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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Política de Kernel do Mint vs. Ubuntu, Neon & Debian

Atualização de Kernel disponível, segundo o “mintUpdate”. — E no Painel: — “Seu sistema está atualizado”

Quando um “notificador de atualizações” exibia aviso no Painel, geralmente dava uma olhada rápida*, — depois abria o Synaptic, para conferir os detalhes, “marcar” para instalação, e “aplicar”.

* Até 2 anos atrás, costumava desativar esses “Notificadores”. — O hábito era abrir o Synaptic (quase) todo dia, pela manhã, para verificar e aplicar as “atualizações”, — o que tornava desnecessárias as “notificações” (às vezes meio neuróticas) no meio das atividades diárias.

Muitas vezes, o “notificador” mostra 1 item, — e no Synaptic você descobre que, na verdade, trata-se de vários pacotes.

Você olha o “nome” do conjunto, no “notificador”; — depois, vê os componentes e suas descrições, no Synaptic. — Pode ser muito instrutivo, a respeito do Linux.

O que nunca tinha visto, é o contrário, — um “Gerenciador de atualizações” (mintUpdate) indicar 1 “atualização”, — e o Synaptic (ou o “apt”), nenhuma.

Nenhuma atualização, segundo o “apt”

20 Ago. 2016 - No caso, o mintUpdate indicava a disponibilidade de um novo Kernel, — porém, o comando “sudo apt update”, — disparado 1 minuto depois*, — não encontrou qualquer “atualização”.

* Disparar o comando “sudo apt update” — antes de abrir o Synaptic — é hábito mais recente, para acompanhar eventuais falhas de repositórios, e documentar algumas atualizações (KDE, Kernel etc.).

O Synaptic, — aberto em seguida, — também não encontrou nenhuma “atualização”.

Esse Kernel “4.4.0-34.53” estava lá, nos repositórios, mas só pôde ser localizado aos pedaços, pela busca do Synaptic: — “linux-headers”, “linux-image” etc., — entre milhares de softwares “não-instalados”, só isso.

O alerta de “atualização” permaneceu no Painel das 10:21 até 16:49, — depois, sumiu

Faz todo sentido, — pelo menos, no Ubuntu e seus “derivados”, — embora, até então, nunca tivesse olhado por esse ângulo.

A rigor, uma nova versão do Kernel, — o “núcleo” (cerne) do GNU/Linux, — não é uma “atualização”.

No Ubuntu e “derivados”, ela não vem “substituir” a versão anterior. — Apenas, instala-se mais um Kernel, — e acrescenta-se mais uma opção de carregamento, no Menu de inicialização.

  • O mintUpdate manteve o aviso de “atualizações” no Painel, das 10:21 até 16:49, — embora às 11:29 o Synaptic tenha feito a atualização geral (exceto Kernel). — Constata-se que o mintUpdate não detecta que o Synaptic (já) atualizou tudo: — É preciso reabrir o mintUpdate e “recarregar” as informações, para (só então) ele perceber que não há mais “atualizações” pendentes. — Feito isso, a notificação desapareceu do painel, — embora ainda faltasse instalar (ou não) o novo Kernel — coisa que só foi feita uns 15 minutos depois. — Observa-se, ainda, que o Histórico do Synaptic inclui a instalação e desinstalação de Kernel pelo mintUpdate, — e que não aparecem no Histórico do próprio mintUpdate.

Opções avançadas do Mint 18 no Grub em 21 Ago. 2016, — ainda com Kernel “herdado” do Mint 17.3

Naturalmente, o último Kernel torna-se a opção-padrão de carregamento daquele Ubuntu (ou “derivado”), — e os anteriores acumulam-se nas “Opções avançadas” do Menu de inicialização.

A lógica por trás disso é que, — se seu sistema apresentar problemas com o novo Kernel, — basta reiniciar o computador, entrar nas “Opções avançadas” do Menu de inicialização, e carregar o sistema com o Kernel anterior.

Uma vez “rodando” o Kernel anterior, você pode desinstalar o Kernel mais novo, — com toda segurança, — da mesma forma como, rodando o último Kernel, pode desinstalar qualquer outro Kernel mais antigo.

Download e instalação do novo Kernel pelo mintUpdate, a partir das 17:11

20 Ago. 2016 - Naquele momento, a decisão foi de instalar o novo Kernel, — sem pensar 2 vezes, — como sempre foi feito no Kubuntu, desde 2009, — porém o Synaptic “alterado” do Linux Mint não era a ferramenta adequada.

Não tinha cabimento, o heroísmo de selecionar no olhômetro os 4 pacotes que costumam compor cada novo Kernel.

É muito fácil localizar no Synaptic o pacote “linux-headers-4.4.0-34-53”, bem como o “linux-headers-4.4.0-34-53-generic”, o “linux-image-4.4.0-34-53-generic”, e o “linux-image-extra-4.4.0-34-53-generic”, — mas o processo envolve vários outros arquivos e configurações básicas do sistema, com os quais não se sabe se o Synaptic “amputado” saberia lidar. — Não faz sentido caçar sarna para se coçar.

Era bem mais simples (e seguro) voltar ao mintUpdate e deixá-lo cuidar dessa instalação, — de modo automático, e sem falhas humanas.

Nenhuma “atualização” de Kernel no Linux Mint 17.3, de Janeiro até Agosto

22 Ago. 2016 - Dias depois, — aproveitando que o Synaptic manteve todo o Histórico desde 19 Jan. 2016 (ver “Heranças do Mint 17.3”, na instalação do Linux Mint 18 KDE Beta), — foi feita uma busca, e constatado que, durante 7 meses, não foi oferecido (nem instalado) nenhum novo Kernel.

Essa opção vinha desativada? — Teria desativado por distração?

Os registros da primeira sessão após a instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon, na noite de 18 para 19 Jan. 2016, mostram que o mintUpdate, — sem qualquer mudança das configurações iniciais*, — apresentou e instalou pelo menos 140 dos 146 pacotes “atualizáveis” apontados pelo Synaptic, — e provavelmente também os 6 restantes.

Porém, não apresentou nenhuma “atualização” de Kernel, — que o Synaptic “alterado” pelo Linux Mint tampouco detectou, nos 7 meses seguintes.

* Uma hipótese de o mintUpdate não estar “default”, — ao ser aberto pela primeira vez, após a instalação do Linux Mint 17.3, — seria alguma “herança” de antigas instalações. — Porém não se encontra nada com o nome de “mintupdate” nos arquivos ocultos da “/home”, — e naquela instalação a partição do sistema tinha sido formatada.

Opção “Marcar todas as atualizações” e indicativo de Kernel “auto-removível”, no Kubuntu, Neon e Debian KDE

Seja como for, essas “constatações” já oferecem uma pista para os possíveis motivos de o Synaptic ter algumas de suas características fundamentais “podadas” pelo Linux Mint:

  • Sem o tradicional botão “Marcar todas as atualizações”
  • Sem indicação ou mecanismo para “atualização” de Kernel
  • Sem indicação ou mecanismo para “remoção” de Kernel

Hipótese: — Para evitar que o Synaptic, — em sua configuração plena, — interfira nessa “personalização” introduzida pelo Linux Mint, com sua “política de Kernel” comandada pelo mintUpdate..

Bicho papão?


Não, que migrar para novos Kernel seja esse bicho-papão todo, para a imensa maioria dos computadores comuns, — ou, a substituição frequente de Kernel não seria tão banal nos sabores oficiais do Ubuntu, — de longe, a distribuição mais popular, e explicitamente voltada para usuários leigos.

Atualizações do Kernel no Kubuntu 16.04 desde 24 Abr. 2016, — apenas 5 meses, — no Histórico do Synaptic:

  • 6 May 2016 (18:50) → (4.4.0.21.22) to 4.4.0.22.23
  • 10 Jun 2016 (06:19) → (4.4.0.22.23) to 4.4.0.24.25
  • 27 Jun 2016 (17:04) → (4.4.0.24.25) to 4.4.0.28.30
  • 14 Jul 2016 (20:26) → (4.4.0.28.30) to 4.4.0.31.33
  • 8 Aug 2016 (18:58) → (4.4.0.31.33) to 4.4.0.34.36
  • 31 Aug 2016 (07:30) → (4.4.0.34.36) to 4.4.0.36.38
  • 19 Sep 2016 (13:36) → (4.4.0.36.38) to 4.4.0.38.40

Atualizações do Kernel no KDE Neon desde 31 Mai. 2016, — apenas 4 meses, — no Histórico do Synaptic:

  • 10 Jun 2016 (07:18) → (4.4.0.22.23) to 4.4.0.24.25
  • 28 Jun 2016 (23:22) → (4.4.0.24.25) to 4.4.0.28.30
  • 14 Jul 2016 (20:07) → (4.4.0.28.30) to 4.4.0.31.33
  • 8 Aug 2016 (20:59) → (4.4.0.31.33) to 4.4.0.34.36
  • 31 Aug 2016 (10:40) → (4.4.0.34.36) to 4.4.0.36.38
  • 19 Sep 2016 (13:13) → (4.4.0.36.38) to 4.4.0.38.40

Atualizações do Kernel no Debian testing “Stretch” desde 19 Jun. 2016, — apenas 3 meses, — no Histórico do Synaptic:

  • 19 Jun 2016 (17:11) → linux-image-amd64 (4.5+73) to 4.6+74
  • 19 Jun 2016 (17:11) → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.1-1)
  • 28 Jun 2016 (12:41) → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.1-1) to 4.6.2-2
  • 12 Jul 2016 (08:39) → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.2-2) to 4.6.3-1
  • 24 Jul 2016 (12:41) → linux-image-4.6.0-1-amd64 (4.6.3-1) to 4.6.4-1

Desestimular “atualizações” de Kernel, portanto, é uma “política” específica do Linux Mint, — até então, “discreta”, — que agora se começa a trazer à tona.

Comparações



A decisão tomada, então, foi de ir com calma, alterando o mínimo possível as características do Linux Mint, — talvez mesmo remover o novo Kernel, como acabou sendo feito, depois.

E aproveitar para observar o comportamento das diferentes distribuições instaladas, — com suas respectivas “políticas”, — em vez de descaracterizá-las, logo de início:

  • Kubuntu, — com “atualizações” frequentes de Kernel, — e KDE “conservador”.
  • KDE Neon, — mesmo ritmo de Kernel, — e KDE “rolling release” [atualizou para 5.7.5 em 15 Set.].
  • Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — Kernel “estabilizado”, — e KDE meio à frente.
  • Debian testing “Stretch”, — Kernel disparado na frente (por enquanto), — e KDE meio à frente [atualizou para o 5.7.4 em em 21 Set.].

A ideia é manter esse conjunto de características — diferenciadas — para melhor compreensão dessas 4 “distribuições” Linux, ao longo dos próximos 2 anos.

Vale notar, no entanto, que tudo isso é muito relativo.

O Kernel 3.19.0-32 do Linux Mint 17.3 (ISO de 5 Jan. 2016), estava bem “à frente” do Kubuntu 14.04 LTS, — que em 2 anos passou do Kernel 3.13.0-24 ao 3.13.0-85 (9 Abr. 2016), — lembrando tratar-se de “numeração” da Canonical (e não da Kernel.org).

  • Kubuntu 14.04 → linux-generic^3.13.0.24.28 / linux-headers-3.13.0-24^3.13.0-24.46
  • • 2014-05-31: Release: Linux Mint 17 → 3.13.0-24
  • Kubuntu 14.10 → linux-generic^3.16.0.23.24 / linux-headers-3.16.0-23^3.16.0-23.31
  • • 2014-11-29: Release: Linux Mint 17.1 → 3.13.0-37
  • Kubuntu 15.04 → linux-generic^3.19.0.15.14 / linux-headers-3.19.0-15^3.19.0-15.15
  • • 2015-06-30: Release: Linux Mint 17.2 → 3.16.0-38
  • Kubuntu 15.10 → linux-generic^4.2.0.16.18 / linux-headers-4.2.0-16^4.2.0-16.19
  • • 2015-12-04: Release: Linux Mint 17.3 → 3.19.0-32
  • Kubuntu 16.04 → linux-generic^4.4.0.21.22 / linux-headers-4.4.0-21^4.4.0-21.37

Portanto, o Mint 17.3 adotou o Kernel do Ubuntu 15.04, — embora “ancorado” no Ubuntu LTS (14.04).

Ou seja, a manutenção de um Kernel fixo por longos meses, no Linux Mint, não significa, necessariamente, ficar “para trás” em relação ao Ubuntu LTS, — pelo contrário, dá alguns saltos à frente dele, desde que o usuário faça a migração periódica para as evoluções de “ponto” (18.1, 18.2 etc.).

Além disso, é saudável questionar se Kernel “antigo”, por si só, é algo “negativo”, — ou se Kernel “novíssimo” constitui necessidade desabalada, — afinal, é muito comum usuários optarem por manter o Ubuntu LTS, durante 2 anos, com absoluto desprezo das versões “intermediárias” semestrais.

Nos fóruns e tutoriais, tendem a se superdimensionar questões relativas a hardwares “diferenciados”, — que não afetam a maioria dos usuários, — da mesma forma como publicações comerciais tendem a privilegiar os mais recentes (e caros) lançamentos, cujos anúncios são fonte de lucros.

São mecanismos da “indústria de consumo”, — e revistas e blogs também precisam de um fluxo de notícias e assuntos, para serem mais “consumíveis”, — mas não, uma necessidade imperiosa, para a maioria dos usuários, no mundo GNU/Linux.

Quanto ao Debian testing “Stretch”, registra-se apenas para controle. — De fato, não é comparável aos outros três: — Trata-se, na verdade, da futura “base” (em construção) a ser adotada no próximo Ubuntu LTS, — embora, depois, o Ubuntu se adiante em relação à versão “Stable” do Debian (que, uma vez lançada, “estaciona”).

Enfim, é de se observar que o Ubuntu tende a divergir cada vez mais da estrutura geral do Debian, e parece improvável que o Linux Mint ou o KDE Neon deixem de segui-lo, já que não se propõem alterar muito sua estrutura. — Essa “política” do Mint quanto ao Kernel é uma exceção, bastante “delimitada”, aliás, — seria necessário grande investimento (tempo, trabalho, colaboradores), para “divergir” do Ubuntu em maior amplitude.

As atualizações de Kernel no Ubuntu (e seus “derivados”) diferem do processo usado no Debian, — onde ocorre, de fato, uma “atualização” (não “acréscimo”), — e a “personalização” introduzida pelo Linux Mint em relação ao Ubuntu representa uma alteração bem mais modesta, em comparação.

De qualquer modo, essas observações servem, — do ponto de vista de um “leigo”, — para “distinguir” com mais nitidez (na prática) o “Kernel” (além do “ambiente gráfico”), — dentro de cada conjunto chamado “distribuição Linux”, — mas estão a anos-luz de representar qualquer “conhecimento” sobre o assunto.

De volta ao Kernel inicial


Demorando a leitura do material agora fornecido pelo Linux Mint sobre o assunto, — e que também exige alguma leitura sobre “Kernel”, — a decisão imediata foi restabelecer o sistema tal como veio, até encontrar tempo para pesquisar com calma.

Carregando o Linux Mint com o Kernel anterior, — ou não se poderá eliminar o mais recente

Na Sexta (26), foi decidido desinstalar o Kernel 4.4.0-34 (mais recente), — instalado no Sábado anterior (20).

Para fazer isso, o computador precisa ser reiniciado e, — no Menu de inicialização (Grub), — selecionar “Opções avançadas” → “Linux Mint 18 KDE 64-bit, with Linux 4.4.0-21-generic” — o Kernel original da instalação.

A regra básica é: — Para eliminar um Kernel, ele não pode estar em uso na sessão atual. — Primeiro, você precisa reiniciar o Linux, e carregá-lo com outro Kernel.

Uma vez “dentro” do Kernel original, o Kernel mais recente pode ser desinstalado sem problema, utilizando para isso o “Gerenciador de atualizações” (mintUpdate), — uma vez que o Synaptic do Linux Mint está inabilitado para essa tarefa.

Caminho para lidar com Kernel, no mintUpdate: — na seção “Ver”

O caminho para remover Kernel não parece “óbvio”, nem muito “intuitivo”, — fica um tanto “escondido” do usuário “comum”, — mesmo em um Menu com tão poucas opções.

Está em “Ver”:

mintUpdate → Ver → Kernels Linux

Avisos tenebrosos cercam a seção de Kernel, no mintUpdate

Escolhida a opção “Kernels”, o mintUpdate apresenta um Aviso assustador, — coisa de arrepiar os cabelos do pobre usuário “comum“, — em comparação com o Kubuntu, — que recomenda instalar e desinstalar Kernel, com a tranquilidade de quem veste uma roupa limpa e coloca a outra no cesto para lavar.

Vale a pena ler o “Aviso tenebroso”, — apesar da linguagem inadequada a um iniciante, por usar conceitos abstratos, que provavelmente ainda não lhe dizem nada, — mesmo após 5 ou 6 anos:

O kernel Linux é uma parte crítica do sistema. Regressões podem levar à falta de rede, falta de som, a falta de ambiente gráfico ou até mesmo a incapacidade de inicializar o computador. Apenas instalar ou remover kernels se você tem experiência com kernels, drivers, módulos DKMS e se você sabe como recuperar um computador que não carrega.
(…)
Se você estiver usando drivers proprietários, ou módulos DKMS, por favor, esteja ciente de que eles só vão trabalhar com os mais recentes kernel instalados no seu computador. Eles são recompilados cada vez que um novo kernel esteja instalado ou removido. Para usar drivers proprietários ou módulos DKMS com um kernel em particular, certifique-se de remover todos os kernels que são mais recente
.

Convém não clicar em “Do not show this message again”, — pelo menos, até o dia em que realmente entenda o suficiente, dessa algaravia, e se sinta seguro de que não precisará ler outra vez.

Porém, — mesmo sem fazer a menor ideia do que sejam “módulos DKMS”, — é possível entender que não basta “voltar a usar” um Kernel mais antigo, por default. — Será necessário remover qualquer Kernel mais recente, para que os bits & bytes voltem a ser recompilados com aquele Kernel anterior.

A “lógica funcional” sugere que “mais recente” refira-se à ordem cronológica de instalação, — já que foi esse processo que deflagrou a recompilação anterior, — mas a lógica pura (sem adjetivos) recomenda certificar-se disso com firmeza, e sem margem a equívocos, — sem esquecer uma breve análise combinatória das diferentes possibilidades de cronologia versus numeração, — tanto no histórico das instalações, quanto na sequência das remoções passadas e futuras, — etc.

Este é um exemplo de tarefa que não se sabe se o Synaptic “amputado” pelo Mint ainda seria capaz de conduzir a bom termo, — “automaticamente”.

Inútil dizer que, — em mais de 7 anos de “atualizações” quase mensais de Kernel no Kubuntu, — jamais foi registrado nenhum problema “perceptível”, — e tampouco houve necessidade de consertar nada, depois.

Hipótese: - Há uma desproporção enorme de pessoal e “recursos”, — entre a Canonical e a brava comunidade do Linux Mint, — além de tempo (“horas vagas”), — afinal, precisam sobreviver, já que não ganham para isso.

O “Kernel” não é algo que baste o Debian “pegar” no site Kernel.org, já “pronto para usar”, — nem algo que baste a Canonical “pegar” do Debian, — ou que baste a equipe heroica do Linux Mint “pegar” do Ubuntu.

Resta sempre um bom trabalho a realizar, — em cada “distro”, — e faz sentido racionalizar as prioridades.

Enfim, é sempre bom fazer uma pausa, — mudar o foco visual de 40 cm para 40 metros, digamos, — e pensar por quê, com mil terabytes, o Linux Mint se mantém invicto no ranking de interesse dos visitantes do Distrowatch, ano após ano, — e o Kurumin, com ainda menos recursos, permanece invicto na memória de seus antigos usuários, 10 anos após sua “descontinuação”.

Mas, sigamos adiante, — clique em “Continue”, para remover o Kernel que não se quer mais.

Kernel em uso na sessão atual não pode ser removido

Chama atenção, no quadro seguinte, a disponibilidade de nada menos que 4 Kernel não-instalados, — apenas 8 dias após 18 Ago. 2016, — data da ISO “Beta” instalada no dia 20.

Aí estão todas as “atualizações” de Kernel que o Kubuntu apresentou desde seu lançamento, — sem faltar uma só:

  • 6 May 2016 (18:50) → (4.4.0.21.22) to 4.4.0.22.23
  • 10 Jun 2016 (06:19) → (4.4.0.22.23) to 4.4.0.24.25
  • 27 Jun 2016 (17:04) → (4.4.0.24.25) to 4.4.0.28.30
  • 14 Jul 2016 (20:26) → (4.4.0.28.30) to 4.4.0.31.33
  • 8 Aug 2016 (18:58) → (4.4.0.31.33) to 4.4.0.34.36

Infelizmente, ao instalar a “atualização” mais recente, na semana anterior, — a única “notificada” pelo mintUpdate, no dia 20, — não chegou a ser aberta esta opção “Ver → Kernel Linux”, — por isso, não ficou documentado se todas essas versões já estavam disponíveis. — Provavelmente, sim.

O quadro traz algumas indicações fundamentais:

  • No alto, indica-se qual Kernel está em uso na sessão atual.

  • Apenas 2 Kernel estão instalados, — o primeiro e o último, — e por isso apresentam o botão “Remover”, quando se clica em um deles para exibir suas opções.

  • No caso do Kernel em uso, o botão “Remover” encontra-se desabilitado, — e ao passar o mouse sobre ele, surge o aviso de que “Este Kernel não pode ser removido”, pois está em uso no momento.

  • Ao clicar nos outros 4 Kernel, — para exibir suas opções, — apresenta-se o botão de “Instalar”.

Esse modo de apresentar o assunto tem algumas vantagens sobre o Synaptic “completo” do Kubuntu, — que apenas induz ao “fluxo” linear pré-estabelecido, de “instalar atualização” / “remover antigo”, — na medida em que facilita outras opções, como instalar / reinstalar qualquer Kernel anterior.

Um exemplo prático da “usabilidade” desse “modo Mint de ser” fica evidente no pedido de Clément Lefebvre adicionado ao 25º dos 274 comentários ao lançamento do Linux Mint 17.2, mais de um ano atrás:

Hi Luke, it could be kernel-related. Can you go in the Update Manager → View → Linux kernels and try other kernels? 3.13.0-37 was the one used in Mint 17.1, and 3.13.0-24 in Mint 17. You can also try newer 3.16 kernels, see if you can pinpoint this to be a kernel regression and what versions are affected. Check dmesg and /var/log/syslog for clues about these freezes as well. If your mouse freezes then it’s not related to Cinnamon and it probably will happen with MATE too.

Ainda que na época ainda não houvesse esta “política” atual de abordar o assunto com mais clareza — dentro do Linux Mint, — ele era corriqueiramente abordado no site / blog oficial / fórum etc.

Removendo o Kernel 4.4.0-34 (mais recente), instalado às 17:11 do Sábado (20)

Voltando ao nosso caso específico, apenas foi mandado desinstalar o Kernel mais recente, — que não estava em uso naquela sessão, — e mesmo assim, ainda foi dada mais uma chance para dúvidas cruéis:

“Tem certeza???” — Buuuuuu! — Que meda!

Mais 2 opções de Kernel, em menos de 30 dias, — acompanhando o ritmo do Kubuntu

22 Set. 2016 - Nas 4 semanas seguintes, esta seção “semi-oculta” do mintUpdate incorporou mais 2 versões de Kernel.

Infelizmente, o mintUpdate esteve configurado para não notificá-las, — nem exibi-las, ao ser aberto manualmente, — sabe-se lá desde quando.

O exame de uns 1.000 PrintScreen mostrou, apenas, que até às 22:07 de 26 Ago., o mintUpdate ainda estava configurado para notificar e exibir a disponibilidade de novo Kernel, — porém, às 17:48 de 21 Set., já se apresentava configurado para não avisar / exibir.

Nenhum registro de quando ocorreu essa alteração, — algum clique impensado, nessas 4 semanas que antecederam o exame disso tudo.

Viver é muito perigoso.

“New features”


Tela de boas-vindas ao carregar pela primeira vez o Linux Mint 18 instalado, com link para “Novos recursos”

Mesmo que não fosse exibida 1 única notificação de novo Kernel disponível, — logo após a instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — o assunto já ganharia bastante visibilidade pelos 8 parágrafos + 3 prints dedicados ao “Update Manager” na página “Novos recursos” (“New features”), — linkada a partir do Anúncio de lançamento, — e também a partir das “Boas-vindas”, ao primeiro Boot.

Ilustração das “New features” sobre o mintUpdate. — Note o aviso sugerindo procurar um “mirror” mais rápido

“Novos recursos” começa por informar que 2 novas configurações permitem “ver e selecionar” atualizações de Kernel.

Embora não sejam propriamente “atualizações”, — mas disponibilidade de novos Kernel, — agora o “Gerenciador de atualizações” (mintUpdate) está habilitado a detectá-los e apresentá-los para instalação, como se fossem.

A afirmação de que isto se tornou possível “agora”, parece inexata, — se em Jun. 2015 Clem já sugeria “go in the Update Manager → View → Linux kernels and try other kernels”, — mas, parece a explicação mais provável de por quê isso não acontecia no Linux Mint 17.3.

O segundo ponto das “2 novas configurações” talvez seja o que se diz na frase seguinte: — Estas são “atualizações de Nível 5” (level 5 updates), mas agora é possível configurá-las em separado. — Ou seja: agora, você já pode optar por receber “notificação” do mintUpdate quando estiver disponível um novo Kernel.

“New features” afirma que a janela de gerenciamento de Kernel foi completamente redesenhada, e agora é precedida por um diálogo que “explica o que são Kernels, como selecioná-los no Boot e o que acontece aos módulos DKMS quando múltiplos Kernels são (ou estão) instalados”.

Refere-se àquele Aviso assustador, — exibido quando você clica em “Ver → Kernel Linux”, — até você clicar “Continue”, se tiver coragem.

Parece exagero afirmar que aquele Aviso assustador “explica o que acontece aos módulos DKMS” etc., — aliás, por mais que leia e releia… o que é “DKMS”?, — a menos que se refira àquela dica de que eles só são recompilados (automaticamente) para um Kernel anterior, quando você remove todos os Kernel mais recentes.

Links para os “Bug reports”, “Changelog” e “CVE Tracker” de cada Kernel

Anuncia, ainda, uma ótima novidade, — links para os “Bug reports”, “Changelog” e “CVE Tracker” de cada Kernel, — o que é muito mais racional do que tentar atualizar o mintUpdate, — todos os dias, — com toda essa massa de informações em rápida progressão.

A “Política de atualizações”


Tela de boas-vindas ao mintUpdate, com a escolha de uma “política de atualizações”

“New features” afirma que o “Gerenciador de atualizações” já era configurável, antes, mas não era muito claro como fazer isso, nem por quê. Os conceitos de “regressão”, de “estabilidade” e de “segurança” não eram explicados com clareza, — a crer que, agora, sejam.

Para aumentar a conscientização em torno destes conceitos e apresentar mais informações, existe agora uma nova tela de boas-vindas ao mintUpdate, — com 3 alternativas de “política de atualizações”, — “prontas para usar”:

1) Não quebre meu computador!
Recomendado para usuários iniciantes.
Apenas selecione as atualizações que são conhecidos para ser seguro ou que não impactam em partes críticas do sistema operacional.
Não me mostre atualizações que podem prejudicar a estabilidade do meu sistema.

2) Otimizar a estabilidade e a segurança
Recomendado para a maioria dos usuários.
Apenas selecione as atualizações que são conhecidos para ser seguro ou que não impactam em partes críticas do sistema operacional
Mas também me mostrar atualizações de segurança e kernel.

3) Sempre atualizar tudo
Recomendado para usuários experientes.
Selecione todas as atualizações disponíveis.
Manter o computador totalmente atualizado. Se uma regressão quebra alguma coisa, eu vou consertá-lo.

A alternativa padrão é a (2) segunda, — mostrar atualizações de segurança e de Kernel, — mas não marcá-las automaticamente para instalação.

A (1) primeira nem mostra tais coisas, — enquanto a (3) terceira marca tudo para instalar.

Adiante, veremos que também podem ser feitas opções mais detalhadas, — “personalizar” a política de atualizações.

Embora essa tela seja exibida automaticamente apenas ao carregar o mintUpdate pela primeira vez, ela pode ser acessada a qualquer momento em “Editar → Política de atualizações”.

Ajuda do mintUpdate para escolha de uma política de atualizações

Essa tela oferece, ainda, um botão de “Help”, com informações mais detalhadas, — embora pouco acrescente ao que já foi visto, — ou acrescente com pouca clareza:

Novas atualizações de patches, brechas de segurança conhecidas, corrigir erros conhecidos, mas eles também podem introduzir novas questões chamadas "regressões". (Provavelmente você quis dizer → «Novas atualizações fecham brechas na segurança e corrigem bugs, mas também podem introduzir novas falhas, chamadas “regressões”» by Google da Depressão).

Regressões são muito comuns, mas elas geralmente são rapidamente corrigidas por novas versões e eles raramente quebram partes críticas do sistema operacional.

Existem diferentes tipos de atualizações:

"Atualizações de software" são atualizações que corrigem erros (ou às vezes também que trazem novos recursos).

"Atualizações de segurança" são atualizações que trazem patches contra vulnerabilidades.

'Atualizações do kernel' representam a instalação de um novo kernel.

No Linux Mint, atualizações do kernel pode trazer ambos os patches de segurança e correções de bugs (e às vezes até mesmo novos recursos), e eles impactam em partes críticas do sistema operacional. Isso faz com que atualizações de kernel importantes do ponto de vista da segurança, mas também propensas a regressões que pode ser difícil de corrigir para usuários iniciantes.

As atualizações que você toma, o mais provável é que algo vai quebrar. Pode ser algo pequeno, algo que você não usa e que pode ser consertado com atualizações de amanhã. Mas, e se você não poder reiniciar? E se ele quebra seus drivers e você não pode mais fazer login ou se conectar à Internet?

Na mão, se você não atualizar qualquer coisa, você está perdendo correções de bugs, melhorias e mais importante patches para falhas de segurança.

Ao escolher uma política de atualização, pergunte a si mesmo as seguintes questões:

Você precisa de um software ou do kernel atualização em particular? Você está esperando para uma determinada correção de bug ou por algum dispositivo de hardware para ser reconhecido por um novo kernel?

Se as coisas forem mal, você é experiente o suficiente para corrigir o problema no seu computador? Sabe como corrigir problemas de inicialização, login, kernel e módulos?

Seu computador pode ser acessado por pessoas mal-intencionadas? Existem outros utilizadores locais neste computador ou na rede? Você executar um servidor ou qualquer outra coisa que as pessoas possam se conectar a partir do mundo exterior?

Tente avaliar o seu nível de experiência com Linux e suas necessidades quando se trata de correções de bugs e segurança.

Quando você escolhe uma política de atualização, algumas das preferências são alteradas no Gerenciador de Atualizações. Você pode ajustar essas preferências individualmente clicando no Edit → Preferências na barra de menu.

Fica-se sabendo, afinal, o modus operandi das assim chamadas “Regressões”:

“Regressões são muito comuns, mas elas geralmente são rapidamente corrigidas por novas versões e eles raramente quebram partes críticas do sistema operacional”.

Então, ficamos assim: — O bicho-papão raramente quebra alguma coisa séria, — e logo vai embora.

No fundo, não é má pessoa.

Preferências


mintUpdate → Editar → Preferências → Opções

Merece especial atenção o último parágrafo da “Ajuda”, — pois as 3 alternativas de “política de atualização” podem ser personalizadas em “Editar → Preferências”.

No quadro acima, — com 3 opções marcadas, — resume-se aquela (2) segunda “política de atualizações”, — que também poderia ser apelidada “o caminho do meio”, — nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

Caso você desmarque “Sempre mostrar atualizações do Kernel + atualizações de segurança”, provavelmente recairá na (1) primeira alternativa de “política de atualizações”, — “Nem me mostre, que dá dor de cabeça”.

Mas se marcar as opções “Sempre selecionar atualizações do Kernel de confiança + atualizações de segurança”, provavelmente pulará para a (3) terceira alternativa de “política de atualizações”, — “Segura, peão!”

A adjetivação “Kernel de confiança” traz uma leve sugestão de que possa aparecer algum Kernel “não-confiável”, — mas, disso, ainda não foram avistadas provas cabais.

Mirrors & funcionalidades


Embora proponha mudar para um “mirror local”, na verdade o mintUpdate testa as velocidades para sua escolha

Outras opções, — como “ocultar o mintUpdate”, ou “só mostrar o ícone quando necessário” etc., — dizem respeito mais às aparências e funcionalidades, do que à “política de atualizações”.

A opção de “Não sugerir mudar para um mirror local” pode ser útil, caso rejeite a sugestão apresentada ao abrir o mintUpdate pela primeira vez, — e não queira que ele volte a insistir.

Na verdade, — caso aceite a sugestão, — ele fará um teste comparativo de velocidades, a partir de sua cidade, e você não é obrigado a escolher o mais “próximo” (geograficamente), — nem mesmo o mais rápido.

No fundo, tudo o que se deseja, é que o tráfego de dados na rede mundial seja racionalizado, — e que o planeta inteiro não fique pendurado em apenas 1 “mirror”, — aliás, o “default” de origem, que os demais “espelham”.

Escolhido o “espelho” da UFPR, o mintUpdate nunca mais voltou a falar nisso, — embora haja outros geograficamente mais próximos, e com velocidade igual ou talvez até maior.

Níveis


Escolhas avulsas para 5 “níveis” de atualizações, — ver e/ou marcar para instalação

Na aba “Níveis”, — à vista das explicações sobre como o Linux Mint classifica as atualizações em 5 categorias, — pode-se marcar / desmarcar, tanto a instalação automática quanto a mera exibição para escolha manual, — caso a caso.

Na aba “Atualização automática”, não há escolha alguma sobre atualização de pacotes de software, — mas, sim, sobre a frequência com que o mintUpdate deverá “recarregar” as informações dos repositórios de software. — No momento, está configurado para “reload” após 10 minutos do início da sessão, e novamente a cada 2 horas. — É provável que isto seja o “default”.

Quanto à “Lista negra”, encontra-se em branco, — com certeza, é o “default” de origem.

“Se não está quebrado, não conserte”


Para ser fiel à máxima de que “não se mexe em time que está ganhando”, a brava equipe do Linux Mint deveria seguir o lema “deixa quieto”. — Para que “levantar poeira”? — Mas, por esse caminho, ainda estaríamos na idade da pedra lascada.

Fato é que essa abordagem explícita de uma “política de Kernel”, antes silenciosa, — agora, em desafio aberto ao stress “obrigatório” universal, — pode valorizar o que muita gente já apreciava, e não sabia muito bem por quê.

“If it's not broke, don't fix it!”

Em um primeiro momento, vários usuários do Linux Mint ficaram um pouco perdidos, com o acréscimo de liberdade de escolha, — mas esclarecimentos simples fluem com facilidade, de outros usuários, — e tudo indica que, “entre mortos e feridos, salvaram-se todos”.


Aqui, a decisão já está consolidada: — A menos que haja um bom motivo, o Kernel original será mantido até a chegada do Linux Mint 18.1, do 18.2 etc., — ou também neles, se não for necessário “reinstalar do zero”, e a migração não recomendar ou exigir novo Kernel.

Descrição padrão de qualquer novo Kernel


Descrição padronizada do mintUpdate para novo Kernel

Uma única “descrição”, — ainda em inglês, — foi usada pelo mintUpdate para as 2 versões de Kernel já oferecidas:

“The Linux Kernel is responsible for hardware and drivers support. Note that this update will not remove your existing kernel. You will still be able to boot with the current kernel by choosing the advanced options in your boot menu. Please be cautious though.. kernel regressions can affect your ability to connect to the Internet or to log in graphically. DKMS modules are compiled for the most recent kernels installed on your computer. If you are using proprietary drivers and you want to use an older kernel, you will need to remove the new one first” (Copiado de: Here).

O Google Translate ofereceu tradução bastante inteligível, — em comparação com as demais apresentadas até aqui, — e com mais alguns retoques poderia ficar melhor ainda:

“O Linux Kernel é responsável pelo suporte de hardware e controladores. Note que esta “atualização” não irá remover seu kernel atual. Você ainda será capaz de arrancar com o Kernel atual, escolhendo as opções avançadas no seu menu de inicialização. Tenha cuidado, no entanto.. “regressões” do Kernel podem afetar sua capacidade de se conectar à Internet ou [fazer login graficamente]. Módulos DKMS são compilados para o Kernel mais recente instalado no seu computador. Se você estiver usando drivers proprietários e quiser usar um Kernel antigo, precisará remover o(s) mais novo(s), primeiro”.

A golpe do falso pedinte que solta um pombo com GPS dentro do seu carro


A página Ubuntu security notices dá uma boa ideia das falhas descobertas e corrigidas desde o lançamento do Ubuntu 16.04 LTS, — cerca de 100 registros em 150 dias (21 Abr. ~ 23 Set.), dos quais 21 referentes ao Kernel, e que podem ser agrupados em 7 unidades, — em geral, correspondendo às versões de Kernel disponibilizadas nos repositórios, e logo instaladas no Kubuntu / KDE Neon, ao longo desse período.

De um modo geral, essas brechas poderiam interessar muito mais para atacar Servidores de uma grande empresa ou órgão governamental, do que o Desktop doméstico do Zé das Couves, — ou dependem de acesso físico ao seu computador, ou de acesso a ele em rede local etc., — e o fato de que daqui a 3 ou 5 anos ainda estarão sendo descobertas brechas no Kernel do Xenial mostra a relatividade de interromper o trabalho, a qualquer hora do dia ou da noite, para instalar essas 7 correções sem perda de 1 segundo.

2016-09-19 - USN-3084-1: Linux kernel vulnerabilities
• 19 Sep 2016 (13:36) → (4.4.0.36.38) to 4.4.0.38.40

2016-08-29 - USN-3070-1: Linux kernel vulnerabilities
• 31 Aug 2016 (07:30) → (4.4.0.34.36) to 4.4.0.36.38

2016-08-10 - USN-3055-1: Linux kernel vulnerabilities
• 8 Aug 2016 (18:58) → (4.4.0.31.33) to 4.4.0.34.36

• 14 Jul 2016 (20:26) → (4.4.0.28.30) to 4.4.0.31.33

2016-06-27 - USN-3016-1: Linux kernel vulnerabilities
• 27 Jun 2016 (17:04) → (4.4.0.24.25) to 4.4.0.28.30

2016-06-10 - USN-3006-1: Linux kernel vulnerabilities
• 10 Jun 2016 (06:19) → (4.4.0.22.23) to 4.4.0.24.25

2016-05-16 - USN-2979-1: Linux kernel vulnerabilities

2016-05-06 - USN-2965-1: Linux kernel vulnerabilities
• 6 May 2016 (18:50) → (4.4.0.21.22) to 4.4.0.22.23

Traduções


Linhas 1 a 4

# Brazilian Portuguese translation for linuxmint
# Copyright (c) 2009 Rosetta Contributors and Canonical Ltd 2009
# This file is distributed under the same license as the linuxmint package.
# FIRST AUTHOR <EMAIL@ADDRESS>, 2009.

Linhas 31 a 164 — escolha de uma “política de atualizações”:

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:16(title)
msgid "Choosing an update policy"
msgstr "Escolhendo uma política de atualização"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:18(p)
msgid ""
"New updates patch known security holes and fix known bugs, but they can also "
"introduce new issues called 'regressions'."
msgstr ""
"Novas atualizações de patches, brechas de segurança conhecidas, corrigir "
"erros conhecidos, mas eles também podem introduzir novas questões chamadas "
"\"regressões\"."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:20(p)
msgid ""
"Regressions are very common but they are usually quickly fixed by new "
"updates and they rarely break critical parts of the operating system."
msgstr ""
"Regressões são muito comuns, mas elas geralmente são rapidamente corrigidas "
"por novas versões e eles raramente quebram partes críticas do sistema "
"operacional."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:22(p)
msgid "There are different types of updates:"
msgstr "Existem diferentes tipos de atualizações:"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:25(p)
msgid ""
"'Software updates' are updates which fix bugs (or also sometimes which bring "
"new features)."
msgstr ""
"\"Atualizações de software\" são atualizações que corrigem erros (ou às "
"vezes também que trazem novos recursos)."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:26(p)
msgid "'Security updates' are updates which patch vulnerabilities."
msgstr ""
"\"Atualizações de segurança\" são atualizações que trazem patches contra "
"vulnerabilidades."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:27(p)
msgid "'Kernel updates' represent the installation of a newer kernel."
msgstr "'Atualizações do kernel' representam a instalação de um novo kernel."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:30(p)
msgid ""
"In Linux Mint, kernel updates bring both security patches and bug fixes (and "
"sometimes even new features), and they impact critical parts of the "
"operating system. This makes kernel updates important from a security point "
"of view, but also prone to regressions which can be hard to fix for novice "
"users."
msgstr ""
"No Linux Mint, atualizações do kernel pode trazer ambos os patches de "
"segurança e correções de bugs (e às vezes até mesmo novos recursos), e eles "
"impactam em partes críticas do sistema operacional. Isso faz com que "
"atualizações de kernel importantes do ponto de vista da segurança, mas "
"também propensas a regressões que pode ser difícil de corrigir para usuários "
"iniciantes."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:32(p)
msgid ""
"The more updates you take, the more likely something will break. It might be "
"something small, something you don't use and it might get fixed with "
"tomorrow's updates. But what if you can't reboot? what if it breaks your "
"drivers and you can no longer log in or connect to the Internet?"
msgstr ""
"As atualizações que você toma, o mais provável é que algo vai quebrar. Pode "
"ser algo pequeno, algo que você não usa e que pode ser consertado com "
"atualizações de amanhã. Mas, e se você não poder reiniciar? E se ele quebra "
"seus drivers e você não pode mais fazer login ou se conectar à Internet?"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:34(p)
msgid ""
"On the other hand, if you don't update anything, you're missing bug fixes, "
"improvements and more importantly patches for security holes."
msgstr ""
"Por outro lado, se você não atualizar nada, você deixará de consertar erros, "
"de receber melhorias e perderá correções importantes contra falhas de "
"segurança."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:36(p)
msgid "When choosing an update policy, ask yourself the following questions:"
msgstr ""
"Ao escolher uma política de atualização, pergunte a si mesmo as seguintes "
"questões:"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:39(p)
msgid ""
"Do you need a particular software or kernel update? Are you waiting for a "
"particular bug fix or for some hardware device to be recognized by a newer "
"kernel?"
msgstr ""
"Você precisa de um software ou do kernel atualização em particular? Você "
"está esperando para uma determinada correção de bug ou por algum dispositivo "
"de hardware para ser reconhecido por um novo kernel?"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:40(p)
msgid ""
"If things go wrong, are you experienced enough to fix your computer? Do you "
"know how to fix boot, login, kernel and module issues?"
msgstr ""
"Se as coisas forem mal, você é experiente o suficiente para corrigir o "
"problema no seu computador? Sabe como corrigir problemas de inicialização, "
"login, kernel e módulos?"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:41(p)
msgid ""
"Can your computer be accessed by malicious people? Are there other local "
"users on this computer or on the network? Do you run a server or anything "
"people can connect to from the outside world?"
msgstr ""
"Seu computador pode ser acessado por pessoas mal-intencionadas? Existem "
"outros utilizadores locais neste computador ou na rede? Você executar um "
"servidor ou qualquer outra coisa que as pessoas possam se conectar a partir "
"do mundo exterior?"

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:44(p)
msgid ""
"Try to assess your level of experience with Linux, and your requirements "
"when it comes to bug fixes and security."
msgstr ""
"Tente avaliar o seu nível de experiência com Linux e suas necessidades "
"quando se trata de correções de bugs e segurança."

#: usr/share/help/C/mintupdate/policy.page:46(p)
msgid ""
"When you choose an update policy, some of the preferences are changed in the "
"Update Manager. You can tune these preferences individually by clicking on "
"the Edit-&gt;Preferences menu in the menubar."
msgstr ""
"Quando você escolhe uma política de atualização, algumas das preferências "
"são alteradas no Gerenciador de Atualizações. Você pode ajustar essas "
"preferências individualmente clicando no Edit-&gt;Preferências na barra de "
"menu."

Linhas 272 a 331 — sobre Kernel:

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/kernelwindow.py:231
msgid ""
"The Linux kernel is a critical part of the system. Regressions can lead to "
"lack of networking, lack of sound, lack of graphical environment or even the "
"inability to boot the computer. Only install or remove kernels if you are "
"experienced with kernels, drivers, DKMS modules and you know how to recover "
"a non-booting computer."
msgstr ""
"O kernel Linux é uma parte crítica do sistema. Regressões podem levar à "
"falta de rede, falta de som, a falta de ambiente gráfico ou até mesmo a "
"incapacidade de inicializar o computador. Apenas instalar ou remover kernels "
"se você tem experiência com kernels, drivers, módulos DKMS e se você sabe "
"como recuperar um computador que não carrega."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/kernelwindow.py:232
msgid ""
"You can install multiple kernels on your computer and you can select the one "
"you want to use from the advanced options in the boot menu."
msgstr ""
"Você pode instalar vários kernels em seu computador, e você pode selecionar "
"o que você deseja usar nas opções avançadas no menu de inicialização."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/kernelwindow.py:233
msgid ""
"By default, your computer will boot with the most recent kernel installed."
msgstr ""
"Por padrão, o computador irá dar boot com o mais recente kernel instalado."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/kernelwindow.py:234
msgid ""
"If you are using proprietary drivers, or DKMS modules, please be aware that "
"they will only work with the most recent kernel installed on your computer. "
"They get recompiled every time a new kernel is installed or removed. To use "
"proprietary drivers or DKMS modules with one particular kernel, make sure to "
"remove all the kernels which are more recent."
msgstr ""
"Se você estiver usando drivers proprietários, ou módulos DKMS, por favor, "
"esteja ciente de que eles só vão trabalhar com os mais recentes kernel "
"instalados no seu computador. Eles são recompilados cada vez que um novo "
"kernel esteja instalado ou removido. Para usar drivers proprietários ou "
"módulos DKMS com um kernel em particular, certifique-se de remover todos os "
"kernels que são mais recente."

Linhas 595 a 653 — as 3 opções de “política de atualização”:

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1340
#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1695
msgid "Please choose an update policy."
msgstr "Por favor, escolha uma política de atualização."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1341
msgid "Don't break my computer!"
msgstr "Não quebre meu computador!"

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1342
msgid "Recommended for novice users."
msgstr "Recomendado para usuários iniciantes."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1343
#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1346
msgid ""
"Only select updates which are known to be safe or which do not impact "
"critical parts of the operating system."
msgstr ""
"Apenas selecione as atualizações que são conhecidos para ser seguro ou que "
"não impactam em partes críticas do sistema operacional."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1343
msgid "Don't show me updates which can harm the stability of my system."
msgstr ""
"Não me mostre atualizações que podem prejudicar a estabilidade do meu "
"sistema."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1344
msgid "Optimize stability and security"
msgstr "Otimizar a estabilidade e a segurança"

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1345
msgid "Recommended for most users."
msgstr "Recomendado para a maioria dos usuários."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1346
msgid "But also show me security and kernel updates."
msgstr "Mas também me mostrar atualizações de segurança e kernel."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1347
msgid "Always update everything"
msgstr "Sempre atualizar tudo"

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1348
msgid "Recommended for experienced users."
msgstr "Recomendado para usuários experientes."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1349
msgid "Select all available updates."
msgstr "Selecione todas as atualizações disponíveis."

#: usr/lib/linuxmint/mintUpdate/mintUpdate.py:1349
msgid ""
"Keep my computer fully up to date. If a regression breaks something, I'll "
"fix it."
msgstr ""
"Manter o computador totalmente atualizado. Se uma regressão quebra alguma "
"coisa, eu vou consertá-lo."

Fonte: mint-translations/po-export/mintupdate/mintupdate-pt_BR.po (em 19 Set. 2016).

Dúvida cruel:

Should I install/update the Linux Kernel?

________
Publicado inicialmente em 26 Ago. 2016, às 13:05, para desenvolvimento nos dias seguintes.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


sábado, 20 de agosto de 2016

Instalação do Linux Mint 18 KDE (Beta) em 25 minutos

Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) instalado no computador

O Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) foi instalado em 25 minutos, a partir de Pendrive, — em sessão Live USB de “teste de trabalho” , — usando conexão “10 Megas” (1,3 MB/s).


A instalação começou às 9:46 do Sábado (20), — e terminou às 10:11.

Experimental aprovado


Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) instalado e monitorado

Essa instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) está 100% produtiva, — mais, até, do que o antigo Mint 17.3 Cinnamon, com meses de configurações e “ajuste fino”.

Ao final de poucas horas, já deixou para trás o KDE Neon User, o Debian testing “Stretch”, — e o próprio Kubuntu 16.04.

Isso, apesar de uma norma básica ter sido deliberadamente desobedecida, — a partição do sistema não foi formatada, — e cometidos alguns erros, durante e após a instalação.

A intenção, agora, é examinar os efeitos da “experimentação” e dos erros, — já que o sistema está 100% produtivo, — e corrigir eventuais problemas, sem apelar para a reinstalação pura e simples.

Não siga o exemplo


Substituir um “ambiente de produção” por uma distribuição Linux “Beta”, — poucas horas depois de liberada, — não é coisa que se recomende.

Também não se recomenda, — em hipótese alguma, — deixar de formatar a partição de sistema.

Este é um relato de caso, — bastante específico, — e totalmente “fora da norma”.

Uma diversão pessoal, — abusando da confiança em lidar com eventuais problemas, — para aprender mais sobre o Linux, o Mint e o KDE.

Os erros não serão omitidos, — ainda que deixem o relato um tanto “complicado”, — pois interessa registrar todos os eventos, para análise de causas e efeitos, em qualquer momento do futuro.

Por isso, também, vários “problemas” deixaram de ser “corrigidos” de imediato, — ou foram corrigidos de modo apenas “provisório”, — para continuarem sob exame, até formar um quadro completo das causas de cada um, e de qual solução interessa escolher.

A sequência cronológica visa facilitar essa análise.

Roteiro


O Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) foi aberto às 9:46, — uptime 1d 17h 51m da sessão Live USB, — em paralelo com Chromium, Dolphin, Conky, Monitor do sistema (KSysguard), Psensor.

Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE

1) Language - Substituir “English” por ”Português brasileiro”, para carregar a tradução do Instalador.

Se ainda não leu, aproveite para ler as “Notas de versão” (Release notes).

Opção de instalar softwares de terceiros

2) Preparar - Escolha se deseja instalar softwares de terceiros, — como Flash e drivers, p.ex.

Sem desmontar um HDD, não será possível criar, apagar ou redimensionar partições nele

9:47 - A essa altura, o Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE já detectou que existem partições montadas, — de 2 HDD, — e lembra que, sem desmontá-las, não será possível criar, apagar ou redimensionar partições nesses discos.

Oferece tentar desmontá-las, — opção ideal para quem tem Windows, e deseja instalar o Linux Mint 18 “Sarah” KDE “ao lado” dele (dual boot).

Neste caso, porém, a oferta foi dispensada, — pois serão usadas apenas partições já existentes, — sem criar, apagar ou redimensionar nenhuma delas.

Proposta de redimensionar as partições existentes, para “abrir espaço” para o Linux Mint “Sarah”

3) Configuração de disco - Nessa etapa, o Instalador mostra as partições existentes nos dois HDD, e apresenta algumas alternativas:

A instalação “Guiada”: — “dar uma ajeitada”, para abrir espaço, — é muito útil para usuários que têm Windows, e desejam instalar o Linux Mint 18 “Sarah” KDE “ao lado” dele (dual boot).

Aqui, isso já é impossível, — pois os dois discos não foram “desmontados”. — Seria necessário “Voltar” à etapa anterior, e mudar aquela opção.

Oferece, também, três alternativas “Assistidas”, — “usar o disco inteiro” (com ou sem LVM e criptografia). — Isso é muito útil, quando o usuário tem um disco vazio, ou está disposto a apagar tudo que existe nele.

9:51 - A opção adotada foi a última, — “Manual”, — para ter controle pessoal do uso das partições já existentes.

O Instalador apresenta todas as Partições encontradas, para seleção manual

9:53 - Neste caso específico, a seleção manual das partições não apresentava qualquer dificuldade, uma vez que o particionamento geral dos dois discos rígidos já é velho conhecido, — é basicamente o mesmo, desde 2009, com poucas alterações, todas muito bem documentadas no “Caderno de anotações”, — e agora, também aqui no Byteria.

Consultando o particionamento dos discos rígidos pelas anotações no Byteria

9:53 - Tratava-se de usar as mesmas partições que eram do Linux Mint 17.3 Cinnamon, o “Linux2”:

  • sdb6 → partição do sistema → “/” → Label “Linux2”
  • sdb7 → partição de documentos → “/home” → Label “Home2”
  • sda8 → Swap → Label “Swap2a”
  • sdb9 → Swap → Label “Swap2b”

Selecionar cada partição → Alterar → Usar como → (Formatar?) → Ponto de montagem

9:54 - Bastava selecionar essas partições, — uma de cada vez, — clicar no botão “Alterar”, e marcar as opções planejadas (e anotadas) há muitos anos:

  • Usar como: — “Ext4”, nas duas primeiras; — “Swap”, nas outras duas
  • Ponto de montagem: — “/” e “/home”, nas duas primeiras; — (automático para Swap)

No caso da partição de sistema “/”, é costume marcar para Formatar, — e, se você esquecer, o Instalador vai lembrá-lo, logo adiante, oferecendo fazer isso, por padrão. — Não marquei, e depois rejeitei a oferta, pois era intenção verificar as consequências desse “desvio da norma”.

Já no caso da partição de documentos “/home”, a tradição é exatamente de não formatar*, — pois ali estão seus textos, planilhas, fotos, vídeos, configurações pessoais etc. — Pelo contrário, recomendam-se cuidados, como o de não alterar o “modo de uso”: — Se estiver em uso com sistema de arquivos (File system) “Ext3” e você escolher “Ext4”, p.ex., a formatação acontecerá, mesmo sem “pedir”, e tudo que você tinha lá, vai para o espaço.

* Há casos em que o usuário prefere formatar a partição “/home”, para “limpar” as configurações de um Linux anterior (ou de vários). — Neste caso, presume-se que tenha feito backup de tudo que queira preservar.

Não se iluda, por não ver marcado “Formatar” nem “Ponto de montagem”, — falta “Usar como: Não usar”

Quanto às partições Swap, são escolhidas automaticamente, — cabe a você dizer “não”.

Já vem escolhido “Usar como Swap”, — e todas elas serão formatadas, automaticamente, — a menos que você selecione cada uma delas, clique no botão “Alterar”, e mude para ”Não usar”.

Isso é importante, caso você utilize o recurso de “Sair → Hibernar”, ou de “Sair → Suspender”, p.ex., em algum dos outros Linux.

9:56 - Por burrice (e preguiça de examinar vários relatos no Byteria), isso deixou de ser feito, — o Instalador formatou todas as partições Swap, — mas felizmente não houve danos, pois as partições Swap são usadas apenas como “Memória de reserva”, na eventualidade de faltar Memória RAM, ao abrir aplicativos demais, ao mesmo tempo.

Desabilitando partições Swap com “#” no início das linhas no arquivo “/etc/fstab”, — cuidado com a “/home”

[Mais tarde] - Bastou editar o arquivo “/etc/fstab”, mais tarde, — desabilitar o uso das partições Swap que pertencem aos outros Linux, pela colocação de “#” no início das linhas referentes a elas, — e em poucos minutos tudo ficou como deveria.

Mas tenha cuidado para não colocar “#” no início das linhas referentes à partição do sistema (“/”) ou à partição de documentos (“/home”), para não escangalhar o seu Linux.

Esse “pequeno errinho” mostrado no Print acima (13:34) fez com que, após Reboot, o Linux Mint fosse carregado sem partição “/home”, sem wallpaper, sem Captura de tela etc. (13:36).

Não foi documentado o conserto do “desastre”, — basta um “sudo kate /etc/fstab” no Terminal*, para reabrir o arquivo e corrigir o problema. — Consta, apenas, que foi resolvido às 13:46 (última edição do arquivo “/etc/fstab”); e após outro Reboot, o Linux Mint foi carregado com tudo normal (13:48).

Seria mais complicado se houvesse deletado a linha, — ao invés de apenas inserir um “#” no início.

* Pode-se trocar o “kate” por qualquer outro editor de texto puro (sem formatação), — kedit, gedit, xedit, kwrite, nano, vi, vim etc., — que exista em seu Linux.

Dispositivo onde será instalado o Carregador de inicialização, — deve ser o HDD de “Boot”

9:57 - Aproveite para se certificar de que o “Carregador de inicialização” será gravado no dispositivo correto, — as trilhas iniciais do “HDD de Boot”.

No caso, trata-se do “sda”, — onde a BIOS do computador está configurada para procurar o Boot, ao ser ligado.

O Instalador insiste em formatar a partição do sistema, — mas aceita a recusa

9:57 - Ao finalizar a etapa (3) da instalação, — Configuração de disco, — o Instalador lembra que a partição do sistema (“/”) não foi marcada para formatar, e pergunta se deseja Voltar atrás e alterar essa opção, — mas aceita seguir em frente sem isso.

Lista das partições que serão formatadas, — última chance de corrigir algum erro, — antes de aplicar no HDD

9:57 - Antes de seguir em frente, oferece um quadro completo das partições que serão formatadas, — última chance de perceber algum erro, Voltar atrás e corrigir. — Se clicar “Instalar agora”, as alterações começam a ser aplicadas no(s) disco(s) rígido(s), e depois disso, babau.

Embora tivesse plena consciência de que não interessava formatar (e usar) todas as partições Swap, o “branco na cabeça” ainda não havia passado, — simplesmente não conseguia lembrar do “Usar como → Não usar”, para alterar isso, — e a decisão foi seguir adiante, para corrigir depois.

Escolha do País (configurações locais) e Fuso horário

4) País e Fuso horário - A escolha do País é fundamental para instalar e carregar as configurações locais de moeda (R$), uso de vírgula para frações, ponto como separador de milhar etc.

9:58 - Nunca tinha visto um Instalador oferecer, espontaneamente, o Fuso horário do Acre.

Para todo o Sudeste, Sul, Goiás e Distrito Federal, a única opção é São Paulo.

Para outros locais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, pode ser útil conferir a Hora Legal Brasileira, do Observatório Nacional, — pois 2 lugares com o mesmo Fuso horário podem apresentar diferenças quanto ao Horário de verão.

Escolha do layout do Teclado (PT-BR)

5) Layout de Teclado - Português do Brasil (PT-BR), — variante “Português do Brasil”.

Informações do usuário

6) Informações do usuário - Nome, Usuário (ID), Senha, Nome do computador, Login, Criptografia etc. — Foi desmarcado “Solicitar senha para entrar”, e marcado “Iniciar sessão automaticamente”.

Início do “slideshow”, com a instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta) no disco rígido

7) Instalação - A última etapa, — a instalação, propriamente dita, no disco rígido do computador, — durou 11 minutos, das 10:00 até 10:11, com apresentação de uns 10 “slides” bastante simples (só texto).

Final da instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta)

Após 10:05, o Spectacle deixou de responder à tecla de atalho PrintScreen, — mas não há registro, se o motivo chegou a ser investigado*. — A documentação prosseguiu em fotos do celular, para registrar o tempo e o conteúdo dos “slides” até o final, às 10:11.


Ao Reiniciar, o Instalador alerta para retirar o dispositivo (Pendrive, DVD, CD) e teclar Enter, para que o Boot carregue o sistema instalado, — ou abra o Menu de inicialização (Grub), caso haja mais de um sistema instalado, a escolher.

* O Spectacle pode deixar de responder às teclas de atalho “Shift-Print”, p.ex., se for desmontada a partição onde ele estava configurado para gravar automaticamente. — Neste caso, o atalho “Print” continuaria chamando o Spectacle em modo de diálogo, e bastaria reconfigurá-lo para salvar as Capturas de tela na “/home” (virtual); e mais tarde transferi-las para o HDD).

Primeiro boot


Novo Menu de inicialização gerado automaticamente na instalação do Linux Mint 18 “Sarah” KDE

10:17 - O novo Menu de inicialização, gerado pelo Instalador do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta), abriu exibindo a imagem de fundo colocada em /boot/grub/, vários dias antes, ainda no Mint 17.3, — consequência de não ter formatado a partição do sistema. — Ver “Heranças do Mint 17.3”, adiante.

Tela de Boas-vindas: recursos úteis ao novo usuário do Linux Mint 18 “Sarah” KDE

10:21 - Uma tela de Boas-vindas oferece alguns recursos que podem ser muito úteis ao novo usuário do Linux Mint 18 “Sarah” KDE: — Novos recursos (New features), Documentação (Guia do usuário em PDF), “Loja” de Aplicativos (mintInstall), Gerenciador de Drivers, Fóruns e Chat de ajuda.

Firefox com Bookmarks e Complementos anteriores, — e ciente de não ser o “navegador padrão”

10:24 - Clicar em New features fez abrir o Firefox, — apesar de ele mesmo não se considerar o “navegador padrão” do sistema. — Mas o sistema considerava!

O Firefox já abriu inteiramente configurado, — tal como estava no Mint 17.3, com a Barra de Favoritos completa, complementos etc. — sem necessidade de sincronizar. — Ainda não foi examinado o quê, disso tudo, deve-se à manutenção da antiga “/home”, ou à sobrevivência (parcial) da antiga partição do sistema. — Ver “O mistério do Chromium”, adiante.

Nova tela de orientação sobre a política de atualizações, ao abrir o “mintUpdate”

10:27 - Ao abrir o “Gerenciador de atualizações” (mintUpdate), — alertado pela notificação no Painel, — depara-se uma tela feita para tornar mais clara a política do Linux Mint a respeito de Kernel (entre outras coisas). — ••• Ver “A política de Kernel do Linux Mint”. •••

Substituição do Menu padrão do KDE pelo Menu Kicker, em “cascata”

10:29 - Logo após as primeiras configurações, — Relógio, nome-de-arquivo dos PrintScreen, — foi substituído o Menu K tradicional pela alternativa Menu Kicker, em “cascata”.

A montagem de 3 Capturas de tela (acima) resume o processo:

  1. Clique com o botão direito no ícone do Menu K → Alternativas
  2. Escolher a opção “Menu de aplicativos” (em cascata) → Mudar
  3. O novo widget em funcionamento

Baloo & PIM


Terminar o processo “baloo_file_extractor” pelo KSysguard (Monitor do sistema)

10:34 - Percebida certa “lentidão” no computador, foi aberto o Monitor do sistema (KSysguard), e não deu outra: — O processo “baloo_file_extractor” estava “consumindo” CPU alucinadamente, — indexando cerca de 100.000 arquivos existentes na “/home” do Linux Mint (Home2).

Foram selecionados “baloo_file_extractor” e “baloo_file”, — clicado “Finalizar processo”, — e confirmado.

Drástica redução do “consumo” de CPU, após terminar os 2 processos do Baloo

10:34 - Com isso, o “consumo” de CPU despencou para níveis civilizados.

“Matar” esses processos não foi uma decisão chutada, de improviso, — foi testado, após alguma pesquisa, logo depois de instalar o Kubuntu 16.04, em Abril. — Eventuais consequências vêm sendo monitoradas desde então (nenhuma!), — e, mais tarde, tornou-se parte de um “procedimento padrão” para deixar o KDE bem mais “light”, também no Debian KDE.

Desativar a Pesquisa de Arquivos: — em 4 meses, ainda não afetou as buscas no Dolphin, Krusader ou Konqueror

De qualquer modo, “terminar” esses 2 “processos” pelo KSysguard não tira pedaço, — nem garante o futuro: — Eles serão reiniciados automaticamente, na próxima sessão do Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — a menos que você desative o serviço:

  • Configurações do sistema → (Espaço de trabalho) → Pesquisa → Pesquisa de arquivos → [desmarcar] Ativar a Pesquisa de arquivos

Obs.: No Print (acima), — adiantado alguns minutos em relação à cronologia deste relato, — observar que, às 10:41, o sistema já considerava (apenas) os pontos de montagem denominados “E1”, “F1”, “Home11”, “Linux11”, “Linux31”, “Linux41”, — e não “E”, “F”, “Home1”, “Linux1”, “Linux3”, “Linux4”. — ••• Ver “Correção dos Pontos de montagem” •••

Verificação de que nenhum processo do PIM está sendo carregado automaticamente

[Mais tarde], - foi verificado, pelo Monitor do sistema (KSysguard), que nenhum processo do PIM está sendo carregado automaticamente: — Akonadi, Baloo, Kmail, Kaddressbook, Kontact, Korganizer, Knotes, Kalarm etc., — de modo que ainda não foi tomada qualquer providência para desinstalar esses pacotes.

Montagem automática de partições adicionais


Montagem automática de partições, como “mídias removíveis”, nas Configurações de sistema do KDE

10:39 – Ativada montagem automática das partições adicionais “E”, “F” (Fat32), “Home1” (Kubuntu), e partições de sistema dos demais Linux (1, 3, 4).

Este é um recurso típico do KDE:

  • Configurações do sistema → Hardware → Dispositivos removíveis → Habilitar montagem automática → [x] Montar automaticamente no início da sessão

Vem sendo usado há muitos anos, no Kubuntu, — e mais recentemente, também no KDE Neon User Edition, — porém (ainda) não funcionou no Debian testing “Stretch” KDE.

[Mais tarde] - Foi desativada a opção [_] “Montar todas as mídias removíveis no início da sessão”, — que torna ociosas as opções individuais, — pois não interessa montar “Linux2”, nem “Home2”, que pertencem ao Linux Mint, e por isso já são montadas pelo sistema.

Obs.: Esta configuração deveria realizar tais montagens automáticas no início da próxima sessão, — o que ainda não havia ocorrido, ao ser feito o print das 10:41 (antecipado mais acima).

Comandos para montagem de partições adicionais — herdados dos “Aplicativos de sessão” do Cinnamon

No Linux Mint 17.3 Cinnamon, não existia esse recurso, — e a solução mais simples tinha sido a montagem “automática” de partições adicionais por meio de comandos “udisks” em “Aplicativos de sessão”, — sem necessidade de incluí-las no arquivo “/etc/fstab”.

10:42 – Percorrendo mais algumas Configurações do sistema, aparece aquela “herança” do Linux Mint 17.3 Cinnamon, — em uma seção do KDE equivalente aos “Aplicativos de sessão” do Cinnamon:

  • Configurações do sistema → Espaço de trabalho → Iniciação e desligamento → Aplicativos iniciados automaticamente

com os comandos “udisks” para montagem dessas 6 partições adicionais, — além da abertura do Dolphin, — e um “Support for NVIDIA Prime”, de origem ainda por investigar.

Obs.: Esses comandos “udisks”, — presentes desde antes da instalação, — com certeza foram executados já no boot inicial, às 10:20.

É possível que a melhor decisão fosse deletar imediatamente esses 6 comandos “udisks” de montagem de partições, — ou voltar atrás, e desfazer a configuração equivalente no KDE, — mas não foi feita uma coisa, nem outra, de imediato.

Configurações do sistema → Espaço de trabalho → Iniciação e desligamento → Sessão do desktop

Em cima desse estado de coisas, foram realizadas outras ações:

  • 10:43 - Configurado “Restaurar sessão salva manualmente”
  • 12:38 - Sair → Salvar sessão
  • 12:40 - Sair → Reiniciar

Sair → Salvar sessão, para fixar o que se deseja Restaurar, ao carregar a próxima sessão do Linux Mint KDE

Numa primeira avaliação, essas 3 ações pareciam ser causas da duplicação dos 6 “pontos de montagem”:

  • E e E1
  • F e F1
  • Home1 e Home11
  • etc.

Obs.: No entanto, desde 10:41 já existiam os pontos de montagem “E1”, “F1” etc.

[Mais tarde (16:45),] - Constatada a duplicação, os 6 comandos “udisks” herdados do Cinnamon foram deletados da seção “Aplicativos iniciados automaticamente”, — permanecendo 6 pontos de montagem válidos, — e 6 pontos de montagem “fantasmas” (que o sistema não consegue montar).

Por não se tratar de nenhum “problema” grave, nem urgente, ficou para ser resolvido mais tarde, com calma, após estudar o assunto.  — ••• Ver “Correção dos Pontos de montagem” •••

Aplicação do tema Oxygen, após alguns testes

10:45 - Aplicado o tema Oxygen, após alguns experimentos.

Eliminação de um item do Menu, no Editor de Menu do KDE

10:52 - O Menu do Linux Mint 18 “Sarah” KDE foi aberto e examinado no Editor de Menu do KDE, aproveitando para eliminar a entrada do “Adobe Photoshop CS”, — que nunca chegou a funcionar no Wine, — tal como havia sido eliminado também no antigo Mint 17.3.

O mistério do Chromium


Chromium já abre com todas as configurações, — sem ter sido instalado

10:54 - O Chromium estava lá, — sem ter sido instalado, — e já abriu com todos os Bookmarks, Complementos etc.

Ele não faz parte da distribuição, — não está no “/casper/filesystem.manifest” (2.738 pacotes) da ISO, datado de 16 Ago. 2016; — nem na “Full package list” (2.382) do Distrowatch.

O “dpkg.log” pula o período da sessão Live USB, — único momento em que o Chromium foi instalado

Também não estava no “/var/log/dpkg.log” do Linux Mint 18 KDE instalado, — que lista 3.144 pacotes “status installed” até 16 Ago. 2016 (data da ISO), — e outros 234 a partir do dia 20 (instalação no computador), — porém nenhum nos dias 18 e 19 (sessão Live USB).

E acontece que a única vez que o Chromium foi instalado, foi às 16:22 do dia 18, — durante a sessão Live do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta).

A menos, que se tratasse de uma “herança” do antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, assombrando os corredores da partição não-formatada, — mas a versão era outra, de acordo com o Histórico do Synaptic.

Portanto, — além de “heranças” normais na “/home” , e excepcionais na “/” não formatada, — considera-se a possibilidade de “contrabando” de aplicativos instalados durante a sessão Live USB, — fato já constatado na instalação do KDE Neon Developer Edition.

Detalhe: — Após 8 dias, o Chromium continua apresentando a proposta de se tornar o “navegador padrão”, — ou “Não perguntar mais”, — a cada vez que é aberto.

Clicar inúmeras vezes nessa opção de sua configuração interna, — ou na seção de “Associações de arquivos” do KDE, — até o momento não produziu efeito.

[Mais tarde], - foi reinstalado o Chromium, pelo Synaptic, — não havia opção de “atualizar”, portanto, tratava-se da versão em vigor, — mas continuou impossível torná-lo “navegador padrão”.

[Mais tarde], - foi feita a “remoção completa”, — e nova instalação, — mas continua impossível torná-lo “navegador padrão”.

Feitas as contas, também não é um “problema” grave, — basta 1 clique de confirmação, ao abrir o Chromium, no início do dia.

Atualizações


Atualizando informações de softwares disponíveis nos repositórios, com “sudo apt update”

11:18 - Após mais algumas configurações, — wallpaper, Konsole, ajustes do Dolphin (já veio 90% personalizado), — foi disparado o comando “sudo apt update”, para atualizar as informações dos pacotes de software disponíveis nos repositórios.

Embora o Synaptic faça isso muito bem, não oferece a mesma visibilidade, — nesta fase de “Recarregar” (Reload), a janela é miúda, fecha sem perguntar se você já leu tudo, — e não tem como reabri-la depois.

No caso de começar a haver falhas nos repositórios, — às vezes acontece, — é bom que isso fique bem evidente.

De quebra, o comando já informa o total de atualizações disponíveis, — o que é ótimo para conferir, já que os “Gerenciadores de atualizações” (mintUpdate, Muon updater etc.), não oferecem a mesma transparência, — e nem sempre incluem tudo, por default.

Synaptic


Synaptic sem opção de “Marcar todas as atualizações”: — Exige duplo-clique, de um por um

11:27 - O Synaptic do Linux Mint 18 KDE (Beta) mantém a restrição, — já conhecida de versões anteriores, — de não oferecer a opção “Marcar todas as atualizações”.

Em um dia que traga 40 ou 80 atualizações, p.ex., você tem de sair aplicando duplo-clique em cada pacote, de um por um, — salvo quando algum deles dependa de outros. — Neste caso, abre-se um diálogo, você concorda, e são marcados mais 2 ou 3 pacotes, de uma vez.

Por distração, o último pacote já ia ficando esquecido, — até clicar em “Aplicar”, perceber que estavam marcados apenas 23, — e voltar para catar o desgarrado.

Esse é o tipo de falha que nunca ocorreu no Kubuntu, no KDE Neon, nem em qualquer Debian KDE, — graças à opção de “Marcar todas as atualizações” (que o Mint elimina). — Lembrando que “informática” = automação.

Ao que tudo indica, essa restrição no Synaptic deve-se à peculiar política de atualizações do Linux Mint. — ••• Ver “A política de Kernel do Linux Mint”. •••

Ferramentas de trabalho


Instalação de aplicativos adicionais: — lista permanente (anotações de outros Linux anteriores)

11:55 - Foram logo selecionados para instalação todos os aplicativos de uso regular nas rotinas de trabalho, — conforme as anotações que vão se repetindo, a cada instalação Linux:

  • conky-all (1.10.1-3), fancontrol (1:3.4.0-2), psensor (1.1.3-2ubuntu3)
  • konqueror (4:15.12.3-0ubuntu1), krusader (1:2.4.0~beta3-2ubuntu1)
  • kstars (4:15.12.3-0ubuntu2), stellarium (0.14.3-1)
  • ocrfeeder (0.8.1-2), aspell-pt-br (20131030-9), tesseract-ocr-por (3.04.00-1)
  • ttf-mscorefonts-installer (3.4+nmu1ubuntu2)
  • wine (1:1.6.2-0ubuntu14), wine-gecko2.21 (2.21-0ubuntu1), wine1.6 (1:1.6.2-0ubuntu14), winetricks (0.0+20141009+svn1208-2ubuntu1)
  • inkscape (0.91-7ubuntu2)
  • kruler (4:15.12.3-0ubuntu1)
  • pyrenamer (0.6.0-1.2)
  • diffuse (0.4.8-2)
  • filezilla (3.15.0.2-1ubuntu1)
  • unetbootin (608-1)

além de inúmeras dependências, no total de 87 pacotes.

Infelizmente, não foi encontrado ScreenRuler, — bem superior ao KRuler, — e, por isso, só instalado depois de alguns dias.

Freio de arrumação


Opção “Reparar pacotes quebrados” (dpkg) no Modo de recuperação do Linux Mint

12:42 - Depois de iniciar o Conky, — ainda sem adaptar o arquivo (oculto) “.conkyrc”, preservado na “/home”do antigo Mint 17.3, — foi feito um Restart, para entrar no “Modo de recuperação” do Linux Mint 18 “Sarah” KDE e rodar a opção de “Reparar pacotes quebrados”:

  • Sair → Reiniciar → Menu de inicialização → Opções avançadas do Linux Mint → Recovery mode → Reparar pacotes quebrados (dpkg)

Aspecto do Conky e do Painel Oxygen, — antes e depois de “Reparar pacotes quebrados”

Esse recurso tem sido muito útil, — embora não exista nenhum pacote quebrado, — para fazer com que o Conky e alguns temas da área de trabalho se tornem transparente / semi-transparentes.

Associações de arquivos &tc.


12:05 - Clicar em um arquivo de imagem PNG (wallpaper) fez abrir o Gimp, inadvertidamente.

14:03 - pyRenamer associado à abertura de pastas.

14:25 - Alterada associação de arquivos: Gwenview acima do Gimp, para arquivos PNG.

14:56 - Alterada associação de arquivos: Dolphin acima do pyRenamer, para abertura de pastas.

Domingo (21)

5:17 - Alterado ícone para aquivos do Gimp, misturados entre inúmeros PNG (via Dolphin).

9:32 - Desmarcado [_] Bloquear a tela automaticamente após _ minutos.

Terça (23)

18:14 - Alterada associação de arquivos: Okular para abrir PDF (estava Gimp).

Heranças do Mint 17.3


Sistema - Foram constatadas algumas “heranças” nunca observadas antes, — provavelmente devidas ao fato de não haver formatado a partição do sistema.

O Instalador avisa que, nesse caso, algumas “pastas do sistema” serão apagadas, — mas, pelo visto, nem todas:

Histórico de atualizações e instalação de pacotes desde Janeiro, no antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon

1) Foi mantido todo o Histórico de atualizações, instalação e remoção de pacotes via Synaptic, desde o antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, instalado em 19 Jan. 2016, — fato jamais observado em outras instalações Linux.

* Isto não se reflete no Gerenciador de atualizações (mintUpdate), cujo Histórico começa na data de construção da imagem ISO (16 Ago. 2016), e daí pula para as atualizações feitas a partir da instalação no computador, do dia 20 em diante, — inclusive pelo Synaptic. — Em compensação, o Histórico do mintUpdate não inclui a instalação de um Kernel, feita por ele mesmo. — ••• Ver “A política de Kernel do Linux Mint”. •••

Imagem “/boot/grub/linuxmint.tga” mantida através da instalação do Mint 18 “Sarah” KDE

2) O Menu de inicialização do Grub manteve a mesma imagem “/boot/grub/linuxmint.tga” recolocada em alta resolução, dias atrás (16), ainda no Linux Mint 17.3 Cinnamon.

Histórico de comandos desde 2011

Home - Outras “heranças”, — abrigadas na partição “/home”, preservada há vários anos, — já eram esperadas, mas vale registrar:

1) Foram mantidos todos os softwares instalados no Wine, desde meados de 2015, — CorelDraw, Dreamweaver, MS Word, Notepad etc., — faltando apenas reinstalar o Wine, Winetricks, Gecko etc., para trazê-los de volta à atividade, tal como estavam até anteontem.

2) Foram mantidos todos os atalhos personalizados criados no Gimp e no LibreOffice, ao longo dos anos, — que representam certo “investimento” acumulado, para agilizar o trabalho de todos os dias.

3) Foi mantido todo o histórico de comandos executados no Terminal, desde Maio de 2011, — fenômeno já observado desde o antigo Mint 17.3. — O fato de não ser observado no Kubuntu talvez se deva a ter apagado, em algum momento, este ano.

Wine


O Wine começou a ser experimentado em meados de 2015, no sistema “alternativo” (Linux2), — que na época era um segundo Kubuntu, de 32bit, — e só mais tarde instalado também no sistema “principal” (Kubuntu 64bit).

Por isso, a “Home2”, — que em Janeiro passou a ser do Linux Mint 17.3, e agora do Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta), — contém mais “resquícios” de experiências falhadas.

O objetivo era liquidar as últimas dependências do Windows para as atividades regulares, — sem a perda do acervo de trabalho acumulado em arquivos digitais desde 1990, — e para isso bastam versões antigas de alguns aplicativos para Windows, — uma vez que o acervo nesse formato não cresce, nem evoluirá.

CorelDraw


Matriz de plantas e mapas do CorelDraw no Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta)

12:09 - Uma vez instalado o Wine, bastou chamar o CorelDraw, — preservado no “disco C:\ virtual” da partição “/home” do antigo Mint 17.3, — para ter acesso às matrizes de mapas.

Controle de visibilidade das camadas, cobrindo diferentes temas e áreas

Essas plantas e mapas representam um acervo de trabalho, — investimento de tempo, — acumulado desde a década de 1990, que não faz sentido fazer novamente, do zero.

Ampliação da área dos mapas, pela exibição de camadas mais amplas

As camadas superpostas permitem selecionar diferentes tipos de informações, de acordo com o tema a ser ilustrado.

Exportação de uma área específica do mapa, com as camadas de legendas

A ideia dessas “matrizes” é a possibilidade de atualizar as informações dos mapas, e tornar a exportar em GIF, JPG ou PNG, com um dispêndio mínimo de trabalho e de tempo.

Os primeiros testes já comprovaram as funcionalidades de edição e exportação dos mapas, — restando uma dificuldade de salvar as matrizes (ou cópias), — obstáculo inicial que também chegou a ser enfrentado (e solucionado) no Kubuntu e no antigo Mint 17.3.

MS Word


Macros para conversão de textos do antigo Ventura Publisher no MS Word

Com o Wine instalado, MS Word, — existente no “disco C:\ virtual” dentro da “/home”, — também voltou a funcionar normalmente, permitindo utilizar as antigas macros criadas para converter a marcação de textos do Xerox Ventura Publisher, com dispêndio mínimo de tempo e trabalho.

Dreamweaver


Reindexação de um site com 5 mil páginas no Dreamweaver

Enfim, com a instalação do Wine, também voltou à vida o antigo Dreamweaver, — ferramenta preciosa para lidar com acervos de trabalho acumulado em HTML e mais alguns códigos.

Verificação de links entre 12 mil arquivos de um site

De todos, é o que menos dá trabalho, — funciona melhor no Wine / Linux do que no antigo Windows.

Google Earth


Google Earth em funcionamento no Linux Mint 18 “Sarah” KDE (Beta), sem placa de vídeo

Em 22 Ago. 2016, foi instalado o Google Earth, — sem placa 3D aceleradora, — seguindo os mesmos passos já testados no Kubuntu 16.04 e no KDE Neon User Edition:


A instalação começou pouco antes das 13:48, e terminou por volta de 14:28, — com algum retardo devido a um download que não interessava interromper.

Só o final da instalação, — e com o Google Earth já testado e funcionando, foram atualizados os 3 pacotes “lsb” baixados e instalados “na unha”, — lsb-core, lsb-invalid-mta, lsb-secutiry, com instalação de outras 3 dependências, — lsb, libjpeg62, lsbprinting. — Portanto, o Google Earth “construído” e instalado não aproveitou dessa atualização.

Outra irregularidade, foi um teste realizado pouco antes, — carregar o Mint 18 com o Kernel 3.19 “herdado” do antigo Mint 17.3, — o que pode ter sido a causa de algumas interferências no ambiente:

  • O acesso ao terceiro nível do Teclado parou de funcionar, — embora continuasse configurado. — Bastou desmarcar, tornar a marcar, e “Aplicar”, para voltar ao normal.
  • No final, o Gimp abriu com uma pequena alteração nas Ferramentas, — as letras estavam em preto. — Também bastou tornar a escolher o verde.

Detalhes nestas páginas:



Wallpaper


Parati (RJ) vista da água, em 4 Jan. 2006, por Lampiao3

Foto de Lampiao3 em Parati (RJ), Brasil, 4 Jan. 2006, com um único “tratamento”, no Gimp 2.8.16:

  • Cores → Automático → Equilíbrio de branco

Parati (RJ) vista da água, por Fulviusbsas, 25 Jan. 2009

Mais tarde, foi escolhido outro wallpaper de Parati (RJ) vista da água, por Fulviusbsas, 25 Jan. 2009, com o mesmo “tratamento” simples, no Gimp, e corte do excesso nas laterais.
________
Publicado inicialmente em 20 Ago. 2016, às 18:11, e desenvolvida até 26 Ago. 2016.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE