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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Live KDE Neon Plasma (Wayland) Developer Edition Git-Unstable

Live KDE Neon (Plasma) Developer Edition (unstable branches) 5.6.90, — não “Plasma Wayland”

Esta sessão “Live USB” do KDE Neon Plasma (não-Wayland!) Developer Edition (Git-Unstable) foi carregada às 17:44 de 22 Mai. 2016, e se estendeu até às 21:29 do dia 27, com duração total de 123 horas e 45 minutos, sem “crashes” ou falhas, — “erros: zero”, — até onde é dado a um usuário leigo perceber.

  • Foi precedida de outra sessão, — mera sondagem, — também sem erros, interrompida após 9 horas para recomeçar de modo mais organizado.

Apenas, não foi possível carregar a sessão “Plasma Wayland”, — nas duas vezes, o Login só pôde ser feito para sessão “Plasma”.

Feita essa ressalva, nunca vi um Linux funcionar com tamanha perfeição, — nem em “Live USB”, nem depois de instalado.

Não foram feitos upgrades, — que no 5º dia da sessão “Live USB” (27 Mai.), já somam 234 pacotes, segundo o Synaptic. — Trata-se, portanto, de uma experiência “congelada” no estado do KDE Neon em 20 Mai. 2016: — “plasma-wayland-devedition-gitunstable-20160520-2117-amd64.iso” (não há imagens i386).

Após um primeiro “sudo apt-get update”, foram instalados Shutter e Synaptic.

Pelo Synaptic foram instalados:

  • LibreOffice (pt-br, Writer, Calc)
  • Conky, curl
  • Psensor, lm-sensors, fancontrol, hddtemp
  • Chromium, chromium-codecs-ffmpeg-extra
  • Gimp, ttf-mscorefonts-installer
  • pyRenamer

KDE Neon


O KDE Neon não é uma “distribuição” (“distro”) Linux. — Começou como um “acesso imediato” às mais novas tecnologias KDE, tão logo os pacotes são liberados, — fundado “sobre” o Ubuntu 15.10.

Numa simplificação grosseira, você tem um KDE “rolling release”, — em cima de uma “distro” estável (ciclo periódico), — inicialmente, Ubuntu 15.10.

Em “KDE Neon upgrades to 16.04 LTS” (14 Abr. 2016), Jonathan Riddell antecipou-se em 1 semana ao lançamento do Ubuntu 16.04, ao anunciar a página Download KDE Neon, com imagens ISO Live / Install “daily-built” fundadas sobre o Xenial, contendo apenas KDE Frameworks e KDE Plasma, para contribuidores e usuários dispostos a testá-las.

Às 17:50 do dia 27 Mai. 2016, a página de download oferece imagens ISO datadas das 8:06 ~ 11:44.


Pede-se aos usuários um feedback sobre sua experiência com o KDE Neon User Edition Tech Preview, respondendo a algumas perguntas básicas: — Qual a ISO e data (“date stamp”), como a mídia foi gerada, se enfrentou problemas no Boot, na sessão Live, na Instalação, depois de instalado etc.

→ Quem já tem o Ubuntu 16.04 instalado, pode encarnar os Transformers, por comandos no Terminal. “Basta” instalar “neon-desktop”, acrescentar alguns repositórios, e assim por diante. Não explorei esse caminho, pois não tinha motivo para brincar com o Kubuntu 16.04 recém instalado. Em tempo: KDE Neon frisa que essa operação não acrescenta uma camada ao Kubuntu, — por não serem compatíveis, — mas simplesmente o substitui.

KDE Neon Plasma Wayland


Mais recentemente, em “Plasma Wayland images go daily” (4 Mai. 2016), Jonathan Riddell anunciou que, — dado o desenvolvimento da infraestrutura do projeto KDE Neon, — o Plasma Wayland passava a ser oferecido em cima de suas atualizações diárias.

“It uses packages built from KDE Frameworks and Plasma Git master branches and has a default session of KWin running as a Wayland compositor”.

A primeira parte da frase repete a descrição anterior do “KDE Neon”, — com quase as mesmas palavras.

Na segunda parte da frase, explicita que, — no “KDE Neon Plasma Wayland”, — o Kwin roda “como compositor Wayland”.

Às 17:50 do dia 27 Mai. 2016, a imagem ISO disponível datava da noite da véspera, — parece haver uma defasagem regular de cerca de 12 horas entre a liberação diária do “KDE Neon” e a do “KDE Neon Plasma Wayland”:


→ Também neste caso, quem já tem o KDE Neon instalado, pode adicionar o Plasma Wayland pelo comando “sudo apt install plasma-workspace-wayland”, sem necessidade de baixar imagem ISO e reinstalar. Também não explorei esse caminho, até porque não tenho KDE Neon instalado.

Caçando sarna


Esta última imagem ISO era, de longe, a que prometia mais “emoções”, — pelo menos, para um mero usuário, que não entende lhufas dessa conversa toda, — e foi a escolhida para um “teste de trabalho em Live USB” (sem intenção de instalar… em tese).

A escolha baseou-se unicamente na máxima quantidade de pedras e espinhos:

  • Um projeto novo, que nem chega a ser “distro”,
  • declaradamente mal-testado,
  • em versão não destinada a “usuário”,
  • na opção “instável”,
  • e por cima disso tudo, com algo ainda tão controverso como o Wayland.

Sem dúvida, estava nos limites extremos do “não-confiável”, — em especial, para um usuário leigo total.

Exatamente o tipo de coisa que nunca havia experimentado. O Kubuntu 14.04, p.ex., — com toda sua reputação e confiabilidade, — só fui instalar meses após o lançamento, depois de assentada a poeira dos bugs iniciais.

Mas rodar um “projeto” Linux em sessão Live USB não tira pedaço. — E é um estímulo para aprender alguma coisa.

Até agora, essa brincadeira já me fez tomar conhecimento de várias coisas, — da existência de um “servidor X”, da virada da Canonical para o “Mir”, da ampliação do papel do “Kwin” etc., — e poderá me deixar um pouco menos perdido, num eventual cenário futuro, onde venha a ter de pesar prós & contras entre Kubuntu vs. KDE Neon.

De “Wayland”, propriamente, apenas começo a fazer uma ideia, — mas não sei exatamente qual a diferença entre esta sessão “KDE Neon Plasma” (que já caminha para 120 horas) e uma sessão “KDE Neon Plasma Wayland” (opção que ainda não consegui carregar no Login).

Na prática, portanto, fica provisoriamente adiado o último item da lista de pedras & espinhos, — até que consiga carregá-lo. — Suponho que o que pude rodar foi o equivalente à penúltima opção de imagem ISO:  — Developer Edition Git-Unstable Branch

Problemas: Zero


Desconfiguração mínima no Dolphin: 1 minuto para tornar a ocultar partições não-utilizadas

Quanto ao resto, — não ser uma “distro”, estar muito pouco testado, não se destinar a usuários, rodando pacotes “instáveis”, — após 120 horas de sessão Live contínua, foram registrados tão poucas falhas “visíveis” a um leigo, que equivalem a “zero falhas”:

  • Uma única, pequeníssima, perda de configuração do Dolphin, — a certa altura, o painel de “Locais” voltou a exibir partições que havia ocultado, — o que pode até ter sido causado por algum clique descuidado. Uso muito o “right-click” naquela área, para abrir uma partição em “nova aba”, mas qualquer descuido pode reexibir partições ocultas, ou desmontar etc.
  • Um ou dois casos de fechamento do Kate, — evento tão silencioso e discreto, tão imperceptível, que talvez eu mesmo tenha fechado, sem me dar conta. Ainda tenho a tendência de esquecer quando há 2 ou mais documentos abertos, e fechar o aplicativo, em vez de fechar uma aba.

Fato é que não recebi nenhum aviso de “crash”, nem de “erro”, “fechamento inesperado”, nada, — nem detectei falhas não-notificadas, — após 5 dias de sessão contínua, em trabalho constante.

A meu ver, isso é um grau de “perfeição”, superior ao do Kubuntu 16.04 LTS instalado há 1 mês, — o que me deixa com a preocupante vontade de substituí-lo pelo KDE Neon Developer Edition (unstable branches) Plasma Wayland.

Erros & erros


“wayland-errors” e “xsession-errors” no KDE Neon após quase 120 horas de sessão contínua

Naturalmente, faço algumas cópias do arquivo “~/home/.xsession-errors” para uma pasta do HD. Tinha 1,1 MiB no dia 23 (23:00); umas 12 horas depois, 1,5 MiB no dia 24 (11:30).

Agora, dia 27 (16:18), está com 4,9 MiB, porém a última modificação data da véspera, — sinal de que nenhum erro foi registrado ao longo de umas 8 horas de trabalho intenso.

“Erros”, portanto, sempre existem. — Na sessão Live Kubuntu 16.04 de 22~23 Abr. 2016, quase sem falhas perceptíveis, o arquivo “xsession-errors” alcançou 2,3 MiB em 31 horas.

Já o arquivo “~/home/.wayland-errors” ao final do 5º dia, continua com apenas 1,8 KiB, e data das 17:43 do dia 22, — quando a tela de Login oferecia as opções de sessão “Plasma (Wayland)” ou apenas “Plasma”. — Parece conter a explicação de por quê não foi possível carregar uma sessão “Plasma-Wayland”:

startplasmacompositor: Starting up...
dbus-update-activation-environment: warning: error sending to systemd: org.freedesktop.DBus.Error.Spawn.ChildExited: Process org.freedesktop.systemd1 exited with status 1
No backend specified through command line argument, trying auto resolution
QObject: Cannot create children for a parent that is in a different thread.
(Parent is KWin::LibInput::Connection(0x1195d20), parent's thread is QThread(0x1154e10), current thread is QThread(0x10e8ed0)
QObject: Cannot create children for a parent that is in a different thread.
(Parent is KWin::LibInput::Connection(0x1195d20), parent's thread is QThread(0x1154e10), current thread is QThread(0x10e8ed0)
QObject: Cannot create children for a parent that is in a different thread.
(Parent is KWin::LibInput::Connection(0x1195d20), parent's thread is QThread(0x1154e10), current thread is QThread(0x10e8ed0)
QObject: Cannot create children for a parent that is in a different thread.
(Parent is KWin::LibInput::Connection(0x1195d20), parent's thread is QThread(0x1154e10), current thread is QThread(0x10e8ed0)
QObject: Cannot create children for a parent that is in a different thread.
(Parent is KWin::LibInput::Connection(0x1195d20), parent's thread is QThread(0x1154e10), current thread is QThread(0x10e8ed0)
QObject: Cannot create children for a parent that is in a different thread.
(Parent is KWin::LibInput::Connection(0x1195d20), parent's thread is QThread(0x1154e10), current thread is QThread(0x10e8ed0)
kwin_core: Failed to initialize compositing, compositing disabled
kwin_core: The used windowing system requires compositing
kwin_core: We are going to quit KWin now as it is broken
startplasmacompositor: Shutting down...
xprop:  unable to open display ''
xprop:  unable to open display ''
startplasmacompositor: Done.

Shutter


Mensagens de “erro” do Shutter, a cada vez que se renomeiam seus arquivos fora dele

Afora isso, apenas mensagens de “erro” do Shutter, — na verdade, crises de ciúme, — a cada vez que seus preciosos screenshots são renomeado pelo Dolphin ou pelo Gwenview.

Registro esse detalhe do Shutter, apenas como lembrete, — para futura observação no Linux Mint, e reavaliação de qualquer coisa similar que tenha registrado em outros testes Live USB. — Esta foi a primeira vez que comprovei a causa & efeito desse “erro” do Shutter.

Para evitar esse estresse, parece haver pelo menos 2 caminhos:

  1. Usar o próprio Shutter para visualizar e renomear suas capturas de tela, — embora não ofereça algumas comodidades do Gwenview, a que já me acostumei.
  2. Escolher a opção “Descartar”, em cada aviso desses, do Shutter, para que o respectivo arquivo deixe de fazer parte de sua “sessão”.

Bailando com Discover


Discover em Live Kubuntu: “meia-trava” ao redimensionar a janela

Embora não tenha sido utilizado para instalar pacotes no KDE Neon, o Plasma-Discover foi aberto, e apresentou comportamento muito diferente do observado no Kubuntu Xenial beta / beta2 / released.

Em Live Kubuntu 16.04 LTS, a “animação” inicial do Plasma-Discover ocupava quase 50% da CPU, — alternando entre quase 100% do Core0 / quase 100% do Core1, — e tentativas seguidas de cliques & letras no campo de Busca demoravam quase 1 minuto para surtir efeito (permitir digitação).

Uso alternado dos processadores pelo Plasma-Discover no Kubuntu 16.04 LTS

O efeito palpável, no Kubuntu, era certa “lentidão seletiva”, — uma “meia-trava”, — além de visível aquecimento dos processadores, CPU, Placa Mãe.

Ciclo de 30’’ no uso de ambos os processadores, simultaneamente, pelo Plasma-Discover no KDE Neon

No KDE Neon Plasma (não-Wayland!), a “animação” inicial do Plasma Discover ocupa quase 100% de ambos os processadores, — simultânea e continuamente, com pequenas pausas cíclicas a cada 30’’ — porém o aplicativo responde de imediato a qualquer ação (clicar, digitar, arrastar, redimensionar janela), o que resulta em notável sensação de “leveza”.

Arrastar Discover no KDE Neon, com ambos os processadores 94% ocupados: a janela voa. Quase escapuliu

Além disso, o sistema, como um todo, não dá nenhum sinal de “lentidão”, — muito menos, de “meia-trava”. — Pelo contrário. — Você “pega” a janela do Plasma Discover para arrastar, e baila à vontade com ela, por toda parte. — Praticamente “voa”, como um legítimo “pé-de-valsa”.

Total ignorante dos aspectos técnicos, — nunca tinha prestado atenção em “servidor X”, muito menos em “Wayland”, até a semana passada, — não faço a menor ideia, se isso tem qualquer relação com o assunto. Fica o registro.

Obs.: O Menu do Discover ficou “invisível” (detalhe à direita, acima). É preciso adivinhar que está ali, e clicar, para ver que há um retângulo, e abri-lo.

Vale notar que na sessão Live Kubuntu 16.04 beta2, em 10 Abr. 2016, o Plasma-Discover era “KDE Frameworks 5.18.0 / Qt 5.5.1”, — enquanto o observado agora, em Live KDE Neon Plasma (não-Wayland!), é “KDE Frameworks 5.22.0 / Qt 5.6.0”.

Perfil do aquecimento dos processadores pela “animação” do Plasma-Discover durante 4 minutos, no KDE Neon

O aquecimento de CPU, MB, Processadores no KDE Neon parece nitidamente maior, — porém os registros de Temperatura com Plasma-Discover no Kubuntu 16.04, foram pouco detalhados, com a única exceção do dia 10 Abr. 2016, — o que dificulta uma comparação mais acurada.

Uso de Memória, CPU e aquecimento em Live KDE Neon com 25 abas abertas no Chromium

Botando fogo


Não foi planejado, — mas, bem que poderia.

Terminada a configuração inicial (17:40~19:00) da sessão KDE Neon Plasma (não Wayland!), no dia 22, uma das primeiras providências foi pesquisar mais sobre “Wayland”, — que imaginava ser coisa recente, devido à controvérsia quanto à sua adoção, — mas o volume de resultados relevantes foi tão abundante que, sem perceber, abri 27 páginas em abas do Chromium, à medida em que ia selecionando as mais promissoras.

De acordo com o Conky, — parcialmente ocultado pelo Chromium, num print sobre outra coisa, — às 20:28, estavam ocupados 3,63 dos 3,85 GiB da Memória RAM.

Infelizmente, só lembrei de documentar o Psensor e o KSysguard, 10 minutos mais tarde (20:38), quando já havia fechado 2 páginas, — e me dei conta da situação.

Como não explodiu nem pegou fogo, não havia necessidade de perder a pesquisa, — bastava não abrir mais nada, e tratar de examinar a colheita já realizada. — Ler, favoritar (ou não), fechar, de modo seguro, gradual e lento.


O exame do material terminou às 21:47, — quando restaram apenas 2 abas no Chromium, e o uso de Memória baixou a 0,9 GiB, segundo o KSysguard, — ou 1,12 GiB, segundo o Conky, cuja configuração (ainda) não desconta Buffers e Cache.

O uso de apenas 0,9 GiB, — com 2 abas abertas no Chromium, — é um caso excepcional, provavelmente graças ao deslocamento de nada menos que 1,8 GiB de dados para o Swap.

Início e final dos dias


A experiência com outros “testes de trabalho em Live USB” já tinha sugerido que, — uma vez alocado maior uso da memória Swap, — a tendência é baixar muito pouco.

Dessa vez, não foi diferente, de acordo com as capturas de tela feitas ao encerrar os trabalhos de cada dia, — fechando todos os aplicativos, exceto Dolphin (em geral 2 abas), Conky, Psensor, Ksysguard, Shutter, — e antes de iniciar o trabalho no dia seguinte:

  • Dia 23, às 3:24, após fechar aplicativos: RAM: 0,69 / Swap: 1,1 GiB
  • Dia 23, às 6:06, antes de iniciar o dia: RAM: 0,67 / Swap: 1,1 GiB
  • Dia 24, à 1:05, após fechar aplicativos: RAM: 0,84 / Swap: 1,0 GiB
  • Dia 24, às 8:09, antes de iniciar o dia: RAM: 0,85 / Swap: 1,0 GiB
  • Dia 25, à 1:44, após fechar aplicativos: RAM: 0,79 / Swap: 1,4 GiB
  • Dia 25, às 8:47, antes de iniciar o dia: RAM: 0,83 / Swap: 1,4 GiB
  • Dia 26, às 2:45, após fechar aplicativos: RAM: 0,78 / Swap: 1,2 GiB
  • *** Shutter elevou uso da RAM para 1,3 GiB ***
  • Dia 26, às 9:52, antes de iniciar o dia: RAM: 1,2 / Swap: 1,2 GiB
  • Dia 26, às 10:30, após corrigir o Shutter: RAM: 0,88 / Swap: 1,2 GiB
  • Dia 27, à 0:05, após fechar aplicativos: RAM: 0,89 / Swap: 1,4 GiB
  • Dia 27, às 8:05, antes de iniciar o dia: RAM: 0,90 / Swap: 1,4 GiB

O problema com o Shutter, — que elevou a ocupação da Memória RAM ao documentar o encerramento na madrugada do dia 26, — foi causado por algumas experiências feitas com ele, e ficou para ser resolvido no dia seguinte, quando as “experiências” foram desfeitas.

Por uma “questão de honra”, não foi encerrada a sessão (Logout / Login), — coisa, aliás, que a experiência também já demonstrou ter pouco efeito, quanto ao uso de memória Swap.

Observações qualitativas


Nenhum problema com as inúmeras “camadas” (layers), “notificações” etc., que normalmente tornam o Facebook problemático, — em especial, no Debian, mas não apenas.

Pouco ou quase nenhum aquecimento dos processadores ao abrir o Facebook em várias abas do Chromium, — em comparação com o observado no Kubuntu 16.04 e anteriores (HD), Linux Mint (HD) e outras distribuições testadas em Live USB, — porém não foram localizados tais registros para comparação.

Pouco ou quase nenhum aquecimento dos processadores ao assistir longos vídeos no Youtube e no Facebook, — porém não foram localizados registros do aquecimento em outras distribuições, para comparação.

Download da ISO e gravação do Pendrive


Download do “plasma-wayland-devedition-gitunstable-20160520-2117-amd64.iso” no Kubuntu

O download do KDE Neon foi feito na noite 20 Mai. 2016, — por isso a “date stamp”: — “plasma-wayland-devedition-gitunstable-20160520-2117-amd64.iso”.

Gravação do Pendrive com a “plasma-wayland-devedition-gitunstable-20160520-2117-amd64.iso” no Mint

A gravação da midia (Pendrive) foi feita por comando “dd”:

sudo dd if=/PATH/FILE of=/dev/sd? bs=8M

Onde o “PATH” foi copiado diretamente do Dolphin, por “Ctrl-L” → “Ctrl-C”; — “FILE” foi copiado do próprio arquivo, por “F2” (renomear) → “Ctrl-A” (selecionar o nome completo) → “Ctrl-C”; — e ambos colados no bloco de texto, para compor o comando específico, a cada gravação.

No caso específico do meu sistema, o Pendrive é identificado como “sdc”.

O comando assim montado foi copiado para o Terminal, e executado.

Durante o processo, nenhuma indicação de “andamento” é apresentada, — apenas o LED do Pendrive pisca sem parar, — e só no fim os resultados surgem no Terminal, de uma vez.

Os resultados exibidos no Terminal foram então copiado para o bloco de texto, — onde também se preservam resultados anteriores, — para a eventualidade de algum dia querer comparar vários casos.

1ª sessão KDE Neon — de improviso


17:40 – (21 Mai. 2016) – A primeira tentativa de carregar o KDE Neon não conseguiu ultrapassar a tela de Login.

A opção padrão — sessão Plasma Wayland — “faz que vai”, mas retorna ao Login.

Isto, sempre deixando em branco o campo da senha.

18:34 – Na segunda tentativa, em vez de “Plasma Wayland” (default), foi escolhida sessão “Plasma” (2ª opção) → senha em branco → carregou o ambiente gráfico, com o wallpaper do KDE Neon.

Vem sem nenhum programa de captura de tela, — “PrtScn” é tecla morta.

“Error while moving old database out of the way. AppStream cache update failed” no “apt-get update”

18:42 – sudo apt-get update (não pede senha).

Apesar da mensagem “Error while moving old database out of the way. AppStream cache update failed” (também registrada em Live Kubuntu 16.04), — “apt-get” instala o Synaptic.

O Synaptic exige “consertar aquivos quebrados”, para instalar Spectacle, — mas instala Shutter e Chromium-browser, sem problemas.

Configuração da tecla de atalho PrtScn para captura de tela pelo Shutter no KDE Neon

19:18 – Primeiro screenshot, — com o Relógio ainda indicando 22:18 (UTC).

19:34 – Ao tentar abrir um arquivo “.odt”, mensagem de erro do Ark (!). — Não havia LibreOffice.

19:38 – Instalação do LibreOffice Writer pelo Synaptic.

19:42 – Instalados Conky e curl pelo Synaptic. — Faltou registrar a instalação de Psensor, lm-sensors, hddtemp, fancontrol.

“sudo sensors watch” no Terminal, para conferir os sensores instalados no KDE Neon (ainda com horário UTC)

19:48 – sudo sensors detect

19:52 – sudo sensors watch

19:58 – Configurado o Fuso horário (São Paulo).

19:59 – Conky posto a rodar com as configurações copiadas do Kubuntu 16.04 (HD), apenas alterando o cabeçalho para “KDE Neon”.

Repositórios habilitados no KDE Neon Plasma Wayland

20:06 – Verificação dos repositórios do KDE Neon Plasma Wayland Developer Edition (unstable branches), no Synaptic.

As configurações do Conky ainda não estavam ajustadas para encontrar as partições.

As configurações para deixar o Conky transparente, — apenas transplantadas do Kubuntu, — não deram resultado no KDE Neon Plasma.

Às 20:33, o Psensor foi ajustado para intervalos de 1 segundo, — um exame dos prints anteriores mostrava muitas diferenças de Temperatura e uso de CPU, em relação ao Conky, — mas parece que esse ajuste ainda foi insuficiente para resolver o problema. — Há dois ajustes de tempo no Psensor, — uma no Gráfico, outra nos Sensores.

Uso da Memória RAM após fechar todos os demais aplicativos para encerrar a 1ª sessão Live USB com KDE Neon

Essa 1ª sessão Live KDE Neon, — sem planejamento, e muito mal documentada, — foi encerrada às 3:50 do dia 22.

O “shutdown” leva à tela azul clara “KDE Neon 5.6.90” (igual à que antecede o Login), e só desliga de fato com um “Enter”.

Se a opção escolhida for “Restart”, penso que esta seja a hora de retirar o Pendrive (ou DVD), — ainda que não haja mensagem neste sentido.

Deixando o Pendrive no slot, ele será ignorado, — como ocorreu na primeira tentativa, lá no início: — Foi para o Grub, aproveitei para entrar no Linux Mint, — e o Mint não assinalava o Pendrive, sequer para poder solicitar uma “retirada segura”.

Nos testes recentes, com várias distros em Live USB, o Kubuntu, — se não me engano, — também se distinguiu por não parar no final do Restart, para pedir que retire o Pendrive, — que passava a ser ignorado pela Bios, indo direto ao Grub.

2ª sessão KDE Neon Plasma em Live USB


Opções “Plasma Wayland” e “Plasma” no Login to KDE Neon Developer Edition (Unstable), em horário UTC

A 2ª sessão Live USB do KDE Neon foi carregada às 17:44 do dia 22, e já caminha para completar 120 horas.

Partindo das observações realizadas na véspera, esta 2ª sessão “Live” pôde seguir um roteiro mais objetivo e organizado, — com melhor documentação de cada passo.

17:43 - Opções: “Plasma (Wayland)” e “Plasma”.

17:44 - Tela inicial do KDE Neon

17:45 - Configurado o Fuso horário (São Paulo).

17:46 - Configurada a aparência do Relógio.

17:47 - Configurada a aparência do Terminal (Konsole).

17:48 - “apt-get” não encontra Shutter, nem Synaptic.

17:50 - “apt-get update” → “Error while moving old database out of the way. AppStream cache update failed”.

17:52 - “apt-get” instala Shutter e Synaptic.

17:54 - Configuração do atalho PrtScn → “shutter -f”.

Tela inicial do KDE Neon Developer Edition (Unstable)

17:55 - 1º print do Shutter: ~/home/pictures/Desktop 1_001.png.

18:00 - Aberto o Dolphin para montar F:\, e poder configurar o Shutter para gravar diretamente no HD, em formato JPEG, com nome automático no padrão “YYYY-MM-DD_HH-MM-SS_Kn.jpg”.

Dolphin configurado no KDE Neon

18:11 - Dolphin configurado.

18:13 - Aplicado Wallpaper.

18:16 - Colocadas na “/home” as configurações do Conky (“.conkyrc”), guardadas da sessão anterior.

18:22 - Instalação parcial do LibreOffice (PT-BR, Writer, Calc) pelo Synaptic.

18:28 - Configuração do Teclado (PT-BR + tecla de acesso ao 3º nível).

A configuração “Restaurar sessão salva manualmente” cria a opção de saída ”Salvar sessão”

18:37 - “Restaurar sessão salva manualmente”. → “Salvar sessão”. — Esse recurso do KDE agiliza bastante o trabalho, permitindo abrir automaticamente o Dolphin com várias abas, nas mesmas pastas usadas na véspera, além do Psensor e do KSysguard, — em janelas nos mesmos formatos, tamanhos e posições.

Uma alternativa é a opção “Restaurar a sessão anterior”, — que vai depender de um encerramento sempre atento e organizado, ao final de um dia cansativo.

Em sessões “Live USB”, é claro que não se trata de desligar o computador, — a menos que você crie um Pendrive com “persistência”. — Mas é útil quando se usa o recurso de “encerrar sessão” (Logout / Login), para solucionar alguma dificuldade.

Foi bastante usado, nos “testes de trabalho em Live USB” dos últimos meses, — em especial, com o Kubuntu 16.04 (beta, released). — Mas no caso do KDE Neon, após 120 horas, ainda não foi sentida qualquer necessidade de “encerrar sessão”. — Transcorre tudo na mais perfeita serenidade.

• No caso do Chromium, Firefox e LibreOffice, — cada um com suas próprias configurações de como devem se comportar ao abrir, — “Restaurar sessão” não funciona muito bem. — É preciso fechá-los antes de encerrar a sessão, — ou irão reclamar de que foram “encerrados abruptamente”.

• No caso do Psensor, é preciso desabilitar a opção “Restaurar posição e tamanho da janela”, — que na verdade, restaura o padrão original.

• O Gimp também tem suas próprias configurações, — Edit → Preferences → Tool options → Save tool options on exit / Save tool options now, — que mantêm a fonte, tamanho, cores etc., agilizando o trabalho ao reabri-lo, daí por diante.

Desabilitando “Pesquisa de arquivos” no KDE Neon

18:38 - Desabilitada a “Pesquisa de arquivos”. — Hábito adquirido há algum tempo, no Kubuntu, e reforçado ao ver o Baloo consumindo CPU.

Montagem automática de partições ao iniciar uma sessão do KDE Neon

18:40 - Montagem automática de algumas partições, — E:\, F:\, Debioso, Primoroso, — ao iniciar uma sessão. Também é uma medida prática para agilizar o trabalho, — embora o KDE Neon ainda não tenha causado nenhuma necessidade de “Encerrar sessão”.

18:41 - Logout / Login experimental, para testar as configurações de sessão. — Faltava configurar “Turn on NumLock on Plasma startup”.

18:45 - Adicionado ao Painel o widget “Show desktop”.

18:49 - Instalados conky-all, curl, psensor, lm-sensors, hddtemp, fancontrol pelo Synaptic.

18:52 - Instalado Chromium-browser + codecs-ffmpeg-extra pelo Synaptic.

18:55 - Instalados Gimp + ttf-mscorefonts-installer pelo Synaptic.

18:58 - sudo sensors detect.

Por volta das 19:00, portanto, a sessão Live USB do KDE Neon estava com a configuração praticamente completa, no essencial, — inclusive, os aplicativos necessários para o trabalho e atividades pessoais de uma semana inteira, — após uma “interrupção” de apenas 1h20min, entre o final da tarde e o início da noite de Domingo.

• Intervalo para colocar em dia a comunicação na web.

Ajuste do intervalo de tempo do Psensor para 1 segundo

20:02 - Ajuste do intervalo de tempo na aba “Gráfico” do Psensor, de 2 para 1 segundo. — Até então, registravam-se discrepâncias gritantes em relação às Temperaturas de Core0 e Core1 indicadas pelo Conky. — É necessário outro ajuste de 2 para 1 segundo, também na aba “Sensores”.

— … • … —

Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


sábado, 23 de abril de 2016

Live Kubuntu 16.04 release 16-04-20 23h06

Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerux lançado em 21 Abr. 2016 terá suporte de três (3) anos, até 2019

Este “teste de trabalho em Live USB” com o Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus, — lançado oficialmente no dia 21 Abr. 2016, — começou às 12:26 do dia 22 e completou 36 horas de duração, sem nenhum problema relevante.

  • Summary — Kubuntu 16.04 worked with no system problem or app-crash, running in a continuous Live USB session about 36 hours, using Chromium, LibreOffice, Dolphin, Psensor, KSysguard, Spectacle, Gwenview, KInfocenter, Konsole, Synaptic, Discover, pyRenamer, Gimp. —//— Discover did not discover things like Chromium, Gimp, Psensor, ttf-mscorefonts-installer, Synaptic, pyRenamer, so I had to install them using “apt-get install” (but Discover did find some of them, in 4 previous sessions with Beta / Beta2, last 4 weeks). —//— An error “while moving old database out of the way”, with “apt-get update”: “AppStream cache update failed”. (But did not fail yesterday morning, in a brief 4-hours Live session, with this same ISO/Pendrive). However, no problem to “apt-get install” Chromium, Gimp, Psensor, ttf-mscorefonts-installer, Synaptic, pyRenamer after this error, and they all are working fine.

Uso da memória com 6 abas do Facebook no Chromium

Não houve nenhum “crash”, nenhum aplicativo ou janela travou, nem fechou “inesperadamente”, e até o momento não se registrou nenhum “erro” do KDE.

Transcorreu tudo na mais perfeita normalidade, — tão rápido e produtivo quanto o Kubuntu 14.04 (HD), — tal como no 4º teste com a versão beta.

Discover (plasma-discover) não descobriu nada, — ao contrário dos 4 testes Xenial beta/beta2 nos últimos 30 dias

A única exceção significativa foi o “Discover”, — que desta vez não conseguiu “descobrir” nada de útil, — e foi abandonado em favor do “apt-get update / apt-get install”.

Redução do widget “Install Kubuntu 16.04 LTS”, ao aplicar outro tema

De menor relevância, apenas 2 registros:

1) Aplicar Desktop Theme “Air” continua causando redução de tamanho do widget “Install Kubuntu 16.04 LTS”, — desde o 1º teste de trabalho, ainda com o beta inicial, há 4 semanas. — Já existe registro desse bug, faz algum tempo.

Falha ao atualizar o banco de dados (local) com informações dos repositórios, por “apt-get update”, à tarde

2) Às 12:56 de ontem, o comando “apt-get update” não pôde atualizar a base de dados local:

** (appstreamcli:3902): CRITICAL **: Error while moving old database out of the way.
AppStream cache update failed.
Reading package lists... Done.

Gimp aberto das 11:30 às 22:52 do 2º dia da sessão Live USB para editar 14 PrintScreen

Porém, isso não impediu de encontrar e instalar, com sucesso, Chromium, Gimp, Psensor, ttf-mscorefonts-installer, Synaptic e pyRenamer, — todos funcionando bem até hoje (23).

  • Chromium, LibreOffice, Dolphin, Psensor, KSysguard estão abertos, configurados e em uso constante desde ontem (22).

  • Spectacle, Gwenview, KInfocenter, Konsole, Synaptic e Discover já foram abertos e usados dúzias de vezes.

  • Hoje (23), foram utilizados: — o pyRenamer, para renomear os primeiros prints com hora UTC; — e o Gimp, para editar 14 imagens.

O mais provável é que ainda não houvesse atualizações relevantes para o funcionamento desses aplicativos, — e o “apt-get” trabalhou com os dados anteriores, sem problemas.

Sucesso em atualizar o banco de dados (local) com informações dos repositórios, por “apt-get update”, pela manhã

Antes desta sessão Live USB, — iniciada ontem às 12:26, — houve outra sessão, de poucas horas, das 8:31 às 12:23, em que o “Discover” também não conseguiu “descobrir” nada de útil.

Porém, naquela primeira sessão o “apt-get update” não acusou nenhum erro.

Ao surgir a licença MS no Konsole, tecle “Tab” para marcar “Ok”, senão você dá “Enter” sem sair do lugar

A decisão de reiniciar o computador, — começar outra sessão Live USB, — tinha a expectativa de que, assim, talvez o “Discover” voltasse a encontrar Gimp, Synaptic, Psensor etc., como nos 4 testes anteriores.

Vã esperança.

Download e instalação do Chromium, — “chromium-browser”

Em resumo, o caminho foi este:

  • sudo apt-get update
  • sudo apt-get install chromium-browser
  • sudo apt-get install gimp
  • sudo apt-get install psensor
  • sudo apt-get install ttf-mscorefonts-installer
  • sudo apt-get install synaptic
  • sudo apt-get install pyrenamer

Pode-se enfileirar tudo isso numa linha só, — mas a opção foi executar 1 comando de cada vez, para registrar o download (Network history) e a instalação (CPU history), item por item.

Clique com o botão direito do mouse na área do Konsole para configurar Perfil → Aparência

Como os PrintScreen da 1ª sessão Live, — com letrinhas brancas miúdas sobre fundo preto, — ficaram muito difíceis de ler, foi alterado o perfil do Konsole ao iniciar a 2ª sessão Live.

Apertem os cintos, vamos acelerar


O Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus lançado oficialmente no dia 21 Abr. 2016 terá suporte de três (3) anos, — até Abril de 2019, — portanto, terminará junto com o suporte ao também “LTS” Kubuntu 14.04 Trusty Tahr, que é de cinco (5) anos.

Esse recuo na duração do “Suporte de longa duração” (LTS = Long Term Service), — que inicialmente era de 3 anos, e se havia ampliado para 5, — parte do Ubuntu, reflete-se em todos os “sabores”, — Xubuntu, Ubuntu Studio, Ubuntu Kylin, Ubuntu GNOME, Mythbuntu, Lubuntu, Kubuntu, Ubuntu MATE, — e afetará “derivados” como o Linux Mint 18, previsto para daqui a cerca de 2 meses.

A melhor aposta é a Canonical estar prevendo que as coisas vão se acelerar muito, nesses 3 anos.

Vai se acelerar a expansão do “Snappy”, — com migração de inúmeros aplicativos “.Deb”, — com a expansão do “Ubuntu Core”, e a expansão dos negócios em todas as direções.

E dentro de 3 anos poderá não fazer sentido, continuar investindo na manutenção de um release que terá sido apenas o início de enormes e rápidas transformações.

Renomeando fotos do Nokia Lumia (WindowsPhone) com o pyRenamer para enfileirar com os PrintScreen

Histórico da sessão


A imagem ISO utilizada foi:

  • kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso 20-Apr-2016 23:06  1.4G  Desktop image for 64-bit PC (AMD64) computers (standard download)

que em 23 Abr., às 21:23, ainda permanece a mesma, na página:


utilizando o kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso.torrent 21-Apr-2016 09:23.

O torrent foi feito pelo “Transmission”, no Linux Mint 17.03, onde também foi gerado o Pendrive por comando “dd”:

  • flavio@linux2:~$ sudo dd if=/home/flavio/Downloads/Linux/kubuntu-16.04-desktop-amd64.iso of=/dev/sdc bs=8M
  • [sudo] password for flavio: 
  • 181+1 registros de entrada
  • 181+1 registros de saída
  • 1520762880 bytes (1,5 GB) copiados, 187,195 s, 8,1 MB/s
  • flavio@linux2:~$ 

Renomeando os prints iniciais para o Fuso horário de Brasília, com o pyRenamer

A primeira sessão Live USB foi iniciada em 22 Abr. 2016, às 8:31, e encerrada às 12:23.

A atual sessão em Live USB foi iniciada em 22 Abr. 2016, às 12:26, e terminará à 0:25 do dia 24, após 36 horas.

Dolphin configurado para facilitar o trabalho

Gimp configurado com a fonte Verdana, cor verde e apenas 2 “janelas” de ferramentas, para agilizar

That’s all, Folks!

Uso da Memória ao fechar os demais aplicativos para encerrar a sessão

P.S.: Uso da Memória ao fechar os demais aplicativos, para encerrar a sessão.

_______
Este relato foi publicado inicialmente às 13:50 (23 Abr. 2016), com 1 foto e alguns parágrafos; e desenvolvido até 16h00 (4 fotos, 21 parágrafos), quando começou a ser divulgado.
• O relato foi concluído à 0:20 de 24 Abr. 2016, com as 14 imagens editadas no Gimp.
• A sessão Live USB foi encerrada por volta de 0:25, após 36 horas de funcionamento praticamente perfeito.
• Relato reaberto no Kubuntu 14.04 (HD) à 1:25 para o Post Scriptum, com a 15ª imagem.

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Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


sábado, 9 de abril de 2016

Kubuntu Xenial beta2: Discover e Spectacle

Uso da CPU pela animação inicial do Discover (“Muon”), com pequenos pulsos de uso da rede

O objetivo principal deste terceiro “teste de trabalho em Live USB” com o Kubuntu 16.04 Xenial beta2 LTS era investigar o funcionamento do Discover, — além de continuar explorando e aprendendo sobre o Xenial Xerus, que cedo ou tarde substituirá o sistema “principal” do computador (ainda Kubuntu 14.04 LTS). — Tudo isso, sem prejudicar as atividades cotidianas, pessoais e de trabalho.

A sessão Live USB foi iniciada às 13:09 de 9 Abr. 2016, — usando a daily build xenial-desktop-amd64.iso de 08-Apr-2016 05:38, baixada e gravada na véspera em Pendrive, por comando “dd”, — e prosseguiu até 2:30 de 12 Abr. 2016, totalizando 61h20min.

Gráfico da instalação do Synaptic pelo Discover

Descobrir o Discover


O Discover foi aberto às 13:34, — logo após as configurações mínimas de Fuso horário, Relógio, Spectacle (PrtScn), Teclado, Dolphin, Wallpaper, — e já com o Monitor do sistema (KSysguard) pronto para registrar o uso da CPU e da conexão (Network history).

Gráfico da instalação do Shutter pelo Discover

Apesar do Synaptic ficar disponível desde esse momento, vários softwares foram instalados pelo Discover, — sempre com esse monitoramento do uso da CPU e da Rede, — tanto nesse momento inicial, como depois, ao longo da sessão.

Gráfico da instalação do Gimp pelo Discover

Entre 13:34 ~ 13:46, foram instalados pelo Discover: Synaptic, Shutter, Gimp, KRuler, Psensor, Chromium (Relógio ainda marcando horário de Loncres). — No dia 9, às 22:39: Xsane. — E no dia 11, às 14:38: Qlix.

Gráfico (1) da instalação do Chromium pelo Discover

Gráfico (2) da instalação do Chromium pelo Discover

Afora isso, o Discover foi aberto várias outras vezes, — inclusive após ser removido e reinstalado, — sem nenhuma falha até o final da sessão.

Discover → Advanced → Configure software sources → Software restricted

Também foi o Discover que possibilitou marcar os repositórios “restricted” (“non-free”), — opção não encontrada no Synaptic, — para instalar ttf-mscorefonts.

Esse foco sobre o Discover foi motivado pelos problemas, — e dúvidas sem resposta, — na “Falha prévia” do segundo teste de trabalho em Live Kubuntu 16.04 Xenial beta LTS.

Outras épocas


Já faz alguns anos que procuro escapar do “Descobridor do Muon”, — tão logo ele apareça pela frente, — pelos motivos explicados ao escrever sobre o Synaptic.

Em resumo, o “Descobridor do Muon” não conseguia “descobrir” o Synaptic (por exemplo), e o jeito era instalar o “Gerenciador de pacotes do Muon” para, — só então, — conseguir instalar o Synaptic, e escapar de ambos.

Uso de CPU pela animação inicial do Discover, — leva até 1 minuto para conseguir digitar na busca, e parar

Acontece que isso foi em outra época, — o “Descobridor” era simples, leve, — e não causava nenhum mal.

Porém, nos últimos meses, 2 coisas, — pelo menos, — mudaram esse quadro:

1) Agora, o Discover encontra o Synaptic
2) Agora, o Discover exibe uma “animação” digna dos piores momentos da “febre dos sites em Flash”, — ocupa 50% da CPU, retardando em 1 minuto (ou mais), a resposta a qualquer clique, — e essa triste “animação” recomeça a todo momento, pois voltar ao início é quase a opção-padrão, dentro dele.

Muon ou Plasma


Em busca de mais informações, — para entender melhor, quem sabe, — desenhou-se o seguinte panorama:

O “Discover” do KDE Plasma não é mais “Muon”, — sem mantenedor há algum tempo, ou sem mantenedor com disponibilidade para acompanhar a evolução do KDE Plasma (ao que se diz aqui e ali), — obrigando a equipe do KDE a desenvolver uma alternativa.

Discover atende por “Muon”, no Menu, mas é o “plasma-discover”, — e não o “muon-discover”

Você abre o Menu, digita “Muon”, aparece o “Discover”, — mas não é o “muon-discover” que está instalado, — o que existe no Kubuntu 16.04 Xenial é o “plasma-discover”.

Ao procurar pela série Muon, no Synaptic, encontram-se pacotes transicionais para os equivalentes Plasma

E se você quiser voltar ao antigo “muon-discover”, não adianta procurar nos repositórios, — pois o que se encontra lá, com este nome, é um pacote de transição (“transitional package”), que leva… ao “plasma-discover”.

Instalar “muon” + “libmuon” permite voltar ao Muon Package Manager, eliminando os substitutos “plasma”

No entanto, pode-se voltar ao Muon Package Manager, — basta instalar simultaneamente “muon” + “libmuon”, — evidentemente usando outra ferramenta, pois o “plasma-discover” será necessariamente removido no processo.

Muon Package Manager instalado em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (não foi testado)

O Muon Package Manager foi instalado, mas não chegou a ser testado. Ao tentar fechá-lo (para fazer outras coisas), não houve jeito, nem mesmo pela Tabela de processos do Monitor do sistema (KSysguard). No entanto, o restante do sistema e demais aplicativos continuaram normais.

Para evitar um longo aprendizado fora dos objetivos imediatos, foi feito Log out / Log in, após fechar tudo mais, e em seguida desinstalado o Muon Package Manager, pela reinstalação do “plasma-discover” e “plasma-discover-updater”, — que automaticamente incluem os pacotes transicionais “muon-discover”, “muon-notifier” e “muon-updater”.

Qlix, instalado pelo Discover no dia 11: única solução encontrada para acessar o Nokia Lumia por cabo USB

No dia seguinte (11), o Discover (plasma-discover), reinstalado desse modo, foi utilizado para instalar o Qlix, com sucesso.

WindowsPhone, Digital Sony e Scanner via cabo USB


Qlix foi a única solução encontrada para acessar fotos (e demais arquivos) do WindowsPhone Nokia Lumia durante a sessão Live USB do Kubuntu 16.04 Xenial beta2.

No Kubuntu 14.04 LTS (HD), a conexão USB com o Nokia Lumia tem funcionado há bastante tempo, mas não há registro de “dificuldades” (nem de uma eventual “solução”).

Os registros encontrados são bem mais recentes, — datam da instalação do Linux Mint 17.3 Cinnamon, em Jan. 2016, — porém todas as soluções tentadas no Linux Mint, também não resultaram agora, no Kubuntu 16.04 Xenial em Live USB.

Essas tentativas incluíram: — mtp-tools, obexfs, obextool, gphoto2, gphotofs, gmtp, jmtpfs, mtpfs, gthumb, gnokii, — instalados (e ao final desinstalados) pelo Synaptic, uma vez que o Discover só encontrou obextool, gmtp, gthumb. É possível que tenha faltado alguma ferramenta, instalada para complementar outros programas (Dolphin, Konqueror, Krusader, Gwenview…) no Kubuntu 14.04, talvez até antes de ter Nokia Lumia.

Reconhecimento imediato da câmera digital Sony DSC-H2 conectada por cabo USB

Já a conexão com a câmera digital Sony DSC-H2 por cabo USB não apresentou dificuldade alguma, — bastou plugar e ligar, para ser reconhecida e exibida nos “locais” e nas “pastas” do Dolphin.

Teste do scanner com Xsane instalado pelo Discover desde o início da sessão Live USB Kubuntu 16.04 Xenia beta2

Foi feito também o teste do scanner USB, — com o Xsane instalado pelo Discover.

De quebra


Foi constatado que lm-sensors, hddtemp e fancontrol não são indispensáveis para o Psensor, — que trabalhou perfeitamente, desde a instalação pelo Discover, sem nenhum crash.

Aliás, não houve crash neste terceiro teste de trabalho em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial beta2, — exceto um fechamento súbito do Dolphin (às 13:19 do dia 10), ao clicar com o botão direito do mouse em uma imagem TIFF, — sem perda de configuração, ao reabrir em seguida.

Isso, apesar de inúmeras mensagens de “Low disk space”, ao longo de todo o terceiro dia (11), a partir das 13:17. — Ou, melhor, uma notificação permanente no Painel, com alertas frequentes na área de trabalho.

Avisos de pouco espaço em “disco” (/home) ao longo do terceiro dia da sessão Live USB Kubuntu Xenial beta2

Esse aviso não se refere à “Memória”, em si, — houve só um momento em que chegou a ser usado 1,6 GiB dos 8,3 GiB Swap, caindo depois para 1,1 GiB, — mas ao “espaço” atribuído à “/home”. A certa altura, restavam menos de 160 MiB de “espaço” na “/home”. Esvaziar a Lixeira elevou o “espaço” restante para 190 MiB, o que ainda foi considerado muito pouco: — apenas 9% do “espaço” total atribuído a essa partição virtual.

Salvo melhor hipótese, isso talvez possa ser atribuído ao grande número de pacotes instalados ao longo da sessão Live USB Kubuntu Xenial beta2, — Gimp, Synaptic, Shutter, Kruler, Psensor, Chromium, fonts-arkpandora, ttf-mscorefonts-installer, muon + libmuon, pyRenamer, Xsane, mtp-tools, obexfs, obextool, gphoto2, gphotofs, gmtp, jmtpfs, mtpfs, gthumb, gnokii, Qlix, — mas a simples desinstalação de muitos desses pacotes (no dia 11) não voltou a aliviar a “/home”.

Apesar da notificação permanente e dos avisos frequentes, nenhum programa foi fechado ou poupado, para aliviar, — foram mantidos abertos (e usados o tempo todo): Chromium, Dolphin, Gimp, LibreOffice, System Monitor (KSysguard), Psensor, Gwenview, — e o trabalho prosseguiu sem nenhuma lentidão ou falha, por mais 15 horas.

Configuração de Pasta e Nome automático para salvar capturas de tela do Spectacle

Spectacle


A intenção inicial era utilizar o Shutter, — instalado logo no começo da sessão Live USB, — para a Captura de tela pela tecla PrtScn, salvando as imagens numa pasta específica, com nome automático no padrão YYYY-MM-DD_HH-MM-SS_Kxb2.png.

Porém, logo ficou claro que, no Kubuntu 16.04 Xenial Xerus, a atribuição da tecla PrtScn exige mais do que um simples “shutter -f”, — como acontece no Kubuntu 14.04 e no Linux Mint 17.3 Cinnamon.

Entre fazer um curso de KDE 5, — ou procurar outra solução mais imediata, — foi mais prático examinar melhor o Spectacle, e observar bem os atalhos existentes.

O Spectacle tem, sim, o recurso de salvar as imagens automaticamente, — apenas, fica escondida no atalho “Shift-Print”.

Bastou trocar esse atalho com o “Print”, — que, por padrão, apenas “chama” o Spectacle, exigindo uma opção e um “Salvar & sair”, — o que se torna muito chato, bem antes de chegar à 285ª captura de tela.

E o “Shift-Print” ficou para “apenas chamar” o Spectacle, — opção interessante para capturar Menus, por exemplo: — Você estabelece um “Delay” de 5 ou 15 segundos, clica em “Take new screenshot”, e tem tempo de sobra para abrir o menu e chegar ao sub-sub-menu que deseja documentar.

“Meta-Print” permaneceu atribuído a capturar e salvar automaticamente a janela ativa, — coisa pouco habitual, até o momento.


pyRenamer


Mais uma vez, pyRenamer foi fundamental para enfileirar, — na ordem correta, — as primeiras capturas de tela, feitas até o momento em que o Fuso horário “pegou”.

Corrigindo os nomes dos primeiros screenshots pelo pyRenamer

Pelo formato de nome automático, bastou substituir o horário de Londres, — “_16-” pelo horário oficial do Brasil, — “_13-” nos primeiros screenshots.

O pyRenamer foi instalado através do Synaptic (embora encontrado também pelo Discover), assim como ttf-mscorefonts-installer, e também a substituição do “plasma-discover” pelo Muon Package Manager, e posterior des-substituição.

•• Falha prévia (II)


Também desta vez houve uma sessão prévia, — iniciada às 18:57 do dia 8 Abr. 2016, e abortada às 12:54 do dia 9, — falhada por 2 erros claramente humanos:

  • Tentativa de atribuir a tecla PrtScn ao Shutter. — Não funcionou, e não foi possível restabelecer a atribuição da tecla ao Spectacle, por não haver documentado a configuração original.

  • Erro na escolha do layout de Teclado (PT-PT!). — A causa do problema só foi “descoberta” depois de encerrada a sessão, examinando retroativamente as Capturas de tela.

•• Falha intermediária


Talvez fosse correto numerar esta “Falha prévia” como (III), uma vez que no primeiro teste de trabalho em Live Kubuntu Xenial (beta), também houve uma “sessão falhada”.

Porém, aquele primeiro teste de trabalho em Live Kubuntu Xenial (beta), não foi feito em sessão única, — mas, sim, em 3 sessões Live USB (3 dias consecutivos), — e a “falha” ocorreu na sessão intermediária.

Foi um primeiro “bate-cabeça” com o “Discover” (plasma), — e com o Ubuntu Software Center, — possivelmente também causado por falha humana.

Ponto provável de falha: — Talvez tenha clicado em algo que não o (esperado) “atualizar informações dos repositórios”? Em vez disso, teria clicado numa “atualização geral”? Vai saber! Não ficaram registros tão detalhados, que permitam certeza imediata, nem compensa obcecar-se numa investigação detalhista, e talvez inconclusiva.

As primeiras hipóteses eram muito vagas, em campos demasiadamente amplos, — inclusive “memória”, — e a providência imediata foi aprender mais sobre isso.

Só então (e por esse motivo), começou a boa prática de monitorar a “memória” (e o resto), —inicialmente pelo KInfocenter, pelo KSysguard, — depois também pelo Psensor.

Aliás, sem o Psensor, não arriscaria sessões de 30 ou 60 horas, sem primeiro substituir o cooler original pelo adquirido em Nov. 2015. E, mesmo assim, ainda teria dúvida em arriscar, “no escuro”. — “Ver” a real situação é o que transmite segurança.

No segundo teste de trabalho Live Kubuntu Xenial (beta2), voltou a ocorrer “bate-cabeça” com o “Discover” (plasma), mas, — sem documentar as Capturas de tela com o monitoramento pelo KSysguard, — persistiram dúvidas sobre o processo e o momento exato da instalação dos pacotes.

Fato é que o “plasma-discover” não “complica” a vida do “usuário comum” com indicações claras de que a instalação de pacotes tenha, de fato, terminado. Durante algum tempo, há indicações mais ou menos visíveis do andamento do processo. Depois, cessam, — é preciso passar o “mouse over” para ter alguma noção das fases de “download”, em seguida “instalando”, e por fim “Remover” (suposta indicação de “instalação concluída”). — E para casa uma dessas fases, é necessário retirar o “mouse over” e voltar, várias vezes, para ver se a situação já mudou.

Só neste terceiro teste de trabalho Live Kubuntu Xenial (beta2), finalmente, foi feito um acompanhamento mais exato, — pelo KSysguard, — dos processos de download e instalação de cada pacote.

Nada 100% “conclusivo”, — ao ponto de compreender a causa exata de cada falha anterior, — mas apenas o suficiente para afastar a maioria das dúvidas mais paranóicas, e para concluir que o “plasma-discover” pode ser usado. — Embora sem a menor intenção de usá-lo, exceto como ferramenta para instalar o Synaptic, o quanto antes, e nunca mais.

•• Conclusões


As únicas “falhas” realmente relevantes, nesses 3 testes de trabalho em Live USB Kubuntu Xenial (beta, beta2), foram, — ou podem ter sido, — de origem humana.

No entanto, — do ponto de vista de “segurança (para um leigo) em dispor de um sistema produtivo”, — a experiência desperta cautela quanto a outros aspectos, escaldados em sucessivas “migrações”, nos últimos 30 anos: — Apple OS → CP/M → MS-DOS → DR-DOS/Windows → Kurumin → Kubuntu, — passando pelo desaparecimento / perda de rumo de alguns softwares (Xerox Ventura Publisher, dBase), que em alguns casos ocasionaram perda total de trabalho acumulado (acervo digital), em outros casos exigiram horas excessivas para migração / conversão de arquivos, busca de alternativas (nem sempre satisfatórias), novo aprendizado (perda de produtividade) etc.

O “sistema principal”, — Kubuntu 14.04 LTS, — está operacional, satisfatório, plenamente produtivo, com um conjunto de aplicativos suportados em seus repositórios, e com as configurações acumuladas na “/home” ao longo de 4 anos. É o que comanda o backup diário, baixa as fotos do celular etc., — entre outras coisas, ainda não obtidas no “sistema alternativo” (Linux Mint 17.3 Cinnamon).

Isto sugere:

a) Instalar o novo Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerux, — sem urgência desatada, — inicialmente como “sistema alternativo”, até instalar e configurar todos os aplicativos necessários ao trabalho regular, conferir que ainda sejam os mesmos, ou, — se forem “substitutos”, — certificar que atendam às necessidades, aprender a usá-los etc.

b) Após Kubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus tornar-se o “sistema principal”, rever o uso do “sistema alternativo”, — não mais como “teste” de outras distros (Debian, Linux Mint), — mas para acompanhamento ativo  de novas versões intermediárias do próprio Kubuntu (16.10, 17.04, 17.10), pois fica evidente a inconveniência da longa acomodação a um LTS, seguida de súbita migração para outro LTS muito diferente.

Várias das “dificuldades” e estranhamentos experimentados agora, — num salto súbito do KDE 4.13.2 para 5.5.4, — já se teriam dissipado numa vivência sequencial do Kubuntu 14.10, 15.04, 15.10.

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Esta postagem foi inicialmente publicada às 23:58 de 9 Abr. 2016, com 1 imagem e alguns parágrafos, e desenvolvida até 1:15 de 12 Abr. 2016, com 17 imagens.
A sessão Live USB Kubuntu 16.04 Xenial beta2 (Daily Build 08-Apr-2016 05:38) foi carregada em 9 Abr. 2016, às 13:09, e prosseguiu até 2:30 de 12 Abr. 2016, totalizando 61h20min.
•• Reaberto em 16 Abr. 2016 para acréscimo dos tópicos “Falha prévia (II)” + “Falha intermediária” + “Conclusões”.

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Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”