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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Artix Linux com KDE Plasma, OpenRC e XLibre

KInfoCentre do Artix Linux com KDE Plasma, OpenRC e XLibre
Artix Linux com KDE Plasma, OpenRC e XLibre •

Há muito tempo, eu queria experimentar o Artix Linux — sem SystemD (SystemD-Free) — para conferir a viabilidade de substituir o Arch Linux como minha “distro principal”, que uso em 99% do tempo.

Fastfetch com as principais características do Artix Linux KDE Plasma, XLibre, OpenRC init
Artix Linux com XLibre — fork do X11

Como brinde, agora o Artix vem com XLibre — um fork do X11, com a perspectiva de correções e atualizações de segurança — embora o usuário possa escolher sessão Plasma Wayland, na tela de Login.

Monitoramento e previsão do clima com o Weather widget plus
Weather widget plus no Artix Linux

Instalei o Artix em outra partição (dualboot), para experimentar pelo tempo que for necessário, antes de deletar (ou não) meu Arch. — Gostei do Artix, desde o primeiro dia, e quase não quero sair dele — mas ainda pretendo testar e aprender muito mais.

Algumas distros “systemd-free”

Não confundir “Artix” (Arch systemd-free) — com “antiX” (anti-fascist, systemd-free, elogind-free, suitable for old and new computers), baseada no Debian, e parceira do “MX Linux” (sigla de “Mepis + antiX”).

Índice

  • Download, sha256sum, K3b
  • Instalação
  • Grub, X11 / XLibre, ajustes
  • pacman vs. Pac-Men
  • Repositórios do Arch Linux
  • Capturas de tela
  • Flatpaks-fantasma
  • Ajustes no Conky
  • Partição Swap
  • KDE Connect
  • lm_sensors
  • Locales
  • Adeus XLibre
  • Adeus ao X11

Download, sha256sum, K3b

Download e verificação da imagem ISO do Artix Linux

Minha intenção era fazer a instalação por comandos, como no Arch (2019, 2020), mas pensei: — Preciso? — Mais tarde, talvez.

A Wiki do Artix desestimula esse esforço: — “A menos que você (...) esteja realizando uma instalação em servidor sem interface gráfica, há poucos motivos para usar as imagens base”. — Então, examinei as imagens ISO com KDE Plasma, e optei pelas “semanais” (não-testadas), lançadas naquele mesmo dia.

Escolhi OpenRC init, por ser mais “conhecido” e me parecer que tem uma base maior de desenvolvedores e usuários (Gentoo). — Atualmente, já tenho o Runit no Void — e vejo falar pouco do “dinit” e do “s6”.

  • Já tive uma pequena experiência com OpenRC no Redcore (Gentoo).

Baixei a imagem “artix-plasma-openrc-20260407-x86_64.iso” da página de downloads do Artix; — fiz a verificação pelo “sha256sum”; — e “queimei” pelo K3b em DVD, para guardar.

O download direto prometia demorar horas, pois não há espelhos no Brasil. — Baixei por Torrent, em cerca de 1 minuto.

Configuração do Fuso Horário, Teclado, Localização da sessão Live

No menu de boot, alterei o Fuso Horário para BRT, o Teclado para ABNT2, o Idioma / Localização para Reino Unido (en_UK) — e a sessão Live já começou com o horário correto: 12:05.

$ whoami
artix

$ echo $XDG_SESSION_TYPE
x11

$ history
    5  2026-04-07_12-12-52 sudo pacman -Sy
    7  2026-04-07_12-18-10 sudo pacman -S gnome-screenshot
    9  2026-04-07_12-37-16 echo $XDG_SESSION_TYPE
   11  2026-04-07_12-38-50 sudo pacman -S conky
   13  2026-04-07_12-53-48 echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
   14  2026-04-07_12-54-03 source ~/.bashrc
   15  2026-04-07_12-54-08 history

A sessão Live já começou em XLibre (identificado como X11) — o que foi ótimo, para poder usar o “gnome-screenshot” e o Conky.

Não encontrei a senha do Live User (artix) — mas o “sudo” não pediu.

Instalei o “gnome-screenshot”, o Conky; — configurei os atalhos para salvar as capturas em um Pendrive de 2 GB; — e pude documentar tudo desde o início da sessão Live:

Configuração do gnome-screenshot para documentar a sessão Live

Usei uma configuração do Conky que tenho no Pendrive; — movi para o Pendrive os arquivos do ~/Desktop (manuais em PDF); — e instalei fontes Verdana, mais legíveis e econômicas de espaço na vertical.

Instalação

Iniciando a instalação do Artix pelo Calamares

Ao abir o instalador Calamares, ele já avisou que a opção “online” é experimental — e recomendou usar a opção “offline”.

Ainda no “Welcome”, eu já tinha alterado o Idioma para Inglês britânico (en_UK). — Ao escolher o Fuso Horário BRT, no instalador Calamares, não percebi que isto iria colocar Números e Datas em Português do Brasil. — Se percebesse, teria alterado, ali mesmo.

  • Ao pedir ou oferecer ajuda em qualquer fórum internacional, imagens em Português são uma barreira. — O Inglês é universal. — Na variante do Reino Unido (UK), as datas seguem um padrão familiar para nós, no Brasil. Melhor ainda, seria a variante da Irlanda (en_IE).

Mais tarde, corrigi isso, em algum momento entre 18 e 24 Maio.

Escolha manual de partições que já existiam

Selecionei layout de Teclado “Português (Brasil)”, “Default” (ABNT2); — e escolhi particionamento manual — pois eu já tinha as partições prontas. Só faltava escolher e configurar cada uma.

Resumo das configurações de instalação do Artix Linux

Marquei para formatar só a partição-raiz (Linux11), pois eu queria preservar a pasta pessoal existente partição Home11, com inúmeras configurações que vim fazendo ao longo dos anos; e também os bootloaders existentes na partição ESP (EFI2). — Essas opções só serão mostradas no “Resumo” (Summary) — e convém verificar com cuidado, para evitar algum desastre.

Se eu tivesse prestado atenção, veria que estava configurado “números e datas em Português do Brasil” — e poderia voltar atrás, para corrigir. — Mas isso não chega a ser um desastre.

Eu não configurei a partição Swap, porque não entendi como fazer isso, nesta versão do instalador Calamares. — Mas é muito simples e fácil configurar isso depois de instalar a distro.

A instalação no “disco” — etapa automática, com slide-show — foi feita em 7 minutos (DVD para SSD, ambos Sata3), das 14:22 às 14:29.

Grub, X11 / XLibre, ajustes

O Grub do Artix não detectou o openSUSE

Não cheguei a testar o Grub do Artix (instalado), para cada uma das distros que eu tinha em dualboot / multiboot. — Apenas constatei que ele não detectou o openSUSE, instalado em partição BtrFS — e que deveria aparecer logo acima do Arch Linux.

Essa falha é (ou, era) comum, no Grub de várias distros. — Por isso, o Grub do openSUSE é meu “Menu de inicialização”.

Novo Login, agora em sessão Plasma X11 (XLibre)

A sessão Live tinha entrado automaticamente em Plasma X11 — mas eu demorei uns 20 minutos para perceber que, depois de instalado, entrou em Plasma Wayland. — Apenas, nada acontecia como eu esperava, a começar pelo gnome-screenshot, que só funciona em X11 / XLibre.

Sem capturas, prefiro não seguir adiante, para não fazer configurações sem documentar. — Mesmo assim, fiquei sem registro da instalação das fontes Verdana — pouco antes do “killall conky” (15:38):

Instalando fontes pelo KDE System Settings, a partir de arquivos em Pendrive
(imagem posterior, meramente ilustrativa)

O que me resta daqueles 20 minutos iniciais são apenas os logs, algumas anotações em TXT, e uma ou outra foto — porque frustração não se fotografa. — O mais comum, é um iniciante xingar a distro, e procurar outra, que funcione como esperado, desde o primeiro minuto:

# history | grep '2026-04-07'
    1  2026-04-07_15-21-30 history
    2  2026-04-07_15-26-29 pacman -Syu
    3  2026-04-07_15-27-32 pacman -S gnome-screenshot
    4  2026-04-07_15-32-31 pacman -S conky

$ history | grep '2026-04-07'
  219  2026-04-07_15-33-51 gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_Ax.jpg
  220  2026-04-07_15-33-59 gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_Ax.jpg
  221  2026-04-07_15-38-02 killall conky
  222  2026-04-07_15-38-44 gnome-screenshot
  223  2026-04-07_15-42-32 echo $XDG_SESSION_TYPE

$ echo $XDG_SESSION_TYPE
wayland

2026-04-07 15:44:55 -- Logout, Login X11...

$ echo $XDG_SESSION_TYPE
x11

Na sessão Plasma X11, finalmente, as coisas funcionaram — quase como a distro anterior, ou qualquer outra dos últimos anos — Reaproveitar a plasta de usuário é uma grande economia de trabalho.

Naturalmente, faltava corrigir várias coisas — trocar o ícone do Menu; ajustar o Conky; ajustar scripts; — e instalar dezenas de pacotes, como LibreOffice, Gimp, KDE Connect (liberar portas), yay etc.

Listas comparadas dos pacotes instalados no Arch e no Artix

Para facilitar, gerei listas dos pacotes instalados no Arch e no Artix, e usei o comando “diff -y” para apontar as diferenças — mas há coisas que instalei no Arch, que perderam sentido, e não pretendo instalar no Artix.

pacman -Q  > Arch-all.txt
pacman -Qe > Arch-explicit.txt
pacman -Qm > Arch-foreign.txt

pacman -Q  > Artix-all.txt
pacman -Qe > Artix-explicit.txt
pacman -Qm > Artix-foreign.txt

diff -y Arch-all.txt      Artix-all.txt
diff -y Arch-explicit.txt Artix-explicit.txt
diff -y Arch-foreign.txt  Artix-foreign.txt

Atualização do Grub e correção da prioridade de boot

Depois, atualizei o Grub do openSUSE — meu “Menu de inicialização” — e recoloquei seu bootloader na prioridade, pelo comando “efibootmgr”.

Desabilitando a detecção de outras distros e atualizando o Grub

Dias depois, desabilitei a detecção de outras distros (os-prober) — e o tempo de atualização do Grub caiu de mais de 40 segundos para menos de 3 segundos. — Curiosamente, nesse dia detectou o openSUSE, mas não verifiquei se funcionaria corretamente.

Deletando pastas de usuários experimentais

Deletei as pastas pessoais de 2 usuários — criados numa distro anterior, apenas para teste — e que não existem nessa instalação do Artix.

pacman vs. Pac-Men

Pacman fazendo a festa

Instalei o Artix no dia 7 Abril (Terça-feira), com uma imagem ISO de horas antes. — No dia seguinte (Quarta-feira, 8), o pacman encontrou 87 atualizações — principalmente, pacotes do Plasma 6.6.4.

Wow...!

O download foi uma festa para os olhos! — Um batalhão de Pac-Men engolindo dezenas de bolinhas, na velocidade da luz — e uma impressão (visual) de tirar o fôlego.

Alguns pacotes teriam sido baixados, supostamente, a 84,9 MiB/s — coisa que meu provedor de internet não permite.

Segundo o Conky, o download atingiu um pico de 63,7 MiB/s — o que é sensacional, mesmo assim, já que o Artix não tem espelhos (mirrors) no Brasil — e é muito raro eu conseguir downloads acima de 20 MiB/s a partir dos EUA ou da Europa.

Existe 1 espelho no Chile, mas a URL tem “cl” no meio (não no final); — e o ping nega sua existência. — Um colega no Rio Grande do Sul costumava obter ótimas velocidades de download desde o Chile; mas nunca consegui isso em Brasília.

Naquele dia, não seria possível fazer uma comparação com meu Arch Linux, que já tinha 3 dias sem atualização. — Então, atualizei o Arch, para colocá-lo em pé-de-igualdade com o Artix — preparando um teste em paridade de condições, para alguns dias depois.

Também precisava atualizar as configurações do pacman no Arch — que ainda estava limitado a 2 downloads em paralelo.

No Arch, mantive só 1 espelho — que me atende muito bem, há anos; — enquanto no Artix todos os espelhos estão habilitados, com destaque para 4 que desconheço (entre eles, 1 da República Tcheca):

------------------------------------------------------------------------     --------------------------------------------------------------------
Arch                                                                         Artix
------------------------------------------------------------------------     --------------------------------------------------------------------
/etc/pacman.d/mirrorlist                                                     /etc/pacman.d/mirrorlist

## Arch Linux repository mirrorlist                                          ## Artix Linux repository mirrorlist
## Generated on 2026-04-06                                                   ## Generated on 2026-03-24 by artix-mlg
...                                                                          ...
## Belgium                                                                   # Default mirrors
#Server = https://mirror.1ago.be/archlinux/$repo/os/$arch                    Server = https://mirrors.rit.edu/artixlinux/$repo/os/$arch
#Server = https://archlinux.mirror-services.net/archlinux/$repo/os/$arch     Server = https://ftp.crifo.org/artix/repos/$repo/os/$arch
                                                                             Server = https://ftp.sh.cvut.cz/artix-linux/$repo/os/$arch
## Brazil                                                                    Server = https://mirrors.dotsrc.org/artix-linux/repos/$repo/os/$arch
Server = https://archlinux.c3sl.ufpr.br/$repo/os/$arch
#Server = https://br.mirrors.cicku.me/archlinux/$repo/os/$arch               ## Europe
#Server = https://mirror.ufscar.br/archlinux/$repo/os/$arch                  # Bulgaria
#Server = https://mirrors.ic.unicamp.br/archlinux/$repo/os/$arch             Server = https://artix.arkhost.com/repos/$repo/os/$arch
                                                                             # Czech Republic
## Bulgaria                                                                  Server = https://ftp.sh.cvut.cz/artix-linux/$repo/os/$arch
#Server = https://mirror.telepoint.bg/archlinux/$repo/os/$arch               # Denmark
...                                                                          ...
------------------------------------------------------------------------     --------------------------------------------------------------------

No novo “/etc/pacman.conf” do Arch Linux, agora habilitei 5 downloads paralelos — contra 7 no Artix.

Mantive no Arch os repositórios Core, Extra — e desabilitei o Multilib (100 pacotes removidos); — enquanto no Artix estão habilitados System, World e Galaxy, cujos significados eu ainda não sabia.

Velocidade real de download de pacotes pelo pacman no Arch e no Artix

O Arch tem agora 1.293 pacotes instalados — enquanto o Artix ainda está com apenas 1.087 — mas a atualização geral no Domingo (12 Abril) foi bastante equilibrada (318 e 320 MiB), permitindo uma comparação razoável:

-----------------------------------------------       -----------------------------------------------
Arch                                                  Artix
-----------------------------------------------       -----------------------------------------------
# date; time pacman -Syu; date                        # date; time pacman -Syu; date
Sun 12 Apr 05:06:13 -03 2026                          Sun Apr 12 04:08:53 -03 2026
:: Synchronising package databases...                 :: Synchronizing package databases...

 core          ...                                     system        ...
 extra         ...                                     world         ...
                                                       galaxy        ...

Packages (136) ...                                    Packages (117) ...

Total Download Size:       318.15 MiB                 Total Download Size:       320.17 MiB
Total Installed Size:     1252.59 MiB                 Total Installed Size:     1287.86 MiB
...                                                   ...
Total (136/136)   318.1 MiB  40.0 MiB/s   00:08       Total (117/117)   320.2 MiB  24.7 MiB/s  00:13
...                                                   ...
real    0m 53.972s                                    real    1m 22.696s
user    0m 9.766s                                     user    0m 7.772s
sys     0m 8.634s                                     sys     0m 8.339s
Sun 12 Apr 05:07:07 -03 2026                          Sun Apr 12 04:10:16 -03 2026
-----------------------------------------------       -----------------------------------------------

Em resumo, o Artix alcançou um pico de velocidade um pouco maior (65,1 contra 64,6 MiB/s) — mas sua velocidade média foi de 24,7 MiB/s, baixando até 7 pacotes ao mesmo tempo, de servidores sabe-se lá onde — enquanto o Arch Linux apresentou velocidade média de 40,0 MiB/s, baixando até 5 pacotes simultâneos, de apenas 1 servidor.

Essa média de 24,7 MiB/s é uma boa marca, mesmo assim. — O Mirror Manager do Fedora (similar ao Mirror Brain do openSUSE) tem obtido pouco mais (29,0 MiB/s) — mesmo dispondo de um ótimo espelho no Brasil (o mesmo que eu uso no Arch, e em várias outras distros).

Repositórios do Arch Linux

Repositórios do Arch Linux — no final do “pacman.conf”

Após quase 2 semanas usando o Artix 99% do tempo, a única barreira que encontrei para adotá-lo como minha “distro principal” era a falta do Foliate — pois há muito tempo optei por livros em formato ePub — e do Sigil, para fazer algumas correções e ajustes nesses arquivos.

Por alguma razão, Foliate e Sigil não estão nos repositórios do Artix.

Instalei a infraestrutura do Flatpak, e tentei essa versão (do próprio desenvolvedor), mas me deparei com um problema — já encontrado, também, no PCLinuxOS. — Tenho a certeza de que “basta” descobrir alguma solução, mas desinstalei.

Tentei a versão do AUR (de 2023!). — Baixou toneladas de pacotes, ficou vários minutos compilando a 100ºC (ventoinha uivando), e por fim disse que não foi possível. — Gastei um tempo bem maior, para remover 135 pacotes órfãos, que foram o saldo dessa tentativa.

Felizmente, comentei no Fórum do Diolinux, e 2 colegas que usam Artix deram a solução: — Habilitar o repositório “Extra” do Arch Linux (jamais o “Core”!) — e mais algumas dicas preciosas (além da tranquilidade transmitida, que não tem preço).

Essas dicas estão muito bem explicadas na Wiki do Artix.

# history
  ...
  173  2026-04-19_03-06-52  pacman -Syu
  174  2026-04-19_03-09-19  pacman -S artix-archlinux-support
  175  2026-04-19_03-14-52  pacman-key --populate archlinux
  178  2026-04-19_03-35-07  pacman -Syu
  179  2026-04-19_03-35-43  pacman -S wget
  182  2026-04-19_03-38-50  wget https://archlinux.org/mirrorlist/all/ -O /etc/pacman.d/mirrorlist-arch
  183  2026-04-19_03-50-15  pacman -Syu
  184  2026-04-19_03-51-07  pacman -S foliate
  218  2026-04-21_19-40-43  pacman -S sigil
  ...

Os passos são simples:

Instalar o pacote “artix-archlinux-support”, do próprio Artix. — Ao final, ele mesmo já ensina os passos seguintes:

----------------------------------------
==> Add the arch repos in pacman.conf:

#[extra-testing]
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch

[extra]
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch

#[multilib-testing]
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch

#[multilib]
#Include = /etc/pacman.d/mirrorlist-arch
----------------------------------------

==> run: 'pacman-key --populate archlinux'

Observe que esses repositórios devem ser adicionados no final do “pacman.conf” do Artix — abaixo dos seus repositórios — para ficarem com prioridade secundária em relação a eles.

Executar o comando “pacman-key”, para obter as chaves de segurança.

Lista de espelhos (mirrorlist) do Arch Linux, no Artix

Pelo comando wget, obtive a lista atualizada dos espelhos do Arch Linux.

Foliate instalado no Artix Linux

A instalação do Foliate exigiu apenas 10 dependências — todas dos repositórios do próprio Artix. — A instalação do Sigil exigiu apenas 4 dependências, também todas dos repositórios oficiais.

Naturalmente, não se recomenda abusar desse recurso — assim como não se recomenda abusar de AUR, Flatpaks etc.

Capturas de tela

Falha do gnome-screenshot com o parâmetro “-w” e formato JPG

Desde Outubro 2025, o parâmetro “-w” do gnome-screenshot — capturar só a janela ativa — começou a salvar arquivos JPG “vazios” (com 0 byte), no meu Arch Linux.

Captura de janela ativa em formato PNG, pelo gnome-screenshot

Depois de várias experiências, optei por salvar essas capturas de janela em formato PNG — e agora tive de fazer o mesmo no Artix.

Action                      Command
------                      -------
Fullscreen                  gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.jpg
Fullscreen    - delay 7’’   gnome-screenshot -p -d 7 -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.jpg
Active Window               gnome-screenshot -w -p -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.png
Active Window - delay 7’’   gnome-screenshot -w -p -d 7 -f /run/media/flavio/Warehouse/0_PrtScn/$(date +%%F_%%H-%%M-%%S)_Ax.png

O parâmetro “-f” salva automaticamente (sem interação), na pasta indicada e com nome-de-arquivo no padrão indicado. — O parâmetro “-p” inclui o ponteiro do mouse; e o “-d” retarda pelo número indicado de segundos.

Flatpaks-fantasma

Remoção de Flatpaks herdados na partição /home

Eu tinha 9 flatpaks do sistema e 8 flatpaks do usuário, na distro que antecedeu o Artix nas partições Linux11 e Home11. — Ao reaproveitar a pasta pessoal na Home11 (não formatada), meu 2º Conky indicou a sobrevivência de 8 flatpaks de usuário — informação do Fastfetch.

Removing flatpaks:

$ flatpak list
Name                                       Application ID                             Version                      Branch          Installation
Easyflatpak                                org.dupot.easyflatpak                      4.0.29                       stable          user
Freedesktop Platform                       org.freedesktop.Platform                   freedesktop-sdk-25.08.8      25.08           user
Mesa                                       org.freedesktop.Platform.GL.default        25.3.5                       25.08           user
Mesa (Extra)                               org.freedesktop.Platform.GL.default        25.3.5                       25.08-extra     user
Intel VAAPI driver                         org.freedesktop.Platform.VAAPI.Intel                                    25.08           user
Codecs Extra Extension                     org.freedesktop.Platform.codecs-extra                                   25.08-extra     user
GNOME Application Platform version 49      org.gnome.Platform                                                      49              user
Adwaita dark GTK theme                     org.gtk.Gtk3theme.Adwaita-dark                                          3.22            user

  2026-04-10 - 14:20   # pacman -S flatpak
  2026-04-10 - 14:23   $ flatpak list
  2026-04-10 - 14:28   $ flatpak uninstall org.dupot.easyflatpak org.freedesktop.Platform org.freedesktop.Platform.GL.default org.freedesktop.Platform.GL.default org.freedesktop.Platform.VAAPI.Intel org.freedesktop.Platform.codecs-extra org.gnome.Platform org.gtk.Gtk3theme.Adwaita-dark

Para eliminá-los, instalei o Flatpak — listei seus pacotes pelo comando “flatpak list” — e eliminei todos pelo comando “flatpak uninstall”.

Ajustes no Conky

Contagem dos pacotes Artix, AUR, Arch, Flatpak no Conky (Junho)

Eu já monitorava, pelo Conky, o número de pacotes instalados em cada distro — antigamente, extraindo essa informação do Neofetch — e mais recentemente, do Fastfetch:

Distro      Fastfetch count - 2026-03-29

openSUSE    Packages: 4392 (rpm)
Arch        Packages: 1390 (pacman)
Debian      Packages: 3464 (dpkg)
Fedora      Packages: 3111 (rpm)
PCLinuxOS   Packages: 2381 (rpm), 13 (flatpak-system), 1 (flatp
PCLinuxOS   Packages: 2545 (rpm), 11 (flatpak-system), 8 (flatp
Mageia      Packages: 3493 (rpm)
Kubuntu (*) Packages: 2089 (dpkg)
Void        Packages: 1201 (xbps)
Mint    (*) Packages: 2495 (dpkg)
PCLinuxOS   Packages: 2365 (rpm), 9 (flatpak-system), 8 (flatpa
Mx25        Packages: 2803 (dpkg)

Artix  (**) Packages: 1076 (pacman), 8 (flatpak-user)

(*) Neofetch; (**) 2026-04-08.

Gostei de ver o Fastfetch discriminar os pacotes do Flatpak — e ainda por cima, discriminando os do sistema e os do usuário. — Mas, agora, achei mais interessante discriminar os pacotes do Artix, do Arch e do AUR.

$ pacman -Q | wc --lines                                           -- installed packages data base
   1149
$ pacman -Qm | wc --lines                                          -- foreign packages
      3
$ pacman -Qn | wc --lines                                          -- native packages
   1146
$ pacman -Qi | grep '@archlinux' | wc --lines                      -- pacages from Arch
      2
$ pacman -Qin | grep Packager | grep -v '@archlinux.org' | wc -l   -- native packages, except from Arch
   1144
$ flatpak list | wc --lines                                        -- Flatpak packages
      0

O comando “pacman -Qm” discrimina os pacotes “estrangeiros” (foreign) — que não se encontram nos repositórios sincronizados. — No meu caso, até hoje, só pacotes do AUR.

O comando “pacman -Qn” discrimina os pacotes “nativos” — dos repositórios sincronizados pelo “pacman” — mas isso inclui também os do Arch Linux.

Conky com o número dos pacotes instalados no Artix Linux

Usei o comando “pacman -Qi | grep '@archlinux'” para identificar aqueles cujos empacotadores assinam com o email institucional do Arch. — Isso não é garantido — mas entre os 1288 pacotes instalados no meu Arch, apenas 1 empacotador assinou com email externo. Portanto, as chances são grandes. 😇

Para os pacotes nativos do Artix, fiz o inverso: — “pacman -Qin | grep Packager | grep -v '@archlinux.org'” — pois nem todos os empacotadores do Artix assinam com o email institucional “@artixlinux”.

Conky (2) - before:

# ${execi 600 neofetch  --de_version on --stdout | grep "Packages:"}
(or)
# ${execi 600 fastfetch | grep -o -P '.{0,0}Packages.{0,43}'}

Conky (2) - now:

Packages: \
${execi 3600 pacman -Qin | grep Packager | grep -v '@archlinux.org' | wc --lines} (Artix), \
${execi 3600 pacman -Qm | wc --lines} (AUR),
                ${execi 3600 pacman -Qi | grep '@archlinux' | wc --lines} (Arch), \
${execi 3600 flatpak list | wc --lines} (flatpak)

Enfim, a contagem de “zero flatpaks” exigia que eu mantivesse instalada a infraestrutura do Flatpak — o que era um contra-senso. — Um dia, acabei eliminando isso.

Partição Swap

Adicionando e habilitando a partição Swap no Artix Linux

Depois de quase 2 meses, lembrei de habilitar a partição Swap. — Como ela é comum a todas as distros, apenas copiei a linha correspondente do arquivo /etc/fstab do Arch Linux — e colei no do Artix.

Em seguida executei, como super-usuário (root), o comando “swapon --all --verbose” — que monta todas as partições indicadas no fstab — e exibe os detalhes.

KDE Connect

Emparelhamento do celular e download de fotos pelo KDE Connect

Liberei as portas usadas pelo KDE Connect — e fiz o emparelhamento:

   88  2026-04-09_14-35-31 iptables -I INPUT -p tcp --dport 1714:1764 -j ACCEPT
   89  2026-04-09_14-35-40 iptables -I INPUT -p udp --dport 1714:1764 -j ACCEPT

$ iptables -V
iptables v1.8.13 (nf_tables)

$ pacman -Q | grep tables
iptables 1:1.8.13-1
nftables 1:1.1.6-3

Embora eu tenha usado comandos “iptables”, é o “nftables” que está atuando. — Ainda preciso estudar melhor as configurações do Firewall.

lm_sensors

“sensors” e “hwmon”, antes de configurar

Não encontro registro de que eu tivesse configurado o “lm_sensors” (pelo “sensors-detect”), até 25 Maio.

Eu também não tinha feito nenhuma configuração para iniciá-lo pelo OpenRC.

No entanto, ele parecia funcionar normalmente, embora com poucas informações. — A pasta “/sys/class/hwmon” tinha apenas 3 sub-pastas — com 6 itens, 5 itens, e 40 itens, respectivamente.

Pletora de informações do sensors no Arch Linux

Mas eu sentia falta de mais informações — como no Arch, no Debian e no openSUSE — onde a pasta “hwmon” continha uma 4ª sub-pasta, com 310 itens adicionais (no caso específico do meu hardware!).

Então, “descobri” que eu precisava instalar um pacote, para colocar o “lm_sensors” na inicialização pelo OpenRC:

# pacman -Qi lm_sensors-openrc

Name            : lm_sensors-openrc
Version         : 20210505-2
Description     : OpenRC lm_sensors init script

# pacman -Qi | grep '^\(Name\|Install Date\)\s*:' | grep -A2 'lm_sensors'

Name            : lm_sensors
Install Date    : Tue 07 Apr 2026 06:50:35

Name            : lm_sensors-openrc
Install Date    : Mon 25 May 2026 08:28:43

  334  2026-05-25_08-28-38 pacman -S lm_sensors-openrc
  335  2026-05-25_08-32-00 sensors-detect
  341  2026-05-25_08-46-02 rc-service lm_sensors start
  357  2026-05-25_09-42-13 rc-update add lm_sensors

Demorei um pouco para conseguir que os comandos “start” + “add” produzissem o efeito esperado — mas não sei por que demorei a conseguir isso, nem o quê (ou por que), no final deu certo.

O último comando (acima) deveria ser “rc-update add lm_sensors default” (Gentoo Wiki). — O fato de que “acabei por conseguir” pode até ser um consolo — mas ficou uma lacuna no meu entendimento.

Resultado após configurar o lm_sensors e reiniciar o Artix

E o fato é que tudo isso não fez diferença alguma: — Já funcionava, antes — e continuou incompleto, depois.

Deixei as coisas assim,

Locales

\\\\

xxxx

Adeus XLibre

Falha de espelho (mirror) e remoção do XLibre, no Artix Linux

No dia 7 Setembro 2026, o pacman me apresentou 2 questões meio alarmantes: — (a) Uma falha de espelho; e (b) Uma proposta de remover o XLibre.

Ao fazer atualizações semanais, é comum deparar 2+ problemas de uma vez, o que pode causar certo alarme, à primeira vista. — Nesses casos, suspendo a atualização, separo os problemas, e pesquiso um pouco.

O espelho do Rochester Institute of Technology (RIT-Edu) é tido como um dos mais populares e rápidos dos Estados Unidos, segundo a I.A. do Google naquele momento — e não encontrei qualquer indicação de que devesse excluí-lo. — A configuração padrão do Artix coloca 4 espelhos no topo (inclusive o RIT-Edu); e todos os outros, do mundo inteiro, como alternativas, por ordem alfabética dos continentes e países, sem hierarquia aparente de prioridade. Isso tem se mostrado ótimo, ao longo desses meses todos, com velocidades bem razoáveis de download de pacotes, apesar de não haver nenhum espelho no Brasil e a conexão desde os EUA não ser a ideal. Neste caso específico, registrei picos de quase 16 MiB/s; e média de mais de 12 MiB/s, ao baixar 804 MiB (171 pacotes) em pouco mais de 1 minuto. — Portanto, embora o aviso possa causar algum alarme, não significava qualquer problema real.

Mensagem do Artix sobre o abandono do XLibre

O site do Artix tinha publicado um aviso, dias antes, explicando por que o suporte ao XLibre foi descontinuado:

Com o lançamento da ISO 2026.08, o Artix voltou a usar o Xorg. A mudança foi decidida logo após o lançamento da versão 2026.04, devido à quantidade incomumente alta de relatos de bugs relacionados ao XLibre em nosso fórum, que começaram a afetar nossas imagens ISO semanais. Isso resultou em uma reação negativa por parte da equipe do XLibre, e um desenvolvedor veterano do Artix, Artist, foi alvo de assédio, o que o levou deixar o projeto.

Artist é o desenvolvedor que tornou o XLibre possível no Artix, e lamentamos informar aos nossos usuários que o XLibre não será mais distribuído. Os usuários atuais terão o XLibre substituído pelos pacotes Xorg correspondentes em breve. Caso alguém opte por permanecer com o XLibre, seus repositórios de terceiros devem ser colocados acima de [world] no arquivo /etc/pacman.conf, cientes de que não há suporte para ele.

Nem por um momento pensei em administrar um XLibre obtido de repositórios externos ao Artix — afinal, esta se tornou minha distro de uso diário, 99% do tempo, e eu não pretendia desviar meu tempo para aventuras, mesmo que maravilhosas. — Aceitei a troca pelo Xorg, e prossegui com a atualização:

# date; time pacman -Syu; date
Mon 07 Sep 2026 11:50:20 -03
:: Synchronising package databases...
 system is up to date
 world is up to date
 galaxy is up to date
 extra                                                          8.5 MiB  5.58 MiB/s 00:02
error: failed retrieving file 'system.db' from mirrors.rit.edu : Connection timed out after 10001 milliseconds
error: failed retrieving file 'world.db' from mirrors.rit.edu : Connection timed out after 10001 milliseconds
error: failed retrieving file 'galaxy.db' from mirrors.rit.edu : Connection timed out after 10001 milliseconds
warning: too many errors from mirrors.rit.edu, skipping for the remainder of this transaction
:: Starting full system upgrade...
:: Replace xlibre-input-libinput with world/xf86-input-libinput? [Y/n]
:: Replace xlibre-input-vmmouse with world/xf86-input-vmmouse? [Y/n]
:: Replace xlibre-input-wacom with world/xf86-input-wacom? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-amdgpu with world/xf86-video-amdgpu? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-ati with world/xf86-video-ati? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-dummy with world/xf86-video-dummy? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-fbdev with world/xf86-video-fbdev? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-intel with world/xf86-video-intel? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-nouveau with world/xf86-video-nouveau? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-qxl with world/xf86-video-qxl? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-sisusb with world/xf86-video-sisusb? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-vesa with world/xf86-video-vesa? [Y/n]
:: Replace xlibre-video-voodoo with world/xf86-video-voodoo? [Y/n]
:: Replace xlibre-xserver with world/xorg-server? [Y/n]
:: Replace xlibre-xserver-common with world/xorg-server-common? [Y/n]
resolving dependencies...
looking for conflicting packages...

Package (186)                      Old Version               New Version                   Net Change  Download Size

world/abseil-cpp                   20260817.0-1              20260817.0-2                    0.00 MiB       1.35 MiB
world/adwaita-fonts                50.0-1                    51.0-2                         -0.02 MiB       2.17 MiB
(...)
world/vulkan-intel                 1:26.2.1-1                1:26.2.2-1                      0.00 MiB       5.13 MiB
world/vulkan-mesa-implicit-layers  1:26.2.1-1                1:26.2.2-1                      0.00 MiB       0.05 MiB
world/vulkan-radeon                1:26.2.1-1                1:26.2.2-1                      0.00 MiB       3.48 MiB
world/vulkan-swrast                1:26.2.1-1                1:26.2.2-1                      0.00 MiB       2.34 MiB
world/wireplumber                  0.5.15-1.5                0.5.17-1                        0.04 MiB       0.30 MiB
world/xf86-input-libinput                                    1.5.0-1.3                       0.11 MiB       0.04 MiB
world/xf86-input-vmmouse                                     13.2.0-2.3                      0.04 MiB       0.01 MiB
world/xf86-input-wacom                                       1.2.4-1.2                       0.23 MiB       0.09 MiB
world/xf86-video-amdgpu                                      25.0.0-1.2                      0.17 MiB       0.07 MiB
world/xf86-video-ati                                         1:22.0.0-3.2                    0.48 MiB       0.16 MiB
world/xf86-video-dummy                                       0.4.1-3.2                       0.03 MiB       0.01 MiB
world/xf86-video-fbdev                                       0.5.1-1.3                       0.03 MiB       0.01 MiB
world/xf86-video-intel                                       1:2.99.917+939+g4a64400e-1.2    2.24 MiB       0.74 MiB
world/xf86-video-nouveau                                     1.0.18-1.4                      0.22 MiB       0.09 MiB
world/xf86-video-qxl                                         0.1.6-2.3                       0.39 MiB       0.13 MiB
world/xf86-video-sisusb                                      0.9.7-6.2                       0.09 MiB       0.04 MiB
world/xf86-video-vesa                                        2.6.0-3.2                       0.03 MiB       0.02 MiB
world/xf86-video-voodoo                                      1.2.6-3.2                       0.03 MiB       0.01 MiB
xlibre-input-libinput              25.0.1-3                                                 -0.11 MiB
xlibre-input-vmmouse               25.0.0-9                                                 -0.04 MiB
xlibre-input-wacom                 25.0.0-10                                                -0.24 MiB
xlibre-video-amdgpu                25.1.2-1                                                 -0.17 MiB
xlibre-video-ati                   25.0.1-3                                                 -0.48 MiB
xlibre-video-dummy                 25.0.0-9                                                 -0.03 MiB
xlibre-video-fbdev                 25.0.0-8                                                 -0.03 MiB
xlibre-video-intel                 25.0.2-3                                                 -2.74 MiB
xlibre-video-nouveau               25.0.1-1                                                 -0.22 MiB
xlibre-video-qxl                   25.0.0-10                                                -0.41 MiB
xlibre-video-sisusb                25.0.0-8                                                 -0.09 MiB
xlibre-video-vesa                  25.0.0-8                                                 -0.03 MiB
xlibre-video-voodoo                25.0.0-5                                                 -0.03 MiB
xlibre-xserver                     25.1.9-1                                                 -6.08 MiB
xlibre-xserver-common              25.1.9-1                                                 -0.12 MiB
world/xorg-server                                            21.1.24-1.4                     3.89 MiB       1.55 MiB
world/xorg-server-common                                     21.1.24-1.4                     0.12 MiB       0.03 MiB
world/zvbi                         0.2.44-1                  0.2.45-1                        0.04 MiB       0.38 MiB

Total Download Size:    864.28 MiB
Total Installed Size:  2208.63 MiB
Net Upgrade Size:        68.01 MiB

:: Proceed with installation? [Y/n]

:: Retrieving packages...
(...)
 vlc-plugin-inflate-3.0.23_2-13-x86_64                          8.1 KiB  20.5 KiB/s 00:00
 artix-mirrorlist-20260827-1-any                                3.3 KiB  8.33 KiB/s 00:00
 Total (171/171)                                              864.3 MiB  12.1 MiB/s 01:11
(...)
(156/171) upgrading vulkan-radeon
(157/171) upgrading vulkan-swrast
(158/171) installing xf86-input-libinput
(159/171) installing xf86-input-vmmouse
(160/171) installing xf86-input-wacom
(161/171) installing xf86-video-amdgpu
(162/171) installing xf86-video-ati
(163/171) installing xf86-video-dummy
(164/171) installing xf86-video-fbdev
(165/171) installing xf86-video-intel
>>> This driver now uses DRI3 as the default Direct Rendering
    Infrastructure. You can try falling back to DRI2 if you run
    into trouble. To do so, save a file with the following
    content as /etc/X11/xorg.conf.d/20-intel.conf :
      Section "Device"
        Identifier  "Intel Graphics"
        Driver      "intel"
        Option      "DRI" "2"             # DRI3 is now default
        #Option      "AccelMethod"  "sna" # default
        #Option      "AccelMethod"  "uxa" # fallback
      EndSection
Optional dependencies for xf86-video-intel
    libxrandr: for intel-virtual-output [installed]
    libxinerama: for intel-virtual-output [installed]
    libxcursor: for intel-virtual-output [installed]
    libxtst: for intel-virtual-output [installed]
    libxss: for intel-virtual-output [installed]
(166/171) installing xf86-video-nouveau
(167/171) installing xf86-video-qxl
Optional dependencies for xf86-video-qxl
    python: for Xspice [installed]
(168/171) installing xf86-video-sisusb
(169/171) installing xf86-video-vesa
(170/171) installing xf86-video-voodoo
(171/171) installing xorg-server
>>> xorg-server has now the ability to run without root rights with
    the help of systemd-logind. xserver will fail to run if not launched
    from the same virtual terminal as was used to log in.
    Without root rights, log files will be in ~/.local/share/xorg/ directory.

    Old behavior can be restored through Xorg.wrap config file.
    See Xorg.wrap man page (man xorg.wrap).
(...)

real    3m6.912s
user    0m27.072s
sys     0m18.194s
Mon 07 Sep 2026 11:53:26 -03


# pacman -Rns linux
checking dependencies...
:: base optionally requires linux: bare metal support

Package (1)  Old Version       Net Change

linux        7.2.2.artix1-1.1  -148.78 MiB

Total Removed Size:  148.78 MiB

(...)

Devo registrar que, naqueles 5 meses, tive pouquíssimos problemas que eu pudesse atribuir ao XLibre — e / ou ao OpenRC (juntos ou separados), diga-se de passagem — e para ser franco, vejo problemas semelhantes também em outras distros (não todas), com X11 e SystemD.

Adeus ao X11

Plasma 6.8 marca o fim da “sessão X11”

A chegada do Plasma 6.8 decretou o fim das sessões “Plasma X11”. — A partir dessa versão, só há suporte para iniciar sessões “Plasma Wayland”. — Talvez fosse possível alguma gambiarra para prolongar a agonia, mas realmente não quero desviar meu tempo para aventuras, por mais maravilhosas que possam ser.

Como eu começo minhas atualizações pela distro que estou usando no momento, e 99% do tempo estou no Artix, foi nele que recebi o primeiro impacto do Plasma 6.8. — E como eu queria que o X11 nunca acabasse, é claro que não prestei nenhuma atenção às instruções para tornar menos traumática essa transição, que não é trivial:

  • Não fazer esse upgrade usando uma sessão X11
  • Instalar o pacote plasma-login-manager
  • Mudar as teclas de atalho (shortcut keys), de programas exclusivos do X11 (como o gnome-screenshot), para programas que funcionem no Wayland (como o KDE Spectacle)
  • Mudar do Conky 1.25.2 para o 1.25.3, pelo menos.

xxxx

xxxx

___________________
• Publicado em 9 Abril 2026; e desenvolvido até...

— … ≠ “•” ≠ … —

PC desktop UEFI / GPT

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

MX Linux 25.1 KDE com SysVinit

KInfoCentre d MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit
MX Linux 25.1 KDE (Infinity) com SysVinit •

As imagens ISO do MX Linux 25.1 voltaram a incluir SysVinit para o KDE Plasma — desde a versão “beta 1”. — Tratei de baixar e instalar.

  • Isto não é um “tutorial”. — É somente um registro do que eu fiz. — Ao revisar capturas e anotações para elaborar esse registro, encontro erros que na hora não percebi; e isso ajuda a entender e corrigir problemas. — Fico feliz se também for útil a outros colegas.

Eu uso poucos recursos — dos muitos que o MX Linux oferece — por isso, só vou falar dos que conheço.

Índice

  • Boot da sessão Live
  • Instalação do MX Linux
  • Instalando o Grub
  • Testando a instalação
  • Limpando as partições EFI
  • Links úteis

Boot da sessão Live

Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity)
Opções de boot no Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity) •

O Menu inicial do Live MX Linux 25.1 oferece um mundo de opções, antes de carregar a sessão. — Dá para passar uma tarde inteira explorando os recursos que existem ali. — Escolhi só alguns que já conheço e que sei que me interessam.

Em Opções avançadas >> Opções de Boot, marquei as opções de copiar o sistema para a Memória RAM; — usar horário UTC no relógio do PC; — e exibir menus de texto (que acabaram sendo supérfluos).

Opções do Live MX Linux 25.1 KDE beta1 (Infinity)

Em Idioma / Teclado / Fuso horário, selecionei Inglês da Irlanda (en_IE); teclado ABNT2; e horário BRT. — Em seguida, escolhi SysVinit para iniciar a sessão Live.

  • O “init” escolhido aqui será o do sistema instalado.

Mantive os padrões em todas as opções dos menus em texto

Os menus de texto repetiram as opções já feitas. — Aceitei todas, sem mudar mais nada.

Tela de boas-vindas do MX Linux 25.1

O aplicativo de boas-vindas oferece Instalador, FAQ, Manual do Usuário (já em destaque na Área de Trabalho), acesso à documentação (Wiki) e aos Fóruns (antiX, MX), Vídeos, Aplicativos Populares, Tour guiado.

Merecem especial atenção o MX Tweak, para configurações e ajustes rápidos; — o MX Tools, que oferece muitas ferramentas úteis; — e o lembrete das senhas demo e root.

O Quick System Info (no alto da tela) fornece as informações básicas para que os colegas do Fórum possam ajudá-lo em qualquer problema com seu hardware e / ou com o sistema operacional.

Instalação do MX Linux

Instalador do MX Linux 25, com instruções passo a passo

O Instalador do MX Linux 25.1 verifica a mídia de instalação e apresenta as instruções iniciais, na área principal da janela. — Do lado esquerdo, explicações detalhadas, ao longo de cada etapa do processo. — Embaixo, ainda é possível mudar a configuração do Teclado, se precisar.

Eu já estava na sessão Live há mais de 2 horas, configurando, fazendo anotações, capturando telas e examinando as imagens pelo visualizador “qimgv” (quase tão bom quanto o Gwenview). — Eu também tinha usado o GParted para criar uma partição para o MX Linux (sdb17, ext4, 30 GiB, label: Linux13); — e tinha instalado o Google Chrome, que acabei não usando (mas foi incluído na instalação final no PC).

As instruções do Instalador mandam fechar todos os outros aplicativos. — Mantive abertos o Dolphin, o Kate, o “qimgv” e o Konsole.

  • Siga as recomendações — para que a “persistência” funcione dentro do previsto.

Escolha do esquema de particionamento de disco

No “tipo de instalação”, optei por “personalizar o esquema de disco”, para usar (só) a partição que eu tinha criado. — Não me interessava apagar o SSD inteiro — nem substituir uma instalação existente.

Escolhi apenas uma partição, para instalar o MX Linux 25.1

Abri o menu suspenso da partição sdb17 (label: Linux13), e selecionei a barra “/” indicativa de partição-raiz. — O Instalador mudou o formato previsto para BtrFS — mas eu tornei a escolher ext4.

  • BtrFS é melhor para “instantâneos” (snapshots), que permitem “voltar atrás”, quando alguma coisa dá errado — mas isso exige mais espaço do que eu tinha (30 GiB). — Uso no openSUSE há 9 anos (nenhum problema até hoje!), mas mesmo com 50 GiB ainda fica apertado.

Antes de prosseguir, o Instalador advertiu que eu precisava selecionar uma partição EFI para montar em /boot/efi — senão, talvez eu não conseguisse inicializar a distro, depois de instalada.

  • O correto seria voltar, e fazer isso.

... mas perguntou se eu queria prosseguir. — Portanto, deu liberdade de escolha. — Decidi correr o risco.

Instalador avisa que a partição pode falhar em futuro próximo

17:36 (a) - O Instalador avisa que vai formatar a partição sdb17. — Essa informação deve ser conferida com muita atenção, pois se houver algum erro na lista das partições a serem formatadas, será impossível recuperá-las depois. — Se necessário, volte atrás e corrija.

17:36 (b) - Mandei prosseguir, e o Instalador deu mais um aviso: — A partição que escolhi tem 5 setores realocados. — Passou no teste, mas oferece risco de falhas em futuro próximo. — Recomendou interromper a instalação e usar o GSmartControl para um exame detalhado.

  • Resolvi prosseguir — por minha conta e risco.

Escolha da partição para instalar o Grub do MX Linux 25.1

Ao fechar o aviso, vi que o Instalador aguardava decisões: — Instalar o Grub? — “Local” para instalar o Grub. — “Partição” para instalar o Grub.

(O resto da instalação tinha ocorrido entre 17:36 e 17:37; — e pausou para aguardar essas decisões sobre o Grub).

Sim, eu queria instalar o Grub — a parte que fica em /boot/grub, na partição-raiz. — Mas o “local” (ESP) e a “partição” que ele pedia, dependiam de uma outra coisa, que eu não tinha feito, na etapa do particionamento: — Eu não tinha indicado uma partição EFI (ESP), para ser montada em /boot/efi.

  • O correto seria voltar atrás e escolher uma partição EFI.

Opções de Swap no Instalador do MX Linux 25.1

A seguir, o Instalador ofereceu opções de Swap. — A única opção marcada era “Criar um arquivo Swap” (swap file), pois eu não tinha selecionado minha partição Swap. — Desmarquei a criação do arquivo.

Rede, Localização e Serviços, no Instalador do MX Linux 25.1

Na tela seguinte, pediu as opções de Rede, tais como o nome do PC, o domínio — e servidor Samba (que dispensei). — Tive de escolher um “domínio”, mesmo que fictício.

Em seguida, nova chance de escolher a Localização Regional (Idioma), Fuso horário, Relógio, o formato das horas (12 ou 24h) — e uma opção “avançada” de serviços a serem iniciados automaticamente:

Serviços a serem iniciados automaticamente no MX Linux 25.1

Deixei habilitados os serviços que sei que vou usar — além dos que não tenho certeza. — Desabilitei só o bluetooth e o CUPS, que tenho certeza de que não vou usar.

Configuração do Usuário, senha, Login automático

O Instalador pediu o apelido a ser usado para Login do Usuário — será o nome de sua pasta pessoal — e sua senha.

  • Eu uso sempre o mesmo apelido (ID) — para reaproveitar as pastas pessoais de instalações anteriores.

O MX Linux não costuma habilitar a conta de “super-usuário” (root), mas você tem a liberdade de criá-la. — Já me acostumei a usar o sudo nas distros derivadas do Debian. — Fazer diferente, em uma delas, me deixaria em dúvida na hora de digitar os comandos.

  • Não tenho opinião sobre isso. — Em distros não-Debian, uso a conta root regularmente.

Habilitei o Login automático (Autologin) — e “Salvar as mudanças feitas na sessão Live”, para não ter de fazer de novo as mesmas configurações, depois de instalado.

  • Isso inclui arquivos salvos até o início da instalação efetiva em disco. — Arquivos salvos ou modificados depois disso precisam ser copiados manualmente, antes de encerrar a sessão Live.

Falha na instalação do Grub

Quando cliquei para prosseguir, o Instalador mostrou uma mensagem em letras garrafais dizendo que não conseguiu instalar o Grub.

Sugeriu reiniciar a sessão Live e usar o “Grub Rescue” para “consertar a instalação” — sinal de que só faltou o Grub.

Por que ignorei os avisos do Instalador? — Porque outros instaladores também reclamam, mas geram o arquivo interno de configuração /boot/grub/grub.cfg — mesmo que você não indique uma partição EFI para instalar nela o “bootloader” externo.

  • O Instalador do MX Linux 25.1 está certo. — O boot precisa dessas 2 coisas. — Querer só 1 delas é exceção.

Instalando o Grub

Eu não fazia questão do /boot/efi — mas precisava do /boot/grub/grub.cfg

Assim que fechei o Instalador, não encontrei mais a partição “Linux13”. — Pelo lsblk, vi que o rótulo da partição-raiz tinha sido alterado. — Agora, chamava-se “rootMX25”.

Montei em /mnt, pelo comando mount, e pude examinar a situação pelo Dolphin. — Faltava o arquivo /boot/grub/grub.cfg.

$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17                      rootMX25  ext4        30G

$ sudo mount /dev/sdb17 /mnt

$ lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size | grep sdb17
└─sdb17 /mnt                 rootMX25  ext4        30G

Chroot Rescue Scan: — Nunca foi tão fácil recuperar uma instalação

Abri o “Chroot Rescue Scan”, que permite “entrar na pele” de uma distro para executar comandos de recuperação. — Ele encontrou todas as distros instaladas no PC, inclusive o antigo MX-23 e o novo MX-25.

Fazer chroot manualmente é chato. — Com esse aplicativo do MX Linux, é um passeio no parque!

“Entrei” no MX Linux 25 (o termo é “visitar”), recém-instalado. — O prompt muda de “$” para “chroot>”:

Gerando o arquivo /boot/grub/grub.cfg no recém-instalado MX Linux 25.1

Executei uma “atualização do Grub”. — Gosto de usar o comando “real” (em vez do “alias” update-grub), para nunca esquecer o que ele faz. — Trata-se de gerar o arquivo /boot/grub/grub.cfg:

chroot> grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub/themes/mx_linux/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.63+deb13-amd64
Found initrd image: /boot/initrd.img-6.12.63+deb13-amd64
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 43 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.3 Zena (22.3) on /dev/sdb4
Found PCLinuxOS on /dev/sdb5
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for EFI firmware configuration
done

Ele gerou “entradas” para outras distros — mas o importante é que gerou “entradas” para ele mesmo. — Agora, o Grub do openSUSE já pode ler esse arquivo e obter os dados para carregar o MX Linux 25.1.

Observe que ele não encontrou o openSUSE. — É comum, o Grub de algumas distros não detectar o openSUSE, instalado em uma partição BtrFS com “instantâneos” do Snapper (shapshots). — É por isso que escolhi o Grub do openSUSE para ser meu “Menu de Inicialização” (UEFI / GPT; Bios (legacy) / MBR) — e o do Mageia, meu “Grub de reserva”.

(É por isso, também, que até hoje eu evito instalar mais alguma distro em partição BtrFS com snapshots: — Isso complica meu dualboot / multiboot, em vários outros aspectos).

Grub do openSUSE, “atualizado” para detectar o MX Linux 25.1

Atualizei o Grub do openSUSE — ele detectou a nova instalação — e agora basta usá-lo, para carregar o MX Linux 25.1.

Testando a instalação

Montagem sem pedir senha — e sessão Plasma X11

19:20 a 21:20 - Testei a nova instalação durante umas 2 horas — ainda com a pasta /home criada dentro da partição-raiz. — Demorou um pouco, até conseguir Login automático em sessão X11 — e a montagem automática das demais partições.

Copiando do fstab do MX-23 as linhas das partições Home e Swap

Passei à fase seguinte da minha migração: — Abri o /etc/fstab do MX-23, copiei as linhas referentes às partições Home12 e Swap — e colei no arquivo /etc/fstab do MX Linux 25.1, pelo editor interno do Midnight Commander — “sudo mc”.

MX Linux 25.1 com a /home do antigo MX-23

21:20 a 0:00 - Ao reiniciar o MX Linux 25.1 (Plasma 6) com as configurações da partição /home do MX-23 (Plasma 5), encontrei as falhas normais nessa transição: — widgets (Weather, Moon) precisavam ser trocados por versões compatíveis; o lançador do System Settings precisava ser corrigido etc.

O Login automático caiu em sessão Plasma Wayland, com o Conky sem linhas ou gráficos — e as regras de janelas (KWin) bagunçadas. — Tornei a configurar o SDDM, e depois disso o Login automático passou a entrar sempre em sessão Plasma X11.

Lista dos pacotes instalados pelo usuário no MX-23

19 Jan. 2026 - 1:00 a 2:00 - Ainda carreguei duas sessões do antigo MX-23, para fazer uma última atualização do sistema (para registro); gerar um relatório “Quick System Info”; salvar uma lista dos meus aplicativos (User Installed Packages) etc. — além de listar todos os pacotes instalados — mas evitei mexer nas configurações, que eu já tinha começado a adaptar ao MX Linux 25.1.

Colando a partição Linux13 na partição Linux12

2:00 - Pelo GParted, copiei a partição do MX Linux 25.1 (sdb17) e “colei” na partição onde estava o MX-23 (sdb6). — Depois, deletei o original, para não ficar com partições duplicadas (e com o mesmo UUID). — Tornei a atualizar o Grub do openSUSE, para refletir a nova situação.

Desabilitando os-prober, quiet, splash no /etc/default/grub

20 Jan. 2026 - Desabilitei a detecção de outras distros (os-prober) pelo Grub do MX Linux 25.1. — Basta ele detectar a si mesmo, para que o Grub do openSUSE encontre as informações necessárias.

Aproveitei para desabilitar “quiet” e “splash”, para exibir tudo que acontece durante o boot — ao invés de uma animação bonitinha, que não dá nenhuma informação.

Essas 2 configurações ficam no arquivo /etc/default/grub — que editei pelo Midnight Commander (“sudo mc”, no Konsole). — Para fazer efeito, executei o “update-grub”, para gerar o /boot/grub/grub.cfg com as alterações.

Após eliminar 1 distro (MX-23) e reduzir o /boot/grub/grub.cfg do MX-25, o tempo de “atualização” do Grub do openSUSE caiu de 40’’ para 25’’ a 33’’. — Quanto mais distros, e quanto maior o “grub.cfg” de cada distro, mais tempo cada Grub gastará lendo os demais “grub.cfg”, a cada “atualização”. — Por isso, configurei as coisas para que cada Grub detecte apenas sua própria distro (gerando arquivos grub.cfg pequenos); e só o Grub do openSUSE (e o do Mageia, “reserva”) detectem as demais distros.

Limpando as partições EFI

Prioridade de Boot no utilitário da UEFI Bios da minha placa-mãe

23 Jan. 2026 - Dediquei umas 4 horas a testar e botar ordem nos bootloaders “externos”, nas minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16) — e digo “externos” para distinguir do Grub que está “dentro” de uma distro. — Cada bootloader “externo” apenas indica um “dispositivo de inicialização”, controlado por uma distro.

O utilitário UEFI Bios da minha placa-mãe oferece um modo simples e fácil de definir a prioridade de Boot: — Basta escolher uma distro, do lado direito, e arrastá-la para o topo da pequena lista. — Como eu tenho mais de 4 distros, posso clicar em “Switch all”, e a lista se amplia para exibir até 7 ou 8, podendo rolar para ver outras mais embaixo.

Eu parei de usar esse recurso simples e fácil porque, depois de alguns meses, esse utilitário passou a congelar, sempre que clico numa distro e seguro para arrastar. — Desde então, utilizo o aplicativo efibootmgr em linha de comando (CLI), dentro de qualquer distro, para recolocar o openSUSE no topo (e o Mageia em 2º lugar), sempre que alguma atualização ou nova instalação coloca outra distro lá no alto:

# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2    HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub   HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub     HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub       HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f
Boot0016* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\GRUBX64.EFI0000424f
#
# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
Boot0000* opensuse      HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\OPENSUSE\GRUBX64.EFI
Boot0001* debian        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\DEBIAN\SHIMX64.EFI
Boot0002* Ubuntu        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI
Boot0003* pclinuxos     HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\PCLINUXOS\GRUBX64.EFI
Boot0006* arch_grub2    HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\ARCH_GRUB2\GRUBX64.EFI
Boot0009* Mageia_grub   HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MAGEIA_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot000D* Void_grub     HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\VOID_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0010* MX_grub       HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\MX_GRUB\GRUBX64.EFI
Boot0011* Fedora        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0013* Fedora        HD(16,GPT,bae742e4-9473-4080-9046-c37e45c40b52,0x37d43800,0xff800)/\EFI\FEDORA\SHIM.EFI0000424f
Boot0015* ubuntu        HD(1,GPT,329cbd71-80e8-43e9-a12c-126aac943cfa,0x800,0x400000)/\EFI\UBUNTU\SHIMX64.EFI0000424f

Acima: - Um exemplo de 2 semanas antes, quando a instalação de um Kernel colocou o PCLinuxOS no topo das prioridades de Boot.

Boot Menu (F8), para escolher um bootloader qualquer

Para teste ocasional de algum bootloader, vou ao “Boot Menu”, pela tecla F8: — Basta usar as teclas (setas) para cima e para baixo, escolher uma distro, e finalizar com Enter. — Isso não altera a prioridade de boot nas inicializações seguintes.

Acima: - Dois bootloaders: — “Ubuntu”, com maiúscula (Kubuntu); e “ubuntu”, com minúscula (Mint) — além de uma instalação experimental do Fedora, já eliminada há meses, mas cujo bootloader continuava resistindo a todas as tentativas de removê-lo pelo efibootmgr.

Prioridade de Boot no modo Avançado do utilitário UEFI Bios

Enfim, posso alternar entre esse “modo EZ” e o “modo Avançado”, pela tecla F7 — mas ainda falta alguma coisa. — Talvez haja um modo de deletar bootloaders órfãos, mas até agora não consegui encontrar.

Em geral, tento deletar bootloaders inúteis pelo comando “efibootmgr” — mas às vezes eles continuam presentes na partição EFI ou na EFI2 — “visíveis”, ou “invisíveis” no utilitário UEFI Bios:

# history

  489  2026-01-23_13-23-28 efibootmgr
  490  2026-01-23_13-23-40 efibootmgr -b 10 -B
  491  2026-01-23_13-24-03 efibootmgr -b 13 -B

  495  2026-01-23_14-28-21 date; lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size,FSUSED,UUID
  496  2026-01-23_14-29-11 mount /dev/sdb16 /mnt

Foi o caso de um antigo bootloader “mageia” — que substituí em Abril 2025 por “Mageia_grub”, criado pelo comando “grub-install”. — A pasta ainda está lá, embora vazia:

Bootloaders eliminados pelo efibootmgr, ainda nas partições EFI

Para “ver” esses bootloaders persistentes, o jeito que encontrei é examinar minhas partições EFI (sda1) e EFI2 (sdb16) — pelo Dolphin (GUI) — ou por comandos (CLI), como o “tree”, por exemplo:

$ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /boot/efi         $ tree -U -L2 -D --timefmt '%Y %m %d' /mnt

/boot/efi                      (/dev/sda1: EFI)         /mnt                    (/dev/sdb16: EFI2)

├── EFI                                                 ├── EFI
│   ├── 2020 01 10  -  pclinuxos                        │   ├── 2025 04 08  -  MX_grub       (*)
│   ├── 2025 07 22  -  boot                             │   ├── 2025 04 08  -  Mageia_grub
│   ├── 2020 01 12  -  opensuse                         │   ├── 2025 04 08  -  Void_grub
│   ├── 2025 07 13  -  ubuntu       (*)                 │   ├── 2025 07 13  -  BOOT
│   ├── 2025 12 23  -  fedora                           │   ├── 2025 03 13  -  fedora        (*)
│   ├── 2020 03 24  -  Debian                           │   ├── 2025 08 04  -  mageia        (*)
│   └── 2023 03 06  -  arch_grub2                       │   ├── 2025 07 13  -  ubuntu        (*)
├── System                                              │   └── 2025 12 28  -  pclinuxos
│   └── Library                                         ├── System
├── System Volume Information                           │   └── Library
└── mach_kernel                                         ├── System Volume Information
                                                        └── mach_kernel
12 directories, 1 file
                                                             13 directories, 1 file

Acima: - Editei as respostas do comando, deixando só as datas das pastas dos bootloaders, para facilitar a visualização.

Pude constatar que, embora o utilitário UEFI Bios e o comando “efibootmgr” mostrem um bootloader “Ubuntu” com maiúscula, lá nas partições EFI a pasta é “ubuntu” com minúscula. — O único modo de distinguir, é lembrando que o bootloader do Kubuntu é o da partição EFI2 (sdb16, no SSD WD Green); enquanto o do Mint é o da partição EFI (sda1, no SSD Kingston).

Deletando antigos bootloaders pelo Midnight Commander (mc) em modo root

Como último recurso de limpeza, abri o Midnight Commander como super-usuário (root) — e deletei as pastas dos bootloaders que não tinham mais nenhuma utilidade: — O 2º “fedora”, o “mageia”, e o “MX_grub” de Abril 2025, agora sem utilidade.

Configurando “Timeout” no Grub do Kubuntu

Ao testar todos os bootloaders, verifiquei que o Kubuntu e o Mint carregavam diretamente, sem exibir o menu do Grub. — Comentei (desabilitei) as linhas “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden”; configurei o “GRUB_TIMEOUT=10”; e aproveitei para eliminar “quiet splash” em ambos. — Depois, “update-grub”, em ambos, para o Grub do openSUSE ler e incorporar essas mudanças.

A duplicidade de entradas para o Debian, no utilitário UEFI Bios e no efibootmgr, corresponde a 2 opções de Boot, dentro da mesma pasta: — “SHIMX64” e “GRUBX64”. — Não tenho (nem pretendo ter) Windows, e não uso Secure Boot. Talvez eu delete (ou não) o “shim”, depois de ler mais um pouco sobre isso.

Depois de esclarecer todas as dúvidas e capinar o matagal de coisas sem utilidade, criei o bootloader para o MX Linux 25.1:

Pasted to /etc/fstab:

UUID=B7B0-A50B /boot/efi vfat noatime,dmask=0002,fmask=0113 0 0

$ sudo mkdir -p /boot/efi

$ sudo mount -all

$ sudo grub-install --target=x86_64-efi --efi-directory=/boot/efi --bootloader-id=Mx25_grub --recheck
Installing for x86_64-efi platform.
Installation finished. No error reported.

Fiz mais algumas anotações sobre isso no registro sobre o Fedora 42; e no registro da minha transição para UEFI-GPT.

Links úteis

Manual do Usuário do MX Linux 25

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• Publicado em 20 Janeiro 2026; e desenvolvido até...

— … ≠ “•” ≠ … —

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