terça-feira, 27 de abril de 2021

Manjaro - instalação e configuração

Manjaro KDE instalado e configurado

• Resolvi fazer essa instalação do Manjaro — expressamente para “brincar” um pouco com o Pamac, AUR e Flatpak — motivado pelo tutorial “Instalei o Manjaro. E agora?”, do Rodrigo_Chile (ChileDJ), no blog Manjariando.

Índice

  • Instalação
  • Pós-instalação
    • 1º Passo - Atualização inicial
    • 2º Passo - Instalar pacotes de Idiomas e Kernels
    • 3º Passo - Alterar o Grub para ser exibido
    • 4º Passo - Configurar o Pamac (7 abas)
    • Bônus:
  • Experiências anteriores (2017 e 2018)

Instalação

Opções de boot do Live Manjaro

Baixei a imagem ISO manjaro-kde-21.0.2-210419-linux510 pelo KTorrent, fiz a verificação pelo sha1sum e “queimei” pelo K3b em DVD, para guardar.

No Menu de Boot da sessão Live, escolhi o fuso horário do centro-sul do Brasil (BRT), Teclado ABNT2 e idioma Inglês britânico (en_GB).

Tentativa de desabilitar os_prober

Tentei desabilitar os_prober em /etc/default/grub, logo no início da sessão Live — mas não fez efeito durante a instalação.

Monitoramento do processo de instalação do Manjaro

Desde o momento em que iniciei o Instalador, um processo grub-mount ocupou 100% de um núcleo da CPU — e assim prosseguiu mesmo depois que a instalação acabou e fechei o Instalador.

Com isso, durante os 10 minutos da instalação efetiva (Slideshow) houve sempre pelo menos 1 núcleo com temperatura acima de 70ºC — o que já me causou dificuldades em 2018, quando eu tinha um processador de apenas 2 núcleos. — Mas isso não é exclusividade do Manjaro.

  • Ver “Experiências anteriores (2017 e 2018)”, no final

Definições de localização do Manjaro

O primeiro passo da instalação é definir o Fuso horário, o Idioma e os Formatos regionais de números e datas. — O Instalador ignora as opções da sessão Live e retoma os padrões de Nova Iorque / Estados Unidos. — Ao mudar o Fuso horário para BRT, os Formatos de números e datas se alteram automaticamente, mas isso pode ser alterado à parte.

Opções de particionamento ao instalar o Manjaro

Na definição das partições, são oferecidas 4 opções — instalar “ao lado” de outro sistema, substituir uma partição, apagar o disco inteiro, ou fazer manualmente o particionamento. — Todas essas opções vêm desmarcadas, o que impede de avançar sem prestar atenção.

Escolhi “particionamento manual” — por que estou acostumado a essa opção. — Eu só precisava escolher 2 partições, “Editar” cada uma delas para criar os respectivos pontos de montagem, e formatar a partição-raiz:

├─sda11   30 G  Linux10    (Format)
├─sdb11   13 G   Home10    (Keep)

Ao concluir, fui advertido de que a partição EFI não estava escolhida. — Prossegui assim mesmo, pois meu “Menu de inicialização” é controlado pelo Grub do openSUSE Tumbleweed.

Dessa vez, o Instalador não adicionou automaticamente a partição Swap existente. — Mais tarde, copiei a linha do Swap do /etc/fstab de outra distro (Arch) — e montei com # swapon --all.

Na etapa “Usuários”, defini o nome do sistema (Linux10), habilitei o Login automático, e senha separada para o superusuário (root).

Atividade de CPU com grub-mount

Após conferir o Resumo das configurações, cliquei para iniciar a instalação efetiva no hardware, que se realizou em 10 minutos — das 18:53 às 19:03 — sempre com pelo menos um processo grub-mount / os-prober consumindo quase 100% de um núcleo de CPU e mantendo sua temperatura acima de 70ºC.

Atualização do Grub do openSUSE

Ao reiniciar o computador, carreguei o openSUSE Tumbleweed — cujo Grub controla meu “Menu de inicialização” — e que em 1 minuto detectou todas as outras distros instaladas em dualboot.

É o único Grub que gera entradas capazes de carregar o Arch Linux e o Manjaro. — O Grub do Arch e do Manjaro também consegue, claro — mas não costumava detectar ou gerar entradas corretas para carregar o openSUSE.

Correção manual da entrada do Arch no Grub do Mageia (2020)

Como “reserva”, em caso de emergência, o Grub do Mageia também consegue detectar e gerar entradas corretas para carregar o openSUSE — mas suas entradas do Arch e do Manjaro precisam ser corrigidas manualmente, para adicionar o caminho (PATH) para o initramfs.

Por isso, em 2017 eliminei o Manjaro após instalar o Arch, de modo que bastasse 1 busca-e-troca global automática (Replace All), que o editor interno do Midnight-Commander (mcedit) “lembra”, sem exigir nova digitação a cada vez. — Agora, com Arch e Manjaro, serão 2 substituições diferentes, a serem decididas caso-a-caso, no olho. — Felizmente, há muito tempo não tenho emergências que me exijam recorrer ao Grub do Mageia.

Pós-instalação

Depois de 3 anos usando (e ainda aprendendo sobre) o Arch, o Tutorial do RodrigoDJ me deu uma visão estruturada do Manjaro, que me faltou nas 2 experiências anteriores (2017, 2018) — em parte, também, porque naquela época o Octopi ainda não tinha sido substituído pelo Pamac:

  • 1º Passo - Atualização inicial
    • Escolha dos mirrors
    • Alternativa: Pamac-CLI
  • 2º Passo - Instalar pacotes de Idiomas e Kernels
    • Instalar mais 2 Kernels
  • 3º Passo - Alterar o Grub para ser exibido
  • 4º Passo - Configurar o Pamac (7 abas)
    • Número de downloads simultâneos
    • Frequência da verificação
    • Habilitar downgrade
    • Espelhos - já resolvido antes, por comando
    • Habilitar AUR
      • Verificar atualizações
      • Limpar espaço de compilações anteriores
    • Habilitar Snap
    • Habilitar Flatpak
      • Verificar atualizações
    • Cache do Pacman (não mexer agora)
      • Número de versões de pacotes a manter (3), para permitir downgrade
    • Remoção de pacotes órfãos — Disable "Software Mode"
  • Bônus - Repositório Manjariando

Nessa estruturação, concisa e clara, percebi a possibilidade de adaptar cada opção a qualquer outro “projeto”, personalizado, sem necessidade de se ater ao que é proposto. — Por exemplo, eu poderia habilitar apenas o AUR, de início, para testar e aprender mais — sem colocar em risco minha instalação do Arch Linux.

O que se segue, portanto, é apenas minha adaptação, numa fase inicial.

1º Passo - Atualização inicial

Edição do /etc/pacman.d/mirrorlist pelo nano

Embora o Tutorial seja focado no Pamac-GUI, começa por um comando simples do pacman — que pode ser executado em poucos segundos, antes de cada atualização — para escolher sempre os 5 espelhos com melhor desempenho no momento, de modo a fazer o download das atualizações com a melhor velocidade disponível.

$ sudo pacman-mirrors -f5

Pessoalmente, prefiro outro caminho — escolher apenas os espelhos do Brasil, e em seguida editar o /etc/pacman.d/mirrorlist pelo nano para colocar no topo da lista o espelho que há vários anos tem se mostrado o menos sujeito a falhas, em quase todas as minhas distros. — Faço isso apenas 1 vez, e nunca mais preciso me preocupar.

Mas só posso falar pela velocidade no “tronco” Brasília-SP-Curitiba — pois é possível que, para outros locais, outros espelhos apresentem melhor resposta:

# pacman-mirrors --country Brazil
::INFO Downloading mirrors from Manjaro
::INFO => Mirror pool: https://repo.manjaro.org/mirrors.json
::INFO => Mirror status: http://repo.manjaro.org/status.json
::INFO User generated mirror list
::------------------------------------------------------------
::INFO Custom mirror file saved: /var/lib/pacman-mirrors/custom-mirrors.json
::INFO Using default mirror file
::INFO Querying mirrors - This may take some time
  1.215 Brazil         : https://manjaro.c3sl.ufpr.br/
  1.306 Brazil         : http://linorg.usp.br/manjaro/
  0.552 Brazil         : https://www.caco.ic.unicamp.br/manjaro/
::INFO Writing mirror list
::Brazil          : https://www.caco.ic.unicamp.br/manjaro/stable
::Brazil          : https://manjaro.c3sl.ufpr.br/stable
::Brazil          : http://linorg.usp.br/manjaro/stable
::INFO Mirror list generated and saved to: /etc/pacman.d/mirrorlist
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Após descrever o uso do Pamac-GUI para atualizar o sistema, o Tutorial indica 2 alternativas de atualização por comandos CLI — o pacman, apenas para os repositórios oficiais — e o pamac, para todos os repositórios que estiverem habilitados no momento:

Official repositories:
$ sudo pacman -Syyuu

Official + AUR + ... :
$ pamac update --force-refresh

Nesse primeiro momento, me limitei ao pacman, que já estou acostumado a usar há 4 anos.

2º Passo - Instalar pacotes de Idiomas e Kernels

Controle das verificações e notificações de pacotes no Manjaro

Este passo tinha pouco interesse para mim — mas é um dos pontos altos que tornam o Manjaro particularmente amigável para um iniciante.

Atualmente, não vejo motivo para mudar o Kernel padrão de cada distro (o 5.10 é LTS, com suporte até Dezembro 2026) — e a sugestão de instalar 3 Kernels diferentes (cada um com 2 ou 3 revisões) me parece um exagero, a menos que se tenha algum motivo muito especial, de hardware ou de tarefas pesadas.

Pacotes de Idioma também não são, sempre, uma necessidade urgente e inquestionável. — Só porque configurei Idioma Inglês britânico + Teclado e Fuso horário do Brasil, o sistema imagina que eu queira instalar todos os pacotes de Ajuda, Hifenização, Verificação ortográfica desses 2 Idiomas e também do Inglês norte-americano — para Traduções do Qt5, Firefox, Thunderbird (que não uso), LibreOffice e Manuais do Linux. Preciso decidir com calma, porque isso representa, no mínimo, um acréscimo de downloads a cada atualização.

Para começar, desabilitei a verificação de atualizações no Pamac-GUI (ícone em forma de Escudo) — e também desabilitei a verificação de Kernels e pacotes de Idioma nas notificações no Manjaro Settings Manager (ícone retangular do Manjaro). — Esses 2 notificadores estão configurados (no System Tray) para exibição apenas quando houver motivo. Portanto, não aparecem mais.

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Porém, o Manjaro Settings Manager reúne alguns recursos já tradicionais do KDE System Settings — com algumas modificações interessantes — e acrescenta outros, como o gerenciamento de Kernels e o gerenciamento de drivers no item “Hardware Configuration”.

Seus 7 itens aparecem no KDE System Settings, agrupados na seção “Manjaro” — mas quase todos também podem ser reencontrados no interior das seções tradicionais — Keyboard em Input Devices; Languate Packs, Locale e Time & Date em Regional Settings; User Accounts em Users.

São 7 itens básicos para o iniciante, reunidos de modo simples e claro — e dotados de “capacidade de ação”, para detectar e avisar sobre coisas que o usuário pode querer mas ainda não sabe.

3º Passo - Alterar o Grub para ser exibido

Este passo altera a configuração original do Grub no Manjaro — “GRUB_TIMEOUT=0” e “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden” — que leva o boot a carregá-lo automaticamente, sem passar pela exibição do Menu de inicialização — e o usuário precisa apertar determinada tecla, durante o boot, para ter acesso a outros Kernels, nas Opções Avançadas.

Esconder o Menu de inicialização é um padrão curioso — bom, talvez, para quem tem no Manjaro seu único sistema, e não se interessa por nenhuma outra opção, exceto carregá-lo automaticamente ao ligar o computador.

Na minha instalação, de fato encontro “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden” — embora com “GRUB_TIMEOUT=5”.

Como não instalei a “chamada” na partição EFI, não tenho como testar o Grub do Manjaro, e por isso, não sei se essa combinação um pouco diferente também esconde o Menu de inicialização. Fica o registro.

4º Passo - Configurar o Pamac (7 abas)

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Bônus - Repositório Manjariando

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Experiências anteriores (2017-2018)

Manjaro KDE 16.10.3 stable, instalado e atualizado
Manjaro KDE 16.10.3 stable, em 2 Jan. 2017

Manjaro foi minha primeira distro “não-debian”, em 1º Janeiro 2017, como forma de iniciar uma aproximação ao Arch — cuja Wiki já me vinha sendo muito útil, pelas informações claras e bem estruturadas, a partir de pesquisas no Google sobre cada problema que precisei resolver (no Kubuntu, Debian, Mint, KDE Neon), nos anos anteriores.

Aquela experiência me deixou ótimas lembranças. Em poucos meses, no início de 2017, quebrei o Manjaro umas 3 ou 4 vezes, pelo menos — e todas as vezes, o conserto foi muito simples e rápido, bastando uma busca no Google pelas palavras-chave mais relevantes em cada caso.

Meu único motivo para removê-lo, é que logo depois descobri o Revenge Installer (agora chamado Zen Installer), instalei o Arch, gostei — mas meu “Menu de inicialização”, controlado pelo Mageia (e um de reserva, do openSUSE Leap) exigia “edição manual” do /boot/grub/grub.cfg para conseguir carregar o Arch e o Manjaro, após cada atualização do Grub. — Usando o editor interno do Midnight Commander (mcedit) como root, era muito fácil fazer a correção com uma busca-e-troca global (que o editor lembra e repete num instante), mas era impraticável fazer 2 buscas-e-trocas globais, uma para o Arch e outra para o Manjaro, a cada atualização do Grub.

Ok, o Grub do Arch ou do Manjaro podia gerar as entradas corretas para ambos — mas não para o openSUSE, mesmo depois que instalei neles alguns pacotes para lidarem com BtrFS. — Como eu ainda estava aprendendo a lidar com o Grub e com distros “não-debian”, optei por manter apenas o Arch.

Também pesou naquela decisão o fato de o Manjaro ser uma certa “repetição” do Arch. — Eu queria explorar as distros mais “distantes” umas das outras — e preferi investir no “original”, que depois consegui instalar “na unha”, e continuo usando há 4 anos.

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PC desktop UEFI / GPT

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Slackware 15 alpha1 KDE

Slackware 15 alpha1

• “Slackware 15 alpha1” é apenas um apelido informal para as versões mais recentes do Slackware 14.2 -Current — que diferem bastante do Slackware 14.2 (stable), cujas imagens ISO mantêm a data de seu lançamento (01-Jul-2016). — A documentação é clara:

Slackware -Current é o branch de desenvolvimento do Slackware que eventualmente é lançado como uma versão estável quando considerado pronto (e então dividido novamente, como o branch de desenvolvimento para a próxima versão). É semelhante em função ao ramo de teste de outras distribuições e as mesmas ressalvas se aplicam a -Current.

Desde o lançamento da última versão estável, o ramo -Current acumulou 45 “changelogs” em 2016; mais 140 em 2017; outros 238 em 2018; mais 325 em 2019; outros 320 em 2020; e 44 nos primeiros 54 dias de 2021.

No “changelog” de 15 Fev. 2021, falou-se em “Slackware 15 alpha1”, sem link para nenhuma imagem ISO. — Nenhum “lançamento” oficial. — No máximo, uma cutucada :-) nos fãs que há anos cobram uma versão estável atualizada.

No dia seguinte, Distrowatch anunciou a boa nova, com 2 links diferentes para download direto da imagem ISO “Installer” do Slackware 14.2 -Current — um na própria notícia; e outro na coluna “Latest Distributions” — a partir de espelhos no Reino Unido e na Holanda.


Índice


  • Download
  • Instalação
  • Configurações

Download


Download da imagem ISO do Slackware 15 alpha1

Na falta de um torrent (que o Distrowatch não publicou nos 7 dias seguinte), foi bom ter pelo menos 2 links para escolher — pois às vezes enfrento baixíssima velocidade em downloads da Holanda; e outras vezes, em downloads do Reino Unido:

https://slackware.uk/people/alien-current-iso/slackware64-current-iso/slackware64-current-install-dvd.iso
https://slackware.uk/people/alien-current-iso/slackware64-current-iso/MD5SUM

https://slackware.nl/slackware/slackware64-current-iso/slackware64-current-install-dvd.iso

Rastreando os links até a origem, verifiquei que, afora o “DVD Instalador”, a única outra opção era o “Mini-Instalador” — que exigiria download durante a instalação, com risco de baixa velocidade desde um espelho ou desde o outro, pois a rota entre Europa e Brasil passa pelos Estados Unidos, sujeito a fortes variações de prioridade. — Ver (CTRL+F) “Mapa global”, em Teste de velocidade.

Verifiquei a imagem ISO pela soma MD5 e queimei pelo K3b em DVD, para guardar.

Live Slackware “15 alpha1” by AlienBob

Parecia haver uma possível terceira opção — as imagens Live ISO 14.2 -Current by AlienBob, também atualizadas em 15 Fev. 2021 — mas eu não podia ter certeza, sem examinar mil informações abstrusas no changelog.

Instalei uma, rodei a outra em sessão Live, e comparei em um nível bem superficial. — A julgar só pelas informações do KInfocentre, a “única” diferença estaria na revisão do Kernel — 5.10.15 vs. 5.10.16 — mas não examinei outros milhares de pacotes, para poder afirmar qualquer coisa além disso.

 

Instalação


Teclado e Login no Instalador do Slackware

Ao iniciar o DVD “Instalador”, ele oferece a opção de carregar um Teclado “Não-US”, e em seguida deve-se logar como root (não pede senha).

Antes e depois do login, apresenta orientações para upgrade de uma instalação preexistente, ferramentas para formatar partições etc. — Pulei tudo isso, pois eu iria fazer uma nova instalação, e as partições já estavam prontas.

Menu do instador do Slackware

O menu do Instalador apresenta os passos a serem seguidos, em sequência, e por experiência anterior eu já sabia que em várias dessas etapas não existe a opção de voltar atrás, nem de voltar ao menu, que só volta a ser apresentado no final. — Por isso, tive o cuidado de começar pelo primeiro item da lista.

Na dúvida sobre eventuais efeitos na “regionalização” (locale), escolhi (de novo) “UK”, pois não uso acentuação nos consoles virtuais (tty2, tty3). — Há várias coisas no Slackware que ainda não entendo bem.

Por distração, aceitei configurar a partição Swap detectada. — Eu devia lembrar que o Instalador do Slackware formata e altera o identificador UUID da partição. — O mais recomendável era não configurar Swap pelo Instalador (desmarcar a partição detectada), pois é muito fácil configurá-lo mais tarde, manualmente.

Bastou clicar “Ok”, e o antigo UUID foi perdido, no mesmo instante.

Por causa disso, depois tive de corrigir o /etc/fstab e o /etc/default/grub das outras distros, com o novo identificador UUID.

Note que “Add Swap” é um passo separado de “Target”, — para escolha das demais partições, — que vem a seguir.

Partição-raiz e /home no Instalador do Slackware

Para configurar a partição-raiz, basta selecioná-la. — Para configurar outras partições, é necessário indicar manualmente o ponto de montagem de cada uma. — Nos dois casos, optei por não formatar, pois já estavam formatadas (e vazias).

Após cada escolha, nessa etapa, o Instalador oferece a possibilidade de configurar outra partição — e mostra um quadro das partições (só até sda12, sdb12), onde se podem conferir as escolhas já feitas (e alterar, ou fazer outras). — Clicar em “Continue” para concluir e e aplicar.

Partição EFI encontrada pelo Instalador do Slackware

Ainda nesse passo, o Instalador identifica a partição EFI existente e propõe configurar como /boot/efi.

Escolha de software no Instalador do Slackware

No passo seguinte, o Instalador do Slackware oferece a escolha da fonte de software, e de quais softwares serão instalados a partir dela.

Naquele momento, eu poderia ter desmarcado o Xfce, ou o KDE (ou ambos), mas prestei mais atenção no resto da lista, e não pensei nisso.

Seleção de pacotes do Slackware

O Instalador do Slackware ainda oferece a possibilidade de escolher outros softwares (por tarefas), mas optei pelo mais rápido (e seguro), que é aceitar todos.

Em seguida, gera RamDisk inicial do Kernel e atualiza a lista de fontes de letras. — Descartei a oferta de gerar um Pendrive de Boot. — Também descartei instalar o carregador de boot Elilo (para UEFI). — Aceitei instalar o GPM, que permite usar o Mouse para cortar e colar texto nos consoles virtuais.

O Grub do openSUSE e do Mageia detecta e permite carregar o Slackware, desde que você entre no modo de Edição do Grub e substitua “generic” por “huge”. — Então, basta gerar o Grub do próprio Slackware, e depois disso o Grub do openSUSE e do Mageia detecta e incorpora esse parâmetro.

Configuração de rede do Slackware

Na configuração de rede, adotei o hostname “Linux11”, inventei um domínio fictício apenas por ser requisito para prosseguir, aceitei a opção de usar o NetworkManager, e confirmei.

Seleção de serviços no Instalador do Slackware

Entre os serviços a serem iniciados automaticamente, me limitei a acrescentar o NTPD — pois não tenho certeza de que o KDE faria isso. — Já enfrentei alguma dificuldade com isso, em instalações anteriores do Slackware, por motivos que ainda não consegui entender.

Relógio do sistema e fuso horário

Alterei a opção de Relógio do hardware para UTC; e selecionei o Fuso horário do Centro-Sul do Brasil (BRT = UTC-0300).

Escolha do Gerenciador de janelas no Slackware

Aceitei a proposta de usar o Gerenciador de janelas do KDE — que afinal, é a interface que pretendo usar. — Ignoro se foi instalado Fluxbox ou qualquer das outras opções oferecidas, exceto Xfce.

De volta ao Menu do Instalador do Slackware, no final

O Instalador do Slackware ainda solicitou criar a senha de Root e, ao encerrar o processo, voltou ao Menu. — Não me sinto seguro das consequências, caso entre em algum dos passos e tente alterar alguma coisa. — Afinal, a instalação já foi feita.

Restava escolher Exit para reiniciar — ou voltar à tela de comandos.

O mais prático seria voltar à tela de comandos, para criar o usuário e gerar o arquivo /boot/grub/grub.cfg — mas esqueci, e apenas reiniciei.

Exame do Slackware a partir de outra distro

Pelo openSUSE, confirmei que a /home do Slackware ainda estava vazia, pois o Instalador não cria conta de usuário. — Eu poderia ter feito isso por comando, antes de reiniciar. Como não lembrei na hora, vou ter de fazer agora.

Também confirmei que o Grub estava instalado, embora sem o arquivo /boot/grub/grub.cfg — que eu também poderia ter gerado por comando, antes de reiniciar.

Enfim, a experiência dos últimos anos já me mostrou que não adianta o Grub de outra distro apontar para o Kernel “generic” do Slackware, — pois o boot acaba em “Kernel panic”.

Inclusão do Slackware no Grub de outra distro

Atualizei o Grub do openSUSE e substituí o parâmetro “generic” por “huge”, no editor interno do Midnight-Commander (mcedit).

Aproveitei para corrigir o fstab do openSUSE com o novo UUID da partição Swap, e ativar com o comando # swapon --all.

Criação do usuário e configuração do Grub no Slackware

No Slackware já instalado, finalmente criei a conta de usuário e gerei o arquivo de configuração do Grub — para ser lido pelo Grub do openSUSE e do Mageia, que uso como Menus de inicialização da máquina.

Não precisava instalar o Grub do Slackware na partição EFI — exceto como uma alternativa para ter à mão — mas se embaralhou com o Grub de outro Slackware (by AlienBOB), instalado em outra partição (sda11) no ano passado.

Detalhe (Acima) - O arquivo grubx64.efi gerado em 18 Fev. 2021 (UTC) foi para a pasta criada ao instalar o Slackware (by AlienBOB) em 26 Set. 2020. — Para diferenciá-los, terei de especificar uma pasta com outro nome, talvez usando parâmetros como # grub-install (...) --bootloader-id=Slackware15 --recheck, para diferenciar (Estudar, antes!).

 

Configurações


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Nas primeiras horas, me limitei às configurações mais simples, — Relógio, Tema, Estilo, Decoração das janelas, Sessão KDE, — até configurar a montagem automática de partições adicionais, onde guardo inúmeras anotações.

Sim, quase todas anotações estão aqui no blog, mas dispersas em dezenas de postagens. É bem mais cômodo procurá-las em um único arquivo, onde estão reunidas.

Para autorizar a montagem de partições adicionais pelo usário, sem autenticação:

/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules

// Allow udisks2 to mount devices without authentication
polkit.addRule(function(action, subject) {
if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });

Para garantir que os pontos de montagem sejam deletados ao final de cada sessão e recriados no início, adotar a opção “0” em:

/etc/udev/rules.d/99-udisks2.rules

# UDISKS_FILESYSTEM_SHARED
# ==1: mount filesystem to a shared directory (/media/VolumeName)
# ==0: mount filesystem to a private directory (/run/media/$USER/VolumeName)
# See udisks(8)
ENV{ID_FS_USAGE}=="filesystem|other|crypto", ENV{UDISKS_FILESYSTEM_SHARED}="0"
xxxx

A configuração global “Montar automaticamente todas as mídias removíveis (partições adicionais) no Login” pareceu não fazer efeito, — exceto para algumas partições (Depot1, Warehouse), que talvez eu já tivesse montado manualmente, antes de reiniciar a sessão KDE.

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Após substituir a configuração “global” pela configuração “individual” de todas as partições adicionais, finalmente a montagem automática funcionou ao reiniciar a sessão KDE.

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Baixadas as fotos da instalação pelo KDE Connect.

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\\\\

Solucionando o início do Plasma KDE

Durante alguns dias, precisei fazer Login no console virtual (tty1) e executar $ startx para entrar no KDE. — Só após alterar o runlevel de 3 para 4, em /etc/inittab, o SDDM conseguiu carregar o KDE automaticamente, no final do boot.

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— … ≠ • ≠ … —

Without-SystemD



    PC desktop UEFI / GPT



    Ferramentas &tc.



    Não-debians


    terça-feira, 12 de janeiro de 2021

    Adicionando HDD a 11 distros Linux em dualboot

    Terceiro HDD 3½’’, no “piso” da grade para dispositivos 5¼’’

    • Instalar mais um Hard Disk Drive (HDD) em um PC Desktop é coisa banal, e por si só, não mereceria uma postagem de blog.

    Mas, já faz algum tempo que sinto a falta de um registro (para lembrar) da rotina básica que adotei para manutenção de múltiplas distros em dualboot.

    Índice

    • HDD adicional
    • Configurar nas distros
    • Ordem inversa
    • Nova partição
    • Reconfigurações
      • Linux8
      • Linux7
      • Linux6
      • Linux5
      • Linux4
      • Linux3
      • Linux2
      • Linux12
      • Linux11
      • Linux10
      • Linux9
      • Linux1
    • Luckybackup
    • Outros backups

    HDD adicional

    Hard disk drive (HDD) adicional, no UEFI Bios Setup

    Ao escolher o gabinete para o novo computador, me pareceu que este modelo oferecesse alojamento interno (slots) para até 5 HDDs de 3½’’. — Eu tinha 3 HDDs antigos, que pretendia aproveitar.

    Só ao chegar em casa, percebi que 3 daqueles espaços 3½’’ estavam previamente inutilizados, pela péssima disposição (vertical!) destinada ao SSD interno. — Por isso, acabei instalando apenas 2 HDDs, no ano passado.

    Agora, um ano depois, percebi que o “piso” da estante para dispositivos 5¼’’ oferecia umas rebarbas para fixar mais um dispositivo de 3½’’. — Desliguei toda a energia e aparafusei lá meu 3º HDD.

    Hard disk drive (HDD) adicionado

    Na hora, não consegui encontrar o PDF do Manual (que agora me custou meia hora, e acabei baixando de novo). — Por sorte, acertei logo plugar o cabo no 5º slot Sata — os conectores se contam do alto para baixo (em 3 linhas horizontais), e da direita para a esquerda.

    Ordem dos conectores Sata

    Para o técnico, fazia sentido plugar o CD-DVD logo após o SSD, — que era então a única “unidade de disco”, — e quando comecei a plugar os HDDs esqueci de mudar o CD-DVD para o final.

    Agora, não sei se a mudança afetaria alguma coisa, — e tampouco sei se vale o risco.

    De qualquer modo, o Linux entende assim, — primeiro os “discos” fixos; depois o USB externo, — e o DRW à parte:

    $ inxi -d
    
    Local Storage:                total:    2.84 TiB          used: 838.23 GiB   (28.8%)
    
         ID-1: /dev/sda   SSD  Sata3  Kingston  SA400S37480G        447.13 GiB   480 GB
         ID-2: /dev/sdb   HDD  Sata3  Seagate   ST1000DM003-1SB102  931.51 GiB   1   TB  (2016)
         ID-3: /dev/sdc   HDD  Sata2  Maxtor    STM3320613AS        298.09 GiB   320 GB  (2008)
         ID-4: /dev/sdd   HDD  Sata2  Samsung   HD322HJ             298.09 GiB   320 GB  (2008)
         ID-5: /dev/sde   SSD  USB2   Samsung   S2 Portable         931.51 GiB   1   TB  (2011)
    
    Optical-1: /dev/sr0   DRW  Sata3  ASUS      DRW-24F1MT
    

    Configurar nas distros

    Substituição de partição por outra maior

    Meu objetivo era criar nesse HDD adicional uma uma partição de bom tamanho, para substituir a acanhada partição de 65 GiB (Storage) que eu tinha improvisado em Janeiro 2020 para atividades do dia-a-dia, — e que já estava se tornando insuficiente. — Depois, ajustar todas as distros a essa nova configuração.

    Em resumo, eu precisava carregar as 11 distros Linux, uma após outra:

    • Na primeira distro: — Criar uma partição de bom tamanho (“Warehouse”)
      • Mover para ela o conteúdo de “Storage”

    • Em todas as distros: - Configurar “Warehouse”, em vez de “Storage”, para:
      • Automount

      • PrtScn

      • Dolphin (startup)

      • Kate (session)

      • Conky

    • Na última distro: — Deletar a partição “Storage”, agora esvaziada; e
      • Configurar o Luckybackup para a nova partição “Warehouse”

    Por motivos práticos, sigo a ordem inversa do Grub.

    Ordem inversa

    Sequência do Grub — sda1, sda10, sda11, sda12, sda2...

    Para lidar de modo racional com as 11 distros Linux instaladas, adotei o hábito de sempre começar pela “última”, — seja para atualizar, seja para qualquer alteração geral, — e terminar com a “primeira”, openSUSE, que controla o Grub (e o Luckybackup).

    Desse modo, o Grub do openSUSE pode detectar quaisquer mudanças de Kernel nas outras distros, atualizadas antes dele.

    Isso é prático, pois o Grub está configurado para selecionar automaticamente a última distro carregada, — e basta ir movendo a seleção para cima, a cada novo boot.

    Acontece que o Grub organiza a sequência das distros pelo ordem alfa-numérica dos respectivos dispositivos, — ou seja, primeiro /dev/sda2 (porque o Grub pertence ao openSUSE); — depois, sda10, sda11, sda13, — depois, sda3, sda4 etc.:

    Grub, by alphanumeric /dev order
    
    ├─sda2    50G  Linux1     openSUSE
    ├─sda10   30G  Linux9     Void
    ├─sda11   30G  Linux10    Slackware
    ├─sda12   30G  Linux11    -
    ├─sda13   30G  Linux12    MX Linux
    ├─sda3    30G  Linux2     Arch
    ├─sda4    30G  Linux3     Debian
    ├─sda5    30G  Linux4     Fedora
    ├─sda6    30G  Linux5     KDE Neon
    ├─sda7    30G  Linux6     PCLinuxOS
    ├─sda8    30G  Linux7     Mageia
    └─sda9    30G  Linux8     Mint
    

    Portanto, foi esta a ordem que segui, ao percorrer todas as distros, — começando pelo Linux Mint (com KDE), que é a “última”, no Grub, — até chegar ao openSUSE, que é a “primeira”.

    Nova partição

    Antigo SSD externo USB2 deslocado para /dev/sdde

    Ao iniciar o Linux Mint 20 (com KDE), o recém-plugado HDD 320 GB (298 GiB) tomou o “lugar” de /dev/sdd, com reflexos no uDisks2, visíveis no painel lateral do Dolphin.

    Por isso, a partição “Depot2”, do SDD externo USB, deixou de ser montada automaticamente pelo uDisks2. — Agora, o SSD externo USB é /dev/sde, — coisa que não estava prevista, e por isso a montagem automática não se realizou.

    Atividade intensa de Read / Write, até desmontar a partição do 3º HDD

    Em troca, ocorreu a montagem automática de uma partição vazia, sem rótulo (Label), existente no “novo” HDD, — devido à configuração que uso no KDE System Settings / uDisks2.

    Por ser a primeira vez que foi montada, isso causou intensa atividade de Read / Write, — que só cessou ao “desmontar” (unmount).

    Alterando a tabela de particionamento, de MBR (msdos) para GPT

    O 3º HDD estava particionado como MBR (msdos), porque eu pretendia deixá-lo no antigo PC Desktop, — mas para usá-lo no novo PC, achei melhor convertê-lo logo em GPT.

    Criando a nova partição de dados “Warehouse”

    Em seguida, criei nele uma partição de 240 GiB, com rótulo (Label) “Warehouse”, — para substituir “Storage” (65 GiB), criada provisoriamente em Janeiro 2020, e que já estava com pouco espaço livre.

    Montagem automática da nova partição

    Habilitei a montagem automática da nova partição “Warehouse” e reiniciei a sessão KDE (Logout / Login), para conferir o resultado, antes de prosseguir com as demais configurações.

    Atividade de “ext4-rsv-convert” da nova partição montada

    A atividade de “Writeback conversion work” (ext4-rsv-convert), após a primeira montagem da partição recém-criada, se completou em cerca de 9 minutos.

    Movendo (quase) tudo para a nova partição

    Movi as pastas da antiga partição “Storage” para a nova partição “Warehouse”, — exceto a pasta “PrtScn”, cujo conteúdo também movi, mas deixei (vazia), para que todas as distros ainda pudessem salvar Capturas de tela, até que a última fosse reconfigurada.

    Reconfigurações

    Nova localização (path) para salvar as Capturas de tela

    Linux8 - Depois de configurar PrtScn para salvar na nova partição, bastava levar para lá as últimas Capturas de tela gravadas na antiga.

    Configurações do Dolphin e da sessão do Kate

    No Dolphin, mudei a “página inicial”, — da antiga para a nova partição.

    No Kate, reabri os documentos em sua nova localização (path), — de modo que, ao abri-lo, a “sessão” já venha completa, como antes.

    Substituição da antiga partição pela nova, no Conky

    Enfim, substituí no Conky a antiga partição “Storage” pela nova partição “Warehouse”.

    Deletando uma partição sem utilidade

    Linux7 - No Mageia, a nova partição “Warehouse” também já foi automaticamente montada no início da sessão KDE, — devido à configuração do System settings / uDisks2, — e pude passar logo às demais configurações.

    Aproveitei para deletar uma partição “eBooks”, que era só uma poluição visual. — Nunca cheguei a usar, nem coloquei em montagem automática, em nenhuma das distros. — Eliminá-la não daria nenhum trabalho adicional.

    Configuração do Dolphin e do atalho PrtScn no PCLinuxOS

    Linux6 - Também no PCLinuxOS a nova partição “Warehouse” foi automaticamente montada, e passei logo às configurações do Dolphin, PrtScn etc.

    Configuração de montagem automática de /dev/sdd1

    Linux5 - Tudo parece confirmar que a montagem automática da nova partição “Warehouse” se deve a ter “herdado” a configuração de uDisks2 para /dev/sdd1, — antes atribuída à partição “Depot2”, do SSD externo USB, que agora é /dev/sde1.

    A opção de montagem automática ao plugar (On Attach), na coluna da direita, eu só uso para esse SSD externo USB, — que eventualmente pode estar desconectado durante o boot; — ou ser desmontado para plugar o velho scanner USB, e plugado de novo mais tarde.

    Configuração do Conky para exibir a nova partição

    Linux4 - As re-configurações não apresentaram novidade no Fedora.

    Senha para montagem, no Debian

    Linux3 - No Debian, foi solicitada senha para montagem pelo uDisks2, — que nessa distro, eu só usava para o SSD externo USB, — até então “localizado” em /dev/sdd, onde agora está o “novo” HDD interno.

    Desabilitei a montagem de “Warehouse” pelo System settings / uDisks2, — pois isso será feito pelo /etc/fstab.

    Montagem da nova partição pelo /etc/fstab

    No /etc/fstab, acrescentei uma linha para a montagem de “Warehouse”, até refazer as demais configurações.

    Após as demais reconfigurações (Dolphin, Kate, PrtScn, Conky), anulei a linha referente a “Storage”, — para evitar falha de boot, depois que essa partição for deletada.

    Montagem automática da nova partição no Arch Linux

    Linux2 - No Arch Linux, também ocorreu a montagem automática pelo uDisks2, nas opções gerais (no alto), de montar todas as mídias removíveis “no Login” e “ao Plugar”, — onde “removível” se refere a tudo que não sejam partições do sistema, — tais como /, /home, Swap etc.

    Note que, no Arch, não usei a habilitação individual, nas 2 colunas à direita. — Mesmo que usasse, só teria efeito, se desativasse as 2 opções gerais, no alto, — pois estas se sobrepõem às opções individuais.

    Em outras distros, tive o trabalho de testar ambas alternativas, — e os resultados observados agora, com a montagem automática de uma partição “inesperada” (sem prévia configuração individual) mostrou a vantagem das habilitações gerais.

    Montagem automática de partições no MX Linux

    Linux12 - No MX Linux, a montagem automática se deu pela configuração geral no uDisks2, — que se sobrepõe à habilitação individual das partições. — Desmarquei “Warehouse”.

    Embora seja um “Debian” (sem SystemD), a montagem pelo usuário pode ser autorizada pelo MX Tweaks, — e por isso eu já tinha anulado dezenas de linhas no /etc/fstab.

    Linux11 - Ainda não instalei nenhum “Linux11”. — Deveria ser o Sabayon, mas essa distro está em um momento de transição, no qual ainda não consegui me situar.

    Montagem automática e re-configuração do KDE Spectacle

    Linux10 - No Slackware (by AlienBOB, com KDE5), a nova partição “Warehouse” também foi montada automaticamente, — deixando claro que eu não precisava usar o /etc/fstab, lado a lado com o uDisks2.

    Aproveitei para reconfigurar logo o KDE Spectacle, o Dolphin (startup), o Kate (session), e o Conky.

    Desabilitando a montagem pelo fstab

    Não faz sentido, usar o /etc/fstab, em conjunto com uDisks2. — Bom... Isso já estava claro, em Setembro 2020, quando instalei o Slackware, e percebi que a autorização para montagem de partições adicionais sem autenticação, finalmente, funcionou (o que não acontecia até 2019):

    /etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules

    // Allow udisks2 to mount devices without authentication
    polkit.addRule(function(action, subject) {
    if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });
    

    Só que, em Setembro 2020, não consegui mais que uDisks2 funcionasse, após desabilitar a montagem das partições adicionais pelo fstab. — Deixei para depois, — e agora, chegou o momento de enfrentar o problema.

    Deletando pontos de montagem, a partir de outra distro

    Em resumo, os pontos de montagem criados pelo fstab (root) não foram automaticamente deletados ao sair do Slackware, — e ao entrar de novo, uDisks2 (user) precisou criar duplicatas: — “Linux71”, para substituir “Linux7”, por exemplo.

    Por algum motivo, isso também afetou a montagem do SSD externo USB, — que não estava incluído no /etc/fstab. — Encontrei agora dezenas de pontos de montagem “Depot2”, ”Depot21”, “Depot218”, “Depot225” etc., acumulados ao longo dos meses.

    Seria uma insanidade, tentar consertar isso dentro do próprio Slackware. — Em geral, recomenda-se usar uma sessão Live, onde todas essas partições “extras” estejam desmontadas. — Como tenho várias distros em dualboot, achei mais confortável usar o openSUSE, que oferece Krusader em modo superusuário (Krusader as Root), para deletar essas dezenas de pontos de montagem do Slackware.

    Com isso, a montagem automática pelo uDisks2 finalmente funcionou por si só, — mas ao reiniciar uma vez, duas vezes, o problema voltou a ocorrer, — e não faz sentido usar o openSUSE para deletar os pontos de montagem, a cada reinício do Slackware.

    Mudando o local dos pontos de montagem

    Além disso, a pasta /media do Slackware abriga vários pontos de montagem típicos do sistema (cdrom, dvd, floppy, cdrecorder, memory, hd), — e me ocorreu reverter os pontos de montagem das partições extras para /run/media/flavio.

    Bastou reverter de “1” para “0” a opção em /etc/udev/rules.d/99-udisks2.rules:

    # UDISKS_FILESYSTEM_SHARED
    # ==1: mount filesystem to a shared directory (/media/VolumeName)
    # ==0: mount filesystem to a private directory (/run/media/$USER/VolumeName)
    # See udisks(8)
    ENV{ID_FS_USAGE}=="filesystem|other|crypto", ENV{UDISKS_FILESYSTEM_SHARED}="0"
    

    Isso parece ter resolvido definitivamente o problema, — pois a subpasta /run/media é deletada ao encerrar o Slackware, eliminando assim todos os pontos de montagem, permitindo recriá-los ao iniciar a distro outra vez.

    Uma comparação das duas pastas mostra permissões diferentes entre os novos pontos de montagem (em uso) e os antigos (inativos), — por motivos que, agora, uma pesquisa talvez esclareça com mais facilidade:

    # ls -n /run/media/flavio/
    total 104
    drwxr-xr-x 12    0    0 4096 Aug 16 14:44 Depot1
    drwxr-xr-x 12    0    0 4096 Aug 19 13:30 Depot2
    drwxr-xr-x  3    0    0   20 Nov 26 19:42 Home1
    drwxr-xr-x  3    0    0 4096 Feb 26  2020 Home11
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Jul 22  2020 Home12
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Apr 15  2020 Home2
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Apr  1  2020 Home3
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Jul 27  2020 Home4
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Mar  8  2020 Home5
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Mar  8  2020 Home6
    drwxr-xr-x  5    0    0 4096 Jul 31 10:14 Home7
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Jun 12  2020 Home8
    drwxr-xr-x  4    0    0 4096 Jul 13  2020 Home9
    drwxr-xr-x  1    0    0  204 Aug  4 23:29 Linux1
    drwxr-xr-x  3    0    0 4096 Jan 14  2020 Linux11
    drwxr-xr-x 20    0    0 4096 Nov 19 14:37 Linux12
    drwxr-xr-x 17    0    0 4096 Jan 22 15:58 Linux2
    drwxr-xr-x 18    0    0 4096 Jan 10 22:21 Linux3
    dr-xr-xr-x 20    0    0 4096 Oct 28 22:25 Linux4
    drwxr-xr-x 24    0    0 4096 Jul 29 13:12 Linux5
    drwxr-xr-x 26    0    0 4096 Jan 22 15:24 Linux6
    drwxr-xr-x 19    0    0 4096 Aug  2 14:01 Linux7
    drwxr-xr-x 23    0    0 4096 Jun 12  2020 Linux8
    drwxr-xr-x 17    0    0 4096 Jan 26 10:42 Linux9
    drwxr-xr-x  5 1000    0 4096 Apr 27  2019 Sites
    drwxr-xr-x 13 1000 1000 4096 Jan 10 20:02 Warehouse
    drwxr-xr-x 19 1000    0 4096 Jul 17  2019 Works
    drwxr-xr-x 14 1000    0 4096 Oct 26  2019 XTudo
    
    # ls -n /media/
    total 284
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Depot1
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Depot11
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Depot2
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Depot21
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home1
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home11
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home111
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home12
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home121
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home13
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home2
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home21
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home3
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home31
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home4
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home41
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home5
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home51
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home6
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home61
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home7
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home71
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home8
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home81
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Home9
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Home91
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux1
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux11
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux111
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux12
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux121
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux13
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux2
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux21
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux3
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux31
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux4
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux41
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux5
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux51
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux6
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux61
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux7
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux71
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux8
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux81
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Linux9
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Linux91
    -rw-r--r-- 1 0 0  500 Sep 26  2006 README
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Sites
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Sites1
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Warehouse
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Warehouse1
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 Works
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 Works1
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:41 XTudo
    drwx------ 2 0 0 4096 Jan 26 12:47 XTudo1
    lrwxrwxrwx 1 0 0   11 Sep 22 09:24 cdrecorder -> cdrecorder0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 cdrecorder0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 cdrecorder1
    lrwxrwxrwx 1 0 0    6 Sep 22 09:24 cdrom -> cdrom0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 cdrom0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 cdrom1
    lrwxrwxrwx 1 0 0    4 Sep 22 09:24 dvd -> dvd0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 dvd0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 dvd1
    lrwxrwxrwx 1 0 0    7 Sep 22 09:24 floppy -> floppy0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 floppy0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 floppy1
    lrwxrwxrwx 1 0 0    3 Sep 22 09:24 hd -> hd0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 hd0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 hd1
    lrwxrwxrwx 1 0 0    7 Sep 22 09:24 memory -> memory0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 memory0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 memory1
    lrwxrwxrwx 1 0 0    4 Sep 22 09:24 zip -> zip0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 zip0
    drwxr-xr-x 2 0 0 4096 Sep 25  2006 zip1
    

    Montagem automática da nova partição

    Linux9 - A montagem automática da nova partição “Warehouse” também ocorreu no Void Linux, — e alterei logo as configurações do Dolphin, Kate, Conky, PrtScn.

    Partições para o KDE System settings “esquecer”

    A partição Depot2 não foi montada, — pois agora é /dev/sde1, o que não estava previsto no uDisks2.

    Estranhei a quantidade de partições não encontradas (Disconnected devices), duplicadas, — sinal de alguma coisa estranha. — Tratei de mandar esquecê-las.

    Note que eu havia adotado uma configuração diferente, — com habilitação individual no Login (à direita), para partições dos discos internos, — e habilitação geral (no alto) para dispositivos externos, ao plugar (On Attach).

    Informações defasadas em /run/blkid/blkid.tab

    Ao reiniciar o Void Linux várias vezes, a montagem automática continuou a apresentar várias falhas, por vários dias seguidos, apesar de todas as tentativas para corrigir isso.

    Sem conhecimentos aprofundados do Linux, a única possível causa que encontrei foi o arquivo /run/blkid/blkid.tab — inalterado desde a instalação do Void Linux, em 13 Julho 2020 — onde o identificador UUID da partição “Depot2”permanecia atrelado a /dev/sdd1; onde permanecia a lembrança da partição “Storage”, já deletada; e quem sabe quais outros possíveis erros.

    Renomeei o arquivo, e ao reiniciar, o Void Linux gerou outro “blkid.tab”.

    Problema aparentemente resolvido

    Mesmo então, a montagem automática ainda apresentou falhas, — até que montei manualmente todas as partições restantes, pelo Dolphin. — Depois disso, ainda houve algumas falhas, no dia 21, mas não se repetiram mais, do dia 22 em diante.

    Luckybackup

    Renomeando backups da antiga partição “Storage” para “Warehouse”

    Linux1 - Após concluir no openSUSE as reconfigurações comuns a todas as distros, era hora de adaptar os backups à nova situação.

    Primeiro, renomeei as pastas “Storage” (com os backups já existentes) para “Warehouse”, nas partições Depot1 e Depot2:

    • Depot1/Backup/Warehouse
    • Depot2/Backup/Warehouse

    (onde o segundo é uma cópia do backup da semana anterior).

    Perfil 1 - cópia do backup anterior

    Isso dispensou o Luckybackup de copiar novamente (por duas vezes) todo o conteúdo existente em “Warehouse”, — que afinal, é o mesmo conteúdo da antiga partição “Storage”, com alguns acréscimos e alterações da última semana.

    Perfil 2 - atualização do backup das partições de dados

    No segundo perfil do Luckybackup, apenas renomeei e reconfigurei o item “Storage”, que agora passa a fazer o backup de “Warehouse”.

    2021-01-11 ───> Luckybackup
    
    Profiles:
    
    1) Depot1 --> Depot2
    
    Depot1                             Depot2
       ├── Backup              ───>       ├──
       ├── Distros Linux       ───>       ├──
       ├── Sites_backups       ───>       ├──
       ├── Colab               ───>       ├──
       ├── Fotos digitais      ───>       ├──
       ├── Downloads           ───>       ├──
       ├── Biblioteca          ───>       ├──
       ├── AutoCAD, Corel      ───>       ├──
       └── Videos              ───>       └──
    
    
    2) Partitions --> Depot1
    
                                Depot1
                                   └── Backup
    Storage Warehouse  ───>               ├──
    Xtudo              ───>               ├──
    Works              ───>               ├──
    Sites              ───>               └──
    
    
    Commands:
    
    1) Depot1 --> Depot2
    
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/Backup /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/AutoCAD_Corel-Draw /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/Biblioteca /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/Colab /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/Distros-Linux /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/Downloads /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/Fotos-digitais /run/media/flavio/Depot2/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Depot1/sites_backups /run/media/flavio/Depot2/
    
    2) Partitions --> Depot1
    
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Warehouse /run/media/flavio/Depot1/Backup/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/XTudo /run/media/flavio/Depot1/Backup/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Works /run/media/flavio/Depot1/Backup/
    rsync -h --progress --stats -r -tgo -p -l -D --update --delete-after /run/media/flavio/Sites /run/media/flavio/Depot1/Backup/
    

    Deletando a antiga partição, agora vazia

    Enfim, desmontei e deletei a antiga partição “Storage”, já esvaziada.

    Outros backups

    Backup dos arquivos fstab e verificação final

    Ao final dessas alterações, fiz um backup dos arquivos /etc/fstab — e também dos arquivos de configuração do Conky.

    Uma busca pelo Dolphin indicou quais arquivos fstab contêm “Storage”, — e me certifiquei que tais linhas estivessem desativadas (comentadas com “#” no início).

    \\\\

    — … ≠ • ≠ … —

    Ferramentas &tc.