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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

MX Linux 25.1 KDE com SysVinit

KInfoCentre d MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit
MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit •

As imagens ISO do MX Linux 25.1 voltaram a incluir SysVinit para o KDE Plasma — desde a versão “beta 1”. — Tratei de baixar e instalar.

  • Isto não é um “tutorial”. — É somente um registro do que eu fiz. — Ao revisar capturas e anotações para elaborar esse registro, encontro erros que na hora não percebi; e isso ajuda a entender e corrigir problemas. — Fico feliz se também for útil a outros colegas.

Eu uso poucos recursos — dos muitos que o MX Linux oferece — por isso, só vou falar dos que conheço.

Índice

  • Boot da sessão Live
  • Instalação do MX Linux
  • Instalando o Grub
  • Testando a instalação
  • Limpando as partições EFI
  • Links úteis

Boot da sessão Live

Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity)
Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity) •

O Menu inicial do Live MX Linux 25.1 oferece um mundo de opções, antes de carregar a sessão. — Dá para passar uma tarde inteira explorando os recursos que existem ali. — Escolhi só alguns que já conheço e que sei que me interessam.

Em Opções avançadas >> Opções de Boot, marquei as opções de copiar o sistema para a Memória RAM; — usar horário UTC no relógio do PC; — e exibir menus de texto (que acabaram sendo supérfluos).

Opções do Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity)

Em Idioma / Teclado / Fuso horário, selecionei Inglês da Irlanda (en_IE); teclado ABNT2; e horário BRT. — Em seguida, escolhi SysVinit para iniciar a sessão Live.

  • O “init” escolhido aqui será o do sistema instalado.

Mantive os padrões em todas as opções dos menus em texto

Os menus de texto repetiram as opções já feitas. — Aceitei todas, sem mudar mais nada.

Tela de boas-vindas do MX Linux 25.1

O aplicativo de boas-vindas oferece Instalador, FAQ, Manual do Usuário (já em destaque na Área de Trabalho), acesso à documentação (Wiki) e aos Fóruns (antiX, MX), Vídeos, Aplicativos Populares, Tour guiado.

Merecem especial atenção o MX Tweak, para configurações e ajustes rápidos; — o MX Tools, que oferece muitas ferramentas úteis; — e o lembrete das senhas demo e root.

O Quick System Info (no alto da tela) fornece as informações básicas para que os colegas do Fórum possam ajudá-lo em qualquer problema com seu hardware e / ou com o sistema operacional.

Instalação do MX Linux

Instalador do MX Linux 25, com instruções passo a passo

O Instalador do MX Linux 25.1 verifica a mídia de instalação e apresenta as instruções iniciais, na área principal da janela. — Do lado esquerdo, explicações detalhadas, ao longo de cada etapa do processo. — Embaixo, ainda é possível mudar a configuração do Teclado, se precisar.

Eu já estava na sessão Live há mais de 2 horas, configurando, fazendo anotações, capturando telas e examinando as imagens pelo visualizador “qimgv” (quase tão bom quanto o Gwenview). — Eu também tinha usado o GParted para criar uma partição para o MX Linux (sdb17, ext4, 30 GiB, label: Linux13); — e tinha instalado o Google Chrome, que acabei não usando (mas foi incluído na instalação final no PC).

As instruções do Instalador mandam fechar todos os outros aplicativos. — Mantive abertos o Dolphin, o Kate, o “qimgv” e o Konsole.

  • Siga as recomendações — para que a “persistência” funcione dentro do previsto.

Escolha do esquema de particionamento de disco

No “tipo de instalação”, optei por “personalizar o esquema de disco”, para usar () a partição que eu tinha criado. — Não me interessava apagar o SSD inteiro — nem substituir uma instalação existente.

Escolhi apenas uma partição, para instalar o MX Linux 25.1

Abri o menu suspenso da partição sdb17 (label: Linux13), e selecionei a barra “/” indicativa de partição-raiz. — O Instalador mudou o formato previsto para BtrFS — mas eu tornei a escolher ext4.

  • BtrFS é melhor para “instantâneos” (snapshots), que permitem “voltar atrás”, quando alguma coisa dá errado — mas isso exige mais espaço do que eu tinha (30 GiB). — Uso no openSUSE há 9 anos (nenhum problema até hoje!), mas mesmo com 50 GiB ainda fica apertado.

Antes de prosseguir, o Instalador advertiu que eu precisava selecionar uma partição EFI para montar em /boot/efi — senão, talvez eu não conseguisse inicializar a distro, depois de instalada.

  • O correto seria voltar, e fazer isso.

... mas perguntou se eu queria prosseguir. — Portanto, deu liberdade de escolha. — Decidi correr o risco.

Instalador avisa que a partição pode falhar em futuro próximo

17:36 (a) - O Instalador avisa que vai formatar a partição sdb17. — Essa informação deve ser conferida com muita atenção, pois se houver algum erro na lista das partições a serem formatadas, será impossível recuperá-las depois. — Se necessário, volte atrás e corrija.

17:36 (b) - Mandei prosseguir, e o Instalador deu mais um aviso: — A partição que escolhi tem 5 setores realocados. — Passou no teste, mas oferece risco de falhas em futuro próximo. — Recomendou interromper a instalação e usar o GSmartControl para um exame detalhado.

  • Resolvi prosseguir — por minha conta e risco.

Escolha da partição para instalar o Grub do MX Linux 25.1

Ao fechar o aviso, vi que o Instalador aguardava decisões: — Instalar o Grub? — “Local” para instalar o Grub. — “Partição” para instalar o Grub.

(O resto da instalação tinha ocorrido entre 17:36 e 17:37; e pausou para aguardar essas decisões sobre o Grub).

Sim, eu queria instalar o Grub — a parte que fica em /boot/grub, na partição-raiz. — Mas o “local” (ESP) e a “partição” que ele pedia, dependiam de uma outra coisa, que eu não tinha feito, na etapa do particionamento: — Eu não tinha indicado uma partição EFI (ESP), para ser montada em /boot/efi.

  • O correto seria voltar atrás e escolher uma partição EFI.

Opções de Swap no Instalador do MX Linux 25.1

A seguir, o Instalador ofereceu opções de Swap. — A única opção marcada era “Criar um arquivo Swap” (swap file), pois eu não tinha selecionado minha partição Swap. — Desmarquei a criação do arquivo.

Rede, Localização e Serviços, no Instalador do MX Linux 25.1

Na tela seguinte, pediu as opções de Rede, tais como o nome do PC, o domínio — e servidor Samba (que dispensei). — Tive de escolher um “domínio”, mesmo que fictício.

Em seguida, nova chance de escolher a Localização Regional (Idioma), Fuso horário, Relógio, o formato das horas (12 ou 24h) — e uma opção “avançada” de serviços a serem iniciados automaticamente:

Serviços a serem iniciados automaticamente no MX Linux 25.1

Deixei habilitados os serviços que sei que vou usar — além dos que não tenho certeza. — Desabilitei só o bluetooth e o CUPS, que tenho certeza de que não vou usar.

Configuração do Usuário, senha, Login automático

O Instalador pediu o apelido a ser usado para Login do Usuário — será o nome de sua pasta pessoal — e sua senha.

  • Eu uso sempre o mesmo apelido (ID) — para reaproveitar as pastas pessoais de instalações anteriores.

O MX Linux não costuma habilitar a conta de “super-usuário” (root), mas você tem a liberdade de criá-la. — Já me acostumei a usar o sudo nas distros derivadas do Debian. — Fazer diferente, em uma delas, me deixaria em dúvida na hora de digitar os comandos.

  • Não tenho opinião sobre isso. — Em distros não-Debian, uso a conta root regularmente.

Habilitei o Login automático (Autologin) — e “Salvar as mudanças feitas na sessão Live”, para não ter de fazer de novo as mesmas configurações, depois de instalado.

  • Isso inclui arquivos salvos até o início da instalação efetiva em disco. — Arquivos salvos ou modificados depois disso precisam ser copiados manualmente, antes de encerrar a sessão Live.

Falha na instalação do Grub

Quando cliquei para prosseguir, o Instalador mostrou uma mensagem em letras garrafais dizendo que não conseguiu instalar o Grub.

Sugeriu reiniciar a sessão Live e usar o “Grub Rescue” para “consertar a instalação” — sinal de que só faltou o Grub.

Por que ignorei os avisos do Instalador? — Porque outros instaladores também reclamam, mas geram o arquivo interno de configuração /boot/grub/grub.cfg — mesmo que você não indique uma partição EFI para instalar nela o “bootloader” externo.

  • O Instalador do MX Linux 25.1 está certo. — O boot precisa dessas 2 coisas. — Querer só 1 delas é exceção.

Instalando o Grub

Eu não fazia questão do /boot/efi — mas precisava do /boot/grub/grub.cfg

Assim que fechei o Instalador, não encontrei mais a partição “Linux13”. — Pelo lsblk, vi que o rótulo da partição-raiz tinha sido alterado. — Agora, chamava-se “rootMX25”.

Montei em /mnt, pelo comando mount, e pude examinar a situação pelo Dolphin. — Faltava o arquivo /boot/grub/grub.cfg.

$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17                      rootMX25  ext4        30G

$ sudo mount /dev/sdb17 /mnt

$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17 /mnt                 rootMX25  ext4        30G

Chroot Rescue Scan: — Nunca foi tão fácil recuperar uma instalação

Abri o “Chroot Rescue Scan”, que permite “entrar na pele” de uma distro para executar comandos de recuperação. — Ele encontrou todas as distros instaladas no PC, inclusive o antigo MX-23 e o novo MX-25.

Fazer chroot manualmente é chato. — Com esse aplicativo do MX Linux, é um passeio no parque!

“Entrei” no MX Linux 25 (o termo é “visitar”), recém-instalado. — O prompt muda de “$” para “chroot>”:

Gerando o arquivo /boot/grub/grub.cfg no recém-instalado MX Linux 25.1

Executei uma “atualização do Grub”. — Gosto de usar o comando “real” (em vez do “alias” update-grub), para nunca esquecer o que ele faz. — Trata-se de gerar o arquivo /boot/grub/grub.cfg:

chroot> grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub/themes/mx_linux/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.63+deb13-amd64
Found initrd image: /boot/initrd.img-6.12.63+deb13-amd64
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 43 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.3 Zena (22.3) on /dev/sdb4
Found PCLinuxOS on /dev/sdb5
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for EFI firmware configuration
done

Ele gerou “entradas” para outras distros — mas o importante é que gerou “entradas” para ele mesmo. — Agora, o Grub do openSUSE já pode ler esse arquivo e obter os dados para carregar o MX Linux 25.1.

Observe que ele não encontrou o openSUSE. — É comum, o Grub de algumas distros não detectar o openSUSE, instalado em uma partição BtrFS com “instantâneos” do Snapper (shapshots). — É por isso que escolhi o Grub do openSUSE para ser meu “Menu de Inicialização” (UEFI / GPT; Bios (legacy) / MBR) — e o do Mageia, meu “Grub de reserva”.

(É por isso, também, que até hoje eu evito instalar mais alguma distro em partição BtrFS com snapshots: — Isso complica meu dualboot / multiboot, em vários outros aspectos).

Grub do openSUSE, “atualizado” para detectar o MX Linux 25.1

Atualizei o Grub do openSUSE — ele detectou a nova instalação — e agora basta usá-lo, para carregar o MX Linux 25.1.

Testando a instalação

Montagem sem pedir senha — e sessão Plasma X11

19:20 a 21:20 - Testei a nova instalação durante umas 2 horas — ainda com a pasta /home criada dentro da partição-raiz. — Demorou um pouco, até conseguir Login automático em sessão X11 — e a montagem automática das demais partições.

Copiando do fstab do MX-23 as linhas das partições Home e Swap

Passei à fase seguinte da minha migração: — Abri o /etc/fstab do MX-23, copiei as linhas referentes às partições Home12 e Swap — e colei no arquivo /etc/fstab do MX Linux 25.1, pelo editor interno do Midnight Commander — “sudo mc”.

MX Linux 25.1 com a /home do antigo MX-23

21:20 a 0:00 - Ao reiniciar o MX Linux 25.1 (Plasma 6) com as configurações da partição /home do MX-23 (Plasma 5), encontrei as falhas normais nessa transição: — widgets (Weather, Moon) precisavam ser trocados por versões compatíveis; o lançador do System Settings precisava ser corrigido etc.

O Login automático caiu em sessão Plasma Wayland, com o Conky sem linhas ou gráficos — e as regras de janelas (KWin) bagunçadas. — Tornei a configurar o SDDM, e depois disso o Login automático passou a entrar sempre em sessão Plasma X11.

Lista dos pacotes instalados pelo usuário no MX-23

19 Jan. 2026 - 1:00 a 2:00 - Ainda carreguei duas sessões do antigo MX-23, para fazer uma última atualização do sistema (para registro); gerar um relatório “Quick System Info”; salvar uma lista dos meus aplicativos (User Installed Packages) etc. — além de listar todos os pacotes instalados — mas evitei mexer nas configurações, que eu já tinha começado a adaptar ao MX Linux 25.1.

Colando a partição Linux13 na partição Linux12

2:00 - Pelo GParted, copiei a partição do MX Linux 25.1 (sdb17) e “colei” na partição onde estava o MX-23 (sdb6). — Depois, deletei o original, para não ficar com partições duplicadas (e com o mesmo UUID). — Tornei a atualizar o Grub do openSUSE, para refletir a nova situação.

Desabilitando os-prober, quiet, splash no /etc/default/grub

20 Jan. 2026 - Desabilitei a detecção de outras distros (os-prober) pelo Grub do MX Linux 25.1. — Basta ele detectar a si mesmo, para que o Grub do openSUSE encontre as informações necessárias.

Aproveitei para desabilitar “quiet” e “splash”, para exibir tudo que acontece durante o boot — ao invés de uma animação bonitinha, que não dá nenhuma informação.

Essas 2 configurações ficam no arquivo /etc/default/grub — que editei pelo Midnight Commander (sudo mc”, no Konsole). — Para fazer efeito, executei o “update-grub”, para gerar o /boot/grub/grub.cfg com as alterações.

Após eliminar 1 distro (MX-23) e reduzir o /boot/grub/grub.cfg do MX-25, o tempo de “atualização” do Grub do openSUSE caiu de 40’’ para 25’’ a 33’’. — Quanto mais distros, e quanto maior o “grub.cfg” de cada distro, mais tempo cada Grub gastará lendo os demais “grub.cfg”, a cada “atualização”. — Por isso, configurei as coisas para que cada Grub detecte apenas sua própria distro (gerando arquivos grub.cfg pequenos); e só o Grub do openSUSE (e o do Mageia, “reserva”) detectem as demais distros.

Limpando as partições EFI

Prioridade de Boot no utilitário da UEFI Bios da minha placa-mãe

23 Jan. 2026 - Dediquei umas 4 horas a testar e botar ordem nos bootloaders “externos”, nas minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16) — e digo “externos” para distinguir do Grub que está “dentro” de uma distro. — Cada bootloader “externo” apenas indica um “dispositivo de inicialização”, controlado por uma distro.

O utilitário UEFI Bios da minha placa-mãe oferece um modo simples e fácil de definir a prioridade de Boot: — Basta escolher uma distro, do lado direito, e arrastá-la para o topo da pequena lista. — Como eu tenho mais de 4 distros, posso clicar em “Switch all”, e a lista se amplia para exibir até 7 ou 8, podendo rolar para ver outras mais embaixo.

Eu parei de usar esse recurso simples e fácil porque, depois de alguns meses, esse utilitário passou a congelar, sempre que clico numa distro e seguro para arrastar. — Desde então, utilizo o aplicativo efibootmgr em linha de comando (CLI), dentro de qualquer distro, para recolocar o openSUSE no topo (e o Mageia em 2º lugar), sempre que alguma atualização ou nova instalação coloca outra distro lá no alto:

# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2    HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub   HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub     HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub       HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f
Boot0016* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\GRUBX64.EFI0000424f
#
# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2    HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub   HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub     HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub       HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f

Acima: - Um exemplo de 2 semanas antes, quando a instalação de um Kernel colocou o PCLinuxOS no topo das prioridades de Boot.

Boot Menu (F8), para escolher um bootloader qualquer

Para teste ocasional de algum bootloader, vou ao “Boot Menu”, pela tecla F8: — Basta usar as teclas (setas) para cima e para baixo, escolher uma distro, e finalizar com Enter. — Isso não altera a prioridade de boot nas inicializações seguintes.

Acima: - Dois bootloaders “Ubuntu”, com maiúscula (Kubuntu); e “ubuntu”, com minúscula (Mint) — além de uma instalação experimental do Fedora, já eliminada há meses, mas cujo bootloader continuava resistindo a todas as tentativas de removê-lo pelo efibootmgr.

Prioridade de Boot no modo Avançado do utilitário UEFI Bios

Enfim, posso alternar entre esse “modo EZ” e o “modo Avançado”, pela tecla F7 — mas ainda falta alguma coisa. — Talvez haja um modo de deletar bootloaders órfãos, mas até agora não consegui encontrar.

Em geral, tento deletar bootloaders inúteis pelo comando “efibootmgr” — mas às vezes eles continuam presentes na partição EFI ou na EFI2 — “visíveis”, ou “invisíveis” no utilitário UEFI Bios:

# history

  489  2026-01-23_13-23-28 efibootmgr
  490  2026-01-23_13-23-40 efibootmgr -b 10 -B
  491  2026-01-23_13-24-03 efibootmgr -b 13 -B

  495  2026-01-23_14-28-21 date; lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size,FSUSED,UUID
  496  2026-01-23_14-29-11 mount /dev/sdb16 /mnt

Foi o caso de um antigo bootloader “mageia” — que substituí em Abril 2025 por “Mageia_grub”, criado pelo comando “grub-install”. — A pasta ainda está lá, embora vazia:

Bootloaders eliminados pelo efibootmgr, ainda nas partições EFI

Para “ver” esses bootloaders persistentes, o jeito que encontrei é examinar minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16— pelo Dolphin (GUI) — ou por comandos (CLI), como o “tree”, por exemplo:

$ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /boot/efi         $ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /mnt

/boot/efi                      (/dev/sda1: EFI)         /mnt                    (/dev/sdb16: EFI2)

├── EFI                                                 ├── EFI
│   ├── 2020 01 10  -  pclinuxos                        │   ├── 2025 04 08  -  MX_grub       (*)
│   ├── 2025 07 22  -  boot                             │   ├── 2025 04 08  -  Mageia_grub
│   ├── 2020 01 12  -  opensuse                         │   ├── 2025 04 08  -  Void_grub
│   ├── 2025 07 13  -  ubuntu       (*)                 │   ├── 2025 07 13  -  BOOT
│   ├── 2025 12 23  -  fedora                           │   ├── 2025 03 13  -  fedora        (*)
│   ├── 2020 03 24  -  Debian                           │   ├── 2025 08 04  -  mageia        (*)
│   └── 2023 03 06  -  arch_grub2                       │   ├── 2025 07 13  -  ubuntu        (*)
├── System                                              │   └── 2025 12 28  -  pclinuxos
│   └── Library                                         ├── System
├── System Volume Information                           │   └── Library
└── mach_kernel                                         ├── System Volume Information
                                                        └── mach_kernel
12 directories, 1 file
                                                             13 directories, 1 file

Acima: - Editei as respostas do comando, deixando só as datas das pastas dos bootloaders, para facilitar a visualização.

Pude constatar que, embora o utilitário UEFI Bios e o comando “efibootmgr” mostrem um bootloader “Ubuntu” com maiúscula, lá nas partições EFI a pasta é “ubuntu” com minúscula. — O único modo de distinguir, é lembrando que o bootloader do Kubuntu é o da partição EFI2 (sdb16, no SSD WD Green); enquanto o do Mint é o da partição EFI (sda1, no SSD Kingston).

Deletando antigos bootloaders pelo Midnight Commander (mc) em modo root

Como último recurso de limpeza, abri o Midnight Commander como super-usuário (root) — e deletei as pastas dos bootloaders que não tinham mais nenhuma utilidade: — O 2º “fedora”, o “mageia”, e o “MX_grub” de Abril 2025, agora sem utilidade.

Configurando “Timeout” no Grub do Kubuntu

Ao testar todos os bootloaders, verifiquei que o Kubuntu e o Mint carregavam diretamente, sem exibir o menu do Grub. — Comentei (desabilitei) as linhas “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden”; configurei o “GRUB_TIMEOUT=10”; e aproveitei para eliminar “quiet splash” em ambos. — Depois, “update-grub”, em ambos, para o Grub do openSUSE ler e incorporar essas mudanças.

A duplicidade de entradas para o Debian, no utilitário UEFI Bios e no efibootmgr, corresponde a 2 opções de Boot, dentro da mesma pasta: — “SHIMX64” e “GRUBX64”. — Não tenho (nem pretendo ter) Windows, e não uso Secure Boot. Vou deletar o “shim”, depois de ler mais um pouco sobre isso.

Depois de esclarecer todas as dúvidas e capinar o matagal de coisas sem utilidade, criei o bootloader para o MX Linux 25.1:

Pasted to /etc/fstab:

UUID=B7B0-A50B /boot/efi vfat noatime,dmask=0002,fmask=0113 0 0

$ sudo mkdir -p /boot/efi

$ sudo mount -all

$ sudo grub-install --target=x86_64-efi --efi-directory=/boot/efi --bootloader-id=Mx25_grub --recheck
Installing for x86_64-efi platform.
Installation finished. No error reported.

Fiz mais algumas anotações sobre isso no registro sobre o Fedora 42; e no registro da minha transição para UEFI-GPT.

Links úteis

Manual do Usuário do MX Linux 25

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• Publicado em 20 Janeiro 2026; e desenvolvido até...

— … ≠ “•” ≠ … —

MX Linux

PC desktop UEFI / GPT

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

PCLinuxOS Darkstar com KDE Plasma 6, dnf5 e SysVinit

Tela do PCLinuxOS Darkstar 2025-09 com Plasma 6.5.4, dnf5, SysVinit
PCLinuxOS instalado pela imagem ISO KDE Darkstar 2025.09 •

Diferente de outras distros “rolling release” — que um dia substituíram o Plasma 5 pelo Plasma 6 em seus repositórios — o PCLinuxOS deixou cada usuário à vontade para experimentar o Plasma 6 com calma, e fazer a transição quando achasse conveniente.

  • Isto não é um “tutorial”. — É apenas um registro da minha experiência, para não esquecer. — Fico feliz se for útil para mais algum colega.

Seção “kde6” adicionada aos repositórios do PCLinuxOS

Para isso, criou-se uma seção “kde6” em seus repositórios — ao lado das seções “kde5”, “mate”, “xfce4”, “kernel” etc. — Quando cada usuário decidisse fazer o upgrade, o primeiro passo seria trocar a seção “kde5” pela “kde6” (nunca, as 2 ao mesmo tempo!) — e seguir mais algumas instruções, nesta ordem:

Howto upgrade to Plasma 6:

apt-get update
apt-get dist-upgrade
apt-get install task-qt6
sd "kde5" "kde6" /etc/apt/sources.list
   ... or ...
   sed -i 's/kde5/kde6/g' /etc/apt/sources.list
apt-get update
apt-get install task-kde5-remove
apt-get install task-kde6-install
apt-get dist-upgrade
reboot

... and reinstall your favorite KDE applications

Portanto, não houve um “dia D”. — Não houve “anúncio”, nem “notas de lançamento”. — O que houve, foi um processo, com vários colegas e desenvolvedores fazendo testes e conversando no Fórum — entre Abril 2024 e Julho 2025.

E não foi notícia em parte alguma, que eu consiga encontrar.

Manual multilíngue do “InstallMe” / “MyLive Install” do PCLinuxOS, em PDF

Houve outras 2 novidades — uma antes, e outra depois:

(a) Desde 2023, as imagens ISO do PCLinuxOS já vinham com um novo instalador — o “InstallMe” / “MyLive Install” — em substituição ao antigo Draklive Install.

  • Adaptado do “17g-installer” — um fork do instalador do Linux Mint Debian Edition (LMDE) que substitui o Calamares.

Numa distro de atualização permanente (rolling release), não é comum “reinstalar”. — Por isso, muitos usuários nem tinham notado.

Manual multilíngue do DNF Package Manager

(b) E desde Setembro 2025, as imagens ISO vêm com um novo gerenciador de pacotes — o DNF Package Manager (GUI).

  • O Synaptic continua nos repositórios (basta instalar) — e não há previsão de ser eliminado, a curto prazo. — Muitos usuários optaram por continuar com ele.

Essas 3 novidades acabaram se misturando, para alguns usuários.

Quem tinha instalado o PCLinuxOS antes de 2023, e agora optou por reinstalar, deparou-se com o novo instalador “InstallMe” / “MyLive Install” — e se fez isso a partir de Setembro, deparou-se também com o DNF Package Manager (GUI).

Para complicar, um incêndio destruiu os servidores do site, do fórum, da wiki — e vários backups — perdendo-se o acervo de conversas, dicas e orientações reunidas no Fórum, ao longo dos meses.

Instalação antiga do PCLinuxOS, atualizada no final de 2025

Eis uma cronologia resumida — até onde pude recuperar informações no Wayback Machine (Internet Archive), no grupo do Facebook, e em outros sites e fóruns rastreados pelo Google:

Julho 2023 - Lançadas imagens ISO 2023.07 com o novo instalador “InstallMe” / “MyLive Install”, em substituição ao antigo Draklive Install.

Abril 2024 - Anúncio das últimas atualizações na seção “kde5” dos repositórios — Frameworks 5.115; KDE Plasma 5.27.11; Aplicativos KDE 23.08.5 — e o início da seção “kde6”.

  • Ainda recebi mais algumas atualizações do KDE Plasma 5, até meados de 2025. — Não sei quando a seção “kde5” foi esvaziada, creio que no 2º semestre de 2025.

Outubro 2024 - Lançadas imagens ISO 2024.10 com as últimas atualizações da seção “kde5” — KDE Plasma 5.27.11; Frameworks 5.116.0; Qt 5.15.6.

  • As instalações existentes continuaram recebendo todas as demais atualizações de Kernel, bibliotecas, ferramentas e demais aplicativos. — Minha antiga instalação, por exemplo, com o KDE Plasma 5, continuou funcional até 29 Dezembro 2025 — quando fiz seu upgrade para o KDE Plasma 6.

Fevereiro a Junho 2025 - Colocados na seção “kde6” dos repositórios o KDE Plasma 6.3.2; o Frameworks 6.12, 6.13, 6.14; e os KDE Apps 25.04.1, 2, 3. — Não consegui encontrar lançamentos anteriores a esses, no Internet Archive.

23 Junho 2025 - Incêndio do prédio dos servidores do site, Fórum, Wiki etc. do PCLinuxOS, felizmente sem vítimas — mas com perda também de backups. — Isso dificulta recuperar a cronologia anterior, em detalhes.

Primeiras imagens ISO do PCLinuxOS com KDE Plasma 6

Julho 2025 - Lançamento das imagens ISO 2025.07, com KDE Plasma 6.4.3; Frameworks 6.16.0; Qt 6.8.2 — mas ainda com o Synaptic.

Agosto 2025 - Imagens ISO 2025.08.

Setembro 2025 - Imagens ISO 2025.09, com KDE Plasma 6.4.5; Frameworks 6.17.0; e Qt 6.8.2 — com o dnf5 (CLI) e o DNF Package Manager (GUI), em lugar do Synaptic — mas com a infraestrutura do apt (apt-rpm).

Índice

Origens do PCLinuxOS

Distros mais procuradas nas páginas do Distrowatch (2002-2009)

O PCLinuxOS foi lançado em 2003, com base na versão 9.2 do antigo Mandrake — então considerado uma das distros mais amigáveis para iniciantes no Linux. — Sua história foi contada na edição de Out. 2014 da PCLinuxOS Magazine.

Aspectos incomuns

Ferramentas de gerenciamento de software no PCLinuxOS, em 2021 e 2025

Da brasileira Conectiva, o PCLinuxOS adotou o apt-rpm (CLI) e sua interface Synaptic (GUI).

O PClinuxOS mantém outras características hoje incomuns — como o uso do SysV init — e o gerenciamento separado de pacotes do LibreOffice (direto da Document Foudation); e de Idiomas / Regionalização (Localization), por meio de scripts próprios.

  • Tanto o gerenciamento do LibreOffice (e seus idiomas) quanto o de Idioma / Regionalização (Localization) exigem que o sistema seja previamente atualizado — pelo apt (apt-rpm), pelo Synaptic, pelo dnf5, ou pelo DNF Package Manager.

Nos dois casos, pode-se instalar 1 idioma de cada vez. — Para instalar um 2º idioma, deve-se executar outra vez o gerenciador do LibreOffice e / ou o gerenciador de Localização; e assim por diante. — O idioma Inglês não pode ser removido do LibreOffice, nem do sistema.

Hoje, não encontro o script “Gerenciador de Localização” na seção “Software Center” do Menu, como acontecia em 2021. — Fui encontrá-lo na seção “Configuração” do Menu.

Abundância de navegadores

Icecat — mais um navegador focado em segurança, em Fevereiro 2026

O PCLinuxOS se destaca pela grande oferta de navegadores de internet, para todos os casos e gostos. — Em 2023, a notícia do Distrowatch citava 26 opções. — Em 6 Jan. 2023, encontrei pelo menos 38 opções, nos repositórios:

# dnf search browser

 basilisk-browser            Basilisk is a free and Open Source XUL-based web browser
 brave-browser               Chromium based Brave Web Browser
 catalyst-browser            Catalyst Browser
 chromium-browser            Chromium Browser
 chromium-ungoogled-browser  Chromium Browser Ungoogled
 dillo-browser               Very fast and light web browser
 felida-browser              A lightweight Chromium Browser using Electron.js!
 fifo-browser                This is a privacy orientated browser.
 firedragon-browser          Garuda Firefox Browser
 floorp-browser              Floorp web browser
 ghostery-private-browser    Ghostery web browser
 iridium-browser             Iridium Browser
 mercury-browser             Firefox based browser for highend CPUs
 microsoft-edge-browser      Microsoft Edge browser for Linux
 midori-browser              Midori Web browser
 min-browser                 Min Browser
 opera-browser               Opera Web Browser
 otter-browser               Web browser controlled by the user, not vice-versa
 palemoon-browser-gtk2       Palemoon web browser
 palemoon-browser-gtk3       Palemoon web browser
 sidekick-browser            A productivity browser for focused work
 slimjet-browser             Slimjet Web Browser
 thorium-browser             Chromium based browser for highend CPUs
 tor-browser-bundle          Anonymous browser
 ulaa-browser                Ulaa Browser
 vivaldi-browser             Vivaldi browser
 waterfox-browser            Waterfox  web browser
 google-chrome-browser       Google Chrome
 librewolf-browser           A fork of Firefox, focused on privacy, security and freedom
 naver-whale-browser         Naver Whale Stable
 angelfish                   A modern mobile Web browser
 dooble                      Dooble Web Browser
 falkon                      Cross-platform Qt Web Browser based on QtWebEngine
 firefox                     Mozilla Firefox web browser
 konqueror                   KDE file and web browser
 links                       Lynx-like text WWW browser
 lynx                        Text based browser for the world wide web
 seamonkey                   Web browser, e-mail, news, IRC client, HTML editor
 (...)

Escala visual

Escala da tela e tamanho de fontes do Live PCLinuxOS, comparados a outra distro

Outra característica incomum, é que a sessão Live KDE Plasma vem com fontes 12pt, ao invés de 10pt como nas outras distros — e tudo, na tela, se apresenta 15% maior. — O Conky, por exemplo, que eu configuro com largura de 270 pixels, aparece com 310 pixels.

A causa parece estar no ~/.config/xsettingsd/xsettingsd.conf, onde Gdk/UnscaledDPI apresenta 112640 (110 dpi) para um usuário criado pelo PCLinuxOS — 15% a mais que os 98304 (96 dpi) do meu usuário tradicional nas outras distros.

  • Isto se mantém ao instalar — e ao criar um novo usuário. — Não basta editar esse arquivo, manualmente, pelo nano, por exemplo. — Veja mais sobre isso na Archwiki.

Isto não acontecia em 2020, quando instalei o PCLinuxOS no meu PC atual, totalmente “em branco” — nem em 2021, quando reinstalei aproveitando a mesma “pasta pessoal”. — Também não aconteceu, agora, nas instalações em que aproveitei alguma “pasta pessoal” criada e configurada em outra distro.

Uma hipótese (a verificar), é que essa escala tenha sido configurada em atenção a seus usuários tradicionais — muitos dos quais, se mantêm fiéis ao PCLinuxOS há 20 anos ou mais. — Lembro que, durante anos, o PCLinuxOS resistiu a configurar UID=1000 por padrão, porque seus usuários tinham enorme acervo de arquivos UID=500 acumulados ao longo de décadas.

Download e suporte

Download e verificação da ISO pclinuxos64-kde-darkstar-2025.09, em Setembro

Baixei a ISO KDE Darkstar 2025.09, em 22 Set 2025 — verifiquei pelo md5sum — e “queimei” em DVD pelo K3b, para guardar.

  • A ISO “KDE Darkstar” é mais “enxuta” (minimal) do que a “KDE” (full), embora a diferença não seja espetacular.

Manuais do DNF Package Manager e do instalador do PCLinuxOS

Na página de download das imagens ISO, encontram-se também manuais multilíngues do “InstallMe” / “MyLive Install” — e do DNF Package Manager. — Vale a pena baixar, ler com atenção, e ter à mão para consultar, sempre que sentir necessidade.

  • Tudo isso também pode ser baixado dos outros 12 espelhos indicados no arquivo /etc/apt/sources.list — como o da Universidade de Princeton (EUA), ou o da UFPR (Brasil), por exemplo. — Torrents das imagens ISO estão disponíveis no Linux Tracker, incluindo algumas versões anteriores.

A Wiki (Knowledgebase) oferece bastante documentação — e no Fórum da distro, desenvolvedores e colegas mais experientes ajudam a tirar dúvidas e solucionar eventuais dificuldades, todos os dias.

Enfim, vale a pena acompanhar e colecionar a revista PCLinuxOS Magazine, que traz muitos artigos úteis — como DNF Package Manager (2025-10), Easy Flatpak Manager (2025-08), Recuperação dos sites (2025-08), Flatpak CLI commands (2023-07), Pacotes Flatpak e AppImage (2023-04), Uso do Timeshift (2020-12), História do PCLinuxOS (2014-10), por exemplo.

Boot e sessão Live

Boot do Live PCLinuxOS em “Copy to RAM” — e manter o Teclado dos EUA

No meu hardware (e usando Live DVD), a experiência mostrou que a melhor opção de Boot é “Copy to RAM” — e não mexer na opção-padrão de “Teclado dos EUA”, que é oferecida antes de carregar a sessão Live.

  • Nas primeiras tentativas de Boot, alterei o layout de Teclado, mas na tela seguinte já não havia texto nenhum, e não pude carregar a sessão Live. — Desde então, não mexi mais nisso, para não perder tempo — e desse modo também consegui, mais tarde, carregar sessões Live com as ISO 2024-10, 2025-07, e 2025-08, para examiná-las.

Mapa detalhado de seleção do Fuso Horário, na Live com KDE 6.4.5

Depois de carregar a sessão Live — aí, sim, alterei o layout de Teclado, fuso horário — e várias outras configurações.

  • Rodei várias sessões Live da ISO KDE Darkstar 2025-09, em Setembro, Novembro, Dezembro e Janeiro, para checar e documentar os detalhes — e a cada Live, fui configurando mais e mais, para facilitar o trabalho. — O gnome-screenshot, nas últimas sessões Live, me permitiu capturas bem melhores, mais fáceis e rápidas, do que o KDE Spectacle.

Tela da sessão Live com os ícones do “InstallMe” e seu manual (Help)

Minhas configurações nas sessões Live incluíram o Fuso Horário (para sincronizar fotos e capturas de tela); personalização do Dolphin, do Relógio etc.; instalação do Conky, gnome-screenshot, lm-sensors, Google Chrome, além do KRuler em Flatpak (para não atualizar todo o KDE); configuração do Teclado (ABNT2), atalhos, sensors, Conky etc.

Sucessivas instalações do PCLinuxOS

Com essas experiências, fiz 4 instalações sucessivas, em 2 partições separadas — vou chamar aqui “PCLinuxOS (2)” e “PCLinuxOS (3)” — sem afetar minha antiga instalação, feita em 2021:

---------------------------------------------------
Linux5 --> "PCLinuxOS (2)"                     sda6
--------------------------
$ stat -c'%w' /etc
2025-09-22 12:03:23            -- 1st installation

$ stat -c'%w' /etc
2025-11-25 15:23:17            -- 2nd installation
---------------------------------------------------
Linux6                                         sda7
------
$ stat -c'%w' /etc
2021-08-09 19:37:01            -- old installation
---------------------------------------------------
Linux11 --> "PCLinuxOS (3)"                    sdb5
---------------------------
$ stat -c'%w' /etc
2025-12-28 12:52:39            -- 3rd installation

$ stat -c'%w' /etc
2026-01-04 18:07:21            -- 4th installation
---------------------------------------------------

Algumas situações, só consegui entender ou capturar em uma instalação, ou em outra — por isso, os exemplos e as imagens seguem uma ordem lógica — e não, cronológica.

Instalação

Escolhas do Fuso Horário, Idioma e Teclado no instalador do PCLinuxOS

Ao iniciar o “Install Me” / “MyLive Install” do PCLinuxOS, ele oferece mais uma possibilidade de configurações: — Escolhi Inglês britânico — além do Fuso Horário BRT e do Teclado em Português do Brasil (ABNT2).

No entanto, o manual do Instalador adverte:

O idioma especificado aqui é o usado pelo instalador — e não o idioma final do sistema operacional instalado. — O idioma instalado será o inglês [dos EUA]. Para adicionar um idioma diferente ao sistema, o script “addlocale” é necessário [...].

É proveitoso ler e reler o manual com atenção. — Ele não tenta apresentar o InstallMe / MyLive Install como algo perfeito. — Pelo contrário, indica suas falhas e deficiências.

Ele adverte, por exemplo, que marcar a opção de “baixar atualizações durante a instalação” pode causar longas demoras — pois o instalador usa o repositório do NLUUG, na Europa (Holanda) — que talvez não seja o mais adequado para o país onde você se encontra:

Escolha de “particionamento manual” e baixar atualizações

Escolhi "particionamento manual" — para () escolher as partições, que sempre preparo antes. — Na primeira instalação, por exemplo:

Device   Label     Mountpoint    Filesystem

sda1     EFI       /boot/efi     vfat
sda6     Linux5    /             ext4
sda12    Home5     /home         ext4
sda13    Swap      swap          swap

Clica-se com o botão direito do mouse em cada partição que se deseja usar — escolhe-se o ponto de montagem desejado — mas escolher um formato (mesmo que seja o existente) significa “Formatar”!

Particionamento manual — para escolher partições previamente preparadas

Tudo bem, formatar a partição onde se vai instalar o sistema — mas eu não queria formatar a partição “Home5”, pois eu queria aproveitar as configurações existentes na “pasta pessoal”, dentro dela, feitas na instalação anterior.

E... bah...! Não adianta escolher /dev/sda1 no campo que sugere instalar o bootloader, na parte de baixo. — É preciso selecionar explicitamente uma partição EFI (indicada como “Mac OS X”) — e escolher numa lista o ponto-de-montagem /boot/EFI.

Quanto ao botão “Edit partitions”, na parte de baixo, simplesmente abre o GParted — e desmarca todas as partições que você tiver configurado até esse momento. — Portanto, se vai usá-lo, faça isso antes de começar a escolher e configurar as partições.

Atribuí ao sistema o nome “Linux5”, criei a senha de Administrador (root), Usuário, ID etc. — e no final conferi o Resumo apresentado para confirmação, antes de iniciar a gravação em disco:

O instalador iria formatar minha antiga /home

Até aí, é possível voltar atrás (Back), para corrigir alguma coisa — ou sair do instalador (Quit) e abortar a instalação.

Na primeira instalação, perdi a pasta pessoal que existia na partição “Home5” — e tive de copiar outra (do MX Linux), de outra distro, para poupar trabalho.

Na segunda instalação, lembrei daquele desastre, e tratei de voltar atrás, para impedir isso:

Resumo da instalação do PCLinuxOS — agora, sem a “Home5”

Apenas a partição “Linux5” deveria ser formatada — uma exigência de quase todos os instaladores, para assegurar que a partição-raiz do sistema esteja “limpa”, sem restos de qualquer instalação anterior.

A partição EFI não seria formatada. — Os instaladores costumam evitar esse desastre — pois é comum haver ali bootloaders de outros sistemas operacionais.

Também me certifiquei de que a partição Swap não seria formatada — pois isso iria alterar seu identificador UUID — o que me obrigaria a editar os arquivos /etc/fstab de todas as minhas outras distros, instaladas em dualboot / multiboot.

Na primeira de minhas 4 instalações, não entendi como evitar que a partição /home (Home5) fosse formatada. — Perdi as configurações que estavam nela.

Na instalação seguinte (mesma partição), a única solução que encontrei, foi não incluir a partição “Home5” na instalação. — É fácil incluí-la no /etc/fstab, mais tarde.

Em outras tentativas (3ª e 4ª), descobri como evitar esse problema:

O instalador automaticamente “decide” formatar a partição /home

Cliquei com o botão direito do mouse na linha da partição /home e escolhi “Editar”. — No diálogo que se segue, abri o menu suspenso de seleção do campo “Formatar como” — e cliquei na linha (em branco!), acima da primeira opção. — Não existe nada escrito, mas é ali que está a opção de “não formatar”:

Desmarcando “formatar” a partição /home

Desse modo, consegui evitar que a partição /home fosse formatada — e pude escolher a partição EFI:

Partição /home marcada para não formatar — e escolha da partição EFI

Em resumo, minhas dificuldades nasceram de 2 detalhes:

1) O cabeçalho da coluna “Formatar” desaparece quando se rola para baixo uma longa lista de partições. — Isto só foi um problema, porque me acostumei com outros instaladores, onde a coluna de “formatos” é apenas uma indicação do sistema de arquivos; enquanto a marca de “Formatar” aparece em outra coluna. — Mas acredito que a maioria dos usuários não tenha uma lista tão longa de partições, então isso deve afetar poucas pessoas:

Seleção completa das partições para a instalação do PCLinuxOS

2) A opção ”Não formatar” está em branco, na lista suspensa de formatos a escolher — e só encontrei por “intuição”. — No entanto, vi apenas um usuário embaraçado com isso, no Fórum do PCLinuxOS.

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Upgrade do Plasma

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• Publicado em 25 Dezembro 2025; e desenvolvido até Fevereiro 2026.

— … ≠ • ≠ … —

Mandrake / Mandriva

PC desktop UEFI / GPT