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domingo, 3 de novembro de 2019

Explorando os ramos do Linux

Situação das 10 distros Linux instaladas em Novembro 2019 (com 2 vagas)

Este é apenas um Roteiro para os relatos de cerca de 25 ou 30 distribuições Linux que instalei e experimentei até o momento, — registros que visam, acima de tudo, lembrar dificuldades e soluções encontradas — sem nenhuma pretensão de ensinar ou avaliar tecnicamente (coisas que fogem aos meus fracos conhecimentos).

Em muitos casos, publiquei vários relatos, — mas aqui vão os links dos registros mais relevantes, — e dentro deles, encontram-se os links para os demais relatos de cada distro:

  • Ubuntu*
  • Elementary OS*
  • Red Hat Enterprise Linux
  • CentOS
  • Oracle Linux
  • SUSE Linux Enterprise
  • Gentoo
  • Chrome OS
  • Chromium OS

Adaptado da “árvore” Linux distribution (Wikipedia), — com uma simplificação brutal.
* Instalei Ubuntu 2 ou 3 vezes e usei por poucos dias, em 2009 e 2015.
* Testei Elementary OS apenas em Live USB, em Mar. 2016.
* Instalei Antergos, mas não cheguei a fazer um relato detalhado.

Índice


  • Estratégias
  • Sondagem seletiva
  • Slots

Estratégias


Experiências com 2 distros Linux + Windows (até 2016); e depois, 4 distros Linux em dualboot

Seria inviável experimentar centenas de distros existentes, — por isso, adotei algumas estratégias para reduzir o número das experiências, — pois seriam experiências prolongadas, com instalação e uso regular, durante vários meses, cada.

A primeira, dessas estratégias, foi criar partições para experimentar 2 distros em dualboot, — depois 4 distros, — e por fim, até 12 distros, em “multiboot”.

Experiências com 4 distros Linux, após eliminar o Windows

Foi isso que permitiu realizar experiências durante vários meses, — e em alguns casos, 2 ou 3 anos seguidos, — no caso das distros que conseguiram sobreviver às torturas de um “guri quebrador de brinquedos”.

Ampliação das experiências, com um 3º HDD interno, no final de 2016

Nesse esquema, as distros que consigo domesticar vão ficando, — e se amplia meu leque de opções para uso diário. — Em caso de desastre com uma distro, não preciso interromper minhas atividades para consertá-la.

Ampliação das experiências com 3 HDDs internos + 1 SSD externo, a partir de 2017

Basta reiniciar o computador, escolher outra que já consigo usar para (quase) todas as tarefas, e seguir em frente. — O conserto pode ser feito depois, com calma, em um momento de folga.

Situação das 12 distros instaladas no final de 2018

Com o tempo, fui desenvolvendo uma planilha para registrar as “usabilidades” conquistadas em cada distro, — e lembrar as que ainda faltava conseguir em outras. — Esses tópicos também foram evoluindo, à medida em que alguns deixaram de ser problema, e outros passaram a receber mais atenção.

Distros reinstaladas no novo PC, a partir de 2020

Ao montar um novo PC, no início de 2020, reinstalei praticamente as mesmas distros, ao longo dos meses, e prossegui com as experiências.

Sondagem seletiva


Ideia de como era “simples” escolher uma distro Linux, — e a gente achava complicado

Eu não sou “distro hopper”. — Minha primeira distro (Kurumin, entre 2003 e 2008) estava ótima, — mas foi descontinuada, e tive que procurar outra.

Visão rápida de como novas distros Linux foram desdobrando dos “troncos” iniciais

Como iniciante, fiquei perdido, perante centenas de distribuições Linux, — com toda aquela variedade de ambientes gráficos (DEs), para complicar ainda mais, — e tudo quanto pude fazer, na falta de conhecimentos, foi me concentrar em distros do tronco Debian.

Como o Kurumin se baseava no Debian e no Knoppix, tentei essas duas (sem sucesso, no caso do Knoppix), — mas acabei por me fixar no Kubuntu como distro principal, — e no Linux Mint (e às vezes o Debian), como 2ª opção.

Tempos depois, — ao excluir o Windows (2016), — aproveitei o espaço liberado no disco para testar também o KDE Neon, que se tornou minha 3ª opção de uso diário.

Não faria sentido instalar distros em uma máquina virtual, — pois qualquer desastre na distro principal me deixaria sem alternativa para continuar trabalhando. — Teria de parar tudo, para consertar.

Ascensão do Ubuntu — e queda do Kurumin e do Knoppix

Olhando em retrospecto, hoje (e com o que aprendi desde então), Kubuntu era mesmo a alternativa natural ao Kurumin. — Muita gente “cantou a pedra”, na época, — e foi o que me orientou.

Ubuntu surgiu para atender exatamente aqueles requisitos que faziam do Kurumin uma distro extremamente “amigável” para o iniciante. — Já carregava “pronto para usar”, — sem complicar sua vida com mil perguntas incompreensíveis.

CDs do Ubuntu 5.10 e 6.06 LTS enviados de graça para todo o planeta

Como se fosse pouco, desde 2005 lançou o programa “ShipIt FreeCDs”, pelo qual bastava pedir, que a Canonical enviava os CDs do Ubuntu (e do Kubuntu) pelos Correios, para qualquer lugar do mundo onde você morasse, sem cobrar nem 1 centavo.

Com isso, Ubuntu rapidamente conquistou milhões de usuários, — muitos dos quais, sem ele, talvez não adotassem o Linux naquele momento. — Seus Fóruns se multiplicaram, e logo se tornou ainda mais fácil obter dicas e apoio para as mais variadas situações.

Não por acaso, a ascensão fulminante do Ubuntu representou, também, o declínio do Kurumin, — que não contava com recursos para atrair tantos contribuidores, desenvolvedores etc., — e quando Ubuntu unificou “testar” (Live) e “instalar” (Install) em um único CD / DVD, decretou também o declínio do Knoppix.

Bom… o Mint KDE e o KDE Neon são variações da mesma coisa, — o Kubuntu. — Até o final de 2016, eu me sentia bem, usando qualquer uma dessas 3 distribuições, e era instrutivo observar suas pequenas diferenças.

Mas depender de 1 única empresa me faz sentir inseguro. — De 1986 até 2016, vi muitas empresas serem destruídas por guerras comerciais (às vezes, sujíssimas), irem à falência, serem vendidas, absorvidas por outras empresas; e ótimos softwares serem “descontinuados”, ou sofrerem guinadas execráveis. — De repente, eu precisava procurar outros softwares, aprender, migrar, readaptar as tarefas, de uma hora para outra.

Por que, então, não ensaiar tudo isso desde já, — por diversão, de um modo agradável, brincando, — com todo o tempo do mundo pela frente?

Manjaro, — minha primeira distro “não-debian”, instalada em 1º Jan. 2017

Em 1º Janeiro 2017, finalmente comecei a experimentar distribuições não-debian (com KDE, tanto quanto possível), — em grande parte por “precaução para o futuro”, dado o comportamento da Canonical, que é a base dessas 3 distribuições, — e considerando que nunca consegui tornar o Debian 100% utilizável para tudo que preciso.

Era, também, um modo de aprender mais sobre o Linux, — por contraste com os hábitos e vícios a que já me havia acomodado.

Uma ideia da confusão

Diante das centenas de opções, procurei simplificar a tarefa, pegando 1 ou 2 distros mais acessíveis, de cada um dos “troncos” principais do Linux (Debian, Slackware, Red Hat / SuSE / Mandrake, Arch, Gentoo). — Desse modo, explorei apenas cerca de 20 ou 30 distros, até o momento, — muitas delas mais ou menos próximas entre si.

Ok, SuSE “veio” do Slackware, — mas já evoluiu tanto que, para encurtar a estória, resolvi considerar como “derivado” do Red Hat. — Você que nos assiste em casa, não tente cometer essa heresia sem a supervisão de um adulto fanático.

Do antigo tronco & ramificações SuSE, instalei o openSUSE (Leap, Tumbleweed); do Red Hat, o Fedora; do Mandrake / Mandriva, o Mageia, o PCLinuxOS e o ROSA.

Instalei Antergos e Manjaro, mas acabei escolhendo o próprio Arch (by Revenge Installer), — enquanto me preparava para sua instalação clássica.

Instalei Sabayon, removi, tornei a instalar. Ainda não instalei o Gentoo. — Sem pressa. — Isso é uma diversão. — Hoje, testo o Redcore.

Também experimentei o Slackware, e ele funciona bem, mas ainda preciso aprender muito.

Experimentei várias versões do Debian stable; — atualmente o Debian testing; — depois o Devuan 2 Beta, o antiX, e por fim o MX Linux, que hoje me atende muito bem.

Com esses critérios, o teste de apenas 20 ou 30 distros ofereceu alguma convivência diária com:

• os principais “troncos” e ramificações do Linux
• .deb, .rpm e mais alguns sistemas de pacotes
• diferentes graduações de “ritmo de atualização”, — desde as “versões fixas” mais conservadoras até distros totalmente rolling-release e de ponta
• systemd, SysV, Runit, openRC
• ext4 e BtrFS com instantâneos
• existência ou não de Mirror próximo (velocidade de download)
• maior ou menor disponibilidade de Fóruns em linguagem acessível (pt, en)

Também “vi” alguns DEs / WMs diferentes, como Budgie (Solus), Pantheon (ElementaryOS), Deepin, — além do Cinnamon, Xfce, MATE, LXDE, Lumina, Openbox, LXQt-Openbox, Gnome, Unity, — mas o KDE ainda é minha escolha do dia-a-dia, desde 2007.

Slots


Particionamento dos discos para instalação de até 12 distros Linux lado a lado

Esse tipo de experimentação, — todas as distros em iguais condições, instaladas em HDD ou SSD, para uso regular por tempo indeterminado (até enjoar), — baseou-se num particionamento em “módulos” ou “slots”, cada um composto de Root + Home + Swap.

Desse modo, qualquer distro podia ser substituída a qualquer momento, — sem afetar as demais.

Limitações do hardware (BIOS, MBR) tornaram desnecessário quebrar a cabeça com outros tipos de partições, — por exemplo, /boot… quantas?… com quais tamanhos?

Infelizmente, esse particionamento “modular” foi definido antes de apreender a possível vantagem de algumas variações (openSUSE deveria ter partição de 50 GB). — Mas haveria tempo para isso, no futuro, — com outro hardware.

Particionamento do SSD no novo PC

Janeiro 2020 - Finalmente, montei um hardware mais atual (UEFI, GPT), e reinstalei quase as mesmas distros, até o limite de 12, sempre em dualboot, e sempre com KDE.

Tempos depois, comprei um segundo SSD, e “movi” para ele 6 das minhas 12 distros, já então com partições /home separadas — e finalmente aposentei meus 2 HDDs de 1TB + SSD externo USB2 de 1TB — que hoje só conecto eventualmente, para backups.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Particionamento de Drive SSD para vários Linux

GParted Live CD utilizado para particionar o Drive SSD externo Samsung de 1 Terabyte

O particionamento do “disco” SSD externo de 1 Terabyte foi um ensaio de planejamento, para fazer o mesmo, — sem os mesmos erros, — em um futuro HDD interno, provavelmente também de 1 Terabyte.

Também era intenção usar uma partição do drive SSD externo para instalar o Kubuntu 16.10 Yakkety Yak, — e se desse certo, já ficavam reservados espaços para outros 2 sistemas Linux, — com sobra.

Acabou sendo utilizada para instalar o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus (daily-build 2016-10-27), — que está funcionando belamente, e cumpre o papel de acompanhar a evolução da “família” Ubuntu, entre uma “LTS” e a outra.

Sequência da reorganização



GParted Live


Verificação sha256sum da ISO GParted Live CD

À primeira vista, não havia motivo para usar o GParted Live CD, — exceto testá-lo. — É uma ferramenta fundamental, para se ter à mão. Só faltava conferir, ver como funciona, quais as limitações etc.

O GParted e o KDE Partition Manager já estavam instalados em alguns dos 4 sistemas Linux, e deveriam bastar, para lidar com partições que não são deles.

No entanto, há várias situações em que um sistema instalado dificulta ou impossibilita certas tarefas. — É preciso que as partições sejam desmontadas, — e não se tornem a montar, automaticamente, nos momentos mais inoportunos.

Além disso, se determinado Linux, — ou sua “/home”, — está em uma partição lógica, digamos, de número 5, será impossível deletar qualquer partição de número inferior, — de 1 a 4, — mesmo que não estejam montadas, nem tenham nenhuma relação com ele. — Foi o caso do Linux Mint, em “Particionamento de disco para vários Linux.

Gravação do GParted Live CD pelo K3b, em 2 minutos e meio

Foi baixada a ISO GParted Live CD, — diferente da destinada a USB, — e gravada usando o K3b, após verificar a integridade do download pelo sha256sum.

Situação inicial do Drive SSD


Tamanho e ocupação do Drive SSD Portable 1 Terabyte

O drive SSD externo foi recebido com uma única partição NTFS de 931,5 GiB, — e apenas 98,8 GiB ocupados.

Partição original, ocupando todo o Drive SSD

Redimensionamento da partição existente, — por arrastamento (gráfico) ou tamanho exato (numérico)

O primeiro passo foi mandar “encolher” aquela partição única para 117 GiB, — naturalmente, mantendo o sistema de arquivos NTFS, sob pena de perder tudo que havia ali.

  • A intenção era redimensioná-la para 120 GiB, porém ficaram faltando 2.880 MiB. — Embora o GParted apresente os valores em MiB, cabe ao usuário lembrar que a multiplicação deve ser feita sempre por 1.024. — Neste caso, 120 x 1.024 = 122.880.

Partição estendida, com todo espaço restante, para possibilitar a criação de mais partições lógicas

Os 814 GiB restantes seriam usados em uma partição estendida de 814 GiB, — recurso para driblar o limite de apenas 4 partições, — uma vez que dentro de uma partição estendia se podem criar várias partições “lógicas”:

  • Partição primária 1
  • Partição primária 2
  • Partição primária 3
  • Partição estendida
  • Partição lógica 1
  • Partição lógica 2
  • … (etc.)
  • Partição lógica “n”

A ideia é ter até 3 partições primárias para instalar sistemas Linux, — reservar um espaço no final da partição estendida para partições lógicas de Swap, — e deixar a maior parte do espaço para dados.

  • Essa disposição “corrige” alguns inconvenientes observados no atual particionamento dos 2 HDDs de 320 GiB, — cuja estrutura básica foi planejada em 2009.

Aplicação das mudanças no particionamento pelo GParted: — Menos de 50% após 1 hora

O redimensionamento começou a ser “aplicado” por volta das 2:05, e às 3:02 ainda estava longe da metade. — Foi deixado a rodar, e às 9:47 já estava concluído, — sabe-se lá desde quando.

  • Obs.: As horas são dadas pelas fotos de celular, — UTC -02:00 (horário de verão), — não pelo relógio no painel do GParted Live CD, que indicou sempre horário UTC.

Criação de uma partição lógica, dentro da partição estendida: — Quase instantâneo

O passo seguinte foi destinar 794 GiB da partição estendida para uma partição lógica em sistema de arquivos ext4, — deixando “sem alocação” apenas 19,5 GiB, no final, para futuros Swap

Essa “tarefa” se completou em poucos segundos.

Encerrando o GParted Live CD: — Partição NTFS “encolhida”, criada partição ext4, espaço restante

Encerrada a sessão Live CD do GParted às 10:02 (UTC -02:00). — Hora de carregar um sistema Linux “completo”, para ver o resultado.

Acesso negado para gravar na partição “ext4”: — Proprietário: — “Root”

O Dolphin abriu as 2 partições, — “Terabyte” (NTFS), com o conteúdo original; — e “Terabyte01” (ext4), vazia.

Porém, não foi possível copiar o conteúdo de uma partição para outra. — Acesso negado para gravação em “Terabyte01”, — que pertencia ao grupo Root, usuário Root.

Provavelmente, a melhor solução era apenas transferir sua “propriedade” para grupo “flavio”, usuário “flavio”, — mas existem pelo menos 4 sistemas instalados, e há controvérsia quanto aos direitos de “flavio” gravar nas partições “/home” de “flavio”, entre sistemas diferentes. — Ótimo tema para pesquisa e aprendizado, mas não agora, por um prazo imprevisível.

O sistema “Fat32” já é bem conhecido (partições F:\ e E:\), — nunca deu problema, exceto não seguir a datação Unix, — e o sistema NTFS também vinha funcionando bem, no Drive SSD, apesar da fama de desperdiçar recursos à toa.

Por isso, foi experimentado um terceiro sistema de arquivos, —  exFAT, — tido como não tão primitivo quanto o FAT32, nem tão gastador de recursos à toa, quanto o NTFS, — e mais adequado a unidades SSD e Pendrives.

  • Um bom motivo para tentar usar sistema de arquivos “ext4”, é a “sincronização” com o Lucky Backup, pois o uso de Hora UTC evita dores-de-cabeça, — em especial, no fim do Horário de verão.

Desmontando a partição, para que suas “Propriedades” se tornem editáveis

A “aplicação” dessa mudança na partição ainda vazia foi feita pelo KDE Partition Manager, no próprio Linux Mint, — que seria usado para copiar os arquivos:

10:42 - Right-click em “sdc5” → Desmontar (para que suas “Propriedades” possam ser alteradas).

10:43 - Right-click em “sdc5” → Propriedades (editar).

10:50 - Alterada seleção, de “ext4” para “exFAT”.

10:51 - Aviso: — “Você está prestes a perder todos os dados da partição /dev/sdc5. Alterar o sistema de arquivos de uma partição já existente fará com que todo seu conteúdo seja apagado. (…) todos os seus dados serão irrecuperavelmente perdidos”. — Yes.

10:51 - Alterada a etiqueta (Label) de “Terabyte01” para “Terabyte”.

10:51 - Aplicar. — “Aviso: isso irá modificar permanentemente seus discos”. — Aplicar.

10:52 - Concluído (cerca de 7 segundos).

Instalando “exfat-fuse” para habilitar a montagem (leitura e escrita) em partições exFAT

Feito isso, o Dolphin não conseguia exibir a nova partição exFAT, em nenhum dos 4 Linux, — “unknown filesystem type exFAT”.

Mas bastou instalar o pacote “exfat-fuse”, — em cada um deles, — para habilitar a montagem e exibição da partição exFAT no Dolphin, Konqueror e Krusader.

Montagem ao conectar: — Evitar montagem no início de cada sessão

11:09 - Início da cópia dos arquivos para a nova partição exFAT. — Duração 3h 20 min (até 14:29).

11:50 - Enquanto isso, exame das “Configurações do sistemaDispositivos removíveis”.

Parecia que o Drive SSD externo não precisava ser marcado para montagem no início da sessão, — uma vez que já está habilitada a opção geral de montar mídias removíveis ao serem conectadas. — Mais tarde, a experiência mostrou que não é bem assim.

E a vida continua: — Atualizações do Linux Mint, via Synaptic

11:54 - Ainda durante a cópia dos arquivos, — atualizações do Linux Mint, pelo Synaptic.

Temperatura e fornecimento de energia, — por volta da metade da cópia, às 12:45

12:45 - Durante todo o processo de cópia entre as partições do Drive SSD externo, a única alteração nos níveis de energia foi a tensão Vcore, sempre próxima de 1,27V, — o que parece normal, dado o surto de atividade intensa, com a CPU trabalhando sempre perto de 100%, — em contraste com uma tensão de 1,20V ~ 1,21V na maior parte dos outros dias.

Uma vez que o Drive SSD não tem “motor”, não puxa energia da saída de 12V da fonte do computador, — usa apenas a saída de 5V, que se manteve em torno de 4,97V, — nível bastante comum no dia-a-dia, quando costuma oscilar entre 4,97V ~ 4,99V.

Conclusão da cópia dos arquivos entre as 2 partições do Drive SSD externo

14:29 - Concluída a cópia dos arquivos para a nova partição exFAT.

Sincronização das pastas originais e copiadas, pelo Konqueror

Ao final, foi usado o Krusader para “sincronizar” as pastas e arquivos originais com as cópias, — em busca de “diferenças” de qualquer tipo, que pudessem indicar falhas.

Pacotes necessários para o Konqueror sincronizar pastas

Instalação do KDiff3 e do Kompare, pelo Synaptic

Para isso, foram instalados os pacotes KDiff3 e Kompare, no Linux Mint e no Debian testing.

  • Esses pacotes já tinham sido instalados no Kubuntu e no KDE Neon, ao adubar o Konqueror. — Talvez, agora, bastasse um dos dois pacotes, mas nesse caso, o que abunda não prejudica.

Resultados da comparação originais / cópias, em andamento

A “sincronização” ou comparação foi feita até o enésimo-milésimo arquivo, — sem encontrar qualquer erro, — e a verificação foi considerada satisfatória.

  • Há muitos anos não se registra um caso de cópia com defeito, — embora tenha perdido a conta das horas investidas em verificações. — Mas, é recomendável verificar sempre, até o fim.

Apagar e criar partições com o KDE Partition Manager

15:12 - A partir daí, a antiga partição NTFS, — “encolhida” para 117 GiB, — foi desmontada e “apagada”, — utilizando o KDE Partition Manager, instalado no Linux Mint 18 KDE.

Em seu lugar, foi criada uma nova partição primária “sdc1” (ext4), de 24,4 GiB, — rotulada “Linux5”.

Restaram ainda 93 GiB “não-alocados”, para mais duas partições primárias e/ou expansão futura.

No mesmo passo, foi tentado criar uma partição lógica de Swap, — mas um erro impediu de completar o conjunto de tarefas.

Montagem automática, tão logo a nova partição foi criada

A nova partição “sdc1” (ext4) foi automaticamente montada, — de imediato, — e os últimos passos do processo não se puderam realizar.

Mensagem do KDE Partition Manager: — “/dev/sdc1 is mounted”

Este é um caso típico, em que o uso do GParted Live CD evita interferência, — sem ter de alterar as configurações de montagem automática do Linux Mint, por exemplo (e depois lembrar de refazê-las).

A partição lógica “Swap5c”, de 3,9 GiB teve de ser criada mais tarde. — E restaram 15,6 GiB de espaço não-alocado, no final da partição estendida, para usos futuros.

Desse modo, ainda será possível criar mais 2 partições primárias, e mais 2 Swap, — com bastante folga, caso precisem ser maiores do que hoje.

Verificação e correções


Aviso do GParted, de que a verificação (e reparação) pode causar perda de dados

26 Out. - Utilizado o GParted Live CD para verificar a partição “sdc1”, — uma vez que o KDE Partition Manager do Linux Mint parece não ter concluído essa tarefa.

Além disso, foram feitas 2 pequenas correções:

Deixar a partição “sdc1” com 24,4 GiB não constitui problema algum, — os outros 4 Linux estão instalados em partições de 16 ~ 20 GiB, e não ocupam nem a metade.

O mesmo se pode dizer do “Swap5c”, com 3,9 GiB, — os outros Linux dispõem de 4 GiB, mas raras vezes chegaram a usar a metade disso.

Esses tamanhos foram “corrigidos”, — ou, “arredondados”, — apenas como exercício:

  • Para chegar a 25 GiB, é necessário multiplicar 20 MiB x 1.024 = 25.600 MiB.
  • Para chegar a 4 GiB, multiplicar 4 MiB x 1.024 = 4.096 MiB

Essas pequenas correções de tamanho foram feitas no GParted, sem qualquer susto ou novidade, uma vez que essas 2 partições ainda estavam vazias.

Teste de uso


27 Out. - Instalado o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus (daily-build 2016-10-27) em “sdc1”, usando “Swap5c”.

29 Out. - Uma tempestade forneceu o pretexto para desconectar o drive SSD externo, e confirmar que o Menu de inicialização funciona perfeitamente, sem ele. — Basta não tentar carregar o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — nem qualquer outro sistema que venha a ser instalado nas demais partições da unidade portátil.

31 Out. - Ao inicializar o computador, — sem plugar o drive SSD externo, — e tentar carregar o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, o único efeito foi receber um aviso de erro do Grub. — Basta teclar “Esc”, para voltar à página inicial do Menu de inicialização, e escolher outro sistema.

Teste de fogo


Relatório do GParted Live CD após redimensionar a partição “sdc1”, onde está o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

1º Nov. 2016 - Depois de instalado e bastante configurado o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, o GParted Live CD foi carregado outra vez, para redimensionar sua partição de sistema, — de 25 GiB para 40 GiB.

Kubuntu 17.04 em funcionamento normal, após ter sua partição redimensionada para 40 GiB

Em seguida, o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus foi carregado, — sem qualquer problema visível, — e usado para complementar este relato:

  • Baixar as fotos do celular
  • Renomear as fotos por data e hora, usando o pyRenamer
  • Editar as imagens no Gimp
  • Publicar este acréscimo ao relato

Após 7 horas de trabalho, nenhum problema foi detectado no Kubuntu 17.04 Zesty Zapus.

Antecipando


Konqueror em Modo de visualização “Tamanho de arquivo”, — ótimo para análise rápida do espaço que ocupam

Receber de presente o Drive SSD externo (“portátil”) provocou uma reavaliação dos planos, — o quê adquirir, “em vez de” o planejado SSD, — e uma revisão dos métodos de backup, utilizados até então.

Antes, havia os seguintes espaços em disco:

Partição sda6 F:\   180,0 GiB Fat32 → Arquivos de trabalho
Partição sda5 E:\    70,0 GiB Fat32 → Sites + arquivos excedentes
Partição sdb5 Home1 176,0 GiB ext4  → backup de F:\
Partição sdb7 Home2  73,5 GiB ext4  → backup de E:\

O objetivo dessa “divisão de trabalho” é, — no mínimo, — manter o backup em um disco separado dos arquivos originais, de trabalho. O ideal era ficar em outro prédio, de preferência bem afastado.

A conversa com o ex-proprietário do “Terabyte”, — agora, feliz proprietário de outro SSD externo maior, — agilizou a compreensão de alguns pontos, que talvez demorasse mais pelo método empírico de tentativa-e-erro, por mais que se tente evitá-los, pesquisando antes:

  • Disco externo pode ser conectado 1 vez ao mês, por exemplo, para o backup, — não há necessidade de manter plugado o ano inteiro, — uma vez que SSD externo tem vida mais curta do que o HDD, em número de gravações. Trata-se, portanto, de um SSD bastante “poupado”, desde a aquisição inicial, e com boas chances de ainda ser útil por muitos anos.

  • Backup, quem tem 2, tem 1, — e quem tem 1, não tem nenhum. — De fato, não parecia nada seguro, deixar de manter os backups em HDD, que já comprovou ser mais garantido do que CD / DVD, em certas circunstâncias (além de 1.000 vezes mais prático).

A primeira ideia foi adquirir um segundo SSD externo, — porém isso apenas duplicaria os inconvenientes de confiar o backup exclusivamente ao primeiro. — Persistiria o receio de eliminar os atuais backups em HDD, para ampliar o espaço de trabalho em mídia com maior vida útil (número de gravações).

A melhor solução, — já que os atuais HDDs de 2 x 320 GiB ainda não apresentam defeitos, — parece ser um HDD interno adicional, de 1 Terabyte (e no futuro, um segundo), para iniciar a migração dos atuais, com tempo de folga.

  • Esta solução veio lembrar que a antiga fonte de 800 Watts ainda não foi recuperada, — verificar se lubrificação ressuscitará a ventoinha, ou se existe “refil” adequado. — O suprimento do computador está “meio precário”, para se adicionarem dispositivos sem pensar.

De qualquer modo, um novo disco rígido interno exige novo planejamento de partições, — o que pode (deve) ser feito desde logo, — e o SSD externo, também.

Fato é que não existe motivo para usar o Drive SSD como “partição única”, — e quaisquer erros de “planejamento”, que se venham a revelar no processo, poderão ser evitados desde o início, no futuro disco rígido interno.

Já se evidenciaram alguns “erros de planejamento” no particionamento dos atuais HDDs de 2 x 320 GiB, iniciado em 2009.

O “ideal” é começar pelo máximo de partições primárias (3), para “sistema”, — em seguida, uma partição estendida, começando com 1 ou 2 grandes partições lógicas, para documentos, — e lá no final, 3 partições lógicas para Swap.

  • Obs.: - Por “ideal”, entenda-se: — Para o tipo de brincadeira previsto por aqui. — Cada um deve planejar, tendo em vista as brincadeiras que faz ou pretende fazer.

Já se vê que a “brincadeira” de ter vários Linux “em paralelo” (dualboot) virou festa. — Embora o KDE Neon* e o Debian “testing” pareçam “experimentos”, não há qualquer intenção de eliminar um deles para testar algum outro.
_________
(*) O KDE Neon deixou de carregar “normalmente” no dia 26, após uma atualização (embora continue em uso, carregado por vias transversas. Corrigido em 2 Nov. 2016). O Debian “testing” segue em uso intenso, embora “incompleto” para alguns trabalhos. Funcionalidade total continua sendo atributo do Kubuntu 16.04 LTS e do Linux Mint 18 KDE, — talvez (em parte) por serem os sistemas em cujo aprendizado já foi investido mais tempo.

Na verdade, — depois de instalar um 5º sistema Linux, — não parece fazer sentido instalar um 6º, nem um 7º, nem seguir acrescentando outros, indefinidamente. Mas… nunca se sabe.

Até agora, foram destinados apenas 17 ou 20 GiB para cada partição de sistema, — e isso tem sido mais do que suficiente, para os usos pretendidos (bastante modestos), mesmo apesar de o KDE Neon e o Debian não terem partições “/home” separadas.

Só que as coisas evoluem. — No futuro, 20 GiB hão de ser pouco, para partições de sistema. — Com qualquer aumento da Memória RAM, partições de 4 GiB também poderão ser insuficientes para Swap.

Por isso, esse novo “planejamento”, — que será testado no SSD externo, — parece um bom começo, para mais tarde ser adotado no 1º disco rígido interno de 1 Terabyte.

Sobre o “SSD 1TB portable”


Drive externo SSD Samsung HX-MU010EA S2 Portable 1TB, de 2011

De acordo com os aplicativos do Linux, a capacidade real é de 931,5 GiB, — o que se aproxima da conta → 1.000^4 / 1.024³ = 931 GiB:

1.000^4 = 1.000.000.000.000
1 GiB = 1.024³ = 1.073.741.824
1.000.000.000.000 / 1.073.741.824 = 931,322.574.615

Cálculo usado para chegar a “1 Terabyte”

O motivo é que as ordens de grandeza KB, MB, GB, TB, usadas pela indústria de dispositivos de armazenamento de dados, são definidas em potências de 10, — 10³, 10^6, 10^9, 10^12, — enquanto KiB, MiB, GiB, TiB são definidas em potências de 2:

  • 1 KiB = 2^10
  • 1 MiB = 2^20
  • 1 GiB = 2^30 = 1.073.741.824 Bytes
  • 1 TiB = 2^40

Especificações da série “S2 Portable”, ainda no tempo da Samsung

Taxa de transferência → 480 Mbps Max.

Made in China, 2011-05-05

Dados do Drive SSD Samsung HX-MU010EA/G2 ou (B) S2 Portable 1TB, de 2011-05-05

Convenções adotadas:

  • HDD - Hard Disk Drive
  • SSD - Solid State Drive
  • Externo - “Portable”

Sequência da reorganização



— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.