulo (Label) após formatar alguma partição. Além disso, os instaladores de algumas distros preservam os Rótulos ao formatar, a menos que você esvazie o campo ou preencha com outro Rótulo.

Distribuição final das distros nas partições existentes, com 1 vaga no SSD externo

O resultado disso tudo é que o Kubuntu 19.10 “Eoan Ermine” (development branch) tomou lugar entre as distros “permanentes”, — deixando 1 vaga para novas experiências, no SSD externo, — que, por princípio, pode ser facilmente desplugado.

Comparativo das distros instaladas, na situação de 25 de Maio

Embora o Kubuntu 16.04 LTS “Xenial Xerux” fosse uma das mais produtivas, — com o maior número de aplicativos instalados e funcionando, — vinha ficando cada vez menos atrativa, pela falta de vários avanços do KDE mais recente, aos quais me acostumei nas outras distros.

Além disso, o suporte ao Kubuntu 16.04 LTS terminou em Abril, — durou apenas 3 anos, embora o do Ubuntu 16.04 vá até 2021.

Comparativo das distros instaladas, na situação de 5 de Junho

Para todos os efeitos práticos, o KDE Neon (Bionic) e o Mint 18 KDE (Xenial) substituem com vantagem o Kubuntu 16.04, — e já faz algum tempo que transferi para o Mint o controle dos Backups.

No site do Linux Mint, consta que o Mint 18 KDE terá suporte até 2021. — Não tenho certeza absoluta, pois é possível haver sutis confusões de significado das palavras, — mas ainda não vi afirmação categórica em contrário.

WTF


Um colega pergunta por que, com mil diabos, alguém iria mover uma distro de um SSD, que é muito mais rápido, para HDD “mecânico”, muito mais lerdo? — Bom, isso pode ser verdade na teoria, mas na prática é preciso levar em conta vários fatores individuais, tais como os modelos de HDD e SSD, os modelos de conectores disponíveis na Placa-Mãe, — e também o caso específico de cada usuário.

E afinal, tudo que ficou registrado aqui também se aplica em sentido contrário, — do HDD para o SSD.

Pessoalmente, já fiz várias remoções de ida-e-volta (HDD-SSD-HDD), — quando recebi o SSD de 1 TB, — e novamente ao adquirir um HDD de 1 TB, que veio se somar aos 2 HDDs de 320 GB.

Naquela ocasião, tratava-se de reorganizar o particionamento, — até chegar ao atual sistema de “módulos”, — sem perder as distros que estavam instaladas e funcionando muito bem:


xxx

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.



Kubuntu

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Live Kubuntu 17.10 Artful Aardvark

Kubuntu 17.10 Artful Aardvark configurado em sessão Live DVD

O objetivo desse teste de trabalho em Live DVD era ver o desempenho do Kubuntu 17.10 Artful Aardvark para as tarefas (bastante específicas) do meu dia-a-dia, usando as mesmas configurações das demais distros Linux já instaladas, — dispondo de apenas 4 GB RAM.

O abuso foi intencional, — foram instalados Chromium, Synaptic, Gimp, Conky, lm-sensors, gnome-screenshot, fontes TTF, novos tema e decoração de janelas, aplicadas transparências do Kwin, wallpaper, e uma variedade de outras configurações, por toda parte, — como faria com um Linux instalado em HDD.

Como a “árvore” de pastas e arquivos do sistema não pode ser “gravada”, — aliás, ainda precisa ser descompactada, ocupando Memória RAM ao lado da “/home” virtual, — a “instalação” de pacotes adicionais vem agravar ainda mais a demanda sobre esse recurso.

Memória disponível (memeasyfree) com Chromium (4 abas), Dolphin (3 abas), Gimp, LibreOffice calc

O limite se manifestou num momento em que o Dolphin estava aberto com 3 abas, o Chromium com 4 abas (inclusive 1 “Página” do Facebook), o LibreOffice com uma planilha contendo dúzias de folhas, e o Gimp em stand-by.

2h 27m uptime - Foi nesse ponto que, dos 3,85 GiB RAM, restaram apenas 305 MiB “disponíveis” (memeasyfree). As coisas ficaram lentas, com intensa atividade de leitura de DVD (sinal de cache insuficiente), — embora sem usar mais do que 71,2 MiB de Swap, — e a experiência finalmente começou a ser amenizada.

3h 23m uptime - Após fechar o LibreOffice, Facebook, Gimp e 1 aba do Dolphin, a Memória disponível se elevou a 1,14 GiB, — cessou a atividade intensa de DVD, — e o uso de Swap teve leve redução para 70,8 MiB.

Notar que o Chromium foi sincronizado desde o primeiro momento, — portanto, com todos Bookmarks e extensões, inclusive o uBlock trazido pelo Knoppix 8.1.0.

KSysguard não indica nenhum processo PIM, Baloo ou Akonadi, — a Pesquisa de arquivos (Filesearch) vem desabilitada na sessão Live, — e o KDE Wallet foi desativado logo no início da sessão Live DVD.

3h 36m uptime - Fechar o Chromium elevou a Memória disponível a 1,95 MiB. Ao reabrir o Chromium, — com as mesmas 3 abas, — a Memória disponível caiu menos, para 1,44 GiB.

Mais tarde, após fechar e reabrir o Chromium (agora só com 2 abas: Blogger e Byteria), a Memória disponível aumentou para 1,5 ~ 1,6 GiB.

Pragmatismo


Adicionar legenda

Não foi testada a instalação do Wine (com velhos aplicativos pré-XP), — nem as (decrescentes) habilitações do Konqueror, que não veio, e (ainda) não foi instalado.

De um ponto de vista bastante pragmático, — de um usuário específico, e com um hardware também específico, — interessava mais a possibilidade de uso imediato e permanente, do que um cesto de belas novidades (vistas diariamente no KDE Neon, no Debian testing, no Arch).

Pelo contrário, o “conservador” Kubuntu 16.04 LTS é o que melhor atende a esses requisitos (até hoje), — seguido de perto pelo Linux Mint KDE, openSUSE Leap e KDE Neon.

Como não havia intenção de abandonar o Kubuntu LTS, o interesse no Kubuntu 17.10 Artful Aardvark se liga mais a uma “precaução”, — ver como as coisas andam, para não ser pego de surpresa por mudanças potencialmente incômodas, no próximo 18.04 LTS.

Afinal, tem havido alguns indícios preocupantes, — o KDE Neon e o Mint KDE já não parecem ir tão bem quanto antes; o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus também não apresentou o desempenho esperado; o openSUSE Leap KDE dá sinais de abrir o bico perante as “Páginas” do Facebook (não Feed, Perfis, Grupos).

Lembrar, claro, que a boa produtividade obtida no Kubuntu 14.04 LTS e 16.04 LTS não caiu do céu, — foi obtida com vários anos de pesquisa e solução de problemas aqui e ali, — e afinal, as coisas estão sempre mudando, portanto não dá para estacionar no tempo e esperar que tudo continue sempre dando certo. Cedo ou tarde, também o hardware terá de evoluir.

Cronologia


Muon Package Manager, — de volta, — dispensa usar o Plasma Discover

16:14 - Esta é a hora do início da sessão Live DVD, — deduzida pelo “uptime”, — 4 minutos antes de aparecer a tela colorida com o Menu de Boot oferecendo as opções de Experimentar (Try) ou Instalar (Install). — Carregar uma sessão Live DVD é mesmo demorado.

Encontrar o Muon Package Manager, — de volta ao Kubuntu, como alternativa ao Plasma Discover, — foi uma grata alegria, e um grande alívio.

2017 Oct. 19


16:14 - Start Boot Live DVD
16:18 - Boot Menu - Try or Install
16:20 - Timezone - PrintScreen Spectacle
16:27 - Dolphin - config
16:33 - Spectacle save Pendrive 2GB
16:36 - Muon Package Manager - install Conky
16:37 - Muon Package Manager - install Synaptic
16:39 - Muon Package Manager - install gnome screenshot
16:39 - Conky
16:42 - Dolphin Toolbar - config
16:44 - Conkyrc
16:48 - sensors-detect
16:50 - Compositor XRender - Conky transparent
16:52 - Muon sources Multiverse - Reload repos
16:55 - Synaptic - install ttf-mscorefonts
16:57 - Synaptic - install Chromium
17:01 - Synaptic - install Gimp
17:03 - Synaptic - delete downloaded packages after installation
17:05 - Gimp - select Wallpaper
17:05 - Gimp - config
17:07 - Gimp - rotate Wallpaper
17:09 - Gimp - resize Wallpaper
17:10 - Gimp - crop Wallpaper
17:13 - Wallpaper
17:18 - Maia transparent - Workspace Theme
17:19 - Transparent oxygen - Kwin decoration
17:20 - Conky watch sensors
17:22 - Gimp - Save tool options now
17:23 - Conkyrc - xftalpha
17:25 - Kate - Kwin - transparent
17:32 - gnome-screenshot - keyboard shortcut - Ok
17:32 - Login screen - Auto Login
17:33 - Desktop session - Restore saved session
17:33 - Save session
17:33 - Kwallet disable
17:34 - File association - BMP, GIF, JPEG, PNG - 1st: Gwenview; 2nd: Gimp
17:35 - Keyboard - NumLock - Turn on
17:39 - Keyboard: pt_BR; - 3rd Level: Left Win
17:41 - KInfocenter transparent
17:47 - Gwenview - config (q = Quit)
17:55 - Chromium - Sync
18:24 - LibreOffice
18:38 - Chromium - Facebook Page - Byteria - CPU
18:38 - Chromium - Facebook Page - Byteria - CPU
18:41 - Chromium - Facebook Page - Byteria - CPU
18:51 - Gimp - Quit - delay: PrtScn 18:52
19:50 - Chromium - closed
19:58 - Chromium - again
20:32 - Nokia Lumia - USB cable - download photos
20:38 - Nokia Lumia - USB cable - 218 photos copying finished
20:40 - Synaptic - install pyRenamer
20:45 - var/log/apt/history.log
21:00 - Chromium - closed
21:04 - Menu Cascade
21:55 - open Directory with pyRenamer
21:57 - pyRenamer - Exif data (photos)
21:59 - PrintScreen / Photo: ls -1 > chronology.txt
22:10 - Kate - Block selection mode - chronology.txt
23:15 - Synaptic - i915 - Ok
23:32 - An “average user” point of view
23:35 - Chromium - again - Uptime 7h 20m

Encerramento


Encerramento da sessão Live DVD, uptime 10h 30min, com 2,27 GiB RAM disponíveis

Às 2:43 do dia 20, com todos os aplicativos fechados (exceto Conky), a Memória RAM disponível (memeasyfree) era de 2,30 GiB.

Nesse momento, portanto, os processos, a /home e a “árvore” de arquivos e pastas do sistema, — com o acréscimo dos pacotes instalados durante a sessão Live, — ocupavam 1,55 GiB RAM.

A sessão Live DVD foi encerrada às 2:44 do dia 20, com duração total de 10h 30min.

Pacotes instalados


Muon Package Manager


Start-Date: 2017-10-19  16:38:15
Install:
- libvte-2.91-0:amd64 (0.48.4-0ubuntu1, automatic)
- libimlib2:amd64 (1.4.8-1, automatic)
- rarian-compat:amd64 (0.8.1-6, automatic)
- libxmmsclient6:amd64 (0.8+dfsg-18build1, automatic)
- conky-all:amd64 (1.10.6-1.1)
- libpango-perl:amd64 (1.227-2build1, automatic)
- libcairo-perl:amd64 (1.106-2build1, automatic)
- libxnvctrl0:amd64 (384.69-0ubuntu1, automatic)
- liblua5.1-0:amd64 (5.1.5-8.1build1, automatic)
- libaudclient2:amd64 (3.5~rc2-1, automatic)
- libglib-perl:amd64 (3:1.326-1build1, automatic)
- librarian0:amd64 (0.8.1-6, automatic)
- libept1.5.0:amd64 (1.1+nmu3build1, automatic)
- libvte-2.91-common:amd64 (0.48.4-0ubuntu1, automatic)
- synaptic:amd64 (0.84.2)
- libgtk2-perl:amd64 (2:1.24992-1build1, automatic)
End-Date: 2017-10-19  16:38:54

Start-Date: 2017-10-19  16:39:26
Install:
- gnome-screenshot:amd64 (3.25.0-0ubuntu2)
- libcanberra-gtk3-module:amd64 (0.30-3ubuntu1, automatic)
- libcanberra-gtk3-0:amd64 (0.30-3ubuntu1, automatic)
End-Date: 2017-10-19  16:39:27

Start-Date: 2017-10-19  16:47:37
Install:
- lm-sensors:amd64 (1:3.4.0-4)
End-Date: 2017-10-19  16:47:40

Synaptic


Thu Oct 19 16:55:35 2017
Installed:
- cabextract (1.6-1)
- libmspack0 (0.6-3)
- patch (2.7.5-1build1)
- ttf-mscorefonts-installer (3.6ubuntu2)
- update-notifier-common (3.186)

Thu Oct 19 16:57:40 2017
Installed:
- chromium-browser (61.0.3163.100-0ubuntu1.1378)
- chromium-browser-l10n (61.0.3163.100-0ubuntu1.1378)
- chromium-codecs-ffmpeg-extra (61.0.3163.100-0ubuntu1.1378)

Thu Oct 19 17:01:58 2017
Installed:
- gimp (2.8.20-1)
- gimp-data (2.8.20-1)
- libamd2 (1:4.5.5-1)
- libbabl-0.1-0 (0.1.30-1)
- libblas3 (3.7.1-3ubuntu2)
- libcamd2 (1:4.5.5-1)
- libccolamd2 (1:4.5.5-1)
- libcholmod3 (1:4.5.5-1)
- libgegl-0.3-0 (0.3.20-1)
- libgfortran4 (7.2.0-8ubuntu3)
- libgimp2.0 (2.8.20-1)
- liblapack3 (3.7.1-3ubuntu2)
- libmetis5 (5.1.0.dfsg-5)
- libpoppler-glib8 (0.57.0-2ubuntu4)
- libquadmath0 (7.2.0-8ubuntu3)
- libumfpack5 (1:4.5.5-1)
- python-cairo (1.8.8-2.2)
- python-gobject-2 (2.28.6-12ubuntu2)
- python-gtk2 (2.24.0-5.1ubuntu1)

Thu Oct 19 20:40:52 2017
Installed:
- gconf2 (3.2.6-4ubuntu1)
- libglade2-0 (1:2.6.4-2)
- pyrenamer (0.6.0-1.2)
- python-gconf (2.28.1+dfsg-1.2)
- python-glade2 (2.24.0-5.1ubuntu1)
- python-hachoir-core (1.3.3-4)
- python-hachoir-metadata (1.3.3-2)
- python-hachoir-parser (1.3.4-2)

_________________
• Publicado em 19 Out. 2017, às 18:08 (UTC-0300); e desenvolvido até 1:43 em Live Kubuntu 17.10 Artful Aardvark.
• A sessão Live DVD foi encerrada às 2:44 do dia 20, com duração total de 10h 30min.

— … ≠ • ≠ … —

Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Knoppix 8.1.0 - Instalação em Pendrive com persistência

Knoppix 8.1.0 em sessão Live DVD

• O Knoppix 8.1.0 vem com Kernel Linux 4.12.7; Plasma KDE 5.8.7 (entre outros DEs); e Chromium 60.0.3112.78-1 pronto para exibir vídeos, com extensões “ublock Origin” e “NoScript Security-Plugin”, — que, graças à sincronização, se alastraram aos Chromium das demais distros.

Já tinha defrontado esse tipo de coisa, após outros testes em Live CD / DVD / Pendrive, e a prática já tinha mostrado que basta desinstalar tais extensões, para a sincronização (via Google Chrome) voltar ao estado anterior, — e foi o que fiz, logo após a 1ª sessão Live DVD do Knoppix 8.1.0. — Mas esqueci de fazer isso na 2ª sessão, e acabei gostando das novas extensões (após conferir o que faziam e o que não faziam).

Com “ublock” (que nunca havia experimentado), a navegação em sites e portais entulhados de anúncios intrusivos, — como Estadão, DCM, 24/7, — deixou de causar surtos de uso de CPU e de travar por longos segundos (e que paralisava até a simples rolagem das páginas).

Quadro comparativo dos sistemas Linux instalados em HDD e Pendrive

Infelizmente, isso em nada melhora a navegação em “Páginas” do Facebook, — que continua espinhosa, exceto no Kubuntu LTS, KDE Neon, Mint KDE e openSUSE Leap KDE (agora… “e PCLinuxOS”: tudo está sempre mudando, cf. Heráclito).

Índice


  • Instalação
  • Estrutura e usos do Knoppix
    • Imutáveis
    • Graváveis
    • UnionFS
  • Coleção de softwares
  • Live tools
  • Não abra o Chromium
  • 1ª Sessão Live DVD

Instalação


Configuração na sessão Live DVD, — registrada ao encerrar a 1ª “instalação”. — Painel embaralhado (dir.)

O Knoppix 8.1.0 foi “instalado” em um Pendrive de 32 GB na noite de 29 Set. 2017, após rápida configuração em sessão Live DVD, — com duração aproximada de 3h18min (20:46 ~ 0:04), sem nenhuma falha, e nenhum período de lentidão.

A sessão Live DVD transcorreu com tamanha lhaneza, que me animei a preparar no Gimp uma Captura de tela das 21:20 e publicá-la aqui (acima), às 21:36, para posterior desenvolvimento do relato.

Apenas a conexão web caiu, por volta das 21:45, ao tentar publicar a mesma imagem no Facebook. Mas bastou abrir o ícone no Painel, — desconectar, conectar de novo, — e às 21:53 foi concluído o upload.

• A queda de conexão voltou a ocorrer 3 ou 4 vezes, na semana seguinte, e esse procedimento sempre resolveu o problema, embora não em definitivo. — Pode haver motivos alheios ao Knoppix. É ocorrência comum no Slackware “AlienBOB” Plasma KDE 5 (onde ainda não encontrei solução “jogo-rápido”). — Hoje (7 Out.), ocorreu no Mint 18 KDE; mas voltou em segundos, automaticamente.

Uma primeira instalação demorou cerca de 40 minutos, das 22:49 às 23:28, — incluída a remasterização, para incorporar as configurações feitas naquela primeira sessão Live DVD.

Durante a remasterização, é recomendado “não mudar nada”, — “melhor ainda: não fazer nada”, — mas é claro que continuei fazendo algumas Capturas de tela (pelo menos), e é possível que isso tenha causado alguma sequela.

Fato é que, ao tentar o Boot do Knoppix 8.1.0 “instalado” no Pendrive (com Persistência), ele não carregou, — e à 0:23 foram encerradas as tentativas.

1º Out. 2017 - Depois de alguma pesquisa e várias tentativas, o Pendrive de 32 GB foi formatado, para tentar de novo, e teve início outra sessão Live DVD, — agora, fazendo a configuração completa, — para nova instalação (com o cuidado de não fazer absolutamente nada durante a etapa de remasterização).

Esta segunda instalação está funcionando até hoje (7 Out.), — apesar de algumas falhas, nos primeiros dias, — e o Pendrive de 32 GB vai para o “quadro de ferramentas”, ao lado do Pendrive de 16 GB com o Knoppix 7.7.1 (a ser mantido por alguns meses, por precaução).

Estrutura e usos do Knoppix


Árvore de arquivos de sistema do Knoppix instalado no Pendrive

Knoppix é feito para rodar em Live DVD / Pendrive, — em viagem, palestras (hardwares imprevisíveis), — em tarefas de manutenção, análise forense etc.

Por esse motivo, mesmo depois de “instalado” em um “dispositivo de memória flash”, mantém sua integridade original, — capaz de reconhecer e configurar uma enorme variedade de hardwares, — além de uma coleção invejável de ferramentas e aplicativos de todos os tipos, totalizando mais de 10 GiB, comprimidos para caber em 1 DVD, e descompactados caso a caso, apenas “sob demanda”.

Olhando o Pendrive, — “de fora” de uma sessão do próprio Knoppix, — não espere encontrar pastas tradicionais de sistema como /bin, /sbin, /lib etc.

Imutáveis - Na partição de sistema (Fat32) do Pendrive onde o Knoppix 8.1.0 foi “instalado”, destacam-se 2 grandes arquivos comprimidos, — cujo conteúdo é descrito em um TXT, de modo muito resumido:

  • KNOPPIX (3,9 GiB): — “base system, including Firefox, Gimp, Libreoffice”.
  • KNOPPIX1 (264 MiB): — “openscad, slic3r, scribus, inkscape, blender, freecad, biber, kdenlive, openshot”.

Na verdade, inclui muito mais: — por exemplo, GParted (Knoppix torna desnecessário o GParted Live), Wine (instalei CorelDraw, Dreameweaver no Knoppix 7.7.1), etc., — além do LXDE (padrão), KDE, Gnome, IceWM, Fluxbox, Openbox, LarsWM, EvilWM, TWM, e uma configuração completa chamada “Adriane”, que funciona por voz (sem interface gráfica), para cegos.

A mensagem que fica, desse TXT super-resumido, é que o arquivo principal reúne as aplicações de uso mais generalizado, — enquanto o arquivo secundário reúne aplicações de uso mais especializado, como CAD, edição de vídeo, editoração etc.

Uma coisa que se pode fazer, — conforme testado no antigo Knoppix 7.7.1, — é editar alguns arquivos-texto de inicialização na pasta /boot, para incluir alguns cheatcodes com parâmetros personalizados.

Por exemplo, “desktop=kde tz=America/Sao_Paulo”, no arquivo /boot/syslinux/syslinux.cfg.

Partição de dados (Persistência) do Knoppix “instalado” em Pendrive

Graváveis - É na partição (ou arquivo) de Persistência que se encontram pastas como /etc, /home, /var, — as únicas “graváveis”.

Montagem das pastas read-only e das pastas read-write em UnionFS

UnionFS - A “reunião” das pastas comprimidas nos arquivos Knoppix e Knoppix1 + as pastas graváveis existentes na partição Knoppix-data (ReiserFS) é feita na Memória RAM, em uma pasta virtual /UnionFS, — e a sensação de andar entre espelhos-fantasmas pode causar certa vertigem.

Apesar dessa confusão sem fim, é possível, sim, instalar novos pacotes, — apenas, não se recomenda.

Eis alguns motivos para, também, nunca “instalar” o Knoppix em HDD, como uma “distro” comum:

1) Loga-se, automaticamente, como Root (salvo opção em contrário), — o que é muito prático para tarefas de manutenção, penetração, análise forense, — embora ofereça criptografia para a partição ou arquivo de Persistência, de modo a proteger seus dados em caso de extravio do Pendrive;

2) Não é feito para buscar ou receber atualizações, — e a simples instalação de 1 pacote novo (precedida do devido “apt-update”) já poderia exigi-las, — pois isso ameaça romper o frágil equilíbrio desse “castelo de cartas”, que reúne pacotes do Debian stable (Stretch), testing (Buster) e unstable (Sid). Logo se tornaria, nada mais do que, um Debian (possivelmente, quebrado).

Coleção de softwares


Seção de Configurações (Settings) no Menu K do Knoppix 8.1.0

Daí, a necessidade de o Knoppix já vir com uma grande coleção de drivers, ferramentas e aplicativos, — de modo a reconhecer automaticamente qualquer hardware e poder ser usado para as mais complexas tarefas, no minuto seguinte, — e por consequência, a necessidade de trazer tudo isso compactado, para caber em um DVD.

Acima - Aplicativos, ferramentas e diálogos da seção de Configurações (Settings) no Menu K do Knoppix 8.1.0.

Seções Knoppix e Multimedia no Menu K do Knoppix 8.1.0

Acima - Seções Knoppix e Multimedia no Menu K do Knoppix 8.1.0.

Seções Graphics e Internet no Menu K do Knoppix 8.1.0

Acima - Seções Graphics e Internet no Menu K do Knoppix 8.1.0.

Seção de Sistema (System) no Menu K do Knoppix 8.1.0

Acima - Seção de Sistema (System) no Menu K do Knoppix 8.1.0.

Seção de Utilitários (Utilities) no Menu K do Knoppix 8.1.0

Acima - Seção de Utilitários (Utilities) no Menu K do Knoppix 8.1.0.

Live tools


Configuração inicial do Wine, — que se encarregou de instalar Mono e Gecko, — sem criar problemas

Por isso, o jeito foi me conformar com a falta do Conky, KInfocenter e KSysguard, por exemplo, e contornar a falta do ttf-mscorefonts-installer pela mera cópia de arquivos TTF, encontrados na pasta “~/.wine” das distros instaladas em HDD, para a /home do Pendrive. — Feito isso, basta usar as Configurações do sistema (System settings) para instalar como “fontes do usuário” (não aceitou instalar como “fontes do sistema”).

Desse modo, o antigo Knoppix 7.7.1 “instalado” em um Pendrive de 16GB já se havia tornado meu ferramental quase único para tarefas administrativas, — em especial, seu GParted, pois não monta automaticamente outros dispositivos e partições, a menos que você peça, — e se você usar o parâmetro “forensic”, por exemplo, não afeta sequer as partições Swap existentes no computador.

• Ainda não pude encontrar, também, nenhum caminho para habilitar / configurar a tecla PrtScn (Atalho). — Desde o Knoppix 7.7.1, há 10 meses, venho utilizando o Gnome-screenshot, por comandos no Konsole.

Preparação (sem abrir o Chromium) de mais algumas Capturas de tela no Knoppix 8.1.0 instalado no Pendrive

Há quase 10 meses, adotei o Knoppix 7.1.1 em substituição ao GParted Live, — com a vantagem de manter configurações, salvar arquivos, navegar na web, examinar partições e pastas com o Dolphin personalizado, consultar (e editar) documentos, e realizar várias outras tarefas que se apresentem, enquanto faz a manutenção.

No entanto, também é muito produtivo usar o Knoppix como “sistema portátil”, fora de casa, — sem ter de transportar o PC “desktop” debaixo do braço, — desde que não precise abrir o Chromium (ou encontre um hardware melhor que o meu).

Em 7 Out., por exemplo, foi rodada uma sessão de 3h30min (16:14 ~ 19:46) do Knoppix 8.1.0 “instalado”, para documentar mais alguns detalhes. — Foram feitas mais 80 fotos e Capturas de tela, e editadas no Gimp, de modo a resumi-las em 12 imagens, várias delas reunindo partes de 2 Capturas, lado a lado (acima). — A única parte improdutiva foi abrir o Chromium (para verificar), e depois fechá-lo. Para se ter uma ideia das “travas” e sua duração, os Relógios do Painel e do GKrellM chegaram a indicar 3 ou 4 minutos de diferença.

Em 4 Out., foram obtidas as informações do “Quadro comparativo de sistemas Linux instalados” (acima), — atualizar a planilha no LibreOffice, exportar como PDF, expandir o PDF no Okular, Capturar a tela, cortar no Gimp e exportar (tudo aberto ao mesmo tempo, para refazer, em caso de correções), — sem qualquer demora ou perda de tempo.

Não abra o Chromium


htop em tty2 com o Chromium aberto no Knoppix
.
Mas, com o Chromium aberto, a única coisa útil, enquanto se espera, é alternar para outro Terminal virtual, — Ctrl-Alt-F2 para tty2, digamos, — e se surpreender de ver que o Chromium não estaria consumindo tanta Memória RAM quanto em outras distros (pobre consolo).

Portanto, há limites, — em especial, quando se teima em usar KDE, — num antigo Core 2 Duo de 2.66 GHz (1 physical processor, 2 cores, 2 threads), e apenas 4 GiB Memória RAM (ainda por cima desfalcada de 256 MiB reservados ao Video Onboard).

Neste hardware específico, basta abrir o Chromium, para ficar sujeito a longas demoras, — mesmo que você não precise usar nenhum outro aplicativo. — Ainda não tentei usar a coleção de softwares OpenSCAD, FreeCAD, Blender etc.

1ª Sessão Live DVD


Digite alguma coisa para deter a contagem regressiva do Boot automático; e F2 para ver as opções

A 1ª sessão Live DVD do Knoppix 8.1.0 durou 3h18min de uso intenso, sem absolutamente nenhum momento de “meia-trava”, — ao contrário do que já era comum no Knoppix 7.7.1 instalado no Pendrive de 16 GB, — embora os 4 GB de Memória RAM me pareçam pouco, para um sistema operacional que precisa ser descompactado em tempo de execução (on-the-fly).

Carregamento empacado em “Starting ACPI”

Na primeira tentativa, foi usado o parâmetro para testar o DVD (*); mas o carregamento empacou em “Starting ACPI”, durante mais de 10 minutos, — com o leitor de DVD emitindo rangidos de porta que abre e fecha, em loop, — até ser dado Reset.

boot: knoppix64 testcd desktop=kde tz=America/Sao_Paulo

(*) Posteriormente, verifiquei a existência de um parâmetro diferente, — “testdvd”, — o que deixa dúvidas sobre a validade desse teste inicial.

Carregamento do Knoppix 8.1 com os “cheatcodes”

Na segunda tentativa, foi acrescentado o “cheatcode” acpi=off, e finalmente carregou.

boot: knoppix64 acpi=off desktop=kde tz=America/Sao_Paulo

Lembrando que o Boot pelo DVD / USB (Pendrive) leva ao carregamento automático das opções-padrão, — 32bit, LXDE, UTC etc., — após alguns segundos.

A contagem regressiva se interrompe quando você aciona alguma tecla, para especificar outras opções de Boot, — e os principais “cheatcodes” podem ser consultados teclando F2 e F3. — Na Wiki do Knoppix existe uma lista completa.

— … ≠ • ≠ … —

Knoppix



domingo, 5 de março de 2017

Sabayon (Gentoo) - Instalação e configuração

Sabayon (Gentoo) após “atualização 2 disponíveis”, — que levou 2h 30min, talvez por inexperiência

As principais observações sobre o Sabayon 16.11 KDE (amd64), — no que difere dos demais sistemas Linux já instalados, — referem-se ao gerenciamento de pacotes e atualizações.

Vale notar que esta é uma experiência sem estudo prévio sobre Gentoo ou Sabayon, — trata-se de “aprender fazendo”, — onde mais vale o gosto de “ver” e “brincar”, do que qualquer (suposta) “obrigação”.

  • Essa “brincadeira” (absoluta “falta de pressa”) é possível porque o Kubuntu 16.04 LTS e o Linux Mint 18.1 KDE garantem o “ambiente de produção” para todas as tarefas necessárias. Além deles, o KDE Neon User Edition e o openSuSE também atendem às tarefas mais frequentes no dia-a-dia. — Portanto, basta reiniciar o computador, escolher o sistema da hora, — e mais tarde, voltar ao Sabayon para seguir brincando.

Ainda falta a montagem automática das partições “adicionais”, — e depois, adaptar o “~/.conkyrc” para exibi-las, — uma vez que, no Sabayon, não basta marcá-las em “K Menu → Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível → Dispositivos removíveis”.

É provável que essa montagem automática se resolva pelo arquivo “/etc/fstab” (como no Debian e no openSuSE), e / ou pela configuração de alguma “política” (“polkit”, como no Fedora)
.

••• Ver “Montagem automática de partições adicionais” - (adiante).

É claro que houve alguma pesquisa e leitura, — em especial nesses 3 pontos fundamentais:

  • Sua escolha, — porque Sabayon pareceu a melhor opção para a experiência inicial de um leigo, na área do Gentoo.
  • Alguma leitura básica sobre sistema Portage de gerenciamento e instalação de pacotes (Gentoo), e mais especificamente Entropy, equo etc. [Viva o Linux, Sabayon]
  • Confirmar que, — nessa primeira aproximação, — poderia deixar de lado coisas como LVM, BtrFS, XFS etc., além de dispensar qualquer (suposta) necessidade de partição “/boot” separada. — A instalação foi feita unicamente com partições “/” (raiz) e “/home”, — ambas “tradicionais”, em sistema de arquivos ext4, — além de 1 partição Swap.

ISO e Live DVD (I e II)


Mensagem de erro quilométrica, perto do final da 1ª tentativa de instalação do Sabayon

A imagem ISO do Sabayon 16.11 KDE (amd64) foi baixada e verificada por md5sum em 3 Mar. 2017.

Por distração, um primeiro DVD acabou sendo gravado pelo K3b na velocidade 16x (4 Mar. 2017).

Por isso, no Menu de Boot, foi usada a opção “Check disk for defects”, que terminou com uma mensagem positiva, — “All fine, baby, the Live System is healthy”, — apesar de outras mensagens de “No iSCSI initiator found” e de “Sorry, but keyboard mapping br is invalid”.

Depois da verificação, ele reiniciou e foi carregada a sessão Live DVD, — que tratei de configurar ao máximo, além de abrir o navegar no Chrome para tirar algumas dúvidas, antes de iniciar a instalação, — mas nessa 1ª tentativa o processo não se completou.

A fase de instalação, propriamente dita (slide-show), começou às 17:07, e às 17:31 já estava nas “tarefas de configuração de pós-instalação”, — mas às 17:33 apresentou mensagem de erro, com 3 opções (Report bug, Debug, Quit), e foi encerrado.

Durante todo esse tempo, o KSysguard não registrou atividade de rede, — download, — embora o Chrome estivesse conectado e navegando normalmente, — antes, durante e depois da tentativa de instalação.

Para minimizar os riscos de novo erro, foi gravado um segundo DVD em velocidade 4x. — A nova sessão Live DVD foi carregada sem as opções de Idioma e Teclado PT-BR, — e configurada só no mínimo indispensável para as capturas de tela (Atalho “PrtScn”).

Nesta 2ª tentativa, o Instalador foi deixado em full-screen, — evitando abrir o Chrome ou alternar com o Dolphin, — que foi aberto apenas para montar o Pendrive e confirmar a gravação da primeira captura de tela.

A fase de instalação, propriamente (slide-show), começou às 23:00 e foi deixada sozinha, — sem supervisão, sem prints, sem qualquer outra atividade humana. — De acordo com o arquivo “/var/log/anaconda/anaconda.log”, terminou às 23:29, com mensagem de sucesso.

Instalação (II)


Início da 2ª tentativa de instalação do Sabayon, — com o Relógio do Painel “estacionado”, havia 3 minutos

A 2ª tentativa de instalação do Sabayou começou por volta das 22:46, — embora o Relógio do Painel tivesse parado em “22:43” (que continuou exibindo até o final). — No entanto, as capturas de tela (bem como os logs) registram as horas corretas, compatíveis com as das fotos de celular.

O instalador Anaconda, — já conhecido da instalação do Fedora, — é menos “sequencial” do que os instaladores do Debian, do Ubuntu (Ubiquity) ou do Manjaro (Calamares).

Os primeiros passos foram escolher o Idioma e o layout do Teclado (PT-BR), assim como o Fuso horário (Américas / São Paulo).

Opções iniciais da instalação do Sabayon

A conexão (Rede) já tinha sido detectada e ativada automaticamente, desde o carregamento da sessão Live DVD, — mas poderia alterar o nome do Host para “Linux11”, por exemplo.

Neste ponto, restava definir o destino da instalação, — discos, partições etc., — para habilitar o botão “Iniciar a instalação”.

Escolha do dispositivo, — e da opção “Eu irei configurar o particionamento

Tendo previamente confirmado que poderia usar um esquema de particionamento simples e trivial, foi escolhido o dispositivo SSD externo, — e marcada a opção “Eu irei configurar o particionamento”.

Seleção manual de partições pre-existentes, para a instalação do Sabayon

Na 1ª tentativa, me guiei pelas partições do Antergos (Unknown Linux), — somando +1 na numeração de cada partição, — de sdd1 para sdd2 (“/”), de sdd5 para sdd6 (“/home”), de sdd9 para sdd10 (Swap).

Mas poderia ter feito de cabeça, uma vez que as primeiras 3 partições são para sistemas, a 4ª é a partição estendida, as 3 seguintes são para Home, em seguida uma partição de dados (Armazem), e as 3 últimas para Swap, — tudo na devida ordem numérica.

Porém, na 2ª tentativa bastava selecionar as 3 partições da tentativa anterior, — e preencher com os mesmos pontos de montagem. — Cada uma das partições configuradas vai sendo transferida de “Sabayon” (embaixo, à esquerda) para “Novo Sabayon” (no alto).

Resumo do particionamento, — ao clicar em “Finalizado”

Ao clicar em “Finalizado” (no alto, à esquerda), se apresenta o resumo das ações de particionamento que foram definidas pelo usuário. — Se estiver tudo certo, clique em “Aceitar mudanças”.

Voltamos então à tela “Resumo da instalação”, — agora, com o “Destino” definido, — e com o botão “Iniciar a instalação” habilitado, para prosseguir.

Opções avançadas, — em Criar usuário

Então, requisita-se a definição da Senha Root, — e se oferece a oportunidade de Criar usuário, — com as opções de torná-lo Administrador, requerer (ou não) senha para usar a conta de usuário, e mais algumas Opções avançadas.

Início da instalação do Sabayon no computador, — com slide-show

Por fim, a mesma tela, — que requisitou definir Senha Root e ofereceu a oportunidade de Criar usuário, — é aproveitada para o slide-show durante a instalação do Sabayon no computador.

Ao contrário de outros instaladores e “distros”, — por exemplo, Debian, — aqui não será necessária mais nenhuma ação do usuário.

Você pode até ir dormir, — mas a demora não chegou a 30 minutos.

Configurações do sistema (KDE)


Montagem automática de partições (KDE), — sem efeito, até o momento (••• ver adiante)

A primeira sessão do Sabayon instalado começou à 0:05 de 5 Mar. 2017, — seguindo o roteiro comum de configurações personalizadas:

  • Configurar Dolphin. — Montar partição “XTudo”
  • Papel de parede
  • Configurar Spectacle. — Inverter atalhos PrintScreen / Shift-Print
  • Na inicialização, restaurar sessão salva manualmente. — Salvar sessão
  • Ativar NumLock ao iniciar o KDE Plasma. — Tecla de acesso ao terceiro nível
  • Montagem automática de partições adicionais
  • Desativar a Carteira do KDE (KWallet)
  • Login automático. — Entrar novamente após sair (“Encerrar sessão”)
  • Temas da área de trabalho → obter → Maia transparent
  • Decorações da janela → obter → Transparent oxygen
  • Bloqueio de tela — Não bloquear após X minutos. — Não bloquear ao reativar
  • Efeitos da área de trabalho → Cubo
  • Pesquisa de arquivos — desativar
  • Compositor — (Automaticamente escolhido: OpenGL 2.0; Método de escala: Preciso)
  • Efeitos da área de trabalho — Desativadas animações ao Minimizar / Maximizar etc.

A montagem da partição “XTudo”, — onde costumam ficar fotos, capturas de tela, modelos do Conky e todo material mais usado nessas experiências, — pediu senha Root, por isso, foi deixada para depois.

Não havia pressa. Todo esse material tem cópia no 2º backup, — na partição “Armazem2”, do SSD externo, — que não precisa de senha para montar. Por algum motivo, basta clicar nela, pelo Dolphin.

O capítulo de montagem automática de partições “adicionais”, nas Configurações do sistema (KDE), não faz efeito algum, — tal como não faz efeito no Debian e mais algumas “distros”. — Provavelmente, será necessário incluí-las no arquivo “/etc/fstab”, e / ou alterar alguma “política” (tipo “polkit”). Nada muito urgente.

••• Ver “Montagem automática de partições adicionais” (adiante).

As Configurações do sistema (KDE), parece que simplesmente não incluem o Kwallet, — um popup torra a paciência, 2 vezes, a cada vez que se abre o Chrome / Chromium. — Também não é tão urgente.

Também não adiante desmarcar o pedido de senha para logar automaticamente na conta do Usuário, — isso terá de ser resolvido em outro lugar. — Sem urgência.

Enfim, a brincadeira do Cubo foi descartada, — devido a algumas “tremidas nervosas” da tela, nas primeiras horas. — Em vez de sobrecarregar, a opção foi desativar mais alguns “Efeitos” bobos, como as animações de Maximizar e Minimizar janelas. Esse tem sido um cuidado corriqueiro, uma vez que não existe placa aceleradora de vídeo (3D), mas apenas o recurso onboard de 2008, para o qual estão alocados 256 MB da Memória RAM. Após quase 24 horas de uso constante, as coisas parecem bastante tranquilas.

Pacotes e atualizações


Sistema “atualizado”, desde o primeiro momento, — e sem novidades após 1 hora, 2 horas

Chamou atenção o fato de, ao carregar pela primeira vez, logo após a instalação, o Magneto Entropy se apressou em notificar que, — “Seu Sabayon está atualizado. Tudo parece estar Ok. Não há atualizações a fazer. Legal!”.

A versão instalada era “16.11” (29 Out. 2016), — que até hoje (6 Mar. 2017) é a opção-padrão na página de download para desktop, — embora já existam imagens ISO mensais “17.03” (28 Fev.), e imagens diárias com a data de hoje (6 Mar.).

As indicações do Centro de Informações do KDE (KInfocenter) também pareciam defasadas, em comparação com o pouco que havia lido, e com o que diz sua página oficial: — “Sabayon is a beginner-friendly Gentoo-based open-source Linux distribution. We aim to deliver the best "out of the box" user experience by providing the latest open source technologies in an elegant format. In Sabayon everything should just work. We offer a bleeding edge operating system that is both stable and reliable”.

Porém, o mais urgente era instalar o Gimp (que não veio junto), — e substituir o Google Chrome (que veio) pelo legítimo Chromium, para ver se eliminava alguns defeitos iniciais.

No entanto, a (pouquíssima) leitura não deu nem para o começo. Digitando “pacote” ou “Software” no Menu, não se acha nada. Digitando “Package”, aparece apenas um link “Sabayon packages”, — que leva à página “Sabayon Entropy Store”. — Não era bem isso que o iniciante procurava.

Sem saber o “nome de batismo” do gerenciador “Rigo”, — ou as palavras-chave “Application Browser”, — poderia passar por ele vezes seguidas, sem “ver” que ele existia.

Comando “equo update” finalmente encontrou novidades, — e revelou a existência do Rigo

De volta a uma das (pouquíssimas) leituras anteriores, tratei de ouvir um palpite “da boca do cavalo”, como se diz, — e ele mandou apostar em “su” + “equo update”.

Desse modo, — após 2 horas, — finalmente, apareceram “2 atualizações disponíveis”, — e fiquei sabendo da existência do Rigo, com um botão de brinde para abri-lo sem necessidade de voltar ao Menu K.

Por “2 atualizações disponíveis”, — coisa de aparência boba, — leia-se, “1 upgrade completo”.

O processo se estendeu por 2h 25min, — até 4:31, — com dúzias de informações e perguntas muito boas, porém absolutamente incompreensíveis para um iniciante que faltou a 99,7% das aulas.

Ou talvez seja mais exato dizer que o upgrade geral terminou às 4:12, — e daí por diante devia ter ignorado o resto?

Rigo “trabalhando muito”, após quase 2 horas, — “Instalando versão 17.03

Depois de quase 2 horas vendo o desfile no “Mostre para mim” do Rigo, — cuja barra de título exibia “Estou trabalhando muito”, — às 3:59 ficou claro que o Sabayon 16.11 estava se transformando em 17.03.

Na verdade, não é possível dizer se fiquei mesmo assistindo esse desfile. Há uma lacuna de 1h25min nas capturas de tela, entre 2:29 e 3:56. Poderia ter havido alguma falha do KDE Spectacle ou da tecla PrtScn, porém é muito provável que tenha ido tirar um cochilo. Afinal, não sabia o que estava fazendo na frente do computador, — e desconfiava que ele saberia cumprir o seu dever, sem ninguém para atrapalhar. Terá feito perguntas? Respondeu sozinho?

Logo adiante, às 4:08, — instalando o Kernel “Linux Sabayon 4.8.17-0”, — reclamou que não conseguiu montar uma penca de partições, mas só pediu a senha depois. Após fornecer a senha, tornou a reclamar que não conseguiu montar a mesma penca de partições, às 4:09.

Atualização completa, — e inúmeros itens para “revisão manual”

A partir das 4:12, a atualização se declarou concluída.

Porém, começaram as perguntas realmente embaraçosas, — bem como vários cliques em “Atualizar” aqui e ali, — e que voltavam a ser exibidos para clicar de novo, várias vezes.

Havia até um trecho, — totalmente em branco (cinza), sem nenhuma pergunta ou informação, — e as opções de “Ok, obrigado!” e “Mostre para mim”. Talvez fosse uma mensagem secreta, com tinta invisível.

Tudo, ao mesmo tempo, — e muitas vezes, sem possibilidade de efeito imediato, — apenas entrar na fila (qeue).

Complicado, por exemplo, dizer que “há 53 bibliotecas preservadas”, — com a opção “Atualizar”, que não faz sentido em nenhuma língua do mundo. — Se foram “preservadas”, é porque não fazem mal. E afinal, tudo já foi “atualizado”. Significaria “remover”?

Enfim, uma gorda fila de aplicativos que “não serão mais atualizados” foi apresentada para “revisão manual”. — Até olhei os primeiros, sem entender nada daquela algaravia. — A decisão acabou sendo a de remover tudo aquilo, — lamentando ficar sem Konqueror e Okular (difícil crer que tenham encerrado suas carreiras). Mas foi uma alegria, quando chegou a hora de eliminar Akonadi, KDE-PIM e várias outras coisas.

Final da “revisão manual”, após a atualização (ou upgrade) do Sabayon

Às 4:31 (relógio exibindo “4:21”), restava apenas o Akonadi para “revisar manualmente”, — declarando no texto (no alto) que você pode “mantê-los ou desinstalá-los”, mas oferecendo (embaixo) “Reinstalar” ou “Remover”, — e as últimas 5 bibliotecas “preservadas”, com aquela opção esquisita de “atualizar”.

A ambiguidade, — afinal, é “manter” ou “reinstalar”?, — aliada à persistência de “avisos” cobrando providência, — pelo menos foi eliminada.

A expectativa é que, — feita a limpeza até o último grão de poeira, — seja possível instalar (sem ambiguidade) o Konqueror e o Okular, — um de cada vez, — e ver se explode, pega fogo, ou assobia.

Mas o mais urgente, ali mesmo, era instalar Gimp, Conky, Xsane, — além de remover o Google Chrome, e instalar o Chromium, — coisas realizadas com sucesso até 4:48 (com o relógio ainda exibindo “4:21”).

Epílogos


Instalação do Konqueror no Sabayon, pelo Rigo Application Browser

6 Mar. 2017 - Concluído o relato (acima), foram reinstalados o Konqueror e o Okular, sem maiores protestos por parte do Sabayon.

Apresentação de dependências adicionais, durante a instalação do Konqueror pelo Rigo, no Sabayon

Ao longo do processo, o Rigo apresenta eventuais dependências, — que podem ser aceitas em bloco, ou examinadas individualmente.

Alteração do hostname, — de “sabayon.local” para “Linux11”

O “nome da máquina” foi corrigido, — de “sabayon.local” para “Linux11”, — pela simples edição do arquivo “/etc/hostname”.

Em outros sistemas, foi necessário editar também “/etc/hosts”, para incluir o novo hostname, — porém no Sabayon o arquivo estava vazio, — e assim foi deixado.

Ao carregar novamente, a mudança fez efeito, e não houve reclamações.

Como não existe rede por aqui, — é um computador isolado, e sem acesso externo, — a utilidade dessa modificação é apenas cosmética, — exibir “Linux11” no Conky e no Konsole.

••• Montagem automática de partições adicionais


Copiando “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Antergos para o Sabayon, no Krusader (modo Root)

17 Mar. 2017 - Ao resumir a montagem automática de partições “adicionais” nos diferentes Linux instalados, foi retomada esta configuração específica do Sabayon, — aproveitando para testar uma ideia: — Simplesmente copiar e colar o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” de outro sistema para o Sabayon.

Isso foi feito “de fora”, — no Kubuntu, usando o Krusader em modo Root, para agilizar. — E o Sabayon finalmente carregou com 4 partições “adicionais” montadas automaticamente.

São as partições “Armazem1”, “XTudo”, “Works” e “Sites”, que tinham sido habilitadas nas Configurações do sistema (System settings) desde o dia da instalação do Sabayon, — sem resultado.

Confirmado que agora a configuração funciona, foi habilitada a montagem automática das demais partições.

Crash do Kwin


Crash do Kwin

O Sabayon foi removido após um crash do Kwin em 29 Mai 2017.

A experiência ficou adiada, — até nova instalação do Sabayon no final de 2018, — agora, sem usar o Rigo. — Só comandos Entropy, para começar.
_________
Relato produzido e publicado de 5 a 6 Mar. 2017, e complementado de 6 a 8 Mar. 2017, no Sabayon.
••• “Montagem automática de partições adicionais” acrescentado em 17 Mar. 2017.

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