terça-feira, 27 de abril de 2021

Manjaro - instalação e configuração

Manjaro KDE instalado e configurado

• Resolvi fazer essa instalação do Manjaro — expressamente para “brincar” um pouco com o Pamac, AUR e Flatpak — motivado pelo tutorial “Instalei o Manjaro. E agora?”, do Rodrigo_Chile (ChileDJ), no blog Manjariando.

Índice

  • Instalação
  • Grub
  • Pós-instalação
  • Tutorial
    • 1º Passo - Atualização inicial
    • 2º Passo - Instalar pacotes de Idiomas e Kernels
    • 3º Passo - Alterar o Grub para ser exibido
    • 4º Passo - Configurar o Pamac (7 abas)
    • Bônus - Repositório “Manjariando”
  • Experiências anteriores (2017 e 2018)

Instalação

Opções de boot do Live Manjaro

Baixei a imagem ISO manjaro-kde-21.0.2-210419-linux510 pelo KTorrent, fiz a verificação pelo sha1sum e “queimei” pelo K3b em DVD, para guardar.

No Menu de Boot da sessão Live, escolhi o fuso horário do centro-sul do Brasil (BRT), Teclado ABNT2 e idioma Inglês britânico (en_GB).

Tentativa de desabilitar os_prober

Tentei desabilitar os_prober em /etc/default/grub, logo no início da sessão Live — mas não fez efeito durante a instalação.

Monitoramento do processo de instalação do Manjaro

Desde o momento em que iniciei o Instalador, um processo grub-mount ocupou 100% de um núcleo da CPU — e assim prosseguiu mesmo depois que fechei o Instalador, no final de tudo.

Com isso, durante os 10 minutos da instalação efetiva (Slideshow) houve sempre pelo menos 1 núcleo com temperatura acima de 70ºC — o que já me causou dificuldades em 2018, quando eu tinha um processador de apenas 2 núcleos. — Mas isso não é exclusividade do Manjaro.

  • Ver “Experiências anteriores (2017 e 2018)”, no final

Definições de localização do Manjaro

O primeiro passo da instalação é definir o Fuso horário, o Idioma e os Formatos regionais de números e datas. — O Instalador ignora as opções da sessão Live e retoma os padrões de Nova Iorque / Estados Unidos. — Ao mudar o Fuso horário para BRT, os Formatos de números e datas se alteram automaticamente, mas isso pode ser alterado à parte.

Opções de particionamento ao instalar o Manjaro

Na definição das partições, são oferecidas 4 opções — instalar “ao lado” de outro sistema, substituir uma partição, apagar o disco inteiro, ou fazer manualmente o particionamento. — Todas essas opções vêm desmarcadas, o que impede de avançar sem prestar atenção.

Escolhi “particionamento manual” — porque estou acostumado a essa opção. — Eu só precisava escolher 2 partições, “Editar” cada uma delas para criar os respectivos pontos de montagem, e formatar a partição-raiz:

├─sda11   30 G  Linux10    (Format)
├─sdb11   13 G   Home10    (Keep)

Ao concluir, fui advertido de que a partição EFI não estava escolhida. — Prossegui assim mesmo, pois meu “Menu de inicialização” é controlado pelo Grub do openSUSE Tumbleweed.

Dessa vez, o Instalador não adicionou automaticamente a partição Swap existente. — Mais tarde, copiei a linha do Swap do /etc/fstab de outra distro (Arch) — e montei com # swapon --all.

Na etapa “Usuários”, defini o nome do sistema (Linux10), habilitei o Login automático, e senha separada para o superusuário (root).

Atividade de CPU com grub-mount, mesmo após o fim da instalação

Após conferir o Resumo das configurações, cliquei para iniciar a instalação efetiva no hardware, que se realizou em 10 minutos — das 18:53 às 19:03 — sempre com pelo menos um processo grub-mount / os-prober consumindo quase 100% de um núcleo de CPU e mantendo sua temperatura acima de 70ºC.

Grub

Atualização do Grub do openSUSE

Ao reiniciar o computador, carreguei o openSUSE Tumbleweed — cujo Grub controla meu “Menu de inicialização” — e que em 1 minuto detectou todas as outras distros instaladas em dualboot.

É o único Grub que gera entradas capazes de carregar o Arch Linux e o Manjaro. — O Grub do Arch ou do Manjaro também consegue, claro — mas não costumava detectar ou gerar entradas corretas para carregar o openSUSE (e nunca mais verifiquei se já consegue).

Correção manual da entrada do Arch no Grub do Mageia (2020)

Como “reserva”, em caso de emergência, o Grub do Mageia também consegue gerar entradas corretas para carregar o openSUSE — mas suas entradas do Arch e do Manjaro precisam ser corrigidas manualmente, para adicionar o caminho (PATH) para o initramfs.

Por isso, em 2017 eliminei o Manjaro após instalar o Arch, de modo que bastasse 1 busca-e-troca global automática (Replace All), que o editor interno do Midnight-Commander (mcedit) “lembra”, sem exigir nova digitação a cada vez. — Agora, com Arch e Manjaro, serão 2 substituições diferentes, a serem decididas caso-a-caso, no olho. — Felizmente, há muito tempo não tenho emergências que me exijam recorrer ao Grub do Mageia.

Pós-instalação

Plasma pré-configurado por herança da /home

Com a preservação da /home que tinha sido do Slackware by AlienBOB, o Manjaro já abriu com papel de parede, Painel personalizado (faltando o lançador do Chromium), teclas de atalho do KDE Spectacle, cores noturnas, histórico do bash (com datação), montagem automática de partições adicionais, sessão do Kate com abertura automática de vários arquivos, preferências do VLC, e até os widgets de clima (Weather) e de fases da lua (Gealach).

Entre 20:00 e 23:00, atualizei os 2 pacotes indicados pela notificação, instalei alguns pacotes mais urgentes — gnome-screenshot, Conky, LibreOffice, KWrite, pcurses, hddtemp, qt5-xmlpatterns (para o widget Weather), neofetch, Calligra, Marble, Gimp, KRename, KRuler, KDiff3, xsane, speedtest-cli, youtube-dl, npm, corona-cli etc. — e executei # sensors-detect para o Conky encontrar as Temperaturas dos núcleos da CPU.

Repassei as configurações no KDE System Settings, onde encontrei algumas opções que tinham voltado ao padrão e tive de refazer. — Aproveitei para trocar o Tema Breeze pelo Breeze-Dark.

Instalei algumas fontes a partir de arquivos TTF locais e executei $ fc-cache -fv para reconhecê-las (não ficou no bash_history: 21:25).

Copiei para o /etc/fstab a linha de Swap do Arch e executei # swapon --all para ativá-lo.

Substituí o ícone do Slackware pelo do Manjaro no Menu.

Configuração básica do ambiente Plasma no Manjaro

Baixei do celular as fotos da instalação, pelo KDE Connect, e renomeei pelo KRename, no mesmo padrão “yyyy-MM-dd_HH-mm-ss” dos nomes das capturas de tela e da datação dos comandos no histórico do bash — o que facilita recuperar a cronologia:

                      $    1    echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
2020-09-26   14:58    $    2    history
2021-02-28   12:53    $    4    echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
...
2021-04-26   19:47    PrtScn    Manjaro Spectacle
2021-04-26   20:04    #    5    cat /var/log/pacman.log
2021-04-26   20:17    #    6    pacman-mirrors --country Brazil
2021-04-26   20:18    $    5    cat /etc/pacman.d/mirrorlist > mirrorlist_000.txt
2021-04-26   20:19    #    7    nano cat /etc/pacman.d/mirrorlist
2021-04-26   20:36    #   10    pacman -Syyu
2021-04-26   20:40    #   11    pacman -S kwrite
2021-04-26   20:40    #   12    pacman -S gnome-screenshot
2021-04-26   20:40    #   13    pacman -S conky
2021-04-26   20:42    #   15    pacman -S pcurses
2021-04-26   20:47    PrtScn    PrtScn-gnome-screenshot
2021-04-26   20:48    PrtScn    Shift-PrtScn-gnome-screenshot
2021-04-26   20:53    PrtScn    Conky-conf
2021-04-26   20:55    #   16    pacman -S hddtemp
2021-04-26   20:57    #   17    watch sensors
2021-04-26   20:57    #   18    sensors-detect
2021-04-26   21:15    PrtScn    Gealach settings
2021-04-26   21:17    PrtScn    Weather widget
2021-04-26   21:21    #   19    pacman -S qt5-xmlpatterns
2021-04-26   21:23    PrtScn    Fonts (+ $ fc-cache -fv)
2021-04-26   21:27    #   20    pacman -S neofetch
2021-04-26   21:28    PrtScn    hwmon
2021-04-26   21:34    PrtScn    Restart
2021-04-26   21:36    PrtScn    startup AutoLogin Conky
2021-04-26   21:37    PrtScn    Dolphin Previews
2021-04-26   21:43    #   21    pacman -S calligra
2021-04-26   21:46    #   22    pacman -S libreoffice
2021-04-26   21:54    PrtScn    /etc/fstab
2021-04-26   21:58    #   23    pacman -S marble
2021-04-26   21:59    #   24    swapon --all
2021-04-26   22:00    PrtScn    Dolphin Previews config
2021-04-26   22:04    PrtScn    Menu-icon
2021-04-26   22:08    PrtScn    kdeConnect - download Android photos
2021-04-26   22:11    #   26    pacman -S krename
2021-04-26   22:13    PrtScn    Dolphin open-folder-with - KRename, Filelight
2021-04-26   22:15    PrtScn    KSysguard - none PIM, Baloo, Akonadi
2021-04-26   22:15    PrtScn    KSysguard set 1’’ interval
2021-04-26   22:21    #   28    pacman -S speedtest-cli
2021-04-26   22:21    #   29    pacman -S youtube-dl
2021-04-26   22:24    #   30    pacman -S gimp
2021-04-26   22:27    #   32    pacman -S npm
2021-04-26   22:27    #   33    npm i -g corona-cli
2021-04-26   22:32    #   34    pacman -S kruler
2021-04-26   22:33    #   35    pacman -S kdesdk-thumbnailers
2021-04-26   22:34    #   36    pacman -S kdiff3
2021-04-26   22:35    #   37    pacman -S xsane
2021-04-26   22:50    PrtScn    KRename
2021-04-26   23:00    #   39    ip address show

Tutorial

Configuração do Manjaro, até abrir o Pamac

Depois de 3 anos usando o Arch, o Tutorial do RodrigoDJ me deu uma visão do Manjaro, muito clara e bem estruturada em torno do Pamac, que eu não tive nas 2 experiências anteriores (2017, 2018) — quando o Manjaro ainda vinha com o Octopi, e não com o Pamac:

  • 1º Passo - Atualização inicial
    • Escolha dos mirrors
    • Alternativa: Pamac-CLI
  • 2º Passo - Instalar pacotes de Idiomas e Kernels
    • Instalar mais 2 Kernels
  • 3º Passo - Alterar o Grub para ser exibido
  • 4º Passo - Configurar o Pamac (7 abas)
    • Número de downloads simultâneos
    • Frequência da verificação
    • Habilitar downgrade
    • Espelhos - já resolvido antes, por comando
    • Habilitar AUR
      • Verificar atualizações
      • Limpar espaço de compilações anteriores
    • Habilitar Snap
    • Habilitar Flatpak
      • Verificar atualizações
    • Cache do Pacman (não mexer agora)
      • Número de versões de pacotes a manter (3), para permitir downgrade
    • Remoção de pacotes órfãos — Disable "Software Mode"
  • Bônus - Repositório “Manjariando”

Nessa estruturação, concisa e clara, percebi a possibilidade de adaptar cada opção a qualquer outro “projeto”, personalizado, sem necessidade de me ater ao que é proposto. — Por exemplo, eu poderia habilitar apenas o AUR, de início, para testar e aprender mais — sem colocar em risco minha instalação do Arch Linux.

O que se segue, portanto, é apenas minha adaptação, numa fase inicial.

1º Passo - Atualização inicial

Edição do /etc/pacman.d/mirrorlist pelo nano

Embora focado no Pamac-GUI, o Tutorial começa por um comando simples do pacman — que pode ser executado em poucos segundos, antes de cada atualização — para escolher sempre os 5 espelhos com melhor resposta no momento, de modo a fazer o download das atualizações com a maior velocidade possível.

$ sudo pacman-mirrors -f5

Pessoalmente, prefiro outro caminho — escolher apenas os espelhos do Brasil, e em seguida editar o /etc/pacman.d/mirrorlist pelo nano para colocar no topo da lista o espelho que há vários anos tem se mostrado menos sujeito a falhas, em quase todas as minhas distros. — Faço isso só 1 vez, e nunca mais preciso me preocupar.

Mas só posso falar pela velocidade no “tronco” Brasília-SP-Curitiba — pois é possível que, para outros locais, outros espelhos apresentem melhor resposta:

# pacman-mirrors --country Brazil

::INFO Downloading mirrors from Manjaro
::INFO => Mirror pool: https://repo.manjaro.org/mirrors.json
::INFO => Mirror status: http://repo.manjaro.org/status.json
::INFO User generated mirror list
::------------------------------------------------------------
::INFO Custom mirror file saved: /var/lib/pacman-mirrors/custom-mirrors.json
::INFO Using default mirror file
::INFO Querying mirrors - This may take some time
  1.215 Brazil         : https://manjaro.c3sl.ufpr.br/
  1.306 Brazil         : http://linorg.usp.br/manjaro/
  0.552 Brazil         : https://www.caco.ic.unicamp.br/manjaro/
::INFO Writing mirror list
::Brazil          : https://www.caco.ic.unicamp.br/manjaro/stable
::Brazil          : https://manjaro.c3sl.ufpr.br/stable
::Brazil          : http://linorg.usp.br/manjaro/stable
::INFO Mirror list generated and saved to: /etc/pacman.d/mirrorlist
Atualização inicial do Manjaro, pelo pacman

Após descrever o uso do Pamac-GUI para atualizar o sistema, o Tutorial indica 2 alternativas de atualização por comandos CLI — o pacman, apenas para os repositórios oficiais — e o pamac, para todos os repositórios que estiverem habilitados no momento:

Official repositories:
$ sudo pacman -Syyuu

Official + AUR + ... :
$ pamac update --force-refresh

Nesse primeiro momento, me limitei ao pacman, que eu já estava acostumado a usar há 4 anos.

2º Passo - Instalar pacotes de Idiomas e Kernels

Controle das verificações e notificações de pacotes no Manjaro

Este passo tinha pouco interesse para mim — mas é um dos pontos altos que tornam o Manjaro particularmente amigável para um novo usuário.

Atualmente, não vejo motivo para mudar o Kernel padrão de cada distro (o 5.10 é LTS, com suporte até Dezembro 2026) — e a sugestão de instalar 3 Kernels diferentes (cada um com 2 ou 3 revisões) me parece um exagero, a menos que se tenha algum motivo muito especial, de hardware ou de tarefas fora do comum.

Como não jogo, não faço edição de vídeos pesados etc., há muitos anos planejo meu hardware de modo a reduzir dificuldades no Linux. — Por exemplo, no meu antigo PC, de 2009 a 2020:

      Mobo: P5KPL-AM-CKD-VISUM-SI, BIOS 0305 11/24/2008 - ASUSTeK
      iGPU: Intel Corporation 82G33/G31 Express Integrated Graphics Controller (rev 10)
Processors: 2 × Intel® Core™2 Duo CPU E7300 @ 2.66GHz
    Memory: 3,8 GiB of RAM 

— e agora, desde 2020:

      Mobo: TUF B360M-PLUS GAMING/BR, BIOS 2401 03/22/2019 - ASUSTeK
      iGPU: Intel Corporation UHD Graphics 630 (Desktop)
Processors: 6 × Intel® Core™ i5-9400 CPU @ 2.90GHz
    Memory: 15.5 GiB of RAM

Pacotes de Idioma também não são uma necessidade urgente ou inquestionável. — Só porque configurei Idioma Inglês britânico + Teclado e Fuso horário do Brasil, o sistema “imagina” que eu queira instalar todos os pacotes de Ajuda, Hifenização, Verificação ortográfica desses 2 Idiomas (e também do Inglês norte-americano, que persistiu, como um padrão) — além das Traduções do Qt5, Firefox, Thunderbird (que não uso), LibreOffice e Manuais do Linux em 3 Idiomas!

Quero decidir com calma, porque isso representaria, no mínimo, mais downloads, a cada atualização.

Enfim, não compartilho a ansiedade de verificar atualizações a todo momento. — Minhas distros funcionam bem, com uma atualização semanal (bem documentada) — ou quando vou instalar novos pacotes, claro.

Para começar, neste 2º Passo me limitei a desabilitar a verificação de atualizações no Pamac-GUI (ícone em forma de Escudo) — e desabilitar a verificação de Kernels e pacotes de Idioma nas notificações no Manjaro Settings Manager (ícone retangular do Manjaro). — Esses 2 notificadores estão configurados (no System Tray) para exibição apenas quando houver motivo.

Uma vez desabilitados, não aparecem mais.

Itens comuns ao Manjaro Settings e ao System Settings

Porém, vale notar que o Manjaro Settings Manager reúne alguns recursos já tradicionais do KDE System Settings — com algumas modificações interessantes — e acrescenta outros, como o gerenciamento de Kernels e o gerenciamento de drivers no item “Hardware Configuration”.

Seus 7 itens aparecem no KDE System Settings, agrupados na seção “Manjaro” — mas quase todos também podem ser encontrados em suas seções tradicionais — Keyboard, em “Input Devices”; Languate Packs, Locale, Time & Date, em “Regional Settings”; e User Accounts, em “Users”, como nas demais distros.

O uso de ícones diferentes para os mesmos itens, em um e outro lugar, pode causar alguma confusão, e impedir que se perceba isso à primeira vista.

São 7 itens básicos para o iniciante, reunidos de modo simples e claro — e dotados de “capacidade de ação”, para detectar e avisar sobre coisas elementares, que o iniciante pode querer, mas ainda não sabe. — Apenas, não é o meu caso.

3º Passo - Alterar o Grub para ser exibido

Este passo altera a configuração original do Grub no Manjaro — “GRUB_TIMEOUT=0” e “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden” — que leva o boot a carregá-lo automaticamente, sem passar pela exibição do Menu de inicialização — e o iniciante precisaria adivinhar que deve apertar determinada tecla, durante o boot, para ter acesso a outros Kernels, nas Opções Avançadas.

Esconder o Menu de inicialização é um padrão curioso — ótimo, talvez, para quem tem no Manjaro seu único sistema, e só deseja carregá-lo automaticamente, ao ligar o computador.

Na minha instalação, de fato encontro “GRUB_TIMEOUT_STYLE=hidden” — embora com “GRUB_TIMEOUT=5”.

Como não instalei a “chamada” do Manjaro na partição EFI, não tenho como testar seu Grub, e por isso, não sei se essa combinação também esconde o Menu de inicialização. Fica o registro.

4º Passo - Configurar o Pamac (7 abas)

Preferências do Pamac quanto ao repositório AUR

A exposição clara e bem ilustrada das funções do Pamac foi para mim uma revelação — pois nas 2 experiências anteriores conheci apenas o Octopi, que era o padrão anterior. — Além disso, naquelas épocas não pude contar com um Tutorial tão bem estruturado e esclarecedor.

As funcionalidades encontradas nas 7 abas nas “Preferências” do Pamac definem algumas das principais facilidades do Manjaro em relação ao Arch Linux, para um novo usuário.

Na primeira aba, a sugestão de reduzir o máximo de 4 downloads simultâneos (padrão) para apenas 1 de cada vez pode ser muito útil para quem tem uma conexão fraca, mas não é o meu caso, então, não mexi nisso.

Imagino que isso não afete o pacman, cujo padrão me parece ser de baixar 1 pacote de cada vez. — Por coincidência, justo nesses dias, foi introduzida no pacman a opção de downloads simultâneos — que ainda não testei.

A sugestão de aumentar a frequência de verificação de atualizações, de “a cada 6 horas” (padrão) para “a cada 1 hora”, vai contra a prática que adotei há alguns anos. Simplesmente desabilitei essas verificações. — Verifico as atualizações manualmente, por comandos, uma vez por semana, em geral aos Domingos (e antes de instalar novos pacotes, também, claro).

Na segunda aba, já estava ativada a opção de verificar se há espaço livre em disco, ao instalar ou atualizar pacotes, — mas encontrei desativadas as opções de remover dependências desnecessárias, de habilitar downgrade, e de ignorar atualizações de pacotes (a serem definidos pelo usuário). — Não alterei nada, a princípio.

Na terceira aba, onde se podem escolher os espelhos dos repositórios oficiais, o Pamac exibiu “Use mirrors fom: Brazil”, pois eu já havia feito essa alteração pelo comando # pacman-mirrors --country Brazil.

Nas abas seguintes (AUR, Snap, Flatpak), pude obter uma visão clara das opções envolvidas no uso de cada um desses tipos de pacotes. — Essas opções podem parecer óbvias a quem já se familiarizou com o uso deles, mas não para mim, que tenho lido bastante, mas ainda evito usá-los.

De qualquer modo, no momento, não alterei mais nada nessas abas. Apenas “reservei” esse conhecimento para a ocasião oportuna. — De fato, só 15 a 20 dias mais tarde, habilitei o AUR e a verificação de atualizações de pacotes do AUR no /etc/pamac.conf — onde as verificações automáticas já estavam desabilitadas na linha “RefreshPeriod = 0”:

### Pamac configuration file

## When removing a package, also remove those dependencies
## that are not required by other packages (recurse option):
#RemoveUnrequiredDeps

## How often to check for updates, value in hours (0 to disable):
RefreshPeriod = 0

## When no update is available, hide the tray icon:
#NoUpdateHideIcon

## When applying updates, enable packages downgrade:
#EnableDowngrade

## When installing packages, do not check for updates:
#SimpleInstall

## Allow Pamac to search and install packages from AUR:
EnableAUR

## Keep built packages from AUR in cache after installation:
#KeepBuiltPkgs

## When AUR support is enabled check for updates from AUR:
CheckAURUpdates

## When check updates from AUR support is enabled check for vcs updates:
#CheckAURVCSUpdates

## AUR build directory:
BuildDirectory = /var/tmp

## Number of versions of each package to keep when cleaning the packages cache:
KeepNumPackages = 3

## Remove only the versions of uninstalled packages when cleaning the packages cache:
#OnlyRmUninstalled

## Download updates in background:
#DownloadUpdates

## Maximum Parallel Downloads:
MaxParallelDownloads = 4

#CheckFlatpakUpdates

#EnableSnap

#EnableFlatpak

Enfim, na sétima aba, me chocou a configuração-padrão do Pamac de manter 3 versões de cada pacote, para o caso de precisar fazer downgrade. — Na verdade, parece ser um padrão do Arch / pacman (embora eu ainda não tenha encontrado em qual arquivo de configuração está). Há várias dicas minuciosas aqui e aqui. — Acabei com a impressão (a confirmar) de que esse recurso do pamac talvez seja um facilitador para limpeza regular automática.

Na minha experiência, nenhuma dessas alternativas apresenta tanto resultado quanto o velho e bom # pacman -Sc, que num piscar de olhos esvazia 1 GiB (ou mais, dependendo dos pacotes acumulados), deixando apenas a versão instalada de cada pacote. — A verdade é que, em 4 anos, nunca senti necessidade de fazer downgrade de pacotes — a menos que o próprio pacman tenha cuidado disso, sem que eu prestasse muita atenção.

Portanto, vou usando tudo isso como um guia, — mas tentando identificar onde está cada opção, nos arquivos de configuração e nos parâmetros dos comandos. — Em suma, tento distinguir o que é do Arch e do pacman, e o que é do pamac e do Manjaro.

# date; pacman -Syyu; date
Mon 31 May 15:39:16 -03 2021
:: Synchronising package databases...
 core                                                 165.3 KiB  1462 KiB/s 00:00
 extra                                               1913.2 KiB  7.30 MiB/s 00:00
 community                                              6.5 MiB  17.2 MiB/s 00:00
 multilib                                             178.1 KiB  1619 KiB/s 00:00
:: Starting full system upgrade...
 there is nothing to do
Mon 31 May 15:39:19 -03 2021

$ date; pamac update --force-refresh; date
Mon 31 May 15:53:25 -03 2021
Preparing...
Synchronizing package databases...
Refreshing core.db...
Refreshing extra.db...
Refreshing community.db...
Refreshing multilib.db...
Refreshing core.files...
Refreshing extra.files...
Refreshing community.files...
Refreshing multilib.files...
Nothing to do.
Transaction successfully finished.
Mon 31 May 15:53:45 -03 2021

Para isso, procuro sempre atualizar, primeiro, tudo que é coberto pelo pacman -Syyu, e só depois, o pamac update. — É um pouco mais trabalhoso, mas nada que o aprendizado não pague com juros. — Fazer isso 1 vez por semana é até uma brincadeira agradável.

O resultado desse caminho pessoal pode ser resumido de um modo bem simples:

  2021-05-18   09:45   # pacman -Syyu
  2021-05-18   09:50   $ pamac update --force-refresh

  2021-05-23   11:51   # pacman -Syyu
  2021-05-23   11:58   $ pamac update --force-refresh

  2021-05-26   19:06   # pacman -Syyu
  2021-05-26   19:06   $ pamac update --force-refresh

  2021-05-31   15:26   # pacman -Syyu
  2021-05-31   15:26   # pamac update --force-refresh

  2021-05-31   15:51   # pamac update --force-refresh
  2021-05-31   15:53   $ pamac update --force-refresh

  2021-06-02   10:36   # pacman -Syyu
  2021-06-02   10:37   $ pamac update --force-refresh

  2021-06-05   12:41   # pacman -Syyu
  2021-06-05   12:43   $ pamac update --force-refresh

  2021-06-06   08:51   # pacman -Syyu
  2021-06-06   08:51   $ pamac update --force-refresh

  2021-06-13   10:24   # pacman -Syyu
  2021-06-13   10:30   $ pamac update --force-refresh

Ainda estou me acostumando a sempre sair do su, para usar o pamac — pois no início me descuidei muitas vezes:

# history | grep 'pacman -S \|pamac install'
...
   45  2021-04-27   11:43    pacman -S foliate
   76  2021-04-30   09:26    pacman -S python-html2text
   77  2021-04-30   09:46    pacman -S --needed base-devel
   87  2021-04-30   12:08    pacman -S mc
  166  2021-05-10   10:23    pamac install aha
  174  2021-05-10   12:52    pamac install google-earth-pro
  175  2021-05-12   05:12    pacman -S smplayer
  205  2021-05-13   18:46    pamac install google-chrome
  213  2021-05-16   19:21    pacman -S gparted

Após esse aprendizado, instalei o pamac no Arch, — ativei o AUR e suas atualizações — e descobri que ele também detecta e atualiza os pacotes do AUR que eu tinha instalado manualmente.

Bônus - Repositório “Manjariando”

xxx

Experiências anteriores (2017-2018)

Manjaro KDE 16.10.3 stable, instalado e atualizado
Manjaro KDE 16.10.3 stable, em 2 Jan. 2017

Manjaro foi minha primeira distro “não-debian”, em 1º Janeiro 2017, como forma de iniciar uma aproximação ao Arch — cuja Wiki já me vinha sendo muito útil, pelas informações claras e bem estruturadas, a partir de pesquisas no Google sobre cada problema que precisei resolver (no Kubuntu, Debian, Mint, KDE Neon), nos anos anteriores.

Aquela experiência me deixou ótimas lembranças. Em poucos meses, no início de 2017, quebrei o Manjaro umas 3 ou 4 vezes, pelo menos — e todas as vezes, o conserto foi muito simples e rápido, bastando uma busca no Google pelas palavras-chave mais relevantes em cada caso.

Meu único motivo para removê-lo, é que logo depois descobri o Revenge Installer (agora chamado Zen Installer), instalei o Arch, gostei — mas meu “Menu de inicialização”, controlado pelo Mageia, exigia “edição manual” do /boot/grub/grub.cfg para conseguir carregar o Arch e o Manjaro, após cada atualização do Grub. — Usando o editor interno do Midnight Commander (mcedit) como root, era muito fácil fazer 1 correção com uma busca-e-troca global (que o editor lembra e repete num instante), mas era impraticável fazer 2 buscas-e-trocas manuais, uma para o Arch e outra para o Manjaro, a cada atualização do Grub.

Ok, o Grub do Arch ou do Manjaro podia gerar as entradas corretas para ambos — mas não para o openSUSE, mesmo depois que instalei neles alguns pacotes para lidarem com BtrFS. — Como eu ainda estava aprendendo a lidar com o Grub e com distros “não-debian”, optei por manter apenas o Arch.

Também pesou naquela decisão o fato de o Manjaro parecer uma “repetição” do Arch. — Eu queria explorar as distros mais “distantes” umas das outras — e preferi investir no “original”, que depois consegui instalar “na unha”, e continuo usando há 4 anos.

Uma segunda tentativa, em 2018, esbarrou em alguns problemas — cooler entupido de sujeira e Grub ensandecido:

xxxx

— … ≠ • ≠ … —


PC desktop UEFI / GPT

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Slackware 15 alpha1 KDE

Slackware 15 alpha1

• “Slackware 15 alpha1” é apenas um apelido informal para as versões mais recentes do Slackware 14.2 -Current — que diferem bastante do Slackware 14.2 (stable), cujas imagens ISO mantêm a data de seu lançamento (01-Jul-2016). — A documentação é clara:

Slackware -Current é o branch de desenvolvimento do Slackware que eventualmente é lançado como uma versão estável quando considerado pronto (e então dividido novamente, como o branch de desenvolvimento para a próxima versão). É semelhante em função ao ramo de teste de outras distribuições e as mesmas ressalvas se aplicam a -Current.

Desde o lançamento da última versão estável, o ramo -Current acumulou 45 “changelogs” em 2016; mais 140 em 2017; outros 238 em 2018; mais 325 em 2019; outros 320 em 2020; e 44 nos primeiros 54 dias de 2021.

No “changelog” de 15 Fev. 2021, falou-se em “Slackware 15 alpha1”, sem link para nenhuma imagem ISO. — Nenhum “lançamento” oficial. — No máximo, uma cutucada :-) nos fãs que há anos cobram uma versão estável atualizada.

No dia seguinte, Distrowatch anunciou a boa nova, com 2 links diferentes para download direto da imagem ISO “Installer” do Slackware 14.2 -Current — um na própria notícia; e outro na coluna “Latest Distributions” — a partir de espelhos no Reino Unido e na Holanda.


Índice


  • Download
  • Instalação
  • Configurações

Download


Download da imagem ISO do Slackware 15 alpha1

Na falta de um torrent (que o Distrowatch não publicou nos 7 dias seguinte), foi bom ter pelo menos 2 links para escolher — pois às vezes enfrento baixíssima velocidade em downloads da Holanda; e outras vezes, em downloads do Reino Unido:

https://slackware.uk/people/alien-current-iso/slackware64-current-iso/slackware64-current-install-dvd.iso
https://slackware.uk/people/alien-current-iso/slackware64-current-iso/MD5SUM

https://slackware.nl/slackware/slackware64-current-iso/slackware64-current-install-dvd.iso

Rastreando os links até a origem, verifiquei que, afora o “DVD Instalador”, a única outra opção era o “Mini-Instalador” — que exigiria download durante a instalação, com risco de baixa velocidade desde um espelho ou desde o outro, pois a rota entre Europa e Brasil passa pelos Estados Unidos, sujeito a fortes variações de prioridade. — Ver (CTRL+F) “Mapa global”, em Teste de velocidade.

Verifiquei a imagem ISO pela soma MD5 e queimei pelo K3b em DVD, para guardar.

Live Slackware “15 alpha1” by AlienBob

Parecia haver uma possível terceira opção — as imagens Live ISO 14.2 -Current by AlienBob, também atualizadas em 15 Fev. 2021 — mas eu não podia ter certeza, sem examinar mil informações abstrusas no changelog.

Instalei uma, rodei a outra em sessão Live, e comparei em um nível bem superficial. — A julgar só pelas informações do KInfocentre, a “única” diferença estaria na revisão do Kernel — 5.10.15 vs. 5.10.16 — mas não examinei outros milhares de pacotes, para poder afirmar qualquer coisa além disso.

 

Instalação


Teclado e Login no Instalador do Slackware

Ao iniciar o DVD “Instalador”, ele oferece a opção de carregar um Teclado “Não-US”, e em seguida deve-se logar como root (não pede senha).

Antes e depois do login, apresenta orientações para upgrade de uma instalação preexistente, ferramentas para formatar partições etc. — Pulei tudo isso, pois eu iria fazer uma nova instalação, e as partições já estavam prontas.

Menu do instador do Slackware

O menu do Instalador apresenta os passos a serem seguidos, em sequência, e por experiência anterior eu já sabia que em várias dessas etapas não existe a opção de voltar atrás, nem de voltar ao menu, que só volta a ser apresentado no final. — Por isso, tive o cuidado de começar pelo primeiro item da lista.

Na dúvida sobre eventuais efeitos na “regionalização” (locale), escolhi (de novo) “UK”, pois não uso acentuação nos consoles virtuais (tty2, tty3). — Há várias coisas no Slackware que ainda não entendo bem.

Por distração, aceitei configurar a partição Swap detectada. — Eu devia lembrar que o Instalador do Slackware formata e altera o identificador UUID da partição. — O mais recomendável era não configurar Swap pelo Instalador (desmarcar a partição detectada), pois é muito fácil configurá-lo mais tarde, manualmente.

Bastou clicar “Ok”, e o antigo UUID foi perdido, no mesmo instante.

Por causa disso, depois tive de corrigir o /etc/fstab e o /etc/default/grub das outras distros, com o novo identificador UUID.

Note que “Add Swap” é um passo separado de “Target”, — para escolha das demais partições, — que vem a seguir.

Partição-raiz e /home no Instalador do Slackware

Para configurar a partição-raiz, basta selecioná-la. — Para configurar outras partições, é necessário indicar manualmente o ponto de montagem de cada uma. — Nos dois casos, optei por não formatar, pois já estavam formatadas (e vazias).

Após cada escolha, nessa etapa, o Instalador oferece a possibilidade de configurar outra partição — e mostra um quadro das partições (só até sda12, sdb12), onde se podem conferir as escolhas já feitas (e alterar, ou fazer outras). — Clicar em “Continue” para concluir e e aplicar.

Partição EFI encontrada pelo Instalador do Slackware

Ainda nesse passo, o Instalador identifica a partição EFI existente e propõe configurar como /boot/efi.

Escolha de software no Instalador do Slackware

No passo seguinte, o Instalador do Slackware oferece a escolha da fonte de software, e de quais softwares serão instalados a partir dela.

Naquele momento, eu poderia ter desmarcado o Xfce, ou o KDE (ou ambos), mas prestei mais atenção no resto da lista, e não pensei nisso.

Seleção de pacotes do Slackware

O Instalador do Slackware ainda oferece a possibilidade de escolher outros softwares (por tarefas), mas optei pelo mais rápido (e seguro), que é aceitar todos.

Em seguida, gera RamDisk inicial do Kernel e atualiza a lista de fontes de letras. — Descartei a oferta de gerar um Pendrive de Boot. — Também descartei instalar o carregador de boot Elilo (para UEFI). — Aceitei instalar o GPM, que permite usar o Mouse para cortar e colar texto nos consoles virtuais.

O Grub do openSUSE e do Mageia detecta e permite carregar o Slackware, desde que você entre no modo de Edição do Grub e substitua “generic” por “huge”. — Então, basta gerar o Grub do próprio Slackware, e depois disso o Grub do openSUSE e do Mageia detecta e incorpora esse parâmetro.

Configuração de rede do Slackware

Na configuração de rede, adotei o hostname “Linux11”, inventei um domínio fictício apenas por ser requisito para prosseguir, aceitei a opção de usar o NetworkManager, e confirmei.

Seleção de serviços no Instalador do Slackware

Entre os serviços a serem iniciados automaticamente, me limitei a acrescentar o NTPD — pois não tenho certeza de que o KDE faria isso. — Já enfrentei alguma dificuldade com isso, em instalações anteriores do Slackware, por motivos que ainda não consegui entender.

Relógio do sistema e fuso horário

Alterei a opção de Relógio do hardware para UTC; e selecionei o Fuso horário do Centro-Sul do Brasil (BRT = UTC-0300).

Escolha do Gerenciador de janelas no Slackware

Aceitei a proposta de usar o Gerenciador de janelas do KDE — que afinal, é a interface que pretendo usar. — Ignoro se foi instalado Fluxbox ou qualquer das outras opções oferecidas, exceto Xfce.

De volta ao Menu do Instalador do Slackware, no final

O Instalador do Slackware ainda solicitou criar a senha de Root e, ao encerrar o processo, voltou ao Menu. — Não me sinto seguro das consequências, caso entre em algum dos passos e tente alterar alguma coisa. — Afinal, a instalação já foi feita.

Restava escolher Exit para reiniciar — ou voltar à tela de comandos.

O mais prático seria voltar à tela de comandos, para criar o usuário e gerar o arquivo /boot/grub/grub.cfg — mas esqueci, e apenas reiniciei.

Exame do Slackware a partir de outra distro

Pelo openSUSE, confirmei que a /home do Slackware ainda estava vazia, pois o Instalador não cria conta de usuário. — Eu poderia ter feito isso por comando, antes de reiniciar. Como não lembrei na hora, vou ter de fazer agora.

Também confirmei que o Grub estava instalado, embora sem o arquivo /boot/grub/grub.cfg — que eu também poderia ter gerado por comando, antes de reiniciar.

Enfim, a experiência dos últimos anos já me mostrou que não adianta o Grub de outra distro apontar para o Kernel “generic” do Slackware, — pois o boot acaba em “Kernel panic”.

Inclusão do Slackware no Grub de outra distro

Atualizei o Grub do openSUSE e substituí o parâmetro “generic” por “huge”, no editor interno do Midnight-Commander (mcedit).

Aproveitei para corrigir o fstab do openSUSE com o novo UUID da partição Swap, e ativar com o comando # swapon --all.

Criação do usuário e configuração do Grub no Slackware

No Slackware já instalado, finalmente criei a conta de usuário e gerei o arquivo de configuração do Grub — para ser lido pelo Grub do openSUSE e do Mageia, que uso como Menus de inicialização da máquina.

Não precisava instalar o Grub do Slackware na partição EFI — exceto como uma alternativa para ter à mão — mas se embaralhou com o Grub de outro Slackware (by AlienBOB), instalado em outra partição (sda11) no ano passado.

Detalhe (Acima) - O arquivo grubx64.efi gerado em 18 Fev. 2021 (UTC) foi para a pasta criada ao instalar o Slackware (by AlienBOB) em 26 Set. 2020. — Para diferenciá-los, terei de especificar uma pasta com outro nome, talvez usando parâmetros como # grub-install (...) --bootloader-id=Slackware15 --recheck, para diferenciar (Estudar, antes!).

 

Configurações


xxxx

Nas primeiras horas, me limitei às configurações mais simples, — Relógio, Tema, Estilo, Decoração das janelas, Sessão KDE, — até configurar a montagem automática de partições adicionais, onde guardo inúmeras anotações.

Sim, quase todas anotações estão aqui no blog, mas dispersas em dezenas de postagens. É bem mais cômodo procurá-las em um único arquivo, onde estão reunidas.

Para autorizar a montagem de partições adicionais pelo usário, sem autenticação:

/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules

// Allow udisks2 to mount devices without authentication
polkit.addRule(function(action, subject) {
if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });

Para garantir que os pontos de montagem sejam deletados ao final de cada sessão e recriados no início, adotar a opção “0” em:

/etc/udev/rules.d/99-udisks2.rules

# UDISKS_FILESYSTEM_SHARED
# ==1: mount filesystem to a shared directory (/media/VolumeName)
# ==0: mount filesystem to a private directory (/run/media/$USER/VolumeName)
# See udisks(8)
ENV{ID_FS_USAGE}=="filesystem|other|crypto", ENV{UDISKS_FILESYSTEM_SHARED}="0"
xxxx

A configuração global “Montar automaticamente todas as mídias removíveis (partições adicionais) no Login” pareceu não fazer efeito, — exceto para algumas partições (Depot1, Warehouse), que talvez eu já tivesse montado manualmente, antes de reiniciar a sessão KDE.

xxxx

Após substituir a configuração “global” pela configuração “individual” de todas as partições adicionais, finalmente a montagem automática funcionou ao reiniciar a sessão KDE.

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Baixadas as fotos da instalação pelo KDE Connect.

xxxx

\\\\

Solucionando o início do Plasma KDE

Durante alguns dias, precisei fazer Login no console virtual (tty1) e executar $ startx para entrar no KDE. — Só após alterar o runlevel de 3 para 4, em /etc/inittab, o SDDM conseguiu carregar o KDE automaticamente, no final do boot.

xxxx


— … ≠ • ≠ … —

Without-SystemD



    PC desktop UEFI / GPT



    Ferramentas &tc.



    Não-debians