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| PCLinuxOS 2025-09 instalado com uma partição /home preexistente • |
O PCLinuxOS não costuma anunciar lançamentos — afinal, é uma distro de lançamento contínuo (rolling release), que em geral basta atualizar com regularidade, para ter sempre as versões mais novas do sistema e dos aplicativos — e cada nova imagem ISO é mais uma comodidade, para que novos usuários não precisem instalar ISOs antigas, e depois baixar toneladas de atualizações.
Talvez por isso, a última vez que o Distrowatch publicou um anúncio de lançamento do PCLinuxOS foi há mais de 2 anos — embora outras imagens ISO tenham sido lançadas desde então — 2023-08, 2023-10, 2024-10, 2025-07, 2025-08, 2025-09 (pelo menos), que ainda se podem encontrar nos repositórios e / ou no Linux Tracker.
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| PCLinuxOS 2025-09 instalado com uma partição /home nova |
Na falta de “grandes” notícias, rareiam revisões nos sites especializados. — O Distrowatch publicou uma “review” em Set. 2023, e até hoje só linkou uma outra, do FOSS Force, de Ago. 2025. — Googlei os “últimos 12 meses” e encontrei poucas revisões (desatualizadas!), em blogs ou canais de pequeno alcance.
Por isso, foi uma surpresa descobrir que subiu 4 pontos no ranking do Distrowatch, da 35ª posição em 12 meses para a 31ª nos últimos 6 meses — lembrando que esse ranking registra só visitas às páginas do Distrowatch sobre cada distro. — Em geral, esse número aumenta quando um lançamento é noticiado em muitos sites e aparecem muitas “reviews”, estimulando a busca de informações mais detalhadas.
Alternative "kde6" repo, before the fire at the website's server building
2025-02-27 - KDE Plasma 6.3.2
2025-03-17 - KDE Plasma Frameworks 6.12.0
2025-04-14 - KDE Plasma Frameworks-6.13.0
2025-04-19 - KDE Plasma 6 Apps 25.04.0
2025-05-11 - KDE Plasma 6 Apps 25.04.1
KDE Plasma 6 Frameworks 6.14.0
2025-06-09 - KDE Plasma 6 Apps 25.04.2
Notícias, em 2025 — quase desapercebidas — foram:
- Uma oferta silenciosa do KDE Plasma 6 — inicialmente, “para quem quiser experimentar”; e
- O incêndio do local onde funcionavam os servidores do site e do fórum do PCLinuxOS, em 23 Jun. 2025, felizmente sem vítimas — mas com perda total, também, dos backups.
Old "kde5" repos:
25 Fev 2024
KDE Apps (23.08.4-1pclos2023) to 23.08.5-1pclos2024
17 Março 2024
plasma-applet-nm (5.27.10-1pclos2023) to 5.27.11-1pclos2024
plasma-desktop (5.27.10-1pclos2023) to 5.27.11-1pclos2024
plasma-integration (5.27.10-1pclos2023) to 5.27.11-1pclos2024
plasma-pa (5.27.10-1pclos2023) to 5.27.11-1pclos2024
plasma-systemmonitor (5.27.10-1pclos2023) to 5.27.11-1pclos2024
plasma-workspace (5.27.10-1pclos2023) to 5.27.11-1pclos2024
26 Maio 2024
plasma-framework (5.115.0-1pclos2024) to 5.116.0-1pclos2024
8 Set 2024
plasma-integration (5.27.11-1pclos2024) to 5.27.11-2pclos2024
13 Out 2024
lib64qt5designer5 (5.15.6-3pclos2024) to 5.15.6-5pclos2024
lib64qt5help5 (5.15.6-3pclos2024) to 5.15.6-5pclos2024
Atualizações regulares do Plasma 5 deixaram de ser fornecidas em meados de Outubro 2024 — mas as instalações existentes continuam funcionando — e recebendo todas as demais atualizações, não-relacionadas ao KDE.
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| Instalações antigas do PCLinuxOS “pararam” no KDE da ISO “2024-10” |
A ISO “2024-10” fixou aquele momento. — É exatamente o mesmo KDE 5.27.11 que a minha antiga instalação continuou usando até o final de 2025 — quando decidi migrar para o KDE 6.
Índice
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| Instalação antiga do PCLinuxOS, atualizada com o Plasma 6 |
- Três experiências
- Transições para o Plasma 6
- Migrando quando quiser
- O melhor dos dois mundos
- Download, md5sum, K3b, boot
- Instalação
- Configurações
- Grub & “multiboot”
- Conversão da /home para XFS
- xxxx
- Mandrake, Conectiva, apt-rpm, Synaptic...
Três experiências
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| Discussão do KDE Plasma 6 no fórum do PCLinuxOS em 2025 |
Não sei exatamente quando o KDE Plasma 6 foi apresentada no Fórum — inicialmente, para quem quisesse testar. — O Internet Archive guarda quase 300 capturas, mas apenas 3 do ano passado (e aparentemente, só da página inicial).
Eu acompanhava a categoria “KDE Plasma 6”, onde se discutiam e solucionavam eventuais problemas — e que em 1º Maio já tinha 523 postagens em 21 tópicos (média de 25 postagens por tópico) — na expectativa do dia em que a transição fosse anunciada.
No fim, o caminho acabou sendo outro: — Como as 2 versões do KDE Plasma estavam em 2 áreas separadas, nos repositórios, “bastava” cada usuário mudar sua configuração, do KDE 5 para o KDE 6, no arquivo /etc/apt/sources.list (válido também para o DNF) — e executar alguns scripts, para remover o KDE 5, e instalar o Qt6 e o KDE 6 (não exatamente nessa ordem; veja aqui).
Isso poderia ser feito pelo Synaptic, ou pelo DNF Package Manager (GUI), ou por comandos dnf ou apt-get (CLI). — Opções, é que não faltariam. — E quem quisesse, poderia fazer uma nova instalação.
Eu acabei fazendo 3 experiências: — Duas instalações novas, onde venho testando o DNF Package Manager (GUI) e o dnf (CLI) — e só no final, o upgrade da minha antiga instalação, usando o apt-get (CLI).
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| Experiências com 3 instalações do PCLinuxOS |
Eu já tinha o PCLinuxOS instalado, há anos — e funcionando muito bem — por isso, eu não queria arriscá-la em um upgrade prematuro para o KDE Plasma 6.
Transições para o Plasma 6
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| Antigos widgets logo receberam versões para o Plasma 6 |
A transição para o Plasma 6 me preocupava um pouco — pois eu ainda lembrava dos percalços na transição do KDE 4 para o KDE 5 — e desta vez, a mudança viria acompanhada de um movimento de abandono do X11 em favor do Wayland.
Os impactos, afinal, variaram de uma distro para outra:
- O Arch Linux e o openSUSE Tumbleweed fizeram essa transição há quase 2 anos, em Março 2024, com poucos percalços.
- O KDE Neon, abrigado na própria fundação KDE e.V., adiantou-se um pouco, e teve vários tropeços — em parte, por usar uma base Ubuntu LTS defasada em 2 anos — mas também, por estar perdendo colaboradores.
- O Void Linux, usando Runit, demorou um pouco mais — e mesmo assim, teve alguns tropeços.
- O MX Linux, só agora lançou sua ISO com Plasma 6 — e sem a opção SysVinit. — Só SystemD.
- Deixo de citar o Fedora, por ser a única distro em que estou usando o Wayland, já faz alguns anos. — Em todas as outras, continuo usando X11 — até agora, sem qualquer problema.
Por isso, há quase 2 anos eu sempre verifico o fórum do PCLinuxOS, antes de fazer minhas atualizações semanais — pois todas as dúvidas e problemas costumam ser relatados de imediato — e rapidamente resolvidos pelos desenvolvedores e colegas mais experientes.
Eu já tinha esse hábito, antes, mas redobrei a atenção — e vi uma troca de experiências cada vez mais animada, entre desenvolvedores e usuários que já estavam experimentando o Plasma 6 — mas o tão aguardado aviso de upgrade nunca apareceu.
Em vez disso, houve o incêndio (com perda dos backups) — o fórum teve de recomeçar “do zero” (vazio) — e perdi o fio da meada sobre o que estava acontecendo.
Migrando quando quiser
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| Manual multilingue do DNF Package Manager, em PDF |
O PCLinuxOS tomou um caminho bem incomum: — As novas imagens ISO com Plasma 6 começaram a ser disponibilizadas sem nenhum alarde — “para quem quiser experimentar”.
Também vêm com o DNF Package Manager (GUI) — em substituição ao Synaptic — mas ninguém foi conclamado a “reinstalar”, nem a “fazer upgrade” do PCLinuxOS que já têm:
«Não entre em pânico! O fim do Synaptic não é iminente. Texstar escreveu no fórum que “o apt / Synaptic será descontinuado algum dia, mas não tão cedo”. Portanto, por enquanto, ninguém está sendo forçado a migrar para o DNF Package Manager contra a sua vontade. Usuários do PCLinuxOS agora têm a oportunidade de experimentar o DNF e se familiarizar com ele, caso tenham interesse» [Manual do DNF Package Manager].
Muitos verificam as atualizações pelos 2 gerenciadores, para ver se fazem “exatamente a mesma coisa”. 😃
É difícil entender quem migrou para o Plasma 6 mas continua usando o apt / Synaptic — e quem adotou o DNF (GUI) mas continua no Plasma 5. — Aliás, nem sei se essas duas opções são possíveis, pois evitei experimentar a mistura.
Até onde vai meu pobre julgamento, o conjunto das 2 novidades (Plasma 6 + DNF Manager) está longe de poder ser “lançado” oficialmente, com banda de música e fanfarras — mas é isso que os novos usuários recebem, pois o Synaptic não veio nas novas imagens ISO KDE Darkstar (embora esteja nos repositórios e possa ser instalado).
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| Manual multilingue do MyLive installer — ou “Install Me” |
O antigo Draklive Installer também foi substituído (desde 2023) pelo MyLive Install — que eu ainda não conhecia — e para mim isso foi mais uma mudança, em meio às outras.
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| Imagens ISO e manuais multilingues em PDF |
Na própria página de downloads do PCLinuxOS encontram-se os manuais multilingues sobre o DNF Package Manager (GUI) e o MyLive Install — que aparece em destaque na tela da sessão Live com o nome de “Install Me” — ambos em PDF:
A documentação do PCLinuxOS também oferece páginas atualizadas com frequência — como esta, bastante detalhada:
- Installing PCLinuxOS (Wiki)
Enfim, é sempre bom verificar as novidades no fórum do PCLinuxOS.
O melhor dos dois mundos
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| Minha outra instalação do PCLinuxOS, com KDE Plasma 5 e o Synaptic |
É muito cômodo, não ter de reinstalar ou “migrar de versão” a cada 6 meses, ou a cada 2 anos — como acontece com uma distro de lançamentos periódicos. — Apenas atualize com regularidade, e o PCLinuxOS “rolling release” continua a postos, por anos e anos.
Eu já tinha uma instalação do PCLinuxOS, que venho atualizando há mais de 4 anos (desde Agosto 2021) — e não vejo motivos para me desfazer dela, por enquanto — nem colocá-la em risco, em um upgrade que envolve, além do Plasma 6 (com necessidade de resolver manualmente alguns conflitos), a mudança do próprio gerenciador de pacotes, do apt-rpm / Synaptic para o dnf.
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| Minha outra instalação do PCLinuxOS, ainda com Synaptic e Plasma 5 |
Mesmo mantendo o KDE Plasma 5, minha antiga instalação continua recebendo dezenas de atualizações, todas as semanas.
Por outro lado, eu também queria experimentar essas novidades.
Acabei optando pelo melhor dos dois mundos: — Mantive minha instalação antiga (de 2001), com o Plasma 5 e o Synaptic — e fiz outra (em dualboot), para experimentar o Plasma 6 e o dnf (CLI, no meu caso).Download, md5sum, K3b, boot
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| Download e verificação da imagem pclinuxos64-kde-darkstar-2025-09.iso |
Baixei a ISO “KDE Darkstar” — que é um pouco mais “enxuta” do que a “KDE” (Full) — fiz a verificação da integridade pelo md5sum — e “queimei” em DVD pelo K3b, para guardar.
Isso foi bom, pois cometi todo tipo de erros naquela primeira instalação do “novo” PCLinuxOS — e decidi refazer a instalação 2 meses depois, em Novembro, aproveitando o mesmo DVD:
$ stat -c'%w' /run/media/flavio/Linux5/etc
2025-09-22 12:03:23.398576029 -0300 <-- date & time of 1st installation
$ stat -c'%w' /run/media/flavio/Linux5/etc
2025-11-25 15:23:17.324704118 -0300 <-- date & time of 2nd installation
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| Boot do Live PCLinuxOS em “Copy to RAM” — e manter o Teclado dos EUA |
A primeira experiência me mostrou que a melhor opção de boot do Live PCLinuxOS, no meu hardware, era “Copy to RAM” — e não mexer na opção-padrão de “Teclado em Inglês dos EUA”, naquele momento.
- Em Setembro, tentei alterar o layout de Teclado, e na tela seguinte já não havia texto nenhum. — Por isso, em Novembro deixei tudo como estava, para não perder tempo.
Instalação
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| Escolhas do Idioma e do Teclado no instalador do PCLinuxOS |
No “Install Me” do PCLinuxOS, aí, sim, escolhi Inglês britânico e Teclado em Português do Brasil (ABNT2). — No entanto, o manual do instalador confessa:
O idioma especificado aqui é o usado pelo instalador, não o idioma final do sistema operacional instalado.
O idioma instalado será o inglês [dos EUA]. Para adicionar um idioma diferente ao sistema, o script “addlocale” é necessário [...].
É proveitoso ler e reler o manual com atenção. — Ele não tenta apresentar o MyLive Install (Install Me) como uma coisa perfeita. Pelo contrário, admite que tem falhas — e as descreve de modo conciso, objetivo, com toda sinceridade.
A escolha do Fuso horário BRT é fácil, pelo mapa — e pode-se conferir logo embaixo: — “America / Sao_Paulo”.
Na etapa de Particionamento, escolhi "particionamento manual" — para eu mesmo escolher as partições, que sempre preparo antes:
Device Label Mountpoint Filesystem
sda1 EFI /boot/efi vfat
sda6 Linux5 / ext4
sda12 Home5 /home ext4
sda13 Swap swap swap
Clica-se com o botão direito do mouse em cada partição que se deseja usar — escolhe-se o ponto de montagem desejado — mas escolher um formato (mesmo que seja o existente) significa mandar formatar!
Tudo bem, formatar a partição onde se vai instalar o sistema — mas eu não queria formatar a partição “Home5”, pois pretendia aproveitar as configurações existentes na “pasta pessoal”, dentro dela, feitas na instalação anterior.
Bah... Não adianta escolher /dev/sda1 no campo que sugere instalar o bootloader, na parte de baixo. — É preciso selecionar explicitamente a linha lá no alto (indicada Mac OS X) e escolher numa lista o ponto-de-montagem /boot/EFI.
Quanto ao botão “Edit partitions”, na parte de baixo, simplesmente abre o GParted:
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| Particionamento manual — para escolher partições previamente preparadas |
Atribuí ao sistema o nome “Linux5”, criei a senha de Administrador (root), Usuário, ID etc. — e no final conferi o Resumo apresentado para confirmação, antes de iniciar a gravação em disco:
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| O instalador ia formatar minha antiga /home |
Até aí, é possível voltar atrás (Back), para corrigir alguma coisa — ou sair do instalador (Quit) e abortar a instalação.
Percebi que eu havia marcado para formatar minha partição “Home5” — e tratei de voltar atrás, para impedir isso:
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| Resumo das configurações da instalação do PCLinuxOS — sem a “Home5” |
Apenas a partição “Linux5” deveria ser formatada — uma exigência de quase todos os instaladores, para assegurar que a partição-raiz do sistema esteja “limpa”, vazia, sem restos de qualquer instalação anterior.
A partição EFI não seria formatada. — Os instaladores costumam evitar esse desastre — pois é comum haver ali bootloaders de outros sistemas operacionais.
Também me certifiquei de que a partição Swap não seria formatada — pois isso iria alterar seu identificador UUID — o que me obrigaria a editar os arquivos /etc/fstab de todas as minhas outras distros, instaladas em dualboot / multiboot.
Não consegui entender como evitar que a partição /home(Home5) fosse formatada. — Talvez, escolher o ponto-de-montagem, mas não indicar o formato?
Na hora, não pensei nisso, e não experimentei, para saber se isto seria a solução. — Estou acostumado demais a sempre ter de indicar o formato — sem que isso implique em “formatar”, que em geral precisa ser marcado em outro campo.
Na hora, a única solução que encontrei, foi não incluir a partição “Home5” na instalação. — É fácil incluí-la no /etc/fstab, mais tarde.
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| Final da instalação do PCLinuxOS |
Após clicar em “Instalar” (Install), as “modificações” começaram a ser gravadas no SSD, às 15:23 (12:23 no Texas, eu presumo) — e mal deu tempo de assistir ao “slide show”, pois às 15:29 a instalação já estava concluída (12:29, no Texas):
Sempre deixo para reiniciar mais tarde, manualmente — após verificar se não falta copiar alguma coisa para o Pendrive — pois qualquer coisa “salva” numa sessão Live vai para o espaço ao reiniciar a máquina, e se perde para sempre.
Configurações
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| Verificação das sessões disponíveis (Plasma X11 e Wayland) na tela de Login |
A instalação e configuração do PCLinuxOS afeta o conjunto das demais distros instaladas — daí, “configurações”, no plural.
Descrevo esses passos em “ordem lógica”, para que essas anotações façam sentido — e não em “ordem cronológica”, que resultaria em fragmentos desencontrados. — Dispondo de várias distros prontas para uso, posso começar várias tarefas “em paralelo”, e seguir o encadeamento de cada uma, quando for conveniente, mais tarde, muitas vezes em outra distro.
Enfim, eu já tinha feito várias configurações do PCLinuxOS na primeira instalação, de 22 Setembro em diante — mas só foram “herdadas” pela segunda instalação, após várias configurações feitas “de fora” (via openSUSE) — pois muitas delas dependiam da montagem automática de partições externas — e com os mesmos caminhos (PATH) de antes.
25 Setembro - 15:33 - Me certifiquei de que o Login veio configurado para sessão Plasma X11. — Até hoje, só estou experimentando Plasma Wayland no Fedora (em caráter permanente) — e evito alternar sessões X11 e Wayland, pois as configurações que se fazem em uma afetam as da outra, de modo indesejado.
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| Seção “Software Center” do PCLinuxOS |
A área de trabalho (desktop) se apresentou no padrão do PCLinuxOS — sem as personalizações que eu havia feito na primeira instalação, ao longo dos 2 meses anteriores. — Pela seção Places (Lugares) do Menu, verifiquei que a /home era apenas uma pasta dentro da partição-raiz, com a indicação de “30 GiB” — e não na partição “Home5”, que é de 15 GiB.
Aproveitei para registrar os aplicativos encontrados no Menu. — O “Software Center” agora inclui o DNF (GUI) e o Flatpak, além do tradicional LibreOffice Manager — mas não o antigo módulo Locale (regionalização).
Nesse momento, o KDE Spectacle usava as configurações-padrão — salvando as capturas de tela na subpasta Pictures/Screenshots da pasta pessoal do usuário, em formato PNG — com todos os nomes-de-arquivo iniciando por “Screenshot”.
Grub & “multiboot”
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| O Grub do PCLinuxOS não detectou o openSUSE em partição BtrFS |
Ao reiniciar o computador, verifiquei que o Grub do PCLinuxOS não tinha detectado o openSUSE em sua partição BtrFS (logo antes do Arch Linux). — Essa falha é comum, no Grub de várias distros.
Não é problema para mim, pois eu iria mesmo desabilitar o Os-Prober no PCLinuxOS, para que seu Grub não perca tempo detectando outras distros. — Basta ele gerar “entradas” para o próprio PCLinuxOS — para serem lidas pelo Grub do openSUSE, que é meu “Menu de inicialização”.
Minha experiência em dualboot de várias distros (multiboot) ensinou algumas regras básicas, para coordenar essa creche de crianças travessas:
- O Grub do openSUSE é o mais habilitado para detectar e gerar “entradas” capazes de carregar todas as outras distros que já instalei, desde 2017 — além de seus próprios “instantâneos” (Snapshots). — Por isso, é o meu “Menu de inicialização”.
- O Grub do Mageia consegue ler partições BtrFS e gerar “entradas” capazes de carregar o openSUSE (exceto seus Snapshots), além de todas as outras distros que já instalei, desde 2017. — Por isso, é meu “Menu de reserva” — e fica em outro SSD, com outra partição EFI, por segurança.
- Quanto mais distros com Grub tentando detectar outras distros, maiores serão os arquivos grub.cfg de cada uma — pois cada Grub lê e incorpora informações dos arquivos grub.cfg dos demais — e isso pode gerar um crescimento em progressão geométrica.
- Qualquer pequeno erro em 1 Grub se propaga e multiplica pelos demais, numa avalanche — e neste cenário, o “Grub-Customizer” é um perigo.
- Além disso, aumenta o tempo gasto por cada distro, em cada instalação / remoção de Kernel, pois precisa acionar 2 ou 3 atualizações sucessivas do respectivo Grub — tornando demoradas as atualizações regulares.
- Por isso, o ideal é que apenas 1 Grub detecte as outras distros (ou 2 Grub's, por segurança) — de modo que as demais gerem arquivos pequenos e não percam tempo desnecessário.
- A cada instalação / remoção de Kernel em qualquer distro, é preciso atualizar o Grub “geral”. — Por isso, atualizo todas as outras distros, e só no final atualizo o openSUSE e seu Grub. — É uma rotina simples, semanal, que em geral faço aos Domingos, em menos de 2 horas.
- O Fedora não atualiza seu próprio Grub, ao instalar / remover Kernels, devido ao seu “Boot Loader Specification” (BLS), vendido como “moderno”. — Preciso desabilitar o BLS do Fedora — e lembrar de atualizar manualmente seu Grub, para suas mudanças de Kernel serem detectadas pelo Grub do openSUSE (e do Mageia).
- O boot do Arch Linux (e do Manjaro) exige um complemento “intel.ucode.img” que o Grub de algumas distros não inclui — tornando suas “entradas” incapazes de carregar o Arch Linux.
- Existem alternativas ao Grub — que muitos consideram melhores, ou mais elegantes etc. — mas ainda não explorei a fundo (prefiro evitar a fadiga).
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| Atualização do Grub, para detectar o PCLinuxOS, e efibootmgr |
Portanto, atualizei o Grub do openSUSE — para detectar a nova instalação do PCLinuxOS — e o coloquei de novo no topo das prioridades do UEFI, pelo efibootmgr.
# bash update_Grub.sh
cp theme.txt /boot/grub2/themes/openSUSE/
cp grub /etc/default/grub
Tue 25 Nov 17:31:45 -03 2025
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/openSUSE/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.17.8-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.17.8-1-default
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.17.7-1-default
Found initrd image: /boot/initrd-6.17.7-1-default
Warning: os-prober will be executed to detect other bootable partitions.
Its output will be used to detect bootable binaries on them and create new boot entries.
178.278427 | DM multipath kernel driver not loaded
Found Arch Linux (rolling) on /dev/sda3
Found Debian GNU/Linux forky/sid on /dev/sda4
Found Fedora Linux 42 (KDE Plasma Desktop Edition) on /dev/sda5
Found PCLinuxOS on /dev/sda6
Found PCLinuxOS on /dev/sda7
Found Mageia 10 (10) on /dev/sdb1
Found Ubuntu 24.04.3 LTS (24.04) on /dev/sdb2
Found Void Linux on /dev/sdb3
Found Linux Mint 22.1 Xia (22.1) on /dev/sdb4
Found MX 23.6 Libretto (23.6) on /dev/sdb6
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done
real 0m28.989s
user 0m9.643s
sys 0m16.362s
Tue 25 Nov 17:32:14 -03 2025
# efibootmgr
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0003,0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001
Boot0000* opensuse
Boot0001* debian
Boot0002* Ubuntu
Boot0003* pclinuxos
Boot0006* arch_grub2
Boot0009* Mageia_grub
Boot000D* Void_grub
Boot0010* MX_grub
Boot0011* Fedora
Boot0013* Fedora
Boot0015* ubuntu
Boot0016* debian
# efibootmgr -o 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,3
BootCurrent: 0000
Timeout: 10 seconds
BootOrder: 0000,0009,0006,0010,000D,0011,0013,0015,0002,0016,0001,0003
(.......)
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| Edição do arquivo /etc/default/grub, pelo editor do Midnight Commander (mc) |
Editei o arquivo o /etc/default/grub pelo Midnight Commander (mc), como root — desabilitei a detecção de outras distros (Os-Prober) — e eliminei os parâmetros “splash quiet”, para que durante o boot sejam exibidas as mensagens do sistema, em vez de uma tela bonitinha.
Em seguida, atualizei o Grub do PCLinuxOS — que agora detecta apenas ele mesmo — em um piscar de olhos.
# update-grub
Generating grub configuration file ...
Found theme: /boot/grub2/themes/pclinuxos/theme.txt
Found linux image: /boot/vmlinuz-6.12.48-pclos1
Found initrd image: /boot/initrd-6.12.48-pclos1.img
Adding boot menu entry for UEFI Firmware Settings ...
done
xxxx
Conversão da /home para XFS
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| Copiando a /home do PCLinuxOS para outra partição |
Pelo Midnight Commander (mc) do openSUSE, em modo root, copiei as pastas da “Home5” para outra partição — preservando todos os atributos de cada arquivo e subpasta (propriedade, permissões).
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| Formatação da partição “Home5” para XFS |
No openSUSE, desmontei a partição “Home5” — e formatei para o sistema de arquivos XFS. — Tornei a aplicar o rótulo (Label).
- Isso não poderia ser feito “dentro” do PCLinuxOS, pois sua /home não poderia estar montada e em uso. — Em geral, recomenda-se fazer isso a partir de uma sessão Live — mas é muito mais rápido e confortável fazer a partir de outra distro, instalada em dualboot, personalizada, e com todas as ferramentas.
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| Copiando de volta a /home do PCLinuxOS e atualizando seu fstab |
Copiei as pastas /home do PCLinuxOS de volta para a partição “Home5” — e atualizei seu arquivo /etc/fstab com o novo UUID e o novo formato XFS.
— … ≠ • ≠ … —
Mandrake / Mandriva
- PCLinuxOS Darkstar com KDE Plasma 6, dnf5 e SysVinit
- Upgrade do Mageia 8 para o Cauldron (Mageia9)
- Multiboot de 12 distros Linux
- PCLinuxOS KDE Darkstar - instalação de substituição
- Exporando os galhos da árvore Linux
- Mandrake + Conectiva = Mandriva Linux
- PCLinuxOS KDE - instalação e configuração
- Mageia 7 (beta2) - Instalação e configuração
- PCLinuxOS - Kernel patch Spectre Meltdown
- PCLinuxOS - Add Locale, LibreOffice manager & Software Center
- Mageia 6 - Kernel 4.14
- PCLinuxOS - instalação direta (sem sessão Live)
- PCLinuxOS - instalação e configuração
- Rosa Desktop Fresh R10 - live DVD, instalação e configuração
- Escolhendo Grub entre vários Linux
- Mageia 6 sta2 - Instalação e configuração
PC desktop UEFI / GPT
- Transição para hardware UEFI-GPT
- Arch Linux - install, config
- Debian testing - install, config
- Linux Mint 20 (beta) "Ulyana" + Plasma KDE
- Upgrade para o Fedora 32
- Void + KDE
- MX Linux 19.2 KDE Beta 2
- KDE Neon upgrade 20.04 Focal Fossa
- Slackware by Alien BOB
- Slackware 15 alpha1
- Manjaro - instalação e configuração
- PCLinuxOS KDE Darkstar - instalação de substituição
- MX Linux 21 Wildflower KDE - instalação de substituição
- Linux, dualboot, discos, partições e backups
- Redcore Linux - instalação e configuração
- Multiboot de 12 distros Linux
- Upgrade do Mageia 8 para o Cauldron (Mageia9)
- MX Linux 23 “Libretto” KDE - instalação e configuração
- KDE Neon - Plasma 6 em sessão Wayland
- Fedora 42 KDE - instalação e configuração
- Kubuntu LTS, Linux Mint (KDE), KDE Neon, revisitados
- PCLinuxOS Darkstar com KDE Plasma 6, dnf5 e SysVinit


















































