domingo, 25 de agosto de 2019

Teste de velocidade de banda larga "200 megas"

Teste de velocidade da banda larga pelo Simet (NIC-BR), contra um servidor perto de casa

Medir a velocidade da conexão à internet nunca foi tão fundamental, quanto no momento em que precisava decidir — entre os “10 megas” firmes e comprovados de uma operadora que já conheço há mais de 10 anos, por R$ 90,00, — e os “200 megas” de uma operadora que ainda não conheço, com uma nova tecnologia, por R$ 99,90 (sem venda casada de TV, telefone, nada).

Tinha 7 dias de “experiência”, para medir a velocidade em diferentes dias e horários, — e observar o comportamento da nova conexão, — com direito a desistir.

De início, os resultados foram inconsistentes, de um site de teste para outro, — bem como de uma tarefa para outra, no dia a dia. — Além disso, minha placa de rede (onboard) ainda estava limitando a velocidade a “100 megas”.

Apenas pude concluir que, sim, o ganho de velocidade e a confiabilidade eram suficientes para justificar o risco (fidelização por 1 ano, ou multa).

O contrato antigo ficou suspenso, por mais algumas semanas, — por via das dúvidas,— até cancelar de vez.

Fiz poucos registros, naqueles primeiros dias. — A maior parte das observações a seguir foram feitas depois, com calma.

Índice


  • Megas, MB/s, MiB/s
  • Além do provedor
  • Placa de 1 Gigabit/s
  • Download de atualizações
  • Download de imagens ISO
  • Sites de teste
  • speedtest-cli
  • Antiga operadora
  • Nova operadora
  • Circunstâncias especiais

Megas, MB/s, MiB/s


Correspondência aproximada entre “megas” (site de teste) e “MiB/s” (Conky)

Antes de mais nada, vale lembrar que os “megas” de velocidade oferecidos pelas operadoras significam “Megabits por segundo” — Mbit/s, — Mbps, — ou Mb/s.

Conversão de Megabit em Megabyte e Mebibyte

Você precisa dividi-los por 8, para converter em “Megabytes por segundo” (MB/s), — ou por 8 mais alguma fração, para converter em “Mebibytes por segundo” (MiB/s).

  10 “megas”    10 Mbit/s     1,25 MB/s     1,19 MiB/s     na prática:  1,31 MiB/s
 100 “megas”   100 Mbit/s    12,5  MB/s    11,92 MiB/s
 200 “megas”   200 Mbit/s    25,0  MB/s    23,84 MiB/s     na prática: 26,1  MiB/s

Na prática, a conexão de “10 megas” chegava a 1,31 MiB/s, — e a de “200 megas” costuma esbarrar em 26,1 MiB/s.

Imagino que esses 10% a mais podem ser uma estratégia para afastar o risco de cair abaixo da margem admitida pela legislação.

Além do provedor


Limitação da velha placa onboard, ao avaliar a velocidade pelo EAQ, linkado no site da Oi

Depois de uns 10 anos, a conexão de “10 megas” já tinha virado coisa banal, — em um mundo mil anos à frente, — e não se notavam limitações.

Com a conexão de “200 megas”, evidenciaram-se outros limites, — a começar pelo meu próprio hardware.

Em um teste improvisado, durante a instalação, o download ficou em “100 megas”. — O técnico sugeriu que poderia ser devido à placa de rede; — e de fato, o Manual confirmou que a rede onboard era de “10 / 100 Mbps”.

Observe que a velocidade de upload não era afetada, por estar dentro do limite de “100 megas”.

Oscilações na velocidade de download desde a Holanda

Mas mesmo reduzida a “100 megas”, a velocidade real de download ainda esbarrou em limites externos, — caso de alguns repositórios nos Estados Unidos (Debian Security); ou na Holanda (Slackware, NLUUG), por exemplo. — A velocidade do ftp.br.debian.org também ficou abaixo da de outros repositórios.

Tempos atrás, esse foi um dos motivos pelos quais deixei de lado o ROSA Linux, cujos repositórios apresentavam demoras intermináveis e lentidão exasperante, tanto a partir da Europa, quanto a partir do espelho (mirror) no Equador (Cedia), aqui perto.

Ponto a favor de distros com espelhos (mirrors) no Brasil; e em especial na UFPR (C3SL), que também se beneficia da velocidade no “tronco” Brasília-SP-Curitiba.

Ao longo dos anos, tenho visto indicações de espelhos (mirrors) com a mesma velocidade, em Campinas (Unicamp), São Paulo, Rio de Janeiro, — e mais recentemente, em Manaus (UFAM), que ainda não testei.

Por lei, a operadora tem de garantir a velocidade prometida, em relação ao PTT / IX mais próximo

Até a semana passada, imaginava que velocidades menores de download desde os Estados Unidos, Europa, Japão, Austrália etc. se devessem a algum conjunto de circunstâncias banais, como servidores de menor capacidade, rotas indiretas, baixa prioridade, figa, pé de coelho y otras cositas más.

Pesquisando agora, para tentar entender melhor, me deparei com os PTT / IX, — Pontos de Troca de Tráfego, aos quais se ligam (diretamente) grandes corporações, como Google, Youtube, Facebook, Netflix, — mas não, necessariamente, outros milhões de sites do mundo inteiro.

A operadora se compromete a oferecer aquela velocidade até o PTT / IX mais próximo (virtual) de sua casa, — o que é ótimo, para acessar serviços das grandes corporações, — mas para outros milhões de sites, você tem apenas um bom “ponto de partida”.

O resto, é com a rede mundial.

Na prática, portanto, a velocidade “final” é muito relativa. — Ou, $eletiva.

Alerta de um site de testes governamental da Holanda

Enfim, internet.nl, — um site de teste abrangentes, do governo da Holanda, — detectou que meu novo provedor não fornece um endereço IPv6 “válido”, ou não o configura corretamente.

MySpeedMeter.net parece confirmar o IPv6, pelo menos superficialmente

Nenhum dos outros sites de teste reclamou, — e vários parecem confirmar que tenho um IPv6 para chamar de meu, — mesmo que não seja 100% católico.

No MySpeedMeter.net (acima), ignore a diferença de velocidade entre IPv4 e IPv6. — Minutos depois, deu velocidades quase iguais.

As primeiras pesquisas por “Oi Fibra IPv6” apresentaram várias postagens de usuários ensinando receitas para ativar IPv6 (ou algo assim), conforme o Modem seja do modelo X ou Y. — Acho que, no meu caso, isso já está feito. — A dúvida, é se o IPv6 é “válido” ou não.

Algumas leituras superficiais dão a entender que os provedores brasileiros estão empurrando com a barriga essa modernização.

Placa de 1 Gigabit/s


Placa básica para testar a conexão de “200 megas” da Oi Fibra

Em 15 de Agosto, instalei uma placa de rede TP-Link TG-3468 Gigabit PCI Express “10 / 100 / 1000 Mbps”, — com uma etiqueta adesiva “Standard & Low Profile” no canto superior direito da embalagem. — Preço bem básico.

Instalação e fixação da placa de Rede de 1 Gigabit; e realocação do cabo

Bastou retirar a primeira chapinha do alto, no painel traseiro, na altura do slot PCIex; — inserir o pente da placa Gigabit no slot; — e fixar o encaixe no local da chapinha retirada, com um parafuso que já estava por ali, para isso mesmo.

Faça isso com o computador desligado da tomada etc. — As fotos são posteriores.

Por fim, realocar o cabo de Rede, — do conector antigo (acima do Áudio), — para o novo, logo abaixo (LED verde).

Ignorei o mini-CD que veio na embalagem. — Acessei a BIOS Setup (DEL durante o Boot), mas não vi nada para alterar, — exceto desativar a rede onboard (mas nem isso fiz).

Logo em seguida, comecei a carregar as 12 distros instaladas (dualboot), uma por uma, — e não precisei configurar nada (exceto no openSUSE), — afora ajustar um parâmetro no Conky, para exibir a nova rede.

O foco “prático” das observações foram os repositórios das distribuições Linux, — várias delas “rolling-release”, com atualizações frequentes e maciças, — e mais tarde, testei o download de algumas imagens ISO, a partir de vários espelhos (mirror).

Nada posso falar sobre Netflix, jogos online etc.

Também não foquei muito na velocidade de upload, — que tem sido de 8,3% a 9,3% da velocidade de download, — pois não costumo subir vídeos.

Download de atualizações


Arch Linux com a conexão automaticamente configurada na nova placa de Rede

No Arch Linux, o comando # pacman -Syyu recarregou de imediato as informações dos repositórios, — com um pico de 21,1 MiB/s, no caso do Community, — indício de que a conexão pela placa Gigabit já tinha sido automaticamente configurada.

O Conky não mostrava nada, pois estava monitorando “enp1s0”. — O comando # ifconfig mostrou que, agora, a Rede estava em “enp2s0”. — Bastou substituir esse parâmetro, na configuração do Conky, para ele voltar a exibir o tráfego.

Velocidades de download na primeira atualização do Arch com “200 megas”

O download de apenas 16 pacotes foi tão rápido, que o gráfico do Conky mostra uma pirâmide extra-fina, quase um traço vertical, — e o pacman ficou tão entusiasmado, que indicou velocidades individuais de até 33 MiB/s. — Ok, a gente perdoa.

Velocidades de download de uma atualização do Arch Linux

Dias depois, uma atualização de 162 pacotes permitiu calcular uma média de 684 MiB / 76 segundos = 9,0 MiB/s:

       Final: uptime 17’31’’ - 90’’ = 16’01’’
      Início: uptime 15”11’’ - 26’’ = 14’45’’
   Diferença:                          1’16’’

Lista de espelhos do Arch gerada pelo Pacman Mirrorlist Generator, em 2018

Isso não acontece por acaso.

O arquivo /etc/pacman.d/mirrorlist original, gerado pelo reflector durante a instalação do Arch (by Revenge), habilitava 50 espelhos (mirrors), — todos de fora do Brasil!, — e vez por outra, resultava em velocidades da época do modem discado, ao baixar atualizações.

Quase 1 ano depois, substituí por uma lista só com espelhos (mirrors) do Brasil, — gerada pelo Pacman Mirrorlist Generator, — e com apenas 1 espelho habilitado.

Baixa velocidade de download das atualizações do openSUSE

Há uns 2 anos, eu tinha substituído o Wicked pelo Network Manager, — como solução tosca para os longos tempos de Boot do openSUSE, — e nem lembrava mais.

Mesmo com a antiga conexão de “10 megas”, era evidente um desempenho inferior ao das outras distros, ao baixar atualizações, — mas atribuí a diferença ao fato de usar repositórios da Europa.

Agora, ao testar a nova conexão, as velocidades de download não passaram de 4,05 MiB/s, — mesmo do servidor mais “próximo” de casa, — deixando óbvio que algo estava errado.

Conexão do openSUSE normalizada 8 dias mais tarde, ao voltar para o Wicked

Só 8 dias mais tarde, o problema foi solucionado, — de volta ao Wicked.

Com isso, a conexão realmente se tornou “200 megas”, no openSUSE, — mas isso teve pouco efeito no download das atualizações.

Velocidades de download de 436 pacotes em uma atualização do openSUSE, em 3’43’’

Uma atualização de 436 pacotes, com download de 339 MiB, permitiu calcular a média de 1,52 MiB/s, ao longo de 3’43’’, — incluindo uma demora inicial.

    Final: uptime 25’45’’ - 45’’ = 25’00’’
   Início: uptime                  21’17’’
Diferença:                          3’43’’

Teoricamente, haveria um redirecionamento (MirrorBrain) para um servidor da rede de espelhos (mirrors) do openSUSE, mais próximo e mais veloz, — mas na prática, isso não funciona por aqui.

Velocidade de download do zypper com espelho (mirror) dentro do País

Preparei uma experiência, — OSS e Non-OSS de um espelho no Brasil; Updates e Packman sem alteração, — e dias depois pude confirmar a melhoria.

Uma atualização fez o download de 420,8 MiB (83 pacotes) em cerca de 38’’, — o que daria uma média de 11,1 MiB/s.

Para manter consistência com o registro anterior, deve-se computar a “demora inicial”, — que agora foi de 7 ou 8 segundos:

420,8 MiB / 46 segundos = 9,15 MiB/s

Após o download, a instalação dos pacotes levou mais 9’14’’, — mas para isso, o remédio é comprar um hardware mais adequado aos tempos atuais.

A princípio, receei essa mistura de repositórios, — 2 do Brasil, 2 de fora, — mas não era possível evitar, pois Packman e Updates não existem na UFPR (acho).

Ainda é cedo para avaliar. — Houve apenas 2 atualizações, até agora. — Segue em observação.

Download em 3 segundos, no Fedora, sem qualquer configuração manual

O dnf tem o belo hábito de exibir a velocidade de download de cada pacote, — e a média do conjunto, no final. — Sem isso, nem teria como documentar o primeiro “teste prático”, pois acabou em 3 segundos, com um pico de 10 MB/s (pacote 22 / 28).

No gráfico do Conky (à esq.), a duração do download, — mero traço vertical, — desafia qualquer medição.

Já tinha feito o ajuste do Conky logo no início da sessão, — o que bastou para mostrar que a conexão tinha sido automaticamente configurada.

Velocidades de download em uma atualização maior do Fedora

Dias depois, uma atualização de 107 pacotes fez o download de 526 MB em 31 segundos, — uma velocidade média de 16 MB/s.

No entanto, desde a instalação do Fedora, nunca alterei os espelhos (mirrors), — todos do exterior. — Ainda não investiguei se existe redirecionamento para espelhos próximos.

Espelhos (mirrors) do Debian, com velocidade limitada e grandes oscilações

No Debian, bastou substituir eth0 por enp2s0 no Conky, para constatar que a conexão já tinha sido automaticamente configurada.

O download de 175 pacotes (323 MB) demorou cerca de 60’’, com picos de (pelo menos) 11,2 MiB/s, — mas oscilou bastante, e na maior parte do tempo ficou bem abaixo disso, chegando a quase zero. — A média ficou em 5,4 MiB/s.

Longas pausas no download de outra atualização, totalizando 1’40’’

Em outra atualização, de 172 pacotes, o download de 236 MB caiu a quase zero, por 2 vezes, durante longo tempo. — Embora tenha havido picos de 19,5 MiB/s (pelo menos), a média foi de 2,36 MB/s.

Velocidade de download das atualizações do KDE Neon, à média (parcial) de 22,4 MiB/s

O download de 216 pacotes (278 MiB) de atualizações do KDE Neon foi tão rápido, — a uma velocidade média de cerca de 22,5 MiB/s, até certo momento, — que acabou antes da segunda Captura de tela.

Não há Captura de tela logo a seguir, para medir o tempo total, — que foi muito curto. — A julgar pela estimativa do Synaptic, seria de uns 15 segundos, no máximo.

Boas velocidades de download de atualizações têm sido a regra, desde a primeira instalação do KDE Neon, há uns 3 anos. — Mas embora use um espelho (mirror) do Ubuntu no Brasil, o maior tráfego das atualizações vem do repositório da fundação KDE e.V., — presumivelmente na Europa:

  • archive.neon.kde.org
  • br.archive.ubuntu.com/ubuntu/
  • security.ubuntu.com

A fundação KDE e.V. também é usuária do MirrorBrain para redirecionar as solicitações para o espelho mais próximo do usuário, — e neste caso, parece funcionar bem, — a menos que seja o repositório original (ou sua rede de espelhos) que esteja atendendo melhor.

Download de atualizações do Sabayon, com pausas de 3 em 3 pacotes

O gerenciamento de pacotes do Sabayon pelo equo, — com pausas no download, de 3 em 3 pacotes, — não favorece o incremento gradual da velocidade, que em uma atualização de 88 pacotes (101,2 MB) precisa recomeçar 30 vezes.

De todo modo, o download (+/- 60’’) ficou bem curto, — enquanto o processamento continua longo, devido à CPU fraca (2 × Intel® Core™2 Duo CPU E7300 @ 2.66GHz).

Download contínuo nas atualizações do Sabayon, em outro dia

Dias depois, o equo apresentou desempenho bem diferente, — download quase contínuo de 79 pacotes (em 27 grupos de 3), no total de 575 MB, em cerca de 44 segundos, — o que dá uma média de 13,1 MB/s.

(O processamento, a seguir, levou 18 minutos. — Ok, atualizar hardware).

O espelho (mirror) já tinha sido manualmente alterado para o da UFPR, em 13 Abril 2019, — mas não sei exatamente como, pois várias tentativas falharam, — até que, de repente, deu certo.

Download das atualizações do Mageia em menos de 10 segundos

O download de 32 pacotes (109 MB) no Mageia se fez em menos de 10 segundos, — e mal deu tempo de capturar uma indicação de velocidade de 22,5 MiB/s no Conky, — enquanto no Terminal o urpmi indicava uma velocidade de 21,3 MB/s.

O espelho já tinha sido alterado desde a instalação do Mageia 7. — É um dos mais belos sistemas, nesse aspecto, — com mapa, fluxograma das sincronizações e monitoramento dos espelhos:


Velocidade de download do Synaptic no PCLinuxOS, com espelho do Brasil

Em uma atualização de 65 pacotes, no PCLinuxOS, o download de 248 MB se concluiu em cerca de 30 segundos, — média de 8,27 MB/s, — com picos de até 13,3 MiB/s (pelo menos).

O espelho do PCLinuxOS também já tinha sido manualmente alterado para o da UFPR, pelo Synaptic. — Nunca habilitar mais de 1 ao mesmo tempo, devido aos diferentes horários de sincronização, de um espelho para outro.

Download de imagens ISO


Download de imagens ISO do KDE Neon e do Mint, a 1,31 MiB/s, em 2016

Desde quando comecei a monitorar a velocidade pelo KSysguard e pelo Conky, em 2016, a antiga conexão funcionou quase sempre no limite de 1,31 MiB/s (embora 10 Mbps seja = 1,19 MiB/s).

Download de imagem ISO do Mageia 6 e de atualizações do Fedora, a 1,31 MiB/s, em 2017

Quase não havia oscilação, exceto em raros momentos. — Os downloads atingiam rapidamente 1,31 MiB/s e seguiam assim até o final.

É possível que eu só tenha guardado as boas lembranças, — mas também pode ser que haja muito mais servidores (e rotas) capazes de atender “10 megas” do que “200 megas”, — e isso explicaria por que, agora, os gráficos de velocidade de download não pareçam tão perfeitamente nivelados.

Baixa velocidade de download de uma imagem ISO a partir do NLUUG

O primeiro teste foi o download de uma imagem ISO a partir do NLUUG, — Netherlands Local Unix User Group, — que hospeda alguns projetos importantes.

Havia um motivo para essa escolha, — tentativas anteriores, ainda com “10 megas”, que após longo tempo acabaram interrompidas por algum timeout, — mas o resultado não foi melhor.

Após 1’30’’, a velocidade de download continuava em torno de 50 KiB/s. — O único pico não alcançou 300 KiB/s, — e a estimativa era de 2 horas para baixar uma imagem ISO de 1,1 GiB.

Download de uma imagem ISO de 1,1 GiB em menos de 2 minutos, pela Indiana University

Para comparação, a mesma imagem ISO de 1,1 GiB foi baixada do espelho (mirror) da Indiana University (Bloomington, IN), em pouco menos de 2 minutos, — abrangidos pelo gráfico do Conky.

A conta exata é de 1.160 MiB / 115’’ = 10,1 MiB/s.

Torrent de imagem ISO do Mageia 7.1 Live Plasma, de 2,8 GiB, em 2’11’’

Teste com Torrent é até covardia, — nem se pode saber de onde veio cada byte, daqui perto ou do outro lado do mundo, — mas vale registrar que o KTorrent indicou velocidades entre 22 e 25 MiB/s, e o tempo total de 2’11’’ para o download do Mageia 7.1 Live Plasma, de 2,8 GiB.

O download foi repetido 2 vezes, — por “Link Direto”, que selecionou o espelho da UnB (100 Mbits, a 20 km daqui), e durou 1’52’’, — e novamente da UnB, com duração de 2’03’’.

Pelo tamanho exato de 2.891 MiB, as 3 velocidades foram, em média, de 22,1 MiB/s, 25,8 MiB/s e 23,5 MiB/s.

Do Cedia (1 Gbits, Cuenca, Ecuador), a velocidade oscilou entre 2 e 3 MiB/s, com picos e vales fora dessa faixa, nos primeiros 1’30’’, — quando interrompi.

De Princeton (10 Gbits), o download completo foi feito em cerca de 2’40’’, o que dá uma média de 18,1 MiB/s.

Para comparação, um Torrent do ALT Linux (2,66 GiB) começou a 2,1 MiB/s, apresentou queda, se recuperou, — mas interrompi aos 7 minutos, faltando ainda 1,99 GiB.

Velocidades abaixo de 50 KiB/s no download do Slackware (by Alien) desde o Reino Unido

Tentei baixar uma imagem ISO do Slackware (by AlienBOB), de 4,3 GiB (exato: 4.443 MiB) do espelho do Reino Unido, — mas durante 4 minutos a velocidade se manteve abaixo de 50 KiB/s, com previsão de 2 a 4 dias para terminar, — enquanto o servidor indicava baixíssimo uso de sua largura de banda. Tradução: ele tinha folga de sobra.

Boas velocidades de download do Slackware (by AlienBOB) desde a Holanda

Logo depois, consegui baixar a mesma imagem ISO a partir da Holanda, em cerca de 8’48’’, o que dá uma velocidade média de download de 8,41 MiB/s.

Na imagem acima, os gráficos (downspeed, upspeed) do Conky cobrem 2 minutos, com ciclos de 1 segundo, — e foram capturados +/- a cada 2 minutos (a partir do início do download), para registrar a sequência completa. — Apenas o último foi capturado com intervalo de 1 minuto do anterior.

Os gráficos do KSysguard são mais úteis quanto à escala de velocidades, — porém os primeiros ainda estavam com ciclo de exibição a cada ½ segundo. — Só os 2 últimos estavam com ciclo de 1 segundo.

Note que os testes de download de imagens ISO foram feitos em um Sábado, — no início da manhã — e no final da tarde.

\\\\

Sites de teste


Teste de velocidade no limite de 26,1 MiB/s, segundo o Conky

Logo no primeiro dia da placa “Gigabit”, tirei 20 minutos para testes online em uns 10 sites achados no Google.

Testes via web - 15 Agosto 2019 - 11:40 ~ 12:00 - uBlock Origin

Down     Up     Ping      Server                            IP     Site
Mbps     Mbps     ms

208,54   16,85     4      Claro Net Virtua (Brasília)       IPv4   speedtest.net
196,70   20,26    66      Brasil Telecom (Santa Maria RS)          minhaconexao.com.br
210      15        3      Open Connect, Netflix             IPv6   fast.com
192,2     2,2    404      (Austrália)                              speedtest.telstra.com
211,7    11,9             Spectrum (Orlando, FL)            IPv4   spectrum.com
210      15        3      Open Connect, Netflix             IPv6   fast.com
209,9    15,93    10,87   GPA Telemont RCO (Goiânia GO)     ambos  tecmundo.com.br
100,0     3,94    21                                               speedtest.com.br
103,4    14,47   143      (Washington DC)                   IPv4   bandwidthplace.com
204      17      839      (São Paulo SP)                    IPv6   beta.simet.nic.br
209,1    15,38     7,58   GPA Telemont RCO (Goiânia)        ambos  voxel.com.br

A experiência não me agradou muito, pelo tempo gasto, pela falta de padronização, — e eu não pretendia desativar o uBlock Origin para uma série de sites, encontrados ao acaso, — alguns deles, agressivamente comerciais.

Depois de alguns dias, acabei me fixando nos 2 sites a seguir, — uma agência pública e uma entidade dos provedores:

  • beta.simet.nic.br - Projeto do NIC.BR (não comercial). Em geral, mede a velocidade apenas em relação ao servidor do próprio NIC.BR (SP). — Apenas 1 vez, escolheu automaticamente um servidor de Brasília; e só 1 vez, flagrei um menu com outros servidores, mas nenhum deles funcionou. Meia hora depois, apenas São Paulo, outra vez.
  • EAQ - “Entidade Aferidora de Qualidade de Banda Larga”. Linkado no site da própria Oi. Apesar do nome sonoro, é um domínio comercial; suponho que das operadoras. A logomarca da Anatel no alto, à direita, passa a ideia de alguma ligação institucional, mas sem afirmar isso de modo explícito (nem existe um “About” no site). O servidor é escolhido automaticamente, pela menor latência, e a “região teste” é identificada pelo IP público. No último teste, me colocou no Tocantins e mediu a velocidade desde São Paulo. Deu 223,19 Mbps (Wow!). É o site que dá os resultados mais sensacionais. Sempre os maiores. Se estiver triste, vá nele. Alegria garantida.

No entanto, ferramentas online tomam tempo, — caso você queira mais do que meia-dúzia de testes rápidos, — e com pouca (ou nenhuma) liberdade de escolha dos servidores.

speedtest-cli


Executando speedtest-cli, que no PCLinuxOS se chama só “speedtest”, e inclui interface GUI

De um artigo do Edivaldo Brito, colhi a dica de instalar o speedtest-cli, — que pode ser achado nos repositórios da maioria das distros, com pequenas variações de nome.

No PCLinuxOS, o pacote chama-se apenas “speedtest”, — e pode ser iniciado pelo Menu (versão GUI, sem detalhes), — mas também funciona pelo comando $ speedtest-cli.

No Mageia, chama-se “python3-speedtest-cli”, — e roda pelo comando $ speedtest-cli.

No Slackware, não sei se segui o melhor caminho, — pois ainda não entendo quase nada:

Baixei de:

https://slackware.pkgs.org/14.2/slackonly-x86_64/speedtest-cli-2.0.2-x86_64-1_slonly.txz.html

Instalação:

# upgradepkg --install-new speedtest-cli-2.0.2-x86_64-1_slonly.txz

Até agora, só não consegui encontrar no Sabayon.

Logo ao iniciar, speedtest-cli escolhe “o melhor servidor”, automaticamente, com base no Ping:

$ date && speedtest-cli && date
qui ago 15 15:54:11 -03 2019
Retrieving speedtest.net configuration...
Testing from Oi Internet (177.203.203.59)...
Retrieving speedtest.net server list...
Selecting best server based on ping...
Hosted by Telebras (Brasilia) [19.38 km]: 38.323 ms
Testing download speed....................
Download: 205.96 Mbit/s
Testing upload speed......................
Upload: 16.90 Mbit/s
qui ago 15 15:54:34 -03 2019

Para acumular as informações ao longo de um período de tempo, basta direcioná-las para um arquivo TXT, — de preferência, só as linhas que contêm dados úteis, — além da data e hora:

$ date >> file.txt && speedtest-cli | grep "Hosted\|Download\|Upload" >> file.txt

Assim, foi possível recolher dados consistentes (comparáveis), — nos mais diversos horários, ao longo de 30 dias, sem perda de tempo:

  Down      Up      Ping    Time    Date            Server              km    System

207.10   16.50    18.474    14:27   Thu   Aug, 15   Telebras         19.38    KDE Neon
193.67   16.70    42.496    14:41   Thu   Aug, 15   Telebras         19.38    Devuan
205.96   16.90    38.323    15:55   Thu   Aug, 15   Telebras         19.38    Mageia
198.55   16.49    39.668    16:50   Thu   Aug, 15   Telebras         19.38    Linux Mint
138.14   16.10    36.619    12:00   Fri   Aug, 16   PS5 Internet      1.56    Linux Mint
191.62   17.22    31.846    23:46   Fri   Aug, 16   PS5 Internet      1.56    PCLinuxOS
179.41   16.71    32.246    23:49   Fri   Aug, 16   PS5 Internet      1.56    PCLinuxOS
200.61   16.84    31.678     1:13   Sat   Aug, 17   PS5 Internet      1.56    Mageia
200.33   16.79    33.034    14:29   Sat   Aug, 17   Telebras          1.56    Mageia
  4.06    3.33  2522.03     21:03   Tue   Aug, 20   Vivo BSA          1.56  * openSUSE
207.79   17.06    19.056    22:23   Tue   Aug, 20   Vivo BSA          1.56    Fedora
206.74   16.91    19.38     22:47   Tue   Aug, 20   Vivo BSA          1.56    Debian
208.06    3.39     9.448    23:09   Tue   Aug, 20   Vivo BSA          1.56  * KDE Neon
207.54   16.92    19.274    23:26   Tue   Aug, 20   Vivo BSA          1.56    Mageia
182.71   17.15    13.81     21:19   Fri   Aug, 23   Claro Net Virtua 19.38    Devuan
  3.71    3.02  2516.656    22:15   Fri   Aug, 23   Claro Net Virtua 19.38  * openSUSE
169.46   17.16    11.197    22:43   Fri   Aug, 23   Claro Net Virtua 19.38    openSUSE
150.27   15.72    12.994    23:58   Fri   Aug, 23   Claro Net Virtua 19.38    Fedora
165.51   16.85    11.765     9:05   Sat   Aug, 24   Claro Net Virtua 19.38    KDE Neon
187.61   17.32    13.049     9:17   Sat   Aug, 24   Claro Net Virtua 19.38    Mageia
183.81   17.10    11.71      9:30   Sat   Aug, 24   Claro Net Virtua 19.38    openSUSE
187.33   17.11    12.589    21:44   Sun   Aug, 25   Claro Net Virtua 19.38    PCLinuxOS
207.98   16.93     8.394     8:22   Mon   Aug, 26   Claro Net Virtua  1.56    Fedora
190.77   16.42    11.719     8:28   Tue   Aug, 27   Claro Net Virtua  1.56    Mint
194.30   16.51    13.168    19:07   Tue   Aug, 27   Claro Net Virtua  1.56    Mint
207.43   17.17    23.794    19:23   Tue   Aug, 27   Vivo BSA          1.56    Devuan
207.20   17.13    23.51      9:55   Wed   Aug, 28   Vivo BSA          1.56    Devuan
187.14   16.70    12.741    10:07   Wed   Aug, 28   Claro Net Virtua  1.56    PCLinuxOS
179.42   17.32    13.955     0:48   Thu   Aug, 29   Claro Net Virtua  1.56    Slackware
183.84   16.37    53.359     8:33   Thu   Aug, 29   Claro             1.56    PCLinuxOS
207.13   16.82    31.176     8:55   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    Mageia
207.24   17.02    25.682    11:27   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    Arch
206.84   16.97    25.813    11:45   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    Slackware
208.36   17.09    11.061    12:20   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    openSUSE
207.47   16.96    24.428    14:04   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    Fedora
206.96   17.10    25.02     15:16   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    Debian
207.87    3.38    11.351    16:50   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56  * KDE Neon
204.48   17.23    27.252    18:10   Thu   Aug, 29   Vivo BSA          1.56    Mageia
206.80   17.30    25.96      7:01   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (2)
207.47   16.78    25.506     8:31   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    Arch
202.58   16.66    24.531    10:54   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    Arch
206.78   17.04    22.841    18:43   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    Slackware
202.26   16.73    24.657    18:57   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    Mint
208.36   17.09    11.121    19:15   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    openSUSE
203.52   16.88    22.469    20:23   Fri   Aug, 30   Vivo BSA          1.56    Fedora
207.61   16.78    21.682     7:27   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    Debian
208.25    3.39    11.288     7:57   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56  * Neon
208.35    3.38     9.456     9:48   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56  * Neon
207.07   17.01    22.456    11:48   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56  * Devuan
206.95   16.82    22.012    12:13   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS
207.53   16.86    21.812    12:50   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    Arch
206.43   17.49    22.693    13:44   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (1)
208.47   17.11     9.778    15:06   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    openSUSE
207.77   16.99    20.43     15:35   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    Mageia
207.65   16.93    20.246    16:55   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    Mageia
207.61   16.96    21.842    18:59   Sat   Aug, 31   Vivo BSA          1.56    Mageia
207.35   16.75    21.735     9:24   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (2)
207.03   16.95    21.732    10:15   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    Arch
207.63   16.71    21.608    10:36   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (1)
208.23   17.21    10.982    11:21   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    openSUSE
204.30   16.98    21.141    12:29   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    Fedora
207.60   17.25    21.655    12:45   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    Debian
208.50    3.40    10.329    13:13   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56  * Neon
206.12   16.56    20.984    16:21   Sun   Sep,  1   Vivo BSA          1.56    Mageia
206.32    3.41     9.632    11:24   Mon   Sep,  2   Vivo BSA          1.56  * Neon
208.62   17.40     8.356    23:32   Mon   Sep,  2   Vivo BSA          1.56    openSUSE
208.60   17.28     9.03      7:56   Tue   Sep,  3   Vivo BSA          1.56    openSUSE
208.38   17.21     8.43     10:13   Tue   Sep,  3   Vivo BSA          1.56    openSUSE
207.47   16.71    17.084    17:12   Tue   Sep,  3   Vivo BSA          1.56    Fedora
207.07   16.96    17.552    19:23   Tue   Sep,  3   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (2)
207.70   17.26    23.346     8:58   Wed   Sep,  4   Vivo BSA          1.56    Arch
207.43   16.71    22.592     9:22   Wed   Set,  4   Vivo BSA          1.56    Mint
208.62   17.17     9.779    15:51   Wed   Sep,  4   Vivo BSA          1.56    openSUSE
208.58   17.28    11.754     2:22   Thu   Sep,  5   Vivo BSA          1.56    openSUSE
208.62   17.19    11.18      9:49   Thu   Sep,  5   Vivo BSA          1.56    openSUSE
208.42   16.94    10.483    19:59   Thu   Sep,  5   Vivo BSA          1.56    openSUSE
207.69   16.94    20.993    16:33   Fri   Sep,  6   Telebras         19.38    openSUSE
205.64   16.39    30.1       5:19   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    Mageia
205.95   16.62    30.693    14:14   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    Mageia
202.48   17.12    34.876    14:26   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38  * Devuan
206.48   16.68    30.216    15:10   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    PCLinuxOS (2)
205.68   16.71    31.472    18:51   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    Arch
204.85   16.79    30.845    19:01   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    PCLinuxOS (1)
207.70   17.05    20.991    19:48   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    openSUSE
202.37   16.55    32.696    20:51   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    Fedora
196.90   17.05    33.332    21:12   Sat   Sep,  7   Claro            19.38    Debian
198.39   16.49    22.427    21:34   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    Neon
199.55   16.75    30.173    21:51   Sat   Sep,  7   Telebras         19.38    Mageia
207.12   16.81    22.098     3:03   Tue   Sep, 10   Telebras         19.38    openSUSE
199.63   15.63    35.518    10:29   Tue   Sep, 10   Telebras         19.38    PCLinuxOS (2)
202.53   15.43    30.074    17:29   Tue   Sep, 10   Telebras         19.38    Arch
205.17   16.90    29.861    18:12   Tue   Sep, 10   Telebras         19.38    PCLinuxOS (1)
206.44   16.82    29.682    18:25   Tue   Sep, 10   Telebras         19.38    Fedora
204.79   16.71    30.282    18:36   Tue   Sep, 10   Telebras         19.38    Debian
206.78   16.79    30.002    19:16            ,      Telebras         19.38    Mageia
205.15   15.47    31.1      13:41   Wed   Sep, 11   Telebras         19.38    openSUSE
207.61   17.13    22.072     7:30   Thu   Sep, 12   Telebras         19.38    openSUSE
201.35   16.59    25.89     22:54   Thu   Sep, 12   Telebras         19.38    openSUSE
203.72   16.71    42.772    23:17   Thu   Sep, 12   Telebras         19.38    PCLinuxOS (2)
206.69   16.98    29.794     8:57   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    Arch
206.39   16.77    29.727     9:09   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (1)
206.13   16.85    39.808    10:49   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    Fedora
207.01   17.24    30.32     11:57   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    Debian
207.29   17.07    29.648    12:34   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    Mageia
205.20   16.64    32.038    18:47   Fri   Set, 13   Vivo BSA          1.56    Mint
208.13   17.33    13.218    19:21   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    openSUSE
208.42    3.18    8.348     19:53   Fri   Sep, 13   Vivo BSA          1.56    Neon
207.25   17.18    23.976     9:39   Sat   Sep, 14   Vivo BSA          1.56    Devuan
206.99   16.96    24.157    15:00   Sat   Sep, 14   Vivo BSA          1.56    PCLinuxOS (2)
  4.05    3.33  2525.1      22:13   Sat   Sep, 14   Vivo BSA          1.56  * openSUSE
208.37   16.52    10.299    22:16   Sat   Sep, 14   Vivo BSA          1.56    openSUSE
207.45   17.33    23.133    12:16   Sun   Sep, 15   Vivo BSA          1.56    Debian
208.36    3.41    10.268    12:39   Sun   Sep, 15   Vivo BSA          1.56  * Neon
208.30   17.24    10.92     14:01   Sun   Sep, 15   Vivo BSA          1.56    openSUSE
203.93   16.91    24.416    15:47   Sun   Sep, 15   Vivo BSA          1.56    Fedora
207.64   16.88    21.682     6:52   Mon   Sep, 16   Vivo BSA          1.56    Fedora

(*) Anomalias observadas:

openSUSE com limitação de velocideade, por algum erro de configuração (Network Manager), até restabelecer o Wicked. — Tempos depois, houve uma nova ocorrência de limitação, mas bastou reiniciar o Wicked:

# systemctl restart wickedd

xxx

O Manual do speedtest-cli afirma que ele escolhe o servidor “mais próximo”, — mas isso não deve ser tomado ao pé da letra. — Como se vê, as próprias “distâncias” oscilam, de um dia para outro, talvez de acordo com a melhor rota no momento.

Servidores “mais próximos” (até “60 km”), no Sábado e na Terça-feira

Para escolher um servidor (ou vários), os códigos ID do mundo inteiro podem ser obtidos pelo comando $ speedtest-cli --list. — Eram 8.489 (dos quais, 2.067 “Brazil”), da última vez que direcionei a saída do comando para um arquivo TXT — e felizmente vêm ordenados, dos mais “próximos” para os mais distantes.

Essa proporção de 24,3% do “Brazil” faz supor que o speedtest-cli omita uma infinidade de servidores, mundo afora, cuja resposta ultrapasse certo limite.

Não dá para confiar muito no grep para filtrar, pois alguns contêm “Brazil”, outros só “BR”; — às vezes “Brasília” com acento, outras vezes não; — e só o olho humano consegue diferenciar “Planaltina” (DF) ou (GO), já que raramente incluem a Unidade da Federação (exceto os dos EUA).

Script para testar a velocidade de download, alternando servidores próximos e distantes

Na prática, interessa não só a velocidade da casa até o servidor mais responsivo, — mas também as velocidades “reais”, ao baixar imagens ISO ou fazer atualizações frequentes, a partir de repositórios situados em Curitiba, Campinas, Manaus, Equador, Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, Holanda, Rússia, Austrália etc.

Para avaliar isso, selecionei (às cegas) 78 servidores de vários países e coloquei em um script simples (mera listagem), para rodar no meio da tarde de um “dia útil”, — Terça-feira, 27 de Agosto.

Velocidades obtidas no meio da tarde de um dia útil, por ordem decrescente

O teste foi demorado, pois alguns servidores levem séculos para responder, — ou nem se obtém resposta. — Por isso, alternei cidades do Brasil e cidades de continentes próximos e distantes:

   Início: Ter Ago 27 15:20:38 -03 2019
      Fim: Ter Ago 27 16:26:47 -03 2019

Em tese, um script aleatório talvez fosse o ideal, — mas optei por manter na forma de lista, para facilitar a exclusão de alguns, ou a inclusão de outros, caso volte a mexer com isso.

Considerando apenas os melhores resultados, ficou claro que é possível, — pelo menos em tese, — obter downloads transcontinentais em velocidades bastante razoáveis, mesmo no meio da tarde de um dia útil.

Mas também depende da capacidade dos espelhos (mirrors) de cada distro, — e de mais alguns fatores que ainda não consegui entender quais são. — Por exemplo, qual serviço cada espelho usa para se disponibilizar ao mundo; e de quais outros serviços depende, para ser acessado desde o Brasil.

É curioso que, fora do Brasil, os melhores resultados tenham sido da Holanda, Rússia e Equador, — países com cujos espelhos tenho tido menos sorte.

Antiga operadora


O velho contrato devia ter 12 ou 14 anos, — começou em “1 megas”, depois 10 (pelo mesmo preço, pois flagrei essa oferta para novos clientes), — e nos primeiros anos, sofreu de 2 problemas principais:

a) Havia quedas mais frequentes de energia na região, a 20 km do centro de Brasília, e quando a rede elétrica se restabelecia, o “sinal” da operadora levava horas para voltar. — Um dia, um técnico confessou que a “central” da minha região não tinha NoBreak. — Deixei passar um tempo. Mais tarde, em um mês de várias quedas seguidas (e longas demoras), reclamei tanto, que acabaram botando lá o bendito NoBreak.

b) Após cada estação chuvosa, o sinal ia se deteriorando a cada semana. — Era ferrugem em um conector, exposto ao tempo. — Desde então, logo ao primeiro sinal de “fraqueza”, já tratava de pedir a troca do conector, e nunca mais o sinal se deteriorou.

Portanto, há muito tempo não tinha do que reclamar, — e não mudaria para outra operadora, se não fosse o enorme diferencial da velocidade, por quase o mesmo preço. — Na verdade, mudei com muito receio, e mantive o antigo contrato (suspenso) por mais algumas semanas, por via das dúvidas.

Agora, fiquei mal-acostumado com o excesso de comunicação da nova operadora (ver abaixo), e já me ressinto da “secura” da antiga. — Ao cancelar o contrato, agendaram para vir buscar o Modem 10 dias depois (e não vieram). — Já sentia certa gastura, por ter de ligar de novo e reclamar, mas felizmente ligaram no dia seguinte, marcando para o outro dia. Ok, vieram, afinal; mas tudo “sem muita comunicação”. Vôo cego.

Em tempo: - Só ao cancelar, fizeram uma contra-oferta: — “15 megas” por R$ 66,00, — mas aí, já era tarde (fidelização do novo contrato).

E convenhamos, contra-oferta pífia, — meramente burocrática.

Nova operadora


Após quase 2 meses, ainda não precisei de atendimento, — não houve falhas a consertar, — por isso, não posso avaliar esse item.

Apenas, nos primeiros 30 dias, houve 10 “quedas”, — umas, logo após a meia-noite; — outras, só percebidas pela manhã, ao ligar o computador.

Em todos os casos, bastou reiniciar o Modem. — Existe um botão de Reset, mas prefiro deixar esfriar 1 minuto. — Ao ligar novamente, a demora é de 3 minutos até tudo se normalizar.

Já tem quase 1 mês que isso parou de acontecer, — mas nunca se sabe.

2019-07-15 - 10:02 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-07-16 -  0:28 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-07-18 -  8:54 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
             13:02 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-07-20 -  9:52 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-07-21 -  0:30 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-07-22 -  0:01 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-07-29 -  8:30 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-08-09 -  5:27 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok
2019-08-13 -  9:12 - Sem conexão --> reset Modem --> Ok

O que falhou, mesmo, foi a promessa do vendedor, de instalação em até 5 dias. — Botaram a equipe de vendas na rua antes da hora.

Recusei fornecer conta-corrente para débito automático, — o que me custa R$ 20,00 mensais, além daqueles R$ 99,90, — mas é impossível calcular quanta dor-de-cabeça essa “regra” já me poupou, nas últimas décadas.

Três semanas depois, apareceu uma segunda equipe de vendas, — também prometendo instalação “em até 5 dias”.

Só então, entrei em contato com a Oi, para saber o que estava acontecendo, — e a partir daí, recebi 13 ligações (de vários DDDs), ao longo de 3 semanas, “para agendar”, — mas todas as vezes, a pessoa descobria alguma “falha do sistema”.

Nesse meio tempo, a primeira equipe voltou a percorrer a rua, exatamente 1 mês após a venda, — “para verificar a satisfação dos clientes”, diziam, — mas desconfiei que estavam sem receber, e quisessem conferir se a instalação não tinha mesmo sido feita. Ou algo assim.

A semana da instalação, — realizada após 49 dias, — foi uma festa.

Primeiro, recebi um telefonema para agendar a data (e o “sistema” permitiu, afinal). — Meia hora depois, passou na rua uma terceira equipe de vendas. — Da tarde, recebi um Zap, solicitando “Ok” para confirmar dia e horário.

Na véspera (Domingo!), pediram mais 2 confirmações. — Na Segunda-feira, não apareceu ninguém.

No Terça-feira, mandaram um Zap agendando para Quarta-feira, — e depois de confirmar, recebi mais 3 pedidos de confirmação.

Na Quarta-feira, logo cedo, recebi um Zap com link para a foto do técnico “a caminho”, — no site oficial da Oi, — e finalmente, foi instalada a conexão.

Antes mesmo de o técnico ir embora, solicitaram confirmação de que a instalação estava feita. Logo depois, pediram uma avaliação do técnico, no site oficial da Oi. — No dia seguinte, solicitaram outra confirmação de que a instalação tinha sido feita. — Quando pediram para confirmar pela 3ª ou 4ª vez, fiquei um pouco sem paciência. (Ok, já me arrependi).

Fica a impressão de que o atendimento não há de falhar por “falta de comunicação”. — Sob esse aspecto, o atendimento é tão bom, que chega a dar enjoo. — Mas, antes assim.

Infelizmente, o volume de ligações de Telemarketing no meu celular também explodiu. — Se não foi a Oi que vendeu meus números, foi alguma de suas terceirizadas, — ou ambas, todas, juntas e misturadas.

Quando percebi que já estava usando a conexão há mais de 30 dias, entrei em contato para pedir a conta, e mandaram em PDF. — Só depois, descobri que tinha chegado pelos Correios. — Eu é que não tinha o hábito de olhar a caixa, naquela altura do mês. Sim, ainda estava no prazo.

Na semana seguinte, chegou outra 2ª via, pelos Correios.

Circunstâncias especiais


Todas as concorrentes da Oi Fibra sabem que ela está oferecendo “200 megas” por R$ 99,90, e em quais 60 ou 70 cidades. — Não teriam a menor dificuldade em acompanhar o andamento da implantação ou do início das vendas em cada local, — e se não fazem contra-ofertas, é porque têm a firme esperança de que a Oi acabe de ir à falência, dentro de 6 meses, ou pouco mais.

Cidades no folheto - até Maio 2019

AC   Rio Branco
AM   Manaus
AP   Macapá
BA   Barreiras
BA   Juazeiro
BA   Salvador
CE   Fortaleza
CE   Juazeiro do Norte
DF   Brasília
GO   Aparecida de Goiânia
GO   Goiânia
MA   São Luís
MG   Araguari
MG   Belo Horizonte
MG   Betim
MG   Divinópolis
MG   Juiz de Fora
MG   Montes Claros
MG   Patrocínio
MG   Poços de Caldas
MG   Pouso Alegre         ,
MG   Sete Lagoas
MG   Ubá
MG   Varginha
MG   Vespasiano
MS   Dourados
MT   Rondonópolis
PA   Ananindeua
PE   Olinda
PE   Recife
PI   Teresina
PR   Almirante Tamandaré
PR   Colombo
PR   Curitiba
PR   São Jose Dos Pinhais
RJ   Angra dos Reis
RJ   Búzios
RJ   Cabo Frio
RJ   Campos dos Goytacazes
RJ   Duque de Caxias
RJ   Mangaratiba
RJ   Nilópolis
RJ   Niterói
RJ   Nova Iguaçu
RJ   Petrópolis
RJ   Rio de Janeiro
RJ   São Gonçalo
RJ   São João de Meriti
RJ   Teresópolis
RJ   Volta Redonda
RO   Porto Velho
RR   Boa vista
RS   Alvorada
RS   Canoas
RS   Porto Alegre
RS   São Leopoldo
RS   Viamão
TO   Palmas

Julho - Cidades citadas em comunicado à imprensa:

MG   Cataguases
MG   Governador Valadares
MG   Leopoldina
PE   Caruaru
PI   Piripiri
RJ   Barra Mansa
RS   Caxias do Sul

"alcançando 68 municípios" ---> Na lista anterior, de 60, havia 2 cidades repetidas.

Sim, a Oi está em recuperação judicial há 3 anos. — Tinha dívidas de R$ 65 bilhões (está se desfazendo de uma aventura maluca na África), — mas também tem “a rede com maior cobertura”, segundo vários artigos.

E a pior reputação, entre as operadoras, — ainda segundo vários artigos. — Um exame rápido de sites de reclamações parece confirmar, pelo menos no momento atual.

Recebeu uma injeção de R$ 4 bilhões, de novos sócios, — para converter sua rede na nova tecnologia (fibra ótica até o Modem), — mas esse capital se esgota em Fevereiro de 2020.

Caso a Oi não vá à falência, — mas, mesmo se for, é impensável que investidores deixem de assumir e tocar o projeto, — um dia cessa a urgência de gerar receita imediata, em retorno aos investimentos.

Se (ou quando) ultrapassar a fase crítica e estiver com toda a rede convertida, — e um percentual de usuários convertidos aos “200 megas”, — os preços talvez já não sejam tão atrativos.

Parece estranho, não anunciar aos 4 ventos, — mas compreende-se que uma empresa “em recuperação judicial” não gaste os tubos, numa campanha bilionária de mídia.

No momento, essa oferta mostra o quanto os preços são arbitrários, — alinhados pelo alto, — e só caem ao nível “real”, quando interessa muito a uma operadora.

Quem sabe, oferecer preços muito baixos seja mais barato do que pagar uma agência de propaganda top-top, — e trocentas inserções semanais na Globo & cia.

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• Publicado inicialmente em 25 Agosto 2019.
• Em desenvolvimento, até 6 Setembro 2019 (e continua).

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.


sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Mandrake + Conectiva = Mandriva Linux

Mandriva 2011rc2 em sessão Live DVD

Cheguei um pouco tarde ao Linux, — e demorei a enfrentar as opções da época: Debian, Slackware, Red Hat, Mandrake, Conectiva, — cujos CDs vinham em várias revistas, mas ainda exigiam muito tempo e dedicação.

Quando consegui rodar Live CDs do Kurumin (3.x ou 4.2) e instalar (5.1 beta e 7.0r3), ele já estava em vésperas de ser descontinuado. — Para não ter de começar tudo de novo, adotei o Kubuntu, até me sentir capaz de dispensar de vez o Windows, já em 2016.

Quando comecei a experimentar distros “não-Debian”, a partir de 2017, Red Hat há muito tempo já se havia tornado Fedora e RHEL, — SuSE tinha virado SUSE e openSUSE, — e nem sinal de Mandrake, a mais simpática (talvez devido às histórias em quadrinhos dos tempos de guri).

Interesse despertado pelo Mandrake / Mandriva e distros “derivadas”, ao longo dos anos

No final de 2017 ou início de 2018, — após instalar o Mageia, o ROSA e o PCLinuxOS, — procurei saber mais, e anotei esta a classificação (por visitas!) dos “derivados” do antigo Mandrake / Mandriva encontrados pelos filtros de pesquisa do Distrowatch:

1. PCLinuxOS (15º)
2. Mageia (22º)
3. ROSA (53º)
4. ALT Linux (133º)
Nessa busca, Distrowatch não incluía OpenMandriva (69º), por classificá-lo “derivado” no Rosa. — Não existia opção de procurar “derivados” do Rosa; — só “derivados” do Mageia e do PCLinuxOS (mas o filtro não encontrava “derivados” deles).

Queda do interesse pelos “derivados” do Mandriva em 2017 e 2018

Em Março 2019, as posições tinham oscilado bastante, — mas o filtro ainda as encontrava:

1. PCLinuxOS (24º)
2. Mageia (25º)
3. ROSA (66º)
4. ALT Linux (120º)

Em Agosto 2019, algo parece ter mudado. — Agora o filtro só encontra ROSA (63º) e ALT (122º).

Distros originadas do Mandrake

O Mandrake teve origem na França (1998), inicialmente baseado no Red Hat, e em 2002 já era considerado uma das distros mais amigáveis e fáceis para usuários iniciantes em Linux.

Mandrake is particularly appealing because a person who is unfamiliar with Linux software can learn a little at a time with this distribution (…). Mandrake offers a complete graphical interface through which the user will learn to manipulate and use the system while learning more and more, much like Windows would be to someone newly initiated to the PC”.

Conectiva Linux [pt] teve origem no Brasil (1998), também a partir do Red Hat, — e seus desenvolvedores criaram, entre outros, o APT-RPM e sua interface GUI “Synaptic”, usada ainda hoje no PCLinuxOS (além das distros Debian).

Em 2005, Mandrake adquiriu Conectiva e mudou seu nome para Mandriva [pt], — cuja última versão foi lançada em 2011. — Desde então, seu legado prosseguiu no Mageia (2011), Rosa Desktop Fresh (2012) e OpenMandriva (2013), na perspectiva dos colaboradores da Wikipedia.

Omite-se aí o o PCLinuxOS, — provavelmente porque… “Foi criada em 24 de outubro de 2003, como uma remasterização do Mandrake 9.2, desenvolvida por Texstar, um antigo colaborador do sistema, que mantinha um repositório com pacotes extras”, segundo o site da comunidade brasileira. — Ou seja: é anterior ao “capítulo” Mandriva.

Também se omite o ALT Linux, — igualmente anterior ao “Mandriva”.

Esse é o perigo de se pensar em “Mandriva”, — ao invés de “Mandrake”, — ao levantar os ramos dessa “árvore”.

ALT e PCLinuxOS são citados apenas no box “Linux distros”, no rodapé da página da Wikipedia sobre o Mandriva, — e se você procurar Mandrake, é nela que vai cair.

Em tempo: — Red Hat foi lançado em 1994 e descontinuado em 2003, em favor do RHEL (para empresas) e do Fedora (comunitário).

Mais referências



— … ≠ “•” ≠ … —

Não-debians