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quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

PCLinuxOS Darkstar com KDE Plasma 6, dnf5 e SysVinit

Tela do PCLinuxOS Darkstar 2025-09 com Plasma 6.5.4, dnf5, SysVinit
PCLinuxOS instalado pela imagem ISO KDE Darkstar 2025.09 •

Ao contrário das demais distros rolling release — que um dia trocaram o Plasma 5 pelo Plasma 6, para todos os usuários — o PCLinuxOS deixou cada usuário à vontade para experimentar o Plasma 6 com calma, e fazer a transição quando achasse conveniente.

Seção “kde6” adicionada aos repositórios do PCLinuxOS

Para isso, criou uma seção “kde6” em seus repositórios — ao lado das seções “kde5”, “kernel”, “mate” etc., que já existiam. — Quando o usuário decidisse fazer o upgrade, o primeiro passo seria trocar a seção “kde5” pela “kde6” (nunca, as 2 ao mesmo tempo!), e seguir mais algumas instruções.

Manual multilíngue do “InstallMe” / “MyLive Install” do PCLinuxOS, em PDF

Em paralelo, 2 novidades: — Desde 2023, as imagens ISO trazem um novo instalador — o “InstallMe” / “MyLive Install” — em substituição ao antigo Draklive Install.

Manual multilíngue do DNF Package Manager

E desde Setembro 2025, as imagens ISO vêm com um novo gerenciador de pacotes — o DNF Package Manager — para os usuários testarem e se acostumarem, com toda calma.

  • O Synaptic continua nos repositórios — e vai continuar, por um bom tempo. — Quem preferir, pode instalar e continuar usando, sem susto.

Essas 3 novidades acabaram confluindo: — Quem tinha instalado o PCLinuxOS antes de 2023, e decidiu fazer outra instalação com o Plasma 6, deparou com o novo instalador “InstallMe” / “MyLive Install” — e desde Setembro, também com o DNF Package Manager (GUI).

Instalação antiga do PCLinuxOS, atualizada no final de 2025

Uma cronologia — até onde pude recuperar as informações:

Julho 2023 - Lançadas imagens ISO 2023.07 com o novo instalador “InstallMe” / “MyLive Install”, em substituição ao antigo Draklive Install.

Abril 2024 - Anúncio das últimas atualizações na seção “kde5” dos repositórios — Frameworks 5.115; KDE Plasma 5.27.11; Aplicativos KDE 23.08.5 — e o início da seção “kde6”.

  • Na verdade, ainda recebi atualização o Frameworks 5.116.0 em Maio; correção de dois pacotes do Qt5 em Outubro; correções pontuais do Plasma 5.27.11 até Dezembro 2024; e uma correção do Plasma Browser Integration em 1º Julho 2025 (datas das minhas atualizações: devem ter chegado aos repositórios alguns dias antes). — Não sei quando a seção “kde5” foi esvaziada e abandonada de vez, em algum momento do 2º semestre de 2025.

Outubro 2024 - Imagens ISO 2024.10 com as últimas atualizações da seção “kde5” — KDE Plasma 5.27.11; Frameworks 5.116.0; Qt 5.15.6.

  • As instalações existentes continuaram recebendo todas as demais atualizações de Kernel, bibliotecas, ferramentas e demais aplicativos. — Minha antiga instalação, com o KDE Plasma 5, continuou funcional até 29 Dezembro 2025 — quando decidi mudar para o KDE Plasma 6.

Fevereiro a Junho 2025 - Colocados na seção “kde6” dos repositórios o KDE Plasma 6.3.2; o Frameworks 6.12, 6.13, 6.14; e os KDE Apps 25.04.1, 2, 3. — Não consegui encontrar possíveis lançamentos anteriores a esses, no Internet Archive.

23 Junho 2025 - Incêndio do prédio onde funcionavam os servidores do site, Fórum, Wiki etc. do PCLinuxOS, felizmente sem vítimas — mas com perda total também dos backups. — Isso dificulta recuperar a cronologia anterior, em detalhes.

Julho 2025 - Imagens ISO 2025.07, com KDE Plasma 6.4.3; Frameworks 6.16.0; Qt 6.8.2 — mas ainda com o Synaptic.

Agosto 2025 - Imagens ISO 2025.08.

Setembro 2025 - Imagens ISO 2025.09, com KDE Plasma 6.4.5; Frameworks 6.17.0; e Qt 6.8.2 — com o dnf5 (CLI) e o DNF Package Manager (GUI), em lugar do Synaptic, porém mantendo a infraestrutura do apt (apt-rpm). — O Synaptic continua nos repositórios, para quem quiser instalar. Não há previsão de ser eliminado, a curto prazo.

Índice

Instalação antiga do PCLinuxOS, atualizada com o Plasma 6

Download, manuais, boot

Download e verificação da imagem pclinuxos64-kde-darkstar-2025.09.iso

Baixei a ISO KDE Darkstar 2025.09 — fiz a verificação da integridade pelo md5sum — e “queimei” em DVD pelo K3b, para guardar.

  • A ISO “KDE Darkstar” é mais “enxuta” (minimal) do que a “KDE” (full), embora a diferença não seja espetacular.

Manuais do DNF Package Manager e do instalador do PCLinuxOS

Na página de download das imagens ISO, encontram-se também manuais multilíngues do InstallMe / MyLive Install e do DNF Package Manager — que vale a pena baixar, ler com atenção, guardar.

  • Tudo isso também pode ser baixado dos outros 12 espelhos indicados no arquivo /etc/apt/sources.list — como os da Universidade de Princeton (EUA) e da UFPR (Brasil), por exemplo. — Torrents das imagens ISO estão disponíveis no Linux Tracker, incluindo algumas versões anteriores.

Enfim, a Wiki (PCLinuxOS Knowledgebase) tem muita documentação — e o usuário sempre encontra ajuda no Fórum da distro.

Boot do Live PCLinuxOS em “Copy to RAM” — e manter o Teclado dos EUA

No caso do meu hardware, a experiência mostrou que a melhor opção de boot do Live PCLinuxOS é “Copy to RAM” — e não mexer na opção-padrão de “Teclado em Inglês dos EUA”, nessa etapa do boot Live.

  • No começo, tentei alterar o layout de Teclado, mas na tela seguinte já não havia texto nenhum. — Desde então, deixo tudo como está, para não perder tempo. — Essa dica também funcionou, mais tarde, para o boot de sessões Live com as ISO 2024-10, 2025-07, e 2025-08.

Mapa de seleção do Fuso Horário no KDE 6.4.5

Rodei várias sessões Live com a ISO KDE Darkstar 2025-09, de Setembro até Janeiro, para checar e documentar detalhes não registrados de início — e aproveitei para tornar mais confortáveis as condições de trabalho. — As imagens são da última sessão Live (com possíveis exceções).

Escala e tamanho de fontes do Live PCLinuxOS

As configurações na última sessão Live incluíram a escolha do Fuso Horário (para sincronizar fotos e capturas de tela); personalização do Dolphin, do Relógio etc.; instalação do Conky, gnome-screenshot, lm-sensors, Google Chrome, além do KRuler em Flatpak (para não ter de atualizar todo o KDE); configuração da Área de Trabalho, Teclado (ABNT2), atalhos para capturas de tela, sensors, Conky etc.

Um dos registros foi a largura 15% maior do Conky (310 vs. 270 pixels), embora a configuração seja a mesma de sempre (270 pixels).

Tamanhos incomuns em uma instalação com usuário recém-criado

Talvez a causa esteja no ~/.config/xsettingsd/xsettingsd.conf, que apresenta valores diferentes: — 112640 (110 dpi) para um usuário criado pelo PCLinuxOS, cuja tela também tinha tamanhos exagerados — 15% a mais que os 98304 (96 dpi) do meu usuário tradicional.

xxxx

Instalação

Escolhas do Fuso Horário, Idioma e Teclado no instalador do PCLinuxOS

No “Install Me” do PCLinuxOS, aí, sim, escolhi Inglês britânico — além do Fuso Horário BRT e do Teclado em Português do Brasil (ABNT2), para facilitar minhas anotações (capturas de tela com a hora; anotações no KWrite).

No entanto, o manual confessa:

O idioma especificado aqui é o usado pelo instalador — e não o idioma final do sistema operacional instalado. — O idioma instalado será o inglês [dos EUA]. Para adicionar um idioma diferente ao sistema, o script “addlocale” é necessário [...].

É proveitoso ler e reler o manual com atenção. — Ele não tenta apresentar o InstallMe / MyLive Install como uma coisa perfeita. Pelo contrário, admite que tem falhas — e as descreve de modo conciso, objetivo, com toda sinceridade.

Na etapa de Particionamento, escolhi "particionamento manual" — para eu mesmo escolher as partições, que sempre preparo antes:

Device   Label     Mountpoint    Filesystem

sda1     EFI       /boot/efi     vfat
sda6     Linux5    /             ext4
sda12    Home5     /home         ext4
sda13    Swap      swap          swap

Clica-se com o botão direito do mouse em cada partição que se deseja usar — escolhe-se o ponto de montagem desejado — mas escolher um formato (mesmo que seja o existente) significa mandar formatar!

Tudo bem, formatar a partição onde se vai instalar o sistema — mas eu não queria formatar a partição “Home5”, pois pretendia aproveitar as configurações existentes na “pasta pessoal”, dentro dela, feitas na instalação anterior.

Bah... Não adianta escolher /dev/sda1 no campo que sugere instalar o bootloader, na parte de baixo. — É preciso selecionar explicitamente a linha lá no alto (indicada Mac OS X) e escolher numa lista o ponto-de-montagem /boot/EFI.

Quanto ao botão “Edit partitions”, na parte de baixo, simplesmente abre o GParted:

Particionamento manual — para escolher partições previamente preparadas

Atribuí ao sistema o nome “Linux5”, criei a senha de Administrador (root), Usuário, ID etc. — e no final conferi o Resumo apresentado para confirmação, antes de iniciar a gravação em disco:

O instalador ia formatar minha antiga /home

Até aí, é possível voltar atrás (Back), para corrigir alguma coisa — ou sair do instalador (Quit) e abortar a instalação.

Percebi que eu havia marcado para formatar minha partição “Home5” — e tratei de voltar atrás, para impedir isso:

Resumo das configurações da instalação do PCLinuxOS — sem a “Home5”

Apenas a partição “Linux5” deveria ser formatada — uma exigência de quase todos os instaladores, para assegurar que a partição-raiz do sistema esteja “limpa”, vazia, sem restos de qualquer instalação anterior.

A partição EFI não seria formatada. — Os instaladores costumam evitar esse desastre — pois é comum haver ali bootloaders de outros sistemas operacionais.

Também me certifiquei de que a partição Swap não seria formatada — pois isso iria alterar seu identificador UUID — o que me obrigaria a editar os arquivos /etc/fstab de todas as minhas outras distros, instaladas em dualboot / multiboot.

Não consegui entender como evitar que a partição /home(Home5) fosse formatada. — Talvez, escolher o ponto-de-montagem, mas não indicar o formato?

Na hora, não pensei nisso, e não experimentei, para saber se isto seria a solução. — Estou acostumado demais a sempre ter de indicar o formato — sem que isso implique em “formatar”, que em geral precisa ser marcado em outro campo.

Na hora, a única solução que encontrei, foi não incluir a partição “Home5” na instalação. — É fácil incluí-la no /etc/fstab, mais tarde.

Final da instalação do PCLinuxOS

Após clicar em “Instalar” (Install), as “modificações” começaram a ser gravadas no SSD, às 15:23 (12:23 no Texas, eu presumo) — e mal deu tempo de assistir ao “slide show”, pois às 15:29 a instalação já estava concluída (12:29, no Texas):

Sempre deixo para reiniciar mais tarde, manualmente — após verificar se não falta copiar alguma coisa para o Pendrive — pois qualquer coisa “salva” numa sessão Live vai para o espaço ao reiniciar a máquina, e se perde para sempre.

Configurações

Verificação das sessões disponíveis (Plasma X11 e Wayland) na tela de Login

A instalação e configuração do PCLinuxOS afeta o conjunto das demais distros instaladas — daí, “configurações”, no plural.

Descrevo esses passos em “ordem lógica”, para que essas anotações façam sentido — e não em “ordem cronológica”, que resultaria em fragmentos desencontrados. — Dispondo de várias distros prontas para uso, posso começar várias tarefas “em paralelo”, e seguir o encadeamento de cada uma, quando for conveniente, mais tarde, muitas vezes em outra distro.

Enfim, eu já tinha feito várias configurações do PCLinuxOS na primeira instalação, de 22 Setembro em diante — mas só foram “herdadas” pela segunda instalação, após várias configurações feitas “de fora” (via openSUSE) — pois muitas delas dependiam da montagem automática de partições externas — e com os mesmos caminhos (PATH) de antes.

25 Setembro - 15:33 - Me certifiquei de que o Login veio configurado para sessão Plasma X11. — Até hoje, só estou experimentando Plasma Wayland no Fedora (em caráter permanente) — e evito alternar sessões X11 e Wayland, pois as configurações que se fazem em uma afetam as da outra, de modo indesejado.

Seção “Software Center” do PCLinuxOS

A área de trabalho (desktop) se apresentou no padrão do PCLinuxOS — sem as personalizações que eu havia feito na primeira instalação, ao longo dos 2 meses anteriores. — Pela seção Places (Lugares) do Menu, verifiquei que a /home era apenas uma pasta dentro da partição-raiz, com a indicação de “30 GiB” — e não na partição “Home5”, que é de 15 GiB.

Aproveitei para registrar os aplicativos encontrados no Menu. — O “Software Center” agora inclui o DNF (GUI) e o Flatpak, além do tradicional LibreOffice Manager — mas não o antigo módulo Locale (regionalização).

Nesse momento, o KDE Spectacle usava as configurações-padrão — salvando as capturas de tela na subpasta Pictures/Screenshots da pasta pessoal do usuário, em formato PNG — com todos os nomes-de-arquivo iniciando por “Screenshot”.

Grub & “multiboot”

O Grub do PCLinuxOS não detectou o openSUSE em partição BtrFS

Ao reiniciar o computador, verifiquei que o Grub do PCLinuxOS não tinha detectado o openSUSE em sua partição BtrFS (logo antes do Arch Linux). — Essa falha é comum, no Grub de várias distros.

Não é problema para mim, pois eu iria mesmo desabilitar o Os-Prober no PCLinuxOS, para que seu Grub não perca tempo detectando outras distros. — Basta ele gerar “entradas” para o próprio PCLinuxOS — para serem lidas pelo Grub do openSUSE, que é meu “Menu de inicialização”.

Minha experiência em dualboot de várias distros (multiboot) ensinou algumas regras básicas, para coordenar essa creche de crianças travessas:

  • O Grub do openSUSE é o mais habilitado para detectar e gerar “entradas” capazes de carregar todas as outras distros que já instalei, desde 2017 — além de seus próprios “instantâneos” (Snapshots). — Por isso, é o meu “Menu de inicialização”.
    • O Grub do Mageia consegue ler partições BtrFS e gerar “entradas” capazes de carregar o openSUSE (exceto seus Snapshots), além de todas as outras distros que já instalei, desde 2017. — Por isso, é meu “Menu de reserva” — e fica em outro SSD, com outra partição EFI, por segurança.
  • Quanto mais distros com Grub tentando detectar outras distros, maiores serão os arquivos grub.cfg de cada uma — pois cada Grub lê e incorpora informações dos arquivos grub.cfg dos demais — e isso pode gerar um crescimento em progressão geométrica.
    • Qualquer pequeno erro em 1 Grub se propaga e multiplica pelos demais, numa avalanche — e neste cenário, o “Grub-Customizer” é um perigo.
  • Além disso, aumenta o tempo gasto por cada distro, em cada instalação / remoção de Kernel, pois precisa acionar 2 ou 3 atualizações sucessivas do respectivo Grub — tornando demoradas as atualizações regulares.
  • Por isso, o ideal é que apenas 1 Grub detecte as outras distros (ou 2 Grub's, por segurança) — de modo que as demais gerem arquivos pequenos e não percam tempo desnecessário.
  • A cada instalação / remoção de Kernel em qualquer distro, é preciso atualizar o Grub “geral”. — Por isso, atualizo todas as outras distros, e só no final atualizo o openSUSE e seu Grub. — É uma rotina simples, semanal, que em geral faço aos Domingos, em menos de 2 horas.
  • O Fedora não atualiza seu próprio Grub, ao instalar / remover Kernels, devido ao seu “Boot Loader Specification” (BLS), vendido como “moderno”. — Preciso desabilitar o BLS do Fedora — e lembrar de atualizar manualmente seu Grub, para suas mudanças de Kernel serem detectadas pelo Grub do openSUSE (e do Mageia).
  • O boot do Arch Linux (e do Manjaro) exige um complemento “intel.ucode.img” que o Grub de algumas distros não inclui — tornando suas “entradas” incapazes de carregar o Arch Linux.
  • Existem alternativas ao Grub — que muitos consideram melhores, ou mais elegantes etc. — mas ainda não explorei a fundo (prefiro evitar a fadiga).

Atualização do Grub, para detectar o PCLinuxOS, e efibootmgr

Portanto, atualizei o Grub do openSUSE — para detectar a nova instalação do PCLinuxOS — e o coloquei de novo no topo das prioridades do UEFI, pelo efibootmgr.

# bash update_Grub.sh
cp theme.txt /boot/grub2/themes/openSUSE/
cp grub /etc/default/grub
Tue 25 Nov 17:31:45 -03 2025
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/openSUSE/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.17.8-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.17.8-1-default
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.17.7-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.17.7-1-default
Warning: os-prober will be executed to detect other bootable partitions.
Its output will be used to detect bootable binaries on them and create new boot entries.
178.278427 | DM multipath kernel driver not loaded
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 42 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.1 Xia (22.1) on /dev/sdb4
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done

real    0m28.989s
user    0m9.643s
sys     0m16.362s
Tue 25 Nov 17:32:14 -03 2025


# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse
Boot0001* debian
Boot0002* Ubuntu
Boot0003* pclinuxos
Boot0006* arch_grub2
Boot0009* Mageia_grub
Boot000D* Void_grub
Boot0010* MX_grub
Boot0011* Fedora
Boot0013* Fedora
Boot0015* ubuntu
Boot0016* debian

# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
(.......)

Edição do arquivo /etc/default/grub, pelo editor do Midnight Commander (mc)

Editei o arquivo o /etc/default/grub pelo Midnight Commander (mc), como root — desabilitei a detecção de outras distros (Os-Prober) — e eliminei os parâmetros “splash quiet”, para que durante o boot sejam exibidas as mensagens do sistema, em vez de uma tela bonitinha.

Em seguida, atualizei o Grub do PCLinuxOS — que agora detecta apenas ele mesmo — em um piscar de olhos.

# update-grub
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/pclinuxos/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.48-pclos1
Found initrd image: /boot/initrd-6.12.48-pclos1.img
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done

xxxx

Conversão da /home para XFS

Copiando a /home do PCLinuxOS para outra partição

Pelo Midnight Commander (mc) do openSUSE, em modo root, copiei as pastas da “Home5” para outra partição — preservando todos os atributos de cada arquivo e subpasta (propriedade, permissões).

Formatação da partição “Home5” para XFS

No openSUSE, desmontei a partição “Home5” — e formatei para o sistema de arquivos XFS. — Tornei a aplicar o rótulo (Label).

  • Isso não poderia ser feito “dentro” do PCLinuxOS, pois sua /home não poderia estar montada e em uso. — Em geral, recomenda-se fazer isso a partir de uma sessão Live — mas é muito mais rápido e confortável fazer a partir de outra distro, instalada em dualboot, personalizada, e com todas as ferramentas.

Copiando de volta a /home do PCLinuxOS e atualizando seu fstab

Copiei as pastas /home do PCLinuxOS de volta para a partição “Home5” — e atualizei seu arquivo /etc/fstab com o novo UUID e o novo formato XFS.

— … ≠ • ≠ … —

Mandrake / Mandriva

PC desktop UEFI / GPT

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Linux Mint (KDE), Kubuntu LTS, KDE Neon, revisitados

Kubuntu 24.04.2 LTS - KInfoCentre
Kubuntu 24.04.2 LTS

Voltei a instalar meus velhos conhecidos Kubuntu LTS e Linux Mint (com KDE), para ver como estão atualmente — mas também para ter mais algumas distros “estáveis”, com o velho e bom KDE Plasma 5, no meu PC multiboot.

Kubuntu LTS foi minha distro principal durante anos, desde 2009 — mas perdi contato com ele, em meados de 2019. — Eu ainda não o tinha instalado no meu PC atual, desde 2020.

Linux Mint 22.1 (Xia) com KDE Plasma - KInfoCentre
Linux Mint 22.1 (Xia) com KDE Plasma

Linux Mint foi minha “segunda distro principal” por longos períodos, também desde 2009 — e em 2016 cheguei a considerá-lo minha distro principal, em sua versão KDE. — Voltei a instalá-lo no meu PC atual (com KDE), em 2020, por pouco mais de um ano.

KDE Neon (noble) - KInfoCentre
KDE Neon (noble)

Uma semana depois, resolvi baixar e instalar também o KDE Neon. — Um trio completo, para lembrar meus antigos tempos no Linux (2009-2017).

Comecei a usar o KDE Neon em 2016, ainda recém-lançado — e passei a considerá-lo minha distro principal já no ano seguinte — mas com o tempo acabei preferindo outras, 100% “rolling release”.

Continuei usando o KDE Neon no meu PC atual, a partir de 2020 — mas demorei a fazer upgrade para o Plasma 6, e quando tentei, talvez fosse tarde demais. Não deu certo. — Acabei deletando no final de 2024.

Índice

  • Base comum “Ubuntu LTS
    • Repositórios e pacotes, na prática
  • Hardware e Partições
  • Download, Pendrive, DVD
  • Instalação
    • Kubuntu
    • Linux Mint
    • KDE Neon
  • Configuração
    • Kubuntu
    • Linux Mint
    • KDE Neon
  • Mudando a /home para XFS
  • Extraindo Log's legíveis
  • Atualização do “linux-firmware”
  • Final, finais

Base comum “Ubuntu LTS”

Organização das fontes de software do KDE Neon, do Kubuntu e do Linux Mint

O que há em comum entre essas 3 distros é que usam a mesma base estável Ubuntu LTS “Noble Numbat” (+updates, security):

----------------------
Kubuntu LTS - sources:
----------------------
# cat /etc/apt/* | grep 'http\|ftp'

deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ noble main restricted universe multiverse
deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ noble-updates main restricted universe multiverse

# cat /etc/apt/sources.list.d/* | grep -A 2 'http\|ftp'

deb [arch=amd64] https://dl.google.com/linux/chrome/deb/ stable main
--
URIs: http://archive.ubuntu.com/ubuntu
Suites: noble noble-updates noble-backports
Components: main universe restricted multiverse
--
URIs: http://security.ubuntu.com/ubuntu/
Suites: noble-security
Components: main universe restricted multiverse

Optei pela instalação mínima do Kubuntu. — Com isso, evitei a instalação da infraestrutura Snapd (e seu Firefox).

-------------------
KDE Neon - sources:
-------------------
# cat /etc/apt/* | grep 'http\|ftp'

deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ noble main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu/ noble-security main restricted universe multiverse
deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ noble-updates main restricted universe multiverse

# cat /etc/apt/sources.list.d/* | grep 'http\|ftp'

deb [arch=amd64] https://dl.google.com/linux/chrome/deb/ stable main
URIs: http://archive.neon.kde.org/user
URIs: https://packages.mozilla.org/apt

KDE Neon acrescenta um repositório “Neon”, abrigado na Fundação KDE e.V., com o Plasma mais recente — e um repositório Mozilla, para o Firefox. — Não vejo “backports”.

---------------------
Linux Mint - sources:
---------------------
# cat /etc/apt/* | grep 'http\|ftp'

# cat /etc/apt/sources.list.d/* | grep -A 2 'http\|ftp'

deb [arch=amd64] https://dl.google.com/linux/chrome/deb/ stable main
deb https://mint-packages.c3sl.ufpr.br xia main upstream import backport

deb http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu noble main restricted universe multiverse
deb http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu noble-updates main restricted universe multiverse
deb http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu noble-backports main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu/ noble-security main restricted universe multiverse

Linux Mint acrescenta um repositório com seus próprios pacotes — incluindo o Firefox.

Cada uma dessas distros organiza e “escreve” a configuração das fontes de software de um modo diferente — no velho formato, no arquivo “sources.list” — e / ou em vários arquivos com o novo formato, na pasta “sources.list.d” — o que é meio confuso (incluindo algumas repetições).

Essas diferenças também refletem políticas divergentes de como lidar com pacotes de outras fontes e formatos, como PPAs, Snap, Flatpak etc. — além do uso preferencial de algum gerenciador de pacotes específico, como o “pkcon” (PackageKit), no KDE Neon; — ou o “mintUpdate” (fork do Synaptic), no caso do Linux Mint.

As prioridades de cada repositório são definidas por arquivos na pasta “preferences.d” — e outros pequenos detalhes. — Vou deixar isso para quando eu puder dedicar todo tempo e atenção ao assunto.

Neste momento, vou apenas examinar algumas diferenças entre o Kubuntu, o Linux Mint, o KDE Neon, quando o apt tenta instalar os navegadores Chromium e Firefox: — Qual pacote “.deb” é baixado? De onde vem? Quem empacotou? — E como (por que) ele é trocado por um pacote “.snap2”, no caso do Kubuntu?

Para maior clareza, comparei também o comportamento observado no Debian (base original do Ubuntu) — e o MX Linux (um Debian menos modificado).

Repositórios e pacotes, na prática

No Debian (testing), o comando apt encontra pacotes “.deb” de 70 a 80 MB — empacotados por mantenedores ligados ao próprio Debian e disponibilizados em seu repositório principal (Main) — e que depois de instalados ocupam pouco menos de 300 MB:

-------------------------
--------- Debian --------
-------------------------

$ apt show chromium | grep 'Maintainer\|Size\|Sources'

Maintainer: Debian Chromium Team [chromium@packages.debian.org]
Installed-Size: 286 MB
Download-Size: 80.1 MB
APT-Sources: http://ftp.br.debian.org/debian testing/main amd64 Packages

$ apt show firefox-esr | grep 'Maintainer\|Size\|Sources'

Maintainer: Maintainers of Mozilla-related packages [team+pkg-mozilla@tracker.debian.org]
Installed-Size: 272 MB
Download-Size: 71.0 MB
APT-Sources: http://ftp.br.debian.org/debian testing/main amd64 Packages

No Kubuntu, o comando apt encontra pacotes “.deb” ridiculamente pequenos, de 50 a 80 kB — empacotados por mantenedores ligados à Canonical (Ubuntu), e oferecidos no repositório “Universe” (Chromium); ou no “Main” (Firefox) — e que depois de instalados, supostamente ocupariam ridículos 100 a 125 kB.

Na verdade, são pacotes “dummy” — vazios, pois não contêm binários executáveis, nem bibliotecas, nem arquivos de configuração etc.

Sua única função é “depender” de outros pacotes, levando assim à instalação dessas dependências — no caso, os pacotes “chromium.snap”, “firefox.snap” — e, naturalmente, a infraestrutura para lidar com eles, formada pelo pacote “snapd” e suas dependências, caso ainda não estejam instalados:

-------------------------
-------- Kubuntu --------
-------------------------

$ apt show chromium-browser | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Version: 2:1snap1-0ubuntu2
Maintainer: Ubuntu Developers [ubuntu-devel-discuss@lists.ubuntu.com]
Installed-Size: 105 kB
Pre-Depends: debconf, snapd
Download-Size: 50,0 kB
APT-Sources: http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu noble/universe amd64 Packages
Description: Transitional package - chromium-browser -> chromium snap
 chromium-browser is now replaced by the chromium snap.

$ apt show firefox  | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Version: 1:1snap1-0ubuntu5
Maintainer: Ubuntu Mozilla Team [ubuntu-mozillateam@lists.ubuntu.com]
Installed-Size: 124 kB
Pre-Depends: debconf, snapd (>= 2.54)
Breaks: firefox-dbg (<< 1:1snap1), firefox-dev (<< 1:1snap1), firefox-geckodriver (<< 1:1snap1), firefox-mozsymbols (<< 1:1snap1)
Replaces: firefox-dbg (<< 1:1snap1), firefox-dev (<< 1:1snap1), firefox-geckodriver (<< 1:1snap1), firefox-mozsymbols (<< 1:1snap1)
Download-Size: 77,3 kB
APT-Sources: http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu noble/main amd64 Packages
Description: Transitional package - firefox -> firefox snap
 firefox is now replaced by the firefox snap.

No Linux Mint, o apt encontra pacotes “.deb” de 80 a 115 MB — empacotados pela equipe dessa distro, e disponibilizados no repositório “Upstream” — e que depois de instalados ocupam 300 a 370 MB:

-------------------------
---------- Mint ---------
-------------------------

$ apt show chromium | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Maintainer: Clement Lefebvre [root@linuxmint.com]
Installed-Size: 366 MB
Download-Size: 113 MB
APT-Sources: https://mint-packages.c3sl.ufpr.br xia/upstream amd64 Packages

$ apt show firefox | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Maintainer: Clement Lefebvre [root@linuxmint.com]
Installed-Size: 296 MB
Download-Size: 87,4 MB
APT-Sources: https://mint-packages.c3sl.ufpr.br xia/upstream amd64 Packages

No KDE Neon, o apt encontra o pacote “.deb” do Firefox no repositório principal (Main) do Mozilla — mas o pacote Chromium que encontra ainda é o “dummy” fornecido pela Canonical:

-------------------------
-------- KDE Neon -------
-------------------------

$ apt show chromium-browser | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Version: 2:1snap1-0ubuntu2
Maintainer: Ubuntu Developers [ubuntu-devel-discuss@lists.ubuntu.com]
Installed-Size: 105 kB
Pre-Depends: debconf, snapd
Download-Size: 50.0 kB
APT-Sources: http://archive.ubuntu.com/ubuntu noble/universe amd64 Packages
Description: Transitional package - chromium-browser -> chromium snap

$ apt show firefox | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Maintainer: Mozilla [release@mozilla.com]
Installed-Size: 299 MB
Download-Size: 82.3 MB
APT-Sources: https://packages.mozilla.org/apt mozilla/main amd64 Packages

O MX Linux também parece ter-se dedicado apenas ao Firefox: — Seu apt encontra o pacote “firefox.deb” no repositório principal (Main) da distro — mas o Chromium vem do repositório do Debian:

-------------------------
-------- MX Linux -------
-------------------------

$ apt show chromium | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Maintainer: Debian Chromium Team [chromium@packages.debian.org]
Installed-Size: 254 MB
Download-Size: 70.7 MB
APT-Sources: http://security.debian.org/debian-security bookworm-security/main amd64 Packages

$ apt show firefox | grep 'Maintainer\|Size\|Sources\|snap'

Maintainer: Mike Purtell [mmikeinsantarosa@mxlinux.org]
Installed-Size: 296 MB
Download-Size: 82.1 MB
APT-Sources: https://mxlinux.c3sl.ufpr.br/mx-workspace/mx/repo bookworm/main amd64 Packages

Hardware e Partições

Partições utilizadas: Linux5, Linux8, Linux10 (antes e depois)

Meu hardware ainda é o mesmo PC desktop de 2020 — agora com um 2º SSD — sem placa GPU, pois não instalo jogos, nem faço edição pesada de videos, compilações etc.:

      MoBo: TUF B360M-PLUS GAMING/BR, BIOS 2401 03/22/2019 - ASUSTeK
      iGPU: Intel Corporation UHD Graphics 630 (Desktop)
       CPU: 6 × Intel® Core™ i5-9400 CPU @ 2.90GHz ( 800 ~ 4100 MHz )
    Memory: 15.5 GiB of RAM

  /dev/sda   SSD  Sata3  Kingston         SA400S37480G         447.13 GiB
  /dev/sdb   SSD  Sata3  Western Digital  WD Green 2.5 480GB   447.13 GiB
  /dev/sr0   DRW  Sata3  ASUS             DRW-24F1MT

O 1º SSD tem partições para 6 distros em dualboot (Linux1 a Linux6; e Home1 a Home6) — e o 2º SSD, também (Linux7 a Linux12; Home7 a Home12) — além de uma partição EFI em cada um (EFI, EFI2):

$ date; lsblk -o name,mountpoint,label,fstype,size
Fri  1 Aug 05:13:23 -03 2025

NAME    MOUNTPOINT                  LABEL     FSTYPE   SIZE
sda                                                  447.1G
├─sda1  /boot/efi                   EFI       vfat       2G
├─sda2  /run/media/flavio/Linux1    Linux1    btrfs     50G
├─sda3  /                           Linux2    ext4      30G
├─sda4  /run/media/flavio/Linux3    Linux3    ext4      30G
├─sda5  /run/media/flavio/Linux4    Linux4    ext4      30G
├─sda6  /run/media/flavio/Linux5    Linux5    ext4      30G
├─sda7  /run/media/flavio/Linux6    Linux6    ext4      30G
├─sda8  /run/media/flavio/Home1     Home1     xfs       15G
├─sda9  /home                       Home2     xfs       15G
├─sda10 /run/media/flavio/Home3     Home3     ext4      15G
├─sda11 /run/media/flavio/Home4     Home4     ext4      15G
├─sda12 /run/media/flavio/Home5     Home5     xfs       15G
├─sda13 [SWAP]                                swap      11G
├─sda14 /run/media/flavio/Home6     Home6     ext4      15G
└─sda15 /run/media/flavio/Warehouse Warehouse ext4   144.1G
sdb                                                  447.1G
├─sdb1  /run/media/flavio/Linux7    Linux7    ext4      30G
├─sdb2  /run/media/flavio/Linux8    Linux8    ext4      30G
├─sdb3  /run/media/flavio/Linux9    Linux9    ext4      30G
├─sdb4  /run/media/flavio/Linux10   Linux10   ext4      30G
├─sdb5  /run/media/flavio/Linux11   Linux11   ext4      60G
├─sdb6  /run/media/flavio/Linux12   Linux12   ext4      30G
├─sdb7  /run/media/flavio/Home7     Home7     ext4      15G
├─sdb8  /run/media/flavio/Home8     Home8     ext4      15G
├─sdb9  /run/media/flavio/Home9     Home9     ext4      15G
├─sdb10 /run/media/flavio/Home10    Home10    ext4      15G
├─sdb11 /run/media/flavio/Home11    Home11    ext4      15G
├─sdb12 /run/media/flavio/Home12    Home12    ext4      15G
├─sdb13 /run/media/flavio/Midia     Midia     ext4   142.6G
├─sdb14 /run/media/flavio/Sites     Sites     ext4       2G
├─sdb15 /run/media/flavio/Works     Works     ext4       2G
└─sdb16                             EFI2      vfat     511M
sr0                                                   1024M 

(Eu já usava XFS na partição Home1, do openSUSE: nenhum problema em 8 anos, desde Janeiro 2017, ainda no antigo PC. — Experimentei, agora, converter para XFS a partição Home5, do KDE Neon — e em seguida, também a partição Home2, do Arch Linux).

Tenho apenas 1 partição Swap, de 11 GiB, comum a todas as distros — pois não uso “Hibernar” (só “Sleep”). — Em mais de 5 anos, só vi a partição Swap ser utilizada em 2 ou 3 momentos, pois evito manter mais de 3 ou 4 abas abertas no Chrome; e não realizo atividades intensivas.

Os documentos são salvos em 2 partições de 140+ GiB, comuns a todas as distros — “Warehouse”, “Midia” — de modo que as partições /home, de 15 GiB (cada), guardam só as configurações pessoais de usuário.

  • Tudo isso, são opções “pessoais” (minhas). — Ninguém “precisa” imitar. — Mas este registro só pode ser útil, se incluir todas as variáveis, de modo transparente.

“/home” partitions:

  Old times                       Before                Now

  01 - openSUSE                     01 - openSUSE    01 - openSUSE
  02 - Arch                         02 - Arch        02 - Arch
  03 - Debian                       03 - Debian      03 - Debian
  04 - Fedora                       04 - Fedora      04 - Fedora
  05 - KDE Neon  (Plasma 5, X11)                     05 - KDE Neon    (Plasma 6, X11)
  06 - PCLinuxOS                    06 - PCLinuxOS   06 - PCLinuxOS
  07 - Mageia                       07 - Mageia      07 - Mageia
  08 - Fedora    (Plasma 6, X11)                     08 - Kubuntu LTS (Plasma 5, X11)
  09 - Void                         09 - Void        09 - Void
  10 - Manjaro   (Plasma 6, X11)                     10 - Linux Mint  (Plasma 5, X11)
  11 - Redcore
  12 - MX Linux                     12 - MX Linux    12 - MX Linux

Old times:

Linux5  - KDE Neon      2024-12-01   deleted Linux5       preserved Home5
Linux8  - Slackware     2024-12-01   deleted Linux8       preserved Home8
Linux8  - Fedora        2025-06-01   deleted Linux8       preserved Home8
Linux10 - Manjaro       2024-12-01   deleted Linux10-11   preserved Home10-11
Linux11 - Redcore       2024-12-01   deleted Linux10-11   preserved Home10-11

A partição Home5 guardava configurações Plasma 5 (X11) de um antigo KDE Neon. — A partição Home8 guardava configurações Plasma 6 (X11) de uma experiência com Fedora 42. — A partição Home10 guardava configurações Plasma 6 (X11), de um antigo Manjaro.

Houve, portanto, uma inversão — em que 2 distros com Plasma 5 “herdaram” partições /home configuradas em Plasma 6 — e vice-versa.

Depois de instalados, apenas o Kubuntu iniciou sem o Painel, e portanto sem Menu — mas foi fácil corrigir isso. — O KDE Neon e o Linux Mint iniciaram normalmente.

Download, Pendrive, DVD

Faltava um “mmx64.efi” na ISO do Live Mint

Minha intenção era instalar o Linux Mint 22.1 Xfce, ambiente desktop (DE) mais fácil de remover, após instalar o KDE Plasma. — Baixei a imagem ISO, verifiquei pelo sha256sum, “queimei” no Pendrive pelo comando dd, mas não consegui dar boot — por falta de um arquivo “mmx64.efi” em seu \EFI\BOOT, segundo a mensagem de erro.

  • De fato, ali havia “bootx64.efi” e “grubx64.efi”. — Mais tarde, vi dizerem que “basta” copiar “grubx64.efi” para o PC, renomear como “mmx64.efi”, e copiar de volta para o Pendrive — mas não é tão simples, pois o Pendrive é read-only, e aí começa outra saga de pesquisar, tentar etc.

Escolhi outra solução, mais simples e imediata, que consiste em dar boot por um Live Ubuntu — e depois disso o Live Mint finalmente consegue dar boot.

Tela do MOK no boot do Live Kubuntu

Baixei o Kubuntu, “queimei” pelo K3b em DVD, inicializei — e aproveitei para instalar. — Horas depois, voltei ao Pendrive do Live Mint, ele finalmente conseguiu dar boot, e também instalei.

Live Mint finalmente chegou ao Grub, após um boot do Live Kubuntu

Fiquei então com 2 distros para me divertir.

Uma semana depois, resolvi baixar e instalar também o KDE Neon. — Um trio completo, para lembrar meus antigos tempos no Linux (2009-2017).

Eu não tinha mais interesse no KDE Neon, “meio” abandonado, como ficou evidente na passagem para o KDE Plasma 6 — mas a sensação de que possa ser descontinuado me despertou o interesse em documentá-lo mais um pouco, “antes que acabe”.

22 Set. 2025 - Precisei de uma partição para fazer nova instalação do PCLinuxOS, e optei por deletar o KDE Neon.

Instalação do Kubuntu

Resumo da instalação do Kubuntu

No Grub do Live Kubuntu selecionei a opção “Try or Install”. — Na tela inicial selecionei idioma British English (UK), e escolhi “Instalar”, sem carregar uma sessão Live Desktop (Try). — Na Localização, escolhi horário de São Paulo (BRT). — No Teclado, aceitei “Generic 105 Keys” (pode ser mudado depois), e escolhi Português do Brasil, modelo “Default”, que costuma significar ABNT2 (fiz o teste, para ter certeza).

Instalação mínima do Kubuntu

Em Personalização, alterei o Modo de Instalação, de “Normal”, que incluiria Navegador, Utilitários, Office, Jogos e Players de Mídia — para “Instalação Mínima”, que inclui apenas o ambiente (DE).

  • Sob o nome genérico “navegador”, está o Firefox — em Snap — o que implicaria na instalação da infraestrutura Snapd.

Deixei desmarcados Pacotes de Terceiros, que incluem Element, Virtual Machine Manager, Krita. — Também deixei desmarcada a opção de baixar e instalar atualizações “following installation”, que nunca funcionou para mim no passado. Atualizar manualmente é simples, fácil, rápido, e proporciona uma boa noção de quanta coisa mudou desde o lançamento da ISO Kubuntu 24.04.2.

Na etapa de Particionamento, selecionei Particionamento Manual, pois eu já tinha as partições Linux8, Home8, EFI2 prontas. Bastava selecionar o 2º SSD (sdb), escolher as partições e Editar as opções de cada uma. — Para Linux8, selecionei Formatar, sem alterar o tamanho, nem o sistema de arquivos ext4; e ponto de montagem “/”. Preenchi o campo do rótulo (Label) com “Linux8”, mas não foi aplicado. — Para Home8, selecionei “Manter”; e ponto de montagem “/home”. — Para EFI2, “Manter”, ponto de montagem “/boot/efi”, e sinalizador “boot”.

Em Usuários, preenchi Nome (completo), ID de Login, nome da máquina “Linux8”, senha do usuário, e habilitei Login Automático — em sessão X11, que ainda é o meu padrão, por enquanto. — Só estou testando Wayland no Fedora.

Instalação do Linux Mint

Teclado, Codecs e Particionamento manual, no Instalador do Linux Mint (ilustrativo)

Iniciei uma sessão Live Mint Xfce, e abri logo o Instalador.

Deixei o idioma Inglês. — Mudei o Teclado para “Português (Brasil)”. — Marquei para instalar Codecs de mídia. — Escolhi o particionamento manual, chamado “Something else”.

Particionamento manual no Instalador do Linux Mint (ilustrativo)

Abriu-se a janela “Tipo de instalação”, exibindo uma longa lista, começando pelo 1º SSD (sda), suas partições, depois o 2ª SSD (sdb), e suas partições.

O dispositivo de Bootloader veio pré-selecionado “/dev/sda”. — Selecionei a partição EFI2 (sdb16).

Ao escolher uma partição e clicar em “Mudar” para configurá-la, o campo “Usar como” aparece com “Não usar”. — Ao selecionar “ext4”, aparece mais um campo: — Ponto de montagem.

Selecionei a partição Linux10, marquei para Formatar, escolhi sistema de arquivos “ext4”, ponto de montagem “/”.

  • A “navegação” foi meio “às cegas”, pois essa janela “Tipo de Instalação” não mostra os rótulos (Label) das partições.

Escolhi a partição que devia ser Home10, contando nos dedos das mãos. — Selecionei o ponto de montagem “/home”, não formatar, e Ok.

Ao terminar as configurações e clicar em “Instalar agora”, o instalador exibiu a tela de Fuso horário, e escolhi São Paulo (BRT). — O instalador avançou para a última etapa: — Nome do usuário, Nome do computador, ID de Login, senha. — Habilitei o Login Automático.

  • As imagens do Instalador do Mint (acima) foram feitas muito tempo depois, e são meramente ilustrativas do processo — não do momento da instalação.

Instalação do KDE Neon

Configurações regionais no instalador Calamares do KDE Neon

Abri o instalador Calamares em sessão Live do KDE Neon — mudei o Idioma, de Inglês dos EUA para Inglês Britânico (UK) — selecionei o Fuso horário BRT (São Paulo) — e mudei os formatos de números e datas, de Português (Brasil) para Inglês Britânico (UK). — Escolhi Teclado “Português (Brasil) - Default”.

Optei pelo Particionamento manual, selecionei a partição Linux5 para “/” e Home5 para “/home”. — Acabei não configurando a partição EFI, recebi o aviso — mas pude prosseguir mesmo assim.

Também acabei não configurando a partição Swap — mas ele não criou arquivo Swap.

Preenchi Nome, ID, senha do usuário — Nome da máquina “Linux5” — e habilitei o Login Automático.

Configuração do Kubuntu

Kubuntu sem Painel. Atualizei pelo console virtual (tty)

O Kubuntu instalado carregou sem Painel, e portanto sem Menu. — Minha primeira providência foi alternar para o console virtual tty3 e fazer uma atualização completa. — Não resolveu o problema mas, de qualquer jeito, eu teria de atualizar tudo, antes de instalar novos pacotes.

Adicionando e configurando Painel no Kubuntu

Pelo menu de contexto (right-click), adicionei um Painel. — Não era o que eu tinha nessa partição “Home8”, quando ela pertencia ao Fedora ou ao Slackware, então tive de configurá-lo, “do zero”: — Ícone do Menu, Lançadores Rápidos (Quick Launch), Icons-only Taskmanager etc., além de trocar o Menu padrão.

A maior parte das demais configurações foi preservada na “Home8”, faltando só pequenos ajustes aqui e ali. — Não tenho pressa (pois tenho outras distros em dualboot / multiboot, prontas para usar): — Posso ajustar cada coisa, no momento em que precisar.

Instalei o Synaptic, seu índice “apt-xapian-index”, o Conky, lm-sensors, binutils, html2text, htop, Neofetch, inxi, Midnight Commander (mc), KWrite, Gimp, KRuler, gnome-screenshot (por enquanto). — A lista é grande, e não tenho pressa de instalar tudo de uma vez.

Configurações do Plasma Discover, sem Snap nem Flatpak

Removi “unattended-upgrades”, e tentei desativar a verificação e notificação automática de atualizações pelo Plasma Discover, mas elas ainda prosseguem. — Em geral, removo PackageKit e Plasma Discover, para liquidar o assunto de vez — mas nessa instalação ainda não fiz isso, para poder observá-los um pouco mais.

Snap encabeça as configurações do Discover, com o botão “Tornar padrão” — que na verdade ainda terá de instalar o “Snapd” — que eu tinha evitado, ao escolher a “Instalação Mínima” do Kubuntu.

Por via das dúvidas, me certifiquei de que não tenho nenhum pacote Snap ou Flatpak instalado. — Na verdade, nem suas bases:

2025-07-16 20:00:06

$ snap list
Command 'snap' not found, but can be installed with:
sudo apt install snapd

$ flatpak list
Command 'flatpak' not found, but can be installed with:
sudo apt install flatpak

Configuração do Linux Mint

Escolha de “espelhos” (mirrors) no Mint Sources

Evitei configurar qualquer coisa no ambiente Xfce, para não interferir nas configurações do KDE existentes na partição “Home10”. — Achei mais prático instalar o KDE Plasma e outros pacotes o mais rápido possível, em vez de investir tempo reaprendendo as manhas do Xfce, que não uso há anos. — Em 2020, investi nisso uma tarde inteira.

2025-07-16 - 20:41 - Instalei o Synaptic pelo comando upstream “sudo /usr/bin/apt update” — em vez do “apt do Linux Mint” — seja lá qual for a diferença entre um e outro.

2025-07-16 - 20:58 - Abri o mintUpdate e tratei de escolher “espelhos” (mirrors) locais — via mintSources, que testa as velocidades, mas permite ao usuário escolher os que preferir — para os pacotes do Mint e para os do Ubuntu.

2025-07-16 - 21:00 - Aceitei que o mintUpdate fizesse a atualização geral, na crença de que iria tudo para o Histórico do Synaptic (copiável), como em 2020 ~ 2021. — Não foi!

  • Parece que, agora, as ações do Synaptic é que vão para o Histórico do mintUpdate (não-copiável). Para ter uma cópia unificada em TXT (legível a partir de outras distros), resta extrair os registros em “/var/log/apt”.

Daí em diante, utilizei o Synaptic para instalar seu indexador apt-xapian-index, além dos pacotes do Conky, aha, html2text, htop, ttf-mscorefonts-installer, Tasksel, gnome-screenshot.

2025-07-16 - 22:30 - Instalei pelo Synaptic o meta-pacote KDE Plasma Desktop (495 pacotes), depois de me certificar de que não incluía nenhum pacote com nome contendo “PIM” ou “Akonadi”. — Durante a instalação, o Synaptic perguntou qual Display Manager deveria ser padrão. Troquei o LightDM pelo SDDM. — O processo todo durou menos de 2 minutos. Reiniciei e entrei no KDE Plasma.

Linux Mint com KDE Plasma

2025-07-16 - 22:39 - O KDE Plasma já iniciou com as configurações “herdadas” via partição “Home10”. — O ajuste mais urgente foi a troca dos caminhos (PATH) “/run/media/$USER” por “/media/$USER”, no Dolphin, no Conky, nos atalhos do gnome-screenshot, e em um script que uso para registrar informações da distro 5 minutos após o boot.

Adiei a remoção do PackageKit, Plasma Discover, para fazer mais algumas observações — e enquanto isso, vou convivendo com 3 notificações quase permanentes na bandeja do sistema.

Também adiei a remoção do Xfce.

Configuração do KDE Neon

Ajustes iniciais nas configurações do KDE Neon

O KDE Neon “herdou”, na partição “Home5”, as configurações de uma instalação anterior dele mesmo, ainda com Plasma 5. — Em casos assim, preciso redirecionar o lançador do System Settings (no Painel, no Menu) para o novo nome do pacote no Plasma 6 — e remover ou trocar alguns widgets (Moon, Weather) por versões Qt6.

O Plasma 6 costuma manter as configurações que venho fazendo há anos, no Plasma 5, o que poupa muito trabalho — mas o Wayland bagunça as regras de janela do Kwin criadas no X11 — por isso, tratei de estabelecer o Login Automático em sessão X11.

Primeiros ajustes no Conky do KDE Neon

Pelo apt, instalei o Synaptic; e por ele instalei seu indexador apt-xapian-index; e os pacotes do gnome-screenshot, Conky, Neofetch (que trouxe o ImageMagick), screenFetch (que trouxe o scrot), inxi (que trouxe o tree), htop, html2text, ttf-mscorefonts-installer, KWrite, binutils, Tasksel, KRename, Midnight Commander (mc), e assim por diante.

Pelo KRunner, iniciei as 2 instâncias do Conky, para verificar os ajustes do lm-sensors, hwmon, fontes, partições etc.

Instalei o Google Chrome usando o mesmo pacote baixado antes, no Kubuntu, e já reaproveitado para instalar no Linux Mint — pelo comando dpkg — e isso configura seu repositório no processo:

$ sudo dpkg -i google-chrome-stable_current_amd64.deb

Mudando a /home para XFS

Verificação da cópia da pasta do usuário para outra partição

Uso o sistema de arquivos XFS na partição /home do openSUSE há mais de 8 anos, desde Janeiro 2017, e nunca tive qualquer problema. — Pelo contrário, são minhas partições /home em sistema de arquivos ext4 que às vezes acumulam problemas, após alguns desligamentos abruptos por queda da rede elétrica na minha rua. — Resolvi converter a partição “Home5”, do KDE Neon, para XFS, como experiência-piloto.

Copiei a pasta de usuário do KDE Neon para uma partição que estava vazia, utilizando o Midnight Commander, que preserva as propriedades dos arquivos e pastas. — Por via das dúvidas, conferi a cópia com o original, usando o “Compare” do Krusader.

  • Em geral, essas operações devem ser feitas em uma sessão Live — pois a pasta de usuário não pode estar em uso (montada). — Uma vantagem de ter outras distros em dualboot / multiboot, é poder usar uma delas, já configurada e com todas as ferramentas instaladas, o que é bem mais confortável.

Desmontei a partição “Home5” e formatei para XFS, pelo KDE Partition Manager — e copiei de volta a pasta de usuário. — Editei o /etc/fstab do KDE Neon, com o novo UUID da partição “Home5”, e ele continua funcionando normalmente, após 11 dias.

Depois de me certificar de que deu tudo certo, converti também a partição Home2, do Arch Linux, para XFS — e deixo aberto o caminho para fazer a conversão das demais partições /home no futuro.

Extraindo Log's legíveis

Extraindo uma cópia legível de logs do apt

O primeiro log do apt é meu principal recurso para recuperar informações exatas de quais pacotes atualizei ou instalei antes de começar a usar o Synaptic — indicando, inclusive, quais comandos foram usados, e por “quem”.

  • A instalação do Linux Mint, por exemplo, foi feita por “mint (1000)”, das 22:12 às 22:20 — enquanto a instalação do Synaptic foi feita por mim, 3 dias depois, às 20:41, usando o comando “/usr/bin/apt” — mas a primeira atualização foi feita pelo Mint Update, usando o comando “aptkit”, das 21:00 às 21:09.

Acontece que o log do apt usa linhas quilométricas, de mais de 10.000 caracteres, o que dificulta a leitura. — Usei o comando “sed” para quebrar as linhas ao final do nome de cada pacote — que sempre termina com parêntesis, vírgula, espaço:

sed 's/), /)\n/g' a.txt > b.txt

Nas 3 distros, o log inicial foi comprimido para “history.log.1.gz” no dia 27 Julho, talvez porque atualizo minhas distros aos Domingos. — Copiei o conteúdo de cada um desses arquivos, salvei como “a.txt” — e obtive a cópia legível em “b.txt”.

Isso não inclui o Google Chrome, que instalei pelo dpkg, um nível abaixo do apt. — Então, busquei essa informação no log do dpkg:

Start-Date: 2025-07-16  21:40:32
Commandline: /usr/sbin/synaptic
Requested-By: flavio (1000)
Install: python3-distupgrade:amd64 (1:24.04.26, automatic)
ttf-mscorefonts-installer:amd64 (3.8.1ubuntu1)
ubuntu-pro-client-l10n:amd64 (36ubuntu0~24.04, automatic)
update-manager-core:amd64 (1:24.04.12, automatic)
python3-distro-info:amd64 (1.7build1, automatic)
python3-update-manager:amd64 (1:24.04.12, automatic)
python3-debconf:amd64 (1.5.86ubuntu1, automatic)
ubuntu-release-upgrader-core:amd64 (1:24.04.26, automatic)
update-notifier-common:amd64 (3.192.68.2, automatic)
ubuntu-pro-client:amd64 (36ubuntu0~24.04, automatic)
End-Date: 2025-07-16  21:41:04

--------------------------------------------------------------------------------
2025-07-16 21:56:01 status installed google-chrome-stable:amd64 138.0.7204.157-1
2025-07-16 21:56:01 status installed mailcap:all 3.70+nmu1ubuntu1
2025-07-16 21:56:01 status installed gnome-menus:amd64 3.36.0-1.1ubuntu3
2025-07-16 21:56:01 status installed desktop-file-utils:amd64 0.27-2build1
2025-07-16 21:56:02 status installed man-db:amd64 2.12.0-4build2
--------------------------------------------------------------------------------

Start-Date: 2025-07-16  22:06:07
Commandline: /usr/sbin/synaptic
Requested-By: flavio (1000)
Install: tasksel-data:amd64 (3.75ubuntu1, automatic)
tasksel:amd64 (3.75ubuntu1)
End-Date: 2025-07-16  22:06:08

O log do dpkg não tem linhas quilométricas — mas apresenta muitas linhas intermediárias. — Para extrair só as que interessam, uso outro comando:

cat a.txt | grep 'status installed' > b.txt

Atualização do “linux-firmware”

Falha ao atualizar o pacote “linux-firmware” no Kubuntu e no KDE Neon

No Domingo, 7 Set. 2025, o apt / Synaptic não conseguiu baixar uma atualização do repositório oficial “archive.ubuntu.com”:

W: Failed to fetch http://archive.ubuntu.com/ubuntu/pool/main/l/linux-firmware/linux-firmware_20240318.git3b128b60-0ubuntu2.17_amd64.deb
  500  Internal Server Error [IP: 2620:2d:4002:1::102 80]

No entanto, o apt / Synaptic do Linux Mint já tinha baixado essa atualização, sem nenhum problema — porque, nele, eu havia configurado o espelho “ubuntu.c3sl.ufpr.br”.

Quando falha o repositório de 1 distro, eu normalmente passo adiante, continuo atualizando as outras, e volto a tentar mais tarde.

Mas este caso é especial: — Três distros com a mesma base “Ubuntu LTS” — que deveriam se comportar do mesmo modo, nessa área.

Pesquisei, e o Google encontrou vários relatos dessa falha, nos fóruns do Ubuntu, do Mint, no Reddit etc. — com indicações de que já durava dias.

Download do pacote .deb para “/var/cache/apt/archives/”

Eu não gosto de alterar repositórios / espelhos, só para atender alguma emergência temporária. — Além disso, o Mint, o KDE Neon e o Kubuntu usam padrões diferentes nas configurações dos repositórios, o que dificulta examinar os detalhes com calma, para evitar erros. — Continuei pensando no assunto, enquanto atualizava as outras distros, e acabei optando por apenas baixar o pacote do espelho que estava funcionando, e copiá-lo para o “cache de pacotes” do Kubuntu e do KDE Neon:

$ history
  (...)
  990  2025-09-07_17-27-47 sudo chown 0:0 linux-firmware_20240318.git3b128b60-0ubuntu2.17_amd64.deb
  992  2025-09-07_17-29-31 sudo cp linux-firmware_20240318.git3b128b60-0ubuntu2.17_amd64.deb /media/Linux8/var/cache/apt/archives/
  994  2025-09-07_17-30-42 sudo cp linux-firmware_20240318.git3b128b60-0ubuntu2.17_amd64.deb /media/Linux5/var/cache/apt/archives/

Depois disso, bastou abrir o Synaptic no Kubuntu e no KDE Neon, e mandar atualizar.

Final, finais

2025-09-22 - Ao instalar uma nova ISO do PCLinuxOS KDE Darkstar 2025-09, precisei de uma partição com 30 GiB (ou menos). — Tentei “encolher” (shrink) a partição Linux11, que tem 60 GiB, mas o GParted da sessão Live acusou “erro”, e não permitiu. — Optei por sobrescrever a partição Linux5, e com isso deletei a instalação do KDE Neon, que considerei mais “dispensável” do que o Kubuntu LTS ou o Mint (com KDE).

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• Publicado em 1º Agosto 2025; e desenvolvido até...

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