Translate

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Migrando sistemas Linux para um novo disco rígido

Clonagem do Kubuntu 17.04 Zesty em nova partição, via “copy / paste” do GParted em Live Knoppix
Clonagem do Kubuntu 17.04 Zesty em nova partição, via “copy / paste” do GParted em Live Knoppix ✅ 

A migração dos sistemas Linux para HDD de 1 Terabyte deverá ser feita, — como das outras vezes, — de modo gradual, balanceado e sem apavoramento, ao longo dos meses.

Não existe motivo para fugir correndo dos antigos HDDs de 320 GB, muito menos jogá-los no lixo. — Pelo contrário, é preferível que os sistemas mais “usáveis” e “confiáveis” — Kubuntu LTS e Linux Mint, — fiquem em HDDs diferentes, por segurança contra falhas.

Urgente, era transferir o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — do SSD* externo para o novo HDD, — uma vez que a unidade “portátilnão fica o tempo todo plugada (ocupando uma saída USB). Mas a existência de um sistema instalado nele exigia plugar com frequência, para atualizar o Grub, após cada upgrade ou correção de Kernel em qualquer outro Linux.

O novo “backup total”, — em substituição aos antigos backups, de apenas algumas pastas, — também ficará melhor no HDD de 1 Terabyte (com cópia periódica para o SSD* externo de 1 Terabyte).

Sequência da reorganização



HDD e Fonte ATX


As especificações do HDD de 1 Terabyte Seagate indicam a necessidade de quase 13W

20 Dez. 2016 - Segundo todos os cálculos e parâmetros encontrados nos melhores sites e blogs, a fonte de energia ATX “provisória”, de 220W, não era digna de confiança, para as exigências do hardware existente, — pior ainda, com o acréscimo do novo HDD de 1 Terabyte. — E como ainda não foi encontrada manutenção ou substituição para a ventoinha da antiga fonte ATX de 800W, ela foi deixada de lado, por enquanto. Em seu lugar, foi instalada uma fonte ATX de 500W.

16:06 - No entanto, foi feito um teste de 2 horas, — após instalar o HDD de 1 Terabyte, — antes de instalar a fonte ATX de 500W.

Nessas 2 horas, não chegou a ser praticado nenhum exagero, — nenhuma tarefa de elevado consumo de energia, — apenas o particionamento do HDD de 1 Terabyte, e o feijão-com-arroz de cada dia.

Porém, de acordo com o Xsensor, não houve alteração alguma nos níveis de energia, — a saída Vcore continuou oscilando entre 1,19V ~ 1,28; a saída +3,3V continuou oscilando em torno de 3,31V; a saída +5V continuou oscilando em torno de 4,97V ~ 4,99V; e a saída de +12V continuou oscilando em torno de 12,25V.

Especificações da fonte ATX de “500W”

18:09 - Instalada a fonte ATX de 500W, a saída Vcore mantém a mesma faixa de oscilação; a saída +3,3V passou oscilar entre 3,31 ~ 3,33V; a saída +5V passou a oscilar em torno de 5,02V ~ 5.04V; e a saída de +12V passou a oscilar entre 12,25V ~ 12,30V.

Esses novos números, — como, aliás, também os anteriores, — estão longe dos limites indicados:

flavio@Linux2:~$ sensors
atk0110-acpi-0
Adapter: ACPI interface
Vcore Voltage:      +1.19 V  (min =  +0.85 V, max =  +1.60 V)
 +3.3 Voltage:      +3.33 V  (min =  +2.97 V, max =  +3.63 V)
 +5   Voltage:      +5.02 V  (min =  +4.50 V, max =  +5.50 V)
 +12  Voltage:     +12.30 V  (min = +10.20 V, max = +13.80 V)

Particionamento


Primeiro passo: — Criar tabela de particionamento do HDD, no GParted. — Ignore o aviso, neste caso

O particionamento do HDD de 1 Terabyte foi feito pelo GParted, — em Live Knoppix em Pendrive, com “persistência, — por 2 motivos principais:

(a) O Live Knoppix não monta automaticamente as demais partições e dispositivos conectados, — até para reconhecer um CD colocado na bandeja, exige empenho pessoal; e

(b) Já carrega normalmente como “Administrador” (Root). — É muito prático, para manutenção do computador e/ou dos sistemas instalados.

Podem-se usar outras ferramentas “Live CD”, — GParted Live, por exemplo, — mas o Live Knoppix em Pendrive, com “persistência, oferece muito mais comodidade (Dolphin, Chromium, Kate etc.), para conferir detalhes do hardware e tirar dúvidas, além de uma tonelada de outras ferramentas, em caso de necessidade.

Localização física das portas SATA na Placa Mãe, — fora da sequência numérica

Observe, no canto superior direito do GParted, a seleção de “/dev/sdc”, — localização do terceiro HDD, — provavelmente, porque foi conectado na terceira porta SATA da Placa Mãe, que já estava reservada para ele.

  • O Drive CDROM está conectado na porta 4, porém jamais se identificou como “sdd”, — e agora, isso parece caber ao SSD externo, sempre que plugado, independente de em qual slot USB. — Parece que o Pendrive sempre se identifica como “sde”, — ou “sdd”, (só) quando o SSD não está plugado. Ainda não foi verificado com +1 Pendrive, uma vez que os outros 2 slots estão ocupados pelo Teclado e pelo Mouse.

Menu → Device → Create partition table, no GParted

O primeiro passo é criar uma “tabela de particionamento”, — sem a qual, não se pode nem começar, — e ignorar o aviso de que isso vai “apagar todos os dados”.

Essa advertência é importante, quando o disco rígido já tem partições, dados, sistemas etc., — mas neste caso, ainda não há nada no HDD.

Na Barra de Menu → Device → Create partition table.

Partições primárias e estendida do novo disco rígido

A partir dos erros e acertos observados nos particionamentos anteriores (HDDs e SSD), foram criadas 3 partições primárias de 25 GB (cada), para futura instalação de sistemas Linux, — e o espaço restante foi destinado a uma partição estendida, — devido ao limite de 4 partições (primárias ou estendidas).

Essas operações não são demoradas, — o que parece demorar mais, é o exame dos dispositivos, que volta a ser feito pelo GParted, depois de “aplicar” qualquer modificação. — Por isso, vale a pena agrupar várias operações, e “aplicar” todas de uma vez.

Partições lógicas do novo disco rígido

Dentro da partição estendida, foram criadas mais 3 partições de 25 GB para instalação de sistemas Linux, — e uma partição de 751,5 GB para “Backup1”, — após reservar 30 GiB no final, para 6 partições Swap.

Com isso, todos os 4 sistemas atualmente instalados nos 2 HDDs de 320 GB já poderiam ser transferidos, em tese, para o HDD de 1 Terabyte, — porém não existe necessidade de fazer isso, nem pressa desesperada.

A “numeração” desses futuros sistemas Linux (e respectivos Swap) foi feita de 11 a 16, — e não na sequência “natural”, de 5 a 10, — por não ter certeza de como seriam classificados e exibidos em diferentes softwares. Há situações em que “Linux10” é exibido antes de “Linux2”, por exemplo.

Limpeza de Kernel


Dolphin aberto como Root para deletar Kernel do antigo Linux Mint 17.3

Como parte da reorganização geral, foi deletado o Kernel 3.19.0 do antigo Linux Mint 17.3 Cinnamon, — que sobreviveu, graças à instalação “heterodoxa” do Linux Mint 18 KDE (Beta).

Opções avançadas do Linux Mint, no Grub, — finalmente sem Kernel 3.19

Carregava, — por incrível que pareça, — mas não tinha a menor utilidade, exceto “sujar” as Opções avançadas do Linux Mint no Menu de inicialização. E não podia ser removido pelos meios normais, pois não aparecia no mintUpdate.

Por via das dúvidas, foi apenas mandado para a Lixeira do Administrador (Root), — de modo que possa ser restaurado, se necessário. — Mas, após 3 dias, o Linux Mint 18 KDE continua muito bem, sem ele.

Depois disso, bastou rodar “sudo update-grub”, para detectar os sistemas instalados, — com suas opções de Kernel, — e atualizar o Menu de inicialização.

MemTest86 do Linux Mint 17.3

O MemTest86, — também sobrevivente do Linux Mint 17.3 Cinnamon, a julgar pela data, — continua funcionando bem, a partir do Menu de inicialização.

Não haveria motivo para não funcionar, — ele é independente, roda antes de ser carregado qualquer Linux. — Em todo caso, basta usar o Live CD MemTest86 v. 7.1.

Limpeza do SSD* externo


Reaplicando rótulos após formatar as partições Linux6 e Linux7, no SSD externo

Duas partições do “disco” SSD* externo, — Linux6 e Linux7, — tinham sofrido tentativas de instalação do Knoppix, que nunca chegaram a ser muito “usáveis”, e já estava na hora de eliminar.

Isso foi feito pela simples formatação dessas partições, — e reaplicação dos mesmos rótulos.

Assim, “Linux6” deixou de ser detectado e automaticamente incluído no Menu de inicialização, a cada “sudo update-grub”.

Limpeza do arquivo de configuração “/etc/grub.d/40_custom”, via Dolphin / Kate em modo Root

No caso da partição “Linux7”, o método tentado para instalar o Knoppix envolveu edição do arquivo de configuração “/etc/grub.d/40_custom” do Linux Mint, — por isso, foi necessária uma limpeza nele, para deixar de inserir aquelas entradas no Menu de inicialização, automaticamente, a cada “sudo update-grub”.

Clonando sistema Kubuntu


Redimensionando a partição do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus de 40 GiB para 25 GiB

Faltava transferir o Kubuntu 17.04 Zesty Zapus (development branch), — instalado na partição “Linux5”, de 40 GB, do SSD externo, — que não fazia sentido deletar, e depois instalar outra vez no novo HDD.

Um método “troglodita” de clonar essa partição de sistema, — que não tem “/home” separada, — era usar o comando “dd”.

Só que, para isso, a partição de destino precisava ser igual ou maior do que a partição de origem, — mas acontecia exatamente o contrário. — A partição de destino tinha apenas 25 GB, contra 40 GiB da partição a ser clonada (só 8,34 GiB usados).

Relatório das operações abrangidas pelo redimensionamento da partição de sistema de 40 GiB para 25 GiB

Poderia tentar o Partclone, — que oferece “backup used blocks”, mas “it seems like you've found another tool that requires the same device size”, — ou redimensionar a partição de origem para 25 GiB, com algum risco de perda de dados no próprio “original”.

Um backup em arquivo “.img” manteria o tamanho original, — permitiria recuperar eventuais perdas, mas levando de volta ao mesmo beco-sem-saída, — ao custo de mais algum tempo.

No entanto, o Zesty Zapus não é o sistema “principal”, nem o “alternativo”, — sua perda seria um incômodo, mas não um desastre, — e se esse caminho desse certo, pouparia várias horas de pesquisa e aprendizado.

Assim, redimensionar a partição de origem foi o caminho escolhido, — e o GParted se encarregou das operações envolvidas, — como realocar blocos, atualizar referências etc., — para que continuasse operacional.

Copiando e colando uma partição na outra, pelo GParted, em Live Knoppix

Felizmente, antes de completar a montagem do comando “dd”, — ainda faltava um longo e demorado estudo dos parâmetros mais adequados (morrendo de medo de errar), — foi descoberto o “copy & paste” do GParted, que poupou muito tempo e pesquisa.

Relatório final da clonagem da partição de sistema do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — em 4’32‘‘

O clone da partição de sistema do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus foi concluído em 4 minutos e 32 segundos, — e o relatório do GParted dá uma boa ideia das operações envolvidas, — inclusive os comandos usados por trás da interface gráfica.

Alterando o rótulo da nova partição Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, para evitar duplicidade

Para testar na prática o clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, ainda faltavam algumas providências, — por exemplo, rotular sua partição como “Linux16”, — pois não era conveniente ter 2 partições com o mesmo rótulo “Linux5”.

Atribuindo nova partição de Swap ao clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

Outra providência, era localizar o identificador UUID da partição Swap16, e atribuí-lo ao clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, editando seu arquivo de configuração “/etc/fstab”.

Edição do “/etc/fstab” no Kate, chamado via Dolphin aberto como “root”, no Linux Mint 18 KDE

Essa operação foi feita no Linux Mint 18 KDE, — a ser usado em seguida, para atualizar o Grub. — A partição “Linux16” foi aberta no Dolphin como “root”, para agilizar a edição pelo Kate.

Detectando o clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus e atualizando o menu do Grub

Depois disso, o comando “sudo update-grub” detectou os sistemas instalados, — inclusive o clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — e atualizou o Menu de inicialização.

Partição do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus com identificador UUID duplicado do original

A própria partição “Linux16”, — clonada de “Linux5”, — também apresentava identificador UUID duplicado.

Grub com o novo e o antigo Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

Mas, ao invés de perder tempo com isso, apenas foi desplugado o drive SSD externo, — e seu UUID seria automaticamente alterado ao formatar a partição “Linux5”, mais tarde, — se o clone em “Linux16” carregasse com sucesso.

Clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus carregado, — e já recebendo atualizações

O clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus carregou com sucesso, — e desde esse momento, passou a ser utilizado e atualizado como se fosse o mesmo, — aliás, o único, dali por diante.

Conferindo as funcionalidades do clone do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus

Foram conferidas as principais funcionalidades, — de um ponto de vista particular, específico, — e até o momento, não apresentou qualquer diferença, em relação ao original.

Redimensionando a partição original (reformatada), reaplicando a Label, — e atribuindo novo UUID

De volta ao Live Knoppix, foi usado o GParted para formatar a partição original do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus.

Em seguida, a partição (Linux5) foi redimensionada, — de 25 GiB para 40 GiB, outra vez, já que não adiantava deixar 15 GB sem uso, — com reaplicação do rótulo “Linux5”, e atribuição de outro identificador UUID, para ver como é isso. — De fato, não precisava pois, ao formatar, já tinha alterado o UUID.

GParted do Knoppix, incapaz de lidar com partições exFAT

Algumas operações tiveram de ser feitas no Linux Mint 18 KDE (onde optei por instalar o KDE Partition Manager, para comparação), — devido à inconveniência de instalar pacotes adicionais (exfat-fuse) no Knoppix, — concebido como “Live CD / DVD”, não como “distro” para instalar e atualizar com facilidade.

Alterando a Label de uma partição exFAT no KDE Partition Manager

Foi o caso, por exemplo, da partição exFAT do drive SSD externo, — cuja Label merecia ser alterada para “Backup2”, — pois será uma cópia de reserva do ”Backup1”, criado no novo HDD de 1 Terabyte.

Montagem automática de partições


KDE → Configurações do sistema → Montagem de partições adicionais

A clonagem do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus e a reorganização dos Backups em novas partições exigem reconfigurar as partições adicionais que gostaria de ver montadas automaticamente, no início de cada sessão, — inclusive, para monitorar sua ocupação, pelo Conky:

  • Linux1 a Linux4, e Linux16, — arquivos dos diferentes sistemas

  • Home1 e Home2 — documentos e configurações

  • “E:\” e “F:\” do antigo Windows (Fat32) — documentos de trabalho


Partição “da /home” não é a mesma coisa que “a /home

Lembrando, — por “adicionais”, — que, em cada Linux, convém omitir as partições que fazem parte dele, — pois já estão no respectivo “/etc/fstab”, e são montadas “naturalmente”, — para evitar acesso por caminhos (path) diferentes.

No Kubuntu, por exemplo, é desnecessário comandar a montagem de Linux1 e Home1, — acabaria acessando, ora como “/home”, ora como “/media/flavio/Home1”, — 2 coisas bem distintas, pois a segunda pode incluir as pastas de vários usuários.

No caso do Linux Mint, a montagem de Linux2 e Home2 já ocorre “naturalmente”. — E assim por diante.

As demais partições, precisavam ter a montagem automática habilitada em cada Linux:

  • Menu → Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível

Partições dos HDDs internos, — sempre plugadas, — a serem montadas automaticamente no início de cada sessão

Já estava marcada a opção “Habilitar a montagem automática de mídia removível”, — denominação um tanto equívoca, pois abrange os “discos fixos”.

Estando marcada essa primeira opção, — no alto, — as 3 sub-opções tornam-se “marcáveis / desmarcáveis”.

Também já tinha sido desmarcada a 2ª sub-opção, — “Montar todas as mídias removíveis no início da sessão”, — pois várias dessas partições não serão acessadas com frequência.

Partições de dispositivos externos, — podem ser montados automaticamente ao conectar

Entre os dispositivos “desconectados”, interessava montar automaticamente a partição ”Backup2”, — a qualquer momento em que o “disco” SSD externo seja plugado.

Marcando a opção da segunda coluna, basta plugar para ser montada, — sem precisar clicar nela, como aconteceria se marcasse () na primeira coluna.

Conky


Ajustando as configurações “/home/.conkyrc” à reorganização das partições

Com essas alterações, era preciso ajustar as configurações do Conky, no arquivo (oculto) “/home/conkyrc”, para exibir a ocupação das partições que importa monitorar:

  • Acrescentar a nova partição Backup1
  • Substituir a antiga label “Terabyte” por Backup2
  • Acrescentar a partição Linux16
  • Eliminar as partições Linux5, Linux6 e Linux7, que agora ficam sem uso

Dolphin


Ocultar partições específicas no Dolphin, — ou “Mostrar todas”, para encontrar partições ocultadas

Essas mudanças e novidades nas partições fizeram com que o Dolphin e o Konqueror acabassem perdendo a noção dos “Locais” que devem ser exibidos ou ocultados.

Para ocultar uma “Entrada” em “Locais”, basta clicar com o botão direito e marcar a opção “Ocultar”.

Para encontrar partições ocultadas, basta clicar com o botão direito em qualquer lugar do painel “Locais”  (F9) e selecionar “Mostrar todas”, — as ocultadas aparecerão esmaecidas (cinza).

Dolphin com apenas 8 partições no painel lateral “Locais”, — além da Home, Raiz e Lixeira

Com essas e outras configurações, o Dolphin tem-se mostrado uma boa ferramenta de trabalho, — sem excesso de coisas não-utilizadas, — porém fáceis de encontrar, caso necessárias.

“Menu → Desligar / Sessão → Salvar sessão”, no KDE

Infelizmente, esqueci de “Salvar sessão”, — recurso habilitado pela opção “Restaurar sessão salva manualmente”, em “Configurações do sistema (KDE) → Iniciação e desligamento → Sessão do desktop”, — e no outro dia foi necessário fazer tudo isso, outra vez.

Normalmente, faço isso depois de fechar todos os aplicativos, — exceto KSysguard, Psensor, Xsensors, — e minimizar o Dolphin, com as abas nas pastas escolhidas para o trabalho dos próximos dias.

Resumo do particionamento


Partições dos sistemas, de dados, de backup e de swap

Em forma de Tabela, o particionamento é muito mais simples do que a descrição, passo-a-passo, das modificações requeridas pela inclusão do terceiro HDD.

No entanto, convém registrar as “receitas”, — pois o ciclo de 2 anos, às vezes faz com que esqueça como havia configurado um antigo Kubuntu LTS, na hora de configurar o LTS seguinte, — sem falar das novidades estranhas que surgem, e algumas coisas boas que desaparecem.

Lembrando que a reserva de espaços para instalar 6 Linux no novo HDD não significa que todos os 4 Linux já existentes tenham de ser, necessariamente, transferidos para ele.

Comparativo das funcionalidades já obtidas dos vários Linux instalados e testados em trabalho diário

Na verdade, faz muito mais sentido separar, — em 2 HDDs diferentes, — o Kubuntu 16.04 LTS e o Linux Mint 18 KDE (com as respectivas “/home).

São os 2 sistemas “principais”, — desempenham tarefas que ainda não consigo realizar nos outros 3 sistemas, — e em caso de falha em um HDD, pelo menos 1 sistema “principal” continuaria pronto para uso imediato, em outro HDD.

Se encontrar um terceiro sistema Linux capaz de desempenhar todas essas tarefas, seria interessante instalá-lo em um outro dos 3 HDDs.

O fato de agora dispor de espaços para 4 + 6 + 3 Linux (contando com o SSD externo) também não significa que valha a pena instalar uma dúzia de sistemas. — Instalar só faz sentido (dentro da minha concepção particular), na medida em que possa configurar por completo, manter sempre atualizado, usar, observar e documentar, — coisas razoáveis até 2 ou 3 sistemas, no máximo, sob pena de acabar tomando várias horas por dia.

Melhor do que ter vários Linux, é ter espaço para instalar, — “se” (e quando) deparar algo que valha a pena conhecer. — E só é possível saber isso, com algum espaço livre para instalar e testar no uso do dia-a-dia.

É claro que interessa acompanhar o KDE “rolling release” do KDE Neon, bem como as novidades em construção no Debian testing, e a evolução do Kubuntu entre o atual LTS e o próximo, — e agora não será necessário removê-los, para testar algum outro.

Enfim, os espaços reservados devem facilitar o remanejamento dos sistemas, de uma partição para outra, entre os HDDs.

(*) Convenções


HDD → “Hard disk drive” → “disco rígido” (mecânico)
SSD → “Solid state drive” → “disco” de Memória em “estado sólido” (não-mecânico)

Sequência da reorganização



__________
Relato desenvolvido de 21 a 23 Dez. 2016, principalmente no Linux Mint 18 KDE e no Kubuntu 16.04 LTS.

— … ≠ • ≠ … —

Ferramentas &tc.


sábado, 17 de dezembro de 2016

Upgrade do Linux Mint para KDE 5.8.4

Linux Mint 18 (ex-Beta) com KDE 5.8.4, Qt 5.6.1 e Frameworks 5.28.0
Linux Mint 18 (ex-Beta) ao final do “mega-upgrade” para KDE 5.8.4, Qt 5.6.1 e Frameworks 5.28.0

Um surpreendente “mega-upgrade”, — nada menos que 518 pacotes atualizados, 6 removidos e 31 instalados, — levou meu Linux Mint 18 (ex-Beta) e boa parte de seus aplicativos para o KDE 5.8.4, Qt 5.6.1 e Frameworks 5.28.0, nas primeiras horas do Sábado, 17 Dez. 2016.

Não sei exatamente a que horas tudo isso foi disponibilizado. — No dia 16, abri o Linux Mint apenas de passagem, no meio da tarde (15:20 a 16:00 UTC -2), — e as únicas atualizações indicadas se referiam ao “ffmpeg”. Para não tumultuar, deixei para atualizar depois de minhas outras distros. — À 0:03 do dia 17, comecei a fazer as atualizações do Debian testing, do Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, do KDE Neon, do Kubuntu 16.04 LTS, — e à 0:50 me deparei com o presente de Natal do tio Clem para os fãs do KDE.

Passada a surpresa e tiradas algumas dúvidas, fiz o “mega-upgrade” em cerca de 18 minutos, — e registrei pouquíssimos problemas, quase insignificantes. — Agora, após 2 dias de trabalho no Linux Mint 18 KDE atualizado, parece amplamente confirmado que continua 100% funcional e estável.

Dos poucos “problemas”, apenas um talvez precise aguardar correção: — “Configurações → Espaço de trabalho → Iniciação e desligamento → Tela de autenticação (SDDM)” não exibe o “conteúdo”. — Mas, se você clicar a esmo, ao tentar sair será avisado de que efetuou alterações. Apenas clique em “Descartar”. — Algumas seções das Configurações do KDE já apresentam algum comportamento irregular há vários meses, no KDE Neon e no Zesty Zapus.

Minhas observações estão agrupadas em 4 subtítulos, a seguir:

  • Surpresa e dúvidas
  • Upgrade em 18 minutos
  • Days after
  • Salvaram-se todos

Surpresa e dúvidas


Certo de que a versão 18.1 “Serena” do Linux Mint KDE dificilmente ficaria pronta antes da versão Xfce, — por enquanto, foram lançadas apenas as versões Cinammon e MATE, — acabei passando batido pelo anúncio, no “Monthly News” (15 Dez. 2016), de algo muito maior e mais importante: — Em resumo, os usuários do Kubuntu e do Linux Mint 18 KDE receberiam em breve “um upgrade para o KDE Plasma 5.8 via Kubuntu Backports PPA”, incluindo KDE Plasma 5.8.4, KDE Frameworks 5.28 e KDE Applications 16.04.3.

Tampouco entendi muito bem o post do Ubunlog (13 Dez. 2016), compartilhado por Juan Bellas na comunidade Linux Mint para tod@s, informando que “El repositorio del equipo de Kubuntu ya es compatible con Linux Mint KDE Edition” e lembrando uma dica anterior sobre “Cómo habilitar los backports en Kubuntu” (13 Jul. 2016).

Linux Mint 18 KDE, antes do upgrade para KDE 5.8.4, Qt 5.6.1 e Frameworks 5.28.0
Linux Mint 18 KDE, antes do upgrade para KDE 5.8.4, Qt 5.6.1 e Frameworks 5.28.0

Tomar iniciativa de upgrades “não-automáticos” é uma coisa que prefiro evitar, porque não uso “máquinas virtuais”, — no momento, uso (alternadamente) 6 distros Linux instaladas “em paralelo” (dualboot / multiboot), na expectativa de que pelo menos 2 ou 3 assegurem “ambiente de produção”, na eventualidade de qualquer problema com algum dos demais, — e justamente o Kubuntu 16.04 LTS e o Linux Mint 18 KDE apresentam o maior grau de “usabilidade” (maior leque de aplicações em funcionamento) e de “confiabilidade” (“estabilidade”, como se diz; prefiro dizer “solidez”). Até agora, nenhum dos 2 se caracterizava por “excesso de pioneirismo”:

  • Kubuntu 16.04 LTS → KDE 5.5.5, Qt 5.5.1, Kernel 4.4.0-53, Frameworks (5.18.0?)
  • Linux Mint 18 KDE → KDE 5.6.5, Qt 5.5.1, Kernel 4.4.0-21, Frameworks 5.23.0

Características e usabilidades dos vários Linux, para um usuário não-expert, — após o “mega-upgrade

Em grau de “pioneirismo”, o KDE Neon User Edition ia bem à frente deles, com seu KDE “rolling release”, — e só não se equipara aos outros 2 em “usabilidade” porque ainda não consegui rodar nele alguns velhos aplicativos via Wine. — Também iam bem à frente os sistemas “em construçãoDebian testing e Kubuntu 17.04 Zesty Zapus, — com usabilidade ainda mais restrita, incapazes de enfrentar certos obstáculos criados pelo Facebook.

Com esses 2 grupos de sistemas Linux, — uns altamente “usáveis & confiáveis”, outros bastante “pioneiros”, — é possível trabalhar com segurança e, ao mesmo tempo, não ficar desatualizado, nem ser pego de surpresa lá na frente, ao deparar com um novo LTS lotado de “novidades”. — Por isso, não faz nenhum sentido alterar as características de cada um, pois o grupo “avançado” já garante “experimentalidade” para dar e vender, sem necessidade de arriscar os sistemas “estáveis & usáveis”.

Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — “sudo apt update”: — “530 packages can be upgraded”
Linux Mint 18 “Sarah” KDE, — “sudo apt update”: — “530 packages can be upgraded”

Portanto, desatento à conversa sobre “backports”, que parecia não interessar de perto, foi uma surpresa, comandar “sudo apt update” no Konsole do Linux Mint, — que costuma ser “pacato” em atualizações, com sua política de Kernel  que não recomenda, sequer, as atualizações de segurança do Kubuntu, — e ser avisado de que havia nada menos que 530 pacotes atualizáveis, incluindo os mais novos KDE, Frameworks e Qt, e todo o séquito de Aplicativos KDE 16.04.3 adaptados a eles.

Surpresa tanto maior, porque há tempos adotei o hábito de começar as atualizações pelos sistemas mais “irrequietos”, deixando o Linux Mint para o final, — é mais prático atualizar o Grub apenas uma vez, — e o Kubuntu 16.04 não havia proposto nenhum “mega-upgrade” desse gênero.

pacotes_historico-Synaptic_Debian-ex8-Testing.txt 190879 Dez 17 00:10
pacotes_historico-Synaptic_Zesty-Zapus.txt         54962 Dez 17 00:21
pacotes_historico-Synaptic_KDE-Neon.txt           348095 Dez 17 00:31
pacotes_historico-Synaptic_Kubuntu-16-04.txt       92216 Dez 17 00:45
pacotes_historico-Synaptic_Linux-Mint-17+18.txt   155762 Dez 17 13:52

Aliás, o Kubuntu 16.04 LTS jamais propôs tamanha “revolução”. — A maior atualização que já propôs, foi de 165 pacotes, — logo após ser instalado, em 24 Abr. 2016.

Excetuando quem já esperasse por isso, a primeira reação de qualquer um é levar a mão ao bolso, a ver se não tentam bater sua carteira, — ou, em linguagem de informática, ver se o tal “mega-upgrade” não é brincadeira de hackers.

Repositório “kubuntu-ppa/backports” encontrado entre as fontes do mintUpdate
Repositório “kubuntu-ppa/backports” encontrado entre as fontes do mintUpdate

Um exame do mintUpdate, — configurado para só tomar conhecimento das novidades 10 minutos após carregar (e depois, a cada 2 horas), — mostrou um repositório “kubuntu-ppa/backports”, do qual podia jurar que nunca vi mais gordo.

Atualizando “ffmpeg”, antes que o mintUpdate recebesse informações de “kubuntu-ppa/backports”
Atualizando “ffmpeg”, antes que o mintUpdate recebesse informações de “kubuntu-ppa/backports”

Àquela altura, a menos de 10 minutos “uptime”, o mintUpdate ainda recomendava apenas uma atualização de “ffmpeg”, — detectada desde o dia 16, — e tratei de “aplicar” essa parte, antes que se misturassem informações do “mega-upgrade”.

Essa mesma atualização de “ffmpeg” tinha acabado de ser feita, minutos antes, também no KDE Neon (à 0:28) e no Kubuntu 16.04 LTS (à 0:44).

“mintUpdate”, — “203 atualizações recomendadas”
“mintUpdate”, — “203 atualizações recomendadas”

Atualizado “ffmpeg”, o mintUpdate já apresentava “203 atualizações recomendadas”, — muitas delas, agrupando vários pacotes, daí o número bem mais modesto que os “530” do “apt update”. — Foram deixadas de molho, enquanto buscava informações.

Previsão de “kubuntu-ppa/backports” nas configurações do Linux Mint KDE, desde Agosto
Previsão de “kubuntu-ppa/backports” nas configurações do Linux Mint KDE, desde Agosto

A busca por “sources.list” na partição de sistema mostrou que um repositório “kubuntu-ppa/backports” já estava previsto desde a liberação do Linux Mint 18 KDE Beta, em Agosto, — mas isso, por si só, não pareceu muito conclusivo.

Finalmente, a busca no Google por “Mint backports” levou ao post “KDE Plasma 5.8”, by Clem (11 Dez. 2016), sobre a parceria com a equipe Kubuntu e como ajudar a testar o KDE Plasma 5.8.4, Qt, Frameworks e respectivas aplicações KDE 16.04.3, — com a previsão de tudo isso chegar ao “kubuntu-ppa/backports”, depois de aprovado nos testes.

Instalação do “ppa-purge” no Linux Mint KDE, via Synaptic
Instalação do “ppa-purge” no Linux Mint KDE, via Synaptic

Por sorte, naquele mesmo dia (11 Dez. 2016), o post “Kubuntu and Linux Mint doing Plasma 5.8 testing” indicava o tópico “How can PPAs be removed?” (AskUbuntu), — o que, finalmente, me convenceu a aplicar essa “mini-revolução” no Linux Mint 18 KDE.

Até onde alcança o parco entendimento de um “leigo”, o “ppa-purge” facilita o “downgrade” dos pacotes provenientes de um PPA para pacotes equivalentes dos repositórios “oficiais”, — coisa que não ocorre automaticamente, se você apenas deletar ou desativar o PPA, e seus pacotes apresentarem versão superior à dos pacotes “oficiais”. — Portanto, era a ferramenta necessária para enfrentar o “mega-upgrade”, com a certeza de poder desfazê-lo, se necessário.

Upgrade em 18 minutos


Terminando o upgrade do Linux Mint para KDE 5.8.4
Terminando o upgrade do Linux Mint para KDE 5.8.4

Foi disparado, então, o “mega-upgrade”, que levou pouco mais de 18 minutos (2:29 a 2:48), com uma conexão “10 Megas” (1,3 MB/s).

3:04 - Comando “sudo apt-get install -y -f”, para conferir se estava tudo Ok. Acusou apenas 3 pacotes “removíveis”, e sugeriu disparar “sudo apt autoremove”, — coisa sem urgência.

No final da manhã do Sábado, — quando as atualizações do Kubuntu LTS estão de férias, — o “sudo apt update” detectou mais 7 pacotes atualizáveis, referentes ao “Akonadi”.

No Domingo (18), chegaram mais 2 pequenas atualizações: — Às 10:12, atualização do “mintUpdate”, — e às 13:30, “mint-upgrade-info”, com o caminho (path) de “upgrade” do Linux Mint 18 rumo ao 18.1 (Cinnamon e MATE, por enquanto).


Days after


Espelho não-atualizado na noite de Sexta para Sábado, — acontece nos melhores ministérios da Esplanada

Até o final do Domingo (18), — 2 dias de trabalho no Linux Mint 18 KDE, — foram percebidos apenas alguns pequenos problemas, que ainda não mereceram maior atenção, por insignificantes:

1) Ao final do “mega-upgrade”, nas primeiras horas do Sábado (17), o mintUpdate acusou “mirror desatualizado”, — eram ambos da UFPR, que àquela altura já estava em final-de-semana. — Feitas as sondagens, pelo próprio mintUpdate, e exibido o hit-parade, foram escolhidos os mirrors “Linux Mint” (USA) e Locaweb (Brasil). — A partir daí, não reclamou mais de “desatualização”, mas… passou a perguntar se não prefiro um “mirror local”, que geralmente é mais rápido etc. Mandei pentear macacos até Segunda-feira.

UFPR sozinho, defendendo um honroso 8° lugar para o Brasil, na noite de Domingo

No início da noite de Domingo, amolecendo-se-me o coração, fiz nova tentativa. — Para o primeiro campo (Início / Sarah), mal apareceu um mirror do Brasil em 8° lugar. — O jeito foi manter o espelho americano.

No Domingo, UFPR a todo vapor, três espelhos devagar, — e quatro sem bateria; — não havia 9° nem 10°

No segundo campo (Base / Xenial), UFPR apareceu no topo, disparado, — e voltou a ser escolhido, — mas o resto não dava nem para encher o hit-parade, mesmo incluindo espelhos com bateria esgotada. — O mintUpdate não reclamou mais de desatualização, mas continua perturbando para escolher um “mirror local”. Deve estar se referindo ao primeiro campo.

2) Logo após o mega-upgrade, “Menu → Restart” não respondeu. — Saída pelo Konsole (“reboot”). — Depois disso, nunca mais falhou outra vez.

Essa “falha-só-uma-vez-pós-upgrade” já foi registrada, — logo após o upgrade do KDE Neon 5.6 para 5.7, — em 6 Jul. 2016.

Mensagem de crash do Dolphin, — com o Dolphin no Painel, achando graça

3) Ao carregar o Linux Mint 18 KDE após o “mega-upgrade”, 2 ou 3 pequenas gafes:

3.1) Mensagem de suposto crash do Dolphin, — mas o Dolphin aberto (minimizado, para combinar com a paisagem), com as mesmas 4 abas de sempre, em 4 pastas de uso frequente.

3.2) Conky não abriu, — embora continue entre os aplicativos a serem iniciados automaticamente, com o KDE. — Mais tarde, foi comandado “Menu → Desligar / sessão → Salvar sessão”, e depois disso o Conky voltou a abrir automaticamente.

3.3) Voltou a aparecer um notificador de “Mensagens instantâneas”, no Painel, — e após 2 dias, ainda não encontrei maneira de eliminá-lo.

Júpiter perambulando ao Sul de Paris, — e 4 minutos para recuperar do espanto

4) Stellarium abriu em “Paris”, — não levou nem 30 segundos para restabelecer “Brasília”, — mas só depois de uns 4 minutos sem entender nada, vendo Júpiter no horizonte Sul. — E continuo sem entender como os franceses podem viver desse jeito.

Você não percebe, — mas clicando na área branca, você alterou alguma configuração

5) “Configurações → Espaço de trabalho → Inicialização e desligamento → Tela de autenticação (SDDM)” — não exibe seu conteúdo, com os campos para alterar, — mas se você clicar a esmo, por ali, ao sair será instado a “Aplicar” alguma “alteração” que acertou às cegas, sem saber.

Em Junho, isso também foi registrado no KDE Neon.

Outras falhas semelhantes têm sido observadas nas “Configurações do sistema → Apparência → Tema da área de trabalho”, — pelo menos desde Outubro, —  no KDE Neon, após a transição para KDE 5.8; e no Kubuntu 17.04 Zesty Zapus (development branch).

Salvaram-se todos


CorelDraw 9 em funcionamento normal, via Wine

Continuam funcionando normalmente:

  • Navegação em “Páginas” do Facebook
  • GoogleEarth
  • Wine / CorelDraw
  • Wine / Macromedia Dreamweaver
  • Wine / MS Word

Verificação das configurações: — File search Off

Permaneceram inalteradas todas as configurações, — em especial:

  • Compositor → XRender
  • Teclado PT-BR, com acesso ao 3º Nível
  • KWallet → desativado
  • Pesquisa de arquivos → desativada
  • Aplicativos a iniciar automaticamente → “Conky &”, Dolphin, Psensor, Xsensors
  • Início e fim da sessão do KDE → Restaurar sessão salva manualmente
  • PIM / Akonadi → continuam desativados

Agora, é aguardar o upgrade do Linux Mint para 18.1, — o que, no caso do KDE, ainda deve demorar um pouco.

_____________
Relato produzido no Linux Mint 18 “Sarah” KDE, nos dias 17 e 18 Dez. 2016, — sem que, até agora, o Kubuntu 16.04 LTS tenha oferecido nada semelhante a esse “mega-upgrade”.

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE