terça-feira, 18 de outubro de 2016

Transformação do Debian 8.6 Jessie em Debian testing (não Stretch)

Debian 8.6 “Jessie” transformado em Debian testing (não Stretch), após editar “/etc/apt/sources.list

A “transformação” do Debian 8.6 “Jessie” em Debian “testing” (não Stretch) tinha tudo para dar errado, — mas acabou saindo melhor do que a encomenda.

Ao contrário de um sistema “escangalhado”, — como era de recear, — essa “transformação” de agora, muito maior e mais complexa, parece ter resultado em um sistema tão “funcional” quanto (ou mais que) o “Jessie”, ou o “Stretchoriginal, instalados ultimamente.

É impactante a “atualidade” do ambiente e dos aplicativos, com o KDE Plasma 5.8, e Kernel 4.7.0, — não há como não pensar no KDE Neon. — Em tudo, o contrário do “aspecto antiquado” que em geral se associa ao Debian “stable”.

A diferença é evidente até mesmo em relação à terceira instalação do Debian testing “Stretch” original, que parecia amarrado ao Kernel 4.6.0-1, — como que limitado a correções dentro dele.

Debian 8.6 “Jessie” transformado em Debian testing (não Stretch), após editar “/etc/apt/sources.list

            Instalado   Migrado
  
Debian      8.6 Jessie  testing
Kernel      3.16.0-4    4.7.0-1
KDE         4.14.2      5.8.0
Frameworks              5.26.0
Qt                      5.6.1

O processo foi tentado sem grandes expectativas, — tratava-se de “fazer, para ver”, — pois realmente não havia como “dominar” o assunto, antes de tentar, — por mais que gastasse outros 2 ou 3 anos, apenas “lendo”.

Por isso, o relato é de uma “experiência”, — cercada de dúvidas, lacunas e burrices, — para começar a aprender, — e não o “tutorial” de um expert.

Índice


São relatados vários aspectos que não fazem parte de uma migração “normal”, — pois, aqui, trata-se de documentar o que realmente foi feito, — inclusive erros, complicadores não-recomendados etc.:

  • Alhos & bugalhos - Resumo (não-ortodoxo) dos repositórios usados “antes & depois”
  • Ponto de partida - Tentativa de identificar alterações nos repositórios, antes dessa migração
  • Ensaios e preparativos - Outra experiência, feita horas antes
  • Salto triplo mortal - Coisas não-recomendadas, mas que não foram evitadas
  • “Ou vai, ou racha” - Iniciando a transformação
  • 1º tempo — Synaptic - Tentativa frustrada
  • 2º tempo — “apt” - Tentativa que de fato funcionou
  • Tempo complementar - Boot, Grub, configurações, erros
  • Ajustes e correções - Solucionando problemas
  • A resolver (To Do) - Problemas a solucionar no futuro

Alhos & bugalhos


A transformação se faz pela simples alteração dos repositórios, — seguida de um upgrade geral.

Existem 2 maneiras de indicar as “fontes de software” a serem utilizadas no Debian, — referidas às 3 versões “em manutenção ativa”*:

  • Versão (Release, Name)*
  •  ∞ - Sid — “cenoura na frente do burro” (nunca será lançada)
  • 9.x - Stretch — a próxima (ainda sem data de lançamento)
  • 8.x - Jessie — a atual (lançada em 25 Abr. 2015)
  • Distribuição, Canal de distribuição (Distribution, State)*
  • Unstable — instável — ou “sid” (jamais será “lançada”)
  • Testing — para teste — é sempre “a próxima versão estável
  • Stable — estável — é sempre “a última versão já lançada”.

O “desenvolvimento” de software ocorre na distribuição “unstable” (ou “sid”). — Depois de cumprirem certos requisitos, os novos pacotes passam para a distribuição “testing”, — e finalmente chegam à distribuição “stable”.

Essas 3 “distribuições” nunca mudam (são “fixas”, digamos assim), — os pacotes é que vão passando de uma para outra — e, com eles, avançam as “versões” do Debian, uma após outra, como numa “linha de montagem”.

No momento, a versão “Stretch” está em “Testing” — e, depois de lançada, será “Stable”.

Porém, muito antes do lançamento, começa a ser mais ou menos “congelada”, — nenhuma “novidade” é acrescentada, durante um longo período de correções etc. — Daí porque, ao ser lançada, cada nova versão do Debian já chega com um jeitão demodé.

Portanto, faz diferença, optar entre receber pacotes da versão “Stretch”, — condenada ao “congelamento”, mais cedo ou mais tarde, — ou da distribuição “Testing”.

Supondo que o arquivo “/etc/apt/sources.list” original do atual Debian testing “Stretch” contenha isso:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ stretch main
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ stretch main 
deb http://security.debian.org/debian-security/ stretch/updates main
# deb-src http://security.debian.org/debian-security/ stretch/updates main

pode ser modificado para ficar assim:

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main
deb http://security.debian.org/debian-security/ testing/updates main
# deb-src http://security.debian.org/debian-security/ testing/updates main

Desse modo, “novidades” continuarão chegando (I presume), — mesmo depois de o Stretch ser “congelado”, para um longo período de correções, antes do lançamento oficial, — e também depois de o Stretch ser lançado e se tornar “stable”.

É importante evitar a mistura de “versão” com “distribuição”, — use “stretch”, ou “testing”, — nunca os dois, entremeados aqui e ali.

Em bom português, — “não misture alhos com bugalhos”.

  • IMPORTANTE: - Essa apresentação “esquemática” é uma “simplificação estúpida”, feita apenas para destacar uma ideia. Tenha sempre em mente que, na real, nenhuma coisa existe “destacada” do resto. || Obs.: As linhas referentes ao “código-fonte” (deb-scr), — sem utilidade para usuários “leigos”, — foram “esmaecidas”, para destacar o que de fato interessa. || → Isso não existe! “Sid” foi colocado no topo das “versões”, apenas para tornar “simétrica” a exposição do assunto “Versão X Distribuição”. Leve na brincadeira, ok.

Ponto de partida


Backup “/etc/apt/sources.list.save”, localizado após a transformação do Debian “Jessie” em “Testing

A decisão de instalar o Debian 8.6 “Jessie”, — depois daquela falha ao atualizar o Debian testing “Stretch” original, — visava “aprender fazendo” essa manipulação cabalística das “fontes de software”, no arquivo “/etc/apt/sources.list”.

Para isso, deveria ser preservada uma cópia do arquivo “/etc/apt/sources.list” original, — e documentar todas as alterações realizadas, desde o primeiro momento. — Porém, isso não foi feito de modo sistemático (e já se passaram 18 dias!). Resta examinar os registros disponíveis.

30 Set., 23:55 - A cópia mais “próxima” do original, é o backup/etc/apt/sources.list.save”, — datado das 23:55, logo após a instalação do Debian 8.6 KDE, concluída às 22:14.

# deb cdrom:[Debian GNU/Linux 8 _Jessie_ - Official Snapshot amd64 LIVE/INSTALL Binary 20160917-15:03]/ jessie main

deb http://security.debian.org/ jessie/updates main contrib non-free
deb http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
# deb-src http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates contrib non-free main
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates contrib non-free main
deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates main contrib non-free

É interessante observar que “us.debian.org” era o único que já estava com “deb-src” (código fonte) previamente desabilitado, e também o único a não receber a dupla “contrib non-free”, — duas coisas que foram / seriam feitas de modo “automático” (indireto), apenas marcando / desmarcando opções no Apper do Debian. Além disso está quase no topo (carrega primeiro). — Trata-se de um “privilegiado”, já se vê. No entanto, nem é citado nas orientações sobre Sources List. Só resta torcer para que não seja arrumação da NSA.

[23:54] - Tinha sido aberto o Apper, — especificamente para acrescentar “contrib non-free”, — e os PrintScreen registram a alteração das seguintes opções, na base do “marcar / desmarcar”:

  • Sim → Aplicativos não compatíveis com a DFSG (non-free)
  • Sim → Verificar por atualizações

Alterações do “/etc/apt/sources.list” por simples marcações no Apper do Debian Jessie 8.6

23:56 - Logo em seguida, foram marcadas mais algumas opções:

  • Sim → Atualizações recomendadas
  • Sim → Atualizações sugeridas
  • Não → Código fonte

Ao aplicar esta segunda leva de opções, o arquivo das 23:55 virou backup, e passou a valer esta nova versão, de 1º até 17 Out.:

flavio@Linux3:~$ cat /etc/apt/sources.list

# deb cdrom:[Debian GNU/Linux 8 _Jessie_ - Official Snapshot amd64 LIVE/INSTALL Binary 20160917-15:03]/ jessie main

deb http://security.debian.org/ jessie/updates non-free contrib main
deb http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
# deb-src http://http.us.debian.org/debian/ jessie main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie non-free contrib main
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie non-free contrib main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main non-free contrib
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-updates main non-free contrib
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-proposed-updates main non-free contrib
# deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ jessie-proposed-updates main non-free contrib
# deb-src http://security.debian.org/ jessie/updates non-free contrib main

23:59 - Apper instala Synaptic, usado a partir de 0:05 (1º Out.).

Esse exame parece assegurar que:

1) Não foi adicionado “manualmente” nenhum repositório, que já não existisse na “sources.listoriginal, — ou que o Apper do Debian não estivesse programado para adicionar.

  • Essa dúvida foi despertada pela existência do “us.debian.org”, — simultaneamente com “br.debian.org”, — em desacordo com os exemplos “oficiais”.

2) A dupla “contrib non-freenão foi adicionada “manualmente”, a esmo, — foi colocada “nos lugares certos”, pelo próprio Apper / Debian, cabendo ao usuário apenas marcar opções predefinidas.

  • Essa dúvida foi despertada pelo fato de a dupla estar ausente das 2 linhas “us.debian.org”, embora presente nas demais.

Acréscimo dos repositórios “Jessie-Backports”, via Synaptic

Fica por explicar o fato de o “backup” datar do dia 30, uma vez que depois disso foram feitas pelo menos 2 alterações, — bem documentadas:

  • 2016-10-17_19-20-28 → Adicionados manualmente repositórios “Jessie-Backports”, via Synaptic.

  • 2016-10-18_00-32-18 → Substituídos manualmente os repositórios “Jessie” por “Testing”, e eliminados os repositórios “Jessie-Backports”, via Synaptic.

Hipótese → O Apper mantém a versão anterior como backup, — mas não o Synaptic.

Ensaios e preparativos


Exame dos pacotes disponíveis em “jessie-backports”, pelo Synaptic

17 Out., 19:20 - A primeira experiência foi acrescentar “jessie-backports” ao arquivo “/etc/apt/sources.list” e recarregar as informações dos repositórios, — porém os pacotes tornados acessíveis (cerca de +2.000) não eram nenhuma Brastemp.

Não resolveram, por exemplo, o “Retângulo das Bermudas”, — Wine / Dreamweaver invisível, onde até o ponteiro do mouse desaparece, — nem a falta de “Montar e exibir imagem ISO” no menu de contexto do Konqueror.

Àquela altura, havia 1.934 pacotes instalados, — e com mais alguns dos “backports”, o total foi para 1.955 pacotes instalados.

Além disso, foram instalados os seguintes pacotes:

  • debian-keyring
  • debian-archive-keyring
  • apt-show-versions (17:50, dia 17).
  • apt-listbugs
  • apt-listchanges

Os dois primeiros, para usar “backports” no Debian 8.6 “Jessie”. — Os dois últimos, recomendados para instalações Debian “unstable”.

Também foi adicionado o usuário flavio ao “sudo”, — “adduser flavio sudo”, — o que veio alterar todos os hábitos. Até então, quase sempre a senha solicitada (e aceita) era a de Administrador (root). — Mas, daí por diante, a senha solicitada (e aceita), na maioria das vezes, é apenas a de Usuário, — como acontecia na antiga instalação do Debian testing “Stretch”, depois que o sistema ficou sem administrador e a situação foi resolvida pelo comando “usermod -a -G sudo flavio” no modo Recovery.

Salto triplo mortal


Substituição de “jessie” por “testing” em “/etc/apt/sources.list”, via Synaptic

18 Out., 0:30 - Começou então a segunda experiência, — que de fato interessava:

Transformar um Debian “estável”, — aliás, “versão” fixa (Jessie), — em Debian “rolling-release” (“testing”, não “Stretch”).

As orientações encontradas indicam que o Debian “unstable” (ou “sid”) só se pode obter por upgrade a partir do Debian “testing”, — e no caso de se ter um Debian “stable”, é necessário, primeiro, fazer upgrade para “testing, e só depois, para “unstable”.

Talvez o mais prático fosse reinstalar o Debian testing “Stretch”, e usá-lo como ponto de partida, — mas o “Jessie” já estava instalado, e não valia a pena ter esse trabalho extra, para uma experiência que parecia ter tudo para acabar em desastre.

  • Na verdade, a recomendação vai mais além: — Partir de uma instalação “mínima”, para minimizar o download e os riscos, — pois, quanto mais pacotes instalados, mais complexa é a migração.

Partindo do Debian “Jessie”, — bastante configurado, e com muitos aplicativos instalados, — o desafio ficava até mais interessante.

Omitidos os repositórios de “código-fonte”, — desabilitados, — o arquivo “/etc/apt/sources.list” ficou assim, com a substituição de “jessie” por “testing”:

deb http://security.debian.org/ testing/updates main contrib non-free
deb http://http.us.debian.org/debian/ testing main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main contrib non-free
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing-updates contrib non-free main
deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing-proposed-updates main non-free contrib

Portanto, se “us.debian.org” tinha apenas “main”, ficou assim mesmo, por falta de qualquer orientação em contrário.

A eliminação da linha “Jessie-Backports” seguiu alguma orientação consultada, — no sentido de que “Testing” não tem “Backports”.

De fato, um visita ao Índice de distribuições Debian sempre ajuda a “ver” as coisas como elas são:

[DIR] Debian7.11/                       2016-06-04 11:51
[DIR] Debian8.6/                        2016-09-17 11:40
[   ] README                            2016-09-17 09:53
[DIR] experimental/                     2016-05-18 09:34
[DIR] jessie-backports/                 2016-10-19 15:29
[DIR] jessie-kfreebsd-proposed-updates/ 2016-10-19 15:28
[DIR] jessie-kfreebsd/                  2016-10-19 15:29
[DIR] jessie-proposed-updates/          2016-10-19 15:28
[DIR] jessie-updates/                   2016-10-19 15:28
[DIR] jessie/                           2016-09-17 11:40
[DIR] oldstable-backports-sloppy/  2016-10-19 15:28
[DIR] oldstable-backports/              2016-10-19 15:29
[DIR] oldstable-proposed-updates/  2016-10-19 15:28
[DIR] oldstable-updates/                2016-10-19 15:28
[DIR] oldstable/                        2016-06-04 11:51
[DIR] proposed-updates/                 2016-10-19 15:28
[DIR] rc-buggy/                         2016-05-18 09:34
[DIR] sid/                              2016-05-18 21:39
[DIR] stable-backports/                 2016-10-19 15:29
[DIR] stable-kfreebsd-proposed-updates/ 2016-10-19 15:28
[DIR] stable-kfreebsd/                  2016-10-19 15:29
[DIR] stable-proposed-updates/          2016-10-19 15:28
[DIR] stable-updates/                   2016-10-19 15:28
[DIR] stable/                           2016-09-17 11:40
[DIR] stretch-proposed-updates/         2016-05-21 15:36
[DIR] stretch-updates/                  2016-10-19 15:28
[DIR] stretch/                          2016-10-19 10:31
[DIR] testing-proposed-updates/         2016-05-21 15:36
[DIR] testing-updates/                  2016-10-19 15:28
[DIR] testing/                          2016-10-19 10:31
[DIR] unstable/                         2016-05-18 21:39
[DIR] wheezy-backports-sloppy/          2016-10-19 15:28
[DIR] wheezy-backports/                 2016-10-19 15:29
[DIR] wheezy-proposed-updates/          2016-10-19 15:28
[DIR] wheezy-updates/                   2016-10-19 15:28
[DIR] wheezy/                           2016-06-04 11:51

  • Isso ajuda a perceber como o resumo “esquemático” não passa de uma “simplificação estúpida”. — Porém, mais vale 1 ideia compreendida, do que 200 confundindo tudo. Tudo tem seu tempo (Turn turn turn). E cada um escolhe a hora em que está pronto para mergulhar mais além.

O arquivo README parece “dissolver” um pouco, a distinção entre “versão” e “distribuição”, — adotada nesse relato*, — mas ajuda a entender as coisas (se não confundir mais):

This directory, dists, is the canonical way to access the distributions.
Each distribution can be accessed by name or state from here.

oldstable, or wheezy          - the released Debian 7.11
stable, or jessie             - the released Debian 8.6
oldoldstable-proposed-updates - possible updates to Debian 6.0
oldstable-proposed-updates    - possible updates to Debian 7
stable-proposed-updates       - possible updates to Debian 8
squeeze-updates               - important updates to Debian 6.0
wheezy-updates                - important updates to Debian 7
jessie-updates                - important updates to Debian 8
testing, or stretch           - the development version of the next release
unstable, or sid              - untested candidate packages for future releases
experimental, or rc-buggy     - experimental packages to be used on top of unstable

Esse tipo de “oscilação”, entre milhares de páginas do Debian, — que se desdobram e dispersam, na busca infinita da mais absoluta “exatidão”, — às vezes balança a convicção de que a distribuição “testing” de fato continuará recebendo novidades, durante os 6 ou 8 meses em que “stretch” já estiver “congelado” para correções, antes do lançamento.

Por outro lado, parece absurdo que assim não seja.

  • (*) A distinção entre “versão” (release, name) e “distribuição” (distribution, state), — adotada aqui, — tenta manter as práticas observadas na página “Versões/Lançamentos Debian” (PT-BR) / “Debian releases” (EN); e dentro do possível, as práticas observadas na página “Index of /debian/dists”. || Algumas estatísticas podem dar uma visão menos “conceitual” e mais real das coisas como elas são (ou têm sido, até agora), tais como o período de “congelamento” de cada nova versão (6 a 8 meses), antes do lançamento.

“Ou vai, ou racha”


Substituição (quase) total: “1.465 pacotes listados” (atualizável), e “1.955 pacotes instalados”

A partir desse momento, foram recarregadas as informações dos repositórios, — e depois, uma mega-atualização, que substituiu praticamente todos os pacotes instalados até então.

O mais simples seria rodar um comando só:

  • apt-get update && apt-get dist-upgrade

mas a inexperiência tem caminhos próprios, para aprender “do seu modo”.

1º tempo — Synaptic


Situação aos 10 minutos da 1º tempo, — Synaptic fazendo download de milhares de pacotes

Foi tentado, primeiro, fazer essa “atualização” pelo Synaptic, — pensando em ficar com um registro completo dos pacotes atualizados, instalados, removidos:

Histórico do Synaptic: — Commit Log for Tue Oct 18 00:39:38 2016

Linha 4 a 91 → 87 pacotes removidos
Linha 94 a 1.557 → 1.463  pacotes atualizados
Linha 1.560 a 2.453 → 893 pacotes instalados (adicionados)

Atualizados + instalados = 2.356.

Mas a tentativa levou a uma situação aparentemente sem saída, — por burrice, falta de conhecimentos, ou real impossibilidade, — e parece que foi trabalho perdido (exceto pela listagem).

0:39 - “Aplicar” as alterações (no Synaptic). — Pensamento da hora: — “Será um milagre, se der certo”.

Nesse momento, o Debian 8.6 “Jessie” ocupava 6,27 GiB em disco, — com o Synaptic configurado (desde 1º Out.) para deletar os pacotes baixados, depois de serem instalados.

Uma vez iniciado o processo, o Synaptic atualizou a previsão — de 1.465 pacotes listados (“atualizável”), passou a 2356 para instalar / atualizar”, e 87 para remover.

1:10 - Cessa o download maciço.

1:11 - Começa o processamento maciço.

Pergunta cruel à 1:14: — “KDM ou SDDM?”

1:14 - Altas horas, aquela pergunta que o professor não avisou que ia cair na prova: — “KDM ou SDDM?”. — Em má hora foi escolhido KDM. ••• Alterado em 20 Out., às 17:07. (ver “Ajustes e correções”, adiante). •••

Conky ainda indica “Debian 8.6 Jessie” (uptime 1h 6min). — A ocupação da partição do sistema já está em 7,95 GiB.

1:16 - Apenas 2 minutos depois, o Conky já indica “Debian testing (Stretch)”, — porém mantido Kernel 3.16.0-4. — Claro. Ainda não houve Restart (uptime 1h 7 min).

1:17 - Xeque-mate: — (a) Atualizar “glibc” agora? [Yes]. — (b) KDM precisa ser parado antes de prosseguir. Se quiser interromper o upgrade agora e continuar mais tarde, responda “No” à próxima pergunta. — (c) Atualizar “glibc” agora? [No]. — (d) “Sub-processo novo script pre-installation retornou estado de saída de erro 1”. (Notificador do Apper indica 1.437 pacotes para atualizar). — (e) “Alterações aplicadas. Nem todas as mudanças e atualizações foram bem sucedidas. [Detalhes]”.

Ao longo desses 5 PrintScreen (42 segundos, entre 1:17:16s e 1:17:58s), a ocupação da partição do sistema evolui de 7,96 GiB para 8,01 GiB.

Depois de completar (com ressalvas), os números continuavam em stand-by

É aí que a porca torce o rabo. — Criou-se uma situação meio “impossível”, a ser resolvida dentro de limites apertados.

Ao que parece, era necessário parar / reiniciar o “servidor X”, — tipo, “Ctrl-Alt-Backspace”, ou “sudo /etc/init.d/kdm restart”, ou simplesmente Logout / Login, — para reiniciar o KDE.

Teria de ser feito, sem Restart da máquina? — Perguntinha boba, de usuário “leigo”. — Vai saber.

Só que a receita clássica para isso é “Salvar e fechar todas as aplicações abertas”. — Mas, como “salvar” a situação do Synaptic? — O problema estava em fechá-lo, naquele momento.

Na verdade, os 1.465 pacotes “listados” (atualizáveis) continuavam “marcados” para instalação, — e a estimativa de instalar / atualizar 2.356 pacotes + remover outros 87 continuava na linha de status, — após fechar o diálogo de “Alterações aplicadas” (com ressalvas).

Como reiniciar o “servidor X”, — preservando o “estado”, — volátil, digamos assim, — do Synaptic?

1:19 - A ocupação da partição do sistema voltou a cair para 6,28 GiB, — com o Synaptic ainda aberto, — devido à configuração adotada no Synaptic, de sempre deletar os pacotes baixados, após instalados. (É possível que essa configuração tenha causado repetição desnecessária de downloads).

→ Fechado o Synaptic, foi feito o Restart da máquina. — Um exame retrospectivo do “dpkg.log” sugere que pouquíssima coisa de fato se completou, dde todos aqueles milhares de pacotes mostrados no “Histórico” do Synaptic (history.log): — 5 pacotes instalados, 27 atualizados, 0 removidos.

1:21 - “A stop job is running”.

Problema de Grub entre vários Linux: — Kubuntu (ainda) não sabe se Debian tem novo Kernel

1:23 - Outro possível erro: — Consta do “Histórico” do Synaptic que já teria instalado o Kernel 4.7.0-1. — Mas, o Grub do “novo” Debian não chegou a ser instalado e configurado (não assumiu o controle), pois o que apareceu foi o Grub do Kubuntu. — Neste caso, seria necessário carregar o Kubuntu e atualizar seu Grub, para reconhecer o novo Kernel do Debian (se de fato havia), e oferecê-lo no Menu de inicialização. — Isso não foi feito.

Portanto, o novo Debian “testing” foi recarregado com o Kernel antigo, do Debian “Jessie”.

2º tempo — “apt”


Constatada a inabilidade do Synaptic, o resto do processo foi feito usando apenas os comandos básicos, — porém as saídas, na maioria dos casos, ultrapassaram o número de linhas mantidas pelo Terminal (Konsole), — o que impediu de copiar e salvar mais do que a parte final. Por isso, é difícil saber qual comando estava em atividade, a cada PrintScreen e a cada hora.

O comando “history” lista os seguintes comandos rodados como Administrador (Root), a partir de 0:19 do dia 18, — com alguns horários que foi possível identificar, — e sublinhado o último de cada sessão (Restart), para separá-las:

        72  history > /$HOME/history-root.txt → 0:19
        73  apt-get update                    → 0:20 ~ 0:30
        74  apt-get upgrade                   → 1:27
        75  apt-get dist-upgrade              → 1:27 ~ 1:28
        76  apt-get upgrade                   → 1:37 ~ 2:04
        77  apt-get -f install                → 2:07
        78  apt-get -f install
        79  apt-get upgrade                   → 2:08
        80  apt-get -f install
        81  apt-get -f install
        82  clear
        83  apt-get upgrade
        84  apt-get dist-upgrade              → 2:17
        85  reboot                            → 3:12
        86  apt update                        → 3:29
        87  apt list --upgradable             → 3:29
        88  apt upgrade                       → 3:35
        89  apt autoremove                    → 3:38

O uso do “apt-get” veio de orientações encontradas nas páginas “oficiais”, ao passo que o uso do “apt” foi impensado. Porém, não são “iguais”, — existem diferenças relevantes.

Apenas alguns desses comandos produziram efeito digno de constar do /var/log/apt/history.log, no dia 18:

Start-Date: 2016-10-18  01:15:18
Commandline: synaptic
End-Date: 2016-10-18  01:17:35

Start-Date: 2016-10-18  01:29:37
Commandline: apt-get -f install
End-Date: 2016-10-18  01:31:11

Start-Date: 2016-10-18  01:47:00
Commandline: apt-get upgrade
End-Date: 2016-10-18  02:04:44

Start-Date: 2016-10-18  02:37:01
Commandline: apt-get dist-upgrade
End-Date: 2016-10-18  03:07:47

Start-Date: 2016-10-18  03:36:32
Commandline: apt upgrade
End-Date: 2016-10-18  03:37:05

Start-Date: 2016-10-18  03:37:44
Commandline: apt autoremove
End-Date: 2016-10-18  03:41:02

Sinal de que alguns dos comandos listados antes foram abortados, tipo “Yes / no”, ou coisa parecida. — Completar e corrigir a primeira lista.

Debian testing, com Kernel antigo (do Jessie). — Parece cedo demais, para já ter rodado tantos comandos

1:26 - Carregado Debian “testing”, com Kernel anterior (do Jessie). Conky indica uptime 0h 3min, —demora “normal”, desde antes, devido à verificação de partições FAT32 etc.

Foram rodados os seguintes comandos, até novo Restart, à 1:31:

        74  apt-get upgrade                   → 1:27
        75  apt-get dist-upgrade              → 1:27 ~ 1:28

apt-get dist-upgrade → Stop KDM, — YES

1:29 - KDM precisa ser parado. — “YES”.

1:30 - … you will be prompted on each upgrade for the list of services you wish to restart. You can choose this option to avoid being prompted; instead, all necessary restarts will be done for you automatically so you can avoid being asked questions on each library upgrade. → YES.

The system update has completed. A restart is required

1:31 - The system update has completed. A restart is required.

1:32 ~ 1:36 - Nenhuma foto do Restart. Se houvesse passado por um Grub já do Debian, com certeza haveria fotos e/ou anotações. Portanto, mais uma vez, passou pelo Grub do Kubuntu (desatualizado), ou seja, — tornou a carregar o “novo” Debian testing, com o Kernel antigo, do Jessie.

A partir desse ponto, foram rodados os seguintes comandos, até novo Restart às 3:12 (uptime 1h 38 min):

        76  apt-get upgrade                   → 1:37 ~ 2:04
        77  apt-get -f install                → 2:07
        78  apt-get -f install
        79  apt-get upgrade                   → 2:08
        80  apt-get -f install
        81  apt-get -f install
        82  clear
        83  apt-get upgrade
        84  apt-get dist-upgrade              → 2:17
        85  reboot                            → 3:12

apt-get upgrade → vai atualizar 783 pacotes

1:37 - Segue “apt-get upgrade” (anotação após reiniciar). — Serão atualizados 783 pacotes.

Da saída desse comando, puderam ser copiadas e salvadas apenas as últimas 1.046 linhas, às 2:06, — provavelmente menos de 1/3 do total, já que cada pacote implica em pelo menos 4 linhas (obter, preparar, descompactar, configurar).

1:45 - 8 pacotes com 1 bug, cada (inclui grub-pc e grub2-common). Instalar mesmo assim? → YES.

1:48 - Possible missing firmwares.

2:03 - Nova versão do arquivo de configuração “/etc/apt/conf.d/50unattended-upgrades” está disponível, mas a versão atualmente instalada foi modificada localmente. Manter a versão local ou instalar a versão do mantenedor? → Sobrescrever.

2:04 - Concluído.

2:08 - Novo comando “apt upgrade” não encontra mais nada para atualizar, — nem nada para consertar pelo “apt-get -f install”:

root@Linux3:/home/flavio# apt-get upgrade
Lendo listas de pacotes... Pronto
Construindo árvore de dependências    
Lendo informação de estado... Pronto
Calculando atualização... Os seguintes pacotes foram instalados automaticamente e já não são necessários:
  adwaita-icon-theme docutils-common docutils-doc libasprintf0c2 libc6-i686:i386 libegl1-mesa-drivers libenca0
  libopenvg1-mesa liborbit2 libpango1.0-0 libuuid-perl python-dbus-dev python-docutils python-gnome2 python-pygments
  python-pyorbit python-roman
Utilize 'apt-get autoremove' para os remover.
Pronto
Os pacotes a seguir serão mantidos em suas versões atuais:
(…)
0 pacotes atualizados, 0 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 650 não atualizados.
N: A ignorar o ficheiro '50unattended-upgrades.ucf-old' no directório '/etc/apt/apt.conf.d/' porque tem uma extensão inválida no nome do ficheiro

2:17 - Comando “apt-get dist-upgrade”.

flavio@Linux3:~$ su
Senha:
root@Linux3:/home/flavio# apt-get dist-upgrade
Lendo listas de pacotes... Pronto
Construindo árvore de dependências    
Lendo informação de estado... Pronto
Calculando atualização... Os seguintes pacotes foram instalados automaticamente e já não são necessários:
(…)
Utilize 'apt-get autoremove' para os remover.                                                                        
Pronto                                                                                                                
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
(…)
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
(…)
Os pacotes a seguir serão atualizados:
(…)
650 pacotes atualizados, 888 pacotes novos instalados, 87 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 1.315 MB de arquivos.
Depois desta operação, 2.219 MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar? [S/n] S

2:35 - Copiada e salvada a parte final da saída do comando:

Baixados 1.315 MB em 24min 9s (907 kB/s)                                                                            
A obter relatórios de bugs... Feito
A interpretar a informação de Encontrado/Corrigido... Feito
bugs critical do python3-speechd (→ 0.8.5-2) <Por tratar>
 b1 - #838665 - /usr/lib/python3/dist-packages/speechd_config/config.py: runs argparse on Python module import
bugs grave do kscreen (1.0.2.1-1 → 4:5.8.0-2) <Por tratar>
 b2 - #832649 - multi-display is broken (menu and panel appears only on external display)
bugs grave do konqueror (4:4.14.2-1 → 4:16.08.0-1) <Por tratar>
 b3 - #818875 - konqueror: green SSL checkbox despite expired server certificate
bugs grave do kde-plasma-desktop (5:84 → 5:91) <Por tratar>
 b4 - #838303 - kde-plasma-desktop: KDE does not start after log in
bugs grave do dirmngr (→ 2.1.15-4) <Por tratar>
 b5 - #840680 - dirmngr: Dirmngr not always responding
bugs grave do plasma-discover (→ 5.7.4-1) <Por tratar>
 b6 - #838734 - [plasma-discover] plasma-discover uninstalls packages during upgrades without asking for confirmation
bugs serious do python3 (3.4.2-2 → 3.5.1-4) <Por tratar>
 b7 - #840610 - python inconsistently handles the LANGUAGE env var
bugs serious do libxmlbeans-java (→ 2.6.0-4) <Por tratar>
 b8 - #822091 - libxmlbeans-java: Embeds classes without source
bugs serious do bluez-obexd (→ 5.36-1+b3) <Por tratar>
 b9 - #804908 - service is not started under systemd
bugs serious do initramfs-tools-core (→ 0.125) <Por tratar>
 b10 - #825929 - initramfs-tools-core - incorrect busybox relations
bugs grave do akregator (4:4.14.1-1 → 4:16.04.3-1) <Upload Pendente>
 b11 - #836011 - akregator: Akregator keep crashing at exit, sometimes do not save recent feeds
bugs grave do ghostscript (9.06~dfsg-2+deb8u3 → 9.19~dfsg-3) <Resolvidos nalguma versão>
 b12 - #839260 - ghostscript: CVE-2016-7976: various userparams allow %pipe% in paths, allowing remote shell command execution (Corrigido: ghostscript/9.06~dfsg-2+deb8u2)
 b13 - #839841 - ghostscript: CVE-2016-7977: .libfile doesn't check PermitFileReading array, allowing remote file disclosure (Corrigido: ghostscript/9.06~dfsg-2+deb8u2)
bugs grave do network-manager (0.9.10.0-7 → 1.4.2-1+b1) <Resolvidos nalguma versão>
 b14 - #839884 - Update hangs (Corrigido: network-manager/1.4.2-2)
bugs grave do imagemagick-common (8:6.8.9.9-5+deb8u5 → 8:6.8.9.9-7.2) <Resolvidos nalguma versão>
 b15 - #823542 - imagemagick-common: please mitigate CVE-2016-3714, remote arbitrary code execution during handling of delegates (Corrigido: imagemagick/8:6.8.9.9-5+deb8u2)
Sumário:
 ghostscript(2 bugs), kscreen(1 bug), akregator(1 bug), konqueror(1 bug), kde-plasma-desktop(1 bug), python3(1 bug), network-manager(1 bug), imagemagick-common(1 bug), libxmlbeans-java(1 bug), dirmngr(1 bug), bluez-obexd(1 bug), python3-speechd(1 bug), initramfs-tools-core(1 bug), plasma-discover(1 bug)
Tem a certeza que quer instalar/actualizar os pacotes acima? [Y/n/?/...] Y

Às 2:59, o Debian, — ainda com o Kernel do “Jessie”, — passou a se considerar “testing-updates (sid)”

2:59 - Conky passa a indicar “Debian testing-updates (sid)”, — sem ter havido nenhum novo Restart (uptime 1h 26min). — Ocupação de 10,1 GiB na partição do sistema.

3:05 - Terminando a instalação do Grub do Debian (Apper já se apressa em pedir Restart antes da hora, para variar).

3:08 - Concluída a atualização.

Sem diálogo de saída: — sureboot

3:12 -  Diálogo de saída não responde — foi usado su → reboot. — Talvez bastasse clicar no “Restart” da notificação do Apper.

Tempo complementar


Um problema a menos, no carregamento, depois de se tornar “testing”. — Número de arquivos pulou

Primeiro carregamento a partir do novo Grub (do Debian), — porém não deu tempo de fazer fotos (apenas foi anotado). — O Menu de incialização passou rapidíssimo.

3:14 - “Started file system check” (demora de 3 minutos para carregar). Porém, deixou de acontecer o “erro” de “fsck” que era a primeira coisa, quando carregava o Debian Jessie (foto celular). — O número de arquivos saltou de  180.114 para 269.859 (faltava eliminar pacotes já usados para instalação).

Carregou o ambiente gráfico automaticamente, sem pedir senha. — Depois, o carregamento levará sempre à tela “tty1 Login”.

Início do novo Debian (testing?), com wallpaper padrão de motivos geométricos

3:15 - Nova tela do Debian (wallpaper geométrico). Início da re-configuração (foto celular).

3:17 - Primeiro PrintScreen do “novo” Debian (delay 2 minutos para configurar KDE Spectacle).

Reconfiguração inicial: — KDE Spectacle, Dolphin, Gwenview

O “Histórico” do Synaptic indica “atualização” do ksnapshot (4:4.12.2-2) to 4:16.04.3-1, — lá na primeira etapa (“0:39”), — porém este é apenas um pacote transicional:

transitional package for kde-spectacle

This transitional package allows one to migrate to kde-spectacle.
It can be safely removed after the installation.

Naturalmente, o KDE Spectacle assumiu o controle da tecla de atalho PrintScreen. — As coisas foram deixadas desse jeito, e configurando apenas o nome dos arquivos a serem salvos, — inicialmente na pasta-padrão.

O Dolphin reabriu com a maior parte de suas configurações anteriores, — mas várias outras precisaram ser feitas novamente.

No Gwenview, foi usado apenas “F4” para fechar o painel lateral, — e configurado “Esc” para Sair.

Conky revela que, — às 3:26, — o Debian ainda se considerava “testing-updates (sid)

3:26 - Último PrintScreen em que o Debian ainda se consderava “testing-updates (sid)”.

Apesar das reclamações contra a sintaxe desatualizada no arquivo ”.conkyrc”, — em especial, contra “border_margin”, — o fato é que finalmente aplicou a fonte de letra correta (Verdana), e ficou tudo alinhado.

Comandos rodados  como Administrador (root), nesta nova sessão, até outro Restart às 4:13:

        86  apt update                        → 3:29
        87  apt list --upgradable             → 3:29
        88  apt upgrade                       → 3:35
        89  apt autoremove                    → 3:38

Bastou rodar o “apt update”, — e às 3:29 o Conky indica que o Debian já tinha mudado de ideia: — Passou a identificar-se como “testing (Stretch)”.

Foram identificados mais 18 pacotes para atualização.

Após o comando seguinte, — “apt autoremove”, — a ocupação da partição do sistema mostrou leve redução, de 10,1 GiB para 9,6 GiB.

3:48 ~ 4:12 - Configurações do sistema (System settings).

4:13 - Desligar sessão → Salvar sessão.

Menu de inicialização (Grub) do Debian testing: — Só o próprio Debian tem “Opções avançadas”

4:15 - Primeiras fotos do novo Grub (Debian). — Apenas o próprio Debian tem “Opções avançadas”:  — Kernel 4.7.0-1 e 3.16.0-4.

Todas as opções dos demais Linux se amontoam na página inicial, — com vários erros.

Alguns desses “erros” têm existência real, — “fora” do Grub do Debian:

  • O Linux Mint 18 foi instalado sem formatar sua partição, daí a “sobrevivência” do Kernel 3.19.0-32, que pertencia ao antigo Linux Mint 17.3, — sim, carrega (apenas, não é útil).
  • Ao ser instalado, o KDE Neon User embaralhou-se com o Kubuntu, — fenômeno ainda sem explicação, — daí, as 4 últimas entradas “GNU/Linux” que não decidem se estão “em /dev/sda1” ou “on /dev/sdb1” (nunca foram testadas).

Os “erros” que parecem responsabilidade exclusiva do novo Grub do Debian são:

  • Kubuntu com Kernel 4.4.0-36 e 4.4.0-38
  • KDE Neon com Kernel 4.4.0-36 e 4.4.0-38 (em “/dev/sda1”)

Desde 14 e 15 Out., eles têm Kernel 4.4.0-43, — em substituição ao 4.4.0-42, — e apenas traços “residuais” do 4.4.0-38. — No caso do Kubuntu, até os traços “residuais” do Kernel 4.4.0-36 tinham sido removidos desde 10 Out.

O resultado é que uma tentativa de carregar o Kubuntu, — para ele mesmo recolocar seu Grub no comando do Boot, — não funcionou. — Porém, isso aconteceu mais tarde.

Recepção, na segunda vez que foi tentado carregar o novo Debian testing: — “tty1 Login

4:19 - É possível que ao longo das Configurações do sistema (3:48 ~ 4:12) tenha cometido algum erro, — embora não haja qualquer sinal disso. — Fato é que, a partir desse momento, o carregamento do Debian chegaria, sempre, à tela “tty1 Login”.


Help da tela “tty1 Login” do Debian testing

4:23 - Help exibe uma penca de comandos, — exceto “startx”, claro. — Mas também funciona “sureboot”, para sair da enrascada e descobrir (alhures) que, o que você está procurando, é um comando chamado “startx”.

4:26 - Grub do Debian, de novo, — após tentar carregar o Kubuntu, sem êxito.

Selecionado “Kubuntu” no Grub do Debian, e teclado “e” (Edit) para examinar o comando

4:27 - Usado “e” para editar / ver o comando que não conseguiu carregar o Kubuntu. — Aponta para o Kernel 4.4.0-38, que já foi eliminado há tempos. — Porém, o comando de carregamento do Linux Mint aponta para o Kernel correto (4.4.0-21), talvez graças à sua “política conservadora”.

Atualizando o Grub do Linux Mint e gravando na MBR do primeiro disco rígido

4:41 - Atualizado o Grub do Linux Mint, — e gravado nas trilhas iniciais do primeiro disco rígido, para assumir o controle do Boot. — Exame das opções avançadas de cada sistema, e do comando específico de carregamento do Debian: Kernel 4.7.0-1.

Debian identica-se como “stretch / sid” no Grub gerado pelo Linux Mint 18

4:48 - Grub do Linux Mint 18 KDE identifica o Debian como “stretch / sid”.

4:49 - Carregamento do Debian, com a já tradicional verificação das partições montadas (F:\ e E:\, pelo menos).

5:16 - Último print da madrugada.

Ajustes e correções


Configuração da Tela de autenticação (SDDM), no dia 18, sem efeito até o dia 20

Durante dois dias, o carregamento do Debian testing levou sempre à tela “tty1 Login”, — digitar ID, senha, para depois comandar “startx”, — embora a tela de autenticação (SDDM) tivesse recebido configurações para fazer “Login automático” e “Entrar novamente após sair”.

A causa mais provável, é o fato de ter escolhido “KDM“, — e não “SDDM”, — na fase inicial das atualizações, ainda usando o Synaptic, — e provavelmente isso não foi desfeito depois.

Configurações 

20 Out., às 16:38 - As opções estavam desmarcadas, — e ao tornar a marcá-las, foi pedida senha, — porém isso ainda não foi suficiente para ser feito Login automático, nem para carregar o ambiente gráfico.

Reinstalação dos pacotes “sddm” + “kde-config-sddm”, via Synaptic

16:52 - Reinstalação de “sddm” + “kde-config-sddm”, via Synaptic.

17:07 - Finalmente, o Debian testing fez Login e carregou o ambiente gráfico, automaticamente.

A resolver (To Do)


  • Facebook - É a único dos 4 sistemas instalados, onde é impraticável visitar “Páginas” do Facebook (ok Feed geral de de páginas, Perfis pessoais e Grupos). — Esse problema foi detectado em algumas sessões Live USB (com maior ou menor intensidade), mas em geral deixa de ocorrer depois de instalado o sistema no computador. — Ainda não se registrou nenhum problema com “eventos” disparados pelo Facebook (camadas).

  • Wine - Segue o “Retângulo das Bermudas”, — Dreamweaver invisível, onde até o ponteiro do mouse desaparece, — porém ainda falta investir tempo na solução desse problema. — Isso ocorria no Debian 8.6, e ocorre até hoje no KDE Neon User Edition.

  • Google Earth - Ainda não foi experimentada a instalação.

  • Konqueror - Ainda não foi obtida a opção “Montar e abrir ISO” (como pasta).

xx

— … ≠ • ≠ … —

Debian


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