sexta-feira, 24 de julho de 2020

MX Linux KDE beta 2 - install, config

KInfocentre com as características do MX Linux 19.2 KDE beta 2
MX Linux 19.2 KDE beta 2

Me interessei pelo MX Linux (e pelo antiX) há cerca de 2 anos, — por ser uma distro sem SystemD, — e ao mesmo tempo, uma das mais populares, o que tende a significar mais tutoriais, dicas, usuários em fóruns, grupos, comunidades etc.

É também um Debian altamente configurado (tweaked), — e em 2018 não tive muito sucesso em substituir o Xfce pelo KDE.

O anúncio do MX Linux 19.2 KDE beta 2 para teste voltou a me animar. — KDE pronto para usar, harmonizado com as configurações da distro. — Baixei, instalei, gostei, e me conciliei com o uso de um KDE “menos recente”. Está ótimo.

  • Isto não é um “tutorial”, — só anotações do que realmente fiz, — inclusive coisas não-recomendáveis, e provavelmente alguns erros.

Índice


  • ISO download, sha256sum, K3b
  • Sessão Live
  • MX Installer
  • Pós-instalação
  • Night color vs. Redshift
  • Ícone do Menu
  • Pré-visualizações no Dolphin
  • KDE antigo e outros incômodos
  • Init
  • Referências (2018)
  • Wallpapers

ISO download, sha256sum, K3b


Caminho indireto para a ISO do MX-19.2 KDE Beta 2

O MX-19.2 KDE Beta 2 foi anunciado em 17 Julho 2020, e será a primeira imagem ISO com KDE da comunidade MX (Mepis + antiX), desde a interrupção do projeto Mepis em 2013.

O anúncio incluiu links para download direto, para o Tópico de feedback do MX-19.2 KDE Beta 2 no Forum MX Linux e para o Bugzilla da distro.

Fui à página geral de downloads do MX Linux no Source Forge, no dia seguinte, e acabei por encontrar a ISO KDE na pasta Testing. — Eu estava com sorte, e fiz o download em 86 segundos, o que equivale a 23,1 MiB/s, ou 185 Mbps, quase no limite da minha conexão de 200 Mbps. — Já tinham sido feitos 1.122 downloads, desde a véspera.

Verificação da imagem ISO MX Linux 19.2 KDE beta 2 e “queima” em DVD pelo K3b

No dia 22, fiz a verificação sha256sum e “queimei” em DVD, para guardar.

Sessão Live


Menu de inicialização do Live MX Linux 19.2 KDE beta 2

Tenho a impressão* de que o Menu de inicialização do Live DVD já carregou com a segunda opção pré-selecionada, — “Inicialização personalizada (menus de texto)”, que percorre 6 submenus, de Idioma, tamanho das letras (no Console e na sessão KDE), Fuso horário, Relógio do sistema, carregamento da ISO para a Memória RAM, tipos de Persistência da sessão Live etc.

Em 2018, estes submenus podiam ser acessados, na tela inicial, pelas teclas F2 a F7 (detalhe menor, à esquerda), o que permitia percorrê-las livremente, em qualquer ordem, e voltar a qualquer uma delas, — enquanto a tecla F1 abria uma Ajuda bastante explicativa, com várias páginas.
_____________
(*) Dias depois, encontrei vídeos mostrando esse comportamento. — Ainda vou rodar nova sessão Live, para conferir vários detalhes, como esse.

Antes de continuar, fotografei as “Opções avançadas” (detalhe à direita), — e com Esc voltei ao Menu principal, para prosseguir.

Opções gerais e de persistência no Menu do Live MX Linux 19.2 KDE beta 2

As opções de “Inicialização personalizada (menus de texto)” merecem bastante leitura prévia, pelo grande número de recursos que oferecem, — a começar por detalhadas alternativas de Persistência em sessões Live.

Eu não pretendia explorar nenhuma dessas opções, no momento. — Me limitei a fotografar e teclar Enter, em todos os submenus, para aceitar os padrões. — Só mais tarde, já na sessão Live, editei as opções de Layout de teclado, Regionalização (Locale), Fuso horário (Timezone) etc.

Documentação das atualizações pelo apt, no Live MX Linux 19.2 KDE beta 2

Logo no início da sessão Live (KDE), o MX Updater indicou 10 pacotes atualizáveis. — Pelo apt, instalei o Synaptic, que usei para aplicar essas atualizações, — e também para instalar o Chromium.

Foi fácil encontrar as senhas da sessão Live, pelo Google, — mas podia ter encontrado na pág. 18 do MX User Manual (181 páginas!), cujo ícone deletei da Área de trabalho mas é oferecido pelo MX Welcome, logo no início da sessão, — Também é oferecido um FAQ, com as dúvidas básicas.

$ sudo apt update

We trust you have received the usual lecture from the local System
Administrator. It usually boils down to these three things:

    #1) Respect the privacy of others.
    #2) Think before you type.
    #3) With great power comes great responsibility.

[sudo] password for demo:             \     
Sorry, try again.                      |    • demo    password:   demo
[sudo] password for demo:              |    • root    password:   root
Sorry, try again.                      |
[sudo] password for demo:             /
Hit:1 http://deb.debian.org/debian buster-updates InRelease
Hit:2 http://deb.debian.org/debian buster InRelease
Hit:3 http://deb.debian.org/debian-security buster/updates InRelease
Hit:4 http://mxrepo.com/mx/repo buster InRelease
Reading package lists... Done
Building dependency tree
Reading state information... Done
10 packages can be upgraded. Run 'apt list --upgradable' to see them.

$ apt list --upgradable
Listing... Done
b43-fwcutter/mx 1:019-6~mx19+1 amd64 [upgradable from: 1:019-4]
firmware-b43-installer/mx,mx 1:019-6~mx19+1 all [upgradable from: 1:019-4]
firmware-b43legacy-installer/mx,mx 1:019-6~mx19+1 all [upgradable from: 1:019-4]
libnss3/stable 2:3.42.1-1+deb10u3 amd64 [upgradable from: 2:3.42.1-1+deb10u2]
libopenmpt-modplug1/stable 0.4.3-1+deb10u1 amd64 [upgradable from: 0.4.3-1]
libopenmpt0/stable 0.4.3-1+deb10u1 amd64 [upgradable from: 0.4.3-1]
lo-main-helper/mx,mx 20.07.02 all [upgradable from: 20.07.01]
mx-packageinstaller-pkglist/mx,mx 20.07.02 all [upgradable from: 20.07.01]
mx-tweak/mx 20.07.07 amd64 [upgradable from: 20.07.05]
virtualbox-guest-utils-modified-init/mx,mx 20.07.01 all [upgradable from: 20.02.02]


$ sudo apt install synaptic
Reading package lists... Done
Building dependency tree
Reading state information... Done
The following additional packages will be installed:
  libept1.5.0 libvte-2.91-0 libvte-2.91-common
Suggested packages:
  dwww software-properties-gtk tasksel
The following NEW packages will be installed:
  libept1.5.0 libvte-2.91-0 libvte-2.91-common synaptic
0 upgraded, 4 newly installed, 0 to remove and 10 not upgraded.
Need to get 3,432 kB of archives.
After this operation, 10.2 MB of additional disk space will be used.
Do you want to continue? [Y/n]


Commit Log for Wed Jul 22 13:32:48 2020

Upgraded the following packages:
b43-fwcutter (1:019-4) to 1:019-6~mx19+1
firmware-b43-installer (1:019-4) to 1:019-6~mx19+1
firmware-b43legacy-installer (1:019-4) to 1:019-6~mx19+1
libnss3 (2:3.42.1-1+deb10u2) to 2:3.42.1-1+deb10u3
libopenmpt-modplug1 (0.4.3-1) to 0.4.3-1+deb10u1
libopenmpt0 (0.4.3-1) to 0.4.3-1+deb10u1
lo-main-helper (20.07.01) to 20.07.02
mx-packageinstaller-pkglist (20.07.01) to 20.07.02
mx-tweak (20.07.05) to 20.07.07
virtualbox-guest-utils-modified-init (20.02.02) to 20.07.01


Commit Log for Wed Jul 22 13:43:08 2020

Installed the following packages:
chromium (83.0.4103.116-3~mx19+1)
chromium-common (83.0.4103.116-3~mx19+1)
chromium-sandbox (83.0.4103.116-3~mx19+1)

Documentação do /ets/fstab

Dentro da sessão Live KDE, mudei o Fuso horário para BRT (2 vezes!), alterei o Idioma / Formatos regionais (Locale) para United Kingdom - en_GB (Logout / Login para fazer efeito), personalizei o Spectacle, o Dolphin, o Kate, o Gwenview, o Relógio digital, o Conky, o Teclado, além do Wallpaper e vários pequenos detalhes no ambiente.

Como não tinha certeza da sobrevivência da /home, salvei as Capturas de tela e outros arquivos em um Pendrive, — inclusive uma cópia do /etc/fstab, com os parâmetros do Swap, que tinha sido ativado automaticamente.

MX Installer


Instalador do MX Linux 19.2 KDE beta 2, após o exame inicial do hardware

17:50 - Ao iniciar o MX Installer, li a primeira mensagem da aba de Ajuda (à esquerda), — exibida enquanto o instalador examinava o hardware e apresentava a opção de alterar o Layout de teclado (que dispensei).

Instalação personalizada, em partições pré-existentes

Depois disso, alternei para a aba “Live Log”, durante alguns minutos, — e não sei se perdi alguma recomendação*. — Creio que não, pois voltei às mensagens logo no passo seguinte.
_________________
(*) Não tive essa preocupação na hora, — mas agora, ao examinar os registros, para este relato, e notar que em 2018 havia mensagens bem diferentes. Ver “”, Adiante.

Instalação personalizada em partições pré-existentes

Por padrão, o MX Installer exige só a partição-raiz do sistema, — e de fato, a mensagem da aba de Ajuda, que voltei a ler (à esquerda), diz que /home e Swap são opcionais. — Mas minha dúvida era quanto à partição /boot.

Lá no final da mensagem de Ajuda, ficou claro que uma partição /boot separada (e sem criptografia) só é necessária se a partição-raiz for criptografada, — o que não me interessava.

Alterei as etiquetas (Label) sugeridas, para Linux12 e Home12 (que uso nas outras distros, em dualboot), — e evitei configurar a partição Swap nesse momento, pois não vi garantias de que não teria seu identificador UUID modificado, numa eventual formatação, — pois isso afetaria todas as outras distros já instaladas.

O conceito de “formatar” nunca é claro, nos instaladores que já vi. — Em alguns casos, manteve o identificador UUID (Ubiquity); e também já vi casos em que mantém ou re-aplica até a etiqueta (Label) pré-existente, — mas no antigo instalador do Debian, já vi mudar o identificador UUID da partição Swap, e consertar o estrago foi trabalhoso.

A única opção oferecida de “não formatar”* refere-se à /home. — Por isso, preferi configurar manualmente a partição Swap, mais tarde, — o que é muito simples e rápido.
___________________
(*) Dias depois, uma discussão sobre semântica (#275~283) me deixou com a impressão de que isso não se refira a nada do que pensei ter entendi.

Ao concluir essa etapa, o MX Installer apresenta um resumo do que será feito, — e ainda se pode voltar atrás para mudar o que for necessário.

Opções de instalação do Grub

Não tenho certeza se o MX Installer propôs, automaticamente, instalar a “chamada” do Grub na partição ESP sda1, ou se tive de fazer manualmente essa escolha, — pois sempre é possível (embora improvável) que eu tenha esquecido de capturar a primeira tela desse passo.

Enquanto eu pensava e fazia capturas de tela (42 segundos), o progresso da instalação avançou de “Preparando as partições” (1%) para “Formatando a partição root” (2%) e passou a “Copiando o novo sistema” (8%).

Alteração do Hostname e exclusão do Samba

Alterei o Hostname proposto para “Linux12” e desabilitei o Samba.

Add caption

A julgar pelo tempo transcorrido (8 segundos), essas opções de Regionalização (Locale), Fuso horário (Timezone), Relógio do sistema (System clock = UTC) e formato de hora (24h) devem ter sido automáticas, com base em opções anteriores e / ou nos padrões da distro.

Desabilitei apenas Cups

Não sei se levei 4 minutos pensando e lendo a lista de serviços, ou se fui buscar um café. — Só desabilitei Cups, pois não tenho impressora, e nunca precisei de Cups para “imprimir” arquivos em PDF, a partir do LibreOffice, Chromium etc.

Definição de Usuário, senha de Administrador, Auto Login, “persistência”

18:17 - No último diálogo, definem-se o Usuário padrão, a senha de Administrador, e aproveitei para configurar o Login automático, — além da “persistência” das alterações feitas na sessão Live, — que de fato foram transpostas para a instalação no computador, como pude constatar depois.
_____________
(*) Vou escrever “persistência” (entre aspas) sempre que me referir à instalação no computador, — pois na verdade, o termo se aplica a sessões Live USB.

O progresso da instalação ficou estacionado em 94%, aguardando pacientemente.

Após mandar prosseguir, o MX Installer ainda trabalhou mais 3 minutos, — na maior parte, instalação do Grub (grub-install), montagem de partições (grub-mount), detecção de outras distros (os-prober), — e por fim mkinitramfs.

18:20 - No aviso de “Instalação completa”, desarmei o boot automático ao fechar o MX Installer, e copiei mais algumas coisas da /home para o Pendrive, por via das dúvidas. — Ao reiniciar, uma mensagem lembra de retirar a mídia de instalação, para prosseguir.

Com toda atenção, tentando documentar o processo em numerosas capturas de tela, a instalação demorou exatos 30 minutos (17:50 ~ 18:20), desde a abertura do MX Installer.

Pós-instalação


Grub do MX Linux 19.2 KDE beta 2

18:30 - Ao reiniciar o computador, entrei na UEFI Bios utility, coloquei o Grub do openSUSE outra vez no topo das prioridades de boot, e selecionei o Grub do MX Linux para executar só desta vez. — Apenas o openSUSE (em partição BtrFS) não apareceu no Menu de inicialização, — mas isso tem sido a norma, no Grub de quase todas as distros que experimentei, desde o início de 2017.

Não duvido que se possa resolver isso, mas basta o Grub do próprio openSUSE. — Em caso de emergência, o Mageia pode ser carregado pelo Grub de qualquer distro, — e o Grub do Mageia detecta e carrega o openSUSE instalado em BtrFS.

Início da primeira sessão KDE após a instalação do MX Linux

18:35 - Com o Login automático, definido no MX Installer, ao final da primeira inicialização eu já estava na sessão Plasma KDE, — sem o Conky, que eu tinha esquecido de configurar para iniciar com a sessão, — e sem exibir o papel de parede que apliquei na sessão Live, — o que talvez tenha sido a única falha real da “persistência”.

Enfim, reapareceram os ícones do FAQ e do Manual, deletados na sessão Live, — mas é possível que isto seja proposital. — Cabe ao usuário decidir que não precisa mais ser lembrado, o tempo todo, da existência desses recursos.

Apenas alterei a configuração do Spectacle, — pois agora a /home era definitiva e eu não precisava mais gravar as capturas de tela em um Pendrive.

Configurações do Painel, Dolphin, Conky preservadas na instalação

Todas as outras inúmeras mudanças feitas na sessão Live foram preservadas.

O Synaptic, o Chromium e as atualizações da sessão Live “persistiram” na instalação. — O Dolphin já abriu personalizado, e na mesma posição e tamanho. — Painel, Gerenciador de tarefas, Lançadores, Área de notificações, Relógio digital, Calendário, Spectacle, Kate, Gwenview etc. mantiveram as configurações feitas na sessão Live.

18:38 - O arquivo do Wallpaper “persistiu” em /home/Pictures, e bastou reaplicar.

18:40 - As configurações do Conky “persistiram” em ~/.config/conky/, e bastou inciá-lo.

18:59 - Configurado o início automático do Conky(1) nas sessões KDE.

Colando no /etc/fstab um “bloco” de partições adicionais

19:02 - Para simplificar a montagem automática de 27 partições adicionais, nas distros baseadas no Debian (LMDE, Devuan, MX Linux), costumo colar no /etc/fstab um “bloco” de linhas pré-definidas, que basta copiar daqui do blog, com pequenos ajustes em cada caso.

Nessas linhas, adotei a montagem por etiquetas (Label), um caminho (path) simplificado, e plenos direitos ao Usuário, — que só precisa de autorização para escrever nas partições dos sistemas (Linux1 ~ Linux12). — Nas partições Home1 ~ Home12 e nas partições de trabalho (Sites, Works, XTudo, Depot1, Storage), o identificador de usuário UID=1000, comum a todas as distros, assegura total liberdade de gravação.

A montagem da partição Depot2, em uma unidade SSD externa plugável (USB2), é feita pelo uDev, e foi configurada em System settings >> Removable storage >> Removable devices, alguns dias depois.

Criando as pastas que servirão de pontos-de-montagem das partições adicionais

19:18 - Faltavam as pastas para servir de pontos-de-montagem das partições adicionais. — Fiz isso em “modo braçal”, recuperando (↑) e editando uns 27 comandos mkdir. — Sim,  já devia ter criado um script para agilizar essa tarefa recorrente.

E, sim, podia ter usado o velho e bom Disk Manager, — que só vi depois.

Dias depois, completei o /etc/fstab com as linhas do Swap copiadas da sessão Live, — e ativei com um comando # swapon --all:

# Pluggable devices are handled by uDev, they are not in fstab
UUID=49d82742-a532-487f-a044-8321e804e3b5 / ext4 defaults,noatime 1 1
UUID=7A0B-66EE /boot/efi vfat defaults,noatime,dmask=0002,fmask=0113 0 0
UUID=73f1fe8c-5617-4666-9b3c-ff28f9a2ce17 /home ext4 defaults,noatime 1 2
# Added by make-fstab /dev/sdb14
UUID=2ae5ec7d-42bd-4d6b-9597-7473984c75fe  swap  swap  defaults  0   0
LABEL=Storage    /media/Storage     ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Depot1     /media/Depot1      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Sites      /media/Sites       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Works      /media/Works       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=XTudo      /media/XTudo       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux1     /media/Linux1      btrfs       defaults,user    0   0
LABEL=Linux2     /media/Linux2      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux3     /media/Linux3      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux4     /media/Linux4      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux5     /media/Linux5      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux6     /media/Linux6      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux7     /media/Linux7      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux8     /media/Linux8      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux9     /media/Linux9      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux10    /media/Linux10     ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Linux11    /media/Linux11     ext4        defaults,user    0   0
# LABEL=Linux12    /media/Linux12     ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home1      /media/Home1       xfs         defaults,user    0   0
LABEL=Home2      /media/Home2       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home3      /media/Home3       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home4      /media/Home4       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home5      /media/Home5       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home6      /media/Home6       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home7      /media/Home7       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home8      /media/Home8       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home9      /media/Home9       ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home10     /media/Home10      ext4        defaults,user    0   0
LABEL=Home11     /media/Home11      ext4        defaults,user    0   0
# LABEL=Home12     /media/Home12      ext4        defaults,user    0   0

Breeze Dark + Maia transparent + Transparent oxygen + MX icon

19:26 - Não encontrei o recurso de Cor noturna (Night color) nas Configurações do KDE (System settings >> Display and monitor) e resolvi mudar o tema geral, de Breeze para Breeze Dark, para aliviar a vista. — Aproveitei para instalar e aplicar na Área de trabalho o tema Maia transparent (19:30); e a Decoração de janelas Transparent oxygen (19:32). — Mais tarde, lembrei de mudar o ícone do Menu (20:58).

19:36 - Ativei a exibição dos Feriados (br_pt-br) no Relógio digital / Calendário. — Não encontrei a opção de habilitar Eventos astronômicos (acho que por ser KDE “antigo”), mas os Equinócios e Solstícios são exibidos. — Ficaram faltando as fases da Lua.

Weather

19:40 - Instalado e configurado o widget Moon phase (Gealach).

19:41 - Instalado widget Weather. — Faltava instalar o módulo QtQuick-XmlListModel (19:47) e reiniciar o KDE, para fazer efeito (20:16). — De passagem, percebi que “persistia” no Synaptic o histórico das atualizações e da instalação do Chromium no início da sessão Live.

Remoção do System Load Viewer

20:51 - Não sei exatamente como eliminei da Área de notificações (System tray) o widget System Load Viewer. — Provavelmente, do jeito como se remove qualquer widget. — Não sei se apenas eliminei a poluição visual, e se algum processo desnecessário continua rodando escondido.

Direcionando as teclas de atalho PrtScn e Shift+PrtScn ao gnome-screenshot

20:54 - Ativei o início automático do Conky(2), reiniciei o KDE para testar, e comecei a fazer os ajustes (21:13).

21:38 - Instalado gnome-screenshot e reconfiguradas as teclas de atalho PrtScn e Shift+PrtScn:

PrtScn:
gnome-screenshot -p -f /media/Storage/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_Mx.jpg

Shif+PrtScn:
gnome-screenshot -p -d 7 -f /media/Storage/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_Mx.jpg

Desabilitando os-prober e atualizando o Grub

22:03 - Desabilitada a detecção de outras distros (os-prober):

# date && update-grub && date
Wed 22 Jul 22:00:16 -03 2020
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub/themes/linen/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-5.6.0-2-amd64
Found initrd image: /boot/initrd.img-5.6.0-2-amd64
Found mtest-64.efi image: /boot/uefi-mt/mtest-64.efi
File descriptor 12 (/dev/dri/card0) leaked on lvs invocation. Parent PID 9217: /bin/sh
Found void on /dev/sda10
Found openSUSE Tumbleweed on /dev/sda2
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux bullseye/sid on /dev/sda4
Found Fedora 32 (KDE Plasma) on /dev/sda5
Found KDE neon User Edition 5.19 (18.04) on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 8 (8) on /dev/sda8
Found Linux Mint 20 Ulyana (20) on /dev/sda9
Adding boot menu entry for EFI firmware configuration
done
Wed 22 Jul 22:00:59 -03 2020


/etc/default/grub:

# If you change this file, run 'update-grub' afterwards to update
# /boot/grub/grub.cfg.
...
GRUB_DISABLE_OS_PROBER=true
...


# date && update-grub && date
Wed 22 Jul 22:03:49 -03 2020
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub/themes/linen/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-5.6.0-2-amd64
Found initrd image: /boot/initrd.img-5.6.0-2-amd64
Found mtest-64.efi image: /boot/uefi-mt/mtest-64.efi
Adding boot menu entry for EFI firmware configuration
done
Wed 22 Jul 22:03:59 -03 2020

Restaurando os repositórios originais

24 Jul 2020 - O comando # apt update indicava problemas em um repositório, — alterado pelo MX Installer, suponho.

Explorei o MX Repo Manager e, na aba “Individual sources”, cliquei em “Restore original APT sources”. — Após algum tempo, uma mensagem informou que a restauração foi realizada, o espelho “adicionado pelo usuário” não foi tocado (sic), e a mudança teria efeito na próxima atualização.

Repeti o comando # apt update, tudo funcionou bem, e apliquei as atualizações pelo Synaptic.

Uma cópia da pasta /etc/apt/sources.list.d, antes do conserto, contém 4 arquivos. — Outra cópia feita depois contém 8 arquivos, sendo 4 backups.

2020-07-24 10:00

$ sudo apt update
[sudo] password for flavio:
Hit:1 http://deb.debian.org/debian buster-updates InRelease
Ign:2 http://mirror.adct.be/mx/mx/repo buster InRelease
Hit:3 http://deb.debian.org/debian buster InRelease
Err:4 http://mirror.adct.be/mx/mx/repo buster Release
  404  Not Found [IP: 2a0d:ef00:0:7::1 80]
Hit:5 http://deb.debian.org/debian-security buster/updates InRelease
Reading package lists... Done
E: The repository 'http://mirror.adct.be/mx/mx/repo buster Release' does not have a Release file.
N: Updating from such a repository can't be done securely, and is therefore disabled by default.
N: See apt-secure(8) manpage for repository creation and user configuration details.


$ cp -r /etc/apt/sources.list.d/ /BACKUP_1/

$ ls -l
total 16
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 318 Jul 24 10:07 debian.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio  94 Jul 24 10:07 debian-stable-updates.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 224 Jul 24 10:07 mx.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 142 Jul 24 10:07 various.list


MX Repo Manager ---> Restore original APT sources


$ cp -r /etc/apt/sources.list.d/ /BACKUP_2/

$ ls -l
total 32
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 319 Jul 24 10:11 debian.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 318 Jul 24 10:11 debian.list~
-rw-r--r-- 1 flavio flavio  94 Jul 24 10:11 debian-stable-updates.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio  94 Jul 24 10:11 debian-stable-updates.list~
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 135 Jul 24 10:11 mx.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 224 Jul 24 10:11 mx.list~
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 142 Jul 24 10:11 various.list
-rw-r--r-- 1 flavio flavio 142 Jul 24 10:11 various.list~


mx.list~

# MX Community Main and Test Repos
deb http://mirror.adct.be/mx/mx/repo/ buster main non-free
#deb http://mirror.adct.be/mx/mx/testrepo/ buster test

#ahs hardware stack repo
deb http://mirror.adct.be/mx/mx/repo/ buster ahs


mx.list

# MX Community Main and Test Repos
deb http://mxrepo.com/mx/repo/ buster main non-free
#deb http://mxrepo.com/mx/testrepo/ buster test


$ sudo apt update
Hit:1 http://deb.debian.org/debian buster-updates InRelease
Hit:2 http://deb.debian.org/debian buster InRelease
Get:3 http://mxrepo.com/mx/repo buster InRelease [11.1 kB]
Get:4 http://mxrepo.com/mx/repo buster/main amd64 Packages [397 kB]
Hit:5 http://deb.debian.org/debian-security buster/updates InRelease
Get:6 http://mxrepo.com/mx/repo buster/main i386 Packages [367 kB]
Fetched 775 kB in 2s (396 kB/s)
Reading package lists... Done
Building dependency tree
Reading state information... Done
3 packages can be upgraded. Run 'apt list --upgradable' to see them.

Detecção dos espelhos mais rápidos, pelo MX Repo Manager

27 Jul 2020 - A velocidade de download dos pacotes estava baixa.

Ainda pelo MX Repo Manager, pedi para selecionar os espelhos mais rápidos, — nas abas “MX repos” e “Debian repos”. — Naquele momento, o gerenciador escolheu UFAM (Manaus) para MX e Unesp para Debian. — Executar # apt update, sempre, para carregar as informações dos novos repositórios ou espelhos.

Melhor velocidade de download de pacotes após nova detecção de espelhos mais rápidos

28 Jul 2020 - O download dos pacotes ainda não estava bom, e fiz nova detecção dos espelhos mais rápidos. — Dessa vez, o gerenciador selecionou RNP-SC para Debian e UFAM para MX, — e a melhoria foi notável, com picos de até 26 MiB/s (200+ Mbps).

Nova detecção dos espelhos mais rápidos, pelo MX Repo Manager

29 Jul 2020 - Problemas com o espelho RNP-SC, embora a conexão estivesse boa. — Nova detecção dos espelhos mais rápidos alterou para Debian-BR e USP, — e o download das atualizações ficou ainda mais rápido.

Desativando o carregamento do MX Updater no início de cada nova sessão

Por ser um sistema operacional conservador (Debian stable), as atualizações do MX Linux costumam envolver poucos pacotes, por isso o gráfico de velocidade de download do Conky não é tão espetacular, — um pico de 24.162 KiB/s (23,6 MiB/s), de curta duração.

Examinando as configurações do MX Updater, finalmente descobri como evitar que ele seja carregado no início de cada nova sessão.

Eu já tinha removido o PackageKit, — o que, em várias distros, basta para desabilitar a verificação automática de atualizações, — e agora aproveitei para remover o Discover.

Commit Log for Fri Jul 24 10:26:37 2020

Completely removed the following packages:

packagekit
packagekit-tools


Commit Log for Wed Jul 29 11:53:32 2020

Removed the following packages:

discover
discover-data
libdiscover2

Prefiro verificar atualizações manualmente, pela manhã ou no final do dia, — e usar o Synaptic para aplicá-las, ou para pesquisar e instalar novos pacotes.

Night color vs. Redshift


Adicionando o controle do Redshift à Área de notificações do Painel do KDE

25 Jul 2020 - Desde quando comecei a usar o recurso de Cor noturna do KDE, em Dezembro, eu ainda não tinha experimentado nenhuma distro “Debian stable” (Buster), — e como ele sempre veio nas Configurações do sistema (KDE System settings), não sei de qual módulo ele depende, nem consegui descobrir agora, pelo Google. — Ignoro se é um recurso recente, ou se já existia em versões mais antigas do Plasma KDE.

Pesquisando pelo Synaptic, arrisquei instalar o Redshift (seção: x11), que trouxe como dependência um “plasma-applet-redshift-control”. — Mais tarde, no mesmo dia, uma atualização do Redshift instalou o “geoclue”, como dependência, — mas não vi como utilizá-lo.

Só à noite, incomodado com alguma página branca, acabei encontrando, nas configurações da Área de notificações (Systray), um botão para habilitar o controle desse recurso.

Commit Log for Fri Jul 24 00:40:02 2020

Installed the following packages:

fonts-font-awesome (5.0.10+really4.7.0~dfsg-1)
plasma-applet-redshift-control (1.0.18-2+deb10u1)
redshift (1.12-2)


Commit Log for Fri Jul 24 10:19:01 2020

Upgraded the following packages:

desktop-defaults-mx-common (20.07.02) to 20.07.03
mx-user (19.10.01) to 20.7
redshift (1.12-2) to 1.12-2mx19+1

Installed the following packages:

geoclue-2.0 (2.5.2-1)

Não encontrei “redshift” no histórico das atualizações de nenhuma das outras distros, este ano, — e de 2016 até o final de 2019, ele só aparece entre os pacotes originais do LMDE3 (beta), associado ao GTK, não ao KDE que instalei em seguida. — Portanto, me parece que o “Night color” do KDE não tem relação com ele.

Ativando VLC e Redshift na Área de notificações do KDE

Em outra aba das configurações da Área de notificações do KDE, finalmente descobri como minimizar o VLC para um ícone, sem ocupar espaço no Gerenciador de tarefas (Task manager). — Isso também estava me incomodando, afinal, sempre vi o VLC ser exibido automaticamente na Área de notificações.

Ícone do Menu


Ícone mxfcelogo-rounded, um pouco grande demais

Há tempos, alguém me chamou atenção para “aquele ícone do Manjaro” em uma das minhas distros com KDE, — só assim (distraído como sou), percebi que o tema Maia transparent fazia essa alteração, por ser proveniente do Manjaro. — Depois disso, comecei a colecionar logos de cada distro, pois nem sempre eu conseguia encontrar nelas um ícone adequado ao papel de parede.

No MX Linux, o ícone que me agradou foi o “mxfcelogo-rounded”, — mas com o tempo comecei a achá-lo grande demais.

Add caption

Depois de algum tempo, adotei o “MX_Linux_logo.svg”, um pouco mais discreto, — e que agora não lembro mais se baixei do site ou do Fórum.

Adaptações do “Rastergrafik_1.png”

No tópico de feedback sobre o MX Linux KDE Beta 2, um colega apontou outro problema que eu já tinha notado em várias distros: — Ao substituir o Menu-padrão pelo Menu em cascata (ou qualquer outro), o ícone das distros costuma ser substituído pela logo do KDE. — Na resposta #130, um colega postou o ícone “Rastergrafik_1.png”, combinando KDE + MX; e na réplica #147, outro colega apresentou sua personalização do mesmo ícone, com a engrenagem do KDE em azul e o MX em branco.

Na verdade, a história desse ícone vem de um tópico mais antigo (Janeiro 2019), e agora prossegue em um tópico de propostas de arte para o MX KDE.

Começando pelo “Rastergrafik_1.png”, inverti as cores, em seguida dupliquei a camada, — em uma, eliminei o KDE e deixei só o MX, — na outra, fiz o contrário.

Com isso, ficou fácil selecionar só a engrenagem do KDE, torná-la 100% branca, e experimentar várias tonalidades de azul. — O azul escuro se mostrou pouco visível contra o fundo vermelho escuro do papel de parede, e acabei adotando um azul um pouco mais claro. — Por fim, aumentei a área da imagem de 94 x 84 pixels para 120 x 107 pixels, para diminuir o tamanho aparente do ícone, além de evitar que tocasse nas margens da tela.

Pré-visualizações no Dolphin


Primeiras pré-visualizações adicionadas ao Dolphin

O Dolphin já indicava pré-visualização de arquivos KML na sessão Live (não verifiquei), — e pela instalação do Marble, adicionei a pré-visualização de arquivos KMZ.

Pela instalação do kdegraphics-thumbnailers, adicionei a pré-visualização de arquivos PDF.

Com a instalação de kdegraphics-mobipocket, adicionei a pré-visualização de arquivos Mobi.

Dados Exif no Painel Informações (F11) do Dolphin

Após a instalação do libkf5baloowidgets-bin, o Painel Informações (F11) do Dolphin passou a exibir os metadados dos arquivos, — inclusive dados Exif das fotos.

Habilitando a visualização de arquivos TIFF no Dolphin e no Gwenvies

Por um dos diálogos no tópico de acompanhamento do MX Linux 19.2 KDE Beta 2, aprendi que a pré-visualização de arquivos TIFF, — além da visualização no Gwenview, — podia ser ativada pela instalação do qt5-image-formats-plugins.

Eu já tinha observado essa lacuna em algumas outras distros, em tempos recentes, — mas ainda não sabia como solucionar.

xxxx

\\\\

KDE antigo e outros incômodos


  • Versões antigas do Gwenview não aceitam Esc para Sair.
  • Versões antigas do Gwenview não alternam Zoom entre Fit e 100% no mesmo botão
  • VLC não minimiza para a Área de notificações [RESOLVIDO]
  • Falta módulo Night Color no System Settings [Contornei com Redshift]
  • Menu não mantém aplicações Favoritas, de uma sessão para outra
  • Menu não mantém documentos nem aplicações Recentes, de uma sessão para outra; e às vezes também somem durante uma sessão
  • Dolphin não exibe informações dos arquivos no painel Info (F11), à direita [RESOLVIDO instalando libkf5baloowidgets-bin]
  • Gwenview não abre arquivos TIFF e Dolphin não exibe pré-visualizações [RESOLVIDO instalando qt5-image-formats-plugins]

xxxx

Init


Carregamento do MX Linux (esq.), após detectar o hardware (dir.), na sessão Live

Concluídas as opções nos submenus da inicialização personalizada, o Live MX Linux examina os dispositivos do hardware, monta os dispositivos virtuais (detalhe à direita) e dá partida no init, que assume o comando daí por diante. — A versão “2.93” contrasta com as versões de número 240+ do SystemD, — mas eu nem notei isso, até examinar as fotos, mais tarde.

Como simples usuário, isso não faz diferença. Durante 10 anos, usando Kurumin, Kubuntu, Mint e Debian, passei por várias mudanças de init, entre 2007 e 2017, sem nem tomar conhecimento de que “isso existe”; — na verdade, mal me dando conta do que fosse Kernel, X, Gnome, Unity, KDE, Cinnamon etc., até 2016; nem jamais ter feito um chroot, até o final de 2019, — o que mostra o quanto o Linux já se havia tornado amigável e intuitivo, desde o início desse período. Eu mal usava um ou outro comando, copiado de algum site, uma vez ou outra.

Depois que eu já não dependia do Windows para nada, comecei a explorar os ramos principais do Linux, para eliminar também minha dependência da Canonical. — Esse novo aprendizado incluía distros sem-SystemD, para não ficar dependente de outras empresas, — mas nas primeiras experiências, com PCLinuxOS, Devuan, Slackware, antiX, MX Linux, tampouco tive de tomar conhecimento da existência do init de cada um. Só no Void, precisei ter contato com o Runit.

Só 2 dias depois da sessão Live, comecei a pesquisar o básico, — como verificar qual init está no controle do MX Linux, ou de qualquer outra distro, — para tirar essa dúvida, nos casos em que isso não fique evidente:

MX Linux                                                                Debian

# ls -n /sbin/init                                                      $ ls -n /sbin/init
-rwxr-xr-x 1 0 0 53016 Feb 14  2019 /sbin/init                          lrwxrwxrwx 1 0 0 20 Jul  5 06:44 /sbin/init -> /lib/systemd/systemd

# ls -l /sbin/init                                                      $ ls -l /sbin/init
-rwxr-xr-x 1 root root 53016 Feb 14  2019 /sbin/init                    lrwxrwxrwx 1 root root 20 Jul  5 06:44 /sbin/init -> /lib/systemd/systemd

# ls -l /proc/1/exe                                                     # ls -l /proc/1/exe
lrwxrwxrwx 1 root root 0 Jul 24 06:59 /proc/1/exe -> /usr/sbin/init     lrwxrwxrwx 1 root root 0 Jul 29 13:54 /proc/1/exe -> /usr/lib/systemd/systemd

# cat /proc/1/comm                                                      # cat /proc/1/comm
init                                                                    systemd

# init --version                                                        # init --version
SysV init version: 2.93                                                 bash: init: command not found

# ps -p 1                                                               # ps -p 1
  PID TTY          TIME CMD                                                 PID TTY          TIME CMD
    1 ?        00:00:01 init                                                  1 ?        00:00:03 systemd

# stat /proc/1/exe | grep File                                          # stat /proc/1/exe | grep File
  File: /proc/1/exe -> /usr/sbin/init                                     File: /proc/1/exe -> /usr/lib/systemd/systemd

Referências (2018)


Minha experiência, de Maio a Dezembro 2018, não foi fácil nem produtiva, — em grande parte, porque o MX Linux é um Debian altamente configurado, por “ferramentas” que eu não conhecia na época (e até hoje), — e quando instalei o KDE, sem explorar e desfazer as inúmeras configurações herdadas, o novo ambiente ficou bastante afetado.

Em geral, tento instalar e conseguir usar uma distro com KDE, primeiro, para depois ir aprendendo na medida em que preciso, enquanto trabalho normalmente, — mas no caso do MX Linux, eu teria de fazer o contário: mergulhar fundo no sistema de configurações, antes de obter um ambiente KDE “produtivo”, — e isso virou uma queda-de-braço, em que nem eu nem o MX Linux cedíamos, e resolvi deixar de lado, após 6 meses, para explorar outras distros da minha lista, com as quais acabei tendo resultados mais rápidos (Sabayon, Mageia, Fedora, Arch, já experimentados antes; e Void, de primeira, aproveitando a experiência de instalação do KDE no Arch).

Nada daquilo seria problema, se eu me dispusesse a trabalhar no Xfce, pelo menos durante o tempo necessário para explorar melhor o MX Linux, e só depois instalar o KDE, com calma. — Esse foi o meu erro, mas desanimei de começar tudo de novo.

Em meados de 2018, meu velho hardware (2008) parece ter sido responsável por uma dificuldade com o instalador GUI do MX Linux, — mas tive apoio dos usuários e desenvolvedores, no Fórum, e acabei resolvendo com o instalador CLI, que tinha funcionado de primeira no caso do antiX, pouco antes. — Esse companheirismo e a paciência me deixaram ótima impressão da comunidade.

Viciado no KDE mais recente no Fedora, KDE Neon e “rolling-distros”, eu também me sentia cada vez menos atraído por distros baseadas no Debian stable, — Devuan, LMDE, — e fui deixando o MX Linux para depois.


Wallpapers


xxxx

— … ≠ • ≠ … —

Without-SystemD



    PC desktop UEFI / GPT



    Ferramentas &tc.



    Debian's


    terça-feira, 14 de julho de 2020

    Void Linux + KDE Plasma (UEFI-GPT)

    Void Linux com Kernel 5.7.9 + KDE Plasma (KInfocentre)
    Void Linux com Plasma KDE e Kernel 5.7.9 •

    Void Linux é uma distro “independente” (não-baseada em outra) e sem-SystemD — usa Runit.

    A instalação é muito fácil, graças ao Void-Installer — mas só existem ISOs com LXDE, LXQt, MATE, Xfce, Cinnamon, Enlightenment. — Por experiência anterior, concluí que a ISO “mínima” (sem DE) é o melhor caminho para, depois, instalar o KDE.

    A instalação do Plasma KDE foi muito facilitada por minha experiência recente, do final de 2019, — e ainda mais, por aquele registro detalhado, que agora pude seguir pelo celular.

    • Isto não é um “tutorial”. — Apenas um registro da minha experiência. — Fico feliz, se for útil para outros “usuários médios”, como eu.

    Roteiro utilizado para a instalação do Void Linux + Plasma KDE

    A maior diferença em relação a 2019 é que, agora, meu hardware é UEFI-GPT. — Afora isso, só tive de adequar os antigos pontos de montagem ao atual particionamento.

    No novo hardware, mantive as mesmas diretrizes que simplificaram minha vida desde 2009: — CPU Intel + Placa-mãe com iGPU Intel, — o que evita dores de cabeça, para quem não precisa de mais do que isso:

    Processors: 6 × Intel® Core™ i5-9400 CPU @ 2.90GHz (min/max: 800/4100 MHz)
          Mobo: TUF B360M-PLUS - ASUSTeK COMPUTER INC.
          iGPU: Intel UHD Graphics 630 (Desktop)
        Memory: 15.5 GiB of RAM
    

    Utilizei a imagem ISO void-live-x86_64-20191109.iso (411 MiB), disponível na página oficial de “/live/current”.

    Menu inicial do Live Void Linux e instruções na tela de Login

    No Menu de Boot do Live Void Linux, escolhi a opção-padrão, e cheguei à tela de Login, onde se apresentam as informações essenciais:

         ********************************************************
         Two users are available to Log In:
    
              - root   passwd:  voidlinux
              - anon   passwd:  voidlinux
    
              - anon has sudo permissions (without a password)
    
         To start installation:
    
              # void-installer
    
         To install additional software:
    
              # xbps-install      (to install / update packages)
    
              # xbps-query        (to query for package info)
         ********************************************************
    

    Fiz Login como root, nesse primeiro Console virtual (tty1), — e como usuário anon no segundo Console virtual (tty2, que acabei nem usando).

    Login como Root e execução do Bash, em substituição ao Dash

    Por padrão, o perfil Root do Void Linux usa um Shell (-sh = dash) de poucos recursos. — Não tem o comando “history”, não permite recuperar comandos anteriores pelas setas para cima / para baixo (↓↑), nem mover o cursor à esquerda (←), para editar.

    Pode-se comandar # exec bash (ou apenas # bash), para usar o Bash. — Isso não teve muita importância, na sessão Live do Void Linux, onde só executei 1 comando, # void-installer — mas foi muito útil mais tarde, no Void já instalado.

    Menu do void-installer

    O Void Installer oferece um Menu simples, com os passos fundamentais da instalação, — e volta ao Menu, no final de cada etapa, — de modo que é fácil mudar de ideia e alterar alguma opção feita antes.

    Minhas opções foram:

    Keyboard      - br-abnt2
    Network       - eno1
    Source        - Network
    Hostname      - Linux9
    Locale        - en_GB.UTF-8
    Timezone      - America/Sao_Paulo
    Root password
    User account  - default groups
    Bootloader    - No. — Graphical? - No.
    Partition     - (Skipped)
    Filesystems:
        - sda10   - /         — Create new filesystems? - No!
        - sdb10   - /home     — Create new filesystems? - No!
        - sdb14   - Swap      — Create new filesystems? - No!
        - sda1    - /boot/efi — Create new filesystems? - No!
    Install       - Go!
    Exit          - Reboot
    

    Teclar a primeira letra é mais prático, nas listas quilométricas

    Podem-se usar setas para cima e para baixo (↓↑), entre as opções oferecidas (e TAB para ir ao OK ou Back), mas nas listas muito longas é mais prático teclar a primeira letra. — No caso do teclado, fui encontrar ABNT2 em “b” de Brasil, não em “p” de Português.

    Observe, à esquerda da lista, as setas e sinais em verde, para cima (↑-) e para baixo (↓+), — e à direita, o indicador de 10%, que dá uma ideia do número de opções existentes além desse ponto.

    Habilitando a Rede no Void Installer

    A Rede foi detectada automaticamente e bastou aceitar o uso de DHCP, para habilitar a conexão.

    Instalar pacotes atualizados (do repositório oficial)

    A opção de baixar os pacotes do repositório oficial é uma vantagem, pois evita a necessidade de atualizar tudo, logo após a instalação do Void Linux, — mas só oferece o “sistema básico”, — que é o que eu queria.

    Se você quiser instalar o Void com um dos ambientes oferecidos, — LXDE, LXQt, MATE, Xfce, Cinnamon, Enlightment, — deve baixar a imagem ISO correspondente, e optar pelos pacotes que vêm nela.

    Preenchimento do Hostname

    O Void Installer não opôs nenhuma proibição à letra maiúscula no Hostname, — ao contrário de outros instaladores ou distros.

    Regionalização (Locale) pela primeira letra do Idioma

    Na Regionalização (Locale) do sistema, fui encontrar o país teclando a primeira letra do Idioma.

    Inglês é a melhor opção, se você precisar copiar mensagens do sistema ou capturar telas, para pedir (ou oferecer) ajuda em fóruns internacionais, — e o formato britânico de datas é mais compatível com o do Brasil, sem deixar de ser inteligível mundo afora. — Isso não faz diferença, ao usar o LibreOffice ou o Chromium, que oferecem suas próprias configurações separadas de interface e de trabalho.

    Seleção do Fuso horário (Timezone)

    Para a seleção do Fuso horário (Timezone), bastou escolher América e teclar “s” para chegar bem perto de São Paulo, que corresponde à hora oficial da maior parte do Centro-Sul do Brasil (BRT).

    Relógios públicos causando confusão, devido a um pequeno detalhe

    Lembre que, atualmente, Belém e Recife têm a mesma hora oficial, mas se a economia voltar a crescer rápido, pode faltar capacidade de geração de eletricidade, por falta de investimento prévio, e o Horário de verão pode ser instituído novamente, com suas diferenças de uma região para outra. — Em grandes sistemas, principalmente, é fundamental fazer a coisa certa desde o início, pois alguns anos depois é fácil não lembrar de um pequeno detalhe da configuração, até que a bomba exploda.

    Void Installer pede o apelido de Login, e só depois o nome completo

    O Instalador do Void pede primeiro o apelido para Login, e só depois o nome completo do Usuário.

    Seleção dos Grupos do Usuário

    Me limitei a aceitar os Grupos sugeridos para o Usuário, e tudo funcionou muito bem até o momento:

    $ cat group | grep flavio
         wheel:x:4:flavio
         floppy:x:8:flavio
         audio:x:12:flavio
         video:x:13:flavio,sddm
         cdrom:x:16:flavio
         optical:x:17:flavio
         kvm:x:24:flavio
         xbuilder:x:101:flavio
         flavio:x:1000:
    

    Na dúvida, não instalei o “Bootloader”

    A seleção do “disco” para instalar o “Bootloader” me deixou em dúvida, — pois esse “cardápio de discos” é do tempo em que uma pequena “chamada” para o Grub era gravada na trilha inicial MBR, e não se precisava pensar em termos de “partição”.

    Minha reduzida experiência com UEFI (8 distros bem diversificadas) sugere que, provavelmente, o Bootloader seria instalado na partição EFI, — ou seja, em uma partição Fat32 (*) que tenha as flags boot, esp, — em qualquer disco onde fosse encontrada (não importando qual “disco” eu escolhesse). Mas... como ter certeza?

    (*) Não tenho certeza se, em computador de mesa, seria aceita partição Fat16 ou Fat12.

    Esse anacronismo não é exclusividade do Void-Installer. — Neste quesito, outros instaladores / outras distros, bastante populares, também conservam interfaces dúbias; ou inconsistentes, mesmo.

    Por segurança, escolhi “Nenhum: - Gerenciar de outro modo”, — para resolver por mim mesmo, no futuro, se necessário. — Eu não vou usar o Grub do Void, por isso não preciso de uma “chamada” apontando para ele. — Posso fazer isso depois, se mudar de ideia.

    Em seguida, o Void Installer perguntou se eu queria usar um “terminal gráfico” para o “Bootloader”. — Escolhi “Não”.

    Existe aí uma confusão, — pois a mesma palavra (Bootloader) é usada em perguntas sobre 2 ações inteiramente diferentes.

    No primeiro diálogo, trata-se de instalar uma “chamada” em um “disco” (na MBR ou numa EFI), — No segundo, trata-se de escolher entre gerar um Menu (do Grub) em modo gráfico ou em modo texto, — o que não faz diferença, se não vou usar o Grub do Void como padrão da máquina.

    Como optei por não instalar a “chamada” em disco, o Void Installer apenas gerou o arquivo /boot/grub/grub.cfg. — Isso era tudo que eu precisava, para o Grub do openSUSE detectá-lo e incluí-lo no meu Menu de inicialização.

    Configuração da partição-raiz

    Pulei a etapa de “Particionamento”, — pois todas as partições já estavam preparadas, — e fui direto para a configuração dos “Sistemas de arquivos e pontos de montagem”.

    Aí, trata-se de selecionar as partições desejadas (uma de cada vez), — clicar em “Modificar”, — escolher o “Tipo” de cada uma (ext4, Swap, Fat32 etc.), — indicar seu ponto de montagem, — e dizer se deseja “Criar um novo sistema de arquivos” (Formatar).

    Filesystems:
        - sda10   - ext4   - /           — Create new filesystems? - No!
        - sdb10   - ext4   - /home       — Create new filesystems? - No!
        - sdb14   - Swap   - Swap        — Create new filesystems? - No!
        - sda1    - Fat32  - /boot/efi   — Create new filesystems? - No!
    

    Tive todo cuidado em me assegurar de que as partições não fossem formatadas, — principalmente a EFI e o Swap.

    Resumo das operações que serão executadas ao instalar o Void

    Ao clicar em “Instalar”, para iniciar a efetiva instalação do Void Linux no computador, apresentou-se um resumo das operações que seriam executadas, — com um aviso de que as partições marcadas para “Criar novo sistema de arquivos” (Formatar) teriam seus dados destruídos. — O usuário precisa estar muito seguro do que fez, pois não há nenhuma indicação concreta se, por descuido, marcou alguma das partições para formatar.

    No meu caso, seria chato se formatasse a partição EFI (acho improvável, mas...), — ou se uma formatação alterasse o identificador UUID da partição Swap, compartilhada pelas outras 8 distros em dualboot. — Felizmente, eu tinha fotografado todos os passos, e bastou conferir as imagens.

    Fim da instalação dos pacotes básicos do sistema

    O download e instalação de apenas 126 pacotes foi muito rápido, cerca de 6 minutos (10:39 ~ 10:45).

    Geração do Grub, ao final da instalação do Void

    Mais 1 minuto foi gasto pela configuração (post-install) do Kernel e geração do Grub, — que detectou só o próprio Void, pois não conseguiu criar a pasta /var/lib/os-prober/mount. — Não fez falta, pois de qualquer modo eu iria desativar a detecção de outras distros (os-prober).

    Com todos os cuidados e demoras na parte interativa, — incluindo leitura do registro da instalação anterior (2019) e pesquisa no site oficial, pelo celular, além das fotos, — a instalação levou 43 minutos, do Login na sessão Live (10:03 UTC-0300) até o Reboot (10:46).

    Detecção do Void Linux pelo Grub do openSUSE

    Uma vez que o Void Installer gerou seu /boot/grub/grub.cfg, o Grub do openSUSE não teve dificuldade em obter os dados necessários para incluí-lo no Menu de inicialização da máquina.

    Após montar as partições do Void (Linux9, Home9) e incluí-las no Conky do openSUSE, ficou registrado que o Void ocupava apenas 954 MiB de sua partição-raiz, — e a pasta do usuário estava vazia.

    Preparação para instalar o Plasma KDE no Void Linux

    Logo após o Login no Void Linux instalado, iniciei a execução do Bash, configurei a datação do bash_history e executei um # xbps-install -Suv para me certificar de que estava tudo atualizado.

    Em seguida, instalei xorg, kde5, e habilitei dbus, sddm, NetworkManager, — mas quando tentei instalar kde5-baseapps não houve qualquer resposta:

        2  2020-07-13  11:19  # echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
        4  2020-07-13  11:20  # source ~/.bash_profile
        6  2020-07-13  11:23  # xbps-install -Suv
       13  2020-07-13  11:34  # xbps-install xorg kde5
       20  2020-07-13  12:02  # ln -s /etc/sv/dbus /var/service
       21  2020-07-13  12:02  # ln -s /etc/sv/sddm /var/service
       24  2020-07-13  12:06  # ln -s /etc/sv/NetworkManager /var/service
    
       28  2020-07-13  12:09  # xbps-query -l > ~/packages-4.txt
       30  2020-07-13  12:11  # xbps-install -S kde5-baseapps
       32  2020-07-13  12:13  # xbps-query -l > ~/packages-5.txt
    

    Um comando # xbps-query -R kde5-baseapps indicou que ele acarretaria a instalação do Dolphin, Kate, Konsole, — mas isso não tinha acontecido.

    Por sucessivos comandos # xbps-query -l, fui salvando listagens dos pacotes instalados, passo a passo, — e o arquivo packages-5.txt não apresentou nenhum acréscimo em relação ao packages-4.txt.

    Insisti mais de uma hora (12:11 ~ 13:38), tentando entender por que não funcionava, — até que resolvi instalar Dolphin, Kate, Konsole, um de cada vez, — e seguir adiante:

       37  2020-07-13  12:17  # xbps-install -S alsa-utils
       ...
       94  2020-07-13  13:37  # xbps-install kwalletmanager
       ...
       98  2020-07-13  13:38  # xbps-install dolphin
      101  2020-07-13  13:41  # xbps-install kate5
      102  2020-07-13  13:44  # xbps-install gwenview
      104  2020-07-13  13:45  # xbps-install kcalc okular krename kruler kfind
      107  2020-07-13  13:49  # xbps-install khelpcenter konsole
      111  2020-07-13  13:52  # xbps-install chromium
      113  2020-07-13  13:59  # xbps-install gimp resynthesizer
      117  2020-07-13  14:05  # xbps-install void-repo-nonfree
      118  2020-07-13  14:06  # xbps-install void-repo-multilib
      119  2020-07-13  14:06  # xbps-install void-repo-multilib-nonfree
      120  2020-07-13  14:06  # xbps-install -Suv
    -------------------- Restart --------------------
    

    Além de mais alguns pacotes do KDE, — como o gerenciador do KWallet, Gwenview, KCalc, Okular, KRename, KRuler, KFind, — aproveitei para instalar logo o Chromium, o Gimp, e habilitar os sub-repositórios nonfree + multilib.

    Com isso, estava pronto para reiniciar o computador e carregar o Void com o Plasma KDE.

    Login e início da primeira sessão Plasma KDE no Void Linux

    Das primeiras sessões Plasma KDE (14:10 ~ 15:40; e depois 15:43 ~ 15:56) ficaram poucos registros. — Na primeira, criei um arquivo polkit / udisks2 autorizando a montagem automática de partições adicionais (sem requerer senha); e instalei o widget Moon phase (Gealach). — Na segunda, executei o # sensors-detect para reconhecer o hardware e configurar o lm_sensors; e instalei o widget Weather.

      121  2020-07-13  14:31  # nano /etc/polkit-1/rules.d/90-udisks2.rules
      122  2020-07-13  14:50  # sensors-detect
    
    The content of /etc/polkit-1/rules.d/90-udisks2.rules:
    
    // Allow udisks2 to mount devices without authentication
    polkit.addRule(function(action, subject) {
    if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });
    

    Configurando teclas de atalho para o gnome-screenshot

    Essas 2 providências eram essenciais, para que o Conky pudesse rodar desde o início de cada sessão, — e o gnome-screenshot pudesse salvar automaticamente as Capturas de tela em uma partição de trabalho, comum a todas as distros instaladas.

    System settings >> Shortcuts >> Custom shortcuts >> Right-click >> New >> Global shortcut >> Command / URL
    
    PrtScn:
    gnome-screenshot -p -f /run/media/flavio/Storage/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_V.jpg
    
    Shift+PrtScn:
    gnome-screenshot -p -d 7 -f /run/media/flavio/Storage/0_PrtScn/$(date +%F_%H-%M-%S)_V.jpg
    

    Primeiras medições do uso inicial de Memória RAM

    Nesse meio-tempo, configurei o espaço de trabalho, editei o Wallpaper no Gimp, fiz ajustes no Conky, — e registrei as primeiras medidas do uso inicial de Memória RAM, — após adicionar o widget Moon phase (Gealach); e de novo após adicionar o widget Weather:

    2020-07-13  15:43             465 MiB    with Moon
    2020-07-13  16:00             485 MiB    with Moon + Weather
    ---------------------------------------------------
    $ date && uptime --pretty && uptime --since && date
    Thu 16 Jul 16:07:18 -03 2020
    up 3 days, 8 minutes
    2020-07-13 15:58:54
    Thu 16 Jul 16:07:18 -03 2020
    ---------------------------------------------------
    2020-07-16  19:43      23’’   477 MiB    |
    2020-07-16  20:16      25’’   481 MiB    |
    2020-07-16  20:32      24’’   480 MiB    |
    2020-07-16  20:49      23’’   478 MiB    | Average:  24’’  478 MiB
                           24’’   478 MiB    |
    2020-07-16  21:09      22’’   474 MiB    |
    2020-07-16  21:16      26’’   481 MiB    |
    

    Nos 3 dias seguintes, desabilitei a Pesquisa de arquivos (File Search) e mais alguns itens em Background services, no KRunner, Efeitos da área de trabalho etc., — e depois disso, o uso inicial de Memória RAM foi, em média, de 478 MiB, — o mais baixo, entre as distros instaladas nesse hardware, desde Janeiro 2020.

    Nesses 3 dias de sessão contínua, percebi apenas 2 pequenas instabilidades na interface:

    1) Eventuais irregularidades de renderização do Chromium, após abrir e fechar inúmeras abas do Youtube, durante 1 ou 2 horas, mantendo abertas outras 2 ou 3 abas do Youtube. — Bastou fechar o Chromium e abrir de novo, e o problema desapareceu. — Isso ocorreu em apenas 2 momentos, em 3 dias.

    2) Eventuais irregularidades na Barra de tarefas (Taskbar). — Ao fechar determinado aplicativo, seu espaço não desaparecia da barra, e voltava a exibi-lo, de modo intermitente, como se ele ainda estivesse rodando. — Isso também ocorreu apenas 2 vezes, nesses 3 dias.

    Bash


    Alterei o shell padrão do Root — do dash para o bash:

    # cat /etc/passwd
    root:x:0:0:root:/root:/bin/sh
    ...
    
    # usermod --shell /bin/bash root
    
    # cat /etc/passwd
    root:x:0:0:root:/root:/bin/bash
    ...
    

    Áudio


    Ativando canais no Alsa-Mixer

    Com o pacote alsa-utils (instalado logo no início), executei o comando $ alsamixer [Arch Wiki], experimentei ativar alguns canais de áudio, (M: mute / unmute) e regulei o volume de cada um, até me certificar de que o que eu precisava, no momento, era colocar o Master (1º) e o Front (4º) em 100%.

    Claro, ainda faltava habilitar o serviço:

         # ln -s /etc/sv/alsa /var/service/
    

    A partir daí, pude regular os volumes relativos do VLC e do Chromium / Youtube, nos controles de cada um deles, — e o volume geral na caixa de som.

    As teclas de Volume ainda não funcionam, e os recursos do KDE permanecem “vazios”, — configurações, controles, sons de notificação, — mas não fizeram muita falta, até agora.

    Espelho (Mirror)


    Baixa velocidade de download, mesmo após trocar de espelho

    O download de grandes pacotes estava muito lento, mas infelizmente não encontrei um espelho no Brasil.

    Experimentei substituir o repositório principal (da Alemanha) por outro nos Estados Unidos, — o de Kansas City, para começar:

    # ls /etc/xbps.d
    # cp /usr/share/xbps.d/*-repository-*.conf /etc/xbps.d/
    # sed -i 's|https://alpha.de.repo.voidlinux.org|https://alpha.us.repo.voidlinux.org/|g' /etc/xbps.d/*-repository-*.conf
    

    Primeiro, verifiquei que a pasta /etc/xbps.d estava vazia. — Copiei para ela as configurações da pasta /usr/share/xbps.d — e nelas substituí um endereço pelo outro.

    A velocidade de download não melhorou, naquele momento, — mas o problema poderia estar na minha conexão, que tem oscilado muito, ultimamente. — Resolvi monitorar a velocidade nos dias seguintes, antes de experimentar outros repositórios.

    Melhor velocidade de download das atualizações

    No dia 18 (Sábado), nova atualização apresentou download à média de 101 MB / 6 segundos = 16,8 MB/s (134.4 Mbps), — o que é bastante razoável, para uma conexão de 200 Mbps e um repositório situado em outro continente.

    Infelizmente, as velocidades indicadas pelo xbps no Terminal são um tanto fantasiosas, — por exemplo, até 930 MB/s, em pequenos pacotes de assinatura, no dia 13, enquanto o Conky indicava 130 a 230 KiB/s.

    Grub


    Edição do /etc/default/grub no editor interno do Midnight-Commander (mcedit)

    A instalação de um novo Kernel, com as atualizações do dia 16, mostrou que agora o Grub era capaz de detectar as outras distros.

    Abri o arquivo /etc/default/grub no editor interno do Midnight-Commander (mcedit) e colei com CTRL+Shift+V uma linha para desabilitar os-prober.

    Em seguida, voltei a atualizar o Grub:

    # date && grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg && date
    Thu 16 Jul 15:49:06 -03 2020
    Generating grub configuration file ...
    Found linux image: /boot/vmlinuz-5.7.9_1
    Found initrd image: /boot/initramfs-5.7.9_1.img
    Found linux image: /boot/vmlinuz-5.4.51_1
    Found initrd image: /boot/initramfs-5.4.51_1.img
    Found openSUSE Tumbleweed on /dev/sda2
    Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
    Found Debian GNU/Linux bullseye/sid on /dev/sda4
    Found Fedora 32 (KDE Plasma) on /dev/sda5
    Found KDE neon User Edition 5.19 (18.04) on /dev/sda6
    Found PCLinuxOS on /dev/sda7
    Found Mageia 8 (8) on /dev/sda8
    Found Linux Mint 20 Ulyana (20) on /dev/sda9
    done
    Thu 16 Jul 15:49:41 -03 2020
    
    # cat /etc/default/grub
    ...
    GRUB_DISABLE_OS_PROBER=true
    
    # date && grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg && date
    Thu 16 Jul 15:53:56 -03 2020
    Generating grub configuration file ...
    Found linux image: /boot/vmlinuz-5.7.9_1
    Found initrd image: /boot/initramfs-5.7.9_1.img
    Found linux image: /boot/vmlinuz-5.4.51_1
    Found initrd image: /boot/initramfs-5.4.51_1.img
    done
    Thu 16 Jul 15:54:01 -03 2020
    

    Comandos pós-KDE


    Aplicativo corona-cli, instalado pelo npm

    # history
    
      126  2020-07-13  16:23  # date && xbps-install -Suv && date
      128  2020-07-13  16:49  # xbps-install kwrite
      131  2020-07-13  16:58  # usermod --shell /bin/bash root
      135  2020-07-13  19:11  # date && xbps-install -Suv && date
      136  2020-07-13  19:11  # xbps-install vlc
      ...
      145  2020-07-13  19:27  # ln -s /etc/sv/alsa /var/service/
      ...
      158  2020-07-13  20:44  # xbps-query -R nodejs
      159  2020-07-13  20:44  # xbps-install nodejs
      160  2020-07-13  20:48  # npm i -g corona-cli
      161  2020-07-13  20:54  # xbps-install -S kimageformats
      162  2020-07-13  20:55  # xbps-install -S kdegraphics-thumbnailers kdegraphics-mobipocket
      163  2020-07-13  21:00  # xbps-install -S ffmpegthumbs
      164  2020-07-13  21:01  # xbps-install -S marble5
      166  2020-07-13  21:20  # cp /usr/share/xbps.d/*-repository-*.conf /etc/xbps.d/
      167  2020-07-13  21:22  # sed -i 's|https://alpha.de.repo.voidlinux.org|https://alpha.us.repo.voidlinux.org/|g' /etc/xbps.d/*-repository-*.conf
      168  2020-07-13  21:23  # xbps-install -Suv
      170  2020-07-13  21:24  # xbps-install -S ImageMagick
      171  2020-07-13  21:25  # xbps-install -S libreoffice
      172  2020-07-13  21:53  # xbps-install -S kamera
      173  2020-07-13  21:54  # xbps-install -S android-file-transfer-linux
      174  2020-07-13  22:09  # xbps-install -S ktorrent
      176  2020-07-14  11:22  # date & xbps-install -S inxi
      191  2020-07-15  22:19  # date && xbps-install -S youtube-dl && date
      192  2020-07-15  22:58  # date && xbps-install -S ffmpeg && date
      ...
      210  2020-07-16  15:49  # date && grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg && date
      211  2020-07-16  15:51  # mc
      213  2020-07-16  15:53  # date && grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg && date
    

    \\\\

    Observações


    Situação das distros instaladas, em 16 Julho 2020

    O Quadro (acima) não é uma comparação técnica das distros. — É apenas um registro daquilo que eu já consegui obter (e do que ainda falta fazer), alterando-as o mínimo possível, para não descaracterizá-las. — Em todas elas, desativei a verificação automática de atualizações, bem como o KDE-PIM (Personal Information Management) e a Pesquisa de arquivos (File search), entre outros serviços do KDE.

    No openSUSE, mantive os serviços de manutenção do Snapper + BtrFS. — No Mageia, mantive os serviços do MSEC (Mandriva security) e apenas desabilitei a verificação periódica. — No PCLinuxOS, o uso inicial de Memória RAM aumentou sensivelmente depois que adotei o UXA, em uma tentativa (frustrada) de conseguir rodar o GoogleEarth. — No Linux Mint, ainda não eliminei heranças do Xfce, que podem estar ocupando Memória RAM.

    RAM usage at startup               Boot time
    
    479 MiB   Void Linux               0’18’’   Debian testing
    512 MiB   KDE Neon (Bionic)        0’18’’   Mint 20 beta (+KDE)
    523 MiB   Arch Linux               0’20’’   KDE Neon (Bionic)
    595 MiB   Debian testing           0’22’’   PCLinuxOS
    606 MiB   Mageia 7                 0’24’’   Void Linux
    607 MiB   Fedora 32                0’25’’   Arch Linux
    628 MiB   openSUSE Tumbleweed      0’29’’   Mageia 7
    628 MiB   Mint 20 beta (+KDE)      0’34’’   Fedora 32
    660 MiB*  PCLinuxOS                0’34’’   openSUSE Tumbleweed
    
    Average values for July, 1 to 16
    

    No dia-a-dia, não faz diferença se o Boot demora alguns segundos a mais ou a menos, — e com 16 GB de Memória RAM tampouco faz diferença, se uma distro usa 180 MiB a mais ou a menos, ao ligar o computador. — Mesmo no meu antigo hardware, com apenas 4 GB RAM, nenhuma dessas distros (com KDE) apresentou problemas, mesmo após 3 ou 4 dias de uso intensivo, sem desligar, desde que eu não mantivesse muitas abas abertas no navegador.

    Feitas essas ressalvas, — e lembrando que não jogo, não edito vídeos, não faço compilações, e me atenho aos repositórios oficiais (ou quase oficiais), — não tenho tido problemas com as distros rolling-release, nem com Kernels muito novos (mesmo no antigo hardware, de 2009, que usei até o início de 2020), nem com o KDE mais novo.

    Wallpaper


    Ajuste de Níveis do Wallpaper no Gimp, para tornar o Conky legível

    Forte da Barra PB” (08:10, 20 August 2011), by DlauriniJr. — Category: Forte de Santo Antônio da Barra (Salvador, BA), no Wikimedia Commons.

    Esta imagem foi drasticamente “ajustada” no Gimp, — para escurecer as áreas muito claras das nuvens e da espuma / névoa das ondas do mar, de modo a deixar legíveis as informações do Conky, — sem escurecer demais as muralhas do Forte.

    Ponta do Forte / Farol da Barra, Salvador, Bahia

    «O Farol da Barra, ou Farol de Santo Antônio, localiza-se na antiga ponta do Padrão, atual Ponta de Santo Antônio, em Salvador, no litoral do estado da Bahia, no Brasil. O farol primitivo foi o segundo existente em todo o continente americano, antecedido somente pelo farol do antigo Palácio de Friburgo no Recife» (Wikipedia).

    _____________________
    • Inicialmente publicado em 2020-07-14 00:28
    • Desenvolvido em sessão contínua do Void KDE até...

    — … ≠ • ≠ … —

    PC desktop UEFI / GPT



    Não-debians