terça-feira, 17 de janeiro de 2017

openSuse Leap 42.2 - Instalação e configuração

openSUSE Leap 42.2 instalado e parcialmente configurado

Este é o 2º sistema “não-Debian” instalado, — o primeiro foi o Manjaro KDE 16.10.3 stable, — e ambos surpreenderam pela leveza, estabilidade, e ausência de dificuldades para quem nunca os tinha visto antes. — Nenhum bicho-papão.

Mas o openSUSE Leap 42.2 (stable) vai além:

1) Enfrenta os obstáculos colocados pelo Facebook à navegação em “Páginas”, como quem passeia numa pista de patinação, — embora seja possível que a causa esteja associada à falta de alguma coisa, que ainda impede de assistir vídeos no Chromium (instalado pelo usuário).

2) Apresenta-se “detalhado” ao infinito, — e organizado, — como se não houvesse 1 único bit que não possa ser (graficamente) visto e configurado.

Esse detalhamento se apresenta desde o início da instalação, — com uma profusão de opções que chega a assustar, — porém o grau de transparência, a organização e a lógica (quase intuitiva) permitiram atravessar todas as provas, mesmo sem jamais ter ouvido falar na metade dos itens colocados à escolha.

Apenas, mantenha a calma, — releia com atenção. — Na dúvida, não mexa, — ou leia de novo, e torne a examinar.

O relato está dividido em:

  • Download, gravação e Boot pelo Pendrive
  • Instalação
  • Roteiro resumido
  • Editando o Grub
  • Montagem automática de partições
  • Montagem de outras partições sem /etc/fstab (31 Mar. 2017)
  • Wine, CorelDraw, Dreamweaver, MS Word e Verdana
  • Outras configurações e registros (17 a 27 Jan. 2017)

Download, gravação e Boot pelo Pendrive


Verificação sha256sum da imagem ISO do openSUSE Leap 42.2 (stable), com ajuda do CTRL-F do Kate

A imagem ISO do DVD openSUSE Leap 42.2 (stable) foi baixada por Torrent a partir das indicações da página oficial, assim como a soma de verificação SHA256.

  • Também foi baixada a imagem ISO do CD “openSUSE-Leap-42.2-NET-x86_64”, de apenas 95,0 MiB, mas acabou não sendo utilizada.

Gravando Pendrive com a imagem ISO do openSUSE, mas por comando “dd

Uma vez que o método “Criar um Live USB do jeito mais fácil” exige openSUSE ou Windows, o jeito foi recorrer ao método “Criar um Live USB do jeito mais difícil”:

dd_rescue /path/ISO /dev/sdX

Porém, na falta do “dd_rescue”, foi usado o “dd”, — coisa que não se recomenda, — pois foge por completo da recomendação oficial.

Menu e opções-padrão após o Boot pelo DVD de instalação do openSUSE Leap 42.2 (stable)

Dado o Boot pelo Pendrive, foi disparada a sub-opção “Check Installation Media”, — e o Pendrive foi reprovado.

    Boot from Hard Disk
    Installation
    Upgrade
    More...
        Rescue System
        Boot Linux System
        Check Installation Media
        Memory Test

Pendrive rejeitado na auto-verificação: “This is not a openSUSE medium

Ao reiniciar o computador, não existe pausa nem aviso para retirar o Pendrive, — e o novo Boot (não programado) foi aproveitado para tentar a instalação, — dessa vez, sem testar o “medium”, para não dar ideias.

Foram deixadas as opções-padrão, — e/ou automáticas, — tal como se apresentavam:

F3 - Video mode - Default
F4 - Source - Hard Disk
F5 - Kernel - Default
F6 - Driver - No

Ao iniciar a instalação, as opções feitas foram (2) Installation; e (3) Source: Hard Disk

Após clicar na opção “Installation” do Menu inicial, são oferecidas várias opções, para os mais diversos objetivos, — Settings, Expert, Exit or reboot (usado antes, para reiniciar), Upgrade, Rescue system, Boot installed system, Network setup, — além da escolha de outras fontes (source medium), como DVD / CD-ROM ou Network.

As escolhas feitas foram: — Start installation, — Installation, — Hard Disk.

O Pendrive é tido como “Hard Disk”, — e se você escolher “DVD / CD-ROM”, não vai dar certo.

Instalação


Contrato sujeito a controles do Departamento de Estado etc. e nova chance de escolher Idioma e Teclado

Sem sessão Live, não havia como fazer a instalação com um navegador web aberto, para tirar dúvidas, — o que, de certo modo, evitou muita perda de tempo (considerando a quantidade de opções desconhecidas). — Também por isso, a instalação só foi documentada em fotos de celular.

Ao todo, a instalação levou 1 hora e 20 minutos, — dos quais, 32 minutos só na alteração manual das partições a serem usadas ou não.

Outra etapa de maior duração (33 minutos) foi a da instalação, propriamente dita, — após todas as opções do usuário, —  porém 3 abas permitem alternar entre o “slide-show”, as Notas de lançamento, e o acompanhamento detalhado de tudo que acontece.

1:46 - Abrindo o Instalador.
1:49 - Particionamento sugerido.
-------------------------------------------------------------------- 3 minutos
2:21 - Corrigido o particionamento sugerido.
----------------------------------------------------------------- +32 minutos → (32 + 3 = 35)
2:33 - Confirmar licenca Adobe. — Instalar.
----------------------------------------------------------------- +12 minutos → (12 + 35 = 47)
3:06 - openSUSE-sistema-instalado
----------------------------------------------------------------- +33 minutos → (33 + 47 = 1h 20min)

Roteiro resumido


1:47 - Idioma, Teclado e Contrato de licença abrem o processo de instalação do openSUSE.

Você se compromete a não emprestar seu computador com openSUSE para ninguém do chamado “eixo do mal”.

1:47 - Testando o sistema. — O Instalador testa dispositivos USB, dispositivos FireWire, dispositivos de diskete, controladores de disco rígido, carrega módulos de Kernel para os controladores de disco rígido, testa os discos rígidos, procura por sistemas de arquivos e inicializa o gerenciador de software.

Escolhido “Adicionar repositórios antes da instalação” do openSUSE

1:48 - Opções de instalação. — Foi marcado “Adicionar repositórios antes da instalação”. — Isso parece ter garantido uma instalação atualizada, pois mais tarde, ao carregar o sistema a partir do HDD, não foi necessária nenhuma grande atualização.

Na instalação do Kubuntu, há uma escolha que parece prometer alguma coisa assim, — mas ao carregar pela primeira vez, depois de instalado, invariavelmente detecta dezenas de pacotes desatualizados.

A outra opção, — “Incluir produtos complementares de outra mídia”, — foi deixada desmarcada, pois não havia nenhuma outra mídia a considerar, dentro dos nulos conhecimentos de quem nunca lidou com openSUSE na vida.

Particionamento sugerido pelo instalador do openSUSE, — aqui começa o desconhecido

1:49 - Para quem nunca se aventurou a ser mais do que mero “usuário leigo” do Kubuntu, — nem alcança sequer o feijão-com-arroz no Debian, — o particionamento sugerido pelo instalador do openSUSE parece escrito em grego, com uma penca de “subvolumes” grafados numa festa de arrobas.

Foram necessários vários minutos, — clicando aqui e ali, — até perceber que a saída desse emaranhado é clicar em “Particionador experiente” (parece irônico, para quem está perdido, mas é verdade).

Indicações dos sistemas de arquivos que o openSUSE prefere para as partições “/” e “/home

1:51 - Felizmente, clicando aqui ou ali, — antes de encontrar a saída, — ficou registrada uma imagem das preferências do openSUSE quanto ao formato das partições de sistema (“/”) e “/home”.

Mas tarde, — ao escolher outras partições, — essa foto serviu de referência, para fazer tudo igual.

  • O uso de sistema de arquivos BtrFS foi aceito como forma de aprendizagem, pois ignorava tudo sobre ele, e nenhuma leitura teórica parecia suficientemente esclarecedora. Algumas de suas vantagens e desvantagens foram abordadas mais tarde, em “openSUSE - removendo Snapper, PIM, Baloo e Akonadi”.

O caminho para isso parece ter sido right-click na primeira linha da proposta. — Não há registro de clique nos botões “Editar as configurações recomendadas” ou “Criar a configuração da partição…” (embora tenham sido explorados de passagem).

Apresentação básica do “Particionador avançado”, no Instalador do openSUSE

1:51 - Ao clicar no botão “Particionador experiente”, surgiu afinal o caminho para escolher outras partições, não incluídas na proposta original.

No entanto, esse “modo de visão” inicial ainda foi muito ineficiente, levando a grande perda de tempo.

Com exceção da partição de sistema “sda1”, — assinalado por um “F” de formatar e com nítida indicação de sistema de arquivos BtrFS, — é complicado ver o que mais estaria previsto.

A partição “sda6”, por exemplo, — sem nenhuma indicação de uso ou de formatação, com seu inocente sistema de arquivos ext4, — quem poderia imaginar que estivesse marcada para ser “/home”?

Editando “sda1” (KDE Neon) para desativar sua formatação e uso como raiz do openSUSE

Para inspecionar o destino reservado a cada partição, — até descobrir qual partição estava marcada para ser “/home”, — teria de fazer right-click em todas, uma após outra, abrir a página de edição, olhar e, quando finalmente descobrisse, desmarcar. — Trabalho de doido.

Opções de exame do projeto de particionamento. — “Gráfico dos dispositivos” revela surpresas ocultas

2:05 - Depois de vários minutos tateando às cegas, finalmente fiz o que deveria ter feito desde o início, — examinar todos os modos de visão oferecidos na coluna à esquerda.

Gráfico das partições Raiz, Home e Swap afinal escolhidas para instalação do openSUSE

2:05 - Bastou selecionar o modo de exibição “Gráfico dos dispositivos”, por exemplo, para obter uma visão clara de quais partições o Instalador do openSUSE pretendia utilizar como /home e Swap, — desarmar esse esquema, — e organizar outro [2:12].

Particionamento sugerido corrigido para instalação do openSUSE

2:21 - Vários minutos ainda foram investidos no exame de inúmeros detalhes técnicos, — absolutamente incompreensíveis, para quem nunca tinha visto nada semelhante, — até chegar de volta ao “particionamento sugerido”, — corrigido.

2:22 - País e Fuso horário (São Paulo, para o Centro-Sul, DF etc.).

2:23 - Repositórios (sem alterações).

2:23 - Contrato de licença.

2:25 - Seleção do ambiente gráfico (KDE).

2:26 - Nome, Usuário e Senha. — Não há campo para definir o hostname (Linux5).

Configurações da instalação, — gravar inicialização no MBR (sdb), — não na partição de sistema

2:27 - Configurações da instalação. — Aqui foi feita outra correção. — O que constava inicialmente era gravar o código de inicialização na partição de sistema (sdb2). — Alterado para gravar no MBR do segundo HDD (sdb).

Não está claro o motivo por que deveria gravar na partição de sistema do openSUSE (sdb2), — nem se isso faria algum sentido.

  • É possível que isso esteja ligado a alguma proposta de criar uma partição específica de Boot, e que tenha sido descartada, — mas não é possível afirmar.

Tampouco se descarta que tal “opção” fosse efeito colateral de alguma ação desatenta, ao logo do processo, até aqui. — Lembrar que a proposta inicial do Instalador do openSUSE era de instalar o sistema na partição inicial do primeiro disco rígido (sda1).

Quanto à escolha do sdb para gravar a chamada do Grub, o objetivo foi preservar o MBR do sda, — que atualmente leva ao Grub controlado pelo KDE Neon, — e o MBR do sdc, — que atualmente leva ao Grub controlado pelo Manjaro.

Motivo: — Incerteza de que o Grub do Manjaro e/ou do KDE Neon fossem capazes de gerar uma entrada adequada para carregar o openSUSE, — afinal a experiência já tinha mostrado que o Grub do KDE Neon não é capaz de carregar o Manjaro (após cada atualização, é necessário editar manualmente o arquivo /boot/grub/grub.cfg do KDE Neon).

E de fato, mais tarde foi constatado que o Grub gerado pelo Manjaro também não é capaz de carregar o openSUSE, — falta identificar qual detalhe está pegando, e descobrir se é possível uma correção permanente, ou se também exigiria correção manual após cada atualização.

Enfim, a experiência de instalar o Manjaro sem deixar que gravasse uma chamada em algum MBR (sdc) já tinha mostrado o risco de isso acabar em dor-de-cabeça, — pelo menos, para um “leigo”.

2:32 - Hardware detectado (mero exame, para registro).

2:33 - Confirmar licença Adobe.

Finalizada a instalação do openSUSE, — com direito a acompanhar os detalhes, pela segunda aba

Segue-se a instalação no computador, propriamente dita, — acompanhada (e fotografada) pela aba “Detalhes”.

Histórico de pacotes do Gerenciador de software do YaST2

O registro completo desses “detalhes” da instalação foi encontrado, mais tarde, nas primeiras 2.852 linhas do arquivo /var/log/zypp/history, — indicado no Histórico do Gerenciador de pacotes do YaST2.

Registro final da instalação no log do Gerenciador de pacotes do YaST2

3:02 - Último registro da instalação no arquivo /var/log/zypp/history.

3:06 - Concluída a instalação do openSUSE, — mensagem: — “O sistema vai reiniciar agora”.

Editando o Grub


Acrescentando no Grub do openSUSE o parâmetro necessário para carregar o Manjaro

Logo nos primeiros testes, ficou comprovado que nem o Grub do openSUSE conseguia carregar o Manjaro, — nem o Grub do Manjaro conseguia carregar o openSUSE.

No primeiro caso, também ficou comprovado que bastava acrescentar, — no Grub do openSUSE, — o mesmo parâmetro já testado no Grub do KDE Neon, para finalmente conseguir carregar o Manjaro.

Na última linha de cada entrada referente ao Manjaro, — em /boot/grub2/grub.cfg (do openSUSE), — onde se vê:

initrd /boot/intel-ucode.img

Acrescentar o parâmetro que falta:

initrd /boot/intel-ucode.img /boot/initramfs-4.4-x86_64.img

É uma solução precária, imediatista, — a longo prazo, é chato ter de fazer essa correção manual, a cada atualização do Grub, — mas tem a vantagem de já ser conhecida, e permitir que siga em frente, sem perda de tempo, até encontrar melhor solução.

Comparação das entradas “openSUSE” no seu Grub (dir.) e no Grub do Manjaro (esq.)

Em princípio, nada impede que também se encontre a “correção” necessária para que o Grub do Manjaro consiga carregar o openSUSE. — É questão de mais tempo ou menos tempo, conforme a prioridade que se dê a essa busca.

De resto, ambos os Grub conseguem carregar todos os demais sistemas instalados, — Debian, Kubuntu e “derivados”, — sem nenhuma outra correção “manual”.

Grub exibindo apenas uma parte do Menu de inicialização, — de openSUSE até Manjaro

Em termos visuais, — e abstraindo a imagem de fundo, de fácil alteração, — o Grub do openSUSE exibe letras maiores e mais legíveis.

Colapso do retângulo central utilizado pelo Grub, ao confirmar (Enter) uma seleção

A princípio, a explicação parecia estar em uma menor resolução na tela. — De fato, a “área útil” limita-se a um retângulo centralizado, — e ao confirmar uma seleção (Enter), a primeira coisa que acontece é essa área central dar lugar a um retângulo preto.

Com seta para baixo ou “End”, descobre-se o resto do Grub, — com Zesty Zapus e Ready-only Snapshot

É esquisito, mas há outra consequência pior. — O retângulo central não comporta todas as entradas, — 7 sistemas, cada um com suas Opções avançadas = 14 linhas + Read-only Snapshot.

Como não há qualquer indicação de “Segue”, ou “Continua”, isto só foi percebido, ao procurar o Zesty Zapus.

Antigo Grub do KDE Neon, também com (aparente?) ausência do Linux Mint

É possível que esta fosse a causa da (aparente?) ausência do Linux Mint, em um antigo Grub do KDE Neon, — provavelmente corrigida (sem perceber como), ao editá-lo no Grub-customizer. — As características são bastante parecidas.

Alteração do tamanho do retângulo do Menu de inicialização, no tema do Grub

Existem advertências contra o uso do Grub-customizer, — encontrado no repositório da comunidade (não-oficial), — mas pesquisando um pouco pode-se descobrir a solução do problema, editando arquivos de configuração.

A causa acabou sendo encontrado no arquivo /boot/grub2/themes/openSUSE/theme.txt, — e não tinha nada a ver com “baixa resolução”. — As letras são grandes porque a configuração adota fonte DejaVu Sans Bold 14, e faltava espaço porque o Menu de inicialização tinha sua altura limitada.

Menu de inicialização, finalmente completo na tela do Grub

Alterados o início e a altura do retângulo, finalmente o Menu de inicialização foi exibido por inteiro, — sem necessidade de se procurar alguma coisa escondida.

Suposto erro no Grub, — apenas olhe. — Nenhuma consequência, até hoje

Após editar 2 ou 3 arquivos de configuração do Grub (inclusive /etc/default/grub), — mas ainda antes de conseguir alterar a imagem de fundo, — o Menu de inicialização começou a exibir uma mensagem de erro, — “sparse file not allowed”.

Jamais foi pressionada nenhuma tecla “para continuar”, — bastava esperar alguns segundos, para seguir com o carregamento do Linux selecionado, — e após 6 dias ainda não havia percebido nenhum problema real.

Com todas as anotações, fotos e capturas de tela, ameaçava ser trabalhoso e demorado, descobrir qual alteração causou isso, testando item por item.

No entanto, uma simples busca por “sparse file not allowed” (entre aspas) retornou dezenas de tópicos certeiros, desde 2011 (pelo menos).

O “problema” foi causado por uma tentativa de que o Grub “lembrasse” (e selecionasse automaticamente) o último Linux carregado, — possibilidade já conhecida (na teoria), mas experimentada (na prática) apenas no Manjaro, que já vem configurado assim.

Acontece que o Grub não grava em partições de formato btrfs, — caso do openSUSE, — daí, essa mensagem de erro.

E de fato, o Grub do openSUSE nunca chegou a selecionar o último Linux carregado.

Bastou reverter aquela configuração, — tornar a comentá-la com um “#” no início da linha, — e a mensagem de erro desapareceu:

# GRUB_SAVEDEFAULT="true"

Montagem automática de partições


Montagem automática de partições pelas Configurações do sistema (KDE), — inútil no openSUSE

Tal como no Debian, a montagem automática de partições adicionais no início da sessão, pelo KDE, — “Configurações do sistema → Hardware → Armazenamento removível → Dispositivos removíveis”, — também não funciona no openSUSE.

No Debian KDE, recorri (por enquanto) ao Gerenciador de Discos (Disk Manager), que se encarrega da edição do /etc/fstab, através de opções feitas em uma interface gráfica.

O recurso oferecido pelo openSUSE, — bem mais detalhado (e organizado) que o “Disk Manager” do Debian, — chama-se “Particionador”.

Trata-se, na verdade, de uma seção ou módulo do YaST, — Yet another Setup Tool, — o Centro de Controle do openSUSE.

Uma vez aberto, chama-se “Particionador avançado”, — e é ninguém menos que o “Particionador experiente”, já visto durante a instalação.

Recepção quando se pensa em apenas montar automaticamente algumas partições

Exige senha, para começar, e já abre com uma advertência assustadora sobre os perigos de se formatar o que não deve. — De fato, a todo momento pode-se cometer um engano.

Pessoalmente, não gosto dessa mistura de funções inocentes com ações potencialmente desastrosas. — Faz todo sentido, aterrorizar o leigo, para que se afaste dali, — mas, então, como ele resolverá um problema tão banal?

No fundo, tudo se resume em (1) Não formatar; (2) Montar; e (3) Digitar um ponto de montagem

Nas primeiras horas, o “Particionador” foi utilizado para montar apenas as partições de uso mais urgente, — Works, Sites, XTudo e Armazem1.

Ao “editar” uma partição ainda não montada, é necessário marcar “Montar partição”, — com o cuidado de não marcar “Formatar a partição”.

A única “dificuldade” é criar o ponto de montagem, — é preciso “inventar” e digitar um caminho (path), — pois as sugestões automáticas limitam-se a algumas pastas do sistema.

Opções do /etc/fstab

Após algum tempo pesquisando, — para entender um mínimo sobre aquela pletora de opções, — a conclusão foi de que não havia mais nada que valesse a pena mexer.

Exame das opções referentes à montagem da partição “Works”

Resumo das ações que serão aplicadas ao clicar em Concluir

Edição posterior do arquivo /etc/fstab, — a partir do Dolphin em modo Root, — pra corrigir um ponto de montagem

Um erro cometido ao “inventar” e preencher o ponto de montagem da partição Works foi corrigido mais tarde, por edição manual do arquivo /etc/fstab, — aberto a partir do Dolphin em modo Root.

Particionador do YaST2 no modo de exibição Gráfico de montagem

Dias depois, — confirmado que as 4 montagens iniciais funcionavam conforme o esperado, — voltou a ser aberto o Particionador do YaST2 para configurar a montagem automática das partições dos demais Linux, para monitoramento pelo Conky.

Preenchimento manual de um ponto de montagem “inventado” arbitrariamente

Após marcar “Montar”, — com o cuidado de ”Não formatar”, — cada partição escolhida exigiu “inventar” e preencher por digitação um ponto de montagem “arbirtrário”.

Digo, “arbitrário”, no sentido de que nenhum “padrão” foi sugerido pelo sistema.

Resumo das alterações a serem aplicadas pelo Particionador do YaST2

Por decisão pessoal, “arbitrária”, foi seguido o “padrão” /media/flavio/LABEL, criado pelo Kubuntu e seus “derivados”, — “padrão” que se deve, em grande parte, aos caminhos e opções do início do ano passado, — por exemplo, usar o Dolphin (udisks) e/ou as Configurações do sistema (KDE) para montar as partições, aceitar o resultado e aplicá-lo depois em outros sistemas (exceto Manjaro, que segue no padrão /run/media/flavio/LABEL, por enquanto).

Uma consequência desse “padrão” é que alguém logado como “visitante”, a priori, não terá acesso a todos esses pontos de montagem, — mas ainda falta estudar (e conferir) como essas coisas acontecem, na prática.

Particionador do YaST2 edita o arquivo /etc/fstab, — e efetua a montagem no mesmo instante

O Particionador do YaST2 não se limita a editar o arquivo /etc/fstab, — também faz a montagem das partições, na mesma hora.

Montagem das partições com efeito quase imediato sobre o Conky

O resultado da montagem das partições é percebido no Conky, quase que de imediato, — com exceção de algum erro, — ou nos casos em que permaneça algum conflito.

No primeiro dia, uma tentativa de usar ponto de montagem /media/$USER/Works impediu que, — após corrigir, — o novo ponto de montagem /media/flavio/Works entrasse em funcionamento imediato.

A correção só funcionou, de fato, após reiniciar o computador.

Agora, isto se repetiu com a partição-raiz do Linux2, — rótulo da partição /dev/sda3, devido a uma antiga inversão, com origem em 2009. — Também neste caso, a correção só fez efeito após reiniciar o computador.

É possível que, deletando manualmente o ponto de montagem conflitante, a correção pudesse vigorar de imediato, — mas isso não foi verificado.

Montagem de outras partições sem /etc/fstab


Autorização para montagem de partições adicionais por udisks2 sem pedido de autenticação no openSUSE

30 Mar. 2017 - Após um levantamento sobre a montagem de partições adicionais nos diferentes sistemas Linux instalados, chegou a hora de substituir o uso indiscriminado do “/etc/fstab”, — que agora volta a ser reservado para as partições do sistema, — raiz (“/”), “/home” e Swap.

A “receita” específica para uso de udisks2 + polkit-1 no openSUSE foi encontrada na resposta de Shaman Penguin a uma questão “LEAP 42.2 Dolphin Drag and Drop”.

Tratava-se de criar um arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/10-udisks2.rules”, com este conteúdo:

// See the polkit(8) man page for more information
// about configuring polkit.
// Allow udisks2 to mount devices without authentication
// for users in the "users" group.
polkit.addRule(function(action, subject) {
    if ((action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount-system" ||
         action.id == "org.freedesktop.udisks2.filesystem-mount") &&
    subject.isInGroup("users")) {
        return polkit.Result.YES;
    }
});

Usando Krusader como Root, para ver e editar arquivos na pasta “/etc/polkit-1/rules.d/” do openSUSE

Com tantos sistemas instalados “em paralelo” (multiboot), essa operação foi realizada no Kubuntu, — que estava usando usando para examinar a estrutura hierárquica das pastas de sistema do Debian e do openSUSE, — pensando na possibilidade de copiar o “/etc/polkit-1/rules.d/99-udisks2.rules” do Mageia (Linux2), que por sua vez, tinha sido copiado do Antergos.

Para lidar com isso a partir do Kubuntu, foi usado o “Krusader como Root”.

Acontece que as autorizações são “lidas” por ordem alfanumérica dos nomes-de-arquivo, — e dentro desta, primeiro em “/etc/polkit-1/rules.d/”, depois em “/usr/share/polkit-1/rules.d/”, alternadamente.

Daí, a prioridade determinada pela numeração no início dos nomes-de-arquivo, conforme o exemplo do link acima:

  1. /etc/polkit-1/rules.d/10-auth.rules
  2. /usr/share/polkit-1/rules.d/10-auth.rules
  3. /etc/polkit-1/rules.d/15-auth.rules
  4. /usr/share/polkit-1/rules.d/20-auth.rules

Regras opostas, preexistentes, em “/etc/polkit-1/rules.d/90-default-privs.rules

O arquivo “/etc/polkit-1/rules.d/90-default-privs.rules”, — com uma série intrincada de configurações-padrão, que não gostaria de alterar sem entender direito, — seria “lido” antes de um arquivo começando por “99”.

Além disso, o conteúdo do arquivo “99” usado no Antergos e no Mageia não é exatamente igual ao que Shaman Penguin propõe para seu arquivo “10”, — por isso, foi dada preferência a testar este último, antes de qualquer outra coisa. — E funcionou.

Desabilitando com “#” as partições adicionais no “/etc/fstab

Para o teste, foi feito um backup do arquivo “/etc/fstab”, — e desabilitadas todas as linhas referentes às partições “adicionais”.

Montagem automática pelo udisks2, nas Configurações do sistema → Dispositivos removíveis

Em seu lugar, passou a ser usada a montagem automática pelo KDE, que usa udisks2, — agora sem exigir autenticação.

As partições “Linux5” e “Home5”, — do próprio openSUSE, — permanecem desabilitadas, uma vez que já são montadas automaticamente pelo “/etc/fstab”.

No caso da unidade SSD externa, — que geralmente permanece desconectada, mas cujas partições devem ser montadas automaticamente ao ser plugada, — foram habilitadas também as opções da segunda coluna.

Como é incerta a atribuição de “sdd” ou “sde”, — conforme um Pendrive também esteja plugado, — existem 2 entradas para cada partição, na seção “Dispositivos desconectados”.

É de se notar que os pontos de montagem “/media/flavio/”, — antigas criações arbitrárias, feitas através do Particionador do YaST2, — deram lugar a “/run/media/flavio/”.

Adaptando “~/.conkyrc” aos novos pontos de montagem

Em consequência, foi necessário alterar:

  • O arquivo (oculto) de configuração “~/.conkyrc”, para buscar informações das partições nos novos pontos de montagem
  • Os atalhos PrintScreen e Shift-Print, para o gnome-screenshot salvar as capturas de tela pelo novo caminho (path) “/run/media/flavio/000_PrintScreen/
  • As pastas exibidas em várias abas do Dolphin, — que abre automaticamente com o início da sessão, — e “Salvar sessão”, para tudo correr bem com o recurso “Restaurar sessão salva manualmente”

Diferenças no comportamento do Conky, ao tentar exibir informações de uma partição desplugada

Eventualmente, a mudança também afeta o modo como o Conky exibe informações de partições não-montadas, — como as do Armazem2, do Sabayon e do Antergos, — quando a unidade SSD externa não está plugada.

Quando a montagem é feita pelo “/etc/fstab”, o Conky exibe informações que são, na verdade, da partição-raiz, — onde se encontra o link para o ponto de montagem vazio.

Quando a montagem é feita pelo udisks2, o Conky exibe as informações “zeradas”, por falta de dados.

Wine, CorelDraw, Dreamweaver, MS Word e Verdana


Mapa temático de Brasília e do DF, — em camadas, — elaborado por volta de 2005

GoogleEarth e Wine não costumam ser prioridades, ao configurar um novo sistema Linux. — Não são de uso diário, — e já estão funcionais em 2 ou 3 sistemas, instalados em 2 ou 3 HDDs diferentes.

Obter fontes de letra Verdana, — ou algum sucedâneo, como Vermana, Veranda etc., — foi o “motor” que acelerou as experiências com Wine.

Compensar a ausência temporária de fontes Verdana implicaria em duplo desperdício de trabalho, primeiro, para alterar um sem-número de configurações (como chegou a ser tentado no Conky), — e no futuro, refazer todas as configurações outra vez.

Reexportando um dos temas cobertos pelo mapa de Brasília, — o Contorno do Paranoá (EPCT)

Além da “legibilidade na tela”, as fontes Verdana têm outra característica valiosa, — espaçamento mono dos números, ponto, vírgula, espaço em branco e outros caracteres típicos de campos semi-numéricos, — de modo a manter o alinhamento em colunas desse tipo.

A aparente inexistência de pacotes como ttf-mscorefonts-installer (ou fonts-arkpandora, por exemplo), levou a tentar um “atalho” recém-descoberto. — Basta ter os pacotes Verdana em algum lugar dos HDDs, para adicioná-los ao sistema pelo Gerenciador de fontes. — E o antigo CorelDraw traz Verdana, bem como várias outras fontes, utilizadas em inúmeros arquivos, acumulados desde a década de 1990.

Mapa temático exportado pelo CorelDraw, com todos os detalhes das camadas selecionadas

No entanto, o bom resultado da instalação e no teste do CorelDraw, — e em seguida, do Dreamweaver e do MS Word, — sem qualquer falha ou perda de tempo, fez com que tudo isso avançasse rápido.

Dreamweaver conectado e com cache de 10 mil arquivos atualizado

Ficou faltando apenas o teste de conversão de antigos arquivos do MS Word / Ventura Publisher, — que ainda depende de instalar o Wordpad (único que identifica o antigo “á), e de recuperar e substituir o arquivo Normal.dot, com todas as macros acumuladas até cerca de 2001~2003.

Texto “menos antigo”, já em Word / VP para Windows, — há outros, ainda do Word DOS / Xerox VP

Para um acervo que não cresce nem evolui, — e que já foi parcialmente convertido, — não compensa investir em novas alternativas, se já foram feitas macros para converter textos do MS Word alterados pelo Ventura Publisher (desde as versões DOS até as primeiras versões Windows).

Opções para abrir os instaladores de programas do Windows, — com Wine, ou com Q4Wine

O único registro diferente, — em relação à experiência anterior, — é que no openSUSE se ofereceram 2 opções para rodar os instaladores desses antigos aplicativos, — “Abrir com Wine” ou “Abrir com Q4Wine”.

Esta 2ª opção levou a um aparente beco-sem-saída, — exige indicar a localização das “livrarias” para 32bit e 64bit, — enigma que o fraco entendimento de leigo não logrou desvendar nos primeiros minutos.

Fica de molho, — até que encontre alguma vantagem, — uma vez que a velha e boa opção “Abrir com Wine” funcionou à perfeição, tanto para o CorelDraw, quanto para o DW e o MS Word.

Para se manter fiel à tradição, — ao usar pela primeira vez a opção “Abrir com Wine”, — ele detecta a ausência do pacote “Mono” e se oferece para instalá-lo. — Costumo aceitar, e até hoje nunca falhou.

Funcionalidades dos sistemas Linux, — dentro das limitações de um leigo. — Fontes: Verdana, Dingbats

A instalação do CorelDraw, do Dreamweaver e do MS Word deu tão certo, que elevou drasticamente a pontuação do openSUSE como candidato a sistema “principal”, ao lado do Kubuntu 16.04 LTS e do Linux Mint 18 KDE.

Com sua habilidade para enfrentar corrida de obstáculos no Facebook (embora sem vídeos), já vinha sendo usado como “principal”, — aliás, quase único, exceto 2 dias dedicados a um conserto do Manjaro (+ relato), — e começa a fazer sentido movê-lo para o sda, — uma vez que os outros “principais” estão em sdb1 e sdc1.

  • Mais tarde (4 Ago. 2017), foi resolvida a exibição de vídeos na web, pela instalação do ffmpeg a partir do repositório Packman.

Em tempo: - A marcação com “x” vermelho no Quadro comparativo não significa que sejam itens impossíveis, — apenas, (ainda) não foram conseguidos. — Os itens em branco ainda não foram tentados a sério, pela percepção de que poderiam exigir muito tempo, sem haver prioridade que justifique.

Efeito da instalação das fontes Verdana sobre o Conky

Enfim, as tais fontes Verdana, — cuja busca provocou esses bons resultados, — foram a última coisa a ser obtida, horas mais tarde.

Primeiro, foram instalados free-ttf-fonts e intlfonts-ttf-fonts, — encontrados com facilidade pela busca no Gerenciador de pacotes do YaST2, — mas sem resultado prático.

Infelizmente, faltou escolher o pacote que de fato resolveria o problema, — fetchmsttfonts, que localiza, baixa e instala as fontes disponibilizadas pela MS para uso geral, — mas isso só foi descoberto depois.

Instalando várias fontes True-Type encontradas no Wine, pelo Gerenciador de fontes

Nesse meio-tempo, foram feitas várias experiências, pelo “método direto”, — usar o Gerenciador de fontes para incorporar fontes TrueType já existentes no computador.

No caso, as fontes TTF existentes na pasta /home/flavio/.wine/drive_c/windows/Fonts/.

Selecionadas várias fontes True-Type, escolhe-se instalar “para uso pessoal” (só do Usuário) ou para todo o sistema (disponível para todos). — Não chegou a demorar 1 minuto. — Houve 1 aviso de erro (fonte já instalada), e a opção foi “Ignorar automaticamente”, para evitar novas interrupções.

Substituição global do comprimento dos gráficos de barra do último bloco do Conky

Depois disso, o ajuste do Conky consistiu basicamente em reduzir o comprimento dos gráficos de barra do último bloco inferior, encurtar o nome “openSUSE” e corrigir alguns espaçamentos tornados desnecessários.

Mais tarde, “enp1s0” foi substituído globalmente por “eth0”, — e finalmente o Conky passou a exibir o tráfego de rede.

Log da instalação do fetchmsttfonts

Por último, foi instalado o fetchmsttfonts, — e eliminadas as fontes duplicadas. — Saiu Verdana local (só do Usuário), ficou Verdana obtida na web (disponível para todo o sistema).

Outras configurações e registros (17 a 27 Jan. 2017)


Efeito do tema Maia transparent sobre o Painel. — Também afeta o Menu, notificações etc.

Este é apenas um um resumo do índice em TXT, — quase 400 linhas, para localizar eventos nas fotos e capturas de tela já renomeadas, — e mesmo estas não incluem todas as configurações.

Algumas coisas, — como substituir o Menu K tradicional pelo Menu em cascata, configurar o KDE Spectacle e suas teclas de atalho, por exemplo, — já se tornaram tão banais, que nem foram registradas.

17 Jan. 2017


3:14 - Sincronizar data e hora automaticamente. - Ok.

3:25 - Instalando Conky (via YaST2). - Ok.

3:48 - Workspace theme - Obter novos temas - Maia transparent. - Ok.

Conversão de arquivos do formato PNG para JPEG, no Konqueror

3:54 - Konqueror - Viewmode filesize. - Ok.
3:56 - Konqueror converte PNG em JPEG. - Ok.
3:57 - Konqueror - falta KFind. - Instalar KFind.
3:59 - Konqueror - CTRL-F - Busca-avancada. - Ok.
4:01 - Konqueror - Falta ISO-mount.
4:04 - Instalar Chromium. - Ok.
4:12 - Wine e Xsane instalados. - Ok.
4:16 - Instalar fuseiso. - Ok.

O Konqueror apresentou 4 das 5 funcionalidades procuradas, — Painel lateral (F9), Busca avançada, Modo de exibição “Tamanho de arquivo”, Conversão de arquivos PNG para JPEG, — e até o momento só não oferece “Montar e abrir imagem ISO”.

Abrir imagem ISO com Ark praticamente elimina a urgência de procurar “iso-mount”

A descoberta de uma opção ainda não explorada até agora, — abrir imagem ISO com Ark, — extingue qualquer urgência de procurar “Montar e abrir imagem ISO”.

Para obter “Busca avançada” no Konqueror, foi necessário instalar KFind (via YaST2).

A instalação do Chromium (v.55) apresentou um conflito com chromium-ffmpegsumo (v.54), — e optei por não instalar este último. — Falta pesquisar a possibilidade de substituir o Chromium pela versão anterior (v.54).

A consequência perceptível é que apenas uma parte dos vídeos são reproduzidas no Chromium, — mas a maioria dá erro.

Porém, o Chromium enfrenta muito bem os obstáculos que o Facebook opõe à navegação em “Páginas”, — e no momento isso é muito mais valioso do que ver vídeos. — A ver, se uma coisa tem relação com a outra.

O Xsane já foi bastante testado, — 48 páginas de várias revistas.

4:25 - Cubo tem duração limitada a 0,5 segundo (difícil capturar tela).

4:50 - pasta-PrintScreen-proprietario
4:54 - chown-pasta-PrintScreen

Embora o conteúdo da partição “XTudo” pertencesse a “flavio”, a gravação estava bloqueada, — talvez, porque a montagem inicial foi feita por clique no Dolphin, — que exige senha (tal como o Debian).

5:02 - KWallet-intrujao
5:02 - KDEwallet-intrujao

Desativar a Carteira do KDE foi uma das primeiras providências, — assim como desativar a Pesquisa de arquivos, — porém ainda houve alguns casos em que a abertura do Chromium solicitou KDEWallet. Depois, isso parou.

7:34 - [Nokia] - Bloqueio de tela, após algum tempo longe do computador. — Desabilitado bloqueio de tela, — e também o bloqueio ao retornar.

Baixar fotos do celular ou da câmera digital, pelo Kamera, — usar a opção em minúsculas

10:58 - baixa-fotos-celular-Nokia-windowsphone

O Kamera (do KDE) vem sendo usado há vários anos, para baixar fotos da câmera digital Sony, — e mais recentemente, também do celular Nokia Lumia (Windows Phone 8), — porém só chamou atenção há cerca de 1 ano, quando essa operação apresentou dificuldades no Linux Mint 17.3 Cinnamon (possivelmente, por desconhecimento do ambiente Cinnamon).

De acordo com as observações deste último ano, é inútil clicar na opção onde “Gerenciador de Arquivos” começa com maiúsculas, — assim como é inútil clicar no item que aparece no painel lateral (esq.) do Dolphin.

Só o que funciona é clicar na opção totalmente em minúsculas, da Notificação, — e que abre uma 2ª janela do Dolphin, no alto da tela. — Em seguida, basta arrastar as fotos para a pasta de destino, no Dolphin de baixo.

Arrastar, soltar, e selecionar “Copiar aqui”, — não “Mover aqui”

Depois de algumas experiências malucas (e desnecessárias) com gPhoto, Gwenview, Qlix etc., — que resultaram na perda de um cartão de memória externa do Nokia Lumia, e a necessidade de reformatar o cartão da câmera digital Sony por meio de um ritual esotérico, — nunca mais arrisquei a opção “Mover”.

Agora, uso sempre a opção “Copiar”, — e depois deleto as fotos no celular e na câmera digital, usando seus próprios recursos.

É possível que os problemas com os cartões de memória se tenham originado ao desconectar os dispositivos depois de concluída a cópia, — porém antes de se concluir a remoção dos originais. — Fato é que, clicando com o botão direito do mouse no dispositivo (painel lateral do Dolphin), não é dada a opção “Desconectar com segurança”. Portanto, na falta de indicações claras, o risco não compensa. — Ao passo que, escolhendo a opção “Copiar aqui”, o Dolphin informa com clareza o momento em que a tarefa termina.

Guardar sempre a última foto baixada, — com o nome original, — facilita muito a vida.

Copiando a fórmula já construída, — deu trabalho, — para renomear as fotos no KRename

11:02 - instala-KRename
11:05 - KRename-fotos-celular

Para renomear as fotos do celular, — no mesmo padrão das capturas de tela, para se enfileirarem por ordem cronológica, — foi instalado o KRename.

O passo seguinte é colocá-lo como 2ª opção para abrir Pastas, — nas “Associações de arquivos”, — logo abaixo do Dolphin.

Assim, basta um right-click na pasta com as fotos, para abri-la no KRename pelo Menu de contexto.

O ideal seria dispor do pyRenamer, — muito mais simples de usar (embora igualmente rico em recursos), além de “lembrar” padrões salvos antes, — porém ainda não foi encontrado pelo YaST2.

Uma vez que a construção da “fórmula” no KRename deu bastante trabalho, foi guardada em arquivo TXT, para reuso em diferentes sistemas Linux.

18 Jan. 2017


14:58 - Texto selecionado no Chromium “desaparece”, — a seleção é “destacada” em letras brancas sobre fundo branco, — a mesma cor de fundo de zilhões de sites e blogs. — Por coincidência, também é a cor de fundo do editor de texto do Blogger.

Isso também afeta várias outras tarefas, — onde um nome ou título surge “selecionado”, — por exemplo, o título de uma página a ser marcada como Favorito (Bookmark).

Ainda sem solução.

19 Jan. 2017


00:36 - surto-FB-mais-DCM
00:38 - fim-surto-Chromium-fechado-Swap-alto

Foi um caso raro, — no openSUSE, — de sobrecarga de CPU (e Swap).

Embora o Facebook estivesse aberto em 1 aba do Chromium, não se tratava de uma “Página”, — apenas o “Feed de notícias”. — Em outra aba, estava aberta uma página do DCM, lotada de publicidade intrusiva.

01:39 - Spectacle configurado para passar a gravar diretamente em /XTudo/Byteria/openSUSE.

Atualizações automáticas do openSUSE

13:48 - Updates. — Leitura difícil dos nomes dos pacotes em letras miúdas, passando em rápida sucessão, — enquanto a maior parte do retângulo da notificação não é utilizada.

De acordo com o registro da instalação e atualização de pacotes no arquivo /var/log/zypp/history, o que aconteceu nesse momento foi isso:

  • 2017-01-19 13:48:21|command|root@linux-yjpi|'/usr/lib/packagekitd'|
  • 2017-01-19 13:48:24|install|bind-libs|9.9.9P1-43.1|x86_64||download.opensuse.org-oss_1|f9fc8a55f8b06ce0f6475000624a1b02f632672ff54c8b9f21e9eb8c12985490|
  • 2017-01-19 13:48:24|install|bind-utils|9.9.9P1-43.1|x86_64||download.opensuse.org-oss_1|b59f3adc6eabdd9262a79e1e2126fac20957c4121101ca8e7f748dbe71c15cf1|
  • 2017-01-19 13:50:03|command|root@linux-yjpi|'/usr/lib/YaST2/bin/y2base' 'sw_single' 'qt'|

20 Jan. 2017


16:23 - Updates

17:18 - alguns-videos-funcionam (Chromium).
18:03 - outros-videos-nao

21 Jan. 2017


11:38 - Finalmente, obtida montagem automática da partição Linux2 (sda3) ao carregar o openSUSE.

Também pela primeira vez, o openSUSE abre sem pedir senha para montar determinada partição, — que só foi montada manualmente (via Dolphin) uma única vez.

24 Jan. 2017


11:38 - Updates
11:40 - Dolphin ainda com 5 entradas para ocultar

25 Jan. 2017


Produção do índice cronológico de fotos e capturas de tela

10:11 - Grub-customizer-desaconselhado.png
10:11 - Grub-customizer-instabilidade.png
13:27 - Cronologia-Kwrite-modo-edicao-bloco.png

21:35 - Conclusão do levantamento inicial.

26 Jan. 2017


(1) Só o log informa que faltou atualizar o Grub; (2) Comando; (3) Correção das entradas do Manjaro

12:46 - Notificação de atualizações.
12:49 - Concluída atualização de 5 pacotes.

12:55 - Exame do arquivo /var/log/zypp/history indica que ficou faltando atualizar o Grub; — sugere fazer isso manualmente. — Mas, e se eu não fosse curioso de olhar o arquivo de log?

12:56 - Grub atualizado manualmente.
12:57 - Copiando manualmente o “apêndice” necessário para carregar o Manjaro.

1) Registro esse episódio, apenas como uma idiossincrasia curiosa. — Parece improvável que o Grub de fato precisasse ser atualizado, — uma vez que a entrada principal do openSUSE não se altera (mesmo quando há um Kernel novo), — e não há necessidade de acrescentar nova entrada nas Opções avançadas (já que nenhum Kernel se tornou “antigo”).

2) Atualizar manualmente o Grub do openSUSE não exige nenhum esforço sobre-humano, — mas vale notar que o comando é dado por extenso:

sudo grub2-mkconfig -o /boot/grub2/grub.cfg

Notar que esse é o verdadeiro comando por trás do “update-grub”, — mero “alias”, — utilizado no Debian, no Kubuntu etc. — Veja também Grub2/Setup; ou este tópico sobre o Fedora.

3) O complicador, — neste caso específico, — é que após cada atualização do Grub é necessário inserir manualmente um parâmetro que falta na última linha de cada entrada referente ao Manjaro.

_______________
Relato inicialmente publicado às 13:41 de 17 Jan. 2017, e desenvolvido até 23:25 do dia 27, no openSUSE Leap 42.2 KDE.

— … ≠ • ≠ … —

Não-debians


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