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| MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit • |
As imagens ISO do MX Linux 25.1 voltaram a incluir SysVinit para o KDE Plasma — desde a versão “beta 1”. — Tratei de baixar e instalar.
- Isto não é um “tutorial”. — É somente um registro do que eu fiz. — Ao revisar capturas e anotações para elaborar esse registro, encontro erros que na hora não percebi; e isso ajuda a entender e corrigir problemas. — Fico feliz se também for útil a outros colegas.
Eu uso poucos recursos — dos muitos que o MX Linux oferece — por isso, só vou falar dos que conheço.
Índice
- Boot da sessão Live
- Instalação do MX Linux
- Instalando o Grub
- Teste da instalação
- Limpando as partições EFI
- Links úteis
Boot da sessão Live
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| Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity) • |
O Menu inicial do Live MX Linux 25.1 oferece um mundo de opções, antes de carregar a sessão. — Dá para passar uma tarde inteira explorando os recursos que existem ali. — Escolhi só alguns que já conheço e que sei que me interessam.
Em Opções avançadas >> Opções de Boot, marquei as opções de copiar o sistema para a Memória RAM; — usar horário UTC no relógio do PC; — e exibir menus de texto (que acabaram sendo supérfluos).
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| Opções do Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity) |
Em Idioma / Teclado / Fuso horário, selecionei Inglês da Irlanda (en_IE); teclado ABNT2; e horário BRT. — Em seguida, escolhi SysVinit para iniciar a sessão Live.
- O “init” escolhido aqui será o do sistema instalado.
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| Mantive os padrões em todas as opções dos menus em texto |
Os menus de texto repetiram opções já feitas. — Aceitei todas, sem mudar mais nada.
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| Tela de boas-vindas do MX Linux 25.1 |
O aplicativo de boas-vindas oferece Instalador, FAQ, Manual do Usuário (já em destaque na Área de Trabalho), acesso à documentação (Wiki) e aos Fóruns (antiX, MX), Vídeos, Aplicativos Populares, Tour guiado.
Merecem especial atenção o MX Tweak, para configurações e ajustes rápidos; — o MX Tools, que oferece muitas ferramentas úteis; — e o lembrete dos usuários demo e root, cujas senhas são demo e root na sessão Live.
O Quick System Info (no alto da tela) fornece as informações básicas para que os colegas do Fórum possam ajudá-lo em qualquer problema com seu hardware e / ou com o sistema operacional.
Instalação do MX Linux
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| Instalador do MX Linux 25, com instruções passo a passo |
O Instalador do MX Linux 25.1 verifica a mídia de instalação e apresenta as instruções iniciais, na área principal da janela. — Ao lado, explicações detalhadas, ao longo de cada etapa do processo. — Embaixo, ainda é possível mudar a configuração do Teclado, se precisar.
Eu já estava na sessão Live há mais de 2 horas, configurando, anotando detalhes no Kate, capturando telas e examinando as imagens pelo visualizador “qimgv” (quase tão bom quanto o Gwenview). — Eu também tinha usado o GParted para criar uma partição para o MX Linux (sdb17, ext4, 30 GiB, label: Linux13); — e tinha instalado o Google Chrome, que acabei não usando (mas foi incluído na instalação final no PC).
As instruções do Instalador mandam fechar todos os outros aplicativos. — Mantive abertos o Dolphin, o Kate, o “qimgv” e o Konsole.
- Siga as recomendações — para que a “persistência” funcione dentro do previsto.
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| Escolha do esquema de particionamento de disco |
No “tipo de instalação”, optei por “personalizar o esquema de disco”, para usar (só) a partição que eu tinha criado. — Não me interessava apagar o SSD inteiro — nem substituir uma instalação existente.
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| Escolhi apenas uma partição, para instalar o MX Linux 25.1 |
Abri o menu suspenso da partição sdb17 (label: Linux13), e selecionei a barra “/” indicativa de partição-raiz. — O Instalador mudou o formato previsto para BtrFS — mas eu tornei a escolher ext4.
- BtrFS é melhor para “instantâneos” (snapshots), que permitem “voltar atrás”, quando alguma coisa dá errado — mas isso exige mais espaço do que eu tinha (30 GiB). — Uso no openSUSE há 9 anos (nenhum problema até hoje!), mas mesmo com 50 GiB ainda fica apertado.
Antes de prosseguir, o Instalador advertiu que eu precisava selecionar uma partição EFI para montar em /boot/efi — senão, talvez eu não conseguisse inicializar a distro, depois de instalada.
- O correto seria voltar e corrigir.
... mas perguntou se eu queria prosseguir. — Portanto, deu liberdade de escolha. — Decidi correr o risco.
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| Instalador avisa que a partição pode falhar em futuro próximo |
17:36 (a) - O Instalador avisa que vai formatar a partição sdb17. — Essa informação deve ser conferida com muita atenção, pois se houver algum erro na lista das partições a serem formatadas, será impossível recuperá-las depois. — Se necessário, volte atrás e corrija.
17:36 (b) - Mandei prosseguir, e o Instalador deu mais um aviso: — A partição que escolhi tem 5 setores realocados. — Passou no teste, mas oferece risco de falhas em futuro próximo. — Recomendou interromper a instalação e usar o GSmartControl para um exame detalhado.
- Resolvi prosseguir — por minha conta e risco.
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| Escolha da partição para instalar o Grub do MX Linux 25.1 |
Ao fechar o aviso, vi que o Instalador aguardava decisões: — Instalar o Grub? — “Local” para instalar o Grub. — “Partição” para instalar o Grub.
(O resto da instalação tinha ocorrido entre 17:36 e 17:37; — e pausou para aguardar essas decisões sobre o Grub).
Sim, eu queria instalar o Grub — a parte que fica em /boot/grub, na partição-raiz. — Mas o “local” (ESP) e a “partição” que ele pedia, dependiam de uma outra coisa, que eu não tinha feito, na etapa do particionamento: — Eu não tinha indicado uma partição EFI (ESP), para ser montada em /boot/efi.
- O correto seria voltar atrás e escolher uma partição EFI.
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| Opções de Swap no Instalador do MX Linux 25.1 |
A seguir, o Instalador ofereceu opções de Swap. — A única opção marcada era “Criar um arquivo Swap” (swap file), pois eu não tinha selecionado minha partição Swap. — Desmarquei a criação do arquivo.
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| Rede, Localização e Serviços, no Instalador do MX Linux 25.1 |
Na tela seguinte, pediu as opções de Rede, tais como o nome do PC, o domínio — e servidor Samba (que dispensei). — Tive de escolher um “domínio”, mesmo que fictício.
Em seguida, nova chance de escolher a Localização Regional (Idioma), Fuso horário, Relógio, o formato das horas (12 ou 24h) — e uma opção “avançada” de serviços a serem iniciados automaticamente:
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| Serviços a serem iniciados automaticamente no MX Linux 25.1 |
Deixei habilitados os serviços que sei que vou usar — além dos que não tenho certeza. — Desabilitei só o bluetooth e o CUPS, que tenho certeza de que não vou usar.
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| Configuração do Usuário, senha, Login automático |
O Instalador pediu o apelido a ser usado para Login do Usuário — será o nome de sua pasta pessoal — e sua senha.
- Eu uso sempre o mesmo apelido (ID) — para reaproveitar as pastas pessoais de instalações anteriores.
O MX Linux não costuma habilitar a conta de “super-usuário” (root), mas você tem a liberdade de criá-la. — Já me acostumei a usar o sudo nas distros derivadas do Debian. — Fazer diferente, em uma delas, me deixaria em dúvida na hora de digitar os comandos.
- Não tenho opinião sobre isso. — Em distros não-Debian, uso a conta root regularmente.
Habilitei o Login automático (Autologin) — e “Salvar as mudanças feitas na sessão Live”, para não ter de fazer de novo as mesmas configurações, depois de instalado.
- Isso inclui arquivos salvos até o início da instalação efetiva em disco. — Arquivos salvos ou modificados depois disso precisam ser copiados manualmente, antes de encerrar a sessão Live.
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| Falha na instalação do Grub |
Quando cliquei para prosseguir, o Instalador mostrou uma mensagem em letras garrafais dizendo que não conseguiu instalar o Grub.
Sugeriu reiniciar a sessão Live e usar o “Grub Rescue” para “consertar a instalação” — sinal de que só faltou o Grub.
Por que ignorei os avisos do Instalador? — Porque outros instaladores também reclamam, mas geram o arquivo interno de configuração /boot/grub/grub.cfg — mesmo que você não indique uma partição EFI para instalar nela o “bootloader” externo.
- O Instalador do MX Linux 25.1 está certo. — O boot precisa dessas 2 coisas. — Querer só 1 delas é exceção.
Instalando o Grub
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| Eu não fazia questão do /boot/efi — mas precisava do /boot/grub/grub.cfg |
Assim que fechei o Instalador, não encontrei mais a partição “Linux13”. — Pelo lsblk, vi que o rótulo da partição-raiz tinha sido alterado. — Agora, chamava-se “rootMX25”.
Montei em /mnt, pelo comando mount, e pude examinar a situação pelo Dolphin. — Faltava o arquivo /boot/grub/grub.cfg.
$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17 rootMX25 ext4 30G
$ sudo mount /dev/sdb17 /mnt
$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17 /mnt rootMX25 ext4 30G
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| Chroot Rescue Scan: — Nunca foi tão fácil recuperar uma instalação |
Abri o “Chroot Rescue Scan”, que permite “entrar na pele” de uma distro para executar comandos de recuperação. — Ele encontrou todas as distros instaladas no PC, inclusive o antigo MX-23 e o novo MX-25.
Fazer chroot manualmente é chato. — Com esse aplicativo do MX Linux, é um passeio no parque!
“Entrei” no MX Linux 25 (o termo é “visitar”), recém-instalado. — O prompt muda de “$” para “chroot>”:
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| Gerando o arquivo /boot/grub/grub.cfg no recém-instalado MX Linux 25.1 |
Executei uma “atualização do Grub”. — Gosto de usar o comando “real” (em vez do “alias” update-grub), para nunca esquecer o que ele faz. — Trata-se de gerar o arquivo /boot/grub/grub.cfg:
chroot> grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub/themes/mx_linux/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.63+deb13-amd64
Found initrd image: /boot/initrd.img-6.12.63+deb13-amd64
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 43 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.3 Zena (22.3) on /dev/sdb4
Found PCLinuxOS on /dev/sdb5
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for EFI firmware configuration
done
Ele gerou “entradas” para outras distros — mas o importante é que gerou “entradas” para ele mesmo. — Agora, o Grub do openSUSE já pode ler esse arquivo e obter os dados para carregar o MX Linux 25.1.
Observe que ele não encontrou o openSUSE. — É comum, o Grub de algumas distros não detectar o openSUSE, instalado em uma partição BtrFS com “instantâneos” do Snapper (shapshots). — É por isso que escolhi o Grub do openSUSE para ser meu “Menu de Inicialização” (UEFI / GPT; Bios (legacy) / MBR) — e o do Mageia, meu “Grub de reserva”.
(É por isso, também, que até hoje eu evito instalar mais alguma distro em partição BtrFS com snapshots: — Isso complica meu dualboot / multiboot, em vários outros aspectos).
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| Grub do openSUSE, “atualizado” para detectar o MX Linux 25.1 |
Atualizei o Grub do openSUSE — ele detectou a nova instalação — e agora basta usá-lo, para carregar o MX Linux 25.1.
Teste da instalação
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| Montagem sem pedir senha — e sessão Plasma X11 |
19:20 a 21:20 - Testei a nova instalação durante umas 2 horas — ainda com a pasta /home criada dentro da partição-raiz. — Demorou um pouco, até conseguir Login automático em sessão X11 — e a montagem automática das demais partições.
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| Copiando do fstab do MX-23 as linhas das partições Home e Swap |
Passei à fase seguinte da minha migração: — Abri o /etc/fstab do MX-23, copiei as linhas referentes às partições Home12 e Swap — e colei no arquivo /etc/fstab do MX Linux 25.1, pelo editor interno do Midnight Commander — “sudo mc”.
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| MX Linux 25.1 com a /home do antigo MX-23 |
21:20 a 0:00 - Ao reiniciar o MX Linux 25.1 (Plasma 6) com as configurações da partição /home do MX-23 (Plasma 5), encontrei as falhas normais nessa transição: — widgets (Weather, Moon) precisavam ser trocados por versões compatíveis; o lançador do System Settings precisava ser corrigido etc.
O Login automático caiu em sessão Plasma Wayland, com o Conky sem linhas ou gráficos — e as regras de janelas (KWin) bagunçadas. — Tornei a configurar o SDDM, e depois disso o Login automático passou a entrar sempre em sessão Plasma X11.
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| Lista dos pacotes instalados pelo usuário no MX-23 |
19 Jan. 2026 - 1:00 a 2:00 - Ainda carreguei duas sessões do antigo MX-23, para fazer uma última atualização do sistema (para registro); gerar um relatório “Quick System Info”; salvar uma lista dos meus aplicativos (User Installed Packages) etc. — além de listas de todos os pacotes instalados — mas evitei mexer nas configurações, que eu já tinha começado a adaptar ao MX Linux 25.1.
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| Colando a partição Linux13 na partição Linux12 |
2:00 - Pelo GParted, copiei a partição do MX Linux 25.1 (sdb17) e “colei” na partição onde estava o MX-23 (sdb6). — Depois, deletei o original, para não ficar com partições duplicadas (e com o mesmo UUID). — Tornei a atualizar o Grub do openSUSE, para refletir a nova situação.
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| Desabilitando os-prober, quiet, splash no /etc/default/grub |
20 Jan. 2026 - Desabilitei a detecção de outras distros (os-prober) pelo Grub do MX Linux 25.1. — Basta ele detectar a si mesmo, para que o Grub do openSUSE encontre as informações necessárias.
Aproveitei para desabilitar “quiet” e “splash”, para exibir tudo que acontece durante o boot — ao invés de uma animação bonitinha, que não dá nenhuma informação.
Essas 2 configurações ficam no arquivo /etc/default/grub — que editei pelo Midnight Commander (“sudo mc”, no Konsole). — Para fazer efeito, executei o “update-grub”, para gerar o /boot/grub/grub.cfg com as alterações.
Após eliminar 1 distro (MX-23) e reduzir o /boot/grub/grub.cfg do MX-25, o tempo de “atualização” do Grub do openSUSE caiu de 40’’ para 25’’ a 33’’. — Quanto mais distros, e quanto maior o “grub.cfg” de cada distro, mais tempo cada Grub gastará lendo os demais “grub.cfg”, a cada “atualização”. — Por isso, configurei as coisas para que cada Grub detecte apenas sua própria distro (gerando arquivos grub.cfg pequenos); e só o Grub do openSUSE (e o do Mageia, “reserva”) detectem as demais distros.
Limpando as partições EFI
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| Prioridade de Boot no utilitário da UEFI Bios da minha placa-mãe |
23 Jan. 2026 - Dediquei umas 4 horas a botar ordem nos bootloaders “externos”, nas minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16) — e digo “externos” para distinguir do Grub que está “dentro” de uma distro. — O bootloader “externo” apenas indica um “dispositivo de inicialização”, controlado por uma distro.
O utilitário UEFI Bios da minha placa-mãe oferece um modo simples e fácil de definir a prioridade de Boot: — Basta escolher uma distro, do lado direito, e arrastá-la para o topo da pequena lista. — Como eu tenho mais de 4 distros, posso clicar em “Switch all”, e a lista se amplia para exibir até 7 ou 8, podendo rolar para ver outras mais embaixo.
Eu parei de usar esse recurso simples e fácil porque, depois de alguns meses, esse utilitário passou a congelar, sempre que clico numa distro e seguro para arrastar. — Desde então, utilizo o aplicativo efibootmgr em linha de comando (CLI), dentro de qualquer distro, para recolocar o openSUSE no topo (e o Mageia em 2º lugar), sempre que alguma atualização ou nova instalação coloca outra distro lá no alto:
# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2 HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f
Boot0016* debian HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\GRUBX64.EFI0000424f
#
# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
Boot0000* opensuse HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2 HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f
Acima: - Um exemplo de 2 semanas antes, quando a instalação de um Kernel colocou o PCLinuxOS no topo das prioridades de Boot.
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| Boot Menu (F8), para escolher um bootloader qualquer |
Para teste ocasional de algum bootloader, vou ao “Boot Menu”, pela tecla F8: — Basta usar as teclas (setas) para cima e para baixo, escolher uma distro, e finalizar com Enter.
Acima: - Dois bootloaders “Ubuntu”, com maiúscula (Kubuntu); e “ubuntu”, com minúscula (Mint) — além de uma instalação experimental do Fedora, já eliminada há meses, mas cujo bootloader continuava resistindo a todas as tentativas de removê-lo pelo efibootmgr.
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| Prioridade de Boot no modo Avançado do utilitário UEFI Bios |
Enfim, posso alternar entre esse “modo EZ” e o “modo Avançado”, pela tecla F7 — mas ainda falta alguma coisa. — Talvez haja um modo de deletar bootloaders órfãos, mas até agora não consegui encontrar.
Em geral, tento deletar bootloaders inúteis pelo comando “efibootmgr” — mas às vezes eles continuam presentes na partição EFI ou na EFI2 — “visíveis”, ou “invisíveis”:
# history
489 2026-01-23_13-23-28 efibootmgr
490 2026-01-23_13-23-40 efibootmgr -b 10 -B
491 2026-01-23_13-24-03 efibootmgr -b 13 -B
495 2026-01-23_14-28-21 date; lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size,FSUSED,UUID
496 2026-01-23_14-29-11 mount /dev/sdb16 /mnt
Foi o caso de um antigo bootloader “mageia” — que substituí em Abril 2025 por “Mageia_grub”, criado pelo comando “grub-install”. — A pasta ainda está lá, embora vazia:
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| Bootloaders eliminados pelo efibootmgr, ainda nas partições EFI |
Para “ver” essas teimosias dos bootloaders, o jeito que encontrei é examinar minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16) — pelo Dolphin (GUI), ou por comandos (CLI), como o “tree”, por exemplo:
$ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /boot/efi $ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /mnt
/boot/efi (/dev/sda1: EFI) /mnt (/dev/sdb16: EFI2)
├── EFI ├── EFI
│ ├── 2020 01 10 - pclinuxos │ ├── 2025 04 08 - MX_grub (*)
│ ├── 2025 07 22 - boot │ ├── 2025 04 08 - Mageia_grub
│ ├── 2020 01 12 - opensuse │ ├── 2025 04 08 - Void_grub
│ ├── 2025 07 13 - ubuntu (*) │ ├── 2025 07 13 - BOOT
│ ├── 2025 12 23 - fedora │ ├── 2025 03 13 - fedora (*)
│ ├── 2020 03 24 - Debian │ ├── 2025 08 04 - mageia (*)
│ └── 2023 03 06 - arch_grub2 │ ├── 2025 07 13 - ubuntu (*)
├── System │ └── 2025 12 28 - pclinuxos
│ └── Library ├── System
├── System Volume Information │ └── Library
└── mach_kernel ├── System Volume Information
└── mach_kernel
12 directories, 1 file
13 directories, 1 file
Acima: - Editei as respostas do comando, deixando só as datas das pastas dos bootloaders, para visualizar com mais clareza.
Pude constatar que, embora o utilitário UEFI Bios e o comando “efibootmgr” mostrem um bootloader “Ubuntu” com maiúscula, lá nas partições EFI a pasta é “ubuntu” com minúscula. — O único modo de distinguir, é lembrando que o bootloader do Kubuntu é o da partição EFI2 (sdb16, no SSD WD Green); enquanto o do Mint é o da partição EFI (sda1, no SSD Kingston).
Como último recurso de limpeza, abri o Midnight Commander como super-usuário (root) — e deletei as pastas dos bootloaders que não tinham mais nenhuma utilidade: — O 2º “fedora”, o “mageia”, e o “MX_grub” de Abril 2025, agora sem utilidade.
Ao testar todos os bootloaders, verifiquei que o Kubuntu e o Mint carregavam diretamente, sem passar pelo menu do Grub. — Comentei (desabilitei) as linhas “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden”; configurei o “GRUB_TIMEOUT=10”; e aproveitei para eliminar “quiet splash” em ambos. — Depois, “update-grub”, em ambos, para o Grub do openSUSE ler e incorporar essas mudanças.
A duplicidade de entradas para o Debian, no utilitário UEFI Bios e no efibootmgr, corresponde a 2 opções de Boot, dentro da mesma pasta: — “SHIMX64” e “GRUBX64”. — Nada para “limpar”.
Depois de esclarecer todas as dúvidas e capinar o matagal de coisas sem utilidade, criei o bootloader para o MX Linux 25.1:
Pasted to /etc/fstab:
UUID=B7B0-A50B /boot/efi vfat noatime,dmask=0002,fmask=0113 0 0
$ sudo mkdir -p /boot/efi
$ sudo mount -all
$ sudo grub-install --target=x86_64-efi --efi-directory=/boot/efi --bootloader-id=Mx25_grub --recheck
Installing for x86_64-efi platform.
Installation finished. No error reported.
Fiz mais algumas anotações sobre isso no registro sobre o Fedora 42; e no registro da minha transição para UEFI-GPT.
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• Publicado em 20 Janeiro 2026; e desenvolvido até...
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