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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

MX Linux 25.1 KDE com SysVinit

KInfoCentre d MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit
MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit •

As imagens ISO do MX Linux 25.1 voltaram a incluir SysVinit para o KDE Plasma — desde a versão “beta 1”. — Tratei de baixar e instalar.

  • Isto não é um “tutorial”. — É somente um registro do que eu fiz. — Ao revisar capturas e anotações para elaborar esse registro, encontro erros que na hora não percebi; e isso ajuda a entender e corrigir problemas. — Fico feliz se também for útil a outros colegas.

Eu uso poucos recursos — dos muitos que o MX Linux oferece — por isso, só vou falar dos que conheço.

Índice

  • Boot da sessão Live
  • Instalação do MX Linux
  • Instalando o Grub
  • Testando a instalação
  • Limpando as partições EFI
  • Links úteis

Boot da sessão Live

Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity)
Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity) •

O Menu inicial do Live MX Linux 25.1 oferece um mundo de opções, antes de carregar a sessão. — Dá para passar uma tarde inteira explorando os recursos que existem ali. — Escolhi só alguns que já conheço e que sei que me interessam.

Em Opções avançadas >> Opções de Boot, marquei as opções de copiar o sistema para a Memória RAM; — usar horário UTC no relógio do PC; — e exibir menus de texto (que acabaram sendo supérfluos).

Opções do Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity)

Em Idioma / Teclado / Fuso horário, selecionei Inglês da Irlanda (en_IE); teclado ABNT2; e horário BRT. — Em seguida, escolhi SysVinit para iniciar a sessão Live.

  • O “init” escolhido aqui será o do sistema instalado.

Mantive os padrões em todas as opções dos menus em texto

Os menus de texto repetiram as opções já feitas. — Aceitei todas, sem mudar mais nada.

Tela de boas-vindas do MX Linux 25.1

O aplicativo de boas-vindas oferece Instalador, FAQ, Manual do Usuário (já em destaque na Área de Trabalho), acesso à documentação (Wiki) e aos Fóruns (antiX, MX), Vídeos, Aplicativos Populares, Tour guiado.

Merecem especial atenção o MX Tweak, para configurações e ajustes rápidos; — o MX Tools, que oferece muitas ferramentas úteis; — e o lembrete das senhas demo e root.

O Quick System Info (no alto da tela) fornece as informações básicas para que os colegas do Fórum possam ajudá-lo em qualquer problema com seu hardware e / ou com o sistema operacional.

Instalação do MX Linux

Instalador do MX Linux 25, com instruções passo a passo

O Instalador do MX Linux 25.1 verifica a mídia de instalação e apresenta as instruções iniciais, na área principal da janela. — Do lado esquerdo, explicações detalhadas, ao longo de cada etapa do processo. — Embaixo, ainda é possível mudar a configuração do Teclado, se precisar.

Eu já estava na sessão Live há mais de 2 horas, configurando, fazendo anotações, capturando telas e examinando as imagens pelo visualizador “qimgv” (quase tão bom quanto o Gwenview). — Eu também tinha usado o GParted para criar uma partição para o MX Linux (sdb17, ext4, 30 GiB, label: Linux13); — e tinha instalado o Google Chrome, que acabei não usando (mas foi incluído na instalação final no PC).

As instruções do Instalador mandam fechar todos os outros aplicativos. — Mantive abertos o Dolphin, o Kate, o “qimgv” e o Konsole.

  • Siga as recomendações — para que a “persistência” funcione dentro do previsto.

Escolha do esquema de particionamento de disco

No “tipo de instalação”, optei por “personalizar o esquema de disco”, para usar () a partição que eu tinha criado. — Não me interessava apagar o SSD inteiro — nem substituir uma instalação existente.

Escolhi apenas uma partição, para instalar o MX Linux 25.1

Abri o menu suspenso da partição sdb17 (label: Linux13), e selecionei a barra “/” indicativa de partição-raiz. — O Instalador mudou o formato previsto para BtrFS — mas eu tornei a escolher ext4.

  • BtrFS é melhor para “instantâneos” (snapshots), que permitem “voltar atrás”, quando alguma coisa dá errado — mas isso exige mais espaço do que eu tinha (30 GiB). — Uso no openSUSE há 9 anos (nenhum problema até hoje!), mas mesmo com 50 GiB ainda fica apertado.

Antes de prosseguir, o Instalador advertiu que eu precisava selecionar uma partição EFI para montar em /boot/efi — senão, talvez eu não conseguisse inicializar a distro, depois de instalada.

  • O correto seria voltar, e fazer isso.

... mas perguntou se eu queria prosseguir. — Portanto, deu liberdade de escolha. — Decidi correr o risco.

Instalador avisa que a partição pode falhar em futuro próximo

17:36 (a) - O Instalador avisa que vai formatar a partição sdb17. — Essa informação deve ser conferida com muita atenção, pois se houver algum erro na lista das partições a serem formatadas, será impossível recuperá-las depois. — Se necessário, volte atrás e corrija.

17:36 (b) - Mandei prosseguir, e o Instalador deu mais um aviso: — A partição que escolhi tem 5 setores realocados. — Passou no teste, mas oferece risco de falhas em futuro próximo. — Recomendou interromper a instalação e usar o GSmartControl para um exame detalhado.

  • Resolvi prosseguir — por minha conta e risco.

Escolha da partição para instalar o Grub do MX Linux 25.1

Ao fechar o aviso, vi que o Instalador aguardava decisões: — Instalar o Grub? — “Local” para instalar o Grub. — “Partição” para instalar o Grub.

(O resto da instalação tinha ocorrido entre 17:36 e 17:37; e pausou para aguardar essas decisões sobre o Grub).

Sim, eu queria instalar o Grub — a parte que fica em /boot/grub, na partição-raiz. — Mas o “local” (ESP) e a “partição” que ele pedia, dependiam de uma outra coisa, que eu não tinha feito, na etapa do particionamento: — Eu não tinha indicado uma partição EFI (ESP), para ser montada em /boot/efi.

  • O correto seria voltar atrás e escolher uma partição EFI.

Opções de Swap no Instalador do MX Linux 25.1

A seguir, o Instalador ofereceu opções de Swap. — A única opção marcada era “Criar um arquivo Swap” (swap file), pois eu não tinha selecionado minha partição Swap. — Desmarquei a criação do arquivo.

Rede, Localização e Serviços, no Instalador do MX Linux 25.1

Na tela seguinte, pediu as opções de Rede, tais como o nome do PC, o domínio — e servidor Samba (que dispensei). — Tive de escolher um “domínio”, mesmo que fictício.

Em seguida, nova chance de escolher a Localização Regional (Idioma), Fuso horário, Relógio, o formato das horas (12 ou 24h) — e uma opção “avançada” de serviços a serem iniciados automaticamente:

Serviços a serem iniciados automaticamente no MX Linux 25.1

Deixei habilitados os serviços que sei que vou usar — além dos que não tenho certeza. — Desabilitei só o bluetooth e o CUPS, que tenho certeza de que não vou usar.

Configuração do Usuário, senha, Login automático

O Instalador pediu o apelido a ser usado para Login do Usuário — será o nome de sua pasta pessoal — e sua senha.

  • Eu uso sempre o mesmo apelido (ID) — para reaproveitar as pastas pessoais de instalações anteriores.

O MX Linux não costuma habilitar a conta de “super-usuário” (root), mas você tem a liberdade de criá-la. — Já me acostumei a usar o sudo nas distros derivadas do Debian. — Fazer diferente, em uma delas, me deixaria em dúvida na hora de digitar os comandos.

  • Não tenho opinião sobre isso. — Em distros não-Debian, uso a conta root regularmente.

Habilitei o Login automático (Autologin) — e “Salvar as mudanças feitas na sessão Live”, para não ter de fazer de novo as mesmas configurações, depois de instalado.

  • Isso inclui arquivos salvos até o início da instalação efetiva em disco. — Arquivos salvos ou modificados depois disso precisam ser copiados manualmente, antes de encerrar a sessão Live.

Falha na instalação do Grub

Quando cliquei para prosseguir, o Instalador mostrou uma mensagem em letras garrafais dizendo que não conseguiu instalar o Grub.

Sugeriu reiniciar a sessão Live e usar o “Grub Rescue” para “consertar a instalação” — sinal de que só faltou o Grub.

Por que ignorei os avisos do Instalador? — Porque outros instaladores também reclamam, mas geram o arquivo interno de configuração /boot/grub/grub.cfg — mesmo que você não indique uma partição EFI para instalar nela o “bootloader” externo.

  • O Instalador do MX Linux 25.1 está certo. — O boot precisa dessas 2 coisas. — Querer só 1 delas é exceção.

Instalando o Grub

Eu não fazia questão do /boot/efi — mas precisava do /boot/grub/grub.cfg

Assim que fechei o Instalador, não encontrei mais a partição “Linux13”. — Pelo lsblk, vi que o rótulo da partição-raiz tinha sido alterado. — Agora, chamava-se “rootMX25”.

Montei em /mnt, pelo comando mount, e pude examinar a situação pelo Dolphin. — Faltava o arquivo /boot/grub/grub.cfg.

$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17                      rootMX25  ext4        30G

$ sudo mount /dev/sdb17 /mnt

$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17 /mnt                 rootMX25  ext4        30G

Chroot Rescue Scan: — Nunca foi tão fácil recuperar uma instalação

Abri o “Chroot Rescue Scan”, que permite “entrar na pele” de uma distro para executar comandos de recuperação. — Ele encontrou todas as distros instaladas no PC, inclusive o antigo MX-23 e o novo MX-25.

Fazer chroot manualmente é chato. — Com esse aplicativo do MX Linux, é um passeio no parque!

“Entrei” no MX Linux 25 (o termo é “visitar”), recém-instalado. — O prompt muda de “$” para “chroot>”:

Gerando o arquivo /boot/grub/grub.cfg no recém-instalado MX Linux 25.1

Executei uma “atualização do Grub”. — Gosto de usar o comando “real” (em vez do “alias” update-grub), para nunca esquecer o que ele faz. — Trata-se de gerar o arquivo /boot/grub/grub.cfg:

chroot> grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub/themes/mx_linux/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.63+deb13-amd64
Found initrd image: /boot/initrd.img-6.12.63+deb13-amd64
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 43 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.3 Zena (22.3) on /dev/sdb4
Found PCLinuxOS on /dev/sdb5
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for EFI firmware configuration
done

Ele gerou “entradas” para outras distros — mas o importante é que gerou “entradas” para ele mesmo. — Agora, o Grub do openSUSE já pode ler esse arquivo e obter os dados para carregar o MX Linux 25.1.

Observe que ele não encontrou o openSUSE. — É comum, o Grub de algumas distros não detectar o openSUSE, instalado em uma partição BtrFS com “instantâneos” do Snapper (shapshots). — É por isso que escolhi o Grub do openSUSE para ser meu “Menu de Inicialização” (UEFI / GPT; Bios (legacy) / MBR) — e o do Mageia, meu “Grub de reserva”.

(É por isso, também, que até hoje eu evito instalar mais alguma distro em partição BtrFS com snapshots: — Isso complica meu dualboot / multiboot, em vários outros aspectos).

Grub do openSUSE, “atualizado” para detectar o MX Linux 25.1

Atualizei o Grub do openSUSE — ele detectou a nova instalação — e agora basta usá-lo, para carregar o MX Linux 25.1.

Testando a instalação

Montagem sem pedir senha — e sessão Plasma X11

19:20 a 21:20 - Testei a nova instalação durante umas 2 horas — ainda com a pasta /home criada dentro da partição-raiz. — Demorou um pouco, até conseguir Login automático em sessão X11 — e a montagem automática das demais partições.

Copiando do fstab do MX-23 as linhas das partições Home e Swap

Passei à fase seguinte da minha migração: — Abri o /etc/fstab do MX-23, copiei as linhas referentes às partições Home12 e Swap — e colei no arquivo /etc/fstab do MX Linux 25.1, pelo editor interno do Midnight Commander — “sudo mc”.

MX Linux 25.1 com a /home do antigo MX-23

21:20 a 0:00 - Ao reiniciar o MX Linux 25.1 (Plasma 6) com as configurações da partição /home do MX-23 (Plasma 5), encontrei as falhas normais nessa transição: — widgets (Weather, Moon) precisavam ser trocados por versões compatíveis; o lançador do System Settings precisava ser corrigido etc.

O Login automático caiu em sessão Plasma Wayland, com o Conky sem linhas ou gráficos — e as regras de janelas (KWin) bagunçadas. — Tornei a configurar o SDDM, e depois disso o Login automático passou a entrar sempre em sessão Plasma X11.

Lista dos pacotes instalados pelo usuário no MX-23

19 Jan. 2026 - 1:00 a 2:00 - Ainda carreguei duas sessões do antigo MX-23, para fazer uma última atualização do sistema (para registro); gerar um relatório “Quick System Info”; salvar uma lista dos meus aplicativos (User Installed Packages) etc. — além de listar todos os pacotes instalados — mas evitei mexer nas configurações, que eu já tinha começado a adaptar ao MX Linux 25.1.

Colando a partição Linux13 na partição Linux12

2:00 - Pelo GParted, copiei a partição do MX Linux 25.1 (sdb17) e “colei” na partição onde estava o MX-23 (sdb6). — Depois, deletei o original, para não ficar com partições duplicadas (e com o mesmo UUID). — Tornei a atualizar o Grub do openSUSE, para refletir a nova situação.

Desabilitando os-prober, quiet, splash no /etc/default/grub

20 Jan. 2026 - Desabilitei a detecção de outras distros (os-prober) pelo Grub do MX Linux 25.1. — Basta ele detectar a si mesmo, para que o Grub do openSUSE encontre as informações necessárias.

Aproveitei para desabilitar “quiet” e “splash”, para exibir tudo que acontece durante o boot — ao invés de uma animação bonitinha, que não dá nenhuma informação.

Essas 2 configurações ficam no arquivo /etc/default/grub — que editei pelo Midnight Commander (sudo mc”, no Konsole). — Para fazer efeito, executei o “update-grub”, para gerar o /boot/grub/grub.cfg com as alterações.

Após eliminar 1 distro (MX-23) e reduzir o /boot/grub/grub.cfg do MX-25, o tempo de “atualização” do Grub do openSUSE caiu de 40’’ para 25’’ a 33’’. — Quanto mais distros, e quanto maior o “grub.cfg” de cada distro, mais tempo cada Grub gastará lendo os demais “grub.cfg”, a cada “atualização”. — Por isso, configurei as coisas para que cada Grub detecte apenas sua própria distro (gerando arquivos grub.cfg pequenos); e só o Grub do openSUSE (e o do Mageia, “reserva”) detectem as demais distros.

Limpando as partições EFI

Prioridade de Boot no utilitário da UEFI Bios da minha placa-mãe

23 Jan. 2026 - Dediquei umas 4 horas a testar e botar ordem nos bootloaders “externos”, nas minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16) — e digo “externos” para distinguir do Grub que está “dentro” de uma distro. — Cada bootloader “externo” apenas indica um “dispositivo de inicialização”, controlado por uma distro.

O utilitário UEFI Bios da minha placa-mãe oferece um modo simples e fácil de definir a prioridade de Boot: — Basta escolher uma distro, do lado direito, e arrastá-la para o topo da pequena lista. — Como eu tenho mais de 4 distros, posso clicar em “Switch all”, e a lista se amplia para exibir até 7 ou 8, podendo rolar para ver outras mais embaixo.

Eu parei de usar esse recurso simples e fácil porque, depois de alguns meses, esse utilitário passou a congelar, sempre que clico numa distro e seguro para arrastar. — Desde então, utilizo o aplicativo efibootmgr em linha de comando (CLI), dentro de qualquer distro, para recolocar o openSUSE no topo (e o Mageia em 2º lugar), sempre que alguma atualização ou nova instalação coloca outra distro lá no alto:

# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2    HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub   HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub     HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub       HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f
Boot0016* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\GRUBX64.EFI0000424f
#
# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2    HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub   HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub     HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub       HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f

Acima: - Um exemplo de 2 semanas antes, quando a instalação de um Kernel colocou o PCLinuxOS no topo das prioridades de Boot.

Boot Menu (F8), para escolher um bootloader qualquer

Para teste ocasional de algum bootloader, vou ao “Boot Menu”, pela tecla F8: — Basta usar as teclas (setas) para cima e para baixo, escolher uma distro, e finalizar com Enter. — Isso não altera a prioridade de boot nas inicializações seguintes.

Acima: - Dois bootloaders: — “Ubuntu”, com maiúscula (Kubuntu); e “ubuntu”, com minúscula (Mint) — além de uma instalação experimental do Fedora, já eliminada há meses, mas cujo bootloader continuava resistindo a todas as tentativas de removê-lo pelo efibootmgr.

Prioridade de Boot no modo Avançado do utilitário UEFI Bios

Enfim, posso alternar entre esse “modo EZ” e o “modo Avançado”, pela tecla F7 — mas ainda falta alguma coisa. — Talvez haja um modo de deletar bootloaders órfãos, mas até agora não consegui encontrar.

Em geral, tento deletar bootloaders inúteis pelo comando “efibootmgr” — mas às vezes eles continuam presentes na partição EFI ou na EFI2 — “visíveis”, ou “invisíveis” no utilitário UEFI Bios:

# history

  489  2026-01-23_13-23-28 efibootmgr
  490  2026-01-23_13-23-40 efibootmgr -b 10 -B
  491  2026-01-23_13-24-03 efibootmgr -b 13 -B

  495  2026-01-23_14-28-21 date; lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size,FSUSED,UUID
  496  2026-01-23_14-29-11 mount /dev/sdb16 /mnt

Foi o caso de um antigo bootloader “mageia” — que substituí em Abril 2025 por “Mageia_grub”, criado pelo comando “grub-install”. — A pasta ainda está lá, embora vazia:

Bootloaders eliminados pelo efibootmgr, ainda nas partições EFI

Para “ver” esses bootloaders persistentes, o jeito que encontrei é examinar minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16— pelo Dolphin (GUI) — ou por comandos (CLI), como o “tree”, por exemplo:

$ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /boot/efi         $ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /mnt

/boot/efi                      (/dev/sda1: EFI)         /mnt                    (/dev/sdb16: EFI2)

├── EFI                                                 ├── EFI
│   ├── 2020 01 10  -  pclinuxos                        │   ├── 2025 04 08  -  MX_grub       (*)
│   ├── 2025 07 22  -  boot                             │   ├── 2025 04 08  -  Mageia_grub
│   ├── 2020 01 12  -  opensuse                         │   ├── 2025 04 08  -  Void_grub
│   ├── 2025 07 13  -  ubuntu       (*)                 │   ├── 2025 07 13  -  BOOT
│   ├── 2025 12 23  -  fedora                           │   ├── 2025 03 13  -  fedora        (*)
│   ├── 2020 03 24  -  Debian                           │   ├── 2025 08 04  -  mageia        (*)
│   └── 2023 03 06  -  arch_grub2                       │   ├── 2025 07 13  -  ubuntu        (*)
├── System                                              │   └── 2025 12 28  -  pclinuxos
│   └── Library                                         ├── System
├── System Volume Information                           │   └── Library
└── mach_kernel                                         ├── System Volume Information
                                                        └── mach_kernel
12 directories, 1 file
                                                             13 directories, 1 file

Acima: - Editei as respostas do comando, deixando só as datas das pastas dos bootloaders, para facilitar a visualização.

Pude constatar que, embora o utilitário UEFI Bios e o comando “efibootmgr” mostrem um bootloader “Ubuntu” com maiúscula, lá nas partições EFI a pasta é “ubuntu” com minúscula. — O único modo de distinguir, é lembrando que o bootloader do Kubuntu é o da partição EFI2 (sdb16, no SSD WD Green); enquanto o do Mint é o da partição EFI (sda1, no SSD Kingston).

Deletando antigos bootloaders pelo Midnight Commander (mc) em modo root

Como último recurso de limpeza, abri o Midnight Commander como super-usuário (root) — e deletei as pastas dos bootloaders que não tinham mais nenhuma utilidade: — O 2º “fedora”, o “mageia”, e o “MX_grub” de Abril 2025, agora sem utilidade.

Configurando “Timeout” no Grub do Kubuntu

Ao testar todos os bootloaders, verifiquei que o Kubuntu e o Mint carregavam diretamente, sem exibir o menu do Grub. — Comentei (desabilitei) as linhas “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden”; configurei o “GRUB_TIMEOUT=10”; e aproveitei para eliminar “quiet splash” em ambos. — Depois, “update-grub”, em ambos, para o Grub do openSUSE ler e incorporar essas mudanças.

A duplicidade de entradas para o Debian, no utilitário UEFI Bios e no efibootmgr, corresponde a 2 opções de Boot, dentro da mesma pasta: — “SHIMX64” e “GRUBX64”. — Não tenho (nem pretendo ter) Windows, e não uso Secure Boot. Talvez eu delete (ou não) o “shim”, depois de ler mais um pouco sobre isso.

Depois de esclarecer todas as dúvidas e capinar o matagal de coisas sem utilidade, criei o bootloader para o MX Linux 25.1:

Pasted to /etc/fstab:

UUID=B7B0-A50B /boot/efi vfat noatime,dmask=0002,fmask=0113 0 0

$ sudo mkdir -p /boot/efi

$ sudo mount -all

$ sudo grub-install --target=x86_64-efi --efi-directory=/boot/efi --bootloader-id=Mx25_grub --recheck
Installing for x86_64-efi platform.
Installation finished. No error reported.

Fiz mais algumas anotações sobre isso no registro sobre o Fedora 42; e no registro da minha transição para UEFI-GPT.

Links úteis

Manual do Usuário do MX Linux 25

xxxx

___________________
• Publicado em 20 Janeiro 2026; e desenvolvido até...

— … ≠ “•” ≠ … —

MX Linux

PC desktop UEFI / GPT

segunda-feira, 31 de julho de 2023

MX Linux 23 “Libretto” KDE

MX Linux 23 “Libretto” KDE
MX Linux 23 “Libretto” KDE

• O site do MX Linux oferece instruções simples e claras de “Migração” do MX-21 para o MX-23 — na verdade, uma reinstalação, preservando a partição /home e uma lista dos pacotes adicionados pelo usuário, gerada pelo “user-installed-packages” (a ser instalado no MX-21) — que depois utilizará essa lista para adicioná-los na nova instalação, com direito a revisá-la caso-a-caso.

A Wiki do MX Linux também oferece instruções para quem prefere fazer upgrade da instalação anterior (MX-21 para MX-23) — caso sinta-se habilitado a enfrentar várias tarefas por comandos e resolver eventuais problemas. — Descartei essa opção, pois alguns pacotes podem ter sido acrescentados / substituídos / removidos, e preferi garantir uma instalação “padrão” do MX Linux 23.

Optei por instalar o MX Linux 23 em uma nova partição (provisória) — testar seu funcionamento — e só depois sobrescrevê-la na partição onde estava meu MX Linux 21 (plenamente funcional).

  • Isto NÃO é um “tutorial”. — É só um registro do que fiz — inclusive possíveis erros (para poder entendê-los e corrigi-los, no futuro).

Índice

  • Pacotes instalados pelo usuário
  • Download, sha256sum e K3b
  • Sessão Live MX Linux 23
  • Instalação
  • Teste da instalação
  • Substituição do MX-21
  • Pós-instalação

Anteriores

Pacotes instalados pelo usuário

Lista de pacotes instalados pelo usuário no MX Linux 21

Instalei no MX-21 o “user-installed-packages” e salvei a lista dos pacotes que eu havia adicionado naquela instalação — mas também salvei várias listas de todos os pacotes instalados, usando comandos apt, dpkg, zgrep:

apt list --installed                        > 12_2023-07-31_MX21_apt-list--installed.txt
dpkg --list | grep 'ii '                    > 12_2023-07-31_MX21_dpkg--list-grep-ii.txt
dpkg --get-selections | grep -v deinstall   > 12_2023-07-31_MX21_dpkg--get-selections-grep-v-deinstall.txt
dpkg-query -l                               > 12_2023-07-31_MX21_dpkg-query-l.txt
zgrep " installed " /var/log/dpkg.log*      > 12_2023-07-31_MX21_zgrep-installed-var-log-dpkg-log.txt

Download, sha256sum e K3b

Verificação da imagem ISO do MX Linux 23 KDE pelo sha256sum

Baixei o MX-23 KDE 64 bit pelo KTorrent, verifiquei a integridade pelo sha256sum e “queimei” pelo K3b em DVD, para guardar.

Sessão Live MX Linux 23

Escolha do Idioma, Fuso horário e Teclado, antes de iniciar a sessão Live

Ao iniciar o PC pelo Live MX Linux 23, ele pré-seleciona a 3ª linha do Menu — Idioma, Teclado, Fuso horário — e a experiência já me ensinou que é melhor fazer essas escolhas antes de iniciar a sessão Live, para não perder tempo (e essas coisas já ficam configuradas para a instalação na máquina).

Ao terminar essas escolhas, ele vai para a 1ª linha do Menu de boot: — Iniciar a sessão Live MX Linux 23.

Criando uma partição proisória pelo KDE Partition Manager

Instalei Synaptic, gnome-screenshot, ttf-mscorefonts, iniciei meu próprio Conky, apliquei no ambiente Plasma KDE o Tema “MX Dark” — e pelo KDE Partition Manager criei uma partição provisória “Linux13” (29,3 GiB).

Instalação

Seleção das partições no instalador do MX Linux 23

No instalador do MX Linux 23, selecionei a partição “Linux13”, cliquei na seta para baixo no campo da coluna “Use for” (Usar como), e escolhi “/”. — Ele mudou o rótulo na coluna “Label”. — Eu podia ter mudado de volta, mas era só um rótulo provisório, sem qualquer significado no meu esquema.

Creio que alterou automaticamente para BtrFS na coluna “Formatar”, e eu cliquei na seta para baixo e escolhi ext4. — Tentei “Preservar”, mas a partição estava vazia, e por isso não tinha pasta /home que pudesse ser preservada. — Quando escolhi ext4, ele mudou a opção para “discard” (descartar), e costumo aceitar as opções-padrão, quando não sei bem o que significa.

  • Eu já uso BtrFS no openSUSE (Linux1), há 6½ anos, sem problema, mas não quero ter 2 distros com esse sistema de arquivos.
  • Anoto todos esses detalhes, dúvidas e hesitações, porque o MX Linux oferece uma quantidade enorme de recursos incomuns, que até hoje nunca explorei — pois prefiro experimentar 1 coisa de cada vez, para evitar confusão. — O instalador do MX Linux tem mudado bastante (desde o 17), o que me leva a ter muito cuidado com tudo que não entendo bem.

Tentei avançar (Next) — mas o instalador já havia detectado que o computador estava usando UEFI — e exigiu que eu escolhesse uma partição EFI.

Copiei “/boot/efi” (do aviso) e colei no campo ”Use for” — e ele automaticamente selecionou “Preserve” na coluna “Formatar” (e “noatime”, em “Opções”). — Isso é ótimo, pois ali estão as pastas EFI de outras distros, e formatar seria um desastre.

Ao clicar em Avançar (Next), o instalador apresentou um resumo: — “Reusar (não formatar) sda1 como /boot/efi” — e “Formatar sda17 para usar como /”.

Desativei criar Arquivo Swap, para manter o padrão das minhas outras distros

Na tela seguinte, ofereceu instalar o Grub (em ESP) — e a criação de um Arquivo Swap de 4 GiB. — Desativei a criação do Arquivo Swap (para não ficar diferente das minhas outras distros); e deixei desativado o suporte a Hibernação.

Opções de hostname e SMB (SaMBa) no instalador do MX Linux 23

Em outra tela, propôs o nome do computador (hostname) “mx”, e o domínio “example.dom”. — Aceitei ambos. — Desativei o servidor SMB (SaMBa) para Rede MS, pois só tenho 1 PC (e nenhum Windows).

Idioma (Localização), Fuso horário, Relógio do sistema, Serviços

Em seguida, ofereceu a possibilidade de alterar o Idioma / Localização, o Fuso horário, o Relógio do sistema e o formato das horas (24h). — Mantive as opções feitas antes de iniciar a sessão Live — e o padrão UTC para o Relógio do sistema.

Um botão permite inspecionar os Serviços — e aproveitei para desativar cups, pois não tenho impressora.

Usuário, Administrador, Auto Login e alterações da sessão Live Desktop

Na tela seguinte, inseri o nome de Login e a senha do Usuário. — Ativei a conta de Administrador (Root); o Login Automático (Auto Login); e a opção de Salvar as alterações feitas na sessão Live (mantê-las na instalação final).

Ao chegar nessa tela, a instalação do MX Linux 23 no SSD já estava 93% ou 96% completa, segundo a barra de progresso — e fez uma pausa, para permitir que eu alterasse alguma configuração, antes de prosseguir. — Ao clicar em Avançar (Next), ainda foram necessários mais 6 minutos (21:21 a 21:27) para o Grub / os-prober examinar as outras 27 partições, e detectar as 12 distros instaladas.

  • Um tempo perdido, pois não vou usar o Grub do MX Linux como “Menu de Inicialização” — mas há muito tempo já desisti de tentar desabilitar os-prober em sessões Live de instalação de qualquer distro. — Não houve uso excessivo nem aquecimento da CPU (37ºC a 40ºC), ao contrário do que já observei em outras distros.

Desmarcando o Reboot automático antes de fechar o Instalador

Ao finalizar a instalação do MX Linux 23, tratei de desativar a opção de “Reinicializar automaticamente ao fechar o Instalador” — pois eu queria me certificar de que todos os meus arquivos estavam no Pendrive, antes de encerrar a sessão Live.

  • Em sessões Live, sempre uso um Pendrive, com arquivos úteis — e salvo nele as Capturas de tela e anotações da instalação. — No caso do MX Linux, espero que tudo seja preservado na pasta /home da instalação final (de fato, foi), mas prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

Observe que, durante todo o processo, é possível alternar entre as abas de “Ajuda” e de “Live Log”, do lado esquerdo. — A experiência já me mostrou o quanto é fundamental focar na “Ajuda”, e ler todas as dicas com muita atenção. — Em caso de dúvida, leia o FAQ, o Manual do Usuário, a Wiki, os Vídeos, pesquise / peça ajuda no Forum, tudo isso a um clique da tela de Boas-Vindas (MX Wellcome).

O FAQ e o Manual também estão no canto superior esquerdo da Área de Trabalho, ao lado do ícone do Instalador — como se vê na imagem abaixo:

Recursos de Ajuda na tela de Boas-Vindas da sessão Live MX Linux

O MX Linux oferece uma enorme quantidade de recursos que não são comuns em outras distros — e muitas vezes, as dicas curtas não deixam claro o significado de cada um deles, para quem ainda não os conhece por experiência própria.

Teste da instalação

Autorização de montagem de outras partições pelo Usuário, no MX Tweak

Logo após instalar o MX Linux 23 (sem partição /home separada), testei se estava funcionando bem. — Para isso, configurei só algumas coisas básicas.

Uma das principais configurações que testei, foi autorizar a montagem de partições adicionais (as que não são do MX) pelo Usuário comum — pois a exigência de senha impediria a montagem automática no início da sessão Plasma KDE.

Montagem de partições pelo Dolphin: arquivos vão sempre para “Warehouse”

Uma vez dada essa autorização, basta clicar nas partições do lado esquerdo do Dolphin, para montar pelo uDisks2 — e posso habilitar a montagem automática das partições adicionais pelo KDE System settings >> Hardware >> Removable storage >> Removable devices (deixando o fstab só para as partições do sistema).

Isso é necessário, para que os aplicativos usem uma única partição (Warehouse) — pois não faz sentido espalhar documentos nas /home de 12 distros.

Aprovada a instalação — e habilitada a montagem sem privilégios — eu já podia “movê-la” para a partição definitiva, substituindo o MX-21.

Substituição do MX Linux 21

Substituição do MX-21 pelo MX Linux 23, no GParted

Pelo GParted do Mageia, “copiei” a partição provisória “rootMX23” (29,3 GiB) e “colei” na partição definitiva “Linux12” (30 GiB), do antigo MX-21. — O GParted expande a partição “colada”, para ocupar o espaço maior.

Diferenciando rótulo e UUID das 2 partições

Mudei o rótulo (Label) da cópia para “Linux12” — para atender às configurações das outras 11 distros — e alterei o identificador UUID da “partição provisória”, para que o Grub não as confunda, e não monte ambas no boot.

Linhas da /home e do Swap copiadas do fstab da instalação anterior

Copiei as linhas de /home e Swap do fstab do MX-21 e colei no fstab do MX Linux 23. — Assim, no próximo boot o MX-23 já vai usar a /home antiga.

Devolução da prioridade de boot do EFI e atualização do Grub do Mageia

Durante a instalação, o MX Linux 23 assumiu a prioridade de boot na configuração da UEFI Bios — Pelo comando efibootmgr, devolvi a prioridade de boot para o openSUSE (cujo Grub é meu Menu de inicialização); e atualizei também o meu Grub de reserva (Mageia).

# efibootmgr
BootCurrent: 0003
Timeout: 1 seconds
BootOrder: 0007,0000,0003,000A,0002,0005,000E,0004,0006,000B,000F,0001,0010,0011
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI)
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI)
Boot0002* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\FEDORA\SHIM.EFI)0000424f
Boot0003* mageia        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\MAGEIA\GRUBX64.EFI)
Boot0004* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI)
(...)

# efibootmgr -o 0000,0003,000A,0002,0005,000E,0004,0006,000B,000F,0001,0010,0011,0007
BootCurrent: 0003
Timeout: 1 seconds
BootOrder: 0000,0003,000A,0002,0005,000E,0004,0006,000B,000F,0001,0010,0011,0007
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI)
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI)
Boot0002* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\FEDORA\SHIM.EFI)0000424f
Boot0003* mageia        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/File(\EFI\MAGEIA\GRUBX64.EFI)
(...)

Grub do openSUSE, agora com dois MX Linux 23, em sda e sdb

Depois, entrei no openSUSE e atualizei seu Grub, que voltou a ser o “principal”.

  • A atualização do Grub do Mageia levou 3’11’’ (23:05:47 a 23:08:58);
    A atualização do Grub do openSUSE levou 31’’ (23:20:01 a 23:20:32);
    A atualização do Grub do MX Linux levou 2’01’’ (13:10:40 a 13:12:41), ainda com os-prober.

Pós-instalação

Início do MX-23 com as configurações da /home do MX-21

Com a partição /home “herdada” do MX-21, o MX-23 já iniciou com o antigo papel-de-parede, 2 instâncias do Conky, widgets Moon Phase  e Weather — e inúmeras configurações, que não eu precisaria repetir. — Faltavam poucas coisas.

Instalei os pacotes aha, html2text, screenfetch, usados pelo 2º Conky — e criei os agendamentos de registro (RAM, Versões dos softwares) e de limpeza do cache:

$ crontab -l
@reboot echo ' ' > done.txt
@reboot sleep 600; bash RAM.sh
@reboot sleep 780; bash VERSIONS.sh
@reboot sleep 900; find ~/.cache/ -type f -atime +365 -delete

Tempo de boot e uso inicial de RAM do MX Linux 23 KDE

Ao reiniciar, o boot do MX Linux levou 22’’, até a exibição do Painel do KDE Plasma (acima, à esquerda) — a mesma média registrada pelo MX-21 em Junho.

Aos 10 minutos uptime (iddle), o script RAM.sh registrou uso de 1197 MiB (praticamente o mesmo da captura, acima, à direita). — Isso era 27% mais do que os 940 MiB registrados pelo MX-21 em Junho — ou quase 24% a mais do que a média de 967 MiB nas 6 medidas anteriores.

Baixei e instalei o Google Chrome e o GoogleEarth. — Os repositórios do Google foram adicionados automaticamente, no processo:

$ history

  456  2023-08-01_00-12-59 date; sudo apt install ~/Downloads/google-chrome-stable_current_amd64.deb; date
  458  2023-08-01_00-19-38 wget https://dl.google.com/dl/earth/client/current/google-earth-stable_current_amd64.deb -O google-earth-stable.deb
  459  2023-08-01_00-21-04 date; sudo dpkg -i google-earth-stable.deb; date

Deletando a “partição provisória” pelo KDE Partition Manager

Pelo KDE Partition Manager, deletei a “partição provisória” — que não tinha mais utilidade, agora que a cópia na partição definitiva já foi testada e aprovada.

Alterei os repositórios para espelhos mais rápidos, pelo MX Repo Manager.

Configurei o KWrite para sempre exibir a numeração das linhas — pois nas versões mais novas do KDE a tecla F11 conflita com o atalho global — e configurei a tecla F10 para alternar “Dynamic Word Wrap” (on / off).

  • No MX-21, o Kate (20.12.2) e o KWrite ainda tinham esses atalhos (F10, F11) — mas no MX Linux 23, o Kate e KWrite (22.12.3) vêm sem eles.

Emparelhamento do celular pelo KDE Connect

Autorizei as portas para o KDE Connect, solicitei emparelhamento pelo celular, aceitei no MX Linux — e baixei as fotos da instalação.

Removendo o PackageKit (e o Plasma Discover)

Apareceu mais um aviso de atualizações na bandeja do sistema, e lembrei de remover o PackageKit — o que leva embora também o Plasma Discover (não uso).

Com isso, elimino avisos chatos (atualizo minhas distros 1 vez por semana, aos Domingos) — e “nivelo” o comportamento de todas elas — pois no Arch, no Void, no Slackware, por exemplo, não tenho PackageKit verificando atualizações (e elevando o uso de recursos). A “comparação” torna-se mais objetiva.

O PackageKit usa o gerenciador de pacotes de cada distro (apt, zypper, dnf) — em parceria com o Plasma Discover, no caso do KDE (ou outras Lojinhas, em outros DEs). — A utilidade dessa dupla dinâmica é fazer com que pareça simples o gerenciamento de todo tipo de pacotes, inclusive Snaps e Flatpaks (que têm seus próprios gerenciadores).

Nas distros de base Debian, também costumo remover o unattended-upgrades, que faz “atualizações de segurança”, sem perguntar, nem avisar — e registra em um log separado, o que dificulta meu acompanhamento do que acontece. — Esse pacote não veio no MX Linux 23.

Verificação da conexão e dos espelhos (Mirrors), num dia de Domingo

Em lugar disso tudo, executo um apt update, para ver se a conexão e os espelhos (Mirrors) estão Ok — caso contrário, não avanço — e um apt list --upgradable para ver o que será atualizado.

Depois, uso o Synaptic para “aplicar” essas atualizações — após examinar as seções “Obsoleto”, “Auto-Removível”, “Configurações Residuais” etc.

Pesquisa no Histórico do Synaptic

O Synaptic também é muito prático para pesquisar, instalar, remover pacotes — e seu Histórico permite pesquisar exatamente quando cada pacote foi instalado, removido ou atualizado, ao longo do tempo. — Por isso, infelizmente não tenho usado o MX Package Installer (só o MX Repo Manager).

Instalando os pacotes que faltavam

Com ajuda da lista gerada pelo user-installed-packages, instalei os “7 pacotes” que ainda faltavam: — kruler, kstars, npm, speedtest-cli, tree, xsane, yt-dlp.

  • Seria mais simples e rápido fazer isso pelo próprio user-installed-packages — mas preferi o Synaptic, para manter o Histórico unificado. — Só ficaram fora do Histórico do Synaptic, a instalação inicial dele mesmo, e do gnome-screenshot (pelo apt, ainda na sessão Live); e mais tarde, a do Chrome e do GoogleEarth, pelos comandos apt e dpkg.

A instalação do npm envolveu 357 pacotes — o que elevou o total de pacotes instalados, de 2415 para 2793, ao final do que parecia ser, só, “instalar 7 pacotes”. — Mas são dependências pequenas, e o espaço ocupado em disco aumentou apenas 543 MiB (de 8,12 GiB para 8,65 GiB): média de 1,4 MiB, cada.

Ainda é muito menos do que os 3686 pacotes instalados no Debian testing — e mais perto dos 2967 instalados no KDE Neon, uma distro “buntu-based” enxuta.

  • Em Março 2020, a instalação do npm no Debian testing envolveu 285 pacotes — e em Abril 2020 a instalação do npm no KDE Neon envolveu apenas 70 pacotes.

Dica para desabilitar os-prober

Me confundi com alguns ajustes próprios do MX Linux 23, quando tentei desativar o os-prober. — Pedi ajuda no Fórum, e logo recebi a dica: — Anular aquelas 3 linhas em /etc/default/grub, que remetem a /etc/default/grub.mx-defaults.

  • Depois disso, a atualização do Grub do MX Linux levou apenas 20’’, e no openSUSE levou apenas 26’’ — mas para isso também contribuiu a eliminação da outra cópia do MX-23 na “partição provisória”, pois o tempo é proporcional ao número de distros, e ao tamanho dos arquivos /boot/grub/grub.cfg dentro delas. — Por isso, não faz sentido que todas produzam arquivos enormes. — De qualquer modo, o Grub do openSUSE Tumbleweed é o único que consegue carregar todas as outras; e o do Mageia é o único que consegue detectar corretamente o openSUSE, instalado em partição BtrFS (sem partição /boot separada).

Editando /etc/hosts e /etc/hostname no MX Linux 23

Substituí “mx” por “Linux12” nos arquivos hosts e hostname.

  • Isso não pôde ser feito pelo comando $ sudo nano. — Tive de usar o su e executar # nano. — Foi bom ter habilitado a conta Root.

Configurando apt / Synaptic para deletar pacotes baixados, depois de instalados

Finalmente, lembrei de configurar o apt para deletar os pacotes baixados, depois de serem instalados. — Fiz isso pelo Synaptic >> Settings >> Preferences >> Files — e aproveitei para clicar no botão “Delete Cached Package Files”.

Ainda não tinha acumulado muita coisa em /var/cache/apt/archives — e o espaço ocupado em disco caiu apenas de 8,65 GiB para 8,48 GiB — mas esse cache nunca teve utilidade para mim.

Substituição do Weather pelo Weather2

Removi o antigo Weather widget (1) — que ainda funcionava em versões antigas do KDE Plasma — e instalei o Weather widget-2.

Instalação e teste do corona-cli

Pelo comando “sudo npm i -g corona-cli@latest”, instalei o corona-cli.

Desabilitando “Hide docks”, para o Gimp exibir o Toolbox

Instalar uma distro Linux nunca é uma experiência completa, se a gente não deparar com pelo menos 1 problema. — O Gimp 2.10.34 abriu sempre sem o Toolbox, e eu tinha de abri-lo manualmente, todas as vezes (2 cliques!). — Além disso o Toolbox também não minimizava, ao minimizar o Gimp.

Depois de alguns dias, acabei encontrando a solução: — Desabilitar a opção “Hide docks”, no submenu “Janelas”.

Integração de tema GTK-KDE com o pacote libreoffice-kf5

Ainda me incomodava a interface do LibreOffice, com menus em letrinhas miúdas e finas sobre fundo “cinzento-pré-INPS”. — Comentei com os amigos, e recebi a dica de instalar o pacote libreoffice-kf5, de integração de tema GTK-KDE.

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• Publicado em 31 Julho 2023 e desenvolvido até 6 Agosto 2023.

— … ≠ “•” ≠ … —

MX Linux

PC desktop UEFI / GPT