sexta-feira, 25 de março de 2016

Kubuntu Xenial (beta) 16.04 LTS em teste de trabalho “Live USB”

Sessão “Live USB” Kubuntu 16.04 LTS (Xenial) beta com Firefox, Gimp, 2 LibreOffice, Dolphin (3º dia)

Deu algum trabalho, colocar o Kubuntu Xenial (beta) 16.04 LTS em condições de “produtividade”, numa sessão “Live USB”.

Na verdade, 3 sessões, até o momento: no dia 23 (das 15:50 às 23:20), no dia 24 (das 10:00 às 14:00), e hoje, dia 25, começando às 12:08 (PS.: até 23:30).

A ideia é fazer um “teste de trabalho”, — o que envolve configurar o ambiente e alguns programas para adequá-los aos hábitos de trabalho diário, em especial: Fuso horário, Teclado, PrintScreen, Dolphin, Synaptic, Gimp, Firefox, fontes Verdana etc., e publicar um relato detalhado — sem prejudicar as demais tarefas.

No momento em que começo a escrever este relato, o “Daily build” já oferece a ISO beta2, datada das 5:50 da manhã de hoje (25), — mas, sigo testando a beta liberada no último dia 23, às 8:42, para não introduzir novas variáveis no teste já iniciado.

Gerando o “Live USB” do Kubuntu Xenial (beta) 16.04 LTS por comando dd

A imagem ISO foi baixada do “Daily build” no dia 23, mas o “USB Creator” apresentou erro ao tentar gerar o Pendrive “bootável”. O jeito foi usar o comando dd:

dd if=/path/file.iso of=/dev/sd? bs=8M

1ª sessão Live USB do Kubuntu Xenial


Nesse dia 23, fiz as configurações habituais, — Fuso horário, Relógio, ajustes do Dolphin, Gwenview, wallpaper, sincronização do Firefox, instalação do Synaptic, Teclado ABNT2, fontes Verdana, — tirei uns 30 prints, e sondei as possibilidades, das 15:50 às 17:40.

A mudança do Fuso horário fez efeito de imediato (15:58). Configurar as opções regionais (PT-BR) é perda de tempo, pois só faz efeito reiniciando (inútil numa sessão “Live USB”, que não deixa lembrança). De início, não percebi que o formato 24-h do Relógio precisava ser desmarcado, para então marcar outra vez (vem apenas “meio” marcado).

Basta um F4 para desativar o painel lateral do Gwenview, que apenas repete o nome e as dimensões da imagem (já exibidos na barra de título).

Perdi mais algum tempo teimando contra o Gwenview. Configurei o sistema para visualizar imagens no ImageMagick, mas também não gostei. Pensei em instalar o “eog”, — “Eye of Gnome”, — e verifiquei que isso envolve 17 pacotes, incluindo meia dúzia de “gir”. Acabei voltando para o Gwenview, — que, afinal, aceitou atribuir “Esc” como atalho para Sair (ainda não verifiquei se já aceitava isso no Kubuntu 14.04, e eu não sabia).

PS.: Sim, no Kubuntu 14.04 o Gwenview já personalizava atalhos (27 Mar. 2016)

Também sondei a instalação do Shutter (envolve uma lista interminável de pacotes), e acabei descobrindo que o Spectacle, — substituto do antigo Ksnapshot, — oferece quase todas as vantagens do Shutter.

PrintScreen com Spectacle: opções configuráveis de “Save & Exit

Onde o Ksnapshot oferece apenas a opção de “Salvar como”, — e a cada Print você devia escolher um nome, ou aceitar o mesmo nome anterior, acrescentando / incrementando uma numeração, — Spectacle oferece várias opções, começando por “Save & Exit” (que encerra a questão) e “Configure save options”.

Configuração de Pasta e Nome automático de PrintScreen no Spectacle do Kubuntu 16.04 Xenial (beta)

Com total liberdade, escolhi salvar na pasta “/media/kubuntu/F/Byteria/2016-03-23_Kubuntu_Xenial/PrintScreen/”, com um formato de nome automático “Ano-Mês-Dia_Hora-Minuto-Segundo_Kx” (para diferenciar dos prints do Kubuntu 14.04 instalado). O próprio Spectacle orienta quanto à sintaxe:

%Y-%M-%D_%H-%m-%S_Kx

Observe M, D (maiúsculas) e m (minúscula), — diferentes da sintaxe utilizada no Shutter e no Gadwin.

Feito isso, faltou pouco para ser perfeito: — Não captura menus (layers), nem captura a si mesmo em ação. O jeito foi apelar para o Nokia Lumia (que às vezes tem essa dificuldade em focar na tela).


Verifiquei que o Gimp não veio instalado, e isso me desanimou um pouco, — pensando numa dificuldade que tive ao usá-lo para um trabalho pesado, numa sessão “Live USB” do Lubuntu Xenial (alpha), — dificuldade que, afinal, não tinha nada a ver com o Gimp, nem com o Lubuntu Xenial, nem com qualquer limitação de uma sessão “Live USB” (como constatei depois, ao testar de novo).

Verifiquei que a instalação do Gimp não envolvia tantos pacotes quanto a do eog ou a do Shutter, mas mesmo assim resolvi pensar mais um pouco.

Essa avaliação prévia da instalação de programas foi possível, porque tratei de instalar logo o Synaptic.

Discover (Muon) trava qualquer ação, até o final do filminho: dá tempo de fazer pipoca

O Discover (“Descobridor do Muon”) conseguiu ficar ainda pior do que já era, quando instalei o Linux Mint 17.3 Cinnamon, fazem apenas 2 meses. Agora, ele te aluga por vários minutos, enquanto oferece, vagarosamente, tudo o que você não está procurando no momento. Isso, a cada vez que é aberto de novo.

Felizmente, agora ele é capaz de encontrar o Synaptic. Com bastante paciência, acaba chegando o dia em que ele lhe permite digitar “Synaptic”, — e você manda instalar, rápido, para se livrar logo dessa íngua.

Até aí, 17:40, tudo correu bem, — e continuou assim, até o final da noite, a julgar pela ausência de anotação em contrário, ou qualquer PrintScreen com registro de falhas.

A vontade era de instalar logo de uma vez o Kubuntu Xenial 16.04 (beta) em cima do Kubuntu 14.04, — que é meu sistema “principal”, — mas o bom-senso lembrou que “isso não se faz”.

Deixei o assunto borboletando na cabeça e toquei as atividades cotidianas, — ainda na sessão “Live USB”, — até as 23:20, sem maiores dificuldades (que me lembre).

2ª sessão Live USB do Kubuntu Xenial


No dia 24, repeti os passos da véspera, — Fuso horário, Teclado, PrintScreen, Dolphin, Synaptic, Gimp, Firefox, fontes Verdana, — testando algumas variantes, anotando tudo, fazendo mais alguns prints, sem pressa de chegar.

10h00NumLock ativado.

Dolphin (right-click → Favoritar*) → montar a partição “F:\” — onde quero gravar os PrintScreen automaticamente; e também a /home do Mint, onde quero buscar um papel de parede.

* O Menu do KDE já foi melhor, em priscas eras (acho eu); mas de uns anos para cá inventou o zig-zag: você clica, ele abre; você vira à direita, para Aplicativos, e só vê “categorias”. Você abre uma “categoria”, mas o que procura não está lá. Então você leva o mouse até lá em cima, pede para voltar a “Todos os aplicativos”. Olha de novo as “categorias”, resolve procurar em outra… e assim por diante. É claro que sempre pode digitar o nome do que procura, e aparece na hora… desde que você saiba ou lembre o nome do que procura! Não é o caso, quando pega uma nova distribuição (pacotes vão, novidades vêm), e ainda por cima, no “Live USB”, vem tudo em inglês. Portanto, ao encontrar cada item que vai usar, clique logo com o botão direito e selecione “Add to Favorites”. Aí, basta abrir o Menu KDE, e já dá de cara com o que precisa. Dolphin, por exemplo, que não veio na barra inferior (ou “Painel”).

Configura Spectacle. Teclar PrtScn e “Ok” é muito melhor do que tentar descrever (com lápis e papel) o que se passa na tela.

  • pasta: /media/kubuntu/F/Byteria/2016-03-23_Kubuntu_Xenial/PrintScreen/
  • formato de nome: %Y-%M-%D_%H-%m-%S_Kx

Ajustes iniciais do Dolphin, para uso intensivo no Kubuntu Xenial (beta) em Live USB

Dolphin → alarga 100%, alarga painel (esq.) — F7 exibe Folders no painel (esq.) — F9 exibe Places (painel esq.) — F11 exibe Informations (painel direito) — right-click titulo de coluna → exibir Type. — Com esses passos, o Dolphin fica plenamente navegável pelo painel esquerdo, exibe informações dos arquivos no painel direito (inclusive Preview de imagens), e os arquivos podem ser rapidamente ordenados por nome, data, tipo, tamanho. — Exibição em lista detalhada, claro.

GwenviewF4 para desativar painel lateral. — Atribuir Esc → Sair.

right-click na area de trabalho → wallpaper → /home do Mint → Chopos.

10h30 → coffee break.

10h55 → Right-click ClockAdjust date and timeTime Zone.

  • Set time formatRegion, depois marca Detailed settingsApply
  • Digital Clock SettingsShow date, — Use 24-hour Clock*, — Date formatLong Date

Use 24-hour Clock vem só ½ marcado: desmarcar, marcar de novo.

MenuSystem Settings → right-click → (Favoritar) → Input devicesKeyboard.

Layouts → desmarcar Show layout indicator, — marcar Configure layouts+ Add → limitar busca → Portuguese, layout → Portuguese (Brazil), Default, (Preview), Apply; — Advanced → marcar Configure layout optionsKey to choose 3rd levelLeft-WinApply.

m², m³, 1º 1ª →↓ø£¢¹ «aa»© acentuação

DolphinControlShow menu bar; — ViewAdjust view properties → Use these view properties as default.

Firefox — Menu → Exibir Barra de Favoritos; → Sincronizar. — login → Google, Facebook, Twitter etc. — Volume de som → de 45% para 80%.

12:30 → pausa para colocar em dia a comunicação nas redes sociais.

Resumo do Kubuntu 16.04 Xenial (beta) e do hardware às 11:41 do 2º dia (24)

Uso da memória na sessão “Live USB” Kubuntu Xenial, com Gwenview, Dolphin e LibreOffice abertos

13:15Kinfocenter → Memória (com Firefox e LibreOffice abertos). — Para um leigo, as indicações são de leitura confusa, pouco úteis, e até alarmantes. Boa parte da memória que parece “ocupada”, por exemplo, na verdade é devolvida sempre que um programa precisa.

Software center Discover (Muon) → introduz uma lentidão enorme, travando qualquer ação por longo tempo. → instalar Synaptic, urgente.

Aí, começaram os problemas.

Synaptic não abriu. — Removi, reinstalei, e não resolveu: continuou não abrindo.

Das 13:17 às 14:00 h, perdi tempo à toa.

De volta ao “Descobridor” do Muon → (assistir filminho) → instalar Ubuntu Software Center → remover / instalar Synaptic (3ª vez; constam as anteriores no Histórico); não funcionou. Tentativas de atualizar as informações dos repositórios. → Provavelmente, mandei fazer algo que não era o que estava pensando.

O Dolphin fechou inesperadamente: “Error — Plasma”. Notificação: “To many files open”: Possíveis razões: erro durante o último upgrade do KDE, deixando órfão um módulo de controle. Ou, você tem algum módulo de terceiros etc. Verifique esses pontos cuidadosamente e tente remover o módulo mencionado na mensagem de erro. Se isso falhar, considere contactar seu distribuidor ou empacotador etc.

Tentei reabrir o Dolphin, e não obtive resposta.

Por fim, o próprio Menu do KDE deixou de responder.

Ctrl-Alt-Del → Restart → Please remove the installation medium, then press Enter.

Àquela altura do dia, nem pensar em começar tudo de novo.

Terceiro dia (25)


No dia 25, — usando o Linux Mint 17.3 Cinnamon, — procurei saber tudo que pudesse interessar sobre “uso da memória” no Linux, e que ainda não sabia.

Foi bom saber, por exemplo, que aquelas indicações assustadoras do KInfocenter sobre o uso da “Memória física” não eram para ser levadas a sério: — Diskbuffers e Diskcache estão “disponíveis”, sempre que algum programa precise. Aliás, a absoluta falta de uso da Memória swap não indica nenhum “problema” (como cheguei a especular), mas apenas isso: — Tem tanta memória livre, que não é necessário recorrer ao swap.

Sem esse aprendizado adicional, logo cedo, provavelmente não insistiria em (tentar) trabalhar em sessão “Live USBKubuntu 16.04 Xenial (beta).

Aproveitei para fazer, — ainda no Linux Mint, — um teste de uso de memória, usando o “Monitor do sistema” (Gnome System Monitor), que tem todo aspecto de ser este mesmo “System Monitor” (KSysguard) usado agora na 3ª sessão.

No Linux Mint, com 2 abas do Chromium, 2 ou 3 abas no Dolphin, e mais o Psensor, eram usados apenas 1,4 de 3,9 GiB (37% da “Memória física”); e zero da Memória swap.

Com 9 programas abertos, — incluindo Gimp, Chromium e Firefox com várias abas (Facebook em ambos) etc., — mal consegui usar 2,5 de 3,9 GiB (65% da Memória física); e 1,4% da Memória swap.

Fechando tudo (exceto Dolphin e Psensor), o uso de Memória física desaba rapidamente para 22%, praticamente a marca inicial do dia.

KSysguard versus KInfocenter no Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta)

3ª sessão Live USB do Kubuntu Xenial


A 3ª sessão “Live USBKubuntu Xenial (beta) foi carregada às 12:09 do dia 25.

NumLock, Fuso horário, Relógio, Spectacle, Dolphin, KSysguard etc.

Às 12:22, com o Dolphin aberto, o KSysguard indicou o uso de apenas 0,7 de 3,8 GiB da Memória física; e 0% da Memória swap.

Pelo Discover (Muon), foi instalado o Synaptic. — e imediatamente foi instalado o Gimp + fontes “Veranda” (substitutas de Verdana).

Uso de memória em Live USB Kubuntu Xenial (beta) durante download do Gimp e Veranda

Com novo papel de parede (Chopos), — abertos Dolphin, 2 janelas LibreOffice, Desktop settings, Software updates (Update manager) baixando informações dos repositórios, — KSysguard indicou uso de 1,0 de 3,8 GiB (e 0% swap).

Após configurar e sincronizar o Firefox (addons etc.), e com 2 abas, o uso de memória chegou a 1,4 GiB.

Rotacionando imagem no Gimp em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta)

Abrir o Gimp, por si só, — após fechar Desktop settings e Update manager, — não alterou nada (13:30 — imagem no topo desta postagem).

Com 6 abas abertas no Firefox (incluindo Facebook), o uso da memória RAM foi a 1,7 GiB.

Crash do Dolphin em Live USB Kubuntu Xenial (beta), às 15:02

Foi após ter fechado a aba Facebook, que finalmente houve um fechamento inesperado do Dolphin, por volta das 15:00, — acredito que sem relação. Duas imagens já tinham sido editadas no Gimp e postadas aqui.

Mais tarde, às 17:25, houve um segundo crash do Dolphin, — e mais nenhum problema até 23:30, após editar e postar 11 imagens no Gimp, sempre com as 2 abas no Firefox e 2 janelas LibreOffice.

Após cada crash, o Dolphin reabriu normalmente, mantendo as mesmas configurações de largura, colunas, painéis, barra de ferramentas etc.

Uso da memória RAM em Live USB Kubuntu Xenial (beta), ao final desta postagem, às 22:20

PS.: Esta postagem foi “publicada”, inicialmente,  em 25 Mar. 2016, às 13:59, — com 1 imagem e 1 frase, — e desenvolvida até 22:18 (já com 6 imagens), trabalhando em Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta).

No mesmo dia, foi reaberta para inserção de mais 5 imagens, concluindo às 23:03. A sessão Live USB Kubuntu 16.04 Xenial (beta) prosseguiu até 23:30.

Posteriormente, foi reaberta para revisão em 27 Mar. 2016, das 13:30 às 16:00, no antigo Kubuntu 14.04 (instalado); e novamente em 28 Mar. 2016, no Linux Mint 17.3 Cinnamon (instalado).

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Kubuntu



Testes de trabalho em “Live USB”


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