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domingo, 2 de dezembro de 2018

Sabayon Linux Plasma KDE

Sabayon Linux Plasma KDE com downgrade para o Kernel 4.4.0

O Sabayon pode ser instalado e utilizado por um “leigo”, — sem necessidade de mergulhar a fundo no aprendizado do Gentoo, — o que pretendo fazer aos poucos, em parcelas a perder de vista.

  • Isto não é um “tutorial”. — Apenas, um registro do que fiz, para lembrar.

O Sabayon foi instalado em 25 Nov. 2018, mas teve de esperar um pouco: Só foi carregado pela primeira vez em 1º Dez., — quando recebeu as atualizações iniciais; e em seguida, a maior parte das configurações, até 2 Dez, com a instalação de alguns aplicativos. — Depois, foi apenas usado para navegação, no dia a dia, até 8 Dez.

As últimas configurações e a instalação de mais alguns aplicativos foram retomadas de 8 a 15 Dez. 2018, — durante o levantamento dos dados para este registro.

Configurações adicionais foram feitas em Abril e Setembro 2019, — e continuo sem mergulhar em um aprendizado “de verdade”, — como seria necessário, para usufruir do poder do Gentoo.

Índice


  • Download, md5sum, K3b
  • Instalação
  • Configurações
  • Entropy
  • Limpeza de cache
  • Espelhos (Mirrors)
  • Rigo, Magneto
  • Conky
  • Wine
  • Kernel 4.4.0
  • Histórico de pacotes
  • Wallpaper

Download, md5sum, K3b


Verificação md5sum da imagem ISO do Sabayon

Baixei a imagem ISO Sabayon Linux Daily amd64 KDE, verifiquei a integridade por md5sum e queimei pelo K3b em DVD, para guardar.

Instalação


Partições usadas: sdd1, sdd5, sdd9, no SSD externo

A instalação começa pela escolha do Idioma, Fuso horário, Teclado, e chega ao Particionamento.

Optei pelo “Particionamento manual”, — selecionei o SSD externo, — e dentro dele, as partições “/” e “/home”, que já existiam.

     Part        Label
     sdd1      Linux10
     sdd5       Home10
     sdd9       Swap10

Seleção do dispositivo para instalação do Bootloader

Não descobri como selecionar uma partição Swap, — ou descartar outras partições Swap.

Restava escolher onde seria instalado o Bootloader, — na MBR do sdd, — para preservar o Grub “principal” (do Mageia, em sda) e o Grub “reserva” (do openSUSE, em sdb).

Configuração de Usuário, Auto-Login, senha de Administrador

O passo seguinte foram a criação da conta de Usuário, definições de Hostname, Auto-Login, senha de Administrador.

Por fim, aparece um resumo das escolhas de Localização, Teclado e Particionamento, — última possibilidade de “Voltar” e corrigir alguma coisa, — ou “Cancelar” a instalação.

Segue-se a etapa automática da instalação, propriamente dita, com Slideshow. — Esperei uns 14 minutos, mas como a Barra de progresso ainda estava em 22%, fui dormir. — No dia seguinte (26 Nov. 2018), a instalação estava concluída.

Infelizmente, não monitorei o uso de CPU, nem suas Temperaturas, — o que pode ter me poupado uma boa dose de ansiedade, — considerando o hardware acanhado:

  Processors: 2 × Intel® Core™2 Duo CPU E7300 @ 2.66GHz
      Memory: 3,8 GiB of RAM

Eu ainda não tinha noção do esforço de processamento exigido, — que torna demoradas as atualizações, — com temperaturas de até 68ºC.

Não encontrei registro de que tenha usado o Grub do Sabayon. — No mesmo dia, carreguei o Mageia, para atualizar o Grub “principal” da máquina, — mas só carreguei o Sabayon pela primeira vez em 1º Dez. 2018.

Configurações


Desabilitando “Pesquisa de arquivos”

Entre as inúmeras configurações feitas no KDE Plasma, desabilitar “Pesquisa de arquivos” pode ter sido a razão de não encontrar nenhum processo PIM, Baloo ou Akonadi em atividade, — o que reduz bastante o uso de Memória RAM, — mas a verdade é que não verifiquei isso antes (só bem mais tarde, no KSysguard).

Habilitando a montagem automática de partições adicionais (sem uso de senha)

Para habilitar a montagem automática de partições adicionais (sem uso de senha), criei o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules”:

// Allow udisks2 to mount devices without authentication
polkit.addRule(function(action, subject) {
if (action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount" || action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system-internal") { return polkit.Result.YES; } });

Configurando a montagem automática de partições adicionais no KDE System settings

Depois disso, bastou configurar a montagem automática pelo System settings >> Removable storage >> Removable devices.

Desabilitando o excesso de partições Swap em /etc/fstab

O instalador do Sabayon incluiu no arquivo /etc/fstab todas as partições Swap que encontrou, — e tive de editá-lo para desabilitar as que pertencem a outras distros, — inserindo “#” no início dessas linhas.

Depois, bastam os comandos:

# swapoff --all             <---- Desmonta todas as partições Swap
# swapon --all              <---- Monta todas as partições Swap do /etc/fstab

Correções no arquivo /etc/default/grub

No arquivo /etc/default/grub, corrigi o UUID do “Resume device”, — que apontava para a partição Swap de outra distro, — e acrescentei uma linha com:

GRUB_DISABLE_OS_PROBER=true

para evitar que o Grub do Sabayon perca tempo detectando outras distros. — Ele só precisa gerar as linhas referentes ao próprio Sabayon, para que o Grub do Mageia (e do openSUSE) possa extrair os dados necessários.

Mais tarde, o equo recomendou executar # equo conf update — que sugeriu uma linha sem referência ao “Resume device”:

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT=""

Talvez a opção “Merge” preenchesse essa linha com os dados da configuração personalizada, — mas deixei em branco, mesmo, — e continua funcionando, há 9 meses.

Entropy


Seguindo a cartilha, nos primeiros passos com o Entropy

Tive uma experiência anterior com o Sabayon, — instalado em 4 Mar 2017 e removido em 29 Mai 2017, após um crash geral do Kwin e de boa parte do KDE, — o que me deixou com uma péssima impressão do Rigo.

O Rigo se parece muito com um “Discover” (e outras “lojas” de aplicativos), — além de notificar e aplicar atualizações, — mas faz perguntas demais, muitas delas incompreensíveis para um iniciante em Sabayon.

A verdade é que até hoje não sei exatamente o que aconteceu, naquela época, — enquanto funcionou, — nem por que o Kwin / KDE daquela instalação do Sabayon acabou quebrando.
Por isso, dessa vez resolvi me entender diretamente com o Entropy, — ou melhor, — com seu comando equo.

Os primeiros passos seguiram as recomendações oficiais, — exceto que não alterei nada no arquivo /etc/entropy/client.conf, — por enquanto:

# history
    1  2018-12-09_22-01-13 # nano -w /etc/entropy/client.conf    <--- (No changes)
    5  2018-12-01_11-58-47 # equo update
    7  2018-12-01_12-00-41 # equo install sys-apps/entropy rigo
    8  2018-12-01_12-02-29 # equo --version
   10  2018-12-01_12-05-02 # equo upgrade --ask
   11  2018-12-01_12-12-25 # equo conf update

Só nesse momento, lembrei de “datar” o histórico dos comandos, — por isso, o primeiro aparece sempre com a data “atual”:

  $ echo 'export HISTTIMEFORMAT="%F_%H-%M-%S "' >> ~/.bashrc
  $ source ~/.bash_profile

Comandos de busca e instalação do Chromium pelo Entropy

Daí por diante, foram usados pares de comandos para localizar pacotes, — e em seguida instalar (ou remover):

  # equo search chromium
  # equo install www-client/chromium-68.0.3440.75 --ask
  # equo search conky
  # equo install app-admin/conky-1.10.8-r3
  # equo search kate
  # equo install kde-apps/kate-18.08.3
  # equo search midnight-command
  # equo search mc
  # equo install app-misc/mc-4.8.21
  # equo search gimp
  # equo install media-gfx/gimp-2.10.6-r1
  # equo install media-plugins/gimp-resynthesizer-2.0.3-r1

A rigor, não é necessário incluir o caminho (path) nem a versão do pacote a instalar ou remover, — mas é trabalhoso copiar só o nome. — Duplo-clique seleciona o conjunto inteiro, para copiar, e essa prática não causa danos visíveis.

Localização dos pacotes instalados, em /var/db/pkg

No caso do gnome-screenshot, testei sem o caminho (path), nem a versão, — e o pacote encontrou seu lugar na estrutura:

  # equo search gnome-screenshot
  # equo install gnome-screenshot

Limpeza de cache


Limpando o cache de pacotes para liberar espaço em disco

Em Setembro 2019, o Sabayon já ocupava 74% da partição-raiz (18,6 de 25,0 GiB), — e voltei à Wiki para ver como se limpa o cache de pacotes, — para liberar espaço em disco.

Em menos de 1 minuto, o primeiro comando testado reduziu a ocupação para 45,6% (11,4 de 25,0 GiB), — e não procurei mais.

Depois, vi que já tinha feito isso antes, — mas nunca com efeito tão espetacular:

# history | grep clean
  169  2019-01-10_14-53-59 man equo-cleanup
  172  2019-01-10_14-54-57 equo cleanup
  363  2019-04-13_15-47-39 equo cleanup
  490  2019-09-07_22-30-41 equo cleanup

Espelhos (Mirrors)


Tentativa de alteração forçada da ordem dos espelhos do Sabayon

De Dezembro 2018 até Abril 2019, enfrentei longos tempos de download, — em velocidades muito abaixo dos “10 megas” da minha conexão (10 Mbit/s = 1,31 MiB/s), — o que tornava as atualizações particularmente penosas, já que o hardware antigo também torna demorado o processamento dos pacotes baixados.

  • Além de demorado, o processamento dos pacotes no Sabayon produz aquecimento da CPU, muito superior ao das outras distros.

Em Abril 2019, finalmente investi umas 3 horas na pesquisa e em várias tentativas, — até conseguir que o download seja feito de um espelho (mirror) de boa velocidade, situado no Brasil.

# history | grep mirror
  364  2019-04-13_15-51-20 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  367  2019-04-13_16-16-51 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  369  2019-04-13_16-22-53 man equo repo mirrorsort
  372  2019-04-13_16-46-02 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  390  2019-04-13_18-43-22 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  393  2019-04-13_18-45-50 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  394  2019-04-13_18-45-59 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  401  2019-04-13_18-53-47 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org

Várias tentativas falharam, — até que de repente, obtive sucesso, — embora fazendo o mesmo que antes.

Portanto, não sei por que não dava resultado, a princípio, — nem por que funcionou, no final.

2019-04-13 - 17:20 - Uma hipótese, é que tenha valido a força-bruta, — abri no Kate:

/etc/entropy/repositories.conf.d/entropy_sabayonlinux.org

e coloquei os 2 espelhos do Brasil lá no topo.

O arquivo foi alterado após essa captura de tela

18:56:21 - No entanto, esse arquivo foi alterado pelo menos mais 4 vezes, até mais de uma hora depois disso, e os espelhos do Brasil voltaram a ser jogados para baixo, onde permanecem até hoje, — embora, desde então, seja sempre usado o espelho da UFPR, — o último da lista!

A última alteração do arquivo foi feita pelo comando com parâmetro “mirrorsort”, — que na imagem (acima) mostra a UFPR no topo.

  401  2019-04-13_18-53-47 equo repo mirrorsort sabayonlinux.org
  402  2019-04-13_18-56-51 date && equo update && equo upgrade --ask && date

Em Agosto 2019, uma nova conexão, de “200 megas” (200 Mbit/s = 26,1 MiB/s) permitiu reduzir ainda mais o tempo de download das atualizações, — coisa de 575 MB em 44 segundos = média de 13,1 MB/s, — e 18 minutos para processar os pacotes, em seguida.

Agora, só um upgrade do hardware, para melhorar mais.


Rigo, Magneto


Rigo — e seu parceiro “rigo-daemon” — no Sabayon

Infelizmente, ao seguir aquelas orientações oficiais, instalei o “Magneto”, — que faz o “rigo-daemon” iniciar automaticamente (e verificar atualizações), durante o Boot, — e após várias pesquisas, ainda não descobri como desabilitar.

Registro centralizado dos históricos de pacotes, — acessível a partir de qualquer distro Linux instalada

Já faz algum tempo que adquiri o hábito de desabilitar esse tipo de coisa, — prefiro rodar um comando manualmente, mais tarde, para verificar as atualizações, — e copiar para registros em TXT, facilmente acessíveis a partir de qualquer distro, caso precise verificar alguma coisa rapidamente.

Ao copiar trechos das respostas dos comandos, ficam documentadas as dependências, as versões instaladas, — bem como as versões subsequentes, a cada atualização. — Essas informações têm sido úteis, em vários momentos.

Remoção do “rigo-daemon”, — e com ele, o “magneto”

Talvez bastasse remover o “magneto” (não verifiquei), — mas como não tinha interesse no Rigo, optei por remover o “rigo-daemon”, — e com ele, a tralha toda.

  # equo search magneto
  # equo search rigo
  # equo remove sys-apps/rigo-daemon-319
  ╠  @@ These are the packages that would be removed:
  ╠  ## [sabayonlinux.org] kde-misc/magneto-kde-319 [9.6kB]
  ╠  ## [sabayonlinux.org] app-misc/magneto-loader-319 [4.0kB]
  ╠  ## [sabayonlinux.org] sys-apps/magneto-core-319 [236.1kB]
  ╠  ## [sabayonlinux.org] app-admin/rigo-319 [2.7MB]
  ╠  ## [sabayonlinux.org] sys-apps/rigo-daemon-319 [176.2kB]
  ╠  @@ Packages that would be removed: 5
  ╠  @@ Freed disk space: 3.2MB
  ╠  @@ Total bandwidth wasted: 687.6kB
  ...

Em Setembro 2019, voltei a instalar o Rigo, — ele veio sem o “Magneto”, — e tudo indica que agora o “rigo-daemon” não inicia automaticamente (nem verifica atualizações), durante o Boot:

# equo install rigo
╠  @@ Calculating dependencies...
╠  ## [N] [sabayonlinux.org] sys-apps/rigo-daemon-319|0
╠  ## [N] [sabayonlinux.org] app-admin/rigo-319|0
╠  @@ Packages needing to be installed/updated/downgraded: 2
╠  @@ Packages needing to be removed: 0
╠  @@ Download size: 548.5kB
╠  @@ Used disk space: 2.9MB
╠  @@ You need at least: 4.0MB of free space

Conky


Antiga sintaxe, — anterior ao Conky 1.10, — não funcionou

Pela primeira vez, desde o Conky 1.10, me vi forçado a adotar a nova sintaxe, — e com o novo modelo de arquivo de configuração, dividido em 2 partes:

conky.config = {
    .... .... .... ....
}

conky.text = [[
    .... .... .... ....
]]

Conky do Sabayon, compilado sem suporte à antiga sintaxe

O motivo é que, naquele momento, o Conky do Sabayon veio sem suporte à sintaxe antiga, — como pude verificar pelo comando $ conky -v.

Essa falta de suporte à sintaxe antiga foi um bom pretexto para revisar, atualizar, corrigir e padronizar os arquivos de configuração do Conky em todas as distros.

Atualização do Conky no Sabayon, com suporte à antiga sintaxe, de volta

Dias depois, uma atualização do Conky restabeleceu o suporte à sintaxe antiga. 😵

Wine


Primeira abertura do Dreamweaver, começando no final da tarde

Wine foi instalado em 22 de Janeiro 2019, — com todos os pacotes que pude encontrar, segundo uma lista anotada desde 2016, — e que talvez inclua alguma coisa desnecessária:

  348  2019-01-21_23-52-53 # equo search wine
  350  2019-01-21_23-54-25 # equo install wine
  351  2019-01-22_00-00-43 # equo install winetricks
  353  2019-01-22_00-02-28 # equo install wine-mono
  354  2019-01-22_00-05-18 # equo search wine32
  ...
  280  2019-01-28_19-00-29 $ sudo equo install kpat

Adicionando bibliotecas ao Wine

Para rodar apenas 3 aplicativos muito antigos, — com o Wine sempre configurado como “XP”, — essas bibliotecas têm sido suficientes, desde 2016:

  • atmlib
  • corefonts
  • fontsmooth-rgb
  • gdiplus
  • ie6
  • msxml3
  • msxml6
  • vcrun2005sp1
  • vcrun2008
  • vcrun2010

Ainda esperando o Dreamweaver abrir, 3 horas mais tarde

Alguma particularidade do velho Dreamweaver (pré-Corel) faz com que, em algumas distros, demore várias horas para acabar de abrir, — só na primeira vez. — Depois de descobrir que bastava um pouco de Paciência, incluí mais um pacote na lista.

Afinal, fui dormir, — e só posso dizer que no dia seguinte o Dreamweaver já tinha acabado de abrir.

Conferindo: - Em Setembro 2019, Dreamweaver abriu em 44 segundos, em 2 testes consecutivos.

Kernel 4.4.0


Destaque de Kernels disponíveis, logo ao abrir o Rigo

Embora não tenha usado o Rigo para atualizar / instalar / remover pacotes, devo a ele o destaque com que apresentou, — de imediato, — a possibilidade de escolher um Kernel diferente do padrão.

Esse é um recurso interessante, — também oferecido pelo Manjaro e pelo mintUpdate, — dispensando malabarismos como os que experimentei no Kubuntu 18.04 e no Kubuntu 19.04.

Kernels disponíveis para o Sabayon, segundo o Rigo

Por motivo que escapam à compreensão de um iniciante em Sabayon, os Kernels oferecidos em uma das seções do Rigo são os mesmos Kernels LTS oferecidos na outra, — a menos, talvez, que você ative outros repositórios, ou altere alguma outra coisa que ainda não descobri.

Gerenciamento de repositórios do Sabayon pelo Rigo

Nesse ponto ainda inicial de aprendizado, preferi não adicionar outros repositórios, por enquanto.

Excesso de opções encontrados pelo comando # equo search kernel

Pelo comando # equo search kernel, localiza-se um batalhão de pacotes, cujo significado nem sempre é óbvio para um iniciante.

Comando # equo search linux-sabayon exibe as opções de Kernel que de fato interessavam

Só mais tarde me dei conta de que o comando # equo search linux-sabayon — facilmente deduzível pelo Rigo — seria o mais adequado para exibir as opções de Kernel que de fato interessavam.

Instalação do Kernel 4.4.0 no Sabayon

A instalação do Kernel 4.4.0 foi feita por comando, copiando a versão exata:

# equo install sys-kernel/linux-sabayon-4.4.162 --ask

Orientações nas saídas do comando de instalação do Kernel linux-sabayon-4.4.0

Entre as 100 linhas de saída do comando de instalação do Kernel 4.4.0 (copiadas em TXT), existem indicações importantes, — como o comando eselect bzimage e um link de suporte:

# equo install sys-kernel/linux-sabayon-4.4.162 --ask
...
 * You are currently booting with kernel:
 * kernel-genkernel-x86_64-4.18.0-sabayon
 * 
 * Use 'eselect bzimage' in order to switch between the available ones

 * If you are upgrading from a previous kernel, you may be interested
 * in the following document:
 *   - General upgrade guide: https://wiki.gentoo.org/wiki/Kernel/Upgrade
...
╠  @@ Installation complete.
╠  @@ No configuration files to update.

Na verdade, a Wiki do Gentoo não foi muito esclarecedora, para quem ainda está no ABC, por isso acabei seguindo as orientações da seção Using Kernel Switcher na página Entropy da Wiki do Sabayon, — além da página HOWTO: Upgrade kernel using Entropy, também da Wiki do Sabayon.

Mesmo assim, ainda estou longe de me sentir seguro sobre o que fiz, — e sobre o que talvez ainda falte fazer.

Sabayon carregado com Kernel 4.4.0 (Conky), — mas o Kernel padrão ainda selecionado

2018-12-02_14:10 - Após selecionar o Kernel 4.4.0 nas Opções avançadas do Grub, — o Sabayon carregou meio duvidoso: — Conky e KInfocenter indicavam “4.4.0”, — mas o comando eselect bzimage apontava “4.18.0”.

O comando kernel-switcher switch instalou 3 pacotes e, entre as 200 linhas de saída, tornou a insistir no eselect:

2018-12-02 15:02:31

# kernel-switcher switch linux-sabayon-4.4.162
╠ Resolving virtual kernel package: virtual/linux-binary
╠  @@ Calculating dependencies...
╠  ## [N] [sabayonlinux.org] sys-power/bbswitch-0.8-r1#4.4.0-sabayon#4.4.0-sabayon|26
╠  ## [N] [sabayonlinux.org] sys-fs/zfs-kmod-0.7.11#4.4.0-sabayon#4.4.0-sabayon|3
╠  ## [N] [sabayonlinux.org] app-emulation/virtualbox-guest-additions-5.2.22#4.4.0-sabayon#4.4.0-sabayon|0
╠  ## [R] [sabayonlinux.org] sys-kernel/linux-sabayon-4.4.162|0   [4.4.162|0]
╠  @@ Packages needing to be installed/updated/downgraded: 4
╠  @@ Packages needing to be removed: 0
.......
 * You are currently booting with kernel:
 * kernel-genkernel-x86_64-4.18.0-sabayon
 * 
 * Use 'eselect bzimage' in order to switch between the available ones
........

Foi o passo seguinte:

# eselect bzimage list
Available kernel targets:
  [1]   kernel-genkernel-x86_64-4.18.0-sabayon *
  [2]   kernel-genkernel-x86_64-4.4.0-sabayon
  
# eselect bzimage set 2
Setting bzImage to kernel-genkernel-x86_64-4.4.0-sabayon
Setting Initrd to initramfs-genkernel-x86_64-4.4.0-sabayon

Os 2 testes seguintes parecem satisfatórios, — mas deixaram assunto para pesquisa:

# equo deptest
╠  @@ Running dependency test...
╠  @@ These are the dependencies not found:
╠    # >=sys-apps/sysvinit-2.86-r6
╠       # Needed by:
╠       # sys-apps/openrc-0.38.3
╠  @@ Installing available packages in 10 seconds ...
☢ No package_matches found.
 
# equo libtest
╠  @@ Libraries test
╠  @@ discarding directory: /usr/lib64, because it's symlinked on: /usr/lib
╠  @@ discarding directory: /lib64, because it's symlinked on: /lib
╠  @@ Collecting broken executables
╠  @@ Attention: don't worry about libraries that are shown here but not later.
........
╠  @@ Matching broken libraries/executables
╠  @@ System is healthy.

15:40 - Antes de reiniciar o computador, foi atualizado o Grub.

Sabayon finalmente carregado com Kernel 4.4.0, — sem sombra de dúvida

16:36 - Reiniciada a máquina, o Sabayon finalmente carregou com o Kernel 4.4.0, — sem margem para dúvidas, — e o primeiro sintoma foi o aspecto “antigo”, adquirido pelas notificações, — que se deslocaram para o canto superior direito da tela.

Alguns comandos confirmaram as mudanças em vigor.

Depois disso, o Sabayon foi apenas usado, — para navegação e outras atividades do dia-a-dia, — por quase uma semana, até 8 Dez. 2018.

Um extrato do histórico de comandos, — bastante expurgado, — indica a cronologia dessa mudança de Kernel:

  2018-12-02

  11:43 # equo search kernel
  11:47 # equo install sys-kernel/linux-sabayon-4.4.162 --ask
  14:22 # eselect bzimage list --quiet
  14:23 # eselect bzimage show --quiet
  14:29 # ls -l /usr/src
  14:39 # uname -a
  14:45 # equo query installed "drivers"
  14:49 # equo search linux-sabayon
  14:57 # kernel-switcher switch linux-sabayon-4.4.162
  15:05 # eselect opengl list
  15:06 # eselect opengl set 2
  15:08 # eselect bzimage list
  15:08 # eselect bzimage set 2
  15:09 # equo deptest
  15:10 # equo libtest
  15:38 # gcc-config -l
  15:40 # date && grub2-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg && date
  15:46 # uname -a
  15:46 # uname -r
  16:49 # eselect kernel list
  16:50 # eselect opengl list
  16:50 # eselect bzimage show --quiet
  16:52 # ls -l /usr/src

  • Ver “Histórico de pacotes” (adiante).

Até esse ponto, o arquivo “Notes.txt”, — com as saídas de apenas alguns comandos, — já acumulava 2.600 linhas, para exame posterior, quando tiver pesquisado (e aprendido) mais sobre tudo isso.

Até aí, foram feitas cerca de 400 Capturas de tela, — na verdade, abrangendo muitas outras coisas, — e mesmo assim ficaram várias lacunas quanto a essa mudança de Kernel.

O Kernel padrão (4.18.0) permanece instalado, — até ter segurança de que a mudança esteja de fato completa, e ele possa ser removido sem perigo.

13 Abril 2019 - Essa experiência foi encerrada ainda em Dezembro, — com a remoção do Kernel 4.4 — e também do Kernel 4.9, cuja origem não está documentada (a sessão Live já apresentava Kernel 4.18).

Em Abril, soube que o Kernel 4.18 não receberia mais suporte, — e instalei o Kernel 4.19.

# history | grep linux
  194  2018-12-15_19-49-58 kernel-switcher switch linux-sabayon-4.18.19
  ...
  241  2018-12-27_21-13-09 equo search linux-sabayon
  242  2018-12-27_21-14-37 equo remove sys-kernel/linux-sabayon-4.9.147
  243  2018-12-27_21-15-07 equo remove sys-kernel/linux-sabayon-4.4.162
  ...
  430  2019-02-26_16-17-18 equo search --installed linux-sabayon
  ...
  465  2019-04-05_21-14-49 equo search linux-sabayon
  466  2019-04-05_21-18-00 equo install sys-kernel/linux-sabayon-4.19.31 --ask
  472  2019-04-05_21-40-31 kernel-switcher switch sys-kernel/linux-sabayon-4.19.31

Embora o Kernel 5.0 já estivesse disponível, não vi motivo para adotá-lo, de modo “artificial”, — afinal, ele já está no Mageia 7, no PCLinuxOS e no Kubuntu 19.04 (development branch), — o que é suficiente, para observação.

A experiência tem mostrado que o Sabayon não acompanha tão de perto as “últimas novidades”, — seu KDE está sempre um pouco atrás do KDE Neon, do Arch Linux e do PCLinuxOS, por exemplo.

Histórico de pacotes


Uma vez que o Rigo não chegou a ser usado, — exceto para examinar seus recursos, — o histórico dos comandos é o melhor registro cronológico dos pacotes instalados e removidos:

# history | grep 'equo install'
    7  2018-12-01_12-00-41 equo install sys-apps/       entropy rigo
   14  2018-12-01_12-19-23 equo install www-client/     chromium-68.0.3440.75 --ask
   17  2018-12-01_12-26-26 equo install app-admin/      conky-1.10.8-r3
   25  2018-12-01_13-51-11 equo install kde-apps/       kate-18.08.3
   28  2018-12-01_16-17-57 equo install app-misc/       mc-4.8.21
   51  2018-12-02_08-58-56 equo install media-gfx/      gimp-2.10.6-r1
   52  2018-12-02_09-04-11 equo install media-plugins/  gimp-resynthesizer-2.0.3-r1
   61  2018-12-02_09-10-27 equo install kde-apps/       kdegraphics-mobipocket-18.08.3
   64  2018-12-02_09-13-22 equo install kde-apps/       marble-18.08.3
   67  2018-12-02_09-19-04 equo install app-office/     calligra-3.1.0-r2
   80  2018-12-02_11-47-54 equo install sys-kernel/     linux-sabayon-4.4.162 --ask
  129  2018-12-08_16-53-18 equo install kde-misc/       krename-5.0.0
  150  2018-12-09_21-34-45 equo install                 gnome-screenshot
  164  2018-12-10_14-21-41 equo install net-p2p/        ktorrent --ask
  166  2018-12-10_17-14-33 equo install kde-misc/       kdiff3
  170  2018-12-11_11-57-32 equo install app-text/       calibre
  350  2019-01-21_23-54-25 equo install                 wine
  351  2019-01-22_00-00-43 equo install                 winetricks
  353  2019-01-22_00-02-28 equo install                 wine-mono
  365  2019-01-28_17-05-33 equo install                 fuseiso
  374  2019-01-28_17-09-02 equo install                 konqueror --ask
  466  2019-04-05_21-18-00 equo install sys-kernel/     linux-sabayon-4.19.31 --ask

$ history | grep install
  280  2019-01-28_19-00-29 sudo equo install            kpat

# history | grep 'equo remove'
  131  2018-12-08_20-36-01 equo remove kde-apps/        libkdegames-18.08.3
  144  2018-12-09_09-08-27 equo remove sys-apps/        rigo-daemon-319
  229  2018-12-23_19-23-22 equo remove sys-fs/          cryptsetup-1.7.5-r1
  231  2018-12-23_19-25-30 equo remove kde-plasma/      plasma-vault-5.14.4
  242  2018-12-27_21-14-37 equo remove sys-kernel/      linux-sabayon-4.9.147
  243  2018-12-27_21-15-07 equo remove sys-kernel/      linux-sabayon-4.4.162
  392  2019-01-29_11-21-31 equo remove kde-apps/        libkdegames

Wallpaper


Foto de Gabriel Carvalho Leal - Centro da cidade de Goiás, em 2016.

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• Postado em 2 Dezembro 2018.
• Em desenvolvimento até Setembro 2019 (e além).

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Não-debians


domingo, 5 de março de 2017

Sabayon (Gentoo) - Instalação e configuração

Sabayon (Gentoo) após “atualização 2 disponíveis”, — que levou 2h 30min, talvez por inexperiência

As principais observações sobre o Sabayon 16.11 KDE (amd64), — no que difere dos demais sistemas Linux já instalados, — referem-se ao gerenciamento de pacotes e atualizações.

Vale notar que esta é uma experiência sem estudo prévio sobre Gentoo ou Sabayon, — trata-se de “aprender fazendo”, — onde mais vale o gosto de “ver” e “brincar”, do que qualquer (suposta) “obrigação”.

  • Essa “brincadeira” (absoluta “falta de pressa”) é possível porque o Kubuntu 16.04 LTS e o Linux Mint 18.1 KDE garantem o “ambiente de produção” para todas as tarefas necessárias. Além deles, o KDE Neon User Edition e o openSuSE também atendem às tarefas mais frequentes no dia-a-dia. — Portanto, basta reiniciar o computador, escolher o sistema da hora, — e mais tarde, voltar ao Sabayon para seguir brincando.

Ainda falta a montagem automática das partições “adicionais”, — e depois, adaptar o “~/.conkyrc” para exibi-las, — uma vez que, no Sabayon, não basta marcá-las em “K Menu → Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível → Dispositivos removíveis”.

É provável que essa montagem automática se resolva pelo arquivo “/etc/fstab” (como no Debian e no openSuSE), e / ou pela configuração de alguma “política” (“polkit”, como no Fedora)
.

••• Ver “Montagem automática de partições adicionais” - (adiante).

É claro que houve alguma pesquisa e leitura, — em especial nesses 3 pontos fundamentais:

  • Sua escolha, — porque Sabayon pareceu a melhor opção para a experiência inicial de um leigo, na área do Gentoo.
  • Alguma leitura básica sobre sistema Portage de gerenciamento e instalação de pacotes (Gentoo), e mais especificamente Entropy, equo etc. [Viva o Linux, Sabayon]
  • Confirmar que, — nessa primeira aproximação, — poderia deixar de lado coisas como LVM, BtrFS, XFS etc., além de dispensar qualquer (suposta) necessidade de partição “/boot” separada. — A instalação foi feita unicamente com partições “/” (raiz) e “/home”, — ambas “tradicionais”, em sistema de arquivos ext4, — além de 1 partição Swap.

ISO e Live DVD (I e II)


Mensagem de erro quilométrica, perto do final da 1ª tentativa de instalação do Sabayon

A imagem ISO do Sabayon 16.11 KDE (amd64) foi baixada e verificada por md5sum em 3 Mar. 2017.

Por distração, um primeiro DVD acabou sendo gravado pelo K3b na velocidade 16x (4 Mar. 2017).

Por isso, no Menu de Boot, foi usada a opção “Check disk for defects”, que terminou com uma mensagem positiva, — “All fine, baby, the Live System is healthy”, — apesar de outras mensagens de “No iSCSI initiator found” e de “Sorry, but keyboard mapping br is invalid”.

Depois da verificação, ele reiniciou e foi carregada a sessão Live DVD, — que tratei de configurar ao máximo, além de abrir o navegar no Chrome para tirar algumas dúvidas, antes de iniciar a instalação, — mas nessa 1ª tentativa o processo não se completou.

A fase de instalação, propriamente dita (slide-show), começou às 17:07, e às 17:31 já estava nas “tarefas de configuração de pós-instalação”, — mas às 17:33 apresentou mensagem de erro, com 3 opções (Report bug, Debug, Quit), e foi encerrado.

Durante todo esse tempo, o KSysguard não registrou atividade de rede, — download, — embora o Chrome estivesse conectado e navegando normalmente, — antes, durante e depois da tentativa de instalação.

Para minimizar os riscos de novo erro, foi gravado um segundo DVD em velocidade 4x. — A nova sessão Live DVD foi carregada sem as opções de Idioma e Teclado PT-BR, — e configurada só no mínimo indispensável para as capturas de tela (Atalho “PrtScn”).

Nesta 2ª tentativa, o Instalador foi deixado em full-screen, — evitando abrir o Chrome ou alternar com o Dolphin, — que foi aberto apenas para montar o Pendrive e confirmar a gravação da primeira captura de tela.

A fase de instalação, propriamente (slide-show), começou às 23:00 e foi deixada sozinha, — sem supervisão, sem prints, sem qualquer outra atividade humana. — De acordo com o arquivo “/var/log/anaconda/anaconda.log”, terminou às 23:29, com mensagem de sucesso.

Instalação (II)


Início da 2ª tentativa de instalação do Sabayon, — com o Relógio do Painel “estacionado”, havia 3 minutos

A 2ª tentativa de instalação do Sabayou começou por volta das 22:46, — embora o Relógio do Painel tivesse parado em “22:43” (que continuou exibindo até o final). — No entanto, as capturas de tela (bem como os logs) registram as horas corretas, compatíveis com as das fotos de celular.

O instalador Anaconda, — já conhecido da instalação do Fedora, — é menos “sequencial” do que os instaladores do Debian, do Ubuntu (Ubiquity) ou do Manjaro (Calamares).

Os primeiros passos foram escolher o Idioma e o layout do Teclado (PT-BR), assim como o Fuso horário (Américas / São Paulo).

Opções iniciais da instalação do Sabayon

A conexão (Rede) já tinha sido detectada e ativada automaticamente, desde o carregamento da sessão Live DVD, — mas poderia alterar o nome do Host para “Linux11”, por exemplo.

Neste ponto, restava definir o destino da instalação, — discos, partições etc., — para habilitar o botão “Iniciar a instalação”.

Escolha do dispositivo, — e da opção “Eu irei configurar o particionamento

Tendo previamente confirmado que poderia usar um esquema de particionamento simples e trivial, foi escolhido o dispositivo SSD externo, — e marcada a opção “Eu irei configurar o particionamento”.

Seleção manual de partições pre-existentes, para a instalação do Sabayon

Na 1ª tentativa, me guiei pelas partições do Antergos (Unknown Linux), — somando +1 na numeração de cada partição, — de sdd1 para sdd2 (“/”), de sdd5 para sdd6 (“/home”), de sdd9 para sdd10 (Swap).

Mas poderia ter feito de cabeça, uma vez que as primeiras 3 partições são para sistemas, a 4ª é a partição estendida, as 3 seguintes são para Home, em seguida uma partição de dados (Armazem), e as 3 últimas para Swap, — tudo na devida ordem numérica.

Porém, na 2ª tentativa bastava selecionar as 3 partições da tentativa anterior, — e preencher com os mesmos pontos de montagem. — Cada uma das partições configuradas vai sendo transferida de “Sabayon” (embaixo, à esquerda) para “Novo Sabayon” (no alto).

Resumo do particionamento, — ao clicar em “Finalizado”

Ao clicar em “Finalizado” (no alto, à esquerda), se apresenta o resumo das ações de particionamento que foram definidas pelo usuário. — Se estiver tudo certo, clique em “Aceitar mudanças”.

Voltamos então à tela “Resumo da instalação”, — agora, com o “Destino” definido, — e com o botão “Iniciar a instalação” habilitado, para prosseguir.

Opções avançadas, — em Criar usuário

Então, requisita-se a definição da Senha Root, — e se oferece a oportunidade de Criar usuário, — com as opções de torná-lo Administrador, requerer (ou não) senha para usar a conta de usuário, e mais algumas Opções avançadas.

Início da instalação do Sabayon no computador, — com slide-show

Por fim, a mesma tela, — que requisitou definir Senha Root e ofereceu a oportunidade de Criar usuário, — é aproveitada para o slide-show durante a instalação do Sabayon no computador.

Ao contrário de outros instaladores e “distros”, — por exemplo, Debian, — aqui não será necessária mais nenhuma ação do usuário.

Você pode até ir dormir, — mas a demora não chegou a 30 minutos.

Configurações do sistema (KDE)


Montagem automática de partições (KDE), — sem efeito, até o momento (••• ver adiante)

A primeira sessão do Sabayon instalado começou à 0:05 de 5 Mar. 2017, — seguindo o roteiro comum de configurações personalizadas:

  • Configurar Dolphin. — Montar partição “XTudo”
  • Papel de parede
  • Configurar Spectacle. — Inverter atalhos PrintScreen / Shift-Print
  • Na inicialização, restaurar sessão salva manualmente. — Salvar sessão
  • Ativar NumLock ao iniciar o KDE Plasma. — Tecla de acesso ao terceiro nível
  • Montagem automática de partições adicionais
  • Desativar a Carteira do KDE (KWallet)
  • Login automático. — Entrar novamente após sair (“Encerrar sessão”)
  • Temas da área de trabalho → obter → Maia transparent
  • Decorações da janela → obter → Transparent oxygen
  • Bloqueio de tela — Não bloquear após X minutos. — Não bloquear ao reativar
  • Efeitos da área de trabalho → Cubo
  • Pesquisa de arquivos — desativar
  • Compositor — (Automaticamente escolhido: OpenGL 2.0; Método de escala: Preciso)
  • Efeitos da área de trabalho — Desativadas animações ao Minimizar / Maximizar etc.

A montagem da partição “XTudo”, — onde costumam ficar fotos, capturas de tela, modelos do Conky e todo material mais usado nessas experiências, — pediu senha Root, por isso, foi deixada para depois.

Não havia pressa. Todo esse material tem cópia no 2º backup, — na partição “Armazem2”, do SSD externo, — que não precisa de senha para montar. Por algum motivo, basta clicar nela, pelo Dolphin.

O capítulo de montagem automática de partições “adicionais”, nas Configurações do sistema (KDE), não faz efeito algum, — tal como não faz efeito no Debian e mais algumas “distros”. — Provavelmente, será necessário incluí-las no arquivo “/etc/fstab”, e / ou alterar alguma “política” (tipo “polkit”). Nada muito urgente.

••• Ver “Montagem automática de partições adicionais” (adiante).

As Configurações do sistema (KDE), parece que simplesmente não incluem o Kwallet, — um popup torra a paciência, 2 vezes, a cada vez que se abre o Chrome / Chromium. — Também não é tão urgente.

Também não adiante desmarcar o pedido de senha para logar automaticamente na conta do Usuário, — isso terá de ser resolvido em outro lugar. — Sem urgência.

Enfim, a brincadeira do Cubo foi descartada, — devido a algumas “tremidas nervosas” da tela, nas primeiras horas. — Em vez de sobrecarregar, a opção foi desativar mais alguns “Efeitos” bobos, como as animações de Maximizar e Minimizar janelas. Esse tem sido um cuidado corriqueiro, uma vez que não existe placa aceleradora de vídeo (3D), mas apenas o recurso onboard de 2008, para o qual estão alocados 256 MB da Memória RAM. Após quase 24 horas de uso constante, as coisas parecem bastante tranquilas.

Pacotes e atualizações


Sistema “atualizado”, desde o primeiro momento, — e sem novidades após 1 hora, 2 horas

Chamou atenção o fato de, ao carregar pela primeira vez, logo após a instalação, o Magneto Entropy se apressou em notificar que, — “Seu Sabayon está atualizado. Tudo parece estar Ok. Não há atualizações a fazer. Legal!”.

A versão instalada era “16.11” (29 Out. 2016), — que até hoje (6 Mar. 2017) é a opção-padrão na página de download para desktop, — embora já existam imagens ISO mensais “17.03” (28 Fev.), e imagens diárias com a data de hoje (6 Mar.).

As indicações do Centro de Informações do KDE (KInfocenter) também pareciam defasadas, em comparação com o pouco que havia lido, e com o que diz sua página oficial: — “Sabayon is a beginner-friendly Gentoo-based open-source Linux distribution. We aim to deliver the best "out of the box" user experience by providing the latest open source technologies in an elegant format. In Sabayon everything should just work. We offer a bleeding edge operating system that is both stable and reliable”.

Porém, o mais urgente era instalar o Gimp (que não veio junto), — e substituir o Google Chrome (que veio) pelo legítimo Chromium, para ver se eliminava alguns defeitos iniciais.

No entanto, a (pouquíssima) leitura não deu nem para o começo. Digitando “pacote” ou “Software” no Menu, não se acha nada. Digitando “Package”, aparece apenas um link “Sabayon packages”, — que leva à página “Sabayon Entropy Store”. — Não era bem isso que o iniciante procurava.

Sem saber o “nome de batismo” do gerenciador “Rigo”, — ou as palavras-chave “Application Browser”, — poderia passar por ele vezes seguidas, sem “ver” que ele existia.

Comando “equo update” finalmente encontrou novidades, — e revelou a existência do Rigo

De volta a uma das (pouquíssimas) leituras anteriores, tratei de ouvir um palpite “da boca do cavalo”, como se diz, — e ele mandou apostar em “su” + “equo update”.

Desse modo, — após 2 horas, — finalmente, apareceram “2 atualizações disponíveis”, — e fiquei sabendo da existência do Rigo, com um botão de brinde para abri-lo sem necessidade de voltar ao Menu K.

Por “2 atualizações disponíveis”, — coisa de aparência boba, — leia-se, “1 upgrade completo”.

O processo se estendeu por 2h 25min, — até 4:31, — com dúzias de informações e perguntas muito boas, porém absolutamente incompreensíveis para um iniciante que faltou a 99,7% das aulas.

Ou talvez seja mais exato dizer que o upgrade geral terminou às 4:12, — e daí por diante devia ter ignorado o resto?

Rigo “trabalhando muito”, após quase 2 horas, — “Instalando versão 17.03

Depois de quase 2 horas vendo o desfile no “Mostre para mim” do Rigo, — cuja barra de título exibia “Estou trabalhando muito”, — às 3:59 ficou claro que o Sabayon 16.11 estava se transformando em 17.03.

Na verdade, não é possível dizer se fiquei mesmo assistindo esse desfile. Há uma lacuna de 1h25min nas capturas de tela, entre 2:29 e 3:56. Poderia ter havido alguma falha do KDE Spectacle ou da tecla PrtScn, porém é muito provável que tenha ido tirar um cochilo. Afinal, não sabia o que estava fazendo na frente do computador, — e desconfiava que ele saberia cumprir o seu dever, sem ninguém para atrapalhar. Terá feito perguntas? Respondeu sozinho?

Logo adiante, às 4:08, — instalando o Kernel “Linux Sabayon 4.8.17-0”, — reclamou que não conseguiu montar uma penca de partições, mas só pediu a senha depois. Após fornecer a senha, tornou a reclamar que não conseguiu montar a mesma penca de partições, às 4:09.

Atualização completa, — e inúmeros itens para “revisão manual”

A partir das 4:12, a atualização se declarou concluída.

Porém, começaram as perguntas realmente embaraçosas, — bem como vários cliques em “Atualizar” aqui e ali, — e que voltavam a ser exibidos para clicar de novo, várias vezes.

Havia até um trecho, — totalmente em branco (cinza), sem nenhuma pergunta ou informação, — e as opções de “Ok, obrigado!” e “Mostre para mim”. Talvez fosse uma mensagem secreta, com tinta invisível.

Tudo, ao mesmo tempo, — e muitas vezes, sem possibilidade de efeito imediato, — apenas entrar na fila (qeue).

Complicado, por exemplo, dizer que “há 53 bibliotecas preservadas”, — com a opção “Atualizar”, que não faz sentido em nenhuma língua do mundo. — Se foram “preservadas”, é porque não fazem mal. E afinal, tudo já foi “atualizado”. Significaria “remover”?

Enfim, uma gorda fila de aplicativos que “não serão mais atualizados” foi apresentada para “revisão manual”. — Até olhei os primeiros, sem entender nada daquela algaravia. — A decisão acabou sendo a de remover tudo aquilo, — lamentando ficar sem Konqueror e Okular (difícil crer que tenham encerrado suas carreiras). Mas foi uma alegria, quando chegou a hora de eliminar Akonadi, KDE-PIM e várias outras coisas.

Final da “revisão manual”, após a atualização (ou upgrade) do Sabayon

Às 4:31 (relógio exibindo “4:21”), restava apenas o Akonadi para “revisar manualmente”, — declarando no texto (no alto) que você pode “mantê-los ou desinstalá-los”, mas oferecendo (embaixo) “Reinstalar” ou “Remover”, — e as últimas 5 bibliotecas “preservadas”, com aquela opção esquisita de “atualizar”.

A ambiguidade, — afinal, é “manter” ou “reinstalar”?, — aliada à persistência de “avisos” cobrando providência, — pelo menos foi eliminada.

A expectativa é que, — feita a limpeza até o último grão de poeira, — seja possível instalar (sem ambiguidade) o Konqueror e o Okular, — um de cada vez, — e ver se explode, pega fogo, ou assobia.

Mas o mais urgente, ali mesmo, era instalar Gimp, Conky, Xsane, — além de remover o Google Chrome, e instalar o Chromium, — coisas realizadas com sucesso até 4:48 (com o relógio ainda exibindo “4:21”).

Epílogos


Instalação do Konqueror no Sabayon, pelo Rigo Application Browser

6 Mar. 2017 - Concluído o relato (acima), foram reinstalados o Konqueror e o Okular, sem maiores protestos por parte do Sabayon.

Apresentação de dependências adicionais, durante a instalação do Konqueror pelo Rigo, no Sabayon

Ao longo do processo, o Rigo apresenta eventuais dependências, — que podem ser aceitas em bloco, ou examinadas individualmente.

Alteração do hostname, — de “sabayon.local” para “Linux11”

O “nome da máquina” foi corrigido, — de “sabayon.local” para “Linux11”, — pela simples edição do arquivo “/etc/hostname”.

Em outros sistemas, foi necessário editar também “/etc/hosts”, para incluir o novo hostname, — porém no Sabayon o arquivo estava vazio, — e assim foi deixado.

Ao carregar novamente, a mudança fez efeito, e não houve reclamações.

Como não existe rede por aqui, — é um computador isolado, e sem acesso externo, — a utilidade dessa modificação é apenas cosmética, — exibir “Linux11” no Conky e no Konsole.

••• Montagem automática de partições adicionais


Copiando “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Antergos para o Sabayon, no Krusader (modo Root)

17 Mar. 2017 - Ao resumir a montagem automática de partições “adicionais” nos diferentes Linux instalados, foi retomada esta configuração específica do Sabayon, — aproveitando para testar uma ideia: — Simplesmente copiar e colar o arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” de outro sistema para o Sabayon.

Isso foi feito “de fora”, — no Kubuntu, usando o Krusader em modo Root, para agilizar. — E o Sabayon finalmente carregou com 4 partições “adicionais” montadas automaticamente.

São as partições “Armazem1”, “XTudo”, “Works” e “Sites”, que tinham sido habilitadas nas Configurações do sistema (System settings) desde o dia da instalação do Sabayon, — sem resultado.

Confirmado que agora a configuração funciona, foi habilitada a montagem automática das demais partições.

Crash do Kwin


Crash do Kwin

O Sabayon foi removido após um crash do Kwin em 29 Mai 2017.

A experiência ficou adiada, — até nova instalação do Sabayon no final de 2018, — agora, sem usar o Rigo. — Só comandos Entropy, para começar.
_________
Relato produzido e publicado de 5 a 6 Mar. 2017, e complementado de 6 a 8 Mar. 2017, no Sabayon.
••• “Montagem automática de partições adicionais” acrescentado em 17 Mar. 2017.

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