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| PCLinuxOS instalado pela imagem ISO KDE Darkstar 2025.09 • |
Ao contrário das demais distros rolling release — que um dia trocaram o Plasma 5 pelo Plasma 6, para todos os usuários — o PCLinuxOS deixou cada usuário à vontade para experimentar o Plasma 6 com calma, e fazer a transição quando achasse conveniente.
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| Seção “kde6” adicionada aos repositórios do PCLinuxOS |
Para isso, criou uma seção “kde6” em seus repositórios — ao lado das seções “kde5”, “kernel”, “mate” etc., que já existiam. — Quando o usuário decidisse fazer o upgrade, o primeiro passo seria trocar a seção “kde5” pela “kde6” (nunca, as 2 ao mesmo tempo!), e seguir mais algumas instruções.
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| Manual multilíngue do “InstallMe” / “MyLive Install” do PCLinuxOS, em PDF |
Em paralelo, 2 novidades: — Desde 2023, as imagens ISO trazem um novo instalador — o “InstallMe” / “MyLive Install” — em substituição ao antigo Draklive Install.
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| Manual multilíngue do DNF Package Manager |
E desde Setembro 2025, as imagens ISO vêm com um novo gerenciador de pacotes — o DNF Package Manager — para os usuários testarem e se acostumarem, com toda calma.
- O Synaptic continua nos repositórios — e vai continuar, por um bom tempo. — Quem preferir, pode instalar e continuar usando, sem susto.
Essas 3 novidades acabaram confluindo: — Quem tinha instalado o PCLinuxOS antes de 2023, e decidiu fazer outra instalação com o Plasma 6, deparou com o novo instalador “InstallMe” / “MyLive Install” — e desde Setembro, também com o DNF Package Manager (GUI).
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| Instalação antiga do PCLinuxOS, atualizada no final de 2025 |
Uma cronologia — até onde pude recuperar as informações:
Julho 2023 - Lançadas imagens ISO 2023.07 com o novo instalador “InstallMe” / “MyLive Install”, em substituição ao antigo Draklive Install.
Abril 2024 - Anúncio das últimas atualizações na seção “kde5” dos repositórios — Frameworks 5.115; KDE Plasma 5.27.11; Aplicativos KDE 23.08.5 — e o início da seção “kde6”.
- Na verdade, ainda recebi atualização o Frameworks 5.116.0 em Maio; correção de dois pacotes do Qt5 em Outubro; correções pontuais do Plasma 5.27.11 até Dezembro 2024; e uma correção do Plasma Browser Integration em 1º Julho 2025 (datas das minhas atualizações: devem ter chegado aos repositórios alguns dias antes). — Não sei quando a seção “kde5” foi esvaziada e abandonada de vez, em algum momento do 2º semestre de 2025.
Outubro 2024 - Imagens ISO 2024.10 com as últimas atualizações da seção “kde5” — KDE Plasma 5.27.11; Frameworks 5.116.0; Qt 5.15.6.
- As instalações existentes continuaram recebendo todas as demais atualizações de Kernel, bibliotecas, ferramentas e demais aplicativos. — Minha antiga instalação, com o KDE Plasma 5, continuou funcional até 29 Dezembro 2025 — quando decidi mudar para o KDE Plasma 6.
Fevereiro a Junho 2025 - Colocados na seção “kde6” dos repositórios o KDE Plasma 6.3.2; o Frameworks 6.12, 6.13, 6.14; e os KDE Apps 25.04.1, 2, 3. — Não consegui encontrar possíveis lançamentos anteriores a esses, no Internet Archive.
23 Junho 2025 - Incêndio do prédio onde funcionavam os servidores do site, Fórum, Wiki etc. do PCLinuxOS, felizmente sem vítimas — mas com perda total também dos backups. — Isso dificulta recuperar a cronologia anterior, em detalhes.
Julho 2025 - Imagens ISO 2025.07, com KDE Plasma 6.4.3; Frameworks 6.16.0; Qt 6.8.2 — mas ainda com o Synaptic.
Agosto 2025 - Imagens ISO 2025.08.
Setembro 2025 - Imagens ISO 2025.09, com KDE Plasma 6.4.5; Frameworks 6.17.0; e Qt 6.8.2 — com o dnf5 (CLI) e o DNF Package Manager (GUI), em lugar do Synaptic, porém mantendo a infraestrutura do apt (apt-rpm). — O Synaptic continua nos repositórios, para quem quiser instalar. Não há previsão de ser eliminado, a curto prazo.
Índice
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| Instalação antiga do PCLinuxOS, atualizada com o Plasma 6 |
- Download, manuais, boot
- Instalação
- Configurações
- xxxx
- Mandrake, Conectiva, apt-rpm, Synaptic...
Download, manuais, boot
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| Download e verificação da imagem pclinuxos64-kde-darkstar-2025.09.iso |
Baixei a ISO KDE Darkstar 2025.09 — fiz a verificação da integridade pelo md5sum — e “queimei” em DVD pelo K3b, para guardar.
- A ISO “KDE Darkstar” é mais “enxuta” (minimal) do que a “KDE” (full), embora a diferença não seja espetacular.
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| Manuais do DNF Package Manager e do instalador do PCLinuxOS |
Na página de download das imagens ISO, encontram-se também manuais multilíngues do InstallMe / MyLive Install e do DNF Package Manager — que vale a pena baixar, ler com atenção, guardar.
- Tudo isso também pode ser baixado dos outros 12 espelhos indicados no arquivo /etc/apt/sources.list — como os da Universidade de Princeton (EUA) e da UFPR (Brasil), por exemplo. — Torrents das imagens ISO estão disponíveis no Linux Tracker, incluindo algumas versões anteriores.
Enfim, a Wiki (PCLinuxOS Knowledgebase) tem muita documentação — e o usuário sempre encontra ajuda no Fórum da distro.
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| Boot do Live PCLinuxOS em “Copy to RAM” — e manter o Teclado dos EUA |
No caso do meu hardware, a experiência mostrou que a melhor opção de boot do Live PCLinuxOS é “Copy to RAM” — e não mexer na opção-padrão de “Teclado em Inglês dos EUA”, nessa etapa do boot Live.
- No começo, tentei alterar o layout de Teclado, mas na tela seguinte já não havia texto nenhum. — Desde então, deixo tudo como está, para não perder tempo. — Essa dica também funcionou, mais tarde, para o boot de sessões Live com as ISO 2024-10, 2025-07, e 2025-08.
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| Mapa de seleção do Fuso Horário no KDE 6.4.5 |
Rodei várias sessões Live com a ISO KDE Darkstar 2025-09, de Setembro até Janeiro, para checar e documentar detalhes não registrados de início — e aproveitei para tornar mais confortáveis as condições de trabalho. — As imagens são da última sessão Live (com possíveis exceções).
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| Escala e tamanho de fontes do Live PCLinuxOS |
As configurações na última sessão Live incluíram a escolha do Fuso Horário (para sincronizar fotos e capturas de tela); personalização do Dolphin, do Relógio etc.; instalação do Conky, gnome-screenshot, lm-sensors, Google Chrome, além do KRuler em Flatpak (para não ter de atualizar todo o KDE); configuração da Área de Trabalho, Teclado (ABNT2), atalhos para capturas de tela, sensors, Conky etc.
Um dos registros foi a largura 15% maior do Conky (310 vs. 270 pixels), embora a configuração seja a mesma de sempre (270 pixels).
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| Tamanhos incomuns em uma instalação com usuário recém-criado |
Talvez a causa esteja no ~/.config/xsettingsd/xsettingsd.conf, que apresenta valores diferentes: — 112640 (110 dpi) para um usuário criado pelo PCLinuxOS, cuja tela também tinha tamanhos exagerados — 15% a mais que os 98304 (96 dpi) do meu usuário tradicional.
xxxx
Instalação
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| Escolhas do Fuso Horário, Idioma e Teclado no instalador do PCLinuxOS |
No “Install Me” do PCLinuxOS, aí, sim, escolhi Inglês britânico — além do Fuso Horário BRT e do Teclado em Português do Brasil (ABNT2), para facilitar minhas anotações (capturas de tela com a hora; anotações no KWrite).
No entanto, o manual confessa:
O idioma especificado aqui é o usado pelo instalador — e não o idioma final do sistema operacional instalado. — O idioma instalado será o inglês [dos EUA]. Para adicionar um idioma diferente ao sistema, o script “addlocale” é necessário [...].
É proveitoso ler e reler o manual com atenção. — Ele não tenta apresentar o InstallMe / MyLive Install como uma coisa perfeita. Pelo contrário, admite que tem falhas — e as descreve de modo conciso, objetivo, com toda sinceridade.
Na etapa de Particionamento, escolhi "particionamento manual" — para eu mesmo escolher as partições, que sempre preparo antes:
Device Label Mountpoint Filesystem
sda1 EFI /boot/efi vfat
sda6 Linux5 / ext4
sda12 Home5 /home ext4
sda13 Swap swap swap
Clica-se com o botão direito do mouse em cada partição que se deseja usar — escolhe-se o ponto de montagem desejado — mas escolher um formato (mesmo que seja o existente) significa mandar formatar!
Tudo bem, formatar a partição onde se vai instalar o sistema — mas eu não queria formatar a partição “Home5”, pois pretendia aproveitar as configurações existentes na “pasta pessoal”, dentro dela, feitas na instalação anterior.
Bah... Não adianta escolher /dev/sda1 no campo que sugere instalar o bootloader, na parte de baixo. — É preciso selecionar explicitamente a linha lá no alto (indicada Mac OS X) e escolher numa lista o ponto-de-montagem /boot/EFI.
Quanto ao botão “Edit partitions”, na parte de baixo, simplesmente abre o GParted:
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| Particionamento manual — para escolher partições previamente preparadas |
Atribuí ao sistema o nome “Linux5”, criei a senha de Administrador (root), Usuário, ID etc. — e no final conferi o Resumo apresentado para confirmação, antes de iniciar a gravação em disco:
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| O instalador ia formatar minha antiga /home |
Até aí, é possível voltar atrás (Back), para corrigir alguma coisa — ou sair do instalador (Quit) e abortar a instalação.
Percebi que eu havia marcado para formatar minha partição “Home5” — e tratei de voltar atrás, para impedir isso:
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| Resumo das configurações da instalação do PCLinuxOS — sem a “Home5” |
Apenas a partição “Linux5” deveria ser formatada — uma exigência de quase todos os instaladores, para assegurar que a partição-raiz do sistema esteja “limpa”, vazia, sem restos de qualquer instalação anterior.
A partição EFI não seria formatada. — Os instaladores costumam evitar esse desastre — pois é comum haver ali bootloaders de outros sistemas operacionais.
Também me certifiquei de que a partição Swap não seria formatada — pois isso iria alterar seu identificador UUID — o que me obrigaria a editar os arquivos /etc/fstab de todas as minhas outras distros, instaladas em dualboot / multiboot.
Não consegui entender como evitar que a partição /home(Home5) fosse formatada. — Talvez, escolher o ponto-de-montagem, mas não indicar o formato?
Na hora, não pensei nisso, e não experimentei, para saber se isto seria a solução. — Estou acostumado demais a sempre ter de indicar o formato — sem que isso implique em “formatar”, que em geral precisa ser marcado em outro campo.
Na hora, a única solução que encontrei, foi não incluir a partição “Home5” na instalação. — É fácil incluí-la no /etc/fstab, mais tarde.
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| Final da instalação do PCLinuxOS |
Após clicar em “Instalar” (Install), as “modificações” começaram a ser gravadas no SSD, às 15:23 (12:23 no Texas, eu presumo) — e mal deu tempo de assistir ao “slide show”, pois às 15:29 a instalação já estava concluída (12:29, no Texas):
Sempre deixo para reiniciar mais tarde, manualmente — após verificar se não falta copiar alguma coisa para o Pendrive — pois qualquer coisa “salva” numa sessão Live vai para o espaço ao reiniciar a máquina, e se perde para sempre.
Configurações
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| Verificação das sessões disponíveis (Plasma X11 e Wayland) na tela de Login |
A instalação e configuração do PCLinuxOS afeta o conjunto das demais distros instaladas — daí, “configurações”, no plural.
Descrevo esses passos em “ordem lógica”, para que essas anotações façam sentido — e não em “ordem cronológica”, que resultaria em fragmentos desencontrados. — Dispondo de várias distros prontas para uso, posso começar várias tarefas “em paralelo”, e seguir o encadeamento de cada uma, quando for conveniente, mais tarde, muitas vezes em outra distro.
Enfim, eu já tinha feito várias configurações do PCLinuxOS na primeira instalação, de 22 Setembro em diante — mas só foram “herdadas” pela segunda instalação, após várias configurações feitas “de fora” (via openSUSE) — pois muitas delas dependiam da montagem automática de partições externas — e com os mesmos caminhos (PATH) de antes.
25 Setembro - 15:33 - Me certifiquei de que o Login veio configurado para sessão Plasma X11. — Até hoje, só estou experimentando Plasma Wayland no Fedora (em caráter permanente) — e evito alternar sessões X11 e Wayland, pois as configurações que se fazem em uma afetam as da outra, de modo indesejado.
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| Seção “Software Center” do PCLinuxOS |
A área de trabalho (desktop) se apresentou no padrão do PCLinuxOS — sem as personalizações que eu havia feito na primeira instalação, ao longo dos 2 meses anteriores. — Pela seção Places (Lugares) do Menu, verifiquei que a /home era apenas uma pasta dentro da partição-raiz, com a indicação de “30 GiB” — e não na partição “Home5”, que é de 15 GiB.
Aproveitei para registrar os aplicativos encontrados no Menu. — O “Software Center” agora inclui o DNF (GUI) e o Flatpak, além do tradicional LibreOffice Manager — mas não o antigo módulo Locale (regionalização).
Nesse momento, o KDE Spectacle usava as configurações-padrão — salvando as capturas de tela na subpasta Pictures/Screenshots da pasta pessoal do usuário, em formato PNG — com todos os nomes-de-arquivo iniciando por “Screenshot”.
Grub & “multiboot”
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| O Grub do PCLinuxOS não detectou o openSUSE em partição BtrFS |
Ao reiniciar o computador, verifiquei que o Grub do PCLinuxOS não tinha detectado o openSUSE em sua partição BtrFS (logo antes do Arch Linux). — Essa falha é comum, no Grub de várias distros.
Não é problema para mim, pois eu iria mesmo desabilitar o Os-Prober no PCLinuxOS, para que seu Grub não perca tempo detectando outras distros. — Basta ele gerar “entradas” para o próprio PCLinuxOS — para serem lidas pelo Grub do openSUSE, que é meu “Menu de inicialização”.
Minha experiência em dualboot de várias distros (multiboot) ensinou algumas regras básicas, para coordenar essa creche de crianças travessas:
- O Grub do openSUSE é o mais habilitado para detectar e gerar “entradas” capazes de carregar todas as outras distros que já instalei, desde 2017 — além de seus próprios “instantâneos” (Snapshots). — Por isso, é o meu “Menu de inicialização”.
- O Grub do Mageia consegue ler partições BtrFS e gerar “entradas” capazes de carregar o openSUSE (exceto seus Snapshots), além de todas as outras distros que já instalei, desde 2017. — Por isso, é meu “Menu de reserva” — e fica em outro SSD, com outra partição EFI, por segurança.
- Quanto mais distros com Grub tentando detectar outras distros, maiores serão os arquivos grub.cfg de cada uma — pois cada Grub lê e incorpora informações dos arquivos grub.cfg dos demais — e isso pode gerar um crescimento em progressão geométrica.
- Qualquer pequeno erro em 1 Grub se propaga e multiplica pelos demais, numa avalanche — e neste cenário, o “Grub-Customizer” é um perigo.
- Além disso, aumenta o tempo gasto por cada distro, em cada instalação / remoção de Kernel, pois precisa acionar 2 ou 3 atualizações sucessivas do respectivo Grub — tornando demoradas as atualizações regulares.
- Por isso, o ideal é que apenas 1 Grub detecte as outras distros (ou 2 Grub's, por segurança) — de modo que as demais gerem arquivos pequenos e não percam tempo desnecessário.
- A cada instalação / remoção de Kernel em qualquer distro, é preciso atualizar o Grub “geral”. — Por isso, atualizo todas as outras distros, e só no final atualizo o openSUSE e seu Grub. — É uma rotina simples, semanal, que em geral faço aos Domingos, em menos de 2 horas.
- O Fedora não atualiza seu próprio Grub, ao instalar / remover Kernels, devido ao seu “Boot Loader Specification” (BLS), vendido como “moderno”. — Preciso desabilitar o BLS do Fedora — e lembrar de atualizar manualmente seu Grub, para suas mudanças de Kernel serem detectadas pelo Grub do openSUSE (e do Mageia).
- O boot do Arch Linux (e do Manjaro) exige um complemento “intel.ucode.img” que o Grub de algumas distros não inclui — tornando suas “entradas” incapazes de carregar o Arch Linux.
- Existem alternativas ao Grub — que muitos consideram melhores, ou mais elegantes etc. — mas ainda não explorei a fundo (prefiro evitar a fadiga).
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| Atualização do Grub, para detectar o PCLinuxOS, e efibootmgr |
Portanto, atualizei o Grub do openSUSE — para detectar a nova instalação do PCLinuxOS — e o coloquei de novo no topo das prioridades do UEFI, pelo efibootmgr.
# bash update_Grub.sh
cp theme.txt /boot/grub2/themes/openSUSE/
cp grub /etc/default/grub
Tue 25 Nov 17:31:45 -03 2025
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/openSUSE/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.17.8-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.17.8-1-default
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.17.7-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.17.7-1-default
Warning: os-prober will be executed to detect other bootable partitions.
Its output will be used to detect bootable binaries on them and create new boot entries.
178.278427 | DM multipath kernel driver not loaded
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 42 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.1 Xia (22.1) on /dev/sdb4
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done
real 0m28.989s
user 0m9.643s
sys 0m16.362s
Tue 25 Nov 17:32:14 -03 2025
# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse
Boot0001* debian
Boot0002* Ubuntu
Boot0003* pclinuxos
Boot0006* arch_grub2
Boot0009* Mageia_grub
Boot000D* Void_grub
Boot0010* MX_grub
Boot0011* Fedora
Boot0013* Fedora
Boot0015* ubuntu
Boot0016* debian
# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
(.......)
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| Edição do arquivo /etc/default/grub, pelo editor do Midnight Commander (mc) |
Editei o arquivo o /etc/default/grub pelo Midnight Commander (mc), como root — desabilitei a detecção de outras distros (Os-Prober) — e eliminei os parâmetros “splash quiet”, para que durante o boot sejam exibidas as mensagens do sistema, em vez de uma tela bonitinha.
Em seguida, atualizei o Grub do PCLinuxOS — que agora detecta apenas ele mesmo — em um piscar de olhos.
# update-grub
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/pclinuxos/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.48-pclos1
Found initrd image: /boot/initrd-6.12.48-pclos1.img
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done
xxxx
Conversão da /home para XFS
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| Copiando a /home do PCLinuxOS para outra partição |
Pelo Midnight Commander (mc) do openSUSE, em modo root, copiei as pastas da “Home5” para outra partição — preservando todos os atributos de cada arquivo e subpasta (propriedade, permissões).
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| Formatação da partição “Home5” para XFS |
No openSUSE, desmontei a partição “Home5” — e formatei para o sistema de arquivos XFS. — Tornei a aplicar o rótulo (Label).
- Isso não poderia ser feito “dentro” do PCLinuxOS, pois sua /home não poderia estar montada e em uso. — Em geral, recomenda-se fazer isso a partir de uma sessão Live — mas é muito mais rápido e confortável fazer a partir de outra distro, instalada em dualboot, personalizada, e com todas as ferramentas.
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| Copiando de volta a /home do PCLinuxOS e atualizando seu fstab |
Copiei as pastas /home do PCLinuxOS de volta para a partição “Home5” — e atualizei seu arquivo /etc/fstab com o novo UUID e o novo formato XFS.
— … ≠ • ≠ … —
Mandrake / Mandriva
- PCLinuxOS Darkstar com KDE Plasma 6, dnf5 e SysVinit
- Upgrade do Mageia 8 para o Cauldron (Mageia9)
- Multiboot de 12 distros Linux
- PCLinuxOS KDE Darkstar - instalação de substituição
- Exporando os galhos da árvore Linux
- Mandrake + Conectiva = Mandriva Linux
- PCLinuxOS KDE - instalação e configuração
- Mageia 7 (beta2) - Instalação e configuração
- PCLinuxOS - Kernel patch Spectre Meltdown
- PCLinuxOS - Add Locale, LibreOffice manager & Software Center
- Mageia 6 - Kernel 4.14
- PCLinuxOS - instalação direta (sem sessão Live)
- PCLinuxOS - instalação e configuração
- Rosa Desktop Fresh R10 - live DVD, instalação e configuração
- Escolhendo Grub entre vários Linux
- Mageia 6 sta2 - Instalação e configuração
PC desktop UEFI / GPT
- Transição para hardware UEFI-GPT
- Arch Linux - install, config
- Debian testing - install, config
- Linux Mint 20 (beta) "Ulyana" + Plasma KDE
- Upgrade para o Fedora 32
- Void + KDE
- MX Linux 19.2 KDE Beta 2
- KDE Neon upgrade 20.04 Focal Fossa
- Slackware by Alien BOB
- Slackware 15 alpha1
- Manjaro - instalação e configuração
- PCLinuxOS KDE Darkstar - instalação de substituição
- MX Linux 21 Wildflower KDE - instalação de substituição
- Linux, dualboot, discos, partições e backups
- Redcore Linux - instalação e configuração
- Multiboot de 12 distros Linux
- Upgrade do Mageia 8 para o Cauldron (Mageia9)
- MX Linux 23 “Libretto” KDE - instalação e configuração
- KDE Neon - Plasma 6 em sessão Wayland
- Fedora 42 KDE - instalação e configuração
- Kubuntu LTS, Linux Mint (KDE), KDE Neon, revisitados
- PCLinuxOS Darkstar com KDE Plasma 6, dnf5 e SysVinit
















































