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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Linux Mint 18 KDE Beta em Live USB

Linux Mint 18 KDE Beta (64bit) em Live USB

Primeira constatação, após 10h10min de muita atividade: — Nenhum “mini-crash”, — daqueles que o Kubuntu 16.04 ainda apresenta, de vez em quando, depois de quase 4 meses.

A sessão Live USB foi carregada às 15:55 do dia 18 Ago. 2016.

mint@mint ~ $ journalctl --list-boots 0 69ec30b79d5e4be5ac10deb061391cb3 Thu 2016-08-18 15:55:13 BRT—Fri 2016-08-19 10:24:21 BRT

Até o final do primeiro “dia” (2:05 de 19 Ago.), fotos foram baixadas, renomeadas e enfileiradas, Capturas de tela foram revisadas, 27 imagens editadas no Gimp, — e feitas boa parte das configurações adotadas por “padrão” no Kubuntu, no KDE Neon, e no Debian (instalados), — além da pesquisa na web, email, redes etc.

A sessão Live USB foi encerrada no Sáb., 20 Ago. 2016, às 10:15, — após a instalação do Linux Mint 18 KDE (Beta), — com a duração final de 42h 20min.

Download e gravação da ISO


As imagens ISO podem ser obtidas em:



e nos demais espelhos ao redor do mundo.

Conferindo sha256sum por Copy, Paste, Search

Conferido sha256sum, — copiado do Terminal do Dolphin (embaixo) e colado no campo de Busca: — Encontrado na hora (100% ok).

Gravação da imagem ISO no Pendrive pelo Usb-creator

A imagem ISO foi gravada no Pendrive pelo Usb-creator do Linux Mint 17.3 Cinnamon, — de primeira, em poucos minutos, sem qualquer problema, — dispensando recorrer aos comandos “dd” ou “cp”.

Roteiro


15:54 – BIOS Setup → Boot priority → USB (Pendrive)

15:55 – Linux Mint → Automatic boot in… (3 seconds)

15:55 – Carregando

Tela inicial: pareceu que faltava alguma coisa

15:56 – Tela inicial do Linux Mint 18 KDE (Beta). — A primeira impressão foi de que alguma coisa não havia funcionado.

Mas não, — o Mint KDE foi carregado, ok. — Trata-se, mesmo, de um wallpaper.

15:58 – Fuso horário ajustado.

15:59 – Relógio com data (formato longo).

16:01 – Ajustada exibição do Dolphin para todas as pastas (padrão): lista detalhada. — Montadas algumas partições, para o Spectacle salvar as Capturas de tela em “F/000_print-screen/”.

Configuração do Spectacle: pasta (em “F”) e nome padrão “YYYY-MM-DD_HH-mm-SS”

16:06 – Configurado Spectacle, para salvar as Capturas de tela em uma pasta específica da partição “F”, com nome “YYYY-MM-DD_HH-mm-SS”, para levantamentos cronológicos, — inclusive com a possibilidade de misturar Prints de diferentes Linux, fotos de celular e da câmera digital.

Print do primeiro Print (wallpaper original à esquerda)

16:05 ~ 16:08 – Primeiros PrintScreen → Wallpaper original na coleção (à esquerda).

Software Manager (mintinstall). Mas também veio o Synaptic

16:11 – O ícone mais à vista, de instalação de pacotes, chama o Software Manager (mintinstall), — mas também veio instalado o Synaptic.

Embora prefira usar o Synaptic, — pela comodidade, — ultimamente foi adotado o hábito de fazer a atualização (Reload) das informações dos repositórios no Terminal, — onde é mais fácil ver o que acontece e, se necessário, fazer um print ou copiar:

16:15 – sudo apt update

mint@mint ~ $ sudo apt update
Ign:1 cdrom://Linux Mint 18 _Sarah_ - Release amd64 20160816 xenial InRelease
Err:2 cdrom://Linux Mint 18 _Sarah_ - Release amd64 20160816 xenial Release
  Please use apt-cdrom to make this CD-ROM recognized by APT. apt-get update cannot be used to add new CD-ROMs
Get:3 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security InRelease [94.5 kB]
Hit:4 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial InRelease                                      
Hit:5 http://archive.canonical.com/ubuntu xenial InRelease                                  
Hit:6 http://ppa.launchpad.net/kubuntu-ppa/backports/ubuntu xenial InRelease                
Ign:7 http://packages.linuxmint.com sarah InRelease                                          
Get:8 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates InRelease [95.7 kB]          
Get:9 http://packages.linuxmint.com sarah Release [24.1 kB]                                  
Get:10 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/main amd64 Packages [134 kB]        
Get:11 http://packages.linuxmint.com sarah Release.gpg [819 B]                          
Hit:12 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-backports InRelease                          
Get:13 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/main i386 Packages [130 kB]
Get:14 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/main Translation-en [54.9 kB]      
Get:15 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/universe amd64 Packages [40.3 kB]  
Get:16 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/universe i386 Packages [40.2 kB]    
Get:17 http://packages.linuxmint.com sarah/main amd64 Packages [16.0 kB]                    
Get:18 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/universe Translation-en [24.3 kB]  
Get:19 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/multiverse amd64 Packages [1,176 B]
Get:20 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/multiverse i386 Packages [1,344 B]  
Get:21 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/multiverse Translation-en [628 B]  
Get:22 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/main amd64 Packages [371 kB]          
Get:23 http://packages.linuxmint.com sarah/main i386 Packages [15.3 kB]            
Get:24 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/main i386 Packages [367 kB]
Get:25 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/main Translation-en [140 kB]
Get:26 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/universe amd64 Packages [319 kB]
Get:27 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/universe i386 Packages [316 kB]
Get:28 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/universe Translation-en [108 kB]
Get:29 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/multiverse amd64 Packages [5,488 B]
Get:30 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/multiverse i386 Packages [4,280 B]
Get:31 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial-updates/multiverse Translation-en [2,428 B]
Reading package lists... Done                                                          
E: The repository 'cdrom://Linux Mint 18 _Sarah_ - Release amd64 20160816 xenial Release' does not have a Release file.                                                                    
N: Updating from such a repository can't be done securely, and is therefore disabled by default.
N: See apt-secure(8) manpage for repository creation and user configuration details.


Instalação do Chromium pelo Synaptic

16:19 – Synaptic → instalado Chromium

16:25 – Synaptic → instalados Conky, fancontrol, Psensor (vieram instalados lm-sensors e hddtemp).

Desabilitando “Pesquisa de arquivos” (Baloo)

16:30 – Desativada Pesquisa de arquivos.

Restaurar sessão salva manualmente (gera opção Sair → Salvar sessão)

16:31 – Desktop Session Login and Logout → Restore manually saved session. — Aparece a opção Sair → Salvar sessão.

16:32 - Login automático / re-Login após sair (Logout / Login).

Invertendo as teclas de atalho do Spectacle

16:33 - Inversão das teclas de atalho Print (Capturar e salvar) e Shift-Print, — apenas abrir diálogo do Spectacle (para capturas com retardo: Menus).

Acesso ao terceiro nível do Teclado

16:34 - Configuração do Teclado (PT-BR) + Tecla de acesso ao 3º nível.

Adicionando Sony DSC e Nokia Lumia ao Kamera, para baixar fotos por cabo USB

16:37 - Configuração do Kamera → Nokia Lumia WP8 e Sony DSC-H2 — ambas não exigem qualquer ação adicional.

Sincronização do Chromium

Chromium sincronizado: Bookmarks e Extensões

16:39 - Sincronização do Chromium: configurações, Favoritos, extensões etc.

Adaptação do arquivo “.conkyrc” à sessão Live USB

17:13 - Início da configuração do Conky, Psensor e KSysguard.

Feita em ritmo de diversão, sem nenhuma “sistemática”, — pois muita coisa varia de um Linux para outro, — continuou por 1 ou 2 horas (e ainda está sujeita a correções).

O arquivo de configuração “.conkyrc” foi apenas copiado, — sem equacionar demais a escolha, — e adaptado aos poucos.

Identificação do processo de rede para uso no Conky

Ao contrário do Linux Mint 17.3 Cinnamon, — onde a rede é detectada como “eth0”, — aqui é detectada como “enp1s0”.

Pela primeira vez, foi aberta uma linha adicional, em File systems, para a partição de sistema da sessão Live USB, — o que já elevou um pouco a altura total da janela do Conky.

Uso de Memória no Conky, KSysguard e KInfocenter

O uso da Memória continua sendo uma equação difícil de harmonizar, — e neste Live Mint 18 KDE constata-se a particularidade de o KSysguard somar o Swap, — o que resulta em uma linha quase reta, dificultando perceber as oscilações (o espaço vertical fica inaproveitado).

A rigor, Cache e Buffers deveriam ser abatidos da Memória usada, — pois em geral “devolvem”, quando necessário, — mas ainda não foi encontrado um modo de harmonizar os “conceitos” usados, nesse caso, pelos diversos aplicativos.

Temperaturas no Conky, Psensor e Terminal (sudo watch sensors)

Psensor precisa ter seus intervalos ajustados de 2 para 1 segundo, — tanto em “Graph”, quanto em “Sensors”, — para acompanhar o ritmo do Conky e do KSysguard.

Efeito imediato da instalalação do pacote “fonts-arkpandora”

17:57 - A simples instalação das fontes Arkpandora, às 17:56, provocou efeito imediato nas fontes de letras do Conky, — com um salto no espaçamento entre as linhas, — embora só às 18:41 a configuração tenha sido alterada, com substituição geral de “Verdana” por “Veranda”, — trabalho desnecessário, em retrospecto.

18:41 ~ 18:52 - Nesse intervalo, foi instalado o widget Menu Homerun Kicker (menu em cascata: “cascading popup menus”).

Infelizmente, não foi documentado na hora, e a localização no tempo só foi obtida das entranhas do “.xsession-errors”:

  • Linha 7.198 - New Notification:  "Spectacle" "A new screenshot was captured and saved to /media/mint/F/Byteria/2016-08-18_Mint-KDE-Beta/2016-08-18_18-41-52.png" -1 & Part of: 0
  • Linha 7.328 - -------->  load applet:  "org.kde.plasma.kicker"  relpath:  "plasma/plasmoids/org.kde.plasma.kicker"
  •  .. pathes:  ("/usr/share/plasma/plasmoids/org.kde.plasma.kicker")
  • Linha 7.346 -  New Notification:  "Panel Removed" "A panel has been removed." 0 & Part of: 0
  • Linha 7.355 -  New Notification:  "Widget Removed" "The widget \"Application Launcher\" has been removed." 0 & Part of: 0
  • qml:  totalCountChanged 1
  • file:///usr/share/plasma/plasmoids/org.kde.plasma.kicker/contents/ui/main.qml: QML Plasmoid: Cannot anchor to an item that isn't a parent or sibling.
  • Linha 7.984 -  New Notification:  "Spectacle" "A new screenshot was captured and saved to /media/mint/F/Byteria/2016-08-18_Mint-KDE-Beta/2016-08-18_18-52-03.png" -1 & Part of: 0

Em resumo:

  • Adicionado o novo Menu Kicker
  • Painel removido (ops) → Undo
  • Removido o Menu original
  • Menu Kicker arrastado para o lugar do Menu original
Nos Prints que delimitam esse intervalo, — antes (18:41) e depois (18:52), — nada permite distinguir o novo Menu, do Menu original, — os ícones são absolutamente iguais.

A única diferença visível é o acréscimo do widget de Clima (Weather), — inicialmente representado por um “?” em vermelho, à direita, — até ser configurado, mais tarde.

A documentação vai adiante, em “Menu Kicker”.

Nenhum processo PIM, Akonadi, Baloo rodando

18:53 - Nenhum processo do PIM ou do Akonadi em funcionamento, segundo o KSysguard (Monitor do sistema).

Conexão por cabo USB para baixar fotos da Sony DSC-H2

19:00 - Baixadas fotos da câmera Sony DSC-H2 por cabo USB.

Desmontando as partições Swap do Debian

19:20 - Desmontadas partições Swap do Debian. — O Swap total se reduz de 16 GiB para 12 GiB.

19:23 - Synaptic → instalação do pyRenamer.

Baixando fotos do Nokia Lumia via cabo USB

19:27 - Baixadas fotos Nokia Lumia por cabo USB.

19:32 - Configurado widget de previsão do Clima (Weather).

Renomeando fotos do Nokia Lumia (WP8) com o pyRenamer

19:40 - Renomeadas fotos Sony DSC.

Fotos reunidas e alinhadas cronologicamente

19:41 - Renomeadas fotos Nokia Lumia. — Fotos reunidas na mesma pasta, enfileirando-se em ordem cronológica, para facilitar o levantamento retrospectivo.

19:48 - Print de apresentação (no topo deste relato).

Registros do uso da Memória

Configurando o Gimp para agilizar o trabalho

19:55 - Configuração do Gimp:

  • Editar → Preferências → Opções de ferramentas → Save tool options on exit / Set layer active
  • Eliminar da paleta o excesso de ferramentas (não usadas)
  • Fechada janela Camadas
  • Adicionada aba Camadas na Caixa de ferramentas (Toolbox)
  • Escolha da fonte (Verdana bold), tamanho, cor
  • Salvar Tool options now (por via das dúvidas)

Clique com botão direito na pasta para “abrir com” pyRenamer

20:42 - Recuperação dos Prints do Mint 17.3 (download, sha256sum, Usb-creator), feitos na véspera. — Por motivos diversos, são gravados na Home2 (Mint Cinnamon), com nomes fora do padrão, — default “de fábrica”, inconfigurável.

Como pode ser chato procurar uma pasta dentro de uma “árvore” complexa, com o pyRenamer, um modo bem mais simples e rápido é clicar na pasta já aberta, com o botão direito do mouse, e “abrir com”. — Nos Linux instalados, já foi aplicado o “Lembrar”, para que ele se incorpore ao menu de contexto, associado a “pasta”.

Neste caso, o pyRenamer não pôde atuar, por falta de permissão na “home” do Mint 17.3 Cinnamon, — é comum um Live Linux respeitar privilégios dos Linux instalados, — e a partição “F” (Fat32) não aceita arquivos com caracteres estranhos (“:”) no nome.

O jeito foi copiar as Capturas do Mint Cinnamon para a “home” do Live Mint 18 KDE, — de movê-las (depois de renomeadas) para “F/000_print-screen”.


Plasmoide de previsão do tempo: tão pobre quando no KDE Neon e no Debian testing “Stretch”

Infelizmente, o widget de previsão meteorológica (Weather) é tão pobre, no Linux Mint 18 KDE (Beta), quanto no KDE Neon e no Debian testing “Stretch”, — restando o Kubuntu como o único (por enquanto) onde esse plasmoide apresenta um quadro realmente completo: — Temperaturas, Nuvens, Cobertura, Chuvas (mm), Pressão, Ventos (vel., dir.) etc.

Wallpapers


Wallpaper original ressuscitado, para registro

21:15 - Print do wallpaper original do Mint 18 KDE, — chamado de volta, por um momento, a posar para a posteridade. — Tinha sido eliminado tão rápido, que nem deu tempo para um Print.

Foto de Elemaki em Trinidad (Cuba), 17 Jul. 2007, no Wikimedia Commons

Foto de Elemaki em uma rua de Trinidad (Cuba), 17 Jul. 2007, disponibilizada no Wikimedia Commons, — encontrada a partir da dica de embelezamento do Grub, no Forum do Mint

Foto de Florian Höfer em Parati (RJ), Brasil, 19 Mar. 2010, na Wikimedia Commons

Depois de tentar alguns wallpapers da coleção do Linux Mint 18 KDE (Beta), — e da coleção guardada para emergências (já um tanto esgotada), — acabou sendo adotada uma foto de Florian Höfer em Parati (RJ), de 19 Mar. 2010, disponibilizada no Wikimedia Commons.

Pernoite


Estado geral da sessão Live USB do Linus Mint 18 KDE (Beta) ao final do primeiro dia de trabalho

Conforme os hábitos dos últimos testes de trabalho em Live USB, foram fechados todos os aplicativos, exceto Conky, Psensor, KSysguard, — e Dolphin, com meia-dúzia de pastas em várias abas, — para registrar as variáveis do sistema ao encerrar o dia.

Menu Kicker


Clique nas 3 barras horizontais à direita do Painel, para entrar no Modo de edição, e clicar em “Adicionar Widgets”

Substituir o Menu K “padrão” pelo Menu Kicker, em cascata, já virou hábito, — foi aplicado no Kubuntu, no KDE Neon, e no Debian, — e até hoje não deu motivo para arrependimento.

De início, — na dúvida, — apenas foi instalado um segundo Menu, à direita. — Até que, um dia, o Menu original foi eliminado, e o Menu Kicker foi arrastado para assumir seu lugar.

Por inércia, — como os embriões, repetindo etapas da evolução passada, — cada passo desse processo foi repetido nesta sessão Live USB do Linux Mint

Adicionar Widgets → Categorias → Lançadores → Menu Kicker

Apenas, — como o caminho já virou chão batido, de tão documentado nos últimos meses, — nem foram feitas Capturas de tela; e sequer foi anotada a hora.

Adicionado o Menu Kicker, ele foi para o canto direito do Painel, — na mesma hora o Menu original foi removido, — e o Kicker arrastado para ocupar seu lugar.

Menu em cascata: — sem “navegação em ziguezague”

Só no dia seguinte (9 Ago.), ficou patente que faltou documentar esse processo.

Clicar com o botão direito no Menu, escolher “Alternativas”, e voilá

Revendo antigos Bookmarks, — e pesquisando mais alguns, — apareceu o óbvio, que há anos estava bem debaixo do nariz.

Basta clicar com o botão direito do Mouse no Menu, — seja ele o atual, o original, ou qualquer outro, — e escolher a opção “Alternativas”.

Se fosse uma cobra, estava mordido.

Instalados pelo Synaptic


Thu Aug 18 16:20:47 2016

Installed:

chromium-browser (51.0.2704.79-0ubuntu0.16.04.1.1242)
chromium-browser-l10n (51.0.2704.79-0ubuntu0.16.04.1.1242)
chromium-codecs-ffmpeg-extra (51.0.2704.79-0ubuntu0.16.04.1.1242)

Thu Aug 18 16:26:00 2016

Installed:

conky-all (1.10.1-3)
fancontrol (1:3.4.0-2)
libaudclient2 (3.5~rc2-1)
libid3tag0 (0.15.1b-11)
libimlib2 (1.4.7-1build1)
liblua5.1-0 (5.1.5-8ubuntu1)
libunity-protocol-private0 (7.1.4+16.04.20160701-0ubuntu1)
libunity-scopes-json-def-desktop (7.1.4+16.04.20160701-0ubuntu1)
libunity9 (7.1.4+16.04.20160701-0ubuntu1)
libxmmsclient6 (0.8+dfsg-14build3)
libxnvctrl0 (361.42-0ubuntu1)
psensor (1.1.3-2ubuntu3)
psensor-common (1.1.3-2ubuntu3)

Thu Aug 18 17:56:25 2016

Installed:

fonts-arkpandora (2.04-1)

Thu Aug 18 19:23:44 2016

Installed:

pyrenamer (0.6.0-1.2)
python-hachoir-core (1.3.3-4)
python-hachoir-metadata (1.3.3-2)
python-hachoir-parser (1.3.4-2)

Thu Aug 18 19:24:55 2016

Installed:

cabextract (1.6-1)
libmspack0 (0.5-1)
ttf-mscorefonts-installer (3.4+nmu1ubuntu2)
update-notifier-common (3.168.1)

20 Ago. 2016 - Instalação


9:32 – Último Print antes de começar a instalar, ― uptime 1d 17h 37m.

9:40 – Preparatório à instalação:

Os Prints anteriores foram para:

  • …/2016-08-18_Mint-KDE-Beta/1_Live/

Agora, passa a salvar os Prints na subpasta:

  • …/2016-08-18_Mint-KDE-Beta/2_install/

Instalação


9:46 – Iniciado o Instalador do Linux Mint 18 KDE Beta

10:05 – PrintScreen funcionou só até este momento, ― up 1d 18h 10m, ― e parou.

10:11 – Instalação completada em 25 minutos.

10:15 – Restart ― uptime 1d 18h 20m (foto NL)

Após a instalação


15:20 - Fotos e Prints da instalação e configuração enfileirados cronologicamente em:

  • …/2016-08-18_Mint-KDE-Beta/2_install/

______
Relato publicado inicialmente às 20:35 de 18 Ago. 2016, e desenvolvido (27 imagens) até 2:10 de 19 Ago., na sessão Live USB do Linux Mint 18 KDE (Beta) iniciada às 15:55.
* A sessão Live USB foi encerrada no Sáb., 20 Ago. 2016, às 10:15, — com a duração final de 42h 20min, — após a instalação do Linux Mint 18 KDE (Beta).

— … ≠ • ≠ … —

Linux Mint



Kubuntu & KDE


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Kurumin Linux (2003-2008)

Kurumin 3.3, lançado em 15 Out. 2004 (personalizado)

Divulgado por Carlos E. Morimoto — sem qualquer pretensão — nos primeiros dias de 2003, o Kurumin caiu instantaneamente nas graças dos internautas e acabou por popularizar o Linux como nunca antes, no Brasil, tornando-se a porta de entrada para milhares de novos usuários, ao longo de 5 anos.

Apenas 5 meses depois da apresentação despretensiosa, quase casual, — ver “Aprontei de novo” (adiante), — o fenômeno já se registrava no Distrowatch:

2003-05-29 Distribution Release: Kurumin Linux 1.4
Kurumin Linux
 
Kurumin Linux is a new Brazilian project based on KNOPPIX. Developed by Carlos E. Morimoto, Kurumin Linux seems to have gained many followers in a very short time. The CD boots into a graphical environment with Brazilian Portuguese as the default language and KDE as the default desktop. It differs from KNOPPIX in that many packages have been removed, so the size of the full ISO image is less than 200MB. The Kurumin Linux web site (Portuguese only) is very useful, with plenty of good documentation, active user forums and download mirrors. Version 1.4 was released earlier this week. Download: kurumin-1.4.iso (197MB) [Distrowatch].

Um dos fatores para essa rápida atração de novos usuários foi o site “Guia do Hardware” (atual Hardware), — onde o próprio Morimoto destrinchava cada detalhe do universo Linux em linguagem da maior clareza, até mesmo para leigos, — e de cujo Fórum participavam uma penca de veteranos da velha cepa*, ajudando a solucionar problemas e dúvidas dos iniciantes.

Mas o principal fator de popularização do Kurumin, sem dúvida, foi a apresentação em “Live CDinstalável, — “novidade” que o Ubuntu, p.ex., só adotou três anos e meio mais tarde (6.06 LTS Dapper Drake)**, — permitindo que até os mais receosos pudessem fazer um “test drive” (e instalar em poucos minutos), numa época em que o Linux ainda se apresentava como uma coisa espinhosa, a ser domada à unha, por meio de comandos assustadores, compilações de kernel e outros rituais esotéricos.
___
(**) Informação de Carlos E. Morimoto em “Os LiveCDs”. A página “old releases” do Ubuntu confirma que, até a versão 5.10 (Breezy Badger), seus “Live CDs” serviam apenas para testar. Para instalar, era necessário o “Install CD”, — ou o “Install / Live DVD”.

(*) Ver Manuel Laguna: Sobre o fim do GdH; e Carlos E. Morimoto: O fim de uma era.

O Live CD, — instalável


Kurumin 4.0, lançado em 14 Jan. 2005 (personalizado)

Com certeza, também pesaram o fato de que o Kurumin Live CD funcionava, — numa época em que o “normal” eram mil dificuldades, antes de se conseguir o básico, em Linux; — oferecia controle (quase) total das configurações por meio de interface gráfica (KDE); já vinha em português do Brasil; e tinha uma apresentação de rara beleza, com splashes e wallpapers de Luciano Lourenço sobre temas bem brasileiros.

Como dizia Morimoto, o Boot pelo Live CD detectava o hardware, configurava automaticamente o sistema, e já “entregava” pronto para trabalhar, — “sem ficar fazendo perguntas”.

O tamanho, — de início, menos de 200 MB, para caber em um mini-CD, daqueles de levar no bolso da camisa, — também teve seu peso nessa rápida popularização, numa época em que a imensa maioria do limitado número de internautas ainda dependia da tenebrosa “conexão discada” (56 Kbps, no máximo), — usada após meia-noite ou finais-de-semana (quando a “ligação telefônica” deixava de ser cobrada por minuto), — e muitos dependiam até mesmo da “conexão discada gratuita”, oferecida pelo iG a quem tivesse sorte ou chegasse primeiro.

Pagava-se a “ligação telefônica” (por minuto), mais cara nos dias úteis, — e ainda mais cara em “horário comercial”, — além de pagar (por mês) o “provedor”, que apenas “validava”; daí o recurso ao iG (internet Grátis), que validava sem cobrar nada.

Kurumin 6.0, lançado em 21 Abr. 2006 (sessão Live CD)

Embora já existisse “Live CD”, havia mais de 10 anos, — quando as velocidades de leitura ainda tornavam impraticável seu uso, — foi a partir do Knoppix 3.0, lançado em Julho de 2002, que começou a ganhar notoriedade.

If my memory is correct, the first generally available release of Knoppix (on a Live CD) was made sometime in late 2000.  I don't think it is exaggerating to say that Knoppix set the standard for Live Linux distributions when it was released, or that the Linux world as a whole learned a lot about how Live distributions should be done, and how powerful, versatile and useful they could be [Hands-on with Knoppix Linux 7.2.0: A well-established and very stable Linux distribution. J.A. Watson].

Naturalmente, com a desaprovação dos “puristas”, — e a desconfiança inicial por parte das distribuições Linux mais conhecidas, na época.

O Knoppix acabou se tornando um marco dentro da história do Linux por dois motivos. O primeiro é que ele foi a primeira distribuição Linux live-CD realmente utilizável, oferecendo um bom desempenho e um excelente script de autoconfiguração, que detectava o hardware da máquina durante o boot, gerando os arquivos de configuração de forma automática e entregando um sistema funcional no final do processo. Distribuições live-CD anteriores, como o DemoLinux eram muito mais lentas e impráticas de usar.
 
O segundo motivo e talvez o mais importante era a possibilidade de remasterizar o CD, gerando uma distribuição personalizada. Graças a isso, o Knoppix deu origem a um enorme número de novas distribuições, como o Kanotix (que deu origem ao atual Sidux), o Morphix (que, devido à sua arquitetura modular, ajudou a criar toda uma nova família de distribuições) e o Kurumin, que desenvolvi de 2003 a 2007
 [Um ano de Kurumin. Carlos E. Morimoto].

Na última semana de 2002, — numa curta folga entre o Natal e o Ano Novo, — Morimoto remasterizou o Knoppix, eliminando toneladas de coisas pouco necessárias à maioria dos usuários brasileiros, e preparou um mini-CD com uma “mini-distribuição” Linux, apenas para que o conteúdo do Guia do Hardware (livro) pudesse ser lido e consultado em qualquer computador acabado de montar, ainda sem nenhum sistema instalado, e até mesmo sem HDD.


Embora feito para encartar no livro, o Kurumin acabou disponibilizado por Morimoto em seu site, em 14 Jan. 2003:

Aprontei de novo: Kurumin Linux

Esta última semana passei um bom tempo trabalhando numa nova mini­-distribuição. O Kurumin Linux é baseado no Knoppix e mantém o mesmo sistema de detecção de hardware, mas é muito menor, apenas 185 MB (175 MB do sistema em si e 10 MB do “Entendendo e Dominando o Linux”, que incluí na imagem :­)

Além de menor ele está em Português do Brasil e inclui o KDE 3.04, Kword, Kontour, Acrobat Reader, Konqueror, X­CD­Roast, GFTP, Bluefish, XMMS, além dos programas de configuração e ferramentas de acesso remoto como o vncviewer, telnet e ssh [Um ano de Kurumin. Carlos E. Morimoto].

O entusiasmo dos internautas foi imediato, — e daí por diante, só aumentou, — cobrando e incentivando novos desenvolvimentos do Kurumin.

Na entrevista acima (vídeo sem data), Morimoto cita 1 a 2 milhões de downloads, — naturalmente, somando versões sucessivas (até uma data não especificada), — além dos Live CDs distribuídos em várias revistas, com 10 a 20 mil exemplares, cada.

A arte de Luciano Lourenço


Arte de Luciano Lourenço

Vários wallpapers / splashes de Luciano Lourenço ainda podem ser obtidos em seu perfil no KDE-Look, — infelizmente, em boa parte, limitados a 1024 pixels.

Desenhista desde os 6 anos de idade, Luciano Lourenço, — filho de pedreiro, — tornou-se ilustrador a partir dos 16 anos, ainda na “época tecnológica” do lápis, carvão, pincel, serigrafia (silk-screen), e por fim aerografia.

Fez parte da geração dos “obsoletos”, — desempregados pela chegada dos computadores, — e por isso, sem condições de adquirir um.

Arte de Luciano Lourenço

Somente em 2002 rendeu-se à evolução tecnológica, — adquirindo seu primeiro computador, — mas com uma técnica, vivência e sensibilidade que muitos dos novos designers não tinham.

O trecho transcrito abaixo, — de uma entrevista que vale a pena ser lida, estudada e preservada, — é um registro fundamental da história do Tux Kurumin:

Arte de Luciano Lourenço

8 - Conte-nos como aconteceu a criação do pinguinzinho, símbolo do Kurumin, e como ele se tonou “oficialmente” a marca dessa distro e figura constante nos papeis de parede da mesma.

«Foi uma feliz coincidência. Eu já trabalhava como design na época. Muito se falava sobre o Linux mais eu não tinha muita coragem de formatar a máquina e testar alguma distribuição. Um dia, passei numa banca e vi numa revista um cd de uma distribuição desenvolvida aqui no Brasil, o Kurumin, e li que não precisava instalar. Então comprei, cheguei em casa e testei. De inicio estranhei um pouco mais comecei a ver os softwares e conheci o Gimp e o Blender. Achei bem legal os dois. Nunca tinha feito algo em, 3D, mais no Blender eu consegui fazer logo de cara! O Gimp, na época, não era tão sofisticado, mesmo assim, fui logo conseguindo tratar imagens nele. Mas senti falta de um software para vetor. Testei o Sodipodi e achei muito ruim. Depois testei o Karbon e também não gostei muito. Me disseram que o Xara LX rodava em Linux e instalei. Gostei muito e comecei a fazer algumas imagens e enviar para os fóruns do GDH. Então uma pessoa me falou do Inkscape. Instalei e coloquei à prova. Na época eu via uns pinguins que achava muito legais e que eram feitos usando formas não muito elaboradas. Então pensei em fazer um pinguim naquele estilo, só que com um cocar na cabeça, simbolizando um índio. Foi ai que fiz, no Inkscape, com algumas formas geométricas distorcidas, o “Tux Kurumin”, a imagem de um pinguim infantil com o cocar de penas azuis e verdes na cabeça.

Wallpaper de Luciano Lourenço para o Kurumin 3.0

«Fiz um Papel de parede com o “Indiozinho” carregando uma bandeira do Brasil sobre um fundo cinza e enviei para o Carlos Morimoto, o criador do Kurumin. Logo em seguida ele me retornou o e-mail perguntando sobre a possibilidade de eu fazer um “Splash Screen” para o KDE. Na hora eu pensei: “o que é isso?” Retornei pedindo mais informações. Então ele me deu umas dicas a mais e como eu poderia testar no no Kurumin. Segui as dicas e consegui criar o meu primeiro Splash, que entrou na versão seguinte do Kurumin, a 3.0. Tanto oWallpaper como o Splash vieram como padrão no Kurumin. Logo após veio a proposta de criar imagens para manter a distribuição e eu aceitei. Da versão 3 até a sétima e derradeira versão do Kurumin eu trabalhei em suas artes.

O descanso do guerreiro, na arte de Luciano Lourenço

«Fiquei muito triste quando essa distro foi descontinuada, mais acho que a vida é assim mesmo; As coisas que a gente gosta nem sempre duram muito. Não tenho o que reclamar dessa experiencia maravilhosa que tive e que me abriu muitas portas…

Wallpaper certeiro de Luciano Lourenço para o Kurumin 5.0

«Se alguém que ser dar uma olhada nesses trabalhos, pode achar grande parte deles no KDE-LOOK.org nesse link: https://www.kde-look.org/usermanager/search.php?xsortmode=new&action=contents&username=Luck&page=0

• Trecho da extensa e fantástica entrevista “Designer do Linux Kurumin fala sobre ilustração vetorial no Inkscape”, reproduzida da publicação em Set. 2011 no Blog do Desenhador (link quebrado).

A Era Kurumin


Ciclo de interesse despertado por Knoppix e Kurumin e, logo a seguir, Ubuntu e Linux Mint

O levantamento a seguir, apesar das lacunas, dá uma visão bastante exata do período de existência do Kurumin, — bem como do ritmo quase mensal com que se desenvolveu.

De acordo com o próprio Morimoto, esse desenvolvimento começou a se tornar desgastante pela falha em atrair maior número de desenvolvedores para o projeto, — e isso talvez guardasse relação com outro fator apontado por ele: — A rápida evolução de outras distribuições Linux, como Ubuntu, p.ex., que foi reduzindo o “diferencial” inicialmente oferecido pelo Kurumin.

Assim, embora em números absolutos o Kurumin continuasse atraindo quase o mesmo interesse, não acompanhou o crescimento geral (e do recém-lançado Distrowatch), despencando em termos relativos:

Ano   Rank   Distro    H.P.D.
2003   30º   Kurumin       64
2004   40º   Kurumin      108
2005   47º   Kurumin      100
2006   82º   Kurumin       73

Repositórios do Kurumin 7.0r3

Mesmo “descontinuado” após meados de 2007, ainda foi possível usá-lo por mais alguns anos, enquanto o Debian Etch esteve disponível, — e em Março de 2009 Morimoto publicava a receita para migrá-lo para o Debian Lenny, — pois ainda havia um número considerável de usuários do Kurumin.

Kurumin 8.06 NG: uma tentativa que naufragou (as bolhas e as penas, sem o Kurumin, parecem sintomáticas)

O último Kurumin, — “NG” (“nova geração”) “8.06” (“Junho 2008”, notação trazida do Ubuntu), — foi pouco mais do que uma tentativa de reviver o projeto, já sem a participação direta de Carlos E. Morimoto e sua “objetividade cirúrgica”.

Baseou-se no Ubuntu / Kubuntu, — e não mais no Knoppix / Debian, — embora procurando manter muitas das características anteriores, como os “Ícones Mágicos” para instalação de pacotes e outras configurações.

Essa “adesão” ao Kubuntu, — evidenciando a drástica redução do “diferencial” entre o Kurumin e outras distribuições, — talvez tenha contribuído para precipitar o fim desse “revival”, mais nostálgico do que prático.

2008-06-18        Kurumin NG 8.06

2008-04-24  (5)   Kurumin NG 8.04 Beta2
2007-06-19  (1)   Kurumin 7.0r3
2007-02-22        Kurumin 7.0
2007-01-16        Kurumin 7.0 Light
2006-09-24        Kurumin 6.1 Light
2006-09-20        Kurumin 7.0 Alpha
2006-09-08        Kurumin 6.1
2006-04-21        Kurumin 6.0
2005-12-26        Kurumin 5.1
2005-11-28  (1)   Kurumin 5.1 Beta
2005-08-02        Kurumin 5.0
2005-06-15        Kurumin 4.2
2005-05-09  (1)   Kurumin 4.2 rc5
2005-03-10        Kurumin 4.1
2005-01-14        Kurumin 4.0
2004-12-17        Kurumin 4.0 Beta 2
2004-12-03        Kurumin 4.0 Beta 1
2004-11-10        Kurumin 3.31
2004-11-03        Kurumin 4.0 Alpha 1
2004-10-15        Kurumin 3.3
2004-09-15        Kurumin 3.21
2004-08-25        Kurumin 3.2
2004-08-06        Kurumin 3.11
2004-05-28        Kurumin 3.0
2004-03-29        Kurumin 2.21
2004-02-23        Kurumin 2.20
2004-01-09        Kurumin 2.13
2003-11-27        Kurumin 2.10
2003-09-16        Kurumin 2.03
2003-08-27        Kurumin 2.02
2003-08-07        Kurumin 2.01
2003-07-15        Kurumin 2.0
2003-05-16  (4)   Kurumin 1.4
2003-04-18  (3)   Kurumin 1.3
2003-03-28        Kurumin 1.2
2003-03-07        Kurumin 1.1
2003-02-17        Kurumin 1.0
2003-02-05        Kurumin rc4
2003-01-14  (2)   Kurumin rc2

Fonte: Distrowatchcom (notícias de lançamento e colunas de versões).
(1) Data do arquivo mais recente na ISO. Pode-se supor um lançamento cerca de 30 dias depois.
(2) Carlos E. Morimoto: Entrevistas: O Globo (20/04/2004); O Estado de Minas (02/02/2004), incluídas nas ISO Kurumin 4.2 rc5 e 5.1 Beta; Artigo: “Um ano de Kurumin” (Guia do Hardware).
(3) Carlos E. Morimoto: “Um ano de Kurumin” (Guia do Hardware).
(4) 29 Mai. 2003 no Distrowatch: “earlier this week”.
(5) Kurumin NG 8.04 beta 2 lançado!

Memórias do Kurumin


Liberdade de disposição do “Painel”, Menu em “cascata” e abundância de configurações

Embora rodando ou tentando rodar sessões “Live CD” durante vários anos (penso que desde o Kurumin 3.3, de uma revista comprada em banca), — e me iludindo de que, assim, aprendia alguma coisa, — foi só em Novembro de 2007 que finalmente instalei no HDD o Kurumin 5.1 Beta e “me obriguei” a usá-lo, pelo simples expediente de não reinstalar o Windows, durante uns 3 meses, pelo menos.

Por que não Kurumin 6.0 ou 6.1, lançados mais de um ano antes? — Nenhuma anotação para esclarecer (sei que estive um bom tempo sem conexão, dependente de Lan Houses). — Se baixei, não deve ter dado certo, — e a certa altura tudo que não dava certo foi para o lixo, restando apenas dois Live CDs do Kurumin 4.2 rc5; dois do 5.1 Beta; e um do 7.0 r3, todos baixados e gravados em casa.

Primeiros Linux instalados: — Evitando Windows, para “forçar” o aprendizado

Em Fevereiro de 2008, substituí o Kurumin 5.1 Beta pelo Kurumin 7.0r3 mas, — embora voltando a instalar o Windows, para algumas tarefas que ainda não conseguia substituir, — continuei insistindo no Linux brasileiro até Março de 2009.

Ou seja, enquanto o hardware (antigo) era reconhecido pelo Kurumin 7.0r3, de meados de 2007, — o que deixou de acontecer ao montar um novo computador, em Abril de 2009.

Afora isso, era problemático um antigo scanner LiDE Canon, cujo único driver Linux não era 100% funcional, — dava um “pulinho” numa das linhas iniciais, — por falta de cooperação do fabricante, que recusou abrir a caixa-preta. Essa era uma das tarefas que ainda dependiam do Windows.

Hoje, — com outro LiDE Canon um pouco mais novo, — qualquer Live Linux reconhece e faz funcionar, automaticamente, com perfeição.

Configurações até demais


Liberdade de personalização do Painel no Kcontrol, — Centro de Controle do KDE

Sem a menor noção do que fosse “KDE”, “Sistema”, “Repositórios”, “X” etc., a abundância e variedade de configurações do Kurumin chegava a ser estonteante.

Um dia de luta para habilitar um mouse ótico, — que no outro dia amanheceu funcionando

Felizmente, já tinha um “Caderno de anotações”, para não perder o “mapa da mina”, — tantas eram as “descobertas” que se podiam fazer a qualquer momento, — e que, depois, exigiam muito tempo, de um mero iniciante, para localizar outra vez, nas inúmeras bifurcações do Menu K.

Abundância de tutoriais bem organizados e claros, no Menu do Kurumin

Essa profusão, — ou confusão, para quem não entendia daquilo, — de possíveis configurações, “espalhadas” em diferentes pontos do Menu K, talvez pudesse irritar um iniciante, ao ponto de fazê-lo optar, mais tarde, pela “simplicidade” do Gnome ou do Unity.

Tutoriais no Live Kurumin 7.0r3, que eram um verdadeiro curso de Linux

Porém, havia também uma abundância de orientações certeiras e claríssimas, no próprio Menu K, — sempre lembrando o portal Guia do Hardware, com uma infinidade de tutoriais, e um Forum onde se encontrava solução / explicação para tudo, antes mesmo de perguntar, — e talvez seja por isso que até hoje me sinto muito mais à vontade com o “complicado” KDE, do que com qualquer outra interface gráfica mais “simples” (ao custo de restringir a liberdade de configurar).

Seção “Sistema” do Menu do Kurumin

Só no “primeiro nível” do Menu K havia 4 grandes grupos de configurações:

  • Configurações do sistema
  • Sistema
  • Painel de controle do Kurumin
  • Redes e acesso remoto

afora outras configurações nas seções “Escritório e utilitários”, “Multimidia”, “Internet” etc.

Configurações distribuídas em várias seções do Menu do Kurumin, — recortadas do Editor de menus do KDE

Dentro dessa selva, destacavam-se o “Clica-Aki” (painel de controle do Kurumin) e o “Kcontrol” (centro de controle do KDE), com 2 conjuntos de funções pouco óbvias para um iniciante.

Numa comparação grosseira com as distros atuais, o “Clica-Aki” corresponderia ao Centro de Controle do Mageia (MCC), do PCLinuxOS (PCC); ou ao YaST2 do openSUSE, — enquanto o centro de controle do KDE corresponderia ao KDE System settings.

A partir do Kurumin 5.0, era possível instalar programas adicionais em sessão Live CD

Para facilitar, o “Clica-Aki” podia ser acessado por um ícone bem à vista, no Painel, — e dentro dele havia outro atalho para o “Kcontrol”.

Suporte a hardware, no Clica-Aki — Centro de Controle do Kurumin

Se essa barafunda de configurações mereceu algum xingamento, ficar sem o Kurumin pagou todos os pecados, com sobra.

A primeira sensação, — mesmo no Kubuntu, — foi de perda:

— Onde foram parar todas aquelas configurações que estavam aqui?

É verdade que, hoje, muito mais coisas já são detectadas automaticamente, dispensando configuração, — enquanto outras coisas acabaram sendo encontradas, meio “escondidas”, nos lugares mais inesperados, — mas à custa de muita procura, e às vezes só após longo tempo.

O preço, talvez, de os menus se apresentarem “enxutos”.

Outra sensação de perda, — no Ubuntu, Kubuntu, Debian, — foi o “sumiço” ou “ocultamento” de várias ferramentas, facilmente encontradas no Kurumin, e com opções à escolha.

Lembro especialmente dos Particionadores, — que várias vezes tive de procurar (pelo Synaptic) para instalar, porque nem isso costumava vir, em outras distribuições. — Ou vinha meio escondido, se não me engano no Debian.

Também aumentei a confusão, instalando Gnome no Kubuntu, — ou KDE no Debian Gnome, — e às vezes, isso gerava menus inteiros como submenu, em algum ponto escondido do principal.

Gerenciador de pacotes do KDE, além do Synaptic, Adept e Ícones Mágicos

Entre as opções de gerenciador de pacotes, havia o Adept, o KPackage, o Synaptic e os Ícones Mágicos, para diferentes faixas de uso.

Opções de Terminais no Kurumin 7.0r3

No Kurumin você tinha pelo menos 2 opções de particionadores, 4 opções de gerenciadores de pacotes, várias opções de Terminais etc., — verdadeira “oficina”, para enfrentar todo tipo de situações possíveis e impossíveis, — em 647,6 MiB, tamanho da ISO do Kurumin 7.0r3.


Kurumin revisitado


Kurumin 7.0r3, lançado em meados de 2007 (personalizado). Legendado no Gimp 2.2 em sessão Live CD

Fazer alguma coisa, hoje, com o Kurumin 7.0r3, — mesmo que apenas para uma descrição rápida, com algumas Capturas de tela, — pode ser tarefa mais trabalhosa do que compensadora.

Foram carregadas 3 sessões Live CD, entre os dias 2 e 3 Ago. 2016, — entremeadas com longos períodos fora do Kurumin, — devido à dificuldade em realizar várias tarefas, em um sistema desatualizado há mais de 8 anos. Uma 4ª sessão foi carregada na Sexta-feira, 5 Ago. 2016, para conferir e documentar mais alguns detalhes.

Os PrintScreen e as fotos de celular apresentados aqui foram feitos em diferentes momentos, e não estão em ordem cronológica.

Tela de Boot do Kurumin 7.0r3, com parâmetros alternativos para solucionar eventuais dificuldades

A primeira tela apresentada oferece uma curta pausa, antes de carregar a opção padrão “kurumin”, — porém a contagem regressiva é interrompida se você começa a digitar um comando manual, — com vários parâmetros possíveis, resumidos à direita da tela.


Foi disparado o comando “kurumin screen=1280x1024 irqpoll”, — sem nenhuma avaliação mais aprofundada, se esses parâmetros eram mesmo necessários ou não, — para evitar perda de tempo testando cada alternativa, já que tudo em “Live CD” tende a ser demorado.

Estágio “verboso” do carregamento inicial do Kurumin, com suporte a ACPI (economia de energia)

Na primeira tentativa, — “kurumin screen=1280x1024”, — carregou normalmente, porém mais tarde me perdi em tentativas erradas para estabelecer a conexão web, — daí o uso posterior do parâmetro adicional “irqpoll”, — porém não há certeza se isso fez diferença, pois o caminho afinal seguido para estabelecer conexão acabou sendo outro, recuperado de antigas anotações.

Talvez pudesse acrescentar “acpi=off”, porém isso não era decisivo para a experiência.

Também poderia desativar várias outras coisas, — inclusive carregar o Fluxbox, em vez do KDE, — se precisasse poupar memória.

Tela de carregamento do Kurumin 7.0r3, com oito etapas que vão sendo preenchidas no splash

Como foi utilizado um antigo “Live CD”, o primeiro passo, foi “Ativar o acelerador”, — ícone do alto, à esquerda, — que “mantém o CR-Rom ativo, melhorando o desempenho” da sessão.

Depois, o ícone seguinte, “Definir senhas”, — de Administrador e de Usuário, — para poder “Ajustar data e hora”, pois exibia a hora do sistema (UTC), e não a hora local.

Em seguida, configurar o Relógio para exibir a data completa, com o dia da semana, em tamanho razoável para leitura nas Capturas de tela.

A tecla PrtScn chama o KSnapshot, com suas 2 opções principais, — “Salvar como”, e “Fazer nova captura”, — esta última, com direito a estabelecer um retardo, contado em segundos, para dar tempo de abrir menus em cascata.

Embora o padrão seja gravar arquivos PNG, basta alterar a extensão do nome-de-arquivo, — e deixar que o próprio KSnapshot incremente a numeração. — Optei por “Kurumin_001.jpg”, para começar. Na 2º sessão, a contagem começou em 010; na 3ª sessão, em 051; na 4ª sessão, em 100.

Para gravá-los diretamente no HDD, bastou abrir o Konqueror, procurar e clicar na partição “F”, que imediatamente ficou disponível para leitura e escrita.

A primeira expectativa era fazer as Capturas, editá-las no Gimp, e publicar o relato no Byteria, durante a própria sessão Live CD.

Liberação do IP Virtua no Kurumin 7.0r3

Abaixo, o caminho recuperado em antigas anotações, sobre a conexão web pelo Net Virtua:

  • Menu → Internet → Conectar na internet ou configurar a rede → Outros e solução de problemas → Liberar IP no Virtua (antes de reiniciar o Kurumin).

Salvando a sessão, para preservar janelas e programas em uso, antes do Logout / Login

Antes de Encerrar a sessão, — Logout / Login, — foi acionado o “Salvar a sessão”, para preservar os programas e janelas em uso.

Reiniciada a sessão, — com tudo aberto como antes, — a conexão web já estava feita.

Na 4ª sessão Live CD, o Kurumin 7.0r3 já carregou conectado à web

Na 4ª sessão Live CD, dias depois, isso nem foi necessário, — o Kurumin já carregou conectado.

Infelizmente, porém, os atuais controles do Google não permitiram o Login no Blogger / Blogspot, — nem pelo Konqueror, nem pelo Iceweasel, nessas versões obsoletas, — de modo que a mera conexão web perdeu utilidade, neste caso.

O Facebook permitiu o Login, — mas não exibiu mais do que o cabeçalho, — e o resto em branco.

Experiências com o Painel, — legendado no Gimp 2.2, em sessão Live CD

O antigo Gimp 2.2, — sem Drop-Shadow, — também não facilitou o trabalho. Foi preciso duplicar as camadas de texto, deslocar um pouco a de baixo, e mudar sua cor para preto (opacidade 15%) para produzir um efeito semelhante.

Por isso, apenas 4 imagens foram editadas em Live Kurumin, — com legendas sem parêntesis, para diferenciar.

Uso da Memória RAM e Swap, no início da 2ª sessão Live CD do Kurumin

Enfim, vale notar que o Live Kurumin montou, automaticamente, todas as 8 partições Swap, — inclusive as do Debian, tão cioso de seus domínios, — mas parece pouco provável que tenha chegado a usar este recurso.

KSysguard, inicialmente apenas com a aba “Processos”

Na 4ª sessão Live CD do Kurumin 7.0r3, foi constatado que o KSysguard abria com apenas 1 aba, — “Processos”, — e desabilitada a opção de criar novas abas.

KSysguard com aba “Carga do sistema” e possibilidade de criar novas abas com outros itens

Criação de novas abas no KSysguard, para exibição de mais informações do sistema

Porém, depois de rodar o comando “sudo sensors detect”, — e mandar salvar os resultados, — o KSysguard passou a abrir com mais uma aba, — “Carga do sistema”, — além de habilitar a criação de novas abas.

Fontes:



— … • … —

Kubuntu